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Figueira Junior, dublador de Dragon Ball e Futurama, morre aos 60 anos


Figueira Junior e o personagem Fry, de Futurama
Reprodução/Instagram
O dublador Figueira Junior morreu aos 60 anos. A informação foi compartilhada neste sábado (27) por Tânia Gaidarji, também dubladora. A causa da morte não foi revelada.
Figueira foi responsável por dar voz a personagens como Fry, de “Futurama”, e Androide 17, de “Dragon Ball”.
A Associação Brasileira de Dubladores (DUBLAR) publicou uma nota de pesar no Instagram.
“A DUBLAR e o DUBLAGEM VIVA lamentam profundamente a perda do colega, amigo e associado Figueira Jr. Com personagens que marcaram a vida de muitas pessoas, Figueira agora estará eternizado através de sua voz em diversas obras como Futurama e Dragon Ball. Desejamos luz em sua passagem e muita força para a família, em especial ao seu tão querido sobrinho Daniel Figueira.”
Além dos desenhos animados, o dublador também trabalhou em filmes como “American Pie”, “Um Sonho de Liberdade” e “Matrix”.
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Kid Abelha cumpre o prometido com roteiro ‘matador’ na turnê nacional que chega a São Paulo após estrear no Rio


Paula Toller e George Israel são parceiros na maioria das músicas do roteiro do show da turnê ‘Eu tive um sonho’
Diego Castanho / Divulgação
♫ ANÁLISE
♬ Em entrevista ao repórter Gabriel Castelo Branco do g1, antes da estreia da turnê que marca a volta do grupo Kid Abelha aos palcos após 13 anos, a cantora e compositora Paula Toller prometeu um setlist “matador”.
Dito e feito. A julgar pelo roteiro seguido em 12 de junho por Paula Toller (voz), George Israel (saxofone) e Bruno Fortunato (guitarra) na estreia nacional do show “Eu tive um sonho” na cidade natal do Rio de Janeiro (RJ), o trio carioca teve a preocupação de incluir no roteiro todos os sucessos da discografia iniciada em 1983, há 43 anos.
Com 30 músicas lançadas pela banda entre 1983 e 2005, além da “Intro”, esse roteiro será reproduzido na chegada da turnê “Eu tive um sonho” à cidade de São Paulo (SP) em apresentação programada para as 20h30 de hoje, sábado, 27 de junho, no estádio Nubank Parque.
E cabe ressaltar que o roteiro da turnê do Kid é essencialmente autoral e atravessado pelo cancioneiro composto por Paula Toller em parceria com George Israel, já que a contribuição de Leoni ao repertório da banda ficou restrita ao período que foi de 1983 a 1985.
Com exceção da canção soul “Na rua, na chuva, na fazenda” (1973), sucesso de Hyldon na década de 1970 que o Kid Abelha gravou há 30 anos no álbum “Meu mundo gira em torno de você” (1996), as músicas do show “Eu tive um sonho” foram lançadas pelo próprio Kid Abelha em várias fases dessa banda marcada pela excelência pop do repertório.
E, de fato, como adiantou Paula Toller ao g1, o roteiro da turnê “Eu tive um sonho” dispara torpedos infalíveis, pensados para alvejar o coração sentimental dos milhares de seguidores do Kid Abelha.
O Kid Abelha canta 30 músicas no roteiro essencialmente autoral do show da turnê ‘Eu tive um sonho’
Diego Castanho / Divulgação
♪ Eis o roteiro montado pelo grupo Kid Abelha para o show da turnê “Eu tive um sonho”:
1. “Intro” /
2. “A palavra forte” (George Israel e Paula Toller, 1991) /
3. “Lágrimas e chuva” (Bruno Fortunato, George Israel e Leoni, 1985)
4, “Nada tanto assim” (Bruno Fortunato e Leoni, 1984)
5. “No meio da rua” (George Israel e Paula Toller, 1987)
6. “Educação sentimental II” (Herbert Vianna, Leoni e Paula Toller, 1985)
7. “Na rua, na chuva, na fazenda” (Hyldon, 1973) – música gravada pelo Kid Abelha em 1996 /
8. “Eu só penso em você” (George Israel e Paula Toller, 1998)
9. “Alice (Não me escreva aquela carta de amor)” (Bruno Fortunato, Leoni e Paula Toller, 1984)
10. “Amanhã é 23” (George Israel e Paula Toller, 1987)
11. “Nada por mim” (Herbert Vianna e Paula Toller, 1985)
12. “Deus (Apareça na televisão)” (George Israel, Paula Toller e Sérgio Dias, 1993)
13. “Peito aberto” (George Israel e Paula Toller, 2005)
14. “Eu contra a noite” (George Israel e Paula Toller, 2001)
15.l “No seu lugar” (George Israel, Lui Farias e Paula Toller, 1991)
16. “Uniformes” (Leo Jaime e Leoni, 1985) – Instrumental
17. “Eu tive um sonho” (George Israel e Paula Toller, 1993)
18. “Como é que eu vou embora” (George Israel e Cris Braun, 1996)
19. “Maio” (George Israel e Paula Toller, 1998)
20. “Garotos” (Leoni e Paula Toller, 1985)
21. “Seu espião” (Herbert Vianna, Leoni e Paula Toller, 1984)
22. “Nada sei (Apneia)” (George Israel e Paula Toller, 2002)
23. “Todo meu ouro” (Bruno Fortunato, George Isreael, Lui Farias e Paula Toller, 1989)
24. “Te amo pra sempre” (George Israel e Paula Toller, 1996)
25. “Grand’Hotel” (George Israel, Lui Farias e Paula Toller, 1991)
26. “Fixação” (Beni Borja, Leoni e Paula Toller, 1984)
Bis:
27. “Como eu quero” (Leoni e Paula Toller, 1984)
28. “Os outros” (Leoni, 1985) /
29. “A fórmula do amor” (Leo Jaime e Leoni, 1985)
30. “Por que não eu?” (Herbert Vianna, Leoni e Paula Toller, 1983) /
31. “Pintura íntima” (Leoni e Paula Toller, 1983)
Paula Toller dá voz às músicas do roteiro de fato ‘matador’ do show da turnê ‘Eu tive um sonho’
Diego Castanho / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Jason Momoa se junta a grupo seleto de atores ao interpretar Lobo em ‘Supergirl’: ‘Tenho muita sorte’


Jason Momoa vive seu 2º herói do cinema em ‘Supergirl’
Com a estreia de “Supergirl” nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (25), o astro Jason Momoa entra para o grupo seleto – ou talvez nem tanto, a esta altura – de atores que já interpretaram mais de um personagem dos quadrinhos.
g1 já viu: Em ‘Supergirl’, carisma de Milly Alcock voa alto acima de aventura repetitiva e vilão genérico
Milly Alcock fala sobre responsabilidade de ser heroína dos quadrinhos no cinema
Depois de dar vida ao Aquaman em quatro filmes baseados nos gibis da DC, o havaiano de 46 anos agora assume a moto e o charuto do anti-herói Lobo – um dos mais descontrolados e cults da mesma editora.
Por acaso, o caçador de recompensas cabeludo e brutamontes é o favorito do ator desde a juventude. Uma admiração que Momoa divulgava a quem quisesse ouvir desde a época em que ainda empunhava o tridente do rei de Atlântida.
“Eu sou um homem de muita, muita sorte. Um ator de muita sorte por poder interpretar essas coisas. Especialmente o Lobo, porque eu cresci lendo esses quadrinhos, e eu os amo”, afirma ele, em entrevista ao g1.
“Fazer o Lobo é maravilhoso. Não me desculpar por nada. Ser um patife tão brincalhão. Ao mesmo tempo, também é muito divertido ser o rei, e é muito divertido ter a vulnerabilidade e ter um filho, e uma esposa. Eu não quero falar que um é melhor que o outro.”

Juan Silva/g1
Durante a vida passada como o Aquaman, Momoa fez amizade com outros dois atores que sabem bem o que é viver a transição de um alter ego para outro.
Ben Affleck, o homem morcego de “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (2016) e “Liga da Justiça” (2017), foi um dos primeiros super-heróis do cinema ao interpretar o advogado cego da Marvel em “Demolidor: O homem sem medo” (2003).
Já o grande vilão de “Aquaman” (2018), Patrick Wilson, participou da adaptação do clássico dos quadrinhos “Watchmen: O filme” (2009), como o Coruja.
Daria também para falar de Willem Dafoe, o eterno Duende Verde do primeiro “Homem-Aranha” (2002), mas seu personagem Vulko é tão secundário ao Aquaman cinematográfico que sua participação foi cortada do filme do herói, contida apenas a “Liga da Justiça”.
Há de se imaginar que Momoa conversaria com os amigos sobre a experiência, compartilhada também com nomes como Chris Evans e Halle Berry (veja arte acima).
“Não. Não falei. Quero dizer, Patrick e eu somos bons amigos. Também tenho uma boa amizade com o Ben. Mas não, não falei. Não os vejo desde então. Mas é uma boa pergunta. Vou falar com eles. Tem um clube das duas vezes. Das duas vezes como super-herói”, afirma o ator.
Jason Momoa em cena de ‘Supergirl’
Divulgação
“Tem alguém que tenha feito três vezes?”
Tem sim. Josh Brolin e Ryan Reynolds estão entre os que interpretaram mais de dois personagens centrais das HQs.
Depois de iniciar cedo sua carreira em adaptações como o pistoleiro “Jonah Hex – Caçador de Recompensas” (2010), foram anos até que Brolin chegasse ao combo do uber vilão Thanos dos filmes da Marvel e o mal-humorado Cable, em “Deadpool 2” (2018).
Chega a ser irônico que seu amigo e rival do filme do mercenário seja outro exemplar do “clube dos três”. Reynolds hoje vive o ápice do sucesso com Deadpool, mas nem sempre foi assim.
Muita gente esquece, mas muitos anos antes dos desastrosos “Lanterna Verde” (2011) e “X-Men Origens: Wolverine” (2009), ele esteve no também desastroso “Blade: Trinity” (2004).
O ‘Maioral’ tem futuro?
Baseado numa minissérie em quadrinhos premiada e ilustrada pela brasileira Bilquis Evely, o roteiro escrito pela atriz – e filha de pai brasileiro – Ana Nogueira conta uma história bem parecida.
Nela, a Supergirl (Milly Alcock) tenta superar o trauma da perda de seu planeta natal enquanto ajuda uma garota em busca de vingança pela morte dos pais.
Milly Alcock em cena de ‘Supergirl’
Divulgação
Lobo aparece no meio da jornada e, ao contrário do que muita gente esperava, se alia brevemente à dupla para enfrentar o exército de capangas do vilão.
Antes disso, encontra tempo para fazer algumas de suas coisas favoritas que, coincidência ou não, são compartilhadas com o Aquaman de Momoa.
“Bem, ambos gostam de beber cerveja, e gostam de golfinhos. Eles têm isso em comum. E, sabe mais o que? Fico surpreso que você não lembrou disso, mas os dois amam andar de moto”, fala ele.
É preciso avisar, no entanto: não há golfinhos em “Supergirl”.
Criado em 1983 por Roger Slifer e Keith Giffen, Lobo apareceu primeiro como um vilão. A princípio com cabelo mais curto e um collant colorido, ele evoluiu com os anos para uma sátira do Wolverine, da rival Marvel, como um ser virtualmente imortal, violento e desbocado.
O visual também mudou e ele ganhou um estilão mais motoqueiro, cabeludo, de jaqueta ou sobretudo de couro e até um buldogue.
Atualmente, ele assume a faceta de um anti-herói mais às margens das histórias principais da editora, e já enfrentou o Superman quase de igual para igual – apesar de se aliar aos heróis na maior parte das vezes.
Orn (Patrick Wilson) e Aquaman (Jason Momoa) têm que unir forças em ‘Aquaman 2: O Reino Perdido’
Divulgação
Com o processo de compra iminente da Warner, dona da DC e dos estúdios que adaptam seus quadrinhos, o futuro do novo universo cinematográfico capitaneado por James Gunn (diretor da trilogia “Guardiões da Galáxia” e de “Superman”) é incerto.
O que não impede o intérprete do “Maioral”, como Lobo é carinhosamente conhecido, de sonhar com um filme próprio.
“Estou muito animado para que as pessoas vejam. Espero que elas gostem, e, então, poderemos fazer mais, sabe?”

Fonte: G1 Entretenimento

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Rachel Reis revisita a obra autoral no álbum audiovisual ‘Ao vivo da Sereiona’


A cantora baiana Rachel Reis promove álbum gravado ao vivo em show feito com vista para cartões-postais de Salvador (BA)
Caio Lírio / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Rachel Reis rebobina músicas dos dois primeiros álbuns de estúdio, “Meu esquema” (2022) e “Divina casca” (2025), no registro audiovisual de show apresentado pela cantora e compositora baiana em espaço com vista para o Elevador Lacerda e o Mercado Modelo, atrações turísticas da cidade de Salvador (BA).
Em rotação desde 16 de junho, o álbum “Ao vivo da Sereiona” também abarca no repertório músicas do primeiro EP da artista, “Encosta” (2021), lançado há cinco anos com quatro composições, das quais três – “Desatei”, “Saudade” e “20h” – estão no roteiro do show perpetuado na gravação viabilizada e editada por Rachel Reis em parceria com a produtora Macaco Gordo.
O álbum “Ao vivo da Sereiona” traz feats da artista com Psirico – grupo personificado pelo cantor e percussionista Márcio Victor, convidado da faixa “Apavoro” – e com Àttooxxá e Afrocidade, presentes nas regravações das músicas “Pelo” e “40 graus”.
Capa do álbum ‘Ao vivo da Sereiona’, de Rachel Reis
Caio Lírio com arte de Vic Zacconi

Fonte: G1 Entretenimento

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Bella Longuinho faz carta aberta ao ex após término e pede fim dos ataques nas redes: ‘Às vezes as pessoas erram’


Bella Longuinho faz carta aberta ao ex após término e pede fim dos ataques nas redes
Após relatar ter sido agredida pelo então namorado durante uma festa e anunciar o fim do relacionamento no início do mês, a influenciadora mineira Bella Longuinho publicou uma carta aberta ao ex e aos seguidores. No vídeo, divulgado nesta sexta-feira (26), ela afirmou que este será seu último pronunciamento sobre o assunto e fez um apelo para que os fãs deixem de atacar o ex-companheiro nas redes sociais.
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Durante o desabafo, a influenciadora relembrou que o ex foi seu primeiro namorado e esteve ao seu lado durante um dos momentos mais importantes de sua vida: a transição de gênero.
“Eu acho que eu tinha que vir aqui para agradecer ao meu ex por tudo. Por ter feito parte da minha transição desde o início”, declarou Bella.
Bella Longuinho faz carta aberta ao ex após término e pede fim dos ataques nas redes
Redes sociais
Bella reconheceu que o relacionamento terminou de forma dolorosa, mas disse que isso não apaga os momentos vividos pelo casal. “O que aconteceu no final não invalida tudo o que a gente passou.”
Ela também recordou as dificuldades enfrentadas ao longo de 2025, período em que conciliou a transição com a exposição nas redes sociais. “Só eu e ele sabemos o que a gente passou. Foi um ano muito difícil para mim. Ter ele do meu lado foi super importante.”
Pedido para encerrar o assunto
Apesar de afirmar que o ex teve “uma atitude muito horrível”, Bella disse que não guarda ressentimentos e fez um apelo para que os seguidores deixem de atacá-lo nas redes sociais.
“Eu não quero que vocês ‘taquem’ mais hate nele, não quero que mandem mensagem para ele. Eu não acho que ele seja uma pessoa ruim. Às vezes as pessoas erram, e eu espero que ele seja muito feliz, que ele realize todos os sonhos da vida dele. Eu não tenho raiva nenhuma dele, muito pelo contrário”, declarou.
Bella disse ainda que não pretende apagar fotos e vídeos do antigo relacionamento. Segundo ela, além de alguns conteúdos envolverem contratos publicitários, o ex faz parte de sua história e ela não vê motivos para esconder esse período da vida.
“Eu não tenho problema com o meu passado. Acho que tudo serve de aprendizado”, concluiu.
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Bella Longuinho relata ter sido agredida por namorado e anuncia fim da relação
Quem é Bella Longuinho, influencer mineira que viralizou ao compartilhar transição de gênero nas redes sociais
Relembre o caso
O novo pronunciamento acontece após Bella anunciar publicamente o fim do relacionamento ao relatar ter sido agredida pelo então namorado durante uma festa em uma boate.
Na ocasião, ela afirmou ter sido agredida em público e descreveu o episódio como um dos momentos mais humilhantes de sua vida.
“Eu fui agredida pelo meu namorado em uma festa, em público. Nunca me senti tão humilhada”, disse.
Bella Longuinho relata agressão do namorado e anuncia fim do relacionamento
Bella contou ainda que o ex chegou a pedir desculpas, mas que decidiu não perdoá-lo e encerrou o relacionamento. Em um recado aos seguidores, fez um alerta para que outras mulheres não aceitem qualquer tipo de violência.
“Não aceitem nenhum tipo de violência e não aceitem nenhum pedido de desculpa. Isso vai acontecer de novo.”
Horas antes da publicação do vídeo, um usuário das redes sociais afirmou ter presenciado a agressão e informou que registrou um boletim de ocorrência para denunciar o caso à polícia.
Quem é Bella Longuinho
Bella Longuinho compartilhou processo de transição de gênero
Reprodução/Instagram
Natural de Santa Rita do Sapucaí, no Sul de Minas, Bella Longuinho, de 23 anos, é influenciadora digital e criadora de conteúdo. Ela começou a produzir vídeos durante a pandemia de Covid-19, em 2020, quando ainda utilizava o nome Zé Longuinho e publicava conteúdos de humor e do universo fitness.
O crescimento veio em 2021, após viralizar com vídeos de dança nas redes sociais. Desde então, ampliou o alcance com conteúdos sobre rotina, beleza, estilo de vida e experiências pessoais. Atualmente, reúne cerca de 4 milhões de seguidores no TikTok, plataforma em que soma mais de 120 milhões de curtidas, além de manter presença ativa no Instagram.
Bella ganhou ainda mais projeção ao compartilhar publicamente sua transição de gênero. Nas redes sociais, passou a mostrar diferentes etapas do processo, incluindo procedimentos como a feminização facial, implantes de silicone e a cirurgia de redesignação sexual realizada na Tailândia. Os relatos sobre a transição e vídeos mostrando o “antes e depois” costumam viralizar e acumular milhões de visualizações.
Antes de se dedicar integralmente à internet, Bella cursou Direito, mas deixou a faculdade após perceber que conseguiria viver da produção de conteúdo. Hoje, é considerada um dos criadores de conteúdo em ascensão nas redes sociais, onde combina entretenimento com relatos sobre identidade, autoestima e vivências pessoais.
Bella Longuinho foca seu conteúdo em beleza e moda nas redes sociais
Reprodução / Redes sociais
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Fonte: G1 Entretenimento

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Gusttavo Lima mira público romântico com ‘Bala alojada’ antes de mostrar ‘Cicatrizes’


Capa do single ‘Bala alojada’, de Gusttavo Lima
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ O cantor sertanejo Gusttavo Lima lança single solo ao vivo, “Bala alojada”, quase quatro meses após a apresentação na íntegra do álbum “Feito à mão” (2026), completado em 5 de março.
Em rotação desde as 21h de ontem, 25 de junho, o single “Bala alojada” mira o romantismo latino com a gravação de balada captada ao vivo na 36ª edição da Festa do Peão de Americana, realizada de 3 a 14 de junho no interior do estado de São Paulo (SP).
Na voz do cantor mineiro, a composição de Adrianno, Fabrício Narvaes e Raynner Souza ganha a forma de balada sertaneja com toques de bachata – gênero musical dominicano recorrente na discografia de Gusttavo Lima – e flamenco.
Além de “Bala alojada”, o artista programa para o segundo semestre o lançamento de outra música, “Cicatrizes”, gravada na Festa do Peão de Americana.

Fonte: G1 Entretenimento

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Eddie Vedder e Roger Daltrey são anunciados no festival Best of Blues and Rock; veja line-up


Eddie Vedder, do Pearl Jam, no show solo desta quarta-feira (28) no Citibank Hall, em São Paul
Celso Tavares/G1
O festival Best of Blues and Rock anunciou o line-up completo nesta sexta (26). Os headliners serão Eddie Vedder, do Pearl Jam, e Roger Daltrey, vocalista da banda The Who.
O evento acontecerá entre os dias 20 e 22 de novembro, no Parque Ibirapuera, em São Paulo. Segundo o festival, essas serão as únicas apresentações de Vedder no Brasil em 2026.
Veja o line-up completo:
Sexta-feira, 20 de novembro
Eddie Vedder
Glen Hansard
Linka Moja
Samuel Rosa
Sábado, 21 de novembro
Roger Daltrey
Chris Isaak
Kingfish
Artur Menezes
Domingo, 22 de novembro
Eddie Vedder
Glen Hansard
Linka Moja
Vitor Kley
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Fonte: G1 Entretenimento

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Os 50 anos do show do quarteto ‘Doces Bárbaros’ gera tributo feito no Rio com ecos da energia e do alto astral de 1976


Guilherme Borges, Maíra (de vermelho), Simone Mazzzer e Verônica Bonfim (à direita) fazem o show ‘Nosso amor aos Doces Bárbaros’
Rodrigo Goffredo
♫ CRÍTICA DE SHOW
Título: Nosso amor aos Doces Bárbaros
Artistas: Guilherme Borges, Maíra, Simone Mazzer e Verônica Bonfim
Data e local: 25 de junho de 2026 no Manouche (Rio de Janeiro, RJ)
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ No contexto social de junho de 1976, ano em que o Brasil ainda vivia sob ditadura sanguinária, a formação e a entrada em cena do grupo Doces Bárbaros simbolizaram um ato político ao pregar o afeto e a liberdade como armas pacíficas de resistência à repressão.
Decorridos 50 anos, o país respira ares democráticos, mas ameaças às liberdades individuais e coletivas de corpos, credos e ideologias ainda empestam o ar – o que (também) justifica a existência de um show-tributo como “Nosso amor aos Doces Bárbaros”.
No contexto social de junho de 2026, o show “Nosso amor aos Doces Bárbaros” também representa um ato político ao celebrar o encontro de Caetano Veloso, Gal Costa (1945 – 2022), Gilberto Gil e Maria Bethânia – idealizadora desse quarteto fantástico que faz jus ao adjetivo já tornado clichê – com a reapresentação do repertório do álbum ao vivo “Doces Bárbaros” (1976), lançado há 50 anos pela gravadora Philips, no formato de LP duplo, com o registro do show estreado em 24 de junho de 1976 no Anhembi, em São Paulo (SP).
No palco do Manouche, clube carioca com ares de cabaré que representa por si só um símbolo de resistência cultural, Guilherme Borges, Maíra, Simone Mazzer e Verônica Bonfim apresentaram na noite de ontem, 25 de junho, um show inédito, roteirizado com as 17 músicas do álbum de 1976, mas sem se prender à ordem do disco e sem tentar copiar o grupo baiano.
O quarteto de 2026 até reproduz gestos e signos do quarteto de 1976 em cena, mas com organização própria e com espírito coletivo de liberdade, manifestado tanto nos figurinos dos artistas – criados por Brunna Napoleão com ecos da estética hippie – quanto nos movimentos (orquestrados por Iasmin Patacho, diretora artística do show ao lado de Yasmin Lima) e nas demonstrações de afetos entre os artistas.
O afeto, por exemplo, regeu o duo de Maíra e Simone Mazzer em “Eu te amo” (Caetano Veloso, 1976), feito com direito à citação original de “Boneca de piche” (Ary Barroso e Luiz Iglesias, 1938) e com direito ao gestual de Caetano e Bethânia no canto de “Fé cega, faca amolada” (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, 1974).
Com maior imponência cênica e vocal das três mulheres, todas atrizes além de cantoras, o quarteto se escorou na direção musical do arranjador Guilherme Borges, calcada em trio de guitarra (a de Navalha Carrera, expoente do instrumento na cena alternativa), baixo (o de Lelena Anhaia) e bateria (a de Flávia Belchior).
Essa sonoridade se afina com a estética dos Doces Bárbaros, grupo que fazia rock, muitas vezes na forma – como em “Nós, por exemplo” (Gilberto Gil, 1976, com titulo alusivo ao show que reuniu o quarteto baiano em 1964 no palco do Teatro Vila Velha, em Salvador) e como em “Chuckberry fields forever” (Gilberto Gil, 1976), solo em que Verônica Bonfim segura metaforicamente o machado de Xangô – e outras tantas vezes na atitude.
Havia a resistência do rock até no canto de um samba-canção do fim da era do rádio, “Atiraste uma pedra” (Herivelto Martins e David Nasser, 1958), destaque do show no duo de Guilherme Borges (também na harpa) e Verônica Bonfim.
Mesmo tropeçando em verso do início da letra de “Um índio” (Caetano Veloso, 1976), Simone Mazzer fez do número um dos pontos altos do show pela habitual força vocal e interpretativa.
O alto astral no canto de tantas lindas canções livrou o quarteto de 2026 das comparações com as interpretações soberanas do grupo de 1976. A energia do show foi boa, como exemplificou o canto de “Esotérico” (Gilberto Gil, 1976) com Guilherme Borges, Maíra e Verônica Bonfim sentados no palco, aos pés da cadeira que abrigava Simone Mazzer.
Essa energia respaldou solos (como o de Verônica Bonfim ao violão em “O seu amor”, canção de Gilberto Gil feita para os Doces Bárbaros), duetos e cantos coletivos, como o de “Fé cega, faca amolada” e o do hino “Os mais doces bárbaros” (Caetano Veloso, 1976), músicas reservadas estrategicamente para o bis.
Em essência, Guilherme Borges, Maíra, Simone Mazzer e Verônica Bonfim conseguiram o mais importante, que era evocar, mesmo que bem de longe, o clima de desbunde e contracultura que pautou a reunião dos Doces Bárbaros, sem cair na tentação de tentar reproduzir o irreproduzível.
O hasteamento de uma bandeira com as cores do Brasil na qual se lia “Livre para amar”, já ao fim do show, corroborou as ótimas intenções do quarteto de 2026 em sintonia com o início da apresentação, aberta com o canto performático de “As Ayabás” (Caetano Veloso e Gilberto Gil, 1976), exemplo de um repertório que explicitou em vários números a matriz africana da música do mundo.
Se ser Doce Bárbaro era um estado de espírito em 1976, Guilherme Borges, Maíra, Simone Mazzer e Verônica Bonfim captaram esse espírito em 2026, celebrando, e não tentando imitar, a força de um quarteto que marcou época ao fazer da própria reunião um ato político de resistência.
Guilherme Borges, Simone Mazzer, Maíra (de vermelho) e Verônica Bonfim (à direita) apresentam o tributo no clube Manouche, no Rio de Janeiro (RJ)
Rodrigo Goffredo

Fonte: G1 Entretenimento

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Brasileiros comemoram convite para fazer parte da Academia e votar nos filmes do Oscar; VÍDEO


Brasileiros comemoram convites para fazer parte da Academia organizadora do Oscar
Os brasileiros convidados para fazer parte da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, que organiza o Oscar, comemoram o reconhecimento que representa a chance de poder votar nos indicados e ajudar a escolher os vencedores da maior premiação do cinema mundial (veja vídeo acima). Nove deles estão na lista com 529 nomes divulgada na quinta-feira (26).
“Foi uma notícia incrível. Fiquei muito, muito, muito feliz. Acho que foi um grande momento para o nosso cinema daqui, da gente”, comemorou o pernambucano Eduardo Serrano, montador do filme “O agente secreto”, em entrevista para o Bom Dia Pernambuco, da TV Globo.
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Outros profissionais do cinema que participaram do filme de Kleber Mendonça Filho indicado a quatro categorias no Oscar 2026 também receberam o convite da Academia: o diretor de elenco Gabriel Domingues, a figurinista Rita Azevedo, o diretor de arte Thales Junqueira e o montador Matheus Farias.
Entre os convidados brasileiros, também estão Bernardo Uzeda, editor de som de “As boas maneiras”; Wilssa Esser, diretora de fotografia de “Aurora”; Marcelo Caetano, diretor de “Baby”; e Adolpho Veloso, diretor de fotografia de “Sonhos de trem”.
“Esse convite faz parte de um movimento da Academia, do Oscar, de trazer mais pluralidade para os novos integrantes. A Academia, por muito tempo, teve principalmente norte-americanos entre seus membros — em sua maioria, homens brancos. Agora, há um número maior de mulheres e de profissionais da América Latina, da África e da Oceania. Então, fazer parte desse novo momento da Academia, que busca esse olhar mais diverso e renovado, como um profissional do Brasil, do Nordeste, do Recife, eu acho que tem um peso e uma importância muito grandes”, disse Matheus Farias.
Outros brasileiros convidados comemoraram no Instagram o convite que receberam. “Feliz e honrado com o convite para ser Academy Member do Oscar!”, postou Thales Junqueira. “Muito feliz com o convite da Academia para fazer parte dessa crescente comunidade de gente de cinema. Mais feliz ainda por estar ao lado de tantos amigos parceiros”, celebrou Rita Azevedo.
Usando um print da notícia publicada no g1, Marcelo Caetano postou uma mensagem em inglês agradecendo e comemorando o convite: “Obrigado, Academia! Novo membro na área” (em tradução livre). Ele também celebrou o fato de ter sido convidado juntamente com Thales e Gabriel.
“De uma vez só, os três. E não é pouca coisa. Começamos no cinema juntos, como assistentes, aprendizes, no chão da fábrica, sem faculdade de cinema, sem família de artista. Formamos a nossa, obcecados, maníacos, apaixonados por cinema”, afirmou Marcelo Caetano no Instagram.
Os montadores pernambucanos Eduardo Serrano e Matheus Farias foram convidados a integrar a Academia organizadora do Oscar
Reprodução/TV Globo
A importância desses convites para manter o cinema brasileiro na vitrine mundial foi enfatizada por Eduardo Serrano e Matheus Farias, a dupla responsável por editar “O agente secreto”, transformando 50 dias completos de filmagem em um longa-metragem de 2 horas e 41 minutos.
“A gente vai poder votar nos indicados pela categoria de Montagem e também na de Melhor Filme. Então, é através da gente que se pode abrir portas para o cinema brasileiro, especialmente na montagem, na indicação ao Oscar. Por exemplo, hoje, eu acho que a gente tem só três montadores de ficção no Brasil [na Academia]. Agora, vamos passar a ter cinco, comigo e com Matheus. Então, é muito importante para o Brasil e para as expectativas que a gente tem em relação ao Oscar”, contou Eduardo.
VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias

Fonte: G1 Entretenimento

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Joyce Alane comenta cobrança sobre ‘novos Gils e Caetanos’ na música nacional: ‘Eles foram eles’


Joyce Alane comenta cobrança sobre ‘novos Gils e Caetanos’ na música nacional
O ano de 2026 de Joyce Alane ficará marcado por grandes estreias. A cantora recifense de 28 anos se apresentou pela primeira vez no Rock in Rio Lisboa. E estará, também pela primeira vez, no Rock in Rio, em setembro.
Em entrevista ao g1, na edição portuguesa do festival, Joyce disse que, lá em 2021, quando estourou com a faixa “Leão”, sonhava com essas conquistas.
“Imaginava nos sonhos assim de fato, mas eu achava muito distante da minha realidade. Eu acho que em 10 anos a vida da gente muda muito, né? E em 5 anos que já estou nessa trajetória, estou indo para o Rock in Rio… É um sonho de muito artista. E eu estou finalmente realizando. Pra mim é maravilhoso”, comemora.
Antes de sua apresentação em Portugal, a cantora aproveitou para conhecer Lisboa. E colocar na bagagem inspirações para suas músicas.
“Acho que tudo aquilo que é novo para gente, inspira. Para mim é assim. Então, conhecer culturas novas, conhecer lugares novos. Isso me inspira demais. Então, Lisboa com certeza me inspirou nesse quesito. Ver tanta gente falando tantas línguas e cada um com um jeito. Foi muito especial.”
Durante a visita ao país, a artista ainda teve um encontro com a cantora portuguesa Carminho.
“Pra mim, foi um baita momento. Chegar na casa de Carminho, conhecer um pouquinho ela fora da dos palcos, foi muito legal. Acho que Carminho é o nome [para um possível feat], mas é um nome para muita gente, né?”
Joyce Alane no Rock in Rio Lisboa
Reprodução/Instagram
No festival de Lisboa, Joyce se apresenta sozinha. Mas no Rio, a cantora faz a apresentação em parceria com Carol Biazin.
“Eu tô muito empolgada. Estava conversando com o Carol hoje, a gente ainda vai ensaiar. Então eu vou conseguir ter certeza de como está no final deste. A gente vai se juntar para ver quais músicas a gente vai fazer, então não consigo nem dar um spoiler direito, porque vai que eu dou um spoiler e depois o spoiler é fake news? É melhor não.”
A cobrança sobre ‘novos Gils, Bethânias e Caetanos’ na música nacional
Estrela da nova cena da música nacional, Joyce Alane comentou as constantes cobranças sobre os “novos Gils, Chicos, Bethânias e Caetanos”.
“Não vai ter novos Chico, novos Caetanos, novas Bethânias, porque eles foram eles. E quem tá chegando é para fazer sua estrada. É para fazer seu caminho, para fazer sua história.”
“E eu acho que as pessoas que falam que não existe mais música boa como antigamente não se abriram para essas oportunidades, porque tem muito artista bom.”
“Agora, se o que chega no seu ouvido é algo que não te agrada, é porque você não foi procurar ainda aquilo, porque tem muito artista bom de fato. E não. Não são novos Gilberto Gil, não tem isso. São pessoas que estão sedentas para fazer sua própria história.”

Fonte: G1 Entretenimento