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‘O agente secreto’ no Oscar: Quem é Gabriel Domingues, indicado a melhor seleção de elenco


Como foi selecionado o elenco menos conhecido de ‘O agente secreto’
O diretor de elenco de “O agente secreto”, Gabriel Domingues, pode conseguir neste domingo (15) o Oscar de melhor seleção de elenco, categoria que estreia na principal premiação do cinema do mundo.
Por incrível que pareça, no entanto, a história do carioca de 36 com essa área da indústria começou quase por acaso.
Formado em Comunicação Social e refinado na Escola de Cinema Darcy Ribeiro, “onde adquiri um olhar, uma cultura de cinefilia”, ele estava em São Paulo para pesquisar e escrever o roteiro do filme “Corpo elétrico” (2017) quando recebeu um convite que mudaria sua vida.
Ao aceitar o trabalho de assistente de seleção de elenco de “Aquarius” (2016), não apenas se abriu mais à paixão de conhecer novas pessoas como também abriu a parceria com o cineasta Kleber Mendonça Filho – que lembrou de Domingues na hora de escalar “O agente secreto”.
“Ali, eu vi que tinha uma forma muito interessante de pensar o trabalho de escalação de elenco dentro de um longa metragem, como um filme do Kleber”, diz ele em entrevista ao g1.
“Um pensamento muito vivo, livre, de interesse pelas pessoas, de interesse por como as figuras, os atores, as pessoas podem contribuir para criar uma história que que faça sentido, que seja viva, vibrante e tudo mais.”
O que não significa que ele tenha se afastado totalmente do amor original pelo roteiro. A sensibilidade para escolher atores talvez seja explicada pelo conhecimento de como criar personagens no papel.
Domingues é um dos nomes por trás do roteiro de “Baby” (2024), filme de Marcelo Caetano premiado no Festival de Cannes, e de “Yellow Cake” (com estreia prevista para 2026), ficção científica de Tiago Melo que é também o próximo projeto de dona Tânia Maria, a grande revelação de “O agente secreto”.

Guilherme Pinheiro/g1
Do cangaço à industrialidade
O trabalho de Domingues é considerado um dos grandes responsáveis pelo sucesso do filme, que tem outras indicações ao Oscar – entre elas, na categoria principal do evento.
Para “O agente secreto”, o trabalho foi monumental. O diretor de elenco gerenciou uma convocatória que recebeu mais de 2 mil inscrições, mas que também envolveu uma procura ativa por nomes ideais para cada papel.
“Acho isso uma parada muito interessante do meu trabalho, como eu conheci as cidades brasileiras acessando a cena cultural daquele lugar, seja a produção de cinema, seja a produção de teatro, seja produção de música. E aí isso me mobiliza muito”, conta ele.
“Isso me deixa muito interessado e apaixonado pelo Brasil e pelas pessoas e pelos filmes assim. Porque o Brasil é muito maneiro, né? Assim, o Brasil tem muita coisa legal e tem muita gente legal – e tem muita gente legal querendo fazer filme.”
Isso explica também a descentralização geográfica do elenco. No infográfico acima, é possível encontrar atores mais ou menos conhecidos de diversos cantos do país, como Pernambuco, Rio Grande do Norte, Alagoas, Ceará, Minas Gerais, São Paulo e Paraná.
Muito vem ainda de projetos passados de Domingues. Por essas que também é fácil observar que muitos membros do elenco de “O agente secreto” têm no currículo alguma participação na série “Cangaço novo”, como é o caso da agora renomada Alice Carvalho e do não tão badalado (ainda) Joálisson Cunha.
“Conheci ele em João Pessoa, trocando ideia com a cena de lá. Ele tem uma forma de existir muito interessante e sempre enriquece a cena com a própria forma de falar”, conta Domingues.
É com essa mentalidade que chegou ao “olhar muito expressivo” do potiguar Kaiony Venâncio — o assassino “com uma uma pulsão de estranheza” do filme — ou à “paulistanidade industrial” do mineiro Luciano Chirolli.
Gabriel Domingues é o diretor de elenco de ‘O agente secreto’
Divulgação
Gratidão
Se o processo é técnico, o resultado é muitas vezes emocional. Ele ainda se comove ao falar da estreante Laura Lufési, que interpreta a personagem que conecta o passado e o presente na trama.
Com um pedido específico do diretor para o papel, Domingues sentiu que estava mais perto de encontrar a atriz ideal ao receber o teste em vídeo da jovem mineira, que usou roupas de época e fitas cassete para a gravação.
Depois de uma nova encenação ao vivo com Mendonça Filho, Lufési conseguiu seu primeiro trabalho no cinema.
“Foi uma leitura super emocionante assim. E ela nunca tinha feito nada e a gente aprovou ela pro papel. E aí a gente falou que ela ia contracenar com Wagner (Moura) ela quase caiu para trás. Ela ficou passada e aí foi acho que foi o primeiro trabalho dela, sabe? Ela é muito grata e eu sou muito grato por ela também. É incrível.”

Fonte: G1 Entretenimento

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O Kid Abelha vai voltar?


George Israel (à esquerda), Paula Toller e Bruno Fortunato anunciaram o fim do Kid Abelha em abril de 2016
Christian Gaul / Divulgação
♫ PRIMEIRA PESSOA DO SINGULAR
♬ O Kid Abelha vai voltar? De vez em quando, algum leitor tem me feito essa pergunta nas redes sociais nos últimos meses. E a minha resposta é sempre a mesma: não sei. Esse disse-me-disse tem sido alimentado pela onda de shows em arenas e estádios com a volta de grupos do pop rock brasileiro dos anos 1980 que nunca foram de fato embora.
Em 2023, a banda Titãs se reuniu com a formação clássica em turnê que arrastou multidões pelo Brasil. Neste ano de 2026, é o Barão Vermelho que reincorpora (temporariamente) o vocalista e guitarrista Roberto Frejat à formação da banda com a ainda inédita turnê “Encontro – Pro mundo inteiro acordar”.
Dentro desse contexto, é natural imaginar um retorno do Kid Abelha à cena dez anos após Paula Toller (voz), George Israel (saxofone) e Bruno Fortunato (guitarra) terem anunciado oficialmente o fim do grupo em abril de 2016, dissolução já sinalizada pela vocalista desde o ano anterior.
Nada sei sobre essa suposta volta. Contudo, não ficaria surpreso se o Kid voltasse à cena para turnê que, imagino, mobilizaria o imenso público dessa banda que entrou efetivamente em cena em 1982, tendo sido formada no fim de 1981 na cidade do Rio de Janeiro (RJ).
Se uma histórica volta do Kid Abelha com Leoni (integrante dissidente da formação original) parece improvável pelas fortes dissonâncias entre Leoni e Paula Toller, embora nada seja impossível no universo pop, um retorno do trio com Paula, George e Bruno seria mais viável e soaria quase natural diante do atual cenário do showbiz brasileiro.
O fato é que, mesmo minimizado pela crítica musical (mas não por este colunista…), o legado do Kid Abelha é grande. Foram 17 álbuns (se contabilizados os registros ao vivo de shows e o disco com remixes) que propagaram um pop de excelente nível. Consigo imaginar uma multidão fazendo coro em arena ou estádio nos muitos sucessos do Kid Abelha. Mas, respondendo mais uma vez à pergunta do título, nada sei sobre uma volta do grupo à cena.

Fonte: G1 Entretenimento

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Suspeita de atirar na casa de Rihanna vai responder a acusação de tentativa de homicídio


Rihanna durante show do intervalo no Superbowl 2023
Mark J. Rebilas/USA TODAY Sports
A suspeita de atirar contra a casa da cantora Rihanna nos Estados Unidos foi acusada oficialmente de tentativa de assassinato e outros 13 tipos de crimes, incluindo ataque a uma pessoa com uma arma semiautomática, nesta terça-feira (10).
O promotor do caso, Nathan Hochman, afirma que a Rihanna, seu parceiro A$AP Rocky e os três filhos do casal estavam no local na hora do ataque, neste domingo (8).

Fonte: G1 Entretenimento

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Elenco de ‘Rivalidade Ardente’ rebate ataques homofóbicos após série virar fenômeno no streaming


‘Heated Rivalry’: trailer da série ‘Rivalidade Ardente’
As estrelas da série canadense de grande sucesso “Heated Rivalry” (“Rivalidade Ardente”, em português) reagiram a uma avalanche de comentários que incitam o ódio online após o sucesso do drama LGBTQIA+ sobre hóquei ter gerado grande alvoroço na internet.
A série, que acompanha a ascensão profissional e o relacionamento secreto de dois jovens astros do hóquei – um canadense e um russo – ao longo de vários anos, tornou-se um fenômeno global.
Mas também inspirou um engajamento particularmente intenso dos fãs nas redes sociais, incluindo comentários homofóbicos e racistas.
Hudson Williams, um dos protagonistas que interpreta o astro do hóquei Shane Hollander, abordou a questão em uma publicação no Instagram: “Não se considere fã se você compartilha comentários racistas, homofóbicos, bifóbicos, misóginos, etaristas, capacitistas, parassociais e intolerantes de qualquer tipo”. “Nenhum de nós precisa do seu ‘amor’ odioso.”
A mesma mensagem foi compartilhada por várias outras pessoas envolvidas na série, incluindo o ator François Arnaud, o produtor executivo e diretor Jacob Tierney e Rachel Reid, autora dos romances queer com temática de hóquei que inspiraram a série.
Hudson Williams e Connor Storrie nos bastidores da série ‘Heated Rivalry’; e a capa do livro ‘Rivalidade Ardente’
Reprodução
A primeira temporada de “Heated Rivalry” transformou os atores, até então desconhecidos, em estrelas globais, incluindo Williams e seu colega de elenco Connor Storrie.
Após estrear na plataforma de streaming canadense Crave no final de novembro, a série chegou à HBO Max e decolou, tornando-se um dos seus programas mais populares dos últimos meses.
A revista americana “Variety” a chamou de “a maior surpresa da TV” de 2025. No entanto, os envolvidos na série têm expressado crescente preocupação com o que chamam de um engajamento tóxico por parte dos fãs.
Em uma recente entrevista para um podcast, Tierney alertou que as pessoas disseram “coisas horríveis sobre meus atores e sobre os personagens”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Tiê lança quinto álbum solo de estúdio após registro de show e projeto em duo


Tiê apresenta o quinto álbum solo autoral de estúdio com o single ‘Ainda’
Indira Dominici / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Já perto dos 20 anos de carreira, a serem completados em 2027, Tiê se prepara para lançar o quinto álbum solo autoral de estúdio, o primeiro da cantora e compositora no gênero desde “Gaya” (2017). Habitual colaborador da artista paulistana, André Whoong assina a produção musical do álbum com Tó Brandileone e Marcus Preto.
A primeira música do álbum chega na quinta-feira, 12 de março, curiosamente sem a assinatura de Tiê. “Ainda” é composição de Adriano Cintra e Bárbara Ohana gravada por Tiê ao vivo no estúdio com o piano de Marcos Romera.
A propósito, o último título de estúdio da discografia de Tiê foi o álbum “Eu te amo” (2022), primeiro projeto do duo formado pela artista com Adriana Cintra e batizado como Fogo Fera.
Já o último álbum da cantora e compositora foi o ao vivo “Cartas de amor << Ao vivo no Bona >>” (2025), lançado em setembro do ano passado com o registro de show captado na casa Bona, em São Paulo (SP), cidade natal de Tiê.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘O Agente Secreto’ deve perder em todas as categorias do Oscar, diz revista


Wagner Moura no palco, após anúncio do prêmio de melhor filme internacional para “O Agente Secreto” durante cerimônia do Spirit Awards.
Mario Anzuoni/Reuters
Um novo levantamento publicado na última segunda-feira (9) aponta que “O Agente Secreto” corre o risco de sair de mãos vazias da 98ª edição do Oscar.

A análise foi divulgada pela revista americana “‘The Hollywood Reporter”. O modelo cruza dados de premiações anteriores, notas da crítica especializada e tendências históricas da Academia.

Sob o título de “Prevendo os vencedores do Oscar deste ano usando apenas a matemática”, a publicação afirma que o favoritismo da noite estará polarizado entre “Pecadores” e “Uma Batalha Após a Outra”.

De acordo com a projeção, o longa brasileiro enfrentará dificuldades em todas as categorias que disputa: Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Escolha de Elenco e Melhor Ator (Wagner Moura).

Escolha de Elenco

Parte do elenco do filme “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, antes da exibição no Festival do Rio.
Marcelo Sá Barretto / Agnews
Uma das maiores expectativas reside na categoria de Escolha de Elenco, que estreia na premiação este ano.
Para tentar prever o resultado, a “‘The Hollywood Reporter” consultou 90 membros da “Casting Society of America”. A revista afirma que o prêmio deve ser de Francine Maisler, do filme “Pecadores”.
No ranking de probabilidades da categoria, “O Agente Secreto” aparece na última posição entre os indicados principais:
“Pecadores”: 61%
“Uma Batalha Após a Outra”: 14,2%
“Marty Supreme”: 10,7%
“Hamnet”: 9,6%
“O Agente Secreto”: 4,5%
Melhor Filme Internacional

Cena do filme ‘Sentimental Value’
Divulgação
Para esta categoria, a revista levou em consideração o histórico da premiação. “A Academia entrega suas intenções na categoria de melhor filme internacional por meio das indicações em outras categorias”, diz parte do artigo.

A indicação de Sirāt em Melhor Som tem menos peso do que a indicação de Melhor Roteiro de Foi Apenas um Acidente, que, por sua vez, é um sinal menos forte do que a indicação de Melhor Direção para Valor Sentimental. O elemento imprevisível é a indicação de Melhor Elenco para O Agente Secreto: ela é presumivelmente importante, mas não existem dados históricos que confirmem o quão determinante essa categoria pode ser.
Veja o ranking.
“Valor Sentimental”: 42,9%
“O Agente Secreto”: 27,4%
“Foi apenas um acidente”: 14,2%
“Sirāt”: 10,2%
“A voz de Hind Rajab”: 5,2%
Melhor Ator
Os indicados ao Oscar 2026 de melhor ator: Wagner Moura (‘O Agente Secreto’), Ethan Hawke (‘Blue Moon’), Leonardo DiCaprio (‘Uma Batalha Após a Outra’), Timothée Chalamet (‘Marty Supreme’) e Michael B. Jordan (‘Pecadores’)
Montagem/g1
A disputa pela estatueta de Melhor Ator é apontada pela publicação como a mais acirrada da noite.
Wagner Moura, protagonista de “O Agente Secreto”, aparece com mais de 20% de chances de vitória, configurando um cenário de incerteza contra Michael B. Jordan (“Pecadores”) e Timothée Chalamet (“Marty Supreme”).
“A matemática vê apenas 0,9% de diferença entre o líder e o segundo colocado. Talvez uma moeda de três lados fosse necessária para definir o vencedor”, afirma a revista.
Confira o ranking completo.

Michael B. Jordan (“Pecadores”): 32,2%
Timothée Chalamet (“Marty Supreme”): 31,3%
Wagner Moura (“O Agente Secreto”): 20,3%
Leonardo DiCaprio (“Uma Batalha Após a Outra”): 10,2%
Ethan Hawke (“Blue Moon”): 6,0%
Melhor Filme
Leonardo DiCaprio em cena de ‘Uma batalha após a outra’
Divulgação
A revista afirma que, excluindo os anos em que diferentes produções empataram com o mesmo número de indicações, 44% dos filmes que lideraram o número de nomeações não venceram na categoria de Melhor Filme.
O modelo levou em consideração, então, a “trajetória dominante de Uma Batalha Após a Outra em quase todos os prêmios precursores”. O longa brasileiro “O Agente Secreto” aparece em último lugar.
Veja ranking completo.
“Uma Batalha Após a Outra”: 62,8%
“Pecadores”: 13,3%
“Marty Supreme”: 7,2%
“Hamnet”: 4,9%
“Valor Sentimental”: 4,3%
“Frankenstein”: 2,2%
“F1”: 1,5%
“Sonhos de trem”: 1,4%
“Bugonia”: 1,3%
“O Agente Secreto”: 1,1%

Fonte: G1 Entretenimento

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Beyoncé, Dr. Dre, James Cameron e mais: os novatos famosos na lista de bilionários da Forbes


Beyoncé, Dr. Dre, Roger Federer e James Cameron entram na lista de bilionários
Reuters e AP
A lista anual de bilionários da revista Forbes, divulgada nesta terça-feira (10), ganhou novos nomes famosos neste ano.
Entre os estreantes estão artistas, um atleta e um cineasta que alcançaram fortunas bilionárias impulsionadas por carreiras de sucesso e investimentos fora de suas áreas principais.
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Um dos destaques é a cantora e compositora norte-americana Beyoncé, de 44 anos, que atingiu patrimônio estimado em US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,1 bilhões).
A artista acumulou riqueza ao longo de décadas com vendas de música, turnês mundiais e investimentos, além do colecionismo de arte ao lado do marido, o rapper e empresário Jay-Z, que já figurava no ranking.
Outro nome da música que estreia na lista é o produtor e rapper norte-americano Dr. Dre, de 61 anos, também com fortuna estimada em US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,1 bilhões).
Grande parte de seu patrimônio foi impulsionada pela venda da marca de fones Beats by Dre para a Apple, em 2014, por cerca de US$ 3 bilhões (R$ 15,4 bilhões) em dinheiro e ações.
No esporte, o ex-tenista suíço Roger Federer, de 44 anos, aparece pela primeira vez no ranking, com patrimônio estimado em US$ 1,1 bilhão (R$ 5,6 bilhões).
Além da carreira consagrada, marcada por 20 títulos de Grand Slam, parte significativa de sua fortuna vem de contratos de patrocínio e de sua participação na fabricante de calçados On Running.
Já no cinema, o diretor canadense James Cameron, de 71 anos, também passou a integrar o grupo de bilionários.
Com patrimônio estimado em US$ 1,1 bilhão (R$ 5,6 bilhões), Cameron construiu sua fortuna dirigindo alguns dos maiores sucessos de bilheteria da história, como “Titanic”, “Avatar” e “O Exterminador do Futuro”.
A presença desses nomes reforça uma tendência observada nos últimos anos: celebridades que transformam carreiras de destaque em negócios lucrativos e investimentos diversificados, ampliando suas fontes de renda e patrimônio para além da indústria do entretenimento.
No ano passado, nomes como o astro do cinema Arnold Schwarzenegger e a estrela do rock Bruce Springsteen entraram na lista de bilionários da Forbes.
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Lista de bilionários da Forbes tem 70 brasileiros; conheça os mais ricos, e de onde vêm suas fortunas
Balanço do ranking de bilionários
O ranking deste ano reúne 3.428 empresários, investidores e herdeiros — um recorde e 400 nomes a mais do que em 2025, segundo a revista.
Juntos, eles acumulam uma fortuna estimada em US$ 20,1 trilhões, também um valor recorde e US$ 4 trilhões acima do registrado no ano passado.
Os Estados Unidos concentram o maior número de bilionários, com 989, incluindo 15 dos 20 mais ricos do mundo. Em seguida aparece a China (incluindo Hong Kong), com 610, enquanto a Índia, com 229, ocupa um distante terceiro lugar.
Entre os novatos mais ricos do ranking estão Edwin Chen, com patrimônio estimado em US$ 18 bilhões, fundador da empresa de inteligência artificial Surge AI, e Peter Mallouk, com US$ 16,1 bilhões, presidente, CEO e principal acionista da empresa de planejamento financeiro Creative Planning.
A lista também destaca jovens empreendedores do setor de tecnologia. Os cofundadores da startup de recrutamento por inteligência artificial Mercor – Brendan Foody, Adarsh Hiremath e Surya Midha – ambos com 22 anos e patrimônio estimado em US$ 2,2 bilhões cada.
Todos são mais jovens do que Mark Zuckerberg era quando se tornou bilionário, aos 23 anos. Surya Midha, o mais novo do trio por dois meses, é considerado o bilionário “self-made” mais jovem do mundo — termo usado para quem construiu a própria fortuna, e não a herdou.
Entre as mulheres que estrearam no ranking, o maior patrimônio é o de Jennifer Gilbert, estimado em US$ 5,7 bilhões, após o divórcio do empresário Dan Gilbert, fundador da Rocket Mortgage.
Já a chinesa Zhou Xiaoping aparece como a mulher que construiu a própria fortuna mais rica entre as estreantes, com cerca de US$ 3,8 bilhões, após cofundar a empresa Changzhou Xingyu Automotive Lighting Systems.
Outro destaque é Amélie Voigt Trejes, de 20 anos, considerada a bilionária mais jovem do mundo. Ela herdou participação na empresa brasileira WEG, fundada por seu avô Werner Ricardo Voigt, e tem patrimônio estimado em US$ 1,1 bilhão. Seus irmãos Felipe Voigt e Pedro Voigt, ambos com 22 anos, também estrearam na lista.
Entre os setores que mais criaram novos bilionários neste ano, a indústria manufatureira lidera, com 91 nomes, seguida pela tecnologia, com 70 — muitos deles ligados ao avanço da inteligência artificial — e pelo setor de finanças e investimentos, com 51 estreantes no ranking.
Veja os vídeos que estão em alta no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Incrível em cena como Tim Maia, Thór Júnior faz valer musical de dramaturgia rala e clima de baile com hits do cantor


Thór Júnior emula com perfeição o canto e os maneirismos de Tim Maia (1942 – 1998)
Caio Gallucci / Divulgação
♫ CRÍTICA DE MUSICAL DE TEATRO
Título: Tim Maia – Vale tudo – O musical
Texto: Nelson Motta
Direção artística: Pedro Brício
Direção musical e arranjos: Carlos Bauzys
Cotação: ★ ★ ★
♬ A partir de agosto de 2011, Tiago Abravanel deixou de ser conhecido como neto do apresentador de TV e empresário Silvio Santos (1930 – 2024) e fez o próprio nome como ator ao interpretar Tim Maia em musical de teatro sobre o cantor e compositor carioca.
A performance fenomenal de Abravanel valorizou musical dirigido por João Fonseca e escrito por Nelson Motta com base na biografia “Vale tudo – O som e a fúria de Tim Maia”, feita pelo próprio Motta e lançada em 2007 com histórias saborosas sobre a vida e a música de Sebastião Rodrigues Maia (28 de setembro de 1942 – 15 de março de 1998), uma das pedras fundamentais do funk e do soul brasileiros.
Quinze anos depois, o fenômeno se repete em cena. Incrível na pele e na voz de Tim Maia, o ator e cantor baiano Thór Júnior faz valer a nova montagem de “Tim Maia – Vale tudo – O musical”, espetáculo que acaba de chegar ao Rio de Janeiro (RJ), cidade natal do Síndico, em temporada no Teatro Casa Grande, após ter passado por São Paulo (SP) entre outubro e dezembro de 2025.
Desta vez, a direção é de Pedro Brício. Já o texto é novamente assinado por Nelson Motta com base no texto anterior, embora não seja rigorosamente o mesmo da montagem original estreada em 2011. Sobre todas as coisas, paira o brilho do ator protagonista, o baiano Thór Júnior.
Com semelhança assombrosa, Thór Júnior segura o musical e a atenção do público ao longo das duas horas e meia de espetáculo. À atuação de Thór (fascinante ao emular com perfeição o canto, o fraseado e os maneirismos de Tim Maia), soma-se o clima de baile que permeia todo o musical.
Ao som de arranjos que reproduzem a pulsação da banda Vitória Régia, marca registrada do som de Tim, o público ouve sucessos irresistíveis como “Não quero dinheiro (Só quero amar)” (1971), “Réu confesso” (1973) e “Que beleza” (1975). Em determinado número musical, Thór pede até para que o público se levante das poltronas para dançar.
“Tim Maia – Vale tudo – O musical” é mais baile do que teatro. A dramaturgia é rala. E tem um erro indesculpável, ainda mais sendo o texto assinado por Nelson Motta, biógrafo de Tim Maia.
O musical induz o espectador a pensar que, após a saída do cantor da seita Universo em Desencanto em 1976 (adesão que gerou dois hoje valorizados álbuns sobre a cultura Racional), Tim voltou ao sucesso com a gravação do samba-soul “Gostava tanto de você”, música mais famosa do compositor carioca Edson Trindade (1944 – 1993), feita no fim da década de 1950 e lançada por Tim Maia em gravação feita para o quarto álbum do cantor, em 1973, antes da entrada na seita.
Há erros menos gritantes, como o fato de Thór cantar os três sucessos do álbum “Tim Maia disco club” (1978) – “Sossego”, “Acende o farol” e “A fim de voltar” – com o visual adotado por Tim a partir dos anos 1980. A caracterização de Thór Júnior, a propósito, é muito bem feita e contribui para alimentar a ilusão de que é Tim Maia quem está comandando o baile no palco do Teatro Casa Grande.
Contudo, a rigor, o público nem percebe ou se importa com tais dissonâncias. O musical cumpre a função de louvar Tim Maia em clima de festa, com humor rarefeito. A música é senhora da cena, inclusive nas falas musicais de acento black, tanto na pulsação (predominante) do soul como na cadência do rap, em que um coro ora masculino ora feminino conta passagens da vida de Tim, situando o espectador na biografia do cantor.
Como de praxe em musicais biográficos, outros cantores entram em cena para reproduzir feats históricos com Tim Maia. Há o dueto antes da fama com Elis Regina (1945 – 1982) em “There are the songs” (1969) e há o encontro com Gal Costa (1945 – 2022) no programa “Cassino do Chacrinha” para cantar (na verdade, Tim e Gal dublaram) “Um dia de domingo” (Michael Sullivan e Paulo Massadas, 1985). Em cena, Elis é Elá Marinho em cena. Gal é Mari Rosinski.
Entre os feats de Tim com cantoras, o número mais vibrante é o canto de “Vale tudo” (1983) com Sandra de Sá, impagável na pele de Suzana Santana. Já Roberto Carlos é retratado de forma bem caricatural por Tiago Herz, forçando o riso.
O roteiro musical também inclui “Chocolate” – jingle composto e gravado por Tim em 1971 para a Associação Nacional dos Produtores do Cacau (ANPC) – na voz de Julia Gorman, atriz que personifica Marisa Monte.
Enfim, vale tudo para entreter o público. Sob esse prisma, é inegável que o espectador sai feliz após ver o musical sobre Tim Maia, ao som do funk “Do Leme ao Pontal” (1981), certamente encantado com a performance fenomenal de Thór Júnior como o lendário e imortal cantor.
Dueto de Thór Júnior (Tim Maia) com Suzana Santana (Sandra de Sá) no canto de ‘Vale tudo’ é um dos números mais vibrantes do musical em cartaz no Rio de Janeiro (RJ)
Caio Gallucci / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Taylor Swift, Kim Kardashian, Jordan, Oprah e mais: veja quem são famosos bilionários na lista da Forbes de 2026


Beyoncé, Dr. Dre, Roger Federer e James Cameron entram na lista de bilionários
Reuters e AP
A lista anual de bilionários da revista Forbes, divulgada nesta terça-feira (10), reúne 22 celebridades em 2026 e mostra que a fortuna de atletas e artistas continua em expansão.
Segundo a publicação, esses nomes somam US$ 48,1 bilhões em patrimônio, um aumento em relação aos 18 bilionários que acumulavam US$ 39 bilhões em 2025.
Entre os estreantes estão a cantora Beyoncé, o ex-tenista Roger Federer, o cantor e produtor musical Dr. Dre e o cineasta James Cameron. Eles se juntam a nomes já consolidados na lista, como Steven Spielberg, George Lucas e Oprah Winfrey.
De acordo com a revista, a categoria de “celebridade” considera pessoas que primeiro ficaram famosas e depois transformaram essa notoriedade em grandes fortunas, muitas vezes por meio de negócios e investimentos além de suas áreas de atuação.
O levantamento reforça uma tendência crescente: celebridades cada vez mais atuam como empreendedores e investidores, diversificando fontes de renda e transformando carreiras de sucesso em grandes fortunas.
Veja abaixo a lista de famosos bilionários da revista Forbes.
Steven Spielberg (EUA): US$ 7,1 bilhões
George Lucas (EUA): US$ 5,2 bilhões
Michael Jordan (EUA): US$ 4,3 bilhões
Vincent McMahon (EUA): US$ 3,6 bilhões
Oprah Winfrey (EUA): US$ 3,2 bilhões
Jay-Z (EUA): US$ 2,8 bilhões
Taylor Swift (EUA): US$ 2 bilhões
Kim Kardashian (EUA): US$ 1,9 bilhão
Peter Jackson (Nova Zelândia): US$ 1,9 bilhão
Magic Johnson (EUA): US$ 1,6 bilhão
Tiger Woods (EUA): US$ 1,5 bilhão
Dick Wolf (EUA): US$ 1,5 bilhão
Tyler Perry (EUA): US$ 1,4 bilhão
LeBron James (EUA): US$ 1,4 bilhão
Bruce Springsteen (EUA): US$ 1,2 bilhão
Arnold Schwarzenegger (EUA): US$ 1,2 bilhão
Jerry Seinfeld (EUA): US$ 1,1 bilhão
Roger Federer (Suíça): US$ 1,1 bilhão
James Cameron (Canadá): US$ 1,1 bilhão
Rihanna (Barbados): US$ 1 bilhão
Beyoncé Knowles-Carter (EUA): US$ 1 bilhão
Dr. Dre (EUA): US$ 1 bilhão
Novos bilionários
A cantora e compositora norte-americana Beyoncé, de 44 anos, está entre os destaques da lista, com patrimônio estimado em US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,1 bilhões). A artista acumulou riqueza ao longo de décadas com vendas de música, turnês mundiais, investimentos e colecionismo de arte ao lado do marido, o rapper e empresário Jay-Z, que já figurava no ranking.
Outro estreante é o produtor e rapper Dr. Dre, de 61 anos, também com fortuna estimada em US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,1 bilhões). Grande parte de seu patrimônio veio da venda da marca de fones Beats by Dre para a Apple em 2014, em um negócio avaliado em cerca de US$ 3 bilhões (R$ 15,4 bilhões) em dinheiro e ações.
No esporte, o ex-tenista suíço Roger Federer, de 44 anos, aparece pela primeira vez no ranking com patrimônio estimado em US$ 1,1 bilhão (R$ 5,6 bilhões). Além da carreira consagrada, marcada por 20 títulos de Grand Slam, parte significativa de sua fortuna vem de contratos de patrocínio e de sua participação na fabricante de calçados On Running.
Já no cinema, o diretor canadense James Cameron, de 71 anos, também passou a integrar o grupo de bilionários. Com patrimônio estimado em US$ 1,1 bilhão (R$ 5,6 bilhões), ele construiu sua fortuna dirigindo grandes sucessos de bilheteria, como “Titanic”, “Avatar” e “O Exterminador do Futuro”.
Beyoncé vence Grammy de Álbum do Ano com ‘Cowboy Carter’ em 3 de fevereiro de 2025.
REUTERS/Mario Anzuoni
Os mais ricos do grupo
Entre as celebridades bilionárias, o maior patrimônio pertence ao diretor Steven Spielberg, com cerca de US$ 7,1 bilhões. Ele é seguido pelo cineasta George Lucas, com US$ 5,2 bilhões, e pelo ex-jogador de basquete Michael Jordan, com US$ 4,3 bilhões.
A lista também inclui nomes do entretenimento e do esporte que transformaram sua popularidade em negócios milionários, como Jay-Z, Taylor Swift, Kim Kardashian e LeBron James. Veja abaixo os dez principais:
Steven Spielberg: US$ 7,1 bilhões
Steven Spielberg chega ao Globo de Ouro 2024
Jordan Strauss/Invision/AP
Idade: 79;
Cidadania: Estados Unidos.
Steven Spielberg se tornou famoso por dirigir alguns dos filmes mais icônicos do século XX, incluindo Tubarão, E.T., Indiana Jones e Jurassic Park. Não é a primeira vez que ele aparece na lista da Forbes.
Em 1994, fez a primeira aparição na lista dos norte-americanos mais ricos. De lá para cá, além dos ganhos com filmes, Spielberg negociou para receber 2% das vendas de ingressos nos parques temáticos da Universal até o fim da vida.
George Lucas: US$ 5,2 bilhões
George Lucas dirige o robô C-3PO (Anthony Daniels) em ‘Star Wars: Episódio II – Ataque dos Clones’
Divulgação
Idade: 81;
Cidadania: Estados Unidos.
George Lucas criou Star Wars, uma franquia que continua forte quase 50 anos após o lançamento do primeiro filme. Muitos filmes futuros estão planejados, incluindo The Mandalorian & Grogu, esperado para 2026.
Apesar disso, ele não recebe mais dividendos das novas produções, pois vendeu os direitos de Star Wars em 2012, quando a Disney comprou sua produtora LucasFilm por US$ 4 bilhões em dinheiro e ações.
Michael Jordan: US$ 4,3 bilhões
Michael Jordan, maior astro do basquete dos EUA, em imagem de 2015
Charles Rex Arbogast / Arquivo / AP Photo
Idade: 63;
Cidadania: Estados Unidos.
A lenda do basquete Michael Jordan se tornou o primeiro atleta a entrar na lista da Forbes das 400 pessoas mais ricas dos EUA em 2023, oito anos após se tornar o primeiro atleta bilionário.
Jordan fez a maior parte de sua fortuna através de parcerias de marca. A Nike paga a ele mais de US$ 100 milhões por ano em royalties pela marca Jordan.
Vincent McMahon: US$ 3,6 bilhões
Idade: 80;
Cidadania: Estados Unidos.
Vince McMahon começou como locutor de TV para a empresa de luta livre de seu pai (então WWF, agora WWE) nos anos 1970. Ele comprou o negócio em 1982 e o transformou em uma potência global.
McMahon fundiu a WWE com a UFC em 2023 para formar a TKO Group Holdings, da qual foi brevemente presidente antes de renunciar no ano passado em meio a alegações de má conduta sexual (que ele nega). Ele tem vendido sua participação na empresa.
Oprah Winfrey: US$ 3,2 bilhões
Oprah Winfrey gesticula perto do Gritti Palace Hotel, antes do casamento do fundador da Amazon
REUTERS/Guglielmo Mangiapane
Idade: 72;
Cidadania: Estados Unidos.
Oprah Winfrey ganhou fama como apresentadora do The Oprah Winfrey Show, que foi ao ar de 1986 a 2011. Em 2003, seus ganhos como apresentadora, atriz e produtora a tornaram bilionária — a primeira mulher negra a alcançar esse status.
Winfrey continua a ganhar dinheiro no entretenimento, coestrelando o drama de guerra de 2024 The Six Triple Eight (Batalhão 6888). Atualmente, ela também investiu grande parte de sua fortuna em imóveis na Califórnia e no Havaí, onde possui mais de 800 hectares.
Jay-Z: US$ 2,8 bilhões
Jay Z em 24 de novembro de 2024, em Washington
Terrance Williams/AP
Idade: 56;
Cidadania: Estados Unidos.
O portfólio de Jay-Z é vasto, abrangendo ativos como sua marca de champanhe Armand de Brignac, sua marca de conhaque D’Usse, uma participação no Uber que ele comprou nos primeiros dias do aplicativo, uma impressionante coleção de arte (incluindo peças de Jean-Michel Basquiat) e, claro, seu próprio catálogo musical.
Jay-Z lucrou com suas marcas de bebidas em 2021 e 2023, vendendo participações para a LVMH e Bacardi por centenas de milhões.
Taylor Swift: US$ 2 bilhões
Taylor Swift no Grammy 2025
Jordan Strauss/Invision/AP
Idade: 36;
Cidadania: Estados Unidos.
Taylor Swift se tornou bilionária em 2023 após ganhar cerca de US$ 190 milhões na primeira etapa de sua famosa The Eras Tour.
O restante de sua fortuna vem do valor de seu catálogo musical, além de royalties de música e turnês adicionais. Ela acumulou cerca de US$ 115 milhões em casas em Rhode Island e Tennessee.
Kim Kardashian: US$ 1,9 bilhão
Kim Kardashian
AP Photo/Vianney Le Caer, File
Idade: 45;
Cidadania: Estados Unidos.
Kim Kardashian ganhou destaque através da TV de realidade, mas alcançou o status de bilionária graças à sua linha de roupas modeladoras Skims, que um fundo avaliou em 2023 em US$ 4 bilhões.
Kardashian lançou uma marca de cuidados com a pele, SKKN By Kim, em 2022. Ela também possui uma coleção de casas, incluindo uma de US$ 40 milhões nos arredores de Los Angeles que compartilhava com o ex-marido Kanye West.
Peter Jackson: US$ 1,9 bilhão
Peter Jackson é diretor, cineasta e produtor cinematográfico
GETTY IMAGES via BBC
Idade: 64;
Cidadania: Nova Zelândia.
Os filmes de O Senhor dos Anéis renderam a Peter Jackson US$ 10 milhões cada um. Mas isso é pouco comparado ao que ele ganhou quando vendeu parte de sua empresa de efeitos visuais, Weta Digital, para a Unity Software em 2021.
A Weta deu a Jackson US$ 1,6 bilhões em dinheiro e ações, dos quais ele obteve quase US$ 1 bilhão.
Magic Johnson: US$ 1,6 bilhão
Magic Johnson
Reprodução/Instagram
Idade: 66;
Cidadania: Estados Unidos.
Membro do Hall da Fama do basquete, Magic Johnson fez sua fortuna por meio de investimentos inteligentes após o término de sua carreira.
Eles incluem a compra de participações minoritárias nos Los Angeles Dodgers da MLB (com Todd Boehly) e nos Washington Commanders da NFL (com Justin Harris), além da compra da maioria da seguradora EquiTrust, com sede em Iowa, em 2015.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Como Ursinho Pooh, que completa 100 anos, encantou gerações com sua sabedoria simples


Desenho ‘Ursinho Pooh’
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O Ursinho Pooh, que se descrevia como “de pouco cérebro” e encantou gerações com sua sabedoria simples e sincera, está completando 100 anos.
O querido personagem infantil surgiu em 1926 em um livro escrito pelo inglês A.A. Milne, com ilustrações de E.H. Shepard.
A Disney, que adquiriu os direitos de Pooh e de seus amigos do Bosque dos Cem Acres nos anos 1960, planejou um ano de comemorações para o ursinho, cuja imagem é reconhecida em todo o planeta.
“Todos somos Ursinho Pooh”, disse Kevin Kern, gerente de pesquisa dos arquivos da Walt Disney em Burbank, Califórnia, onde todos os tipos de objeto do ursinho estão catalogados de forma impecável.
“Ele mostra todas as emoções que nós mostramos. Vê as coisas que nós vemos. Tem as dificuldades que nós temos, seja tentando subir em uma árvore para pegar mel ou compreender seus amigos”, afirmou. “Ele é tão cheio de sabedoria que nem sempre percebe que a compartilha, e isso é eterno”, acrescentou Kern.
Ponte do Ursinho Pooh é leiloada por US$ 179 mil
O primeiro livro de Milne, publicado na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos em outubro de 1926, foi inspirado no filho do autor, Christopher Robin, e em sua coleção de bichos de pelúcia: Pooh, Leitão, Ió, Coruja, Coelho, Can e seu bebê Guru.
Dois anos depois, o efervescente Tigrão juntou-se ao grupo no segundo livro, traduzido em português como “Ursinho Pooh Constrói uma Casa “.
Quando o primeiro curta-metragem animado da Disney apareceu em 1966, ficou estabelecida a marca visual de Pooh com apenas uma camiseta vermelha curta.
Pooh para presidente?
Pooh e seus amigos em filme de 2011
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Ao longo das décadas, os livros foram publicados em dezenas de idiomas, e foram comercializados bichos de pelúcia, mochilas, lancheiras, relógios e filmes, incluindo o recente longa-metragem, de 2018, com “Christopher Robin” estrelado por Ewan McGregor como um Robin adulto que se reencontra com Pooh.
As aventuras do adorável ursinho não pararam aí. Ele chegou até a concorrer à presidência dos Estados Unidos, e a Disneylândia organizou um desfile em 1972 como uma alternativa alegre à disputa entre Richard Nixon e George McGovern.
No século XXI, Pooh teve outra incursão na política (ainda que involuntária), quando críticos do líder chinês Xi Jinping disseram que havia uma semelhança entre o dirigente e o ursinho rechonchudo. Censores do Partido Comunista trabalharam para remover da internet qualquer referência ao personagem.
Cena de ‘Christopher Robin: Um reencontro inesquecível’, filme sobre o Ursinho Pooh
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E em 2023, quando expiraram os direitos autorais, Pooh deu conselhos às crianças sobre o que fazer em ataques a tiros em escolas, ao ser estampado em panfletos no Texas dizendo: “Correr, esconder-se, lutar”. No mesmo ano, ele se transformou em um vilão armado com uma faca no filme de terror de baixo orçamento “Ursinho Pooh: Sangue e Mel”, que recuperou com folga seus custos graças a uma bilheteria que surpreendeu a indústria.
Mark Henn, animador que trabalhou no popular longa da Disney de 2011, “O Ursinho Pooh”, disse que ficou emocionado por desenhar um personagem com o qual cresceu. “Ele com certeza traz alegria”, comentou à agência France Presse. “Ele é muito tranquilo. Mesmo quando fica irritado, há uma calma no seu jeito de ser, e acho que é isso que atrai tanta gente”.

Fonte: G1 Entretenimento