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Quem é Noah Centineo, o sucessor de Stallone no novo filme de ‘Rambo’


Noah Centineo viverá John Rambo em novo filme da franquia
Reprodução: redes sociais
O ator Noah Centineo, de 29 anos, foi o escolhido para assumir o papel de John Rambo no novo filme da franquia.
O longa vai explorar a juventude do personagem icônico, eternizado por Sylvester Stallone.
Inspirada no livro “First Blood” de David Morrell, a saga atravessou 37 anos e rendeu cinco filmes, todos protagonizados por Stallone.

Do ‘crush’ do streaming ao cinema de ação
Noah Centineo e Lana Condor, protagonistas do filme “Para todos os garotos que já amei”
Divulgação
Noah se tornou um fenômeno global em 2018 como o Peter Kavinsky de “Para todos os garotos que já amei”.
O sucesso na trilogia, somado a produções como “O encontro perfeito”, o consolidou como um dos principais astros juvenis.
O projeto consolida sua transição definitiva para o cinema de ação, iniciada em 2022 com o filme de super-herói “Adão Negro” e a série de espionagem “Recruta”.
Quando o filme será lançado?
Sylvester Stallone em cena em ‘Rambo V: Last Blood’
Divulgação
Apesar de passar o bastão na frente das câmeras, Sylvester Stallone, hoje com 79 anos, segue no projeto como produtor executivo.
A direção do longa, previsto para 2027, ficará a cargo do finlandês Jalmari Helander, que ganhou destaque mundial com o filme de ação “Sisu” (2022).
A escolha de Centineo encerra as especulações sobre o papel, já que o próprio Stallone havia manifestado publicamente o desejo de ver Ryan Gosling como seu sucessor.

Fonte: G1 Entretenimento

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Alice Caymmi revitaliza música do avô Dorival ao inventar moda no canto e no arranjo de ‘Modinha para Gabriela’


Capa do single ‘Modinha para Gabriela’, de Alice Caymmi
Luqdias
♫ CRÍTICA DE SINGLE
Título: Modinha para Gabriela
Artista: Alice Caymmi
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ O que fazer com uma música já apresentada de forma tão perfeita como “Modinha para Gabriela”, lançada em 1975 na voz cristalina de Gal Costa (1945 – 2022) em gravação produzida para a abertura da novela “Gabriela”? Ali, naquela gravação antológica da música de Dorival Caymmi(1914 – 2008), Gal se tornou a mais perfeita tradução musical da personagem surgida no livro “Gabriela cravo e canela”, publicado em 1958 pelo escritor Jorge Amado (1912 – 2001).
Por isso mesmo, Alice Caymmi – neta de Dorival – acertou em inventar moda no canto e sobretudo no arranjo de “Modinha para Gabriela” em single lançado nesta sexta-feira, 13 de março, como amostra inicial de “Caymmi”, álbum em que Alice recria músicas do cancioneiro de Dorival Caymmi com a intenção de revitalizar a obra do avô com a sonoridade do século XXI.
Justiça seja feita: com capa que expõe a artista em foto de Luqdias, o single “Modinha para Gabriela” cumpre o prometido e deixa ótima primeira impressão do álbum previsto para abril. A melodia e a letra de “Modinha para Gabriela” estão lá, inteiramente preservadas na gravação feita com arranjo e produção musical de Iuri Rio Branco, mas a pulsação é outra. O mood é outro.
Aliado ao canto potente de Alice, o arranjo de Iuri Rio Branco (bateria, baixo, guitarra, percussão e programação) dá contorno épico à “Modinha para Gabriela” entre levadas de reggae, beats, percussões e intervenções certeiras do trombone e do trompete tocado por Doug Bone.
A música flui bem em gravação que roça os quatro minutos e fica cada vez mais envolvente na medida em que avança. E, de todo modo, ouvir uma Caymmi dar voz a versos como “Quem me batizou, quem me nomeou / Pouco me importou, é assim que eu sou” carrega simbolismo por mostrar Alice no exercício da liberdade artística, respeitando o legado da família, mas sem medo de tirar o véu sagrado que cobre o cancioneiro lapidar de Dorival Caymmi.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Yellow Cake’: Filme com Tânia Maria sobre experimentos nucleares ganha trailer; confira


‘Yellow Cake’: Filme com Tânia Maria sobre experimentos nucleares ganha trailer; confira
O drama com tons de sátira e ficção científica “Yellow Cake”, do diretor Tiago Melo, teve seu primeiro trailer divulgado.
O filme marca a volta do cineasta ao Festival Internacional de Cinema de Roterdã, onde estreou mundialmente na competição principal.
Em 2018, ele venceu o prêmio “Bright Future” com seu longa de estreia, “Azougue Nazaré”.
Experimento nuclear e ‘Aedes aegypti’
Ambientado em Picuí, no sertão da Paraíba, o longa acompanha um grupo de cientistas que tenta erradicar o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue.
O experimento secreto utiliza urânio extraído da própria região para esterilizar os insetos e é batizado de “Yellow Cake”.
A pressa por resultados faz com que protocolos de segurança sejam ignorados pelo líder da missão, o estrangeiro Bill Raymond (Spencer Callahan).
A trama ganha ainda mais corpo quando o experimento falha, restando à física nuclear Rúbia Ribeiro (Rejane Faria) se unir a garimpeiros locais para tentar impedir uma catástrofe iminente.
“O ponto de partida foi imaginar uma política pública extrema, concebida por cientistas estrangeiros, que tenta resolver um problema nacional por meio de testes nucleares”, explicou o diretor Tiago Melo, à revista americana “Variety”.
Elenco e produção
Tânia Maria em ‘Yellow Cake’, novo filme de Tiago Melo
Foto: Divulgação
Além de Rejane Faria, o filme conta com Valmir do Côco, Spencer Callahan e a potiguar Tânia Maria, estrela do filme “O Agente Secreto”.
O roteiro é assinado coletivamente por Amanda Guimarães, Anna Carolina Francisco, Jeronimo Lemos, Tiago Melo e Gabriel Domingues. Este último concorre ao Oscar de Melhor Seleção de Elenco pelo longa de Kleber Mendonça Filho.

“Yellow Cake” ainda não tem data de estreia definida nos cinemas brasileiros.

Fonte: G1 Entretenimento

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Oscar 2026: Todos os indicados a melhor filme, do pior para o melhor


‘Frankenstein’, ‘F1’, ‘O agente secreto’, ‘Uma batalha após a outra’ e ‘Bugonia’ são alguns dos indicados a melhor filme no Oscar 2026
Divulgação
A disputa entre o Oscar 2026 de melhor filme pode estar entre “Uma batalha após a outra” e “Pecadores” — seja como for, o mundo conhecerá o ganhador dessa corrida de dois cavalos neste domingo (15).
Mas com certeza não é todo mundo que vai concordar com a escolha. O Brasil, com certeza, vai ficar insatisfeito. Afinal, “O agente secreto” é um dos indicados.
Há quem diga também que alguns dos melhores filmes do ano de verdade sequer foram lembrados (como aconteceu com “Foi apenas um acidente”, com certeza o melhor de 2025).
Como foi selecionado o elenco menos conhecido de ‘O agente secreto’
Por isso, o g1 lista abaixo todos os dez filmes que concorrem na categoria principal da premiação americana, do pior para o melhor:
10 – ‘Frankenstein’
Jacob Elordi em cena de ‘Frankenstein’
Ken Woroner/Netflix
“Frankenstein” é o resultado imperfeito do talento inegável de seu criador, o diretor Guillermo del Toro. Tecnicamente impressionante, sim. Até belo, em muitos momentos. Mas longo e instável, como se a obsessão de seu criador impedisse o corte de excessos desnecessários, que prejudicam ritmo e cadência. Leia a crítica.
9 – ‘Marty Supreme’
Timothée Chalamet em cena de ‘Marty Supreme’
Divulgação
Poucos filmes de 2025 começam tão bem quanto “Marty Supreme”. Talvez nenhum. Pena que dure pouco. Talvez empolgado pela boa abertura, o filme entra então num loop cansativo de trambicagens do protagonista que faz o público questionar porque deveria se importar com ele. Leia a crítica.
8 – ‘F1’
Javier Bardem e Brad Pitt em cena de ‘F1: O filme’
Divulgação
Pode ser a mais nova tentativa desesperada de fazer americanos se apaixonarem pela Fórmula 1? Sim. E daí? Pode ser uma versão sobre rodas de “Top Gun: Maverick” (2022), com quem compartilha o diretor Joseph Kosinski? Sim. E daí? Pode ser previsível toda vida e um tanto mais longo do que deveria? Sim. E daí? O representante dos “filmes de pai” entre os indicados supera todos esses problemas mais gritantes com o carisma de um elenco afiado e corridas filmadas com maestria. Leia a crítica.
7 – ‘Sonhos de trem’
Joel Edgerton estrela o drama ‘Sonhos de Trem’, indicado a quatro Oscars
Divulgação
Desde o começo “Sonhos de Trem”, filme que tem o brasileiro Adolpho Veloso também indicado pela fotografia, o seu ponto forte já fica claro logo na sua primeira cena: cada imagem é de uma beleza incrível e hipnótica que não dá para resistir. Só que tanta beleza não é suficiente para esconder o fato de que o longa traz uma história que, apesar de interessante, é contada da maneira mais convencional possível. Leia a crítica.
6 – ‘Hamnet: A vida antes de Hamlet’
Jessie Buckley (ao centro) interpreta Agnes em ‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’, de Chloé Zhao
Divulgação
“Hamnet: A Vida Antes de Hamlet” é uma das experiências mais intensas e emocionantes que o cinema americano recente foi capaz de criar. O filme lida com temas pesados como o luto e a revolta de perder tão cedo uma pessoa amada de forma honesta e palpável, sem parecer artificial e piegas, algo que poderia facilmente acontecer em tramas como essa. Leia a crítica.
5 – ‘O agente secreto’
Wagner Moura em cena de ‘O Agente Secreto’
Divulgação
O filme pode não ser necessariamente o melhor que o ator Wagner Moura e o diretor Kleber Mendonça Filho realizaram separadamente. Mas, com a união de duas das mais celebradas forças do cinema brasileiro, “O agente secreto” resulta em algo mais do que a soma de suas partes. Depois de um começo arrebatador, o filme constrói uma viagem gostosa por gêneros, expectativas e referências. Leia mais.
4 – ‘Pecadores’
Michael B. Jordan interpreta irmãos gêmeos no filme ‘Pecadores’
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‘Pecadores’ apresenta um interessante e envolvente drama racial protagonizado por dois irmãos (um Michael B. Jordan em dose dupla, o que nunca machuca) que buscam superar as dificuldades para ter uma vida melhor e, também, uma história de suspense e terror da melhor qualidade. Algo que agrada os fãs do gênero e mesmo aqueles que não se interessam tanto por sustos e sangue. Ah, sim, tem também a melhor cena em plano sequência do ano. Leia a crítica.
3 – ‘Uma batalha após a outra’
Leonardo DiCaprio e Benicio del Toro em cena de ‘Uma batalha após a outra’
Divulgação
Uma obra-prima não precisa ser perfeita. “Uma batalha após a outra” é prova disso. A sátira certeira sobre autoritarismo nos Estados Unidos mistura humor, ação, acidez e debate social com a qualidade habitual do diretor Paul Thomas Anderson, um dos melhores de sua geração. Tanto que vai ganhar seu primeiro Oscar este ano – e, por mais que esteja na terceira colocação nesta lista, deve levar também a estatueta de melhor filme. Leia a crítica.
2 – ‘Bugonia’
Emma Stone, Aidan Delbis e Jesse Plemons em cena de ‘Bugonia’
Divulgação
A indicação de “Bugonia” a melhor filme no Oscar 2026 pegou muita gente de surpresa – mas não deveria. Esta é, afinal, a quarta e melhor edição da parceria mais querida de Hollywood nos últimos anos, entre o diretor Yorgos Lanthimos e a atriz Emma Stone. Mais estranho que a premissa, no entanto, é a aparente surpresa de que um mestre do bizarro faça um de seus melhores trabalhos exatamente ao pesar a mão na bizarrice. Leia a crítica.
1 – ‘Valor sentimental’
Renate Reinsve e Inga Ibsdotter Lilleaas em cena de ‘Valor sentimental’
Kasper Tuxen/Divulgação
Não é sempre que o melhor dos indicados ganha. “Valor sentimental” não tem chance de vencer como melhor filme, mas é daqueles filmes raros, que espalham por conta própria inúmeras armadilhas apenas para desviar deles – e que, no processo de evitar um melodrama barato, encontra beleza na humanidade real por trás de complicações familiares. Ou pode ser que seja o contrário, e que a obra norueguesa, principal concorrente de “O agente secreto” na categoria de melhor filme internacional, tenha encontrado tal beleza e então evitado o melodrama. É difícil dizer. Leia a crítica.

Fonte: G1 Entretenimento

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O Brasil no Oscar e a expectativa sobre ‘O Agente Secreto’ – O Assunto #1679


A cerimônia do Oscar 2026, marcada para este domingo (15), será a primeira em que o Brasil concorre em cinco categorias. “O Agente Secreto” terá quatro chances de vencer uma estatueta: Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Seleção de Elenco e Melhor Ator, com Wagner Moura. A quinta indicação brasileira é de Adolpho Veloso, que concorre a Melhor Fotografia pelo filme americano “Sonhos de Trem”.
A torcida brasileira espera que se repita o mesmo roteiro do Oscar de 2025, quando “Ainda Estou Aqui”, de Walter Salles, venceu como Filme Internacional – e deu ao país sua primeira estatueta por uma produção 100% nacional. A expectativa se justifica a partir do desempenho de “O Agente Secreto” no circuito de premiações, onde colecionou vitórias inclusive no Globo de Ouro, no Critics Choice Awards e no Festival de Cannes.
Neste episódio, Natuza Nery recebe Isabela Boscov, jornalista e crítica de cinema, para analisar as chances reais de novas estatuetas para o Brasil. Boscov comenta a trajetória e a campanha do filme de Kleber Mendonça Filho em Hollywood e destaca a atuação de Wagner Moura, que conquistou a crítica internacional. Ela também aponta quem são os grandes favoritos para levarem os prêmios nas principais categorias do Oscar.
Convidada: Isabela Boscov, jornalista e crítica de cinema.
O que você precisa saber:
O ASSUNTO #1646: Kleber Mendonça Filho: o cineasta pernambucano que conquistou Hollywood
CORRIDA PELO OSCAR: ‘O Agente Secreto’ bate ‘gigantes de Hollywood’ e lidera bilheteria entre indicados ao Oscar no Brasil
CINCO INDICAÇÕES BRASILEIRAS: ‘O agente secreto’ e Adolpho Veloso têm poucas chances no Oscar 2026, dizem especialistas
VOCABULARIA REGIONAL: ‘Raparigou’, ‘pirraça’, ‘dor de corno’… os desafios de traduzir ‘O Agente Secreto’
PROTAGONISTA: Na corrida pelo Oscar, Wagner Moura vê ‘boa chance’ para ‘O Agente Secreto’ e celebra momento do cinema brasileiro
MELHOR SELEÇÃO DE ELENCO: ‘O agente secreto’ no Oscar: Quem é Gabriel Domingues
O podcast O Assunto é produzido por: Luiz Felipe Silva, Sarah Resende, Carlos Catelan, Luiz Gabriel Franco e Juliene Moretti. Colaborou neste episódio Arthur Stabile. Apresentação: Natuza Nery.
O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações.
Wagner Moura em ‘O Agente Secreto’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Luísa Sonza anuncia para abril a edição do quarto álbum autoral, ‘Brutal paraíso’, e apresenta a capa em que aparece nua


Além da capa do álbum ‘Brutal paraíso’, Luísa Sonza revelou essa imagem promocional do lançamento programado para 7 de abril
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♫ NOTÍCIA
♬ Luísa Sonza revelou o título, a capa e a data de lançamento do quinto álbum de estúdio da artista, o quarto autoral e o primeiro com repertório inédito desde “Escândalo íntimo” (2023). O álbum se chama “Brutal paraíso” e tem lançamento programado para as 21h de 7 de abril.
A capa do álbum “Brutal paraíso” mostra a cantora e compositora nua, encostada sobre o capô de carro vermelho. Em uma das duas imagens divulgadas nas redes sociais de Luísa Sonza, presumivelmente a da capa, a artista aparece usando um salto alto.
O álbum “Brutal paraíso” será lançado três meses após a edição do quarto álbum de estúdio de Sonza, “Bossa sempre nova” (2026), apresentado em 13 de janeiro.
Capa do álbum ‘Brutal paraíso’, de Luísa Sonza
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Contracapa do álbum ‘Brutal paraíso’, de Luísa Sonza
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio 2026 anuncia J Balvin, Pedro Sampaio e outros artistas; veja lista


J Balvin e Pedro Sampaio, destaques do Rock in Rio 2026
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O Rock in Rio anunciou nesta quinta-feira (12) novas participações para o festival que acontece nos dias 4, 5, 6, 7 e 11, 12 e 13 de setembro deste ano, no Parque Olímpico, no Rio de Janeiro (RJ).
Entre os anunciados estão o colombiano J Balvin, estrela da música latina, e o DJ e produtor brasileiro Pedro Sampaio. Ambos se apresentarão no Palco Mundo no dia 12 de setembro.
Também no dia 12, o Palco Sunset receberá Gilsons convidando Daniela Mercury e Olodum, além de um show inédito de Criolo, Amaro Freitas e Dino D’Santiago.
No dia 7 de setembro, o Palco Sunset terá uma programação dedicada a homenagear compositores. A produção do festival anunciou que o primeiro show será de Vanessa da Mata com participação especial de Rubel.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
No dia 11, a banda sul-coreana NEXZ está escalada para abrir os trabalhos no Palco Mundo.
Na mesma data, mas para o palco Sunset, foram anunciados os shows de PJ Morton, tecladista da banda Maroon 5, Os Garotin convida Duquesa e Jota.pê convida Luedji Luna e Zaynara.
Rock in Rio 2026: veja o line-up anunciado até o momento
4 de setembro:
Palco Mundo:
Foo Fighters
5 de setembro:
Palco Mundo
Avenged Sevenfold
Bring Me The Horizon
7 de setembro:
Palco Mundo
Elton John
Gilberto Gil
Jon Batiste
Luísa Sonza convida Roberto Menescal
Palco Sunset
Laufey
Péricles canta Motown
Roupa Nova convida Guilherme Arantes
New Dance Order
Fatboy Slim
Elton John durante apresentação no festival Glastonbury
Oli Scarf/AFP
11 de setembro
Palco Mundo
Stray Kids
Alok – Keep Art Human
HWASA
NEXZ
Palco Sunset
Jamiroquai
PJ Morton
Os Garotin convida Duquesa
Jota.pê convida Luedji Luna e Zaynara
12 de setembro
Palco Mundo
Maroon 5
Demi Lovato
J Balvin
Pedro Sampaio
Palco Sunset
Mumford & Sons
João Gomes & Orquestra Brasileira
Gilsons convida Daniela Mercury e Oldum
Criolo, Amaro Freitas e Dino D’Santiago

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Sonhos de Trem’ se vale de belas imagens para compensar história pouco envolvente; g1 já viu


Assim que começa “Sonhos de Trem”, filme que já está disponível na Netflix desde 21 de novembro e chegou a ser exibido em alguns cinemas (para se tornar elegível para o Oscar), o seu ponto forte já fica claro logo na sua primeira cena: cada imagem é de uma beleza incrível e hipnótica que não dá para resistir. Dá para tirar um quadro do longa, pedir para emoldurar e colocar na parede da sala de estar ou num quarto que vai ficar ótimo.
O filme deslumbra do primeiro ao último fotograma, com belíssimos enquadramentos, ótimo uso de cores e uma iluminação utilizada sempre na intensidade adequada que as cenas exigem. Só que tanta beleza não é suficiente para esconder o fato de que o longa traz uma história que, apesar de interessante, é contada da maneira mais convencional possível.
Ambientada no ínicio do século 20, a trama é centrada em Robert Grainier (Joel Edgerton), um lenhador cuja vida se resume a trabalhar cortando árvores em diversas florestas, além de ajudar na construção de pontes para ferrovias. Até que, um dia, conhece Gladys Olding (Felicity Jones) e se apaixona por ela. Os dois se casam, têm uma filha e constroem uma casa à beira de um rio.
Assista ao trailer do filme “Sonhos de Trem”
Granier continua sua vida de lenhador e, volta e meia, deixa sua família para realizar seu ofício em outras regiões bem distantes de casa. Só que, devido a duas experiências inesperadas e traumáticas, Robert tem sua rotina alterada e passa a questionar a razão de sua existência
Conexão com a natureza
“Sonhos de Trem” adota uma condução mais cadenciada para fazer o espectador refletir sobre a relação entre o homem e a natureza. Por isso, o diretor Clint Bentley, roteirista de “Sing Sing”, se vale de takes mais lentos, onde a câmera se move mais devagar diante de seu elenco ou das belas locações que surgem no filme para causar uma maior contemplação do espectador diante de suas imagens.
O efeito lembra um pouco o cinema de Terrence Malick, de filmes como “A Árvore da Vida” ou “Além da Linha Vermelha”, que também busca discutir essa reflexão. Claro que há um abismo bem grande entre Bentley e Mallick em termos de talento. Mas, mesmo assim, o resultado é bem eficiente. Especialmente para quem gosta de pensar sobre o que fazemos enquanto estamos nesse mundo.
Gladys (Felicity Jones) e Robert (Joel Edgerton) passeiam com a filha numa das cenas de ‘Sonhos de Trem’
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Tanto que Bentley, também autor do roteiro ao lado de Greg Kwedar (diretor de “Sing Sing”), discute como a natureza é explorada de forma predatória através de um personagem que trabalha ao lado do protagonista e demonstra não se importar em cortar árvores porque acredita que elas vão crescer novamente e renovar as que são derrubadas. A discussão é vista de maneira discreta na trama, porém revela o cuidado que o diretor-roteirista tem com assuntos como meio ambiente.
Outro ponto curioso é como o filme (adaptado de um livro do mesmo nome, escrito por Denis Johnson) mostra situações e eventos históricos do início do século 20 através do personagem vivido por Edgerton. Assim, as duas grandes guerras mundiais e a ida do homem ao espaço, por exemplo, são reveladas pelo olhar do protagonista, que tenta compreender as mudanças que estão acontecendo ao seu redor, ainda que de forma mais distanciada por sentir que não faz parte daquele universo.
Tudo isso é fortalecido pelo ótimo trabalho do diretor de fotografia, o brasileiro Adolpho Veloso. Ele cria imagens incríveis que, quando o espectador acha que certa cena é a mais bela do filme, Veloso surpreende e cria uma ainda mais bonita mais adiante na trama. Até uma sequência que resulta na morte de um dos personagens tem tanta beleza que é impossível não ficar impressionado com o que obteve nessa produção. Não é à toa que ele foi indicado ao Oscar 2026 de Melhor Fotografia. Se vencer, além de justa, será a primeira vez que um brasileiro ganha nessa categoria.
Só que, mesmo com tanta beleza, o filme falha em cativar além da parte técnica/estética. A direção e o roteiro não conseguem sair do lugar comum e as situações mostradas no longa são interessantes, porém pouco empolgam. Apenas imagens estonteantes não são o suficiente para construir uma boa obra cinematográfica. E seus realizadores pareceram não compreender isso.
Robert (Joel Edgerton) e Gladys (Felicity Jones) num momento romântico de ‘Sonhos de Trem’
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Força do elenco
Pelo menos, “Sonhos de Trem” também chama a atenção pela reunião de ótimos atores e atrizes em seu elenco. O principal destaque é mesmo Joel Edgerton como o introvertido Robert Granier. O ator-diretor sabe como dar o tom certo para o homem rústico que se retrai em relação aos outros que passam por sua vida, mas que revela suas emoções apenas à mulher que ama e sua filha.
Edgerton sabe como construir personagens com esse perfil e já teve atuações até melhores, como em “Loving: Uma História de Amor” (2016). Mas ainda assim, ele dá conta do recado e consegue manter o espectador focado em seu desempenho.
Menos sorte teve Felicity Jones, que pouco tem a oferecer como Gladys. Embora convença como a esposa apaixonada pelo protagonista, a atriz fica praticamente presa num papel onde quase nada de excepcional acontece com ela. Pelo menos ela demonstra uma boa química com Edgerton.
William H. Macy vive um lenhador veterano no filme ‘Sonhos de Trem’
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Quem aproveita bem o pouco tempo de tela que tem é Wiliam H. Macy. O ator de filmes como “Fargo”, “Magnólia” e “O Sobrevivente” tem alguns dos melhores momentos do filme como Arn Peeples, um veterano lenhador que se destaca pelo seu mau humor e por seus pensamentos a respeito do cuidado com a natureza. Suas cenas só comprovam ainda mais seu talento que vem mostrando ao longo dos anos.
Além de Macy, o filme também conta com a pequena, mas importante participação de Kerry Condon (“F1: O Filme”) como uma guarda florestal que se torna confidente do personagem de Edgerton.
Indicado a quatro Oscars (Melhor Filme, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Canção Original e Melhor Fotografia – já citada anteriormente), “Sonhos de Trem” realmente arrebata com a força e a beleza de suas imagens. Só precisava ter um pouco mais de potência para se tornar mais relevante.
De qualquer forma, é uma produção sensível que pode deixar o espectador emocionado com o espetáculo visual que aparece na tela e com a mensagem de que a vida é como um trem. E que é preciso saber como apreciar a sua viagem antes do ponto de chegada.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Cillian Murphy retorna ao mundo de ‘Peaky Blinders’ com filme ambientado na Segunda Guerra


Cillian Murphy, estrela de “Peaky Blinders”
Caryn Mandabach Productions/Divulgação
O vencedor do Oscar Cillian Murphy, protagonista de “Peaky Blinders”, retorna ao universo da série com um novo filme que se passa durante a Segunda Guerra Mundial.
O ator irlandês reprisa o papel do gângster de Birmingham Thomas “Tommy” Shelby, líder da gangue Peaky Blinders, agora envelhecido e saindo da aposentadoria para impedir uma conspiração nazista na cidade inglesa de Birmingham.
“A ideia sempre me interessou. Estávamos desenvolvendo o roteiro há anos, apenas tentando acertar, ver se poderíamos justificar sua existência, porque é uma coisa diferente, como uma história de duas horas em vez de uma história de seis horas”, disse Murphy à Reuters, referindo-se à série “Peaky Blinders”.
A série foi ao ar pela primeira vez em 2013 e teve seis temporadas, cada uma com seis episódios. A primeira temporada foi ambientada em 1919.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
O filme, intitulado “Peaky Blinders: O Homem Imortal”, apresenta novos membros do elenco, incluindo os atores Rebecca Ferguson, Tim Roth e Barry Keoghan, que interpreta o filho ilegítimo de Tommy, Duke Shelby. O relacionamento deles é o coração emocional da história.
“Quando começamos a entrar na história, ela se tornou apenas sobre família, sobre pai e filho”, disse Murphy. “A violência é o pano de fundo. Você olha para ‘Família Soprano’… são os momentos na cozinha. É tudo família”, acrescentou Keoghan.
O filme da Netflix foi escrito pelo criador da série, Steven Knight.
“Desde o final da primeira série, eu sempre quis encerrar essa parte da história com um filme, e também que o filme se passasse na Segunda Guerra Mundial. Sempre foi minha intenção terminá-la dessa forma”, disse Knight.
O diretor, que também está escrevendo o próximo filme de James Bond, abre “O Homem Imortal” recriando o bombardeio de 1940 da fábrica Birmingham Small Arms (BSA), onde sua mãe trabalhava.
“Minha mãe estava trabalhando na fábrica da BSA na época, colocando explosivos em projéteis de artilharia, mas ela não estava no turno naquela noite… ela sobreviveu. Sempre quis que a história de Peaky fosse baseada nesses tipos de histórias pessoais”.
“Peaky Blinders: O Homem Imortal” será lançado na Netflix em 20 de março.

Fonte: G1 Entretenimento

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Jorge Ben Jor é rei na abertura da novela ‘A nobreza do amor’ com a majestosa gravação original de ‘Zumbi’


Imagem da abertura da novela ‘A nobreza do amor’, próxima atração da Globo no horário das 18h, vista ao som de ‘Zumbi’ (Jorge Ben Jor, 1974)
Reprodução / Vídeo
♫ ANÁLISE
♬ Uma sensação de encantamento foi recorrente nas redes sociais desde que a TV Globo divulgou a abertura da próxima novela das 18h da emissora, “A nobreza do amor”, programada para estrear na próxima segunda-feira, 16 de março.
Em rotação desde o início da tarde de hoje, 12 de março, a abertura de “A nobreza do amor” está entre as mais belas da história da teledramaturgia brasileira, tendo sido construída inteiramente em animação.
Criada pela equipe de Will Nunes sob supervisão de Chris Calvet, a abertura expõe cores que remetem à África – ponto de partida da história, iniciada com golpe no fictício reino de Batanga – entre símbolos e referências da arte africana e da cultura afro-brasileira.
E tudo faz sentido quando a escolha da música de abertura é “Zumbi”, de Jorge Ben Jor. O cantor, compositor e músico carioca é um dos reis da música do Brasil desde os anos 1960, quando embutiu no toque do violão uma bossa negra ao apresentar em 1963 um samba feito em esquema realmente novo.
A música “Zumbi” é ouvida na abertura de “A nobreza do amor” na gravação original acústica feita por Ben Jor para um dos álbuns mais cultuados do artista, “A tábua de esmeraldas”, lançado em 1974. A partir do álbum seguinte, “Solta o pavão”, lançado em 1975, o alquimista deu início a um processo de eletrificação da obra em transição que seria concluída na segunda metade dos anos 1970.
No meio desse processo, Ben Jor regravaria “Zumbi” com mais peso em outro álbum antológico, sintomaticamente “África Brasil” (1976), mas a gravação original tem um charme que potencializa o encantamento da abertura da novela “A nobreza do amor” e que se afina com o mítico universo afro-brasileiro da história de Duca Rachid, Elísio Lopes Júnior e Júlio Fischer. Até porque a obra majestosa de Jorge Ben Jor nas décadas de 1960 e 1970 é um dos elos do Brasil com a África.
O cantor e compositor Jorge Ben Jor tem obra que se afina com a estética africana da novela ‘A nobreza do amor’
Divulgação / Fernando Young

Fonte: G1 Entretenimento