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Wagner Moura será um dos apresentadores de prêmios no Oscar, diz Academia


Wagner Moura no evento dos indicados ao Oscar 2026
REUTERS/Mario Anzuoni
Além de indicado a melhor ator, Wagner Moura será um dos apresentadores de prêmios no Oscar, anunciou a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas nesta quarta-feira (11).
O nome do ator foi divulgado em uma lista junto como de Nicole Kidman, Jimmy Kimmel, Pedro Pascal e outros artistas.
Não foi divulgada a categoria que cada um vai apresentar.
A Academia já tinha anunciado outros nomes de atores que vão apresentar prêmios, como Robert Downey Jr, Anne Hathaway, Paul Mescal, Chris Evans, Demi Moore e Gwyneth Paltrow.
O apresentador principal da cerimônia será Conan O’Brien.
A cerimônia do Oscar 2026 acontece neste domingo. A TV Globo transmite a premiação a partir das 20h, e você também pode acompanhar a cobertura completa pelo g1.
Leia mais: Wagner Moura e Michael B. Jordan: atores têm mais chances no Oscar ao fazer dois papéis?
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Wagner Moura faz mais de um papel em ‘O Agente Secreto’; isso aumenta chances no Oscar?

Fonte: G1 Entretenimento

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Harvey Weinstein, produtor preso por agressões sexuais, diz que prisão é um ‘inferno’


Harvey Weinstein em julgamento em 11 de junho de 2025
Getty Images via AFP
Harvey Weinstein, executivo e produtor americano, disse que a prisão é um “inferno”, em entrevista na qual insistiu em que não é culpado dos crimes pelos quais foi condenado.
Ele disse que está em sua cela na prisão de Rikers Island, em Nova York, acompanhado apenas por guardas e aterrorizado pelos outros detentos. O produtor reinou em Hollywood antes de desmoronar sob os holofotes após o surgimento do movimento #MeToo.
“É muito perigoso estar perto de outras pessoas. Outros presos vão para o pátio. Mas, sempre que vou lá, sinto que estou sendo vigiado”, disse Weinstein à “The Hollywood Reporter” em uma rara entrevista publicada nesta terça-feira (10).
“Uma vez, enquanto esperava para usar o telefone, perguntei ao cara na minha frente se ele já tinha terminado. Ele me deu um soco forte no rosto”, contou. “Caí, sangrando por toda parte. Fiquei muito ferido”, afirmou.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Ascensão e queda
O vencedor do Oscar, que ajudou a levar às telas filmes como “Shakespeare Apaixonado” e “Pulp Fiction: Tempo de Violência”, desfrutou durante décadas de grande poder em Hollywood, onde era considerado responsável por criar e destruir carreiras.
Weinstein era conhecido por seu temperamento feroz, e a indústria por muito tempo ignorou indicações de que ele teria usado seu poder para abusar sexualmente de mulheres.
RELEMBRE O CASO: Harvey foi condenado por estupro
Em 2017, investigações da “The New Yorker” e do “The New York Times” revelaram uma série de queixas de jovens que desencadearam uma avalanche de denúncias e impulsionaram o movimento global #MeToo.
A condenação original de Weinstein em Nova York, em 2020, e sua pena de 23 anos de prisão foram anuladas. Em um novo julgamento realizado em junho, porém, ele foi considerado culpado de duas acusações de agressão sexual.
Um tribunal da Califórnia também o condenou por estupro e o sentenciou em 2023 a 16 anos de prisão, pena que o juiz determinou que deveria ser cumprida após o término da sentença do caso de Nova York.
“Vai ficar provado que sou inocente. Eu prometo”, insistiu Weinstein referindo-se a um julgamento que voltará a analisar uma acusação de estupro. “O que eu estava fazendo de errado não era agressão sexual. Era trair minha esposa. Eu estava desesperado para esconder esse segredo dela”, afirmou.
“Muita gente ia me ver [em um quarto de hotel]. Mas houve mulheres que sabiam exatamente o que esperar. Talvez tenham se sentido mal depois ou se arrependido”, declarou.
E chegou a dizer que “talvez tenham visto uma oportunidade de conseguir um pagamento. Mas nem todas eram tão ingênuas quanto queriam fingir”.
“Sim, havia um desequilíbrio de poder. Sei que posso ser assustador e difícil. Mas isso está muito longe de agressão sexual”, declarou.
Weinstein, de 73 anos e em cadeira de rodas, afirmou que foi submetido a uma cirurgia cardíaca enquanto estava na prisão e que agora sofre de câncer nos ossos.
Ele disse à “The Hollywood Reporter” que tem medo de morrer na cadeia. “Isso me assusta muito”, disse. “É inacreditável ter tido a vida que tive, e tudo o que fiz pela sociedade, e não receber um tratamento mais indulgente”, queixou-se.
“Independentemente do que achem que fiz de errado na minha vida, eu não recebi pena de morte. Vou completar 74 anos em março. Não quero morrer aqui”, afirmou.

Fonte: G1 Entretenimento

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Estatuetas de chocolate com ouro, caviar e pizzas: veja o cardápio dos famosos para festa do Oscar


Cerimônia de indicação do Oscar 2026
Mario Anzuoni/Reuters
Caviar, pizzas artesanais e até estatuetas de chocolate cobertas com ouro 24 quilates estão no cardápio do banquete que será servido às estrelas de Hollywood no Governors Ball, a tradicional festa realizada após a cerimônia do Oscar. O filme brasileiro “O agente secreto” concorre a três Oscars na premiação que acontecerá neste domingo (15).
Pelo 32º ano consecutivo, o chef-celebridade Wolfgang Puck assina o menu da festa, que contará com mais de 70 pratos para cerca de 1.500 convidados — entre atores, diretores e outros nomes de destaque da indústria.
Neste ano, o cardápio aposta na mistura de sabores internacionais. Entre as novidades estão uma estação de izakaya, tradicional pub japonês, e uma máquina italiana que prepara gelato fresco na hora. Ao mesmo tempo, Puck mantém no menu alguns clássicos que já viraram tradição na festa e costumam se repetir ano após ano.
“A comida reconfortante é sempre a favorita das pessoas, como a nossa torta de frango, a pizza de salmão defumado, nosso macarrão com queijo ou os mini hambúrgueres Wagyu”, disse Puck em um evento de prévia na terça-feira.
Segundo ele, tentar inovar demais nem sempre funciona. “Já dei festas pensando: ‘Estou cansado de fazer pizzas’. Mas os convidados perguntavam: ‘Wolfgang, onde está sua a estação de pizza?’”, contou.
Fome de Oscar
Os convidados chegam à festa famintos após a cerimônia do Oscar.
“O que importa é a qualidade dos ingredientes e a qualidade dos pratos”, afirmou. “Temos que cozinhar para 1.500 pessoas. Mantemos a simplicidade. Não precisamos de 10 molhos para o prato.”
Superprodução
Para colocar o banquete de pé, a operação é digna de superprodução: 75 chefs, 45 confeiteiros e 325 funcionários, entre gerentes e pessoal de atendimento. Eles serão responsáveis por:
600 pizzas artesanais
3.000 agnolotti de alcachofra
2.000 mini Oscars de chocolate
O volume de ingredientes também chama atenção. A estimativa é de que sejam usados:
91 kg de ribeye maturado
136 kg de salmão defumado
14 kg de caviar Kaluga
227 kg de cogumelos silvestres
91 kg de arroz Nishiki
181 kg de queijos
Além disso, cerca de 7,5 litros de ouro líquido 24 quilates serão usados ​​em uma estação de pulverização para os Oscars de chocolate.
Como foi selecionado o elenco menos conhecido de ‘O agente secreto’
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Fonte: G1 Entretenimento

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Onde assistir ao Oscar 2026?


Como foi selecionado o elenco menos conhecido de ‘O agente secreto’
Maior premiação do cinema internacional, o Oscar 2026 acontece na data 15 de março, neste domingo, a partir das 21h (horário de Brasília).
A TV Globo vai transmitir o Oscar, e você também poderá assistir ao vivo pelo g1.
Além disso, o site terá uma cobertura completa e em tempo real da cerimônia, com as notícias mais importantes, análises e os melhores momentos da premiação. ACESSE AQUI.
Quatro indicações para ‘O agente secreto’
Kleber Mendonça Filho com Wagner Moura nos bastidores do filme ‘O agente secreto’
Divulgação/Victor Jucá
“O agente secreto” recebeu quatro indicações ao Oscar 2026 e empatou com o recorde de “Cidade de Deus”, em 2004. O filme de Kleber Mendonça Filho concorre em:
Melhor seleção de elenco
Melhor filme internacional
Melhor ator para Wagner Moura
Melhor filme
A cerimônia dos melhores do cinema acontece neste domingo (15), em Los Angeles, nos Estados Unidos. Assim como em 2025, a 98ª edição da premiação americana vai contar com o comediante Conan O’Brien como apresentador.
Além de “O Agente Secreto”, um brasileiro também concorre em Melhor Fotografia. Adolpho Veloso é um dos favoritos na categoria por seu trabalho em “Sonhos de Trem”.
Veja os campeões de indicações:
“Pecadores” (16 indicações)
“Uma batalha após a outra” (13)
“Frankenstein”, “Marty Supreme” e “Valor Sentimental” (9 cada)
“Hamnet” (8)

Fonte: G1 Entretenimento

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Zé Renato canta samba com amor e devoção aos bambas em show no Rio


Zé Renato brilha no palco do Teatro Ipanema ao cantar o afrossamba ‘Consolação’ e o samba-canção ‘Duas horas da manhã’ no show ‘Samba e amor’
Rodrigo Goffredo
♫ CRÍTICA DE SHOW
Título: Samba e amor
Artista: Zé Renato
Data e local: 10 de março de 2026 no Teatro Ipanema (Rio de Janeiro, RJ)
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Na casa em que Zé Renato cresceu, todo mundo era bamba – a começar pelo pai do artista, Simão de Montalverne, falecido em 1988. Jornalista, cronista da noite boêmia, Simão organizava serestas em que batiam ponto nomes como o cantor Sylvio Caldas (1908 – 1988). Foi a partir dessas memórias afetivas que Zé Renato estruturou o roteiro do show “Samba e amor”, atração do projeto “Terças no Ipanema”, do Teatro Ipanema, no Rio de Janeiro (RJ), nas terças-feiras deste mês de março.
Na segunda das quatro apresentações do show, feita na noite de 10 de março, Zé Renato cantou samba com amor pelo gênero e com devoção aos bambas, reiterada no feat com Paulinho Moska, convidado da apresentação de ontem.
Com Moska, Zé cantou primeiramente a única parceria dos dois artistas, “Cama da ilusão” (2000), samba que repousa em algum lugar do passado da velha guarda, celebrada pelos artistas no canto expansivo de “Dupla genial” (1990), samba feito por Monarco (1933 – 2021) com Delcio Carvalho (1939 – 2013) para saudar os pioneiros Alcebíades Barcelos (1902 – 1975) e Armando Marçal (1902 – 1947), integrantes de dupla, conhecida como Bide & Marçal, que contribuiu para a consolidação do samba carioca nos anos 1930.
No fim do show, antes do bis em que anfitrião e convidado cantaram “Desde que o samba é samba” (Caetano Veloso, 1993), Zé e Moska puxaram o partido alto “Cabô” (Zé Renato e Pedro Luís, 2000), música-título de um dos álbuns mais luminosos da discografia solo de Zé Renato. Embora pautada por menor rigor estilístico no canto (houve até assumido erro na letra de “Cama da ilusão”), a participação de Moska foi feita em tom maior, injetando calor e humor na apresentação.
Antes, dividindo o palco com o percussionista Paulino Dias e o violonista Carlinhos Sete Cordas, Zé Renato seguiu roteiro em que transitou por várias vertentes do samba, com direito à música inédita, “A santa do Engenho Novo” (Zé Renato e Leonardo Lichote, 2026), estrategicamente cantada por Zé antes de visitar “365 igrejas” (Dorival Caymmi, 1946), samba lançado há 80 anos.
Como é notório, Zé Renato é um dos maiores cantores brasileiros dos últimos 50 anos. A voz mais conhecida do Boca Livre se expandiu na trilha seguida por Zé paralelamente ao trabalho com o grupo (que apronta álbum com o repertório de Edu Lobo para este ano de 2026).
No show “Samba e amor”, batizado com o samba lançado pelo autor Chico Buarque em 1970 e revivido por Zé Renato na abertura do roteiro, o cantor ofereceu grande interpretação de “Duas horas da manhã” (Nelson Cavaquinho e Ari Monteiro, 1972), depurando melancolicamente o existencialismo desse samba-canção de Nelson Cavaquinho (1911 – 1986) com o choro da cuíca de Paulino Dias.
Alguns números depois, o canto do afrossamba “Consolação” (Baden Powell e Vinicius de Moraes, 1963) resultou em outro momento brilhante do show. Já na introdução o batuque de Paulinho Dias evocou toda a ancestralidade afro-brasileira entranhada no samba e valorizada pela trama dos violões de Carlinhos Sete Cordas (ás do instrumento) e Zé Renato que entraram depois.
Aliado ao canto do artista, mais enérgico nesse número, o exuberante arranjo fez de “Consolação” o momento mais vibrante e perfeito do show. Em contrapartida, Zé Renato se mostrou menos à vontade para temperar “Siri recheado e o cacete” (1980) com toda a picardia sinuosa deste samba de João Bosco e Aldir Blanc (1946 – 2020).
Mas Renato pareceu em casa de bamba quando deu voz ao xará Zé Ketti (1921 – 1999), triplamente representado no roteiro com o canto de “A voz do morro” (1955), “Malvadeza Durão” (1959) e “Diz que fui por aí” (Zé Ketti e Hortênsio Rocha, 1964).
Com duas músicas emblemáticas da parceria de Noel Rosa (1910 – 1937) com Vadico (1910 – 1962) no roteiro, “Feitio de oração” (1933) e “Feitiço da Vila” (1934), o show “Samba e amor” transcorreu envolvente, se revelando mais um acerto da curadoria de Flávia Souza Lima no projeto “Terças no Ipanema”. Até porque Zé Renato é bamba e o amor do artista ao samba é coisa de família.
Zé Renato (à esquerda) recebe Paulinho Moska na segunda das quatro apresentações do show ‘Samba e amor’, atração do projeto ‘Terças no Ipanema’, do Teatro Ipanema
Rodrigo Goffredo

Fonte: G1 Entretenimento

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Babu Santana é eliminado do ‘BBB 26’ com 68,62% da média dos votos


“Como Nasce um BBB”: documentário desvenda bastidores do programa e mostra cenas que o público não conhece
Babu Santana foi eliminado da 26ª edição do Big Brother Brasil no Paredão desta terça-feira (10). O brother deixou a casa após receber 68,62% da média dos votos.
‘BBB 26’: Quem são os participantes desta edição
Ele disputava a preferência do público com Milena e Chaiany, que ficaram com 30,91% e 0,47% da média, respectivamente.
Babu Santana é eliminado do ‘BBB 26’ com 68,62% da média dos votos
Globo
Carioca, Babu Santana tem 46 anos e integrou o grupo Camarote do BBB 20, a primeira edição do reality a adotar esse formato. Ao longo de sua participação, destacou-se como recordista de paredões e de semanas passadas na Xepa.

Fonte: G1 Entretenimento

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Wagner Moura e Michael B. Jordan: atores têm mais chances no Oscar ao fazer dois papéis?


Wagner Moura faz mais de um papel em ‘O Agente Secreto’; isso aumenta chances no Oscar?
Wagner Moura (“O Agente Secreto”) e Michael B. Jordan (“Pecadores”) estão entre os indicados ao Oscar de melhor ator neste ano. E enquanto Michael interpreta gêmeos no longa americano, Wagner surpreende em “O Agente Secreto”, ao aparecer como Armando e… outro personagem, com trejeitos bem diferentes.
Mas como isso é avaliado em premiações? Será que os atores saem na frente da “concorrência” por fazer mais de um papel? E poderiam ter sido indicados também pelo segundo personagem, por exemplo?
Procurei nas regras do Oscar, entrei em contato com a Academia e dei uma olhada no histórico de indicados. Tudo isso para entender: fazer mais de um papel em um filme é uma vantagem na premiação?
Wagner Moura interpreta mais de um papel em ‘O Agente Secreto’
Divulgação
O que diz o Oscar?
Como existe a separação entre protagonista e coadjuvante, as próprias categorias são confusas nesse sentido. Dá pra interpretar que o prêmio seria dado por papel, não por ator; mas não é bem o caso.
Segundo as regras do Oscar, quando um ator é indicado, ele é considerado por toda a sua performance em um filme — independente de quantos papéis ele interpreta. Isso significa também que não existe indicação separada para cada papel.
No formulário de inscrição, aliás, só são solicitados o nome do ator e por quais interpretações ele está creditado no filme. É no momento da votação (não na inscrição) que a Academia decide se o papel entra como protagonista ou coadjuvante.
Um ator pode ser indicado várias vezes no mesmo ano?
Sendo assim, um mesmo ator não pode concorrer a duas categorias diferentes por um mesmo filme, mesmo que faça mais de um personagem. Essa regra foi implantada no Oscar após 1945, quando o ator Barry Fitzgerald foi indicado como protagonista e coadjuvante pelo mesmo papel em “O Bom Pastor ”. Ele levou o segundo.
Hoje, um ator só pode ser indicado duas vezes em um mesmo ano por filmes diferentes e categorias diferentes. Por exemplo: Timothée Chalamet não poderia concorrer como Melhor Ator em 2025 por “Um Completo Desconhecido” e “Duna: Parte 2”.
Michael B. Jordan interpreta irmãos gêmeos no filme ‘Pecadores’
Divulgação
Mas alguns atores já foram indicados a protagonista e coadjuvante em uma mesma edição no Oscar: alguns exemplos são Jamie Foxx, Julianne Moore e Scarlett Johansson.
Wagner e Michael se juntam aos casos mais raros de atores que fizeram múltiplos papéis em um filme e foram indicados por isso. Um exemplo conhecido é o de Nicolas Cage, que foi indicado a Melhor Ator por interpretar os gêmeos Charlie e Donald Kaufman em “Adaptação” (2002).
Mais chances de levar?
Fazer mais papéis em um filme não te dá mais chances de levar o prêmio. Nicolas Cage, por exemplo, perdeu para Adrien Brody (“O Pianista”) naquele ano.
Aliás, o único ator que venceu o prêmio por interpretar mais de um personagem foi Lee Marvin, que levou o Oscar por “Dívidas de Sangue”. Já entre as atrizes, não encontrei nenhuma que foi sequer indicada por fazer papéis duplos em um filme.
É má notícia para Wagner, então? Claro que não. Para ele, pode ser um diferencial: o ator ainda não é tão amplamente conhecido em Hollywood e pode convencer votantes ao mostrar dois personagens em um só filme.
Afinal, o contraste prova que, além de convincente no papel de Marcelo, o ator é bom porque é versátil pra caramba. A gente fica na torcida.
Nicolas Cage foi indicado ao Oscar por interpretar Donald e Charlie Kaufman
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Oscar 2026: Onde assistir aos principais indicados do prêmio


‘O Agente Secreto’ é indicado para o Oscar de Melhor Filme
O Oscar acontece neste domingo (15) e o filme brasileiro “O agente secreto” concorre em quatro categorias. Entre elas, a principal, de melhor filme. O campeão de indicações é “Pecadores” com 16.
Veja onde assistir aos principais filmes do Oscar 2026:
Bugonia
Em cartaz nos cinemas; aluguel no Prime Video e Apple TV
F1: O Filme
Apple TV
Frankenstein
Netflix
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
Em cartaz nos cinemas; aluguel no Prime Video
Marty Supreme
Em cartaz nos cinemas
Uma Batalha Após a Outra
Em cartaz nos cinemas; HBO Max
O Agente Secreto
Em cartaz nos cinemas; Netflix
Valor Sentimental
Em cartaz nos cinemas; Mubi
Pecadores
HBO Max
Sonhos de Trem
Netflix
Guerreiras do K-Pop
Netflix
Elio
Disney+
A Pequena Amélie
Aluguel na Apple TV, Prime Video, YouTube e Google Play
A Pequena Amélie
Aluguel na Apple TV, Prime Video, YouTube e Google Play
Foi Apenas um Acidente

Mubi
A Hora do Mal

HBO Max
A Meia-Irmã Feia
Mubi
Blue Moon
Em cartaz nos cinemas
Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria
Em cartaz nos cinemas
Avatar: Fogo e Cinzas
Em cartaz nos cinemas
Filme O Agente Secreto é estrelado por Wagner Moura
Victor Jucá/Divulgação
Quatro indicações para ‘O agente secreto’
“O agente secreto” recebeu quatro indicações ao Oscar 2026 e empatou com o recorde de “Cidade de Deus”, em 2004. O filme de Kleber Mendonça Filho concorre em:
Melhor seleção de elenco
Melhor filme internacional
Melhor ator para Wagner Moura
Melhor filme
A cerimônia dos melhores do cinema acontece neste domingo (15), em Los Angeles, nos Estados Unidos. Assim como em 2025, a 98ª edição da premiação americana vai contar com o comediante Conan O’Brien como apresentador.
Além de “O Agente Secreto”, um brasileiro também concorre em Melhor Fotografia. Adolpho Veloso é um dos favoritos na categoria por seu trabalho em “Sonhos de Trem”.
Veja os principais campeões de indicações:
“Pecadores” (16 indicações)
“Uma batalha após a outra” (13)
“Frankenstein”, “Marty Supreme” e “Valor Sentimental” (9 cada)
“Hamnet” (8)

Qual a história de ‘O agente secreto’?
Wagner Moura é Marcelo em ‘O Agente Secreto’
Divulgação
“O Agente Secreto” coloca Wagner Moura na pele de Marcelo, um professor que desembarca na capital pernambucana em pleno 1977 fugindo de ameaças em São Paulo para tentar reencontrar o filho.
O longa de Kleber Mendonça Filho é um thriller de atmosfera densa que acerta ao transformar o carnaval e a paisagem urbana em um cenário de vigilância e paranoia, funcionando como um jogo de gato e rato onde as lendas locais e o medo da ditadura se misturam, entregando uma obra que é, ao mesmo tempo, um drama familiar comovente e um suspense pop de tirar o fôlego.
Na edição do ano passado, “Ainda estou aqui” venceu o prêmio de Melhor Filme Internacional. Foi a primeira estatueta conquistada pelo Brasil na história da premiação.
Como foi o Oscar de Cidade de Deus?
Leandro Firmino interpretou o traficante Zé Pequeno
Reprodução
No Oscar 2004, “Cidade de Deus” recebeu quatro indicações até então inéditas para o Brasil. O filme foi lembrado em quatro categorias naquele ano
direção (Fernando Meirelles);
roteiro adaptado (Bráulio Mantovani);
montagem (Daniel Rezende);
e fotografia (César Charlone).

Fonte: G1 Entretenimento

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Artistas ‘em ascensão’ ganharam cerca de R$ 3 mil por mês no Spotify em 2025, diz relatório; entenda


Logo do Spotify
REUTERS/Brendan McDermid/File Photo
O Spotify divulgou, nesta quarta (11), o relatório Loud & Clear, no qual detalha alguns valores pagos pela plataforma aos artistas.
Segundo o relatório, em 2025, o 100.000º artista mais bem pago do mundo na plataforma “gerou” mais de US$ 7.300 (cerca de R$ 37.600) em royalties.
Ou seja, de acordo com os dados, “artistas em ascensão” arrecadaram cerca de R$ 3 mil por mês no Spotify. Mas eles não embolsam todo esse valor.
Dessa fatia, uma parte é repassada à gravadora ou distribuidora e outra à editora. Não dá para saber qual é o valor que chega para o artista. A cifra final depende do contrato individual de cada um.
O valor que o Spotify paga aos artistas não é fixo e varia até por país. Mas considerando a estimativa média de US$ 0,003 a US$ 0,005 por stream, estamos falando aqui de artistas com um catálogo que acumula de 1,2 milhão a 2,7 milhões de streams ao ano.
A conta é feita a partir de exemplos divulgados pela própria empresa.
Traduzindo para o Brasil, os artistas “em ascensão” que recebem esse valor seriam os que têm cerca de 150 mil plays por mês, ou entre 40 e 80 mil ouvintes mensais. É o caso de artistas elogiados e até mais conhecidos na música brasileira, como Linn da Quebrada, Rod Melim e Luísa e os Alquimistas.
Como o Spotify paga os artistas?
Segundo a plataforma, as músicas no Spotify geram dois tipos de royalties: de gravação e publicação.
Em suma, uma parte vai para a gravadora/distribuidora e outra vai para a editora. Essas entidades também levam uma porcentagem e, em seguida, repassam o valor para os artistas e compositores, respectivamente.
Veja explicação do Spotify sobre como são pagos os royalties
Reprodução/Site do Spotify
Já o valor por stream não é fixo e depende do tamanho daquele artista no mercado nacional ou global.
“Por exemplo, se as músicas de um artista representam 1 em cada 1.000 streams no Spotify no México, seu detentor de direitos autorais ou distribuidor recebe US$ 1 a cada US$ 1.000 do fundo de royalties do México. O fundo de royalties total em cada mercado é baseado nas receitas de assinaturas e publicidade musical geradas naquele local”, diz a plataforma.
Veja, abaixo, o relatório completo divulgado pelo Spotify:
Em 2025, houve mais de 13.800 artistas que geraram pelo menos US$ 100.000* por ano somente com o Spotify – quase 1.400 a mais do que no ano anterior
Há uma década, o “Top Artista” no Spotify atingiu, pela primeira vez, a marca de US$ 10 milhões em royalties anuais. Hoje, os 80 “Top Artistas” geram mais de US$ 10 milhões anualmente apenas com o Spotify.
Apenas dois anos após a estreia, os artistas já veem mais da metade de seus royalties vindos de fora de seus países de origem, em média.
Os maiores sucessos de hoje falam mais línguas do que nunca. Em 2025, músicas em 16 idiomas diferentes alcançaram o Top 50 global do Spotify — mais que o dobro do número em 2020.
O 100.000º Artista em Ascensão: Em 2025, o 100.000º artista mais bem pago gerou mais de US$ 7.300 em royalties somente do Spotify. Em 2015, o artista nessa mesma posição gerava cerca de US$ 350. Isso representa um aumento de mais de vinte vezes em apenas uma década.
Mais de 1 em cada 10 artistas que geram mais de US$ 100.000 anualmente no Spotify hoje foram inicialmente incluídos em playlists da seção “Fresh Finds”. Isso representa mais de 1.600 artistas que o Spotify ajudou a despontar no início de suas carreiras e que, desde então, construíram carreiras de seis dígitos.
Em 2025, mais de um terço dos artistas que geravam US$ 10.000 ou mais em royalties do Spotify eram independentes ou começaram suas carreiras dessa forma (ou seja, lançavam suas músicas por meio de distribuidores independentes).
Pelo segundo ano consecutivo, o Spotify foi o varejista que mais pagou globalmente, desembolsando mais de US$ 11 bilhões para a indústria musical em 2025. Isso eleva o total de pagamentos acumulados ao longo da história do Spotify para quase US$ 70 bilhões.
No primeiro semestre de 2025, o Spotify gerou US$ 1 bilhão em vendas brutas de ingressos para shows de artistas. Esse total já ultrapassou US$ 1,5 bilhão.
2025 marcou o maior pagamento anual da história do Spotify para editoras musicais. Somente nos últimos dois anos, o Spotify pagou aproximadamente US$ 5 bilhões para editoras e organizações que representam compositores.
Músicos de IA viram febre no streaming e preocupam setor

Fonte: G1 Entretenimento

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‘O agente secreto’ no Oscar: Quem é Gabriel Domingues, indicado a melhor seleção de elenco


Como foi selecionado o elenco menos conhecido de ‘O agente secreto’
O diretor de elenco de “O agente secreto”, Gabriel Domingues, pode conseguir neste domingo (15) o Oscar de melhor seleção de elenco, categoria que estreia na principal premiação do cinema do mundo.
Por incrível que pareça, no entanto, a história do carioca de 36 com essa área da indústria começou quase por acaso.
Formado em Comunicação Social e refinado na Escola de Cinema Darcy Ribeiro, “onde adquiri um olhar, uma cultura de cinefilia”, ele estava em São Paulo para pesquisar e escrever o roteiro do filme “Corpo elétrico” (2017) quando recebeu um convite que mudaria sua vida.
Ao aceitar o trabalho de assistente de seleção de elenco de “Aquarius” (2016), não apenas se abriu mais à paixão de conhecer novas pessoas como também abriu a parceria com o cineasta Kleber Mendonça Filho – que lembrou de Domingues na hora de escalar “O agente secreto”.
“Ali, eu vi que tinha uma forma muito interessante de pensar o trabalho de escalação de elenco dentro de um longa metragem, como um filme do Kleber”, diz ele em entrevista ao g1.
“Um pensamento muito vivo, livre, de interesse pelas pessoas, de interesse por como as figuras, os atores, as pessoas podem contribuir para criar uma história que que faça sentido, que seja viva, vibrante e tudo mais.”
O que não significa que ele tenha se afastado totalmente do amor original pelo roteiro. A sensibilidade para escolher atores talvez seja explicada pelo conhecimento de como criar personagens no papel.
Domingues é um dos nomes por trás do roteiro de “Baby” (2024), filme de Marcelo Caetano premiado no Festival de Cannes, e de “Yellow Cake” (com estreia prevista para 2026), ficção científica de Tiago Melo que é também o próximo projeto de dona Tânia Maria, a grande revelação de “O agente secreto”.

Guilherme Pinheiro/g1
Do cangaço à industrialidade
O trabalho de Domingues é considerado um dos grandes responsáveis pelo sucesso do filme, que tem outras indicações ao Oscar – entre elas, na categoria principal do evento.
Para “O agente secreto”, o trabalho foi monumental. O diretor de elenco gerenciou uma convocatória que recebeu mais de 2 mil inscrições, mas que também envolveu uma procura ativa por nomes ideais para cada papel.
“Acho isso uma parada muito interessante do meu trabalho, como eu conheci as cidades brasileiras acessando a cena cultural daquele lugar, seja a produção de cinema, seja a produção de teatro, seja produção de música. E aí isso me mobiliza muito”, conta ele.
“Isso me deixa muito interessado e apaixonado pelo Brasil e pelas pessoas e pelos filmes assim. Porque o Brasil é muito maneiro, né? Assim, o Brasil tem muita coisa legal e tem muita gente legal – e tem muita gente legal querendo fazer filme.”
Isso explica também a descentralização geográfica do elenco. No infográfico acima, é possível encontrar atores mais ou menos conhecidos de diversos cantos do país, como Pernambuco, Rio Grande do Norte, Alagoas, Ceará, Minas Gerais, São Paulo e Paraná.
Muito vem ainda de projetos passados de Domingues. Por essas que também é fácil observar que muitos membros do elenco de “O agente secreto” têm no currículo alguma participação na série “Cangaço novo”, como é o caso da agora renomada Alice Carvalho e do não tão badalado (ainda) Joálisson Cunha.
“Conheci ele em João Pessoa, trocando ideia com a cena de lá. Ele tem uma forma de existir muito interessante e sempre enriquece a cena com a própria forma de falar”, conta Domingues.
É com essa mentalidade que chegou ao “olhar muito expressivo” do potiguar Kaiony Venâncio — o assassino “com uma uma pulsão de estranheza” do filme — ou à “paulistanidade industrial” do mineiro Luciano Chirolli.
Gabriel Domingues é o diretor de elenco de ‘O agente secreto’
Divulgação
Gratidão
Se o processo é técnico, o resultado é muitas vezes emocional. Ele ainda se comove ao falar da estreante Laura Lufési, que interpreta a personagem que conecta o passado e o presente na trama.
Com um pedido específico do diretor para o papel, Domingues sentiu que estava mais perto de encontrar a atriz ideal ao receber o teste em vídeo da jovem mineira, que usou roupas de época e fitas cassete para a gravação.
Depois de uma nova encenação ao vivo com Mendonça Filho, Lufési conseguiu seu primeiro trabalho no cinema.
“Foi uma leitura super emocionante assim. E ela nunca tinha feito nada e a gente aprovou ela pro papel. E aí a gente falou que ela ia contracenar com Wagner (Moura) ela quase caiu para trás. Ela ficou passada e aí foi acho que foi o primeiro trabalho dela, sabe? Ela é muito grata e eu sou muito grato por ela também. É incrível.”

Fonte: G1 Entretenimento