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20 hits em 20 anos: ‘Lepo Lepo’, o hino contra o capitalismo que desafiou a era da ostentação


‘Lepo Lepo’, pagode baiano que virou ‘hino contra o capitalismo’
Em 2014, o Brasil descobriu que para ser amor verdadeiro não precisava ter o carro do ano, nem mesmo apartamento próprio… Bastava, somente, fazer um bom “Lepo Lepo”.
Com um refrão que virou onipresente em questão de semanas, o Psirico provou que o pagode baiano tem sempre fôlego para parar o país.
A música já chegou ao Carnaval de Salvador daquele ano com a fama de “já ganhou”.
Esta matéria faz parte da série “20 hits em 20 anos”, que está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do “20 hits em 20 anos” para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop aqui.
Artistas trabalharam juntos no sucesso ‘Lepo Lepo’
Divulgação
Composição de Filipe Escandurra e Magno Sant’Anna, a letra era uma resposta bem-humorada à ostentação que dominava o funk e o sertanejo naquela época.
Em entrevistas, Márcio Victor, vocalista da banda, chegou a dizer que “Lepo Lepo” era o jeitinho baiano de falar de amor e que a música podia ser encarada como um grito contra o… capitalismo!
Diferente dos hits que falavam de Camaro Amarelo, o personagem de “Lepo Lepo” era um pé-rapado. Mas que mesmo com o salário atrasado, garantia que o seu “talento” na cama compensava tudo.
Música “Lepo Lepo” foi usada em prova
Canal Eu Aqui/ A Gazeta
A explosão nacional também teve uma ajuda de peso: no futebol, Neymar e Daniel Alves comemoraram gols pelo Barcelona rendidos àquela coreografia das mãozinhas em que as palmas abertas simulavam tapas de um lado para o outro.
A faixa, claro, acabou mesmo sendo eleita (e por unanimidade) a “música do Carnaval” e ficou também entre as mais tocadas nas rádios daquele ano.
Psirico leva o ‘Lepo Lepo’ para o carnaval de Salvador
Wallace Barbosa e JC Pereira/AgNews
Antes do fenômeno, é importante dizer, o Psirico já era uma das maiores instituições da Bahia. Mas fato é que “Lepo Lepo” foi além. Atingiu um patamar de hit que poucas músicas conseguem.
Até porque, veja só: mesmo numa época em que o Brasil estava prestes a receber o mundo, sediando uma Copa, as pessoas, ainda assim, só conseguiam pensar se era dinheiro, amor ou cumplicidade…

Fonte: G1 Entretenimento

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Morte de Hikaru Kurosaki: Brasil tem 53 pessoas chamadas Jaspion


Brasileiros com o nome Jaspion
Reprodução
Ao menos 53 brasileiros receberam o nome do protagonista da série “O Fantástico Jaspion”, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
➡️O ator Hikaru Kurosaki, que interpretou o Jaspion, morreu aos 64 anos. A informação foi divulgada pelo site japonês ZakII (do grupo Sankei).
Segundo os dados, a idade média dos Jaspions em 2022, ano do último censo demográfico, era de 32 anos. Os dados mostram ainda que o nome era o 64043º mais popular do Brasil na época.
Entre 1980 e 1999, 47 pessoas foram nomeadas Jaspion.
Hikaru Kurosaki, o eterno ‘Jaspion’, morre aos 64 anos
Reprodução
A série
A série japonesa de tokusatsu (ação com atores reais e efeitos especiais) foi produzida pela Toei e exibida no Japão entre 1985 e 1986. Na trama, o herói jaspion percorre a galáxia a bordo do robô gigante Daileon para impedir a ressurreição do demônio Satan Goss.
Veja os vídeos em alta do g1
Agora no g1
De desempenho apenas mediano no Japão, a série virou fenômeno no Brasil ao estrear na Rede Manchete em 1988, abrindo caminho para a onda tokusatsu na TV brasileira (Changeman, Jiraya). Bordões como “Pela luz de Daileon!” marcaram uma geração.
A saga se tornou uma febre entre os adolescentes da época e inspirou músicas nacionais, como “Jaspion-Changeman”, do Trem da Alegria.
LEIA MAIS: Morte de Hikaru Kurosaki: veja onde assistir ‘O Fantástico Jaspion’
O ator
Hikaru Kurosaki iniciou sua carreira como dublê e ficou conhecido mundialmente por estrelar “O Fantástico Jaspion” na década de 1980.
Kurosaki abandonou a carreira artística na década de 1990, se dedicando ao mergulho profissional. Após sua aposentadoria na carreira artística, Seiki Kurosaki (nome de batismo do ator) fundou a escola de mergulho Mother Earth, em Okinawa, no Japão, na década de 1990.
Ele foi casado com a atriz Yuko Asuka, que morreu em 2011. O casal não teve filhos.
Um colega de Kurosaki na Associação de Mergulho da cidade de Motobu, na província de Okinawa, divulgou a notícia em sua página no Facebook.
“Comunicamos, com pesar, o falecimento do Sr. Kurosaki, da operadora Mother Earth, membro da Associação de Mergulho da Cidade de Motobu. Como o Sr. Kurosaki morava sozinho, enviamos este comunicado para informar as empresas e parceiros do setor. Desde que o Sr. Kurosaki mudou-se para Motobu, há mais de 30 anos, ele foi um companheiro com quem compartilhamos momentos de alegria e dificuldade — em uma época em que existiam apenas cerca de seis operadoras de mergulho na região. Descanse em paz”, escreveu o empresário. A data da morte não foi informada.
O ator Hiroshi Watari, que interpretou Boomerang, xerife espacial aliado do herói na saga de Jaspion, lamentou a morte do amigo nas redes sociais. Os dois também atuaram juntos nos palcos.
Hikaru Kurosaki, ator da série “O fantástico Jaspion”
Divulgação
“Estou chocado com a notícia da morte do Kurosaki Hikaru. Este ano, muitos colegas da JAC [Japan Action Club, o clube de ação de Sonny Chiba] partiram. Nunca esquecerei o que aprendi no palco do Shinjuku Koma Theater e no set de Jaspion. Obrigado”, escreveu Watari.
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Hikaru Kurosaki se tornou instrutor de mergulho profissional após aposentadoria da carreira artística
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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Morte de Hikaru Kurosaki: veja onde assistir ‘O Fantástico Jaspion’


Hikaru Kurosaki, o eterno ‘Jaspion’, morre aos 64 anos
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O ator Hikaru Kurosaki, o eterno protagonista de “O Fantástico Jaspion”, morreu aos 64 anos. A informação foi divulgada pelo site japonês ZakII (do grupo Sankei).
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Para os fãs que querem rever o sucesso, os episódios estão disponíveis no Streaming e no Youtube.
Onde assistir a ‘O Fantástico Jaspion’?
Streaming: episódios disponíveis no Mercado Livre Play e no Prime Video
YouTube: série disponívei legendada no canal “TokuSato”.
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A série
A série japonesa, da qual Hikaru foi protagonista, é do gênero tokusatsu, produções com muita ação, atores reais e efeitos especiais. Foi produzida pela Toei e exibida no Japão entre 1985 e 1986.
Na trama, o herói percorre a galáxia a bordo do robô gigante Daileon para impedir a ressurreição do demônio Satan Goss.
De desempenho apenas mediano no Japão, a série virou fenômeno no Brasil ao estrear na Rede Manchete em 1988, abrindo caminho para a onda tokusatsu na TV brasileira (Changeman, Jiraya). Bordões como “Pela luz de Daileon!” marcaram uma geração.
O ator
Hikaru Kurosaki, ator da série “O fantástico Jaspion”
Divulgação
Um colega de Kurosaki na Associação de Mergulho da cidade de Motobu, na província de Okinawa, divulgou a notícia em sua página no Facebook.
“Comunicamos, com pesar, o falecimento do Sr. Kurosaki, da operadora Mother Earth, membro da Associação de Mergulho da Cidade de Motobu. Como o Sr. Kurosaki morava sozinho, enviamos este comunicado para informar as empresas e parceiros do setor. Desde que o Sr. Kurosaki mudou-se para Motobu, há mais de 30 anos, ele foi um companheiro com quem compartilhamos momentos de alegria e dificuldade — em uma época em que existiam apenas cerca de seis operadoras de mergulho na região. Descanse em paz”, escreveu o empresário. A data da morte não foi informada.
O ator Hiroshi Watari, que interpretou Boomerang, xerife espacial aliado do herói na saga de Jaspion, lamentou a morte do amigo nas redes sociais. Os dois também atuaram juntos nos palcos.
“Estou chocado com a notícia da morte do Kurosaki Hikaru. Este ano, muitos colegas da JAC [Japan Action Club, o clube de ação de Sonny Chiba] partiram. Nunca esquecerei o que aprendi no palco do Shinjuku Koma Theater e no set de Jaspion. Obrigado”, escreveu Watari.
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Hikaru Kurosaki iniciou sua carreira como dublê e ficou conhecido mundialmente por estrelar a série “O Fantástico Jaspion” na década de 1980. No Brasil, o sucesso da série não foi diferente, se tornando uma febre entre os adolescentes da época.
Kurosaki abandonou a carreira artística na década de 1990, se dedicando ao mergulho profissional. Após sua aposentadoria na carreira artística, Seiki Kurosaki (nome de batismo do ator) fundou a escola de mergulho Mother Earth, em Okinawa, no Japão, na década de 1990.
Ele foi casado com a atriz Yuko Asuka, que morreu em 2011. O casal não teve filhos.
Hikaru Kurosaki se tornou instrutor de mergulho profissional após aposentadoria da carreira artística
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Fonte: G1 Entretenimento

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New Order anuncia show único no Brasil em novembro


New Order tocou pela sexta vez no Brasil em 2018
Stephan Solon/Divulgação
O grupo New Order anunciou nesta quinta (2) que virá ao Brasil para um show único em 2026. A banda se apresentará no Espaço Unimed, em São Paulo, no dia 25 de novembro.
A banda, de hits como “Bizarre Love Triangle”, “Blue Monday” e “Regret”, tem mais de 4 décadas de carreira e se firmou como um dos grupos mais icônicos da música britânica. O grupo veio pela última vez ao Brasil em 2018.
Os ingressos estão à venda pela Ticketmaster, e os preços variam entre R$ 260 (pista, meia-entrada) e R$ 1.080 (camarote, inteira).
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Fonte: G1 Entretenimento

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Reality de Viih Tube que daria R$ 20 mil a funcionário vira alvo do MPT; veja os direitos dos trabalhadores


Reality de Viih Tube e Eliezer terá prêmio de mais de R$ 20 mil
Reprodução/YouTube
“Esse é o reality, literalmente, da nossa casa.” Foi assim que Viih Tube anunciou, nas redes sociais, o reality “As Patroas”, programa em que 11 funcionários da influenciadora e ex-BBB e de seu marido, Eliezer, disputariam um prêmio de R$ 20 mil.
O primeiro episódio foi publicado na terça-feira (30) no canal da influenciadora no YouTube e nas redes sociais do casal. Menos de 24 horas depois, o conteúdo foi retirado do ar após uma série de críticas relacionadas à exposição da relação entre empregadores e empregados.
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
A repercussão levou o Ministério Público do Trabalho (MPT) em São Paulo a abrir um procedimento para apurar o caso. Em nota enviada ao g1, o órgão informou que “tomou conhecimento da atividade anunciada pela influenciadora por meio da imprensa e abriu procedimento para apurar os fatos”.
O caso também motivou uma manifestação do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Sem citar diretamente os influenciadores, o tribunal publicou nas redes sociais que expor trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes ou constrangedoras pode caracterizar assédio moral.
“A Constituição Federal protege a dignidade da pessoa humana, e a Justiça do Trabalho reconhece a responsabilização por condutas abusivas. Humilhação não é entretenimento. No ambiente de trabalho, inclusive no doméstico, respeito é dever”, afirmou o TST.
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O g1 procurou Viih Tube e Eliezer para pedir um posicionamento sobre o caso, mas não havia recebido resposta até a publicação desta reportagem.
A reportagem também entrou em contato com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para saber se o órgão recebeu alguma denúncia relacionada ao programa ou se pretende analisar o caso sob a ótica da legislação trabalhista. Não houve retorno.
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) também foi procurado. O g1 questionou se a Justiça do Trabalho já analisou ações envolvendo situações semelhantes, em que a relação de trabalho é transformada em conteúdo de entretenimento, e qual é o entendimento do tribunal sobre esse tipo de iniciativa. Até a publicação desta reportagem, não houve resposta.
Exposição indevida
A repercussão do reality levantou uma discussão sobre os limites legais quando a relação de trabalho se transforma em entretenimento.
Afinal, até onde um empregador pode expor seus funcionários? É possível exigir a participação? Um termo de uso de imagem é suficiente? E se o trabalhador desistir das gravações?
Para a advogada trabalhista Paula Borges, especialista em Direito do Trabalho do Ferraz dos Passos Advocacia e Consultoria, o caso envolve duas relações distintas: o contrato de trabalho e a participação em um produto de entretenimento.
Segundo ela, o vínculo empregatício, por si só, não autoriza a exploração comercial da imagem do trabalhador.
O contrato de prestação de serviços não se estende à exploração da imagem sem relação com a função para a qual ele foi contratado. Como há proveito econômico direto para o empregador, é necessário um tratamento contratual específico, remunerado e separado do vínculo de emprego.
Termo de imagem não basta
De acordo com a especialista, um simples termo de autorização de uso de imagem não é suficiente para viabilizar esse tipo de iniciativa.
Segundo ela, seria necessário um contrato específico, separado do vínculo empregatício, prevendo a participação no reality, remuneração pelo uso da imagem, consentimento livre e informado do trabalhador e o cumprimento das regras da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
Além disso, a participação deve ser efetivamente voluntária. “A atividade não faz parte das funções para as quais o trabalhador foi contratado. Por isso, a recusa não pode gerar punições, perda de benefícios ou até uma demissão. Qualquer consequência negativa na relação de emprego é ilegal”, afirma.
Na avaliação da advogada, esse é justamente um dos pontos mais delicados do caso. “Na relação de trabalho, o funcionário pode sentir que precisa aceitar o convite por medo de desagradar o empregador ou sofrer alguma consequência, mesmo que ninguém faça uma ameaça direta. Por isso, a decisão de participar precisa ser realmente livre e sem qualquer tipo de pressão”, completa.
Funcionário pode desistir
Paula Borges afirma que o trabalhador pode desistir da participação a qualquer momento, já que o direito à imagem é um direito da personalidade e sua autorização pode ser revogada. Ela acrescenta que, caso o conteúdo exponha o funcionário a situações humilhantes ou constrangedoras, o empregador poderá responder judicialmente.
“A Justiça do Trabalho já possui entendimento consolidado de que obrigar empregados a participar de vídeos, brincadeiras ou situações potencialmente vexatórias extrapola os limites do poder diretivo do empregador e pode gerar indenização por danos morais”, afirma.
A advogada também chama atenção para o tempo dedicado às gravações. Se a participação ocorrer fora da jornada de trabalho e houver controle do empregador ou obrigatoriedade de comparecimento, esse período poderá ser considerado tempo à disposição da empresa e deverá ser remunerado.
Segundo ela, o empregador também pode ser responsabilizado pelos impactos decorrentes da exposição pública dos trabalhadores, como ataques nas redes sociais.
“Ao expor o empregado para um público amplo com finalidade comercial, o empregador assume um risco previsível. Se essa exposição causar danos à imagem ou à dignidade do trabalhador, pode haver responsabilização civil”, explica.
Antes de aceitar participar de um reality promovido pelo próprio empregador, a especialista recomenda que o trabalhador saiba que pode recusar o convite sem sofrer qualquer prejuízo na relação de trabalho, exigir um contrato específico para a exploração de sua imagem, receber remuneração pela participação e desistir a qualquer momento.
A especialista ressalta ainda que a assinatura de um termo de uso de imagem não impede um eventual pedido de indenização caso a exposição seja considerada abusiva ou vexatória.
Crescem os números de processos e denúncias por assédio moral no trabalho

Fonte: G1 Entretenimento

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Hikaru Kurosaki, o eterno ‘Jaspion’, morre aos 64 anos, diz site; colega da série lamenta


Hikaru Kurosaki, o eterno ‘Jaspion’, morre aos 64 anos
Reprodução
Hikaru Kurosaki, o eterno “Jaspion”, morreu aos 64 anos. A informação foi divulgada pelo site japonês ZakII (do grupo Sankei).
De acordo com a publicação, um colega de Kurosaki na Associação de Mergulho da cidade de Motobu, na província de Okinawa, divulgou a notícia em sua página no Facebook.
“Comunicamos, com pesar, o falecimento do Sr. Kurosaki, da operadora Mother Earth, membro da Associação de Mergulho da Cidade de Motobu. Como o Sr. Kurosaki morava sozinho, enviamos este comunicado para informar as empresas e parceiros do setor. Desde que o Sr. Kurosaki mudou-se para Motobu, há mais de 30 anos, ele foi um companheiro com quem compartilhamos momentos de alegria e dificuldade — em uma época em que existiam apenas cerca de seis operadoras de mergulho na região. Descanse em paz”, escreveu o empresário. A data da morte não foi informada.
O ator Hiroshi Watari, que interpretou Boomerang, xerife espacial aliado do herói na saga de Jaspion, lamentou a morte do amigo nas redes sociais. Os dois também atuaram juntos nos palcos.
Hikaru Kurosaki, ator da série “O fantástico Jaspion”
Divulgação
“Estou chocado com a notícia da morte do Kurosaki Hikaru. Este ano, muitos colegas da JAC [Japan Action Club, o clube de ação de Sonny Chiba] partiram. Nunca esquecerei o que aprendi no palco do Shinjuku Koma Theater e no set de Jaspion. Obrigado”, escreveu Watari.
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Hikaru Kurosaki iniciou sua carreira como dublê e ficou conhecido mundialmente por estrelar “O Fantástico Jaspion” na década de 1980.
A série japonesa de tokusatsu (ação com atores reais e efeitos especiais) foi produzida pela Toei e exibida no Japão entre 1985 e 1986. Na trama, o herói jaspion percorre a galáxia a bordo do robô gigante Daileon para impedir a ressurreição do demônio Satan Goss.
De desempenho apenas mediano no Japão, a série virou fenômeno no Brasil ao estrear na Rede Manchete em 1988, abrindo caminho para a onda tokusatsu na TV brasileira (Changeman, Jiraya). Bordões como “Pela luz de Daileon!” marcaram uma geração.
A saga se tornou uma febre entre os adolescentes da época e inspirou músicas nacionais, como “Jaspion-Changeman”, do Trem da Alegria.
Kurosaki abandonou a carreira artística na década de 1990, se dedicando ao mergulho profissional. Após sua aposentadoria na carreira artística, Seiki Kurosaki (nome de batismo do ator) fundou a escola de mergulho Mother Earth, em Okinawa, no Japão, na década de 1990.
Ele foi casado com a atriz Yuko Asuka, que morreu em 2011. O casal não teve filhos.
Hikaru Kurosaki se tornou instrutor de mergulho profissional após aposentadoria da carreira artística
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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Sony vai deixar de fabricar discos físicos para novos jogos de PlayStation em 2028


Sony deixará de fabricar discos físicos para novos jogos de PlayStation em 2028
Unsplash/Kerde Severin
A Sony deixará de produzir discos físicos (CDs) para os novos videogames de seus consoles PlayStation a partir de janeiro de 2028, quando os títulos passarão a ser distribuídos apenas em formato digital, anunciou o grupo japonês.
“A produção de discos físicos para todos os novos jogos lançados em consoles PlayStation será interrompida a partir de janeiro de 2028”, informou a Sony em uma publicação no blog da empresa.
A companhia afirmou que a mudança “não afetará os jogos que já tenham sido lançados ou que venham a ser lançados antes de janeiro de 2028 em formato físico”.
O anúncio ocorre poucos meses antes do lançamento exclusivamente digital de Grand Theft Auto (GTA) VI, que pode se tornar o produto cultural mais vendido da história.
Nas redes sociais, alguns usuários criticaram que a ausência de disco físico eliminaria o mercado de segunda mão para esse título.
“É uma evolução natural para a Sony Interactive Entertainment, que se adapta às tendências dos consumidores, já que a preferência geral por mídias digitais supera amplamente a dos discos físicos”, declarou a companhia.
Amazon traz Alexa+ ao Brasil e aposta em IA como o ChatGPT para renovar assistente virtual
Anatel e lojas online fazem acordo contra minicelulares usados em presídios

Fonte: G1 Entretenimento

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Pastor Poncio, preso em operação da PF, é patriarca de família de influenciadores envolvida em polêmicas; veja quem é quem


Pastor Márcio Pôncio é preso em operação no Rio
A prisão do pastor Márcio Poncio pela Polícia Federal, nesta quinta-feira (2), voltou a colocar os holofotes sobre a família Poncio, conhecida nacionalmente pela exposição da rotina nas redes sociais e por reunir influenciadores, empresários e políticos.
Os demais integrantes da família, no entanto, não são alvo da investigação da Polícia Federal. A apuração da PF tem como foco Márcio Poncio, preso na quinta fase da Operação Unha e Carne, que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao grupo do bicheiro Adilsinho, apontado como chefe da chamada “Máfia do Cigarro”.
Veja quem é quem na família Poncio:
Márcio Poncio
Pastor Marcio Poncio
Instagram/Reprodução
Nas redes sociais, Márcio se apresenta como “patriarca da família Poncio”. Pastor da Igreja da Nuvem e empresário, ele ganhou notoriedade pela exposição da vida familiar e soma mais de 500 mil seguidores, onde costuma compartilhar o dia a dia e responder às críticas direcionadas ao clã. Antes da atuação religiosa, construiu sua trajetória no setor do tabaco, o que lhe rendeu o apelido de “pastor do cigarro”. Também disputou cargos políticos nos últimos anos.
Nesta quinta-feira (2), foi preso pela Polícia Federal durante a quinta fase da Operação Unha e Carne. Segundo a investigação, ele é suspeito de ligação com um esquema de lavagem de dinheiro relacionado à chamada “Máfia do Cigarro”.
Simone Poncio
Simone Poncio e Marcio Poncio
Reprodução/Instagram
Esposa de Márcio Poncio e matriarca da família. Também é bastante presente nas redes sociais e costuma aparecer em publicações ao lado do marido e dos filhos. Recentemente, anunciou que está grávida novamente, aos 50 anos, após recorrer à fertilização in vitro.
Sarah Poncio
Sarah Poncio não se elegeu deputada estadual
Reprodução/Instagram
Filha de Márcio e Simone, Sarah é deputada estadual pelo Rio de Janeiro e influenciadora digital. Antes de entrar para a política, ganhou notoriedade nas redes sociais ao compartilhar a rotina familiar. Ela também protagonizou episódios de grande repercussão na internet ao lado do irmão Saulo. Sarah não é investigada na operação da Polícia Federal.
Saulo Poncio
Saulo Poncio, da dupla Um44K, durante show no Festival Teen, em São Paulo
Iwi Onodera e Manuela Scarpa/Brazil News
Cantor e ex-integrante da dupla UM44K, Saulo foi um dos responsáveis por tornar a família conhecida nacionalmente nas redes sociais. Além da carreira musical, ganhou destaque pela intensa exposição da vida pessoal e dos relacionamentos. Assim como os demais familiares, não é alvo da investigação da PF.
Uma família conhecida nas redes
Ao longo dos últimos anos, a família Poncio acumulou milhões de seguidores nas redes sociais e transformou a rotina doméstica em conteúdo para a internet. A ostentação de patrimônio, os negócios da família e episódios envolvendo principalmente Sarah e Saulo fizeram do sobrenome Poncio um dos mais conhecidos entre influenciadores brasileiros.
Pastor Poncio, preso em operação da PF, é patriarca de família de influenciadores
Reprodução
🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop.

Fonte: G1 Entretenimento

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Neta de Beto Guedes, Julia Guedes fica entre a dinastia e a busca do próprio caminho no álbum que lança em agosto


Julia Guedes apresenta músicas autorais como ‘Estranha nuvem’ e ‘Sus mareas’ no primeiro álbum, agendado para agosto
Isabella Moriconi / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ A própria ascendência de Julia Guedes e a presença de Wagner Tiso – como o arranjador das cordas que adornam a música “Zóim”, parceria de Julia com Tommy Coelho – sinalizam que a cantora, compositora, multi-instrumentista e produtora musical mineira ecoará influências do Clube da Esquina no primeiro álbum, previsto para agosto pelo selo Dobra Discos. É que Julia é neta de ninguém menos do que Beto Guedes, compositor referencial no universo pop mineiro dos anos 1970 e 1980.
Contudo, ao mesmo tempo em que reafirma a força da dinastia e da canção mineira na gravação do repertório autoral, Julia Guedes também pretende trilhar o próprio caminho, criar a própria turma e fazer o próprio nome no álbum a que ela mesma deu forma ao orquestrar a produção musical ao lado de Antonio Neves e de Paulo Emmery, este creditado como coprodutor musical.
Cantora e compositora mineira revelada nos anos 2000 como vocalista e guitarrista da banda Graveola e o Lixo Polifônico, Luiza Brina assina o arranjo de “Sus mareas”, única música composta em espanhol dentre as 12 reunidas por Julia Guedes no álbum.
Cantora e compositora de origem maranhense, Tori assina e canta com Julia a música “Estranha nuvem”, além de ter feito todos os coros do álbum com a ascendente carioca Dora Morelenbaum.
Nascida em Belo Horizonte (MG) e criada entre a capital mineira e Conceição do Mato Dentro (MG), Julia Guedes geralmente parte do piano ao compor, já tendo sido premiada como instrumentista em 2023 ao mesmo tempo em que foi amealhando e apresentando em shows o repertório autoral que registra no álbum de estreia.
“Contra o medo” (música gravada com produção musical de Lucca Noacco e coprodução da artista) e “Poesia total” estão no repertório do álbum e formam com a supracitada “Zóim” a trinca de faixas apresentadas no single tripo editado hoje, 2 de julho, como amostra inicial do primeiro álbum de Julia Guedes.

Fonte: G1 Entretenimento

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Remada viking: gesto da torcida da Noruega foi ideia de professor e virou música nº1 no país


Seleção da Noruega comemora vitória com ‘remada viking’
Dylan Martinez/Reuters
A seleção da Noruega, que enfrenta o Brasil neste domingo (5), não participava de uma Copa do Mundo desde 1998. Por isso, a confederação de futebol do país e alguns de seus torcedores têm investido em formas de engajar a torcida para apoiar a seleção neste ano.
Daí surgiu a “remada viking”: o momento em que os torcedores (e às vezes, os próprios atletas) fazem um gesto de remo em sincronia e entoam “Ro!” (remar).
O gesto virou febre entre os noruegueses e chamou a atenção do mundo em tempo recorde: tem só alguns meses que o cântico surgiu. A ideia veio de um professor norueguês, foi abraçada pela torcida e virou, inclusive, a música mais ouvida do país. Entenda:
A origem da remada
A ideia veio do professor Ole Frøystad. Ele conta que tinha o sonho de pensar um cântico que engajasse a torcida e preparou entre 10 e 15 ideias.
“Tornou-se uma meta, uma espécie de sonho meu. Então, me sentei e aprendi muito no ano passado sobre diferentes cânticos. Eu andava por aí durante o dia ouvindo música, apenas tentando explorar diferentes abordagens e pensar no que poderia causar impacto. Eu queria que fosse curto. Queria que fosse fácil. Queria que tivesse elementos culturais e causasse um grande impacto”, contou à ESPN australiana.
Inspirado pelos “viking claps” (tipo de aplauso coordenado) da Islândia, ele pensou nos gestos das remadas dos vikings… e percebeu que tinha uma ótima ideia em mãos.
“Eu pensei: ‘Bom, é exatamente isso que os vikings faziam. Eles remavam para a batalha. Eles recolhiam as velas, estendiam os remos e remavam até a costa… Foi como um estalo. Com o movimento e a forma como mexemos o corpo, vai ser como aquela ‘ola’ nos estádios. Vai ser incrível.”
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A ideia foi testada pela primeira vez em março, durante um amistoso contra a Suíça, um dos últimos jogos da Noruega antes da Copa do Mundo.
Depois disso, foi só divulgar. Frøystad e a torcida organizada começaram a produzir vídeos para as redes sociais e canais de notícias locais, ensinando detalhadamente como os torcedores deveriam “remar” de forma coordenada para que o movimento ficasse visualmente impactante.
O conteúdo alcançou 38 milhões de visualizações e quase 3 milhões de curtidas. Rolaram críticas, claro, mas não faltou adesão. E logo antes da Copa, Frøystad percebeu que a celebração seria um fenômeno absoluto durante o mundial.
Torcida da Noruega faz a ‘remada viking’ durante jogo da Copa
Jeenah Moon/Reuters
Cântico é hit na Noruega
O cântico virou uma música chamada “Vikingblod”, lançada oficialmente pela torcida Oljeberget com participação do cantor Petter Katastrofe. A faixa é a mais ouvida no Spotify norueguês.
“Somos a Noruega, sabemos que não somos os maiores / Mas Odin sabe que chegamos primeiro / Cruzamos o Atlântico, remaremos todo o caminho / Em nossas veias corre sangue viking”, diz o refrão.
Vale dizer que a ideia dos vikings não agrada a todo mundo. Sobre a música, o jornal norueguês Verdens Gang (VG) escreveu: “Será que realmente não temos nada mais a oferecer além dessa representação vazia e turística desse povo enigmático que migrou para o norte há mil anos?”.
O torcedor Emil Anners Lappen viralizou por se recusar a entrar no movimento das remadas. “Eu acho que essa remada foi uma ideia estúpida desde o começo. Nunca gostei disso”, disse ao jornal VG.
Com o apoio do país inteiro ou não, fato é que a remada viking marcou a história da Noruega nesta Copa do Mundo. E se bobear, vai durar para as próximas.

Fonte: G1 Entretenimento