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De Recife a Oslo, passando por Gaza, Irã e Marrocos: o ‘mapa’ do Oscar de Filme Internacional


Wagner Moura e Kleber Mendonça Filho durante as gravações de ‘O agente secreto’, no Ginásio Pernambucano
Victor Jucá/Divulgação
O Oscar de Filme Internacional em 2026 conta histórias vividas em territórios que sufocam, libertam ou denunciam. Da simetria modernista do Recife em “O Agente Secreto” às casas de madeira na Noruega, a lista traz um cinema que usa o asfalto de Teerã e a poeira de Marrocos para transformar o espectador em testemunha de tensões.
A disputa equilibra a paranoia política brasileira com o realismo clandestino iraniano, provando que o melhor do cinema global ainda nasce da relação entre a câmera e o lugar onde a história é filmada.
Abaixo, veja detalhes das locações dos indicados a Melhor Filme Internacional do Oscar. A premiação acontece em 15 de março, em Los Angeles.
RECIFE (BRASIL): ‘O Agente Secreto’
Assista ao trailer de ‘O Agente Secreto’
“O Agente Secreto” ocupa o Centro do Recife e o bairro da Boa Vista, usando a arquitetura modernista como peça-chave do suspense. Locações como o Edifício Ofir e o Cinema São Luiz reforçam a sensação de confinamento. Janelas, marquises e corredores são como postos de observação. E de um refúgio nem sempre seguro.
MAPA: As locações de ‘O Agente Secreto’ no Recife
A câmera do diretor Kleber Mendonça Filho foca no concreto aparente e no Rio Capibaribe, transformando a geografia urbana recifense em um tabuleiro de vigilância onde o protagonista vivido por Wagner Moura tenta se esconder. Filmar em locais que preservam a estética de 1977 permite que a cidade dite a paranoia do roteiro.
TEERÃ (IRÃ): ‘Foi Apenas um Acidente’
Assista ao trailer de ‘Foi apenas um acidente’
O filme ocupa as ruas de Teerã de forma clandestina, transformando a capital iraniana em um cenário de tensão real. O diretor Jafar Panahi registra a cidade de dentro de carros e em locações discretas, utilizando a arquitetura urbana e o fluxo de pessoas como elementos de uma vigilância que ultrapassa a ficção. Teerã dita o ritmo do suspense com seus engarrafamentos, calçadas vigiadas e uma luz crua que segue o conflito.
G1 JÁ VIU: ‘Foi apenas…’ estica corda da tensão com leveza
A escala reduzida da produção, que cabia em apenas dois veículos, permitiu que a cidade se revelasse em sua forma mais autêntica e opressora: havia um risco real de interrupção policial das filmagens. A equipe enxuta não é só uma escolha estética, mas uma estratégia para driblar a fiscalização do regime.
GAZA (PALESTINA): ‘A Voz de Hind Rajab’
‘A Voz de Hind Rajab’: assista ao trailer
O filme utiliza ambientes urbanos devastados para dar corpo ao relato da tragédia real de uma menina de seis anos presa em um carro sob fogo cruzado. As ruas esburacadas e os prédios em ruínas de Gaza servem para humanizar um espaço de confinamento extremo onde a urgência vital é ditada por telefonemas de socorro. As imagens da cidade deixam o rastro do que um dia foi um centro de convivência, agora reduzido a um cenário de isolamento.
Detalhes íntimos e sons ambientes aterrorizantes amplificam o medo da protagonista. A ambientação é crucial para estabelecer a autenticidade do relato, forçando o público a encarar a realidade da guerra sem os filtros do jornalismo tradicional.
DESERTOS (MARROCOS): ‘Sirāt’
Assista ao trailer do filme “Sirât”
Os desertos marroquinos de Errachidia, Erfoud e Bouarfa emprestam suas paisagens áridas e horizontes infinitos para criar um cenário de isolamento em “Sirāt”, na metade final do filme. O diretor Oliver Laxe utiliza a poeira e o silêncio para amplificar a experiência sensorial da jornada de um grupo que atravessa montanhas rumo a uma rave. Os desfiladeiros estreitos e um território marcado por cicatrizes de conflitos passados se tornam desafios de sobrevivência.
G1 JÁ VIU: ‘Sirât’ oferece experiência inesperada e explosiva
Nesta locação, a natureza dita o comportamento de quem tenta se deslocar ali. O deserto deixa de ser um pano de fundo para se tornar a força que testa a sanidade e o destino dos personagens, equilibrando o sentimento de perda com a paixão pela música.
OSLO (NORUEGA): ‘Valor Sentimental’
Assista ao trailer de ‘Valor sentimental’
O filme abre com uma casa imponente, já visivelmente torta pelo passar do tempo, em Oslo, na Noruega. A construção de madeira carrega o peso de gerações da família Borg e se torna o centro de uma família envolta em memórias mal resolvidas. É dentro dessas paredes que duas irmãs são forçadas a lidar com o retorno do pai, transformando cômodos em espaços de tensão.
G1 JÁ VIU: ‘Valor Sentimental’ encontra beleza na humanidade
A arquitetura peculiar da casa, em uma vila arborizada no bairro de Frogner, é marcada por ecos da mitologia nórdica e do nacionalismo romântico. É essa casa típica do final do século 19 que dita a dinâmica da trama: as personagens tentam decidir o destino do imóvel, da própria relação familiar e de um filme que é gravado na própria casa (e sobre traumas vividos nela).

Fonte: G1 Entretenimento

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Roberto Carlos anuncia venda de ingressos para show de aniversário em Cachoeiro; veja valores


Roberto Carlos anuncia show em Cachoeiro para comemorar 85 anos na cidade onde nasceu, no Espírito Santo
Caio Girardi/Divulgação
Os ingressos para o show de aniversário do cantor Roberto Carlos em Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Espírito Santo, começam a ser vendidos no dia 9 de março, ao meio-dia. A apresentação vai acontecer em 19 de abril, dia em que o cantor completa 85 anos. A informação sobre as vendas foi confirmada pela equipe do artista.
Conhecido como o ‘Rei’ da música brasileira, Roberto Carlos é capixaba e nasceu em Cachoeiro de Itapemirim. O aniversário promete reunir fãs de várias partes do país, como é tradição nas apresentações do cantor na cidade.
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O show será no Parque de Exposição Carlos Caiado Barbosa, às 20h, com abertura dos portões às 18h.
As entradas poderão ser compradas pela internet, em uma plataforma de eventos, ou presencialmente na bilheteria oficial, localizada na loja Oriento Jóias – Perim Center, na Avenida Jones dos Santos Neves, bairro Caiçara, em Cachoeiro de Itapemirim.
O ponto físico funciona de segunda a sábado, das 10h às 20h.
Valores dos ingressos
Os ingressos para o show de Roberto Carlos em Cachoeiro de Itapemirim variam de R$ 85 a R$ 900, dependendo do setor escolhido. Veja os preços:
🔵 Setor Azul Central
Inteira: R$ 900
Meia-entrada: R$ 450
🔵 Setor Azul Lateral
Inteira: R$ 760
Meia-entrada / PCD: R$ 380
🟡 Setor Amarelo Central
Inteira: R$ 620
Meia-entrada: R$ 310
🟡 Setor Amarelo Lateral
Inteira: R$ 540
Meia-entrada / PCD: R$ 270
⚪ Setor Branco
Inteira: R$ 360
Meia-entrada / PCD: R$ 180
🏟 Arquibancada (Central e Lateral)
Inteira: R$ 170
Meia-entrada: R$ 85
Roberto Carlos vai fazer show em Cachoeiro em comemoração aos seus 85 anos
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EVENTO: Roberto Carlos anuncia show em Cachoeiro para comemorar 85 anos na cidade onde nasceu, no ES
Formas de pagamento
Nas compras on-line, o pagamento pode ser feito por Pix, cartão de débito ou crédito, com possibilidade de parcelamento em até duas vezes sem juros ou em até 10 vezes com juros de 2,8% ao mês.
Já na bilheteria física, os ingressos podem ser pagos em dinheiro, cartão de débito ou crédito, com parcelamento em até duas vezes sem juros.
Classificação e estrutura
A classificação indicativa do evento é 18 anos. Menores só poderão entrar acompanhados dos pais ou responsáveis. O local também contará com estacionamento pago para o público.
Rei tem tradição de comemorar aniversário com show em Cachoeiro
A última apresentação do cantor no Espírito Santo, foi em abril de 2023, quando comemorou 82 anos. Ele desembarcou em Vitória e realizou dois shows no estado, um em Cachoeiro e outro na capital.
Na ocasião, a passagem do cantor movimentou fãs e marcou as celebrações de aniversário do artista.
Show de Aniversário – Roberto Carlos
📅 Data: 19 de abril (domingo)
⏰Horário: 20h, com abertura dos portões às 18h
📍Local: Parque de Exposição Carlos Caiado Barbosa, em Cachoeiro de Itapemirim
🎟️Ingressos: preços variam de R$ 85 a 900
ℹ️ Vendas de ingressos: 9 de março, ao meio-dia, online ou na loja Oriento Jóias – Perim Center, na Avenida Jones dos Santos Neves, bairro Caiçara, em Cachoeiro de Itapemirim.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Como Harry Styles ganhou ‘sósias’ no pop e se distancia deles em novo disco


Harry Styles mostra lado mais ‘experimental’ e dançante em disco novo
Harry Styles está de volta. Ele lança o álbum “Kiss All The Time. Disco, Occasionally” nesta sexta (6) e dá para dizer que o disco é experimental — para os padrões dele, pelo menos.
O músico andava sumido, ausente dos holofotes desde 2023, e sua ausência foi sentida. Surgiram vários “sósias” de Styles nos últimos anos: Sombr, Role Model e Benson Boone são alguns dos artistas que parecem ter várias fotos de Harry salvas no Pinterest.
Mas até o momento, nenhum deles chegou perto do Harry Styles “original”, e não só no quesito fama. Entenda por que cantor tem tantos “sósias” e como o disco novo o distancia dos seus herdeiros:
O molde do popstar branco
Sombr, Role Model e Benson Boone são alguns dos popstars que seguem o ‘molde Harry Styles’
Reprodução
Não é que Harry Styles seja um grande pioneiro. A questão é que o músico representa um novo parâmetro para a atualidade: em uma época em que o público prefere artistas mais diversos, o cantor mostrou que ainda é possível ser idolatrado, mesmo sendo… um homem branco.
Ele segue uma fórmula bastante eficaz. Harry está confortável em expressar feminilidade (sua sexualidade é um ponto de interrogação, mas suficiente para atrair fãs hétero e LGBTQ+); não se apropria da cultura negra; tem o respeito de ídolos, de Stevie Nicks a Elton John… e, acima de tudo, não encarna a masculinidade agressiva que muitas vezes domina o rock e suas vertentes.
Harry é discípulo assumido de nomes como Bowie, Freddie Mercury e Prince, artistas que sempre dobraram as regras da expressão masculina na música. E ainda que siga dicas de seus ídolos, ele arrisca muito menos, tentando se manter no lado menos “cancelável” e problemático possível.
Nem sempre dá certo. Harry já foi acusado de queerbaiting, teve sua cota de tretas públicas…. e simbolicamente, se envolveu em uma polêmica em 2023, após levar o Grammy de Álbum do Ano e dizer que “isso não costuma acontecer” para pessoas como ele (naquela época, Beyoncé era a grande favorita e o prêmio já tinha fama de racista).
Ou seja, talvez o próprio Harry tenha dificuldade em enxergar o nível de privilégio de ser um homem branco no topo da indústria.
Depois desse infame discurso, inclusive, Harry precisou de um “sumiço” para voltar às graças do público geral. Mas é interessante ver que, em sua ausência, ninguém ocupou exatamente esse lugar. Por mais que tenham tentado.
Harry Styles no clipe de ‘Lights Up’ (esquerda) e Role Model no clipe de ‘Oh Gemini’ (direita)
Reprodução/YouTube
Os novatos Sombr e Role Model têm bombado desde 2025, principalmente no TikTok e entre fãs mais jovenzinhos. Claro, há uma ou outra diferença na parte musical. Mas no que diz respeito à estética, quem vê os dois pode ter um déjà vu.
Benson Boone, então, parece um híbrido bastante caricatural de Styles e de Freddie Mercury. Mas não chega perto nem de um, que dirá do outro.
Difícil dizer o quanto esses artistas querem ser Harry e o quanto a indústria os colocou nesse lugar. Dá pra imaginar executivos de terno, revendo os passos do ex-One Direction e obrigando os novatos a fazer parecido. Que gravadora não quer ter um Harry Styles?
Em parte, tem dado certo: os novatos têm ganhado streams, fama, indicações ao Grammy, e por aí vai. De volta à cena, Harry ganhou uma “concorrência” no mundinho pop masculino que ele mesmo ajudou a criar.
Mas ainda há algo no britânico que os sósias não alcançam, uma característica que o colocou no posto de popstar descolado dominante — e que aparece nesse disco. É que, mesmo tendo suas próprias referências, Styles busca não entrar na modinha… e ainda hoje, tenta fazer a própria.
Todo mundo quer ser aquele Harry Styles, menos ele
Harry Styles no clipe de ‘Aperture’, lead single de ‘Kiss All The Time. Disco, Occasionally.’
Divulgação/Stella Blackmon
O engraçado é que, enquanto está na moda ser Harry Styles, ele decidiu tentar ser outra coisa. “Kiss All The Time. Disco, Occasionally” é o álbum mais “experimental” da carreira de Styles. Leia crítica completa.
O disco é inspirado pelo tempo em que Harry foi mais gente como a gente (ou o mais próximo disso, já que ainda era um ricaço na Europa). Ele foi avistado fazendo maratonas, passeando pelas ruas de Roma e até acompanhando o anúncio do novo Papa em 2025.
Além disso, o cantor diz que andou indo muito em shows e baladas, vendo tudo de um lugar que ele nunca esteve: do meio da multidão.
Isso se reflete na produção e na mixagem de “Kissco” (apelido que o álbum ganhou dos fãs porque, convenhamos, que título enorme). Nesse disco, a voz de Harry aparece quase sempre processada, mergulhada em efeitos e dobras, e raramente é a protagonista das músicas. É como se ele estivesse com você no meio da galera, cantando enquanto uma batida eletrônica ecoa no fundo.
Isso já é uma dica de como esse álbum vai por um lado pouco óbvio para Harry. Afinal, ele se fez como cantor de pop rock nostálgico, uma espécie de membro do Fleetwood Mac com roupas estampadas de coração. Mas “Kissco” mostra um lado moderninho do músico, que não ganhou a fama de descolado à toa.
De modo geral, Harry abandona aquela estrutura típica de canção pop com refrão chiclete. Muitas músicas crescem e se revelam aos poucos, com loops, sintetizadores e trechos instrumentais dançantes.
O conjunto está lembra o dance pop indie, na linha de Metronomy e Bloc Party, digno do line-up do Lollapalooza nos anos 2010.
Harry Styles em foto para o disco ‘Kiss All The Time Disco Occasionally’
Divulgação
O disco não é uma obra-prima impecável, mas sem dúvidas traz um frescor à discografia dele. Harry nitidamente ganhou inspiração e fôlego ao fugir um pouco dos holofotes. Afinal, até estrelas pop precisam viver.
E sempre é animador ver um artista desse porte tentar novos caminhos, sem medo de desagradar os fãs das antigas.
No fim das contas, é isso que separa os hitmakers de hoje dos popstars que seguem relevantes ao longo do tempo. E é o que coloca Harry um pouco à frente, pelo menos por enquanto, dos sósias que têm vindo por aí.

Fonte: G1 Entretenimento

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Simone e Francis Hime preparam show conjunto com estreia prevista para maio


Simone e Francis Hime preparam um show conjunto para reforçar conexão iniciada há quase 50 anos
Reprodução / Instagram Francis Hime
♫ NOTÍCIA
♬ Uma das melhores notícias recentes do universo da MPB apareceu esta semana em rede social de Francis Hime. O compositor, pianista e arranjador carioca prepara show inédito com a baiana da gema Simone. A estreia do show está prevista para maio, presumivelmente na cidade do Rio de Janeiro (RJ).
Nada mais foi informado, mas a notícia da simples existência do projeto unindo a cantora e o músico já simboliza um bálsamo para seguidores da MPB diante das relevâncias dos dois artistas.
Se efetivamente chegar à cena, o show celebra uma parceria de quase 50 anos. Foi em 1977 que Simone gravou pela primeira vez uma música de Francis Hime, “Valsa rancho”, parceria do compositor com Chico Buarque. A gravação faz parte do álbum “Face a face”, primeiro antológico título da discografia da cantora.
Cinco anos depois, em 1982, Simone gravou o samba “Embarcação”, outra parceria de Francis com Chico, para o álbum “Corpo e alma”. Em 1987, Simone regravou “Trocando em miúdos” (1977), mais uma música da obra de Francis com Chico, para o álbum “Vício”.
Em 2007, a Cigarra pôs voz em “Existe um céu”, parceria de Francis com Geraldo Carneiro, em gravação feita para a trilha sonora da novela “Paraiso tropical”.
Tudo isso sem contar as participações da cantora nos discos do compositor e maestro. Em 1984, no álbum “Essas parcerias”, Francis fez feat com Simone em “O sinal” (Francis Hime e Alberto Abreu). No “Álbum musical” (2008), Simone foi a intérprete de “Maravilha” (1977), outra música de Francis com Chico.
Por fim, no mais recente álbum do artista, “Não navego pra chegar” (2025), a cantora caiu no “Samba para Martinho” (Francis Hime, Geraldo Azevedo e Olivia Hime) em gravação feita com a maestria de Francis Hime.

Fonte: G1 Entretenimento

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Tânia Maria, a Dona Sebastiana de ‘O Agente Secreto’, diz que não vai à cerimônia do Oscar


Conheça Tânia Maria, a Sebastiana de “O Agente Secreto”
Reprodução/Fantástico
A atriz potiguar Tânia Maria, a Dona Sebastiana do filme O Agente Secreto, anunciou nesta quinta-feira (5) que não vai para a cerimônia do Oscar, em Los Angeles, no Estados Unidos, e que irá acompanhar a premiação do Brasil.
O motivo dela não ir à premiação não foi divulgado. A atriz de 79 anos chegou a parar de fumar, após 65 anos, para conseguir viajar e participar da cerimônia. Ela, inclusive, procurou ajuda médica por conta da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPCO) que desenvolveu após anos de consumo de cigarro.
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A ausência no Oscar foi divulgada por Tânia Maria em um vídeo nas redes sociais, no qual ela também convida o público brasileiro para acompanhar a cerimônia do Brasil.
“O Brasil precisa de gente para brilhar aqui também. Vamos ficar na torcida aqui no Brasil. Eu fico para brilhar com vocês”, disse no vídeo.
Conheça Tânia Maria, atriz potiguar que ganhou o mundo
O Agente Secreto, filme dirigido por Kleber Mendonça Filho e protagonizado por Wagner Moura, concorre a quatro estatuetas no Oscar, que acontece no dia 15 de março:
Melhor seleção de elenco;
Melhor filme internacional;
Melhor ator, para Wagner Moura;
Melhor filme.
Tânia Maria recebeu grande reconhecimento pela atuação no filme e chegou a ser lembrada por publicações especializadas, como Variety e The Hollywood Reporter, como uma candidata à indicação de Melhor Atriz Coadjuvante no Oscar, mas acabou ficando de fora da lista oficial.
Quem é Tânia Maria
Artesã e costureira, moradora de Santo Antônio da Cobra, povoado em Parelhas, no interior do Rio Grande do Norte, Tânia Maria se tornou atriz em 2019, aos 72 anos, depois de fazer um papel de figurante no filme “Bacurau”, de Juliano Dornelles e Kleber Mendonça Filho – este último também dirigiu “O Agente Secreto”.
Na produção, fez amizade com Kleber, com o preparador de elenco Leonardo Lacca e artistas. Desde então, já foram cinco filmes gravados. Antes, ela trabalhava como artesã – profissão que mantém mesmo após o ingresso ao cinema.
Tânia Maria interpreta ‘Sebastiana’ em ‘O agente secreto’
Reprodução/Fantástico
Carreira nas telas
Em “O Agente Secreto”, Tânia Maria vive Sebastiana, uma proprietária de apartamentos de Recife que abriga refugiados e Marcelo, o personagem de Wagner Moura.
No currículo, a atriz também participou do filme “Seu Cavalcanti” e rodou a série policial “Delegado”, com previsão de estreia em 2026.
Ela também estrela o longa “Yellow Cake”, que representou o Brasil no Festival de Roterdã, o curta-metragem “O Dilema das Rosas”, de Miguel Victor e os longas “Almeidinha”, de Gustavo Guedes e Julio Castro, e “Adoção”, de Allan Deberton.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Console de próxima geração da Microsoft, de codinome Project Helix, vai rodar games de Xbox e PC


Logo do Project Helix
Divulgação
A próxima geração de consoles Xbox recebeu o codinome Project Helix e vai rodar games da empresa e de computadores, anunciou a nova CEO, Asha Sharma, nesta quinta-feira (5).

Fonte: G1 Entretenimento

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Gusttavo Lima completa álbum ‘Feito à mão’ com oito faixas inéditas enquanto tenta se firmar no mercado internacional


Capa da edição integral do álbum ‘Feito à mão’, de Gusttavo Lima
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Enquanto ainda luta para fazer nome no mercado de música composta em língua hispânica, projeto internacional anunciado com pompa em 2025, Gusttavo Lima dá sequência à carreira fonográfica no Brasil. O cantor lança às 21h desta quinta-feira, 5 de março, a edição integral do álbum “Feito à mão”, com foco na música “Assunto que dói”.
Outras sete músicas – “Transa pendente”, “Dez na mente”, “Interrogações”, “Pensamentos intrusivos”, “Objeto de vingança”, “Outra madrugada” e “Soy yo” – completam o álbum e se juntam às nove faixas já apresentadas em agosto do ano passado no primeiro volume de “Feito à mão”.
Embora a música “Soy yo” tenha título e versos em espanhol, em sintonia com a tentativa do artista de se firmar na carreira internacional através do mercado latino dos países de língua hispânica, “Feito à mão” é álbum gravado pelo cantor em bom português, em junho de 2025, em clima intimista, no aconchego da casa em que o artista mineiro reside em Bela Vista de Goiás (GO), município da região metropolitana de Goiânia (GO), uma das capitais da música sertaneja.
Como já sinalizou o primeiro volume, cujo repertório destacou as músicas “Retrovisor” e “Pelo bem da minha saudade”, o álbum “Feito à mão” flagra Gusttavo Lima remoendo modas, costumes e clichês do universo sertanejo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Diogo Nogueira explica homenagem a Paolla Oliveira: ‘Não estou pedindo para voltar’


Diogo Nogueira comenta relação atual com Paolla Oliveira. “Eu falo com ela semanalmente”
Em entrevista ao g1 nesta quinta-feira (5), Diogo Nogueira falou sobre os duas décadas de carreria, como enfrentou a depressão, a influência do pai João Nogueira e a homenagem que fez para Paolla Oliveira, com quem teve um relacionamento de cinco anos, em seu novo álbum “Infinito Samba”.
Diogo foi entrevistado ao vivo no g1 Ouviu, o podcast e videocast de música do g1. A conversa fica disponível em vídeo e podcast no g1, no YouTube, no TikTok e nas plataformas de áudio.
Diogo Nogueira no g1 Ouviu
Fábio Tito/g1
Diogo Nogueira começou fazendo comentando sobre as duas décadas de carreira. “A gente acaba aprendendo bastante com a vida, com as pessoas que passam na sua trajetória. Eu comecei de uma forma muito crua na gravação de um audiovisual em 2006. A partir daí minha história começa. Aprendi muito na estrada, fazendo shows”, disse.
Apesar de não gostar muito do seu primeiro álbum, intitulado “Diogo Nogueira Ao Vivo” e gravado do teatro João Caetano, no Rio de Janeiro, o cantor explicou que ele serviu como um aprendizado. “Foi um dos mais vendido da minha história. É um divisor de águas. Eu sou muito grato, mesmo não curtindo muito”.
Sobre a turnê “Infinito Samba”, o cantor afirma que buscou referências internacionais para a montagem. “Fui a alguns shows da Broadway, em Nova York, para tentar trazer para o meu espetáculo e para o samba esse universo.”
Diogo contou ainda do trabalho em parceria com o diretor Rafael Dragaud, que faz a direção artística de “Infinito Samba”. “Rafael é um gênio, ele tem uma sensibilidade, que entendeu desde o início tudo aquilo que eu queria”.
Futebol e depressão
Diogo relembra a lesão da época em que era jogador de futebol, episódio que o fez optar pela carreira de cantor.
“Eu tinha consciência que tinha uma certa idade para futebol. Era a última cartada que estava dando. Mas não esperava que logo depois tivesse uma depressão profunda. Eu superei isso de uma forma muito bonita porque foi praticamente sozinho. Eu resolvi sair desse lugar. Cuidei de mim para estar aqui onde estou hoje”, falou.
Diogo Nogueira no g1 Ouviu
Fábio Tito/g1
Infância ao lado de grandes nomes
Diogo Nogueira relembrou ainda como foi sua infância ao lado de grandes nomes do samba. “Para mim, eles eram pessoas normais. Era o tio, a tia”. Ele relembrou a relação com o pai, o sambista João Nogueira, e destaca o temperamento do músico. “Meu pai era um cara muito rígido. Ele tinha os ideais dele. Era difícil convencê-lo a mudar. De um coração imenso, um grande pai.”
O cantor comentou ainda que as dificuldades que o pai passou com gravadoras serviu como aprendizado. “Eu fiquei muitos anos com gravadora, mas, a partir do momento que eu vi que não estava sendo legal, eu fiz um acordo e resolvi fazer minha carreira independente. É mais difícil, mas consegue trabalhar de forma bacana”.
Ele também mencionou nomes que marcaram sua trajetória, como Alcione e Beth Carvalho. Ao ser perguntado sobre os conselhos que recebeu delas, contou que a orientação era sempre “seguir estudando e ouvindo música”.
Diogo falou ainda sobre a pressão em ser filho de João Nogueira. “Acho um absurdo certas comparações. Só o filho de alguém que já foi consagrado que não pode. Todo mundo pode. Eu nunca fiquei me preocupando com isso”.
“Eu sempre recebi críticas e continuo recebendo. Eu não tenho que provar mais nada para ninguém. São 20 anos de carreira consolidada”.
Ascensão do pagode
O cantor reflete sobre as mudanças no cenário musical com a ascensão do pagode. “O samba perdeu o espaço de estar na mídia e no mercado. Mas continua nos nos lugares onde ele sempre resistiu e sempre esteve: nos guetos.”
Ele citou nomes da nova geração, como Mosquito, Inácio Rios, Marina Íris. Diogo ainda comentou que próprio filho também quer seguir seus passos na música. Ele é afinado, ainda tem uma voz imatura, muito jovem. Mas acho que da forma que está estudando. Mas eu disse: Primeiro você me entrega o canudo [diploma], depois você pode fazer o que quiser da sua vida.”
Paolla Oliveira
O cantor ainda relembrou como que escreveu uma música para Paolla Oliveira, “Flor de Caña”. Diogo disse que escreveu durante uma viagem e organizou para que isso fosse um presente de aniversário para a atriz.
“No dia do aniversário dela, eu disse que tinha um presente. Eu não comprei, eu diz. Ela ficou com olho arregalado. Foi incrível”, relembrou. Diogo Nogueira e a atriz ficaram juntos por cinco anos.
Questionando se é difícil cantar a música depois da separação, ele respondeu que não existe nenhum problema. “Eu falo com ela semanalmente. O casal não existe, mas o amor continua. Ainda me preocupo com ela. O amor se transformou em amizade”.
“Uma homenagem que estou fazendo para uma pessoa que foi importante na minha trajetória, que eu esteja pedindo para voltar. Isso é um desejo do público, não é nosso”, disse.

Fonte: G1 Entretenimento

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Britney Spears é liberada após ser detida por dirigir embriagada ou sob efeito de substâncias, diz site


Britney Spears
Reprodução/Instagram
Britney Spears foi detida na noite de quarta-feira (4) por dirigir embriagada ou sob efeito de substâncias, de acordo com o site TMZ.
Segundo registros policiais obtidos pelo site de celebridades, a cantora foi algemada pela patrulha rodoviária por volta das 21h30, no condado de Ventura, na Califórnia, e fichada pela delegacia às 3h da manhã. A popstar foi liberada por volta das 6h desta quinta-feira.
A equipe da cantora não se manifestou oficialmente sobre a detenção.
Recentemente, Britney vendeu os direitos de todo seu catálogo musical. A informação foi noticiada pelo site de notícias americano TMZ, nesta terça-feira (10). O valor da venda não foi divulgado.
Voz de hits como “Toxic” e “Oops!… did it again”, a cantora vendeu sua participação nos direitos das faixas para a Primary Wave, uma editora musical dos Estados Unidos. Ela está feliz com a decisão e tem comemorado com os filhos.
Embora o valor da venda não tenha sido revelado, fontes descrevem um “acordo histórico”, comparável à venda do catálogo de Justin Bieber a Hipgnosis (US$ 200 milhões), ocorrida em 2023.

Fonte: G1 Entretenimento

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Britney Spears é presa por dirigir embriagada, diz site


Estrela pop foi presa por dirigir embiragada.
Reprodução
Britney Spears foi detida na noite de quarta-feira (4) por dirigir embriagada ou sob efeito de substâncias, de acordo com o site TMZ.
Segundo registros policiais obtidos pelo site de celebridades, a cantora foi algemada pela patrulha rodoviária por volta das 21h30, no condado de Ventura, na Califórnia, e fichada pela delegacia às 3h da manhã. A popstar foi liberada por volta das 6h desta quinta-feira.
A equipe da cantora não se manifestou oficialmente sobre a detenção.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Recentemente, Britney vendeu os direitos de todo seu catálogo musical. A informação foi noticiada pelo site de notícias americano TMZ, nesta terça-feira (10). O valor da venda não foi divulgado.
Voz de hits como “Toxic” e “Oops!… I did it again”, a cantora vendeu sua participação nos direitos das faixas para a Primary Wave, uma editora musical dos Estados Unidos. Ela está feliz com a decisão e tem comemorado com os filhos.
Embora o valor da venda não tenha sido revelado, fontes descrevem um “acordo histórico”, comparável à venda do catálogo de Justin Bieber a Hipgnosis (US$ 200 milhões), ocorrida em 2023.

Fonte: G1 Entretenimento