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Indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, Benicio del Toro diz que seu personagem tem ‘muito’ de si


Benicio Del Toro em “Uma Batalha Após a Outra”
Foto: Divulgação
Vinte e cinco anos após ganhar seu primeiro Oscar, Benicio del Toro volta a concorrer na premiação por seu papel em “Uma Batalha Após A Outra”.
No longa, o ator interpreta o Sensei Sergio St. Carlos, um treinador de karatê que dedica as horas vagas a ajudar imigrantes.
“Há muito de mim ali”, disse Del Toro à AFP sobre a identificação com o personagem.

Na trama, o estilo tranquilo do treinador serve como contraponto ao comportamento instável de seu parceiro de cena, o ex-revolucionário Bob Ferguson, interpretado por Leonardo DiCaprio.

Del Toro confessa que ficou surpreso com a efusividade em torno do papel, que, com menos de 15 minutos de cena, o colocou na disputa pelo Oscar de Melhor Ator Coadjuvante.

Veja os concorrentes do ator na categoria de coadjuvante no Oscar 2026
Leonardo DiCaprio e Benicio del Toro em cena de ‘Uma batalha após a outra’
Divulgação
Porto-riquenho de 59 anos, Del Toro disputa na categoria com outros quatro atores:
Jacob Elordi, ‘Frankenstein’
Delroy Lindo, ‘Pecadores’
Sean Penn, ‘Uma batalha após a outra’
Stellan Skarsgård, ‘Valor sentimental’

“Uma Batalha Após A Outra”: filme levou 13 indicações ao Oscar
‘Uma batalha após a outra’ satiriza autoritarismo nos EUA com ação, destreza e culpa

O longa de Paul Thomas Anderson acompanha o ex-revolucionário Ferguson (Leonardo DiCaprio), que tenta criar sua filha adolescente (Chase Infiniti) enquanto o passado retorna para cobrar a conta.
O drama se desenrola em meio a atos insurgentes, batidas anti-imigração e complôs supremacistas nos Estados Unidos dos dias de hoje.
Del Toro reconhece que viu potencial no filme desde o começo, embora considerasse seus colegas “como os verdadeiros protagonistas”.
Mas o ator diz se sentir orgulhoso por ser justamente este papel que “seja reconhecido pelo o que representa”.

De alguma forma, acredito que isto demonstra que há algo nele, há um coração ali, e acredito que é por isso que as pessoas se sentem atraídas por Sensei”.
Trajetória
Benicio del Toro iniciou a carreira na televisão e em papéis menores, como uma figuração no clipe “La Isla Bonita”, de Madonna. Seu destaque em Hollywood veio em 1995, com “Os Suspeitos”.
Em 2001, consolidou a carreira ao vencer o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por “Traffic”, interpretando um policial de fronteira. Foi indicado novamente em 2004 por 21 Gramas.
A cerimônia de premiação acontece no próximo domingo, dia 15 de março, com transmissão da TV Globo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ator Gabriel Leone entra em cena como cantor com grande álbum valorizado pela produção musical e pela alma do artista


Gabriel Leone encara repertório pautado pelo desamor em ‘Minhas lágrimas’, álbum orquestrado com produção de Marcus Preto e Tó Brandileone
Zabenzi / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Minhas lágrimas
Artista: Gabriel Leone
Cotação: ★ ★ ★ ★ ★
♬ A despeito de já ter gravado músicas para trilhas sonoras de filmes e séries ao longo dos últimos dez anos, o ator Gabriel Leone somente entra de fato em cena como cantor com o lançamento do primeiro álbum do artista carioca de 32 anos. E já chega chegando.
Em rotação desde a última sexta-feira, 6 de março, em edição do selo MP,B, o álbum “Minhas lágrimas” é a prova de que mais valem um conceito e um intérprete sensível do que uma voz deslumbrante ou opulenta, mas sem alma.
Sim, Leone canta bem, é afinado e coloca apropriadamente a voz nas 10 músicas selecionadas no vasto baú de lados B da MPB. Contudo, o que eleva o álbum “Minhas lágrimas” são a inteligência do canto do intérprete – hábil no entendimento pleno do sentido dos versos a que dá voz – e a grandiosidade da produção musical orquestrada por Marcus Preto (principal incentivador do disco, no qual atuou como diretor artístico) e Tó Brandileone.
Cordas e metais são utilizados de forma por vezes suntuosa, mas sem exibicionismos gratuitos, sendo postos a serviço dos sempre certeiros arranjos executados pela banda formada por Agenor de Lorenzi (piano, órgão e sintetizadores), Fábio Sá (baixo), Filipe Coimbra (guitarra), Sidmar Vieira (metais), Tiago Costa (cordas e metais), Vitor Cabral (bateria) e Will Bone (metais), além do produtor musical Tó Brandileone na guitarra, nas percussões e no violão.
“Minhas lágrimas” é álbum situado no universo da MPB, mas também transita pelo rock de atmosfera indie. Essa conexão é evidenciada logo na primeira faixa do álbum, “Cara limpa” (Paulo Vanzolini, 1974), samba reconstruído por Leone com exuberante arranjo de tom inicialmente áspero e minimalista.
À medida que avança, a gravação de “Cara limpa” ganha o peso do rock e vai ficando cada vez mais encorpada com profusão de cordas e metais até voltar para o minimalismo do início, evidenciado na ênfase do toque do piano de Agenor de Lorenzi, fechando um arco condizente com o teor da música e do próprio álbum. “Posso lhe dizer que olho pra ela e nada sinto / Posso lhe dizer com a cara limpa enquanto minto”, canta Leone, vertendo no irretocável repertório de “Minhas lágrimas” o sentimento de resignação e/ou vazio que ecoa ao longo do disco.
“Minhas lágrimas” é álbum atravessado por desertos existenciais como o da música-título de Caetano Veloso, lançada pelo autor no álbum “Cê” (2006) e reavivada por Leone no fecho do disco, arrematando conceito que jamais se perde ao longo das dez faixas.
Se Leone interioriza no canto o sofrimento entranhado nos versos de “Choro das águas” (Ivan Lins e Vitor Martins, 1977), em arranjo que parece derramar as lágrimas do eu-lírico da canção, “Segredo” (1986) é desvendado pelo ator-cantor na sala escura do sentimento com suingue funky na introdução do arranjo que evolui sinuoso como o cancioneiro de Djavan, autor dessa balada de acento blues conhecida somente pelos seguidores mais atentos do compositor.
Em “Êta nóis” (Luhli e Lucina, 1984), Leone ameniza o sotaque caipira do tema, terçando vozes com Ney Matogrosso, intérprete original da música ambientada no universo rural recorrente na obra de Luhli & Lucina. Dentro do conceito afetivo do álbum, “Êta nóis” é a composição menos melancólica por lembrar que o fel da desamor um dia vira mel no milagre permanente da lida / vida.
Faixa que precedeu o álbum em single lançado em 5 de dezembro, “Nós dois” (Celso Adofo, 1983) descortina a beleza melódica e poética de canção sobre amor represado, entoada por Leone no devido tempo de delicadeza.
Não cabia na arquitetura de “Nós dois” a grandiosidade que desaba na introdução de “Antes da chuva chegar” (1976), balada angustiada do primeiro álbum de Guilherme Arantes, lançado há 50 anos. O arranjo evoca o universo meio prog do universo do cancioneiro de Arantes em meados dos anos 1970 em gravação que reitera a exatidão do canto de Leone.
Em “As portas do meu sorriso” (1979), Leone abre espaço para o canto agudo de Juliana Linhares, convidada da gravação de tom country-folk dessa música composta por Fagner com Paulinho Tapajós (1945 – 2013) por volta de 1971 e gravada pelos autores anos depois em dueto apresentado no álbum “Amigos e parceiros” (1979), de Tapajós.
Com alma de blues e aura de indie-rock, Leone encara o sentimento de inadequação e a fera da solidão no canto de “Assim sem mais” (João Bosco, Antonio Cícero e Waly Salomão), música lançada por João Bosco no álbum “Zona de fronteira”(1991).
Na sequência, a gravação de “Bolero de Satã” (Guinga e Paulo César Pinheiro, 1976) corrobora a inteligência e a sensibilidade do canto de Leone no álbum. Afinado com o arranjo de timbres rascantes, o canto de Gabriel Leone verte lágrimas de sangue (sem cair no melodrama) no registro desse bolero difundido por Elis Regina (1945 – 1982) em feat com Cauby Peixoto (1931 – 2016) para o álbum “Elis, essa mulher” (1979). “Bolero de Satã” prepara o clima para o gran finale com a canção-título “Minhas lágrimas”, ouvida em registro quase épico.
Enfim, no resumo dessa ópera, Gabriel Leone nasce oficialmente como cantor em grande álbum em que põe a voz a serviço das canções com a sensibilidade que o guia na travessia pelos desertos da alma que chora pelo desamor.
Capa do álbum ‘Minhas lágrimas’, de Gabriel Leone
Zabenzi com arte de Lucas Pires

Fonte: G1 Entretenimento

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Timothée Chalamet: declarações recentes geram desgaste e ameaçam favoritismo ao Oscar, diz revista


Timothée Chalamet em cena de ‘Marty Supreme’
Divulgação
O nome de Timothée Chalamet tornou-se o centro de uma polêmica nas redes sociais após declarações sobre o universo do balé e da ópera.

Indicado ao Oscar de Melhor Ator ao lado de Wagner Moura, o artista classificou as modalidades como “formas de arte em declínio e desconectadas da realidade atual”.
Embora tenha garantido, logo em seguida, ter “todo o respeito pelos profissionais da área”, o comentário reverberou negativamente entre instituições e críticos.
A declaração foi dada em evento promovido pela revista americana “Variety” e pela emissora “CNN”.
O programa foi exibido no dia 21 de fevereiro, cerca de duas semanas antes do prazo final para a votação do Oscar 2026, que se encerrou na última quinta-feira (5).
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Impacto na premiação
Em análise publicada após o episódio, Clayton Davis, editor chefe de premiações da revista, afirmou que as perspectivas de vitória para o protagonista de Marty Supreme “praticamente evaporaram”.
“Durante semanas, seu estilo de campanha atraiu críticas significativas de profissionais da indústria e votantes, indicando que o ator talvez precise esperar um pouco mais por seu primeiro Oscar”, diz parte do texto.

Segundo o crítico, o desgaste gerado pode ter beneficiado diretamente seus principais concorrentes na categoria, incluindo o brasileiro Wagner Moura.
Reações nas artes clássicas

As falas do ator também mobilizaram grandes instituições ligadas ao balé e a ópera. O “Metropolitan Opera”, de Nova York, reagiu publicamente às falas de Timothée Chalamet em vídeo que já ultrapassa 6 milhões de visualizações.
Na postagem, a instituição exibiu bastidores de suas produções e escreveu na legenda “Essa é para você, Chalamet”.
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No Reino Unido, a “Royal Ballet and Opera” também emitiu nota reforçando que as artes clássicas continuam a elevar outras formas de expressão, incluindo o cinema.
“Todas as noites, na Royal Opera House, milhares de pessoas se reúnem pelo balé e pela ópera. Pela música. Pela narrativa. Pela pura magia de uma performance ao vivo. Se você quiser reconsiderar, Timothée Chalamet, nossas portas estão abertas”, escreveu a instituição em postagem nas redes sociais.
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A cerimônia de premiação acontece no próximo domingo, dia 15 de março, com transmissão global.

Fonte: G1 Entretenimento

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Oscar 2026: premiação acontece no próximo domingo (15)


Oscar 2026: premiação acontece no próximo domingo (15) A cerimônia dos melhores do cinema será em Los Angeles, nos Estados Unidos. A TV Globo vai transmitir. O filme brasileiro “O agente secreto” recebeu quatro indicações ao Oscar 2026, incluindo melhor ator para Wagner Moura.. A obra dirigida por Kleber Mendonça Filho também concorre a melhor filme, filme internacional e seleção de elenco.. Outro brasileiro, Adolpho Veloso, também concorre à premiação na categoria de melhor fotografia por “Sonhos de Trem”.. A TV Globo irá transmitir a cerimônia, e você também poderá acompanhá-la ao vivo pelo g1.

Fonte: G1 Entretenimento

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g1 Ouviu #329 – Diogo Nogueira em 20 anos: do futebol ao infinito samba


Diogo Nogueira esteve no g1 Ouviu em 5 de março e falou sobre sua turnê “Infinito Samba”, que celebra seus 20 anos de carreira.
O cantor analisou sua trajetória e citou seu primeiro álbum, intitulado “Diogo Nogueira Ao Vivo” e gravado do teatro João Caetano, no Rio de Janeiro. O artista, que já revelou algumas vezes não gostar do disco, explicou que ele serviu como um aprendizado. “Foi um dos mais vendido da minha história. É um divisor de águas. Eu sou muito grato, mesmo não curtindo muito”.
Durante a entrevista, Diogo também refletiu sobre as mudanças no cenário musical com a ascensão do pagode. “O samba perdeu o espaço de estar na mídia e no mercado. Mas continua nos nos lugares onde ele sempre resistiu e sempre esteve: nos guetos.”
Ele citou nomes da nova geração, como Mosquito, Inácio Rios, Marina Íris. Diogo ainda comentou que próprio filho também quer seguir seus passos na música. Ele é afinado, ainda tem uma voz imatura, muito jovem. Mas acho que da forma que está estudando. Mas eu disse: Primeiro você me entrega o canudo [diploma], depois você pode fazer o que quiser da sua vida.”
Diogo Nogueira analisa a música mais ouvida no streaming em 2025: ‘Não é samba’
Ao longo do bate-papo, Diogo também relembrou como que escreveu uma música para Paolla Oliveira, “Flor de Caña”. Diogo disse que escreveu durante uma viagem e organizou para que isso fosse um presente de aniversário para a atriz.
“No dia do aniversário dela, eu disse que tinha um presente. Eu não comprei, eu diz. Ela ficou com olho arregalado. Foi incrível”, relembrou. Diogo Nogueira e a atriz ficaram juntos por cinco anos.
Questionando se é difícil cantar a música depois da separação, ele respondeu que não existe nenhum problema.
“Eu falo com ela semanalmente. O casal não existe, mas o amor continua. Ainda me preocupo com ela. O amor se transformou em amizade”.
Diogo Nogueira rebate críticas ao visual: ‘Quem tem que achar se estou bonito sou eu”
Filho de João Nogueira, Diogo revelou que até hoje sofre pressão por ser filho do sambista. “Acho um absurdo certas comparações. Só o filho de alguém que já foi consagrado que não pode? Todo mundo pode. Eu nunca fiquei me preocupando com isso”.
“Eu sempre recebi críticas e continuo recebendo. Eu não tenho que provar mais nada para ninguém. São 20 anos de carreira consolidada”.
Você pode ouvir o g1 Ouviu no g1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o g1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar.
Diogo Nogueira é entrevistado pelas jornalistas Marília Neves e Dora Guerra no programa g1 Ouviu, no estúdio do g1 em São Paulo
Fábio Tito/g1
Diogo Nogueira no g1 Ouviu
Fábio Tito/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Jennifer Runyon, de ‘Os Caça-Fantasmas’, morre aos 65 anos


Jennifer Runyon, de ‘Os Caça-Fantasmas’, morre aos 65 anos
Divulgação/Reprodução/Instagram
Jennifer Runyon Corman, do filme “‘Os Caça-Fantasmas”, morreu aos 65 anos na sexta-feira (06). A informação foi confirmada pela família em uma postagem no Facebook.
“Na última sexta-feira (06), nossa querida Jennifer faleceu. Foi uma jornada longa e árdua que terminou com ela cercada por sua família”, dizia a publicação. Corman teve seu papel de destaque como Gwendolyn Pierce na sitcom “Charles in Charge”.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
A atriz Erin Murphy, que interpretou a jovem Tabitha Stephens em “A Feiticeira” e era amiga de Runyon, prestou homenagem no Instagram e afirmou que ela morreu “após uma breve batalha contra o câncer”. “Ela era uma pessoa especial. Vou sentir sua falta, Jenn. Meus pensamentos estão com sua família e seus lindos filhos”.
Bailey Corman, de 30 anos, filha de Jeniffer, também lamentou a morte da mãe no Instagram. “Todas as melhores partes de mim vieram de você. Eu daria tudo por mais um dia juntas. A pessoa mais gentil e compreensível que já conheci. Minha melhor amiga. Eu não estava preparada para isso”, escreveu ela na legenda de uma sequência de fotos de sua mãe.
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Fonte: G1 Entretenimento

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A banalização do deepfake: como ‘pornô falso’ com famosas virou conteúdo em sites adultos


Atriz e ator se preparam para cena de vídeo erótico de realidade virtual
Reprodução/BadoinkVR
A inteligência artificial transformou a “pornografia sem consentimento” em violência sob demanda. Em 2026, o debate já não gira apenas em torno da sofisticação técnica dessas ferramentas, mas da facilidade com que plataformas, aplicativos e serviços passaram a embalar esse abuso como produto acessíve
A oferta de serviços para manipular rostos circula em anúncios de sites de conteúdo adulto. Em janeiro, era possível baixar mais de 50 aplicativos com essa finalidade no Google Play, e 47 na App Store, nos Estados Unidos.
Quando a ferramenta tem interface em loja de aplicativo, o abuso é embalado como conveniência. O ato deixa de ser exceção e vira consumo fácil. Em sites adultos, é comum ver anúncios oferecendo esse tipo de serviço.
Empresas estão criando ‘gêmeas digitais’ de atrizes pornô com IA
De celebridade à vizinha
De celebridade à pessoa comum, a lógica é a mesma: transformar imagem íntima sintética não consensual em mercadoria. O problema não está apenas na falsidade visual, mas no modelo de negócio que vende intimidade forjada como serviço.
Sem exigir conhecimento técnico, plataformas permitem que usuários enviem fotos de colegas, conhecidas ou ex-parceiras, convertendo proximidade social em valor de consumo e de circulação
O modelo indica que, quanto maior a familiaridade do usuário com a vítima, maior o valor do conteúdo para quem consome ou compartilha. A adesão ao mercado se sustenta por crenças que parecem minimizar o dano, como a ideia de que figuras públicas são alvos legítimos ou de que não existe violência ou crime nos casos de manipulação de imagem.
Uma pesquisa realizada no começo do ano pela University College Cork (UCC), com mais de dois mil participantes, confirmou que a crença nesses mitos aumenta a propensão de usuários a assistir, criar ou compartilhar esse tipo de material. A instituição sustenta que o combate exige mais regulação e educação do usuário.
Um projeto lançado em fevereiro pelo instituto alemão ITAS-KIT, em parceria com universidadeslocais, cita estimativas de que 98% dos deepfakes são pornográficos. O dano não depende de a imagem ser tomada como verdadeira.
A violência ocorre porque a agressão forja e reencena a intimidade da vítima, expondo seu corpo de maneira sexualizada sem consentimento e retirando dela o controle sobre a própria imagem. A pesquisa do ITAS-KIT conclui que as punições não avançam porque os agressores permanecem anônimos e as vítimas evitam a denúncia formal.
O avanço das punições segue limitado não apenas pela ausência de resposta institucional, mas pela dificuldade de aplicar regras existentes em contextos marcados por anonimato, circulação rápida e subnotificação. Pesquisas recentes apontam que muitas vítimas evitam a denúncia formal, enquanto autores permanecem difíceis de identificar, o que enfraquece a responsabilização e mantém o mercado em funcionamento”

Fonte: G1 Entretenimento

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‘O Testamento’: por que história de Anita Harley, das Pernambucanas, tem chamado tanta atenção?


Documentário sobre a disputa de poder nas Casas Pernambucanas traz muitas novidades do caso
A história de Anita Harley tinha tudo para ser apenas mais um caso de disputa familiar em torno de uma herança bilionária, mas rapidamente se revela muito mais complexa, cheia de camadas afetivas, segredos e versões que se chocam.
O documentário “O Testamento: O Segredo de Anita Harley”, com cinco episódios disponíveis no Globoplay, aprofunda essas contradições.
Com direção de Camila Appel, codireção de Dudu Levy e direção artística de Monica Almeida, a série aposta em uma abordagem que vai além do embate jurídico. Ela destaca as motivações e fragilidades dos personagens, recorrendo ainda a algumas encenações com atores para complementar a narrativa.
LEIA MAIS: Entenda a disputa bilionária pela herança de Anita Harley
Abaixo, o g1 explica por que o documentário vem chamando tanta atenção:
Curiosidade de uma jornalista
A história de Anita Harley talvez continuasse restrita aos bastidores jurídicos se Camila Appel, diretora do documentário, não tivesse se intrigado ao perceber que, no mesmo hospital onde seu pai estava internado, havia uma paciente com seguranças na porta do quarto. A pergunta inicial “Quem é essa mulher?” acabou abrindo caminho para toda a investigação.
Suzuki, Cristine Rodrigues e Anita Harley, cenas do documentário ‘O Testamento’
Globoplay
AVC que muda tudo
Em 2016, Anita Harley sofreu um acidente vascular cerebral e entrou em coma. Esse momento se torna o estopim para uma disputa feroz sobre quem ficaria responsável por sua curatela.
Disputa pelo trono
O documentário mostra que a disputa pelo comando das Casas Pernambucanas não começou com Anita, ela atravessa gerações. Após a morte de Erenita Helena Groschke Lundgren, mãe de Anita, a empresária assumiu a presidência da companhia, desencadeando uma briga que se estende por décadas e envolve até os sobrinhos.
Treta afetiva
O documentário também expõe um ponto central das divergências em torno da vida pessoal de Anita Harley: afinal, quem era sua verdadeira companheira? A produção mostra duas personagens que assumem terem tido uma relação estável com a empresária. De um lado Sônia Soares, conhecida como Suzuki, identificada por muitos como “dama de companhia” de Anita, tenta convencer a todos que ela não era apenas uma funcionária. Do outro, Cristine Rodrigues, secretária de confiança, reivindica na Justiça o reconhecimento como companheira legítima.
Anita Harley, herdeira das Casas Pernambucanas. Duas mulheres lutam na Justiça pela herança
Reprodução/TV Globo
Arthur: o herdeiro?
No meio da disputa, surge mais um nome: Arthur Miceli, filho de Suzuki. Ele conseguiu o reconhecimento da maternidade socioafetiva, mas sua chegada causa indignação em parte da família, que nunca o reconheceu como herdeiro de Anita.
Primas divas
Juliana Lundgren e Andrea Lundgren assumem o papel de alívio cômico do documentário. As primas de Anita entregam as reações mais espontâneas e comentários sem qualquer filtro sobre os personagens envolvidos na disputa. Não à toa, nas redes sociais, a frase “Tia Helena odiava Suzuki” virou meme, sempre acompanhada de elogios ao carisma e à sinceridade das duas.

Reações do documentário sobre as primas no documentário ‘O Testamento: O Segredo de Anita Harley’
Globoplay
Reviravoltas constantes
Cinco episódios, inúmeras reviravoltas. O documentário faz o espectador mudar de opinião o tempo todo: quando você acha que finalmente entendeu a dinâmica da disputa ou acredita no depoimento de alguém, surge um novo elemento e a história fica ainda mais complexa.
Segunda temporada?
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Quem já assistiu aos cinco episódios fica com a sensação de que ainda há muito para ser contado. Como a disputa judicial segue em andamento, a narrativa permanece aberta, dando ao público a impressão de acompanhar uma história que continua sendo escrita.

Fonte: G1 Entretenimento

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Mulher atira contra casa de Rihanna, diz site

Uma mulher foi detida na tarde deste domingo (8) após disparar vários tiros de seu veículo em direção à casa de Rihanna, diz site TMZ.
Fontes policiais informaram que a suspeita, descrita como uma mulher de aproximadamente 30 anos, dirigiu até perto da propriedade em Beverly Hills e disparou vários tiros na direção da casa. Ainda não se sabe o que motivou o incidente.
As fontes policiais do site informaram que a cantora estava em casa no momento do tiroteio e não ficou ferida. Não há informações se o marido A$AP Rocky e seus filhos estavam em casa no momento.
A polícia chegou rapidamente ao local e prendeu a mulher sem maiores incidentes. As autoridades estão investigando a motivação do crime e ainda não se sabe se Rihanna estava em casa no momento dos disparos.

Fonte: G1 Entretenimento

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Morre Marcelo Pretto, integrante do grupo Barbatuques e cantor de voz elástica que ia ‘do sussurro ao trovão’


Marcelo Pretto (17 de setembro 1967 – 8 de março de 2026) era cantor, compositor, percussionista e pesquisador musical
Reprodução / Facebook Barbatuques
♫ OBITUÁRIO
♬ Integrante do Barbatuques, grupo de percussão corporal formado em 1997 na cidade de São Paulo (SP), o cantor, compositor, percussionista e pesquisador musical Marcelo Pretto morreu na madrugada deste domingo, 8 de março, em decorrência de complicações de quadro grave de diabetes.
Nascido em 17 de setembro de 1967, Marcelo Pereira Neves Pretto tinha 58 anos e estava internado desde 18 de fevereiro no Hospital Alvorada, na cidade natal de São Paulo (SP). A morte foi confirmada pelo Barbatuques em comunicado postado nas redes socias do grupo e enviado na sequência aos órgãos de imprensa.
“Marcelo Pretto deixa um legado artístico imenso, que vai muito além da participação no Barbatuques. Pesquisador da música e das manifestações culturais populares da música brasileira, Mitsu foi uma fonte de inspiração para nós. Sua voz única e presença marcante seguirão ecoando na música e, principalmente, em nossos corações”, disse o comunicado assinado pelo Núcleo Barbatuques.
Também conhecido como Mitsu, Marcelo Pretto era respeitado no meio musical pela voz elástica de muitas possibilidades que ia “do sussurro ao trovão”, como ressaltou Chico César ao lamentar a saída de cena do artista em comentário na publicação do grupo Barbatuques.
No Barbatuques desde 1999, Pretto também integrava A Barca, grupo dedicado à pesquisa da música brasileira. Fora do grupo Barbatuques, Marcelo Pretto deixa álbuns como “A carne das canções” (2014) – gravado e assinado por Mitsu com o violonista Swami Jr. – e “Boi” (2020).
Editado em novembro de 2024, o single “Uma voz além” foi o último lançamento fonográfico do artista paulistano.

Fonte: G1 Entretenimento