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Como MC Danilo Boladão, que morreu aos 47 anos, rivalizou com Charlie Brown Jr. no auge


MC Danilo Boladão, um dos maiores nomes do funk de São Paulo
Divulgação
MC Danilo Boladão, grande nome do funk de São Paulo, morreu nesta quarta-feira (11), aos 47 anos. Nos últimos anos, diferentemente do gênero que hoje domina as plataformas de streaming, ele esteve longe dos holofotes. Mas já houve uma época em que o funkeiro rivalizava com Charlie Brown Jr.
Na segunda metade dos anos 1990, Danilo fez dupla com Fabinho e foi um dos grandes nomes do funk consciente nos primórdios do gênero em São Paulo. Em 2000, o funkeiro foi preso por relação com os chamados bondes (ou gangues de bairro) em Santos.
De dentro da penitenciária em São Vicente, Danilo e Fabinho lançaram dois álbuns produzidos pelo DJ carioca Grandmaster Raphael: “Junte-Se A Nós” e “Sempre Te Ter”. Eles se tornaram clássicos do estilo. Para se ter uma ideia, singles da dupla no YouTube têm milhões de visualizações.
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Veja os vídeos que estão em alta no g1
À época, o funk em São Paulo tinha como principais fontes de divulgação as rádios comunitárias e os camelôs, que vendiam CDs.
Graças a essas fontes, as músicas da dupla foram longe e se tornaram hinos do funk para além das fronteiras de Santos. O single “Última Reza”, por exemplo, virou sucesso em Minas Gerais e até hoje é cantada nos estádios pela principal torcida organizada do Atlético Mineiro, a Galoucura.
No entanto, Danilo ficou preso entre 2000 e 2004, e nesse meio tempo o público seguia aguardando para um show com os sucessos da dupla feitos na cadeia.
Em entrevista recente, Fabinho contou que vendedores chegaram a anunciar apresentações como se os dois MCs fossem estar presentes. “Tinha uns caras que, de má-fé, anunciavam Danilo e Fabinho nos bailes. E eu chegava nos bailes e o público perguntava: ‘e o Danilo?’. Foi difícil”, disse o MC Fabinho, em entrevista ao podcast “Magia do Funk 013”.
Mc Danilo Boladão está internado após passar por cirurgia para retirada de necrose
Arquivo pessoal
O grande show da volta aconteceu em meados de 2004, no Clube Atlético dos Portuários, em Santos, principal casa de shows da cidade no começo do século. Segundo registros da época, havia cerca de 15 mil pessoas no local. O número se tornou mais relevante dado o contexto da época. Também nascido em Santos, o Charlie Brown Jr. não conseguiram bater essa marca.
Depois do sucesso do álbum “Bocas Ordinárias”, o grupo liderado por Chorão (que também morou no BNH, mesmo bairro de Danilo) vinha do recém-lançado “Acústico MTV” e havia feito, no mesmo Portuários, um show histórico. Mas Danilo e Fabinho colocaram mais gente na casa.
“A gente bateu Roberto Carlos, Ivete Sangalo e um recorde do Charlie Brown. Quando a gente estava no camarim, uma galera da diretoria do Portuários nos entregou uma placa, falando que a gente tinha batido o recorde de público. A gente nem acreditava naquele tanto de gente”, disse MC Danilo Boladão ao g1 em 2015.

Fonte: G1 Entretenimento

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Francis Hime toca piano e canta com Pedro Miranda no primeiro álbum do coletivo carioca Forró da Gávea


Francis Hime (à esquerda) faz dueto com Pedro Miranda em ‘Passaredo’ para o primeiro álbum do grupo Forró da Gávea
Thomás / Instagram Pedro Miranda
♫ NOTÍCIA
♬ Coletivo carioca criado por Pedro Miranda em junho de 2018 para tocar forró em baile-show, com apego às tradições do gênero e com paradoxal liberdade para ir além dos padrões do universo musical nordestino, o Forró da Gávea chega enfim ao primeiro álbum após oito anos e algumas participações em discos de Miranda.
Em fase de gravação no estúdio da gravadora Biscoito Fino, no Rio de Janeiro (RJ), com produção musical do violonista Rafael dos Anjos, o álbum do Forró da Gávea tem a participação de Francis Hime.
Do alto dos 86 anos e do posto de um maiores compositores e arranjadores do Brasil (e do mundo), Hime foi ao estúdio tocar piano e cantar – fazendo a segunda voz, em feat com Pedro Miranda – na gravação de uma das músicas mais conhecidas do cancioneiro autoral do compositor, “Passaredo”, música de então incomum temática ambientalista apresentada pelo grupo MPB4 em álbum de 1975, há 51 anos.
Detalhe luxuoso: Francis citou dois standards da bossa nova, “O barquinho” (Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli, 1961) e “Garota de Ipanema” (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1962), no segundo take da gravação.
“Sanfona, zabumba, triangulo e… piano de cauda!”, celebrou Pedro Miranda em rede social ao noticiar a ida de Francis ao estúdio. Além de Francis Hime, o álbum do Forró da Gávea está sendo gravado com adesões de sanfoneiros do naipe de Adelson Viana, Kiko Horta, Marcelo Caldi, Nandinho Barros e Rafael Meninão.
Gabriel de Aquino também já gravou participação no álbum, tocando guitarra em levada apropriada para o xote. “Estamos trazendo para o disco o espírito dos nossos bailes, onde adoramos receber os amigos pra bater aquela bolinha com a gente”, contextualiza Pedro Miranda.
Além de Miranda, o núcleo central do Forró da Gávea é formado pelos músicos Durval Pereira (zabumba), Pedro Aune (baixo), Rafael dos Anjos (violão) e Rodrigo Ramalho (sanfona).
Francis Hime (ao centro) entre Pedro Miranda (à direita) e o violonista e produtor musical Rafael dos Anjos
Thomás / Instagram Pedro Miranda

Fonte: G1 Entretenimento

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‘O Agente Secreto’ bate ‘gigantes de Hollywood’ e lidera bilheteria entre indicados ao Oscar no Brasil


Filme “O Agente Secreto”, dirigido por Kleber Mendonça Filho.
Reprodução/Redes sociais
Mesmo competindo com orçamentos milionários de Hollywood, “O Agente Secreto” consolidou-se como o filme mais assistido no Brasil entre todos os dez indicados ao Oscar de Melhor Filme.
O longa já soma 2.464.071 ingressos vendidos, superando com folga títulos como “F1” e “Pecadores”.
Entre os indicados à estatueta principal da Academia, o longa de Kleber Mendonça Filho possui o menor orçamento da lista.

Veja lista das maiores bilheterias no Brasil
Hermila Guedes, Licínio Januário, Wagner Moura, João Vitor Silva e Isabél Zuaa em cena de ‘O agente secreto’
Divulgação
No topo do ranking, apenas “O Agente Secreto” e “F1 – O Filme” romperam a barreira do milhão de espectadores no Brasil. O levantamento é da “Filme B Box Office Brasil”, atualizado até esta terça-feira (10).

1) “O agente secreto” – 2.464.071
2) “F1” – 1.428.094
3) “Pecadores” (Warner) – 866.571
4) “Hamnet: A vida antes de Hamlet” – 499.180
5) “Marty Supreme” – 407.091
6) “Uma batalha após a outra” – 403.808
7) “Valor sentimental” – 195.725
8) “Bugonia” – 74.216
CONFIRA: Lista dos indicados ao Oscar 2026.
Apesar da liderança isolada do “Agente”, o volume total de público dos indicados deste ano (6 milhões) é menor que o ciclo anterior.
Em 2025, o fenômeno foi impulsionado por uma tríade de sucessos formada por “Ainda Estou Aqui”, “Wicked” e “Duna 2”, que juntos levaram mais de 10 milhões de brasileiros às salas.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ataques danificam locais históricos no Irã e geram alerta sobre impacto da guerra no patrimônio cultural


Danos causados ​​por ataques dos EUA e de Israel são visíveis na fachada do Palácio Golestan, da era Qajar, em Teerã, Irã, em 3 de março de 2026.
ISNA via AP
Ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã danificaram pelo menos quatro locais culturais e históricos, incluindo palácios e uma antiga mesquita. O caso gerou preocupação sobre o impacto da guerra em expansão em patrimônios protegidos importantes para a identidade iraniana e para a história mundial.
Diante da rapidez e da extensão dos danos, Irã e Líbano pediram nesta semana à agência cultural da ONU, a UNESCO, que inclua mais locais em sua lista de proteção reforçada.
A UNESCO confirmou danos ao Golestan Palace, um palácio luxuoso da era Qajar localizado em Teerã. Também houve estragos no Chehel Sotoun, do século XVII, e na Masjed-e Jāme, considerada a mesquita de oração de sexta-feira mais antiga do país — ambos na cidade de Isfahan.
Danos também foram confirmados em construções próximas ao Khorramabad Valley, área que reúne cinco cavernas pré-históricas e um abrigo rochoso com evidências de presença humana que remontam a cerca de 63 mil anos antes de Cristo.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Imagens gravadas pela Associated Press em 3 de março mostram que, no Palácio Golestan, vidros quebrados dos tetos espelhados cobriram o chão. Arcos danificados, janelas destruídas e molduras espalhadas foram vistos abaixo das paredes decoradas com mosaicos de vidro.
A UNESCO afirmou que havia fornecido previamente a todas as partes envolvidas no conflito as coordenadas geográficas dos patrimônios culturais, para que tomassem “todas as precauções possíveis” e evitassem danos.
O impacto em locais históricos não se limita ao Irã. A agência também monitora danos em outros pontos do Oriente Médio, como a White City, em Israel, e em Tyre, no Lebanon.
A destruição de patrimônios culturais tem sido recorrente em guerras nas últimas décadas, incluindo conflitos entre Russia e Ukraine e entre Israel e o grupo Hamas, nos quais dezenas de locais foram danificados ou destruídos.
Segundo o porta-voz da ONU, Stephane Dujarric, os conflitos modernos têm provocado impactos amplos sobre civis e patrimônio cultural.
“É claro para todos: nesses conflitos cada vez mais modernos, são os civis que pagam o preço, é a infraestrutura civil que paga o preço, e todos vimos a destruição de patrimônios históricos inestimáveis”, disse.
Danos causados ​​por ataques dos EUA e de Israel são visíveis na fachada do Palácio Golestan, da era Qajar, em Teerã, Irã, em 3 de março de 2026.
ISNA via AP
Patrimônio histórico ameaçado
Defensores de direitos humanos alertam que a guerra no Irã não apenas deixou mais de mil mortos, mas também abalou instituições e lugares históricos importantes para as comunidades.
Segundo Bonnie Docherty, pesquisadora da divisão de armas da Human Rights Watch, a destruição desses locais afeta diretamente a população.
“Isso causa danos aos civis porque destrói ou danifica uma parte da história deles, que pode ser significativa tanto para o mundo quanto para uma comunidade específica”, afirmou. “Também enfraquece a identidade compartilhada de uma comunidade local.”
O analista político Arash Azizi, que cresceu no Irã antes de se mudar para os Estados Unidos, disse que conheceu a história e a identidade cultural do país visitando locais históricos com a família.
“Quando crianças são mortas e vidas humanas estão em risco, algumas pessoas podem pensar: ‘o que importa alguns azulejos ou vidros quebrados?’”, disse.
“Mas essa é a atitude errada. Precisamos de um contexto cultural. Precisamos saber quem somos, de onde viemos e o que tudo isso significa”, afirmou.
Danos causados ​​por ataques dos EUA e de Israel são visíveis na fachada do Palácio Golestan, da era Qajar, em Teerã, Irã, em 3 de março de 2026.
ISNA via AP
Danos também têm impacto pessoal
Para Shabnam Emdadi, uma iraniana-americana de 35 anos que vive em Nova York, os danos ao Palácio Chehel Sotoun têm um significado pessoal.
Ela visitou o local com o pai poucos anos antes da morte dele.
“As viagens ao Irã com ele são minhas lembranças mais queridas, quando ele parecia mais feliz e em casa”, disse. “Por isso, quando vejo os danos a esses lugares que fazem parte das minhas memórias, sinto como se também estivesse perdendo um pedaço dele.”
Ainda não está claro se os danos foram causados por ataques dos Estados Unidos ou de Israel. O Pentágono não comentou o assunto, e as Forças de Defesa de Israel disseram não ter conhecimento das alegações.
Especialistas também destacaram declarações do secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, que afirmou na semana passada que a estratégia americana na guerra não incluiria “regras de engajamento estúpidas”.
Para Patty Gerstenblith, presidente do U.S. Committee of the Blue Shield, essas regras são justamente as que incorporam o direito humanitário internacional.
“Elas protegem não apenas o patrimônio cultural, mas também toda a população civil e estruturas como hospitais e escolas”, afirmou.
Proteção da UNESCO
Os locais afetados fazem parte de cerca de 30 patrimônios iranianos listados pela UNESCO como áreas de proteção especial dentro do programa de Patrimônio Mundial.
Entre outros locais famosos incluídos nessa lista estão a Great Wall of China, as Egyptian Pyramids, o Taj Mahal e a Statue of Liberty.
O comitê da organização avalia anualmente locais considerados de “valor excepcional para a humanidade” e intervém quando esses patrimônios correm risco de destruição ou danos.
O programa também oferece assistência técnica e treinamento profissional para ajudar países a preservar esses locais históricos.
O governo do ex-presidente Donald Trump anunciou em julho do ano passado que os Estados Unidos voltarão a se retirar da UNESCO, como parte do distanciamento do país de algumas organizações internacionais.
A decisão, que cita acusações de discurso anti-Israel dentro da agência, deve entrar em vigor em dezembro.

Fonte: G1 Entretenimento

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Oscar 2026: falas sobre balé, gatos e brasileiros deixam indicados em apuros; relembre polêmicas


Oliver Laxe, Jessie Buckley e Timothée Chalamet ficaram no centro de polêmicas do Oscar 2026
Montagem/g1
A corrida pelo Oscar costuma colocar os artistas em alguma saia justa, seja por comentários que repercutem mal, caras fechadas nas premiações ou brigas públicas que ganham destaque na mídia e acabam respingando na disputa pelos votos da Academia. Neste ano, não foi diferente.
A cerimônia do Oscar 2026 acontece neste domingo. A TV Globo transmite a premiação a partir das 20h, e você também pode acompanhar a cobertura completa pelo g1.
Relembre as polêmicas que marcaram a edição de 2026:
Timothée Chalamet e o balé
Indicado ao Oscar de Melhor Ator ao lado de Wagner Moura, o ator de ‘Marty Supreme’ afirmou que balé e ópera estão “em declínio” e que “ninguém se importa” mais com estas áreas.
A declaração foi dada em evento promovido pela revista americana “Variety” e pela emissora CNN. Embora tenha garantido, logo em seguida, ter “todo o respeito pelos profissionais da área”, o comentário reverberou negativamente entre instituições e críticos. “Marty Supreme” concorre em 9 categorias no Oscar 2026.
Crítica: ‘Marty Supreme’ se empolga com começo incrível e insiste em repetir confusões cansativas
O programa foi exibido no dia 21 de fevereiro, cerca de duas semanas antes do prazo final para a votação da Academia.
A bailarina Misty Copelans, que participou da campanha do filme “Marty Supreme”, criticou publicamente Timothée Chalamet em um evento, afirmando que “ele não seria ator se não fosse pelo balé e pela ópera”. Casas de ópera e academias clássicas de dança também fizeram publicações em redes sociais criticando a fala.
Assista ao trailer de ‘Marty Supreme’
Oliver Laxe e os brasileiros
Durante um comentário sobre os votantes brasileiros na Academia, o diretor de “Sirât” afirmou que “se os brasileiros inscrevessem um sapato no Oscar, todos votariam nele”.
Quem é Óliver Laxe, diretor que disse que brasileiros votariam em um sapato no Oscar
A fala gerou uma onda de críticas e emojis de sapato nas redes sociais do filme e de sua distribuidora. O diretor se desculpou da fala e disse que os brasileiros “não entenderam o contexto” de humor.
“Era um programa radicalmente irônico e de humor, não nos levamos a sério”, disse.
“Sirât” concorre ao Oscar nas categorias Melhor Filme Internacional e Melhor Som.
Diretor de ‘Sirât’ faz comentário polêmico sobre indicações de “O Agente Secreto”
Jessie Buckley e os ‘gateiros’
Uma das favoritas ao Oscar de Melhor Atriz por “Hamnet: A Vida Antes de Hamlet”, Jessie Buckley contou em um podcast que, no início do relacionamento com o marido, pediu que ele se desfizesse de dois gatos porque, segundo ela, os animais a odiavam. “Gatos são malvados”, disse, em tom de brincadeira.
Crítica: ‘Hamnet’, vencedor do Globo de Ouro, impressiona com drama emocionante e envolvente
O comentário provocou a fúria da internet, especialmente entre os amantes dos felinos. Diante da repercussão, a atriz tentou esclarecer a história no programa de Jimmy Fallon, afirmando que foi um “equívoco” dizer que detesta gatos.
“Eu amo gatos. Acordei esta manhã pensando: será que o mundo acha que eu realmente não amo gatos? E isso me incomodou o dia todo. Me senti mal”, declarou.
Para se redimir com os “gateiros”, Buckley também contou que chegou a fazer teste para participar do musical “Cats”.
Caso do BAFTA
Outra premiação também foi alvo de polêmica. John Davidson, que inspirou o filme “I Swear”, proferiu uma ofensa racista em meio a um tique vocal involuntário durante o BAFTA. O episódio ocorreu em 22 de fevereiro, durante a cerimônia.
O longa, que narra a história de um jovem com Síndrome de Tourette, foi destaque na premiação e desbancou indicados ao Oscar: Robert Aramayo venceu na categoria de Melhor Ator, e Lauren Evans conquistou o prêmio de Melhor Direção de Elenco.
Davidson gritou da plateia enquanto os atores Michael B. Jordan e Delroy Lindo, do filme “Sinners”, estavam no palco.
Diagnosticado aos 25 anos, John Davidson apresenta tiques vocais e explosões involuntárias que frequentemente incluem palavrões. Depois do episódio, disse estar “mortificado” com a possibilidade de que suas vocalizações tenham sido interpretadas como algo intencional.
O momento não foi cortado da transmissão. A organização do BAFTA pediu desculpas a Michael B. Jordan e Delroy Lindo e declarou assumir total responsabilidade pelo ocorrido.
Robert Aramayo, ator que interpreta John Davidson em “I Swear”, venceu nas categorias Melhor Ator e Estrela em ascensão no BAFTA
JUSTIN TALLIS / AFP

Fonte: G1 Entretenimento

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5 vezes Kleber Mendonça Filho: todos os filmes do diretor, do pior para o melhor


Todos os filmes de Kleber Mendonça Filho do pior para o melhor
Kleber Mendonça Filho desembarca no Oscar deste domingo (15) com o peso de uma filmografia premiada. Desde 2012, o cineasta lançou cinco longas-metragens e somou mais de 150 vitórias em premiações pelo mundo.
O levantamento cruzou os dados de três dos principais agregadores de crítica da internet: Letterboxd, IMDb e Rotten Tomatoes.
Para medir o impacto dessa trajetória, o g1 mergulhou na obra do diretor e montou um ranking da sua obra.

Além dos dados globais, o portal também atribuiu uma nota de 0 a 10 para cada produção.
E os curtas?
Muito antes de cair nas graças de Hollywood, Kleber lapidou seu olhar em curtas-metragens fundamentais, como “Vinil Verde” (2004) e “Recife Frio” (2009). As produções seguem repercutindo até os dias de hoje.
Mas g1 levou em consideração apenas os longas-metragens.

Veja lista em ordem cronológica do lançamento.

“O Som ao Redor” (2012);
“Aquarius” (2016);
“Bacurau” (2019);
“Retratos Fantasmas” (2023)
“O Agente Secreto” (2025).
Critérios de análise
Wagner Moura e Kleber Mendonça Filho nos bastidores de ‘O Agente Secreto’
Divulgação/Victor Jucá
Para tentar dar conta de vozes tão distintas (críticos, cinéfilos, fãs e haters), o g1 converteu todas as métricas para uma escala de 0 a 10.
O cálculo equilibra o índice de aprovação da crítica especializada (Rotten Tomatoes), a média aritmética do público (IMDb) e o engajamento da comunidade cinéfila (Letterboxd), além da nota atribuída pelo portal.
Veja abaixo o ranking, a análise detalhada de cada produção e os destaques de direção e roteiro.
5º) O Som ao Redor (2012)
Sinopse: Moradores de classe média são atormentados por trombadinhas, roubos de som de carro e um cachorro que não para de latir. Tudo muda quando uma empresa de segurança privada, chefiada por Clodoaldo (Irandhir Santos), passa a policiar a região.

Minicrítica: O filme vale muito pelas cenas da reunião de condomínio, do “banho de sangue” na cachoeira e da revelação nos minutos finais. Embora os diálogos sejam propositalmente banais, não cativam tanto.
A direção/o roteiro: Em seu longa de estreia, KMF faz do bairro onde cresceu, Setúbal, no Recife, um microcosmos do Brasil pós-ascensão da classe média. Mesmo em uma crônica urbana polida, o diretor já dava indícios do desejo de se experimentar num cinema mais sujo e chocante.
ONDE ASSISTIR? Globoplay e Netflix.
Os feitos
Eleito um dos dez melhores filmes do mundo pelo “The New York Times” em 2013.
Escolhido como representante brasileiro na disputa pela indicação ao Oscar de 2014 (não foi indicado).
4º) Aquarius (2016)
Sinopse: Aposentada, viúva e livre, Clara (Sônia Braga) não quer arredar o pé do apartamento onde morou a vida inteira. Diego (Humberto Carrão) e o avô trabalham numa dessas construtoras-incorporadoras de nome em inglês e fazem de tudo para tentar convencê-la do contrário.
Minicrítica: Trilha sonora e direção de arte lindíssimas. Passaria horas e horas assistindo Sônia Braga dançar em gafieiras e peitar dono de construtora miserável. Mas poderia chocar ainda mais.
A direção/o roteiro: Kleber acerta em construir um vilão que foge do caricato: um herdeiro de sorriso amarelo que é a personificação do neoliberalismo cordial. Os zooms lentos e planos abertos brilham.
ONDE ASSISTIR? Globoplay e Netflix.
Os feitos
Concorreu à Palma de Ouro no 69ª Festival de Cannes.
Levou mais de 350 mil pessoas aos cinemas.
3º) Retratos Fantasmas (2023)
Sinopse: Pesquisa para “O Agente Secreto”, o documentário remonta a cidade do Recife do século XX com a presença dos cinemas de rua e de calçada que, segundo o diretor, “são tão importantes para a formação de público espectador”.

Minicrítica: Quando a arte se dispõe a virar um documento de registro. É um daqueles filmes que vão ficando mais importantes à medida que o tempo vai passando.
A direção/o roteiro: A narração em primeira pessoa de Kleber guia e se destaca. Um salve para a equipe de pesquisa e montagem.
ONDE ASSISTIR? Globoplay e Netflix.
Os feitos
Representante brasileiro na disputa ao Oscar de 2024 (não foi indicado).
Exibido em sessão especial no Festival de Cannes de 2023.
2º) Bacurau (2019)
Sinopse: Após descobrir que o povoado foi apagado dos mapas e está sendo atacado por um bando de gringos pistoleiros, uma comunidade no interior de Pernambuco decide reagir. A entrada de Lunga (Silvério Pereira) em cena com uma enxada e um mullet muda tudo.
Minicrítica: Violento e lindo. Bacurau é bicho grande, brabo e que não está em extinção. Ótimo para rever em ano de eleição e sempre.
A direção/o roteiro: Em parceria com Juliano Dornelles, Kleber cavuca a identidade do nordestino do interior. Tem drone, psicotrópico e puteiro. Nesta distopia sertaneja de gente do bem que reage, todos os personagens são interessantíssimos.
ONDE ASSISTIR? Nos cinemas e na Netflix.
Os feitos
Vencedor do Prêmio do Júri no Festival de Cannes 2019.
Levou mais de 800 mil pessoas aos cinemas.
1º) O Agente Secreto (2025)
Sinopse: Professor universitário, Marcelo (Wagner Moura) busca refúgio em um condomínio de exilados durante a Ditadura Militar. Apesar disso, é Carnaval. Agonia e folia se misturam neste thriller político de suspense e humor.
Minicrítica: Tem muita gente e é muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, o que poderia ser ruim, mas aqui não é. Quando Tânia Maria sai de cena, dá saudades. Mas ela é só uma das (muitas) partes boas.
A direção/o roteiro: Busca por memória, rinha entre regiões, corrupção, o papel da imprensa, luta de classes, força da juventude… Pior que é aquele clichezão: a impressão que dá é a de que todos os filmes de Kleber o levaram até esse aqui.
ONDE ASSISTIR? Nos cinemas e na Netflix.
Os feitos
Indicado em quatro categorias no Oscar 2026.
Melhor Filme em Língua Não Inglesa e Melhor Ator (Wagner Moura) no Globo de Ouro 2026.
Melhor Diretor (Kleber Mendonça Filho) e Melhor Ator (Wagner Moura) no Festival de Cannes 2026.

Fonte: G1 Entretenimento

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Oscar 2026: Favoritismo de ‘Uma batalha após a outra’ é ameaçado por ‘Pecadores’, indicam principais ‘termômetros’


Cenas de ‘Uma batalha após a outra’ (à esq.) e ‘Pecadores’ (à dir.)
Divulgação
Só “Pecadores” ainda pode frustrar o grande favoritismo de “Uma batalha após a outra” na disputa à categoria de melhor filme do Oscar 2026 — pelo menos é o que indicam as maiores premiações de sindicatos de classes de Hollywood, que servem como os principais “termômetros” da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas americana.
A maior premiação do cinema acontece neste domingo (15), em Los Angeles, com apresentação do comediante Conan O’Brien pelo segundo ano seguido — e transmissão ao vivo da TV Globo.
Os prêmios dos sindicatos são considerados bons indicadores para suas respectivas categorias do Oscar por compartilharem muitos membros com a Academia. Ou seja, muita gente vota em um e, depois, no outro.
Os quatro grandes
São quatro organizações principais que podem ser consideradas indicadoras de como pensa a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, organizadora do Oscar:
PGA: Sindicato dos Produtores da América
DGA: Sindicato dos Diretores da América
SAG: Sindicato dos Atores
WGA: Sindicato dos Roteiristas da América (que premia original e adaptado)
*as siglas vêm do inglês

Arte g1
Corrida de dois cavalos
Se “Uma batalha após a outra” começou a temporada de premiações como o grande favorito à categoria principal do Oscar, os sindicatos confirmaram esse status.
Desde 2005, 15 filmes foram os preferidos do PGA e do DGA. Deles, 12 saíram ganhadores da Academia — uma taxa de 80%, que incluiu os últimos três grandes vencedores da Academia.
As exceções, no entanto, dão um pouco de esperança aos fãs de “Pecadores”. Afinal de contas, os três vencedores dos dois sindicatos que não ganharam o Oscar foram superados exatamente por ganhadores do prêmio de roteiro original do WGA.
Muita gente gosta de comparar a situação de 2026 com a vitória de “Moonlight” sobre “La la land”, em 2017.
A situação era muito mais parecida, no entanto, em 2006. Naquele ano, “O segredo de Brokeback Mountain” chegou como favorito por ganhar os mesmos prêmios de “Uma batalha após a outra”. No fim, perdeu para “Crash – No limite”, preferido dos sindicatos nas mesmas categorias de “Pecadores”.
Para os demais indicados, a montanha é quase intransponível. Nenhum filme jamais venceu a categoria principal da Academia sem pelo menos um prêmio dos quatro sindicatos.
Diretor e roteirista de “Uma batalha após a outra”, Paul Thomas Anderson deve ganhar o primeiro Oscar da carreira após 14 indicações desde 1998 — e não deve parar no primeiro.
Mesmo que não confirme o favoritismo na categoria de roteiro adaptado, já que a correlação com ganhadores do WGA não é tão confiável por causa das regras do sindicato, ele deve levar em melhor direção. Em 78 edições, 66 vencedores do DGA ganharam a estatueta — uma taxa de 84,6%.
Ele ainda pode vencer uma como um dos produtores do próprio filme.
Jogo aberto
Michael B. Jordan vence melhor ator por ‘Pecadores’ no Actors Awards
Reprodução/AP Photo/Chris Pizzello
Apenas uma das quatro categorias de atuação é considerada já fechada. Nas demais, o SAG serviu apenas para trazer mais incertezas — e, em um dos casos abrir uma disputa que também parecia resolvida.
Jessie Buckley, de “Hamnet: A vida antes de Hamlet”, é provavelmente a aposta mais segura da noite entre as atrizes principais, um status que mantém desde o começo da temporada e que só reforçou desde então. A irlandesa ganhou o Bafta, o SAG, e até premiações menores, como o Globo de Ouro e o Critics’ Choice.
Até hoje, apenas Russell Crowe não venceu o Oscar após ser celebrado nos quatro eventos pelo mesmo papel. Em 2002, o australiano ganhou tudo com “Uma mente brilhante”, mas perdeu a estatueta dourada para Denzel Washington, de “Dia de treinamento”.
Entre os atores principais, SAG e BAFTA bagunçaram a corrida ao ignorar Timothée Chalamet (“Marty Supreme”), que vinha vencendo tudo até então. Com isso, o ganhador do sindicato, Michael B. Jordan (“Pecadores”), assume o favoritismo. Se ele não ganhar, vai ser apenas o sétimo preferido do SAG a não levar o Oscar.
Curiosamente, a última vez que isso não aconteceu foi em 2025. Sabe com quem? Ele mesmo, Timothée Chalamet.
Entre os coadjuvantes, as taxas de conversão entre SAG e Academia não são tão altas — justamente em categorias das mais imprevisíveis.
Sean Penn (“Uma batalha após a outra”) até parece ser o nome a ser batido em sua categoria após vencer o sindicato (que prevê cerca de 68% das vezes o escolhido da Academia) e o Bafta, mas foi ignorado por Globo de Ouro e Critics’ Choice após começar a temporada na frente.
Já Amy Madigan (“A hora do mal”) goza de chances maiores após ganhar o SAG (uma taxa de 74%), o Critics’ Choice e o Bafta — mas é também extremamente raro que duas atrizes do mesmo filme concorram ao Oscar depois de nem receberem indicações do sindicato, como é o caso de Inga Ibsdotter Lilleaas e Elle Fanning, ambas de “Valor sentimental”.
Como Madigan é também a única representante de um filme com apenas uma indicação, enquanto suas concorrentes vêm de filmes com presença em múltiplas categorias, é difícil dar à veterana todo o favoritismo — mas que ele existe, existe.

Fonte: G1 Entretenimento

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Pedro Sampaio lança funk em espanhol com colaborador de Bad Bunny na produção e feat com cantor mexicano


Pedro Sampaio (de pé) faz feat com o cantor mexicano de reggaeton El Bogueto no single ‘G-Latina’
Steff Lima / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Com a intenção de expandir a carreira em direção ao mercado pop latino internacional ao longo de 2026, o DJ e produtor musical Pedro Sampaio lança às 21h desta quinta-feira, 12 de março, single com inédito funk composto em espanhol e gravado com tempero de salsa.
O funk se chama “G-Latina” e apresenta feat de Sampaio com o cantor mexicano El Bogueto, artista de trajetória ascendente nos correntes anos 2020 e associado ao universo do reggaeton.
Detalhe: colabora na composição e na produção musical do funk “G-Latina” o duo porto-riquenho Subelo NEO, conhecido por assinar hits do astro porto-riquenho Bad Bunny como “Me porto bonito” e “Yo perreo sola”. Habitual colaborador de Sampaio, o brasileiro Pedro Breder também está envolvido na produção e na criação da música.
A autoria do funk “G-Latina” é creditada a Pedro Sampaio, Pedro Breder, El Bogueto, Subelo NEO, Carolzinha e o mexicano Jozu. A intenção de Pedro Sampaio foi apresentar um funk de sotaque global.
Com a palavra, o artista: “A música é uma linguagem universal e eu uso isso a meu favor. ‘G-Latina’ é música cantada em espanhol, mas você não precisa entender a língua para saber que se trata de uma música para cima que chama o ouvinte pra dançar, rebolar e se jogar. Tem elementos sonoros, fonéticos e visuais nela que passam essa mensagem, independentemente da língua. Esse é um cuidado que sempre trago nas minhas produções pensadas para o mercado global. A ideia é ser democrático e encurtar distâncias culturais”, ressalta o DJ, produtor e cantor carioca.
Na sequência do single “G-Latina” , Pedro Sampaio dá sequência ao movimento de expansão da carreira além do Brasil com turnê que o levará a dez países entre abril e agosto.
Capa do single ‘G-Latina’, de Pedro Sampaio
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘O agente secreto’ e Adolpho Veloso têm poucas chances no Oscar 2026, dizem especialistas


Wagner Moura e Kleber Mendonça Filho nos bastidores de ‘O Agente Secreto’
Divulgação/Victor Jucá
Especialistas de Hollywood acham que o mais provável é que o Brasil termine de mãos vazias a noite do Oscar 2026, para o qual tem cinco indicações, a menos de uma semana da maior premiação do cinema, que acontece neste domingo (15).
Para veículos especializados em premiações, que o g1 monitora desde o começo de janeiro, a maior chance do país é na categoria de melhor filme internacional, na qual “O agente secreto” é o segundo favorito atrás do norueguês “Valor sentimental”.
Além dessa, o país tem mais quatro indicações. O filme de Kleber Mendonça Filho também concorre como melhor filme, melhor ator (Wagner Moura) e melhor seleção de elenco, e Adolpho Veloso, de “Sonhos de trem”, está entre os indicados a melhor fotografia.
Como foi selecionado o elenco menos conhecido de ‘O agente secreto’
Veja nos gráficos abaixo as chances que os representantes brasileiros têm nas cinco categorias, de acordo com uma média entre as previsões das revistas e sites — e como elas variaram desde o começo de 2026.
Eles acertaram 34 de 35 prováveis indicados no final de janeiro.
As revistas e sites monitorados são:
“Variety”
“The Hollywood Reporter”
Next Best Picture
Gold Derby
Awards Watch
Veja abaixo:

As chances na categoria principal nunca foram das maiores, mas “O agente secreto” vinha crescendo de forma constante até essa última semana, quando caiu uma posição na predileção dos especialistas.
No topo, nenhuma mudança. “Uma batalha após a outra” segura uma liderança frágil contra “Pecadores”, em uma briga limitada a esses dois combatentes — e mais apertada do que o gráfico faz parecer.

Wagner Moura tem uma posição muito mais confortável que a de Fernanda Torres em 2025.
Michael B. Jordan (“Pecadores”) consegue a virada para cima de Timothée Chalamet (“Marty Supreme”) na última semana — e tem muito mais a ver com a vitória no prêmio do Sindicato dos Atores do que com a polêmica do jovem ator, que estourou apenas depois do encerramento da votação dos vencedores.
Já Moura segura sua terceira posição, algo importante, já que muitos analisam que a polarização entre os dois americanos pode favorecer uma terceira via. Talvez uma que uma via latina, que una os votos dos membros estrangeiros da Academia.

Nenhuma mudança desde as indicações, que estabeleceram a categoria de melhor filme internacional como uma corrida de dois cavalos, já que apenas “Valor sentimental” e “O agente secreto” também foram indicados a melhor filme.
Com nove indicações no total, o norueguês continua como favorito.

Outra que parece bem solidificada. É preciso lembrar, no entanto, que essa categoria é inédita e até os próprio especialistas parecem confusos em relação a o que os membros da Academia irão avaliar.
“Pecadores” venceu o prêmio de melhor elenco no Actor Awards e mantém o favoritismo.

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Uma vitória no Sindicato dos Diretores de Fotografia americano consolida o favoritismo tardio de “Uma batalha após a outra” na categoria, que começou após o prêmio britânico Bafta.

Fonte: G1 Entretenimento

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ENTRETERIMENTO

Ariane Rodrigues leva funk e jazz na flauta no primeiro álbum, ‘Transversa’


A flautista Ariane Rodrigues lança em 20 de março o primeiro álbum solo, ‘Transversa’
José de Holanda / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Flautista formada no Conservatório de Tatuí e integrante da Banda de Pífanos de Caruaru e do Brazú Quintê, Ariane Rodrigues lança em 20 de março o primeiro álbum solo, sagazmente intitulado “Transversa”.
O nome do disco é afinado com o conceito de “Transversa”, já que a instrumentista insere a flauta transversal no universo do jazz nesse álbum gravado, mixado e masterizado por Adonias Júnior no Estúdio Arsis, em São Paulo (SP), entre outubro de 2025 e fevereiro deste ano de 2026.
Entre sete temas autorais, a flautista aborda “Montreux”, composição de Hermeto Pascoal (1936 – 2025), apresentada pelo autor em 1979 em álbum gravado ao vivo pelo artista no festival suíço de jazz que batiza a música.
Da própria lavra, Ariane Rodrigues (flauta e pífano) toca temas como “Funk transverso”, “Hermínia”, “Que a chuva traz” e “Sono bom” como líder do quarteto que formou com Everton Barba (bateria) Fábio Leal (guitarra) e Ricardo Zoyo (baixo e sintetizador) para a gravação do álbum.
O percussionista Ari Colares se une ao grupo na gravação de “Saidêra”, música com a qual Ariane Rodrigues encerra “Transversa”, álbum de música instrumental brasileira tocada com a tal influência do jazz.

Fonte: G1 Entretenimento