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António Lobo Antunes, escritor português, morre aos 83 anos


O romancista português António Lobo Antunes
Divulgação/Grupo Leya
O romancista português António Lobo Antunes, um dos escritores lusófonos mais lidos e traduzidos do mundo, e diversas vezes apontado como um possível vencedor do Prêmio Nobel da Literatura, faleceu aos 83 anos, anunciou nesta quinta-feira (5) a sua editora, o Grupo Leya.
“A morte está confirmada. Divulgaremos uma nota de condolências”, afirmou uma porta-voz da Leya, editora que publicou o seu último romance em 2022.
Lobo Antunes, cronista da sociedade portuguesa contemporânea, é o autor de uma obra exigente, que mistura romance, poesia e autobiografia em um estilo barroco e metafórico.
Casado duas vezes e pai de três filhas, ele superou o câncer em três momentos, enquanto continuava escrevendo, em média, quase um romance por ano, mas havia parado de publicar novas obras recentemente.
Segundo um jornalista a quem concedeu uma série de entrevistas, o autor sofreria de uma forma de demência, informação que nunca foi confirmada por seu entorno.
Nascido em 1942 em uma família da alta burguesia de Lisboa, Lobo Antunes descobriu, no início da década de 1970, os horrores da guerra colonial em Angola, para onde foi enviado como médico militar.
Ao retornar a Portugal, trabalhou como psiquiatra em um hospital de Lisboa e conheceu o sucesso com seu segundo romance, “Os cus de Judas” (1979), monólogo de um homem que voltou da guerra.
A partir de 1985, ele passou a se dedicar exclusivamente à literatura.
O universo das suas personagens revela com ironia os conflitos internos de uma sociedade portuguesa marcada por meio século de ditadura e a desilusão que se seguiu à chegada da democracia em 1974, em particular em “Manual dos Inquisidores” (1996).
Autor de quase 30 romances e de várias coletâneas de artigos de imprensa, Lobo Antunes recebeu em 2007 o Prêmio Camões, a mais importante distinção literária da língua portuguesa.

Fonte: G1 Entretenimento

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Não é só Jordana: relembre momentos em que participantes do BBB pularam sem roupa na piscina


Jordana, do BBB 26, pula na piscina para cumprir promessa
Globo/Reprodução
Ter coragem de ser vigiado 24 horas no Big Brother Brasil não é suficiente. Alguns participantes do reality show vão além, como foi o caso de Jordana, do “BBB 26”. A advogada prometeu que pularia de topless na piscina se conseguisse voltar do paredão.
“Pronto, paguei [a promessa]! Obrigada, Brasil. Eu sempre assisti ao BBB, isso é muito BBB e eu sempre quis fazer isso”, comemorou.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Leia mais: BBB terá ex-participantes e prêmio em dinheiro exposto na sala da casa
‘BBB 26’: Quem são os participantes desta edição
Jordana tem razão: vários participantes já fizeram promessas semelhantes ao longo das edições.
Relembre alguns:
Diana – “BBB 11”
No longínquo “BBB 11”, Diana inaugurou o que se tornaria quase uma tradição no reality show. Depois de voltar de um paredão, ela pulou na piscina sem a parte de cima.
No BBB 11, Diana inaugurou o que se tornaria quase uma tradição no reality show.
Globo/Reprodução
Clara e Vanessa – “BBB 14”
Elas viveram um romance na casa e pagaram uma promessa juntas, com direito a comemoração na piscina que repercutiu entre os fãs.
Clara e Vanessa viveram um romance na casa e pagaram uma promessa juntas
Globo/Reprodução
Amanda – “BBB 15”
Amanda venceu o paredão enfrentando Aline, uma de suas maiores rivais no programa. Paredão vencido, promessa cumprida.
Amanda venceu o paredão enfrentando Aline, uma de suas maiores rivais no programa.
Globo/Reprodução
Gil e Fiuk – “BBB 21”
Gil não fugiu da tradição e falou que iria ficar pelado se conseguisse vencer o paredão com Viih Tube. O economista ainda conseguiu convencer Fiuk a fazer o mesmo.
Fiuk e Gil comemoraram a permanência na casa no BBB 21
Globo
Jessi, Natália e Lina – “BBB 22”
No BBB 22, o pulo na piscina foi em trio. Jessi e Natália estavam com receio de serem eliminadas no paredão contra o Rodrigo Mussi. Fizeram a famosa promessa e cumpriram, ao lado de Lina.
Jessi, Natália e Lina comemoraram pulanda na piscina no BBB 22
Globo/Reprodução
Davi, Matteus, Beatriz, Alane e Isabelle – “BBB 24”
Dessa vez não foi por causa de paredão. Para comemorar 80 dias de permanência na casa, Davi teve a ideia de pular sem roupa na piscina e ainda convenceu Matteus, Beatriz, Alane e Isabelle a fazerem o mesmo.
Davi, Matteus, Beatriz, Alane e Isabelle, do BBB 24, comemoraram os 80 dias do programa
Reprodução/Globo

Fonte: G1 Entretenimento

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‘A Noiva!’ reimagina clássico de ‘Frankenstein’ de forma ousada e intensa; g1 já viu


“A Noiva de Frankenstein”, de 1935, sequência do clássico “Frankenstein” (1931), com Boris Karloff, é uma das obras mais cultuadas do gênero de terror e já foi recriada de diferentes formas ao longo dos anos.
Mas provavelmente nenhuma delas foi feita de maneira tão inusitada ou intensa quanto “A Noiva!”, que estreia nos cinemas nesta quinta-feira (5).
A produção busca trazer uma releitura bem radical da história, inserindo questões e reflexões bastante atuais sobre o papel das mulheres na sociedade, além de prestar homenagens ao cinema com citações de obras clássicas de diversos gêneros.
Tudo isso com uma direção afiada e um elenco sensacional, com atores que seguram bem a ousada proposta.
Ambientada na década de 1930, a trama mostra a criatura de Frankenstein (Christian Bale), ou Frank, como gosta de ser chamado, chegando a Chicago para encontrar a Dra. Euphronious (Annette Bening). Ele deseja que a cientista realize o mesmo procedimento que o criou para lhe dar uma companheira, já que ele está cansado de viver sozinho.
Os dois encontram o corpo de uma mulher assassinada e ela ressuscita como “a noiva” (Jessie Buckley, de “Hamnet”).
Assista ao trailer do filme “A Noiva!”
A moça desperta sem se lembrar de quem é, mas logo mostra um temperamento explosivo e inquieto. Ao lado de Frank, ela passa por diversas situações que logo chamam a atenção da polícia e de pessoas que podem estar ligadas ao seu passado.
Enquanto vive um romance intenso ao lado de seu parceiro, ela busca respostas, ao mesmo tempo que inspira outras mulheres a iniciar um movimento para conquistar mais respeito na sociedade.
Poder feminino
“A Noiva!” não é, ao contrário do filme que a inspirou, uma obra de terror. Ela bebe mais em outros gêneros como drama, o thriller policial e até mesmo nos musicais antigos.
O longa tem muita experimentação para um filme produzido por um grande estúdio. Assim, temos cenas em preto e branco misturadas com sequências coloridas, diálogos longos e profundos, uma violência perturbadora e personagens bastante densos.
O mérito de tudo isso é de Maggie Gyllenhaal. Mais conhecida por seus papéis como atriz em filmes como “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008) e “Coração Louco” (2009), Gyllenhaal estreou na direção com “A Filha Perdida” (2021) e “A Noiva!” é seu segundo trabalho como cineasta.
Ela demonstra firmeza ao dirigir e escrever o roteiro de seu longa, causando impacto não apenas com suas imagens fortes, mas também ao levar o público a refletir sobre como as mulheres são tratadas, seja no passado ou no presente.
A Noiva (Jessie Buckley) aponta uma arma durante uma confusão no filme “A Noiva!”
Divulgação
Um bom exemplo disso é como a protagonista busca encontrar justiça para si mesma e para outras mulheres em diversos momentos do filme.
Ela chega até a citar, no meio de uma cena tensa, o movimento “Me Too”, que surgiu nos Estados Unidos quando estourou o escândalo envolvendo o produtor de cinema Harvey Weinstein, que abusou de diversas atrizes.
Além disso, é interessante como Gyllenhaal trabalha o machismo através da personagem de Penélope Cruz, que vive Myrna Mallow, uma investigadora que fica no encalço do casal principal.
Embora inteligente, Myrna é constantemente ignorada ou rebaixada por outros homens, como seu parceiro, o policial Jake Wiles (Peter Sarsgaard), e tem que mostrar sempre seu valor para ser considerada. Algo que ainda acontece hoje, infelizmente.
Romance monstruoso
Mas “A Noiva!” não é apenas um filme que busca discutir questões femininas. A obra também homenageia produções que marcaram o cinema, como os musicais de Fred Astaire (que inspira o personagem interpretado pelo irmão da diretora, Jake Gyllenhaal), o filme de assalto “Bonnie e Clyde: Uma Rajada de Balas” (1967) e até mesmo “O Jovem Frankenstein” (1974).
A comédia de Mel Brooks, aliás, inspira o momento mais divertido do filme. O espectador mais atento vai perceber as referências.
Christian Bale e Jessie Buckley estrelam o filme ‘A Noiva!’
Divulgação
Outro elemento de destaque no filme é como a diretora conta a história dos protagonistas. Ao contrário de outras versões da criatura de Frankenstein e sua prometida, aqui há uma preocupação em desenvolver a relação dos dois, que começam com certo estranhamento e que vão mudando seus sentimentos à medida que a trama avança.
Assim, o público compra a ideia de que o romance que surge entre eles é verdadeiro.
É nessa parte que se destaca o talento de Christian Bale. O ator, que já tinha contracenado com Gyllenhaal em “Batman: O Cavaleiro das Trevas”, convence como uma criatura que se descobre apaixonado pela sua companheira e disposto a tudo para viver esse amor.
Debaixo de uma pesada e convincente maquiagem, Bale transmite de forma exemplar os sentimentos que vão além do que esperava sentir pela Noiva.
Mas não é só Bale que brilha em termos de atuação no filme. Jessie Buckley, com um visual bastante inusitado, mostra que está numa ótima fase de sua carreira e, após emocionar o mundo como a Agnes Shakespeare de “Hamnet”, impressiona com um papel totalmente inverso.
Ela demonstra ter grande vigor em interpretar não só a personagem-título, como Mary Shelley, que escreveu o livro “Frankenstein”, e que intervém em alguns momentos da história.
Frank (Christian Bale) e A Noiva (Jessie Buckley) dançam numa cena de ‘A Noiva!’
Divulgação
Buckley também chama a atenção por dar conta de textos bastante longos e densos ditos por sua personagem em várias cenas.
Além de emocionar nas cenas mais emotivas, em especial no terço final do filme. Já Annette Bening e Peter Sarsgaard estão funcionais no seu papéis e Penélope Cruz volta a esbanjar carisma.
Com uma boa fotografia assinada por Lawrence Sher e uma interessante trilha sonora de Hildur Gudnadóttir (ambos de “Coringa”), “A Noiva!” pode até desagradar parte do público porque sua proposta, além de ousada, nem sempre é fácil de compreender.
Mas quem conseguir se envolver com essa experiência pode se sentir recompensado ao final da sessão. Afinal, como diz a própria Mary Shelley numa cena do filme, mais assustadora que uma história de terror pode ser uma história de amor.
Atenção para uma cena que rola durante os créditos. Quem ficar para assistir não vai se arrepender.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Voz do metal brasileiro, Edu Falaschi encerra em junho trilogia conceitual com álbum solo de atmosfera medieval


Capa do álbum ‘Mi’Raj’, de Edu Falaschi
Arte de Carlos Fibes
♫ NOTÍCIA
♬ Uma das vozes do universo brasileiro do heavy metal, o cantor e compositor paulistano Edu Falaschi encerra em junho, com o lançamento do álbum “Mi’Raj”, a trilogia fictícia e conceitual que move a discografia solo do artista, projetado nos anos 2000 como vocalista da banda Angra, função que exerceu até 2012.
Álbum gravado em estúdio, “Mi’Raj” narra o fim da saga do personagem Jorge em travessia existencial ambientada em 1519 e movimentada por conflitos espirituais do protagonista.
A história de Jorge começou a ser contada por Falaschi há cinco anos no primeiro álbum solo do artista com repertório inédito, “Vera Cruz” (2021) e foi desenvolvida no álbum seguinte, “Eldorado” (2023).
Com capa que expõe arte criada por Carlos Fides, o álbum “Mi’Raj” tem sonoridade influenciada pela atmosfera medieval do capítulo final da saga, com o som do heavy metal temperado com timbres e texturas presentes na música feita no Nordeste do Brasil por influência da cultura ibérica.
Com nove músicas (“Circle of dust”, “Echoes of vows”, “Here I stand”, “On your own”, “Unchained” e “Wrath into the war”, entre outras), o repertório do álbum “Mi’Raj” foi essencialmente composto em inglês, mas inclui “Intuição”, a primeira música inédita em português de Edu Falaschi em 24 anos.
Com coprodução de Thiago Bianchi, Falaschi grava o álbum “Mi’Raj” com banda formada pelos músicos Diogo Magra (guitarra), Fábio Laguna (teclados), Jean Gardinalli ( bateria), Raphael Dafras (baixo) e Victor Franco (guitarra).

Fonte: G1 Entretenimento

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Só quatro países venceram Oscar de melhor filme internacional duas vezes seguidas; Brasil sonha ser 5º


Ítalo Martins, Robério Diógenes, Wagner Moura e Igor de Araújo em cena de ‘O agente secreto’
Divulgação
Não é fácil ganhar o Oscar de melhor filme internacional duas vezes seguidas — como o Brasil deseja tanto fazer caso “O agente secreto” saia vencedor no próximo dia 15, pouco mais de um ano depois da conquista histórica de “Ainda estou aqui”.
Até hoje, apenas quatro países levaram o “bicampeonato” do tipo, pelo menos desde que a categoria virou competitiva, em 1956:
Itália, três vezes: 1956 e 1957 (“A estrada da vida” e “Noites de Cabíria”), 1963 e 1964 (“Oito e meio” e “Ontem, hoje e amanhã”), e 1970 e 1971(“Investigação sobre um cidadão acima de qualquer suspeita” e “O jardim dos Finzi-Contini”)
França, três vezes: 1958 e 1959 (“Meu tio” e “Orfeu negro”), 1972 e 1973 (“O charme discreto da burguesia” e “A noite americana”), e 1977 e 1978 (“Madame Rosa, a vida à sua frente”) e (“Preparem seus lenços”)
Suécia: 1960 e 1961 (“A fonte da donzela” e “Através de um espelho”)
Dinamarca: 1987 e 1988 (“A festa de Babette” e “Pelle, o conquistador”)
De 1947 a 1955, a categoria era considerada um prêmio honorário e não tinha indicados, com vencedores anunciados na festa. O Japão também é bi, com vitórias em 1954 (“O portão do inferno”) e 1955 (“Miyamoto Musashi”), mas apenas nesse período pré-competitivo.
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Com isso, se o diretor Kleber Mendonça Filho subir ao palco para receber o Oscar, vai fazer com que o Brasil se torne o primeiro país de fora da Europa a conseguir o recorde desde que a categoria se tornou regular na premiação.
Para isso, precisa superar principalmente um representante do continente. Seu maior concorrente é o norueguês “Valor sentimental”, único outro indicado da categoria a concorrer também a melhor filme junto do brasileiro.
Se a tarefa parece hercúlea, vale um leve conforto estatístico. Tanto Suécia quanto Dinamarca conseguiram suas dobradinhas também na sequência de sua primeira vitória. Ou seja, metade dos países com a marca também tinha acabado de ganhar pela primeira vez — assim como o Brasil, em 2026.
Outros números da categoria
Itália é a maior vencedora da categoria, com 14 estatuetas no total. A França vem logo atrás, com 12. Ambos também têm o maior número de indicações, com 33 e 42 respectivamente.
O terceiro lugar fica com o Japão, com distantes 5 vitórias (3 delas na época honorária).
15 países têm mais de um Oscar na categoria. Outros 12 ganharam apenas uma vez, e o Brasil é um deles.
32 países receberam pelo menos uma indicação, mas nunca ganharam. Desses, Israel é o recordista, com 10 filmes indicados e nenhum vencedor.
Por que Itália e França vencem tanto?
A explicação por trás do sucesso dos dois países envolve tanto a qualidade de suas indústrias cinematográficas quanto um certo ciclo vicioso iniciado lá nos primórdios da categoria.
Claro, ambos os países têm tradição inegável no cinema, e geraram diretores responsáveis por mais de uma vitória (lembrando que, na categoria, quem ganha o prêmio é o país, não o cineasta), como Federico Fellini e René Clément.
Essas conquistas, no entanto, viciaram o olhar de membros da Academia de Hollywood sobre produções italianas e francesas. Não só elas passaram a receber mais atenção dos americanos, mas ajudaram na introdução de membros desses países na organização.
Por décadas, para se tornar membro era necessário que ao menos dois veteranos de um ramo da Academia indicassem um candidato. Ou seja, faz sentido que italianos apadrinhassem italianos, e franceses apoiassem franceses.
“Lembro que, na divulgação ‘Dois papas’, eu estive em um jantar da Academia para os membros italianos. Eu não lembro porque que acabei indo lá, me convidaram e eu fui. Mas, cara, era um salão com umas 350 pessoa. Fizeram show, homenagem, toda aquela mega coisa e eram só os italianos, cara”, afirmou o diretor brasileiro Fernando Meirelles ao g1, em 2025.
“É muita gente, cara. E o Brasil lá nessa época já tinha 20. Como é que a gente vai ganhar prêmio?”
Nos últimos anos, a Academia deu início uma série de medidas para expandir e diversificar seu corpo de membros. Tanto que, das 6 mil pessoas que faziam parte da organização em 2014, hoje o número passa dos 10 mil — e cerca de 30% deles vivem fora dos Estados Unidos.
E o Brasil? Estima-se que hoje sejam cerca de 60 membros brasileiros. A vitória de “Ainda estou aqui” também ajuda nesse número. Afinal, outra iniciativa recente passou a fazer com que indicados fossem considerados automaticamente para entrar na Academia.

Fonte: G1 Entretenimento

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Luciano Huck visita município de águas cristalinas em MS; ‘Bonito é lindo’


Luciano Huck visita Bonito, em MS
O apresentador da TV Globo, Luciano Huck, aproveitou uma pausa nas gravações em Guia Lopes da Laguna para visitar a cidade vizinha e curtir as águas cristalinas da região.
Nas redes sociais, o apresentador brincou ao dizer: “Bonito é lindo”. Veja o vídeo acima.
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Os registros foram feitos nesta terça-feira (3), quando Huck esteve em Mato Grosso do Sul para gravar um quadro do programa “Domingão”.
Ele desembarcou no aeroporto de Bonito e aproveitou o tempo livre antes da gravação para conhecer um ponto turístico da cidade.
Apresentador Luciano Huck em Bonito (MS)
Redes sociais
Sobre a gravação
A visita do apresentador chamou a atenção e movimentou moradores da cidade, que tem pouco mais de 12 mil habitantes.
Nas imagens enviadas ao g1, ele aparece ao lado de uma família. A equipe também é vista durante as gravações.
Luciano Huck em Guia Lopes da Laguna (MS)
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Veja vídeos de Mato Grosso do Sul

Fonte: G1 Entretenimento

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Luiza Possi anuncia conversão à música cristã, mas antes lança o álbum ‘É só o amor’ e faz show ‘de despedida’ do pop


A cantora Luiza Possi anuncia o lançamento do álbum ‘É só o amor’
Reprodução / Instagram Luiza Possi
♫ NOTÍCIA
♬ Convertida à religião evangélica em setembro de 2024, a cantora Luiza Possi vai redirecionar à carreira musical em conformidade com a fé da artista. Em vídeo postado em rede social, Luiza anunciou hoje, 4 de março, a conversão à música cristã.
Antes, contudo, a cantora lançará um último álbum dentro do universo pop, “É só o amor”, cuja promoção será iniciada amanhã, 5 de março, com foco na música “Estou apaixonado”, gravada pela cantora em feat com Péricles.
No embalo do álbum, Luiza também estreará show para se despedir dessa fase pop que durou 25 anos, já que a cantora entrou em cena em 2001.
“Esse álbum encerra um ciclo de 25 anos na minha carreira. Teremos alguns shows de despedida. Após essa agenda, mergulho de cabeça e por inteiro, como sempre fiz, no meu amor a Jesus Cristo, a Deus. E vou cantar, louvar e reverenciar meu mestre e salvador. Temos coisas lindas já em andamento. É um momento de transição”, conceitua a artista.

Fonte: G1 Entretenimento

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Novo julgamento de Harvey Weinstein por estupro começa em abril


Harvey Weinstein em audiência em maio de 2024
Julia Nikhinson / POOL / AFP
O ex-produtor de cinema Harvey Weinstein enfrentará um novo julgamento a partir de 14 de abril, na cidade americana de Nova York, por uma acusação de estupro sobre a qual o júri de 2025 não conseguiu chegar a um veredito unânime, informou seu agente nesta quarta-feira (4).
A tensão entre os membros do júri causada pela acusação de estupro de terceiro grau feita por uma mulher chamada Jessica Mann levou o juiz a anular o processo, para que o caso pudesse ser reexaminado.
Em junho de 2025, um júri declarou Weinstein culpado de agressão sexual contra Miriam Haley e o absolveu da suspeita de agressão sexual contra Kaja Sokola.
Weinstein, 73, cumpre pena de 16 anos de prisão por outro processo na Califórnia, pelo estupro de uma atriz europeia. Seu porta-voz, Juda Engelmayer, ressaltou que, “todas as vezes que os promotores pediram a um júri que condenasse Harvey Weinstein com base precisamente na acusação de Jessica Mann, não conseguiram chegar a um veredito unânime”.
“O Sr. Weinstein sempre afirmou que a relação foi consensual, e esperamos apresentar as provas novamente”, acrescentou Engelmayer.
A condenação de Weinstein pela acusação relacionada a Miriam Haley representou uma vitória para ela, cuja denúncia contribuiu para o veredito inicial de culpabilidade em 2020.
O caso impulsionou o movimento “MeToo”, que denuncia os abusos contra mulheres. O movimento abalou a indústria do cinema e expôs a exploração sistemática de mulheres jovens que desejavam trabalhar no mercado do entretenimento.
Mais de 80 mulheres acusaram Weinstein de má conduta sexual na sequência da reação mundial contra os homens que abusam da sua posição de poder.
A condenação original de Weinstein, em 2020, foi anulada em 2024 por um tribunal de apelações de Nova York, que encontrou irregularidades na forma como as testemunhas foram apresentadas. Um novo julgamento foi ordenado.

Fonte: G1 Entretenimento

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Voz do grupo Premê, Wandi Doratiotto faz ‘passeio paulista’ em álbum autoral


Wandi Doratiotto faz crônica da cidade de São Paulo nas 15 músicas do álbum solo ‘Um passeio paulista’, programado para 27 de março
Tarita de Souza / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Integrante fundamental do Premeditando o Breque, grupo criado em 1976 por estudantes da Universidade de São Paulo e popularmente conhecido como Premê, Wandi Doratiotto lança álbum solo autoral 50 anos após a entrada em cena desse grupo que se tornou referência de humor na Vanguarda Paulista pela irreverência com que abordava gêneros brasileiros como samba e choro com sonoridade experimental.
Aos 72 anos, Wandi Doratiotto apresentará em 27 de março, em edição do selo Borandá, o álbum “Um passeio paulista”, gravado entre março de 2025 e janeiro deste ano de 2026 com produção musical orquestrada por Swami Jr. com Danilo Moraes.
Através de 15 músicas autorais, o cantor, compositor e violonista paulistano – nascido e criado no bairro da Lapa – faz a crônica da cidade de São Paulo (SP), retratando a metrópole com todas as belezas, contradições, graças e tensões sociais.
“Esse disco é a minha prosa com São Paulo, essa cidade de tantas nuances, tantos encantos e ecos de diferentes regiões do país”, situa Wandi Doratiotto.
Ao longo do passeio paulista, o artista se encontra com Arrigo Barnabé, Cida Moreira, Fabiana Cozza, Mario Manga, Marisa Orth e Zeca Baleiro.
Expoente da Vanguarda Paulista, Arrigo Barnabé divide com Wandi o canto de “Idalina”, música também gravada com a adesão vocal de Cida Moreira. Voz já referencial do samba de São Paulo, Fabiana Cozza é a convidada de “Lazinho”. Companheiro de Wandi no Premê, Mario Manga toca guitarra e canta em “Sentido da vida”. Marisa Orth participa das faixas “A humanidade”, “Cinco horas”, “Era uma vez” e “Nóis podia tá roubando”. Já Zeca Baleiro divide a interpretação de “Cachaça” com Wandi Doratiotto.
Capa do álbum ‘Um passeio paulista’, de Wandi Doratiotto
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Harry Styles acerta em disco meio ‘diferentão’ e mostra que ‘sumiço’ faz bem para um popstar


Harry Styles mostra lado mais ‘experimental’ e dançante em disco novo
Título: “Kiss All The Time. Disco, Occasionally”
Artista: Harry Styles
Nota: 8/10
Harry Styles andava sumido, mas está de volta. Ele lança o álbum “Kiss All The Time. Disco, Occasionally” nesta sexta (6) e dá para dizer que o disco é experimental — para os padrões dele, pelo menos.
O ex-One Direction não lançava álbuns solo desde “Harry’s House”, de 2022. Aquela foi uma fase frutífera para ele, mas também um tanto polêmica.
Foi a época do controverso “Não Se Preocupe, Querida”, em que o bafafá dos bastidores foi mais assunto que o próprio filme. Também foi quando ele levou o Grammy de Álbum do Ano, superando o aclamado “Renaissance”, de Beyoncé. E ainda que isso não seja culpa dele necessariamente, o discurso que o cantor fez não ajudou.
Em suma, o clima não estava bom para seguir na ativa. Então, Harry fez uma coisa que todo artista grande devia fazer: deu um respiro na imagem e foi viver a vida.
“Kiss All The Time. Disco, Occasionally” é inspirado por esse tempo em que ele foi mais gente como a gente (ou o mais próximo disso, já que ainda era um ricaço na Europa). Ele foi avistado fazendo maratonas, passeando pelas ruas de Roma e até acompanhando o anúncio do novo Papa em 2025.
Além disso, Harry diz que andou indo muito em shows e baladas, vendo tudo de um lugar que ele nunca esteve: do meio da multidão.
Isso se reflete na produção e na mixagem de “Kissco” (apelido que o álbum ganhou dos fãs porque, convenhamos, que título enorme). Nesse disco, a voz de Harry aparece quase sempre processada, mergulhada em efeitos e dobras, e raramente é a protagonista das músicas. É como se ele estivesse com você no meio da galera, cantando enquanto uma batida eletrônica ecoa no fundo.
Isso já é uma dica de como esse álbum vai por um lado pouco óbvio para Harry. Afinal, ele se fez como cantor de pop rock nostálgico, uma espécie de membro do Fleetwood Mac com roupas estampadas de coração. Mas “Kissco” mostra um lado moderninho do músico, que não ganhou a fama de descolado à toa.
Harry Styles no clipe de ‘Aperture’, lead single de ‘Kiss All The Time. Disco, Occasionally.’
Divulgação/Stella Blackmon
Apesar de ter “disco” no nome, o álbum não segue a modinha disco pop que cansamos de ouvir nos últimos anos. Ele resvala em influências da música disco oitentona, sim, mas as faixas são menos redondinhas que se esperaria.
O conjunto está mais para um dance pop indie, na linha de Metronomy e Bloc Party, digno do line-up do Lollapalooza nos anos 2010.
Em faixas como “Aperture” e “Are You Listening Yet”, não restam dúvidas que Harry andou ouvindo LCD Soundsystem.
Um destaque é “Season 2 Weight Loss”, uma faixa com beat meio desencaixado, em que ele canta quase como se estivesse falando. Essa é a mais “estranha” do disco e, por isso, uma das mais interessantes.
De modo geral, Harry abandona aquela estrutura típica de canção pop com refrão chiclete. Muitas músicas crescem e se revelam aos poucos, com loops, sintetizadores e trechos instrumentais dançantes.
Harry Styles em foto para o disco ‘Kiss All The Time Disco Occasionally’
Divulgação
No meio dos sons eletrônicos, ainda estão os instrumentos orgânicos — dos quais Styles nunca abriu mão — como piano, coros, cordas e uma bateria caprichada.
E linhas de baixo, destaque na funky “Dance No More”. É a música com mais potencial de hit, que bebe da água do lado mais mainstream do Prince. Sem tanto molho, claro, mas não deixa de ser uma ótima música pop.
O que impede esse álbum de ser tudo o que promete são as baladas, especialmente a penúltima faixa, “Paint by Numbers”. É uma música ancorada no violão, até bonita, mas que entra quase repentinamente em um momento-chave do disco. Quebra o clima que vinha sendo construído.
Parece que ele ficou com medo de arriscar demais, o que é uma pena. Se Harry tivesse mergulhado de vez na pista, fosse para curtir ou para chorar, esse seria um excelente álbum.
Mas não deixa de ser um trabalho que traz um frescor à discografia dele. Harry nitidamente ganhou inspiração e fôlego ao fugir um pouco dos holofotes. Afinal, até estrelas pop precisam viver.
E sempre é animador ver um artista desse porte tentar novos caminhos, sem medo de desagradar os fãs das antigas. No fim das contas, é isso que separa os hitmakers de hoje dos popstars que seguem relevantes ao longo do tempo.

Fonte: G1 Entretenimento