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Obra de João Bosco ganha sopro de vida em ‘Horda’, álbum gravado ao vivo com a orquestra alemã NDR BigBand


João Bosco lança em 3 de julho álbum gravado ao vivo com a NDR BigBand em julho de 2025, com arranjos e regências do trombonista Rafael Rocha
Reprodução / Encarte da edição em CD do álbum ‘Horda’
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Horda
Artistas: João Bosco & NDR BigBand – com regência de Rafael Costa
Cotação: ★ ★ ★ ★ ★
♬ Dois álbuns celebram os 80 anos que João Bosco completará em 13 de julho, sendo que um deles, “Amigos novos e antigos – João Bosco 80 anos”, ainda está em processo de produção com feats do cantor com nomes de diferentes gerações e estilos.
Dez dias antes do 80º aniversário, o artista lança em 3 de julho o primeiro disco comemorativo da efeméride, “Horda”, gravado ao vivo em Hamburgo, em julho de 2025, com a orquestra alemã de jazz NDR BigBand.
Com capa que expõe pintura de Joachim Kühn, obra de 1999, o álbum “Horda” ganha edição em CD na Europa e na Ásia via Enja Records, a mesma gravadora que, há 18 anos, lançou o primeiro álbum de Bosco com a big band alemã, “Senhoras do Amazonas” (2008).
No Brasil, o exuberante álbum “Horda” estará disponível somente em edição digital com 12 faixas que expõem o som que Bosco apropriadamente conceitua como afro-jazz-brasileiro.
Com mais de sete e minutos e meio, a abordagem da música-título “Horda” (João Bosco e Francisco Bosco, 2020) exemplifica – entre síncopes, tempos de delicadeza e sobressaltos que evocam os ruídos de uma multidão – a simbiose entre o toque jazzístico da orquestra e o cancioneiro de Bosco, pautado pelo amálgama da ginga carioca do samba com a arquitetura barroca dos sons das Geraes – fonte natural para o artista mineiro que veio ao mundo em Ponte Nova (MG) em 13 de maio de 1946 – e pelas tradições musicais enraizadas em solo africano.
A swingueira do som do álbum “Horda” salta aos ouvidos já na primeira faixa, “Abricó de macaco” (João Bosco e Francisco Bosco, 2020).
Contribui para a perfeição do álbum o fato de, pela primeira vez, a NDR BigBand ter sido conduzida por um maestro brasileiro, o trombonista Rafael Rocha, responsável por arranjos e regências que dão novos sopros de vida ao cancioneiro de Bosco com o toque dessa grande orquestra formada por seis trombonistas (Dan Gottshall, Klaus Heidenreich, Sebastian Hoffmann, Lisa Stick, Stefan Lottermann e Ingo Lahme), seis saxofonistas (Fiete Felsch, Peter Bolte, Nigel Hitchcock, Frank Delle. Daniel Buch e Konstantin Herleinsberger) e um naipe de trompetistas (Martijn de Laat, Ingolf Burkhardt, Claus Stötter e Johannes Knoll).
À swingueira dos metais, aliam-se a atenta marcação da bateria do músico convidado Kiko Freitas, o toque percussivo do violão do próprio Bosco – instrumento que por si só parece abarcar o sentimento e o suingue do mundo – e o piano jazzístico de Florian Weber, sobressalente na introdução de “Incompatibilidade de gênios” (João Bosco e Aldir Blanc, 1976) antes de o samba cair no suingue de gravação que inclui passagens jazzísticas ao longo dos mais de sete minutos.
Sim, “Horda” é álbum com faixas de longa duração – geralmente em torno dos sete minutos – que exige fruição atenta para ser saboreado em toda a extensão da obra que inclui flerte com o universo da música erudita no prelúdio que antecede “Sinhá” (João Bosco e Chico Buarque, 2011) no toque do piano do já mencionado Florian Weber.
“Este álbum também é uma homenagem aos grandes criadores de grooves inesquecíveis. Miles Davis, John Coltrane, João Gilberto e Tom Jobim…”, sintetiza Bosco em fala inserida no texto escrito para o encarte do álbum.
A fala faz todo sentido quando se ouve em “Horda” a primeira regravação de “Samba sonhado” (João Bosco e Francisco Bosco, 2024), tema composto com inspiração na bossa definidora de João Gilberto (1931 – 2019). Mas cabe ressaltar que o álbum “Horda” oferece samba com jazz, mas não o samba-jazz que proliferou nas boates carioca dos anos 1960, derivado da bossa nova.
Acima de rótulos limitadores, o que impressiona é a maneira como músicas como “Holofotes” (João Bosco, Antonio Cicero e Waly Salomão, 1990) se revitalizam no universo jazzístico de “Horda” sem anular o balanço da bossa particular de João Bosco.
Mas nem tudo cai no suingue. “Transversal do tempo” (João Bosco e Aldir Blanc, 1976) ressurge como balada jazzística de tempos mais serenos em arquitetura similar à da abordagem de “Caça à raposa” (João Bosco e Aldir Blanc, 1974), esta feita com a devida tensão dessa canção de resistência em que o artista tingiu o verde da floresta com as dores do coração vermelho que sangrava em época de ditadura.
Música que batizou álbum lançado pelo cantor e compositor há nove anos com repertório inédito, a gravação de “Mano que zuera” (João Bosco e Aldir Blanc, 2017) reforça no arranjo a sensação de aglomeração recorrente em “Horda”.
Já “Cabeça de nego” (João Bosco e Aldir Blanc, 1986) – composição que há 40 anos deu nome a outro álbum de Bosco – transita entre o samba e o jongo com o gagabirô típico do artista brasileiro, sinalizando que a identidade da obra de Bosco jamais sucumbe face à excelência imponente do toque da NDR BigBand. Ao contrário. A música de Bosco potencializa a força da orquestra e vice-versa.
Na costura do repertório do álbum “Horda”, “Cabeça de nego” aparece sagazmente ao lado de “Água, mãe água” (João Bosco, 1994) porque, nas duas músicas, o artista puxa o fio de meada que, na onda que balança, deságua na figura matricial de Clementina de Jesus (1901 – 1987) e no som seminal de Pixinguinha (1897 – 1973), elos do Brasil com a África que embasa a obra de João Bosco nessa exuberante fricção com a NDR BigBand que dá outros sopros de vida a um cancioneiro que atravessou 54 dos 80 anos de vida do artista – tomando como ponto de partida a projeção nacional do cantor mineiro em 1972 – com extrema coerência e alta qualidade.
Capa do álbum ‘Horda’, de João Bosco & NDR BigBand com regências de Rafael Rocha
Pintura de Joachim Kühn

Fonte: G1 Entretenimento

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Esposa de jogador da Seleção diz que levou cozinheira de Paris, filmmaker e assessor para os EUA durante a Copa


Como é o dia de folga de um jogador da Seleção Brasileira: família reunida e descanso
Em Nova Jersey, estado que abriga a delegação brasileira durante a Copa, familiares dos atletas alugaram casas nas proximidades para ficarem mais perto dos jogadores.
É o caso de Carol Cabrino, esposa de Marquinhos. Ela contou ter levado uma equipe completa para acompanhar o marido durante o torneio. Além dos parentes, a comitiva inclui profissionais contratados. Veja no vídeo acima.
“Eu trouxe a minha família. Minha família é meu pai, minha mãe, minha irmã… e aí eu tenho duas sobrinhas, tenho meus quatro filhos, então eu trouxe uma pessoa pra ajudar, que é a babá; tem a minha assessora, meu filmmaker, tem uma cozinheira que eu trouxe de Paris e o Yuri e o Tom — que são dois amigões que jogavam com o Marquinhos no Corinthians”, conta Carol ao Fantástico, da TV Globo.
Carol Cabrino, esposa de Marquinhos, organizou uma grande estrutura para apoiar o zagueiro
Reprodução/TV Globo
A ideia é criar um ambiente acolhedor para que o jogador se sinta amparado durante toda a competição.
“A gente fez um belo de um churrasco, colocamos um pagodinho, ele brincando com as crianças”, contou.
Marquinhos com a família
Reprodução/TV Globo
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‘Não desista’
Esse apoio da família foi especialmente importante após a eliminação na Copa do Catar. Na ocasião, Marquinhos sentiu o peso de ter desperdiçado um pênalti e chegou a dizer que era uma “vergonha” para a família. Segundo Carol, foi a união dos parentes que o ajudou a seguir em frente.
“Não! […] Não desiste e continua fazendo o que você sabe fazer que vai dar tudo certo”, aconselhou a esposa à época.
Esposa de Marquinhos relembra apoio após pênalti que eliminou Seleção na Copa do Catar
Reprodução/TV Globo
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Fonte: G1 Entretenimento

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‘Pior momento das nossas vidas’: esposa de Marquinhos relembra impacto após pênalti que eliminou Seleção na Copa do Catar


Como é o dia de folga de um jogador da Seleção Brasileira: família reunida e descanso
A eliminação do Brasil na Copa do Mundo do Catar deixou marcas profundas dentro e fora de campo — especialmente para o zagueiro Marquinhos. Em relato emocionado, a esposa do jogador, Carol Cabrino relembrou o impacto do pênalti perdido nas quartas de final e o papel da família na recuperação do atleta.
“Foi o pior momento das nossas vidas, eu diria”, afirmou.
Esposa de Marquinhos relembra apoio após pênalti que eliminou Seleção na Copa do Catar
Reprodução/TV Globo
Segundo ela, o jogador ficou abalado após a cobrança desperdiçada — uma das decisivas na eliminação da seleção brasileira. A frustração extrapolou o campo e chegou às mensagens enviadas à família.
“Ele me mandava mensagem dizendo: ‘sou uma vergonha para vocês, para minha família’”, contou.
Diante do momento de fragilidade emocional, ela assumiu o papel de apoio direto ao atleta.
“Aí foi onde eu entrei: ‘para com isso’. Foi muito importante a gente, juntos, família, entender que está tudo bem, não desiste, continua fazendo o que você sabe fazer”, disse.
Esposa de Marquinhos relembra apoio após pênalti que eliminou Seleção na Copa do Catar
Reprodução/TV Globo
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Presença próxima da família na Copa de 2026
A presença dos familiares próximos aos jogadores tem sido constante durante a Copa, com casas alugadas próximas à concentração da seleção. Nos dias de folga, esse contato direto funciona como uma espécie de refúgio emocional para os atletas.
Carol Cabrino contou ter levado uma equipe completa para acompanhar o marido durante o torneio. Além dos parentes, a comitiva inclui profissionais contratados.
“Eu trouxe a minha família. Minha família é meu pai, minha mãe, minha irmã… e aí eu tenho duas sobrinhas, tenho meus quatro filhos, então eu trouxe uma pessoa pra ajudar, que é a babá; tem a minha assessora, meu filmmaker, tem uma cozinheira que eu trouxe de Paris e o Yuri e o Tom — que são dois amigões que jogavam com o Marquinhos no Corinthians”, conta Carol ao Fantástico, da TV Globo.
Carol Cabrino, esposa de Marquinhos, organizou uma grande estrutura para apoiar o zagueiro
Reprodução/TV Globo
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Bebeto, cantor apontado no início como diluidor do suingue de Jorge Ben Jor, tem álbum de 1977 relançado em LP


Imagem promocional da reedição em LP do álbum ‘Esperanças mil’ (1977), de Bebeto
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ A reedição do segundo álbum de Bebeto, “Esperanças mil”, no formato original de LP, joga luz sobre a obra e a trajetória do cantor e compositor paulistano Roberto Tadeu de Souza, nascido em 7 de setembro de 1947 e projetado nos anos 1970.
De início apontado como mero diluidor do suingue de Jorge Ben Jor, Bebeto despontou com um samba-rock solar que fez do artista um dos reis dos bailes de música black realizados nos subúrbios da cidade do Rio de Janeiro (RJ) e na vizinha Baixada Fluminense (RJ) entre a segunda metade dos anos 1970 e o começo dos anos 1980.
“Esperanças mil” – o álbum de 1977 ora reposto em catálogo em LP fabricado com vinil translúcido de cores azul e verde – foi lançado originalmente nessa fase áurea de Bebeto, quando o cantor tinha 30 anos, em edição da gravadora Copacabana, companhia fonográfica nacional por onde o artista gravou discos entre 1975 e 1981 e para a qual Bebeto voltou mais tarde, em fase já crepuscular, entre 1989 e 1991.
“Esperanças mil” não é o álbum de maior sucesso do cantor e compositor e hits como “A beleza é você, menina” (Bebeto e Rubens Francisco Alves, 1979) e “Praia e sol” (Bebeto e Adilson Alves, 1981). Mas resiste como um dos retratos mais perenes da discografia desse artista que debutou no mercado fonográfico com single de 1974.
Gravado com produção musical de Jorge Gambier, o álbum “Esperanças mil” traz música em homenagem a Jorge Ben (“Deus salve Jorge”, de J. Velloso e Andó) entre as 12 faixas.
Sozinho como na música “Sua presença me faz feliz” ou com diversos parceiros, Bebeto assina oito das 12 composições do álbum, sendo que a faixa título “Esperanças mil” – espécie de embrião do pagode romântico que daria o tom do samba a partir da década de 1990 – e “Você é a paz que me acalma (Menina)” são parcerias de Bebeto com Dhema.
Jorge Moacir da Silva (1946 – 1999), o cantor e compositor gaúcho artisticamente conhecido como Bedeu, também foi nome recorrente nos créditos do repertório do álbum “Esperanças mil”, tendo assinado sozinho a música que fecha o LP, “Estou perdido entre bemóis”, e aparecido como um dos autores de “Nega Olívia”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Steam Machine, novo console da Valve, vai ter preços entre US$ 1.050 e US$ 1.430


Steam Machine é o novo console anunciado pela Valve
Reprodução/YouTube/Valve
O Steam Machine, novo console de games da Valve, vai ter preços entre US$ 1.049 (cerca de R$ 5.400) e U$ 1.428 (cerca de R$ 7.350), anunciou a empresa nesta segunda-feira (22).
O aparelho começa a ser enviado para compradores a partir do dia 29. O Steam Machine pode ser comprado em quatro opções:
Modelo com 512 GB: US$ 1.049
Modelo com 512 GB e controle: U$ 1.128
Modelo com 2 TB: US$ 1.349
Modelo com 2 TB e controle: US$ 1.428
Sistema de pré-venda
O cadastro para interessados na pré-venda já está aberto. A Valve vai sortear a ordem de uma fila com todos os registrados até a quinta-feira (25). Quem reservar depois dessa data vai para o fim.

Fonte: G1 Entretenimento

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Corpo de Oliver Tree chega aos EUA após morte em acidente de helicóptero


Quem era Oliver Tree? Músico americano que morreu em acidente aéreo no Rio
O corpo de Oliver Tree chegou na Califórnia, nos Estados Unidos, após a morte dele em um acidente de helicópteros no Rio de Janeiro. A informação foi publicada pela família do músico nas redes sociais.
O músico foi uma das seis vítimas fatais da colisão entre dois helicópteros ocorrida no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, neste domingo (14).
“Oliver agora está de volta à Califórnia, onde finalmente pode descansar. Seu legado continuará vivo por meio de sua fundação/doação chamada “Dr. Oliver Tree’s Extremely Epic Grant For Baby Geniuses” (Bolsa Extremamente Épica do Dr. Oliver Tree para Bebês Gênios), que será lançada em breve. Este é um projeto que Oliver havia planejado antes de falecer, conforme descrito em seu testamento. Garantiremos que seu desejo se concretize para que mais alegria, amor e arte possam ser espalhados pelo mundo; esse era seu último desejo”, escreveu a família.
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Em entrevista concedida menos de dois meses antes de sua morte, o músico revelou que tomou a decisão de não deixar sua fortuna para familiares.
Todo o patrimônio acumulado ao longo da carreira será transferido para uma instituição filantrópica idealizada por ele, como confirmou a família no post deste domingo.
Quem era Oliver Tree
Cantor Oliver Tree está entre as vítimas do acidente de helicópteros no Rio de Janeiro.
Reprodução
Nascido em Santa Cruz, Califórnia, em 1993, Tree era conhecido tanto pela música quanto pela persona excêntrica que construiu ao longo da carreira: visual caricato, roupas e cortes de cabelo exagerados, e shows que misturam comédia, reality show falso e até luta.
Hoje ele soma cerca de 11 milhões de ouvintes mensais no Spotify e mais de 2 milhões de seguidores no Instagram. Ele colaborou com nomes como Marshmello, David Guetta, Little Big, KSI e BoyWithUke.
Ele começou na adolescência com singles independentes, mas o ponto de virada veio em 2017, quando o single “When I’m Down” viralizou.
Em 2020 lançou seu álbum de debut major-label, “Ugly Is Beautiful”, que chegou à 14ª posição da Billboard 200 e ao topo da parada de rock.
Oliver Tree
Instagram/Reprodução
O auge de popularidade veio com “Life Goes On” (2021) e principalmente “Miss You” (2022, com remix de Robin Schulz), que se tornaram seus maiores sucessos internacionais, somando juntos mais de 1,4 bilhão de streams no Spotify.
Desde então lançou mais três álbuns — “Cowboy Tears” (2022), “Alone in a Crowd” (2023) e “Love You Madly Hate You Badly” (2026).
Entre 2019 e 2020, Tree namorou a cantora Melanie Martinez, que se apresentou no festival Lollapalooza em São Paulo no ano de 2023.
Tree havia feito um show em São Paulo em 6 de junho, no Studio Stage, no bairro da Lapa. Junto dele também estava o youtuber argentino Gaspi, que soma quase três milhões de inscritos na plataforma.

Fonte: G1 Entretenimento

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Clive Davis, produtor que lançou Whitney Houston e Bruce Springsteen, morre aos 94 anos

Clive Davis, um dos executivos mais influentes da indústria musical, morreu nesta segunda-feira, aos 94 anos, em sua casa, em Nova York. A informação foi divulgada pela imprensa norte-americana.
A morte foi confirmada por sua representante, Aliza Rabinoff. Segundo ela, Davis morreu em decorrência de problemas de saúde relacionados à idade, cercado por familiares e pessoas próximas.
Com uma carreira de sete décadas, Davis ajudou a lançar e consolidar artistas como Whitney Houston, Bruce Springsteen, Aretha Franklin, Janis Joplin, Carlos Santana, Alicia Keys e Carrie Underwood.
O executivo assumiu a presidência da Columbia Records em 1967 e, mais tarde, fundou as gravadoras Arista Records e J Records. Ele também ficou conhecido pela tradicional festa realizada na véspera do Grammy, promovida anualmente desde 1975.
Em comunicado, a família afirmou que Davis “moldou a trilha sonora de inúmeras vidas” e deixou uma marca duradoura na cultura e na história da música.
Nascido no Brooklyn, em Nova York, em 1932, Davis estudou Direito em Harvard antes de iniciar sua trajetória na indústria fonográfica. Ele permaneceu ativo no mercado musical até os últimos anos de vida.

Fonte: G1 Entretenimento

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Churrasco, pagode e rotina longe dos holofotes: os dias de folga da Seleção nos EUA


Como é o dia de folga de um jogador da Seleção Brasileira: família reunida e descanso
Enquanto a Seleção Brasileira segue a preparação para os próximos desafios da Copa do Mundo, os momentos de folga têm servido para algo tão importante quanto os treinamentos: o reencontro com a família.
Após a estreia no Mundial e a sequência de compromissos da equipe, os jogadores ganharam um dia livre para aproveitar a companhia de parentes que viajaram aos Estados Unidos para acompanhar a competição. Em Nova Jersey, estado que abriga a delegação brasileira durante a Copa, familiares dos atletas alugaram casas nas proximidades para ficarem mais perto dos jogadores.
A programação foi simples, mas especial. Entre almoços em família, brincadeiras com os filhos e momentos de descanso, alguns atletas aproveitaram para matar a saudade de casa. Houve espaço até para churrasco e música. Veja no vídeo acima.
[Marquinhos curte com família durante folga dos jogos
Reprodução/TV Globo
Carol Cabrino, esposa de Marquinhos, organizou uma grande estrutura para apoiar o zagueiro. A ideia é criar um ambiente acolhedor para que o jogador se sinta amparado durante toda a competição.
“A gente fez um belo de um churrasco, colocamos um pagodinho, ele brincando com as crianças”, contou.
Marquinhos com a família
Reprodução/TV Globo
LEIA TAMBÉM: ‘Convocadas’: esposas e familiares são a base emocional dos craques na Copa
Além dos momentos de lazer, a família também exerce um papel importante nos períodos de maior pressão.
“Ele vem para cá e daí a partir do momento que ele fiz em casa, ele é 100% das crianças. Eles não deixam ele em paz, a gente almoça junto, faz alguma coisa que ele gosta de comer”, conta Ana Lídia, esposa de Bruno Guimarães.
Bruno Guimarães e os filhos
Reprodução Fantástico
Após a estreia contra o Marrocos, Ana Lídia ajudou o volante a lidar com o nervosismo da primeira partida e com a expectativa dos brasileiros pela conquista do hexacampeonato.
“Nós brasileiros, a gente quer muito o hexa, então é uma pressão gigantesca”, pondera Ana.
Bruno Guimarães e a esposa Ana Lídia com os filhos do casal
Reprodução/TV Globo
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Sabrina Sato e Nicolas Prattes anunciam gravidez do primeiro filho: ‘Nosso amor floresceu’


Sabrina Sato e Nicolas Prattes no The Town 2025
Tomzé Fonseca/AgNews
Sabrina Sato e Nicolas Prattes anunciaram que estão à espera do primeiro filho juntos.
A novidade foi compartilhada na manhã desta segunda-feira (22), através de uma publicação conjunta nos perfis oficiais do casal nas redes sociais.
Em um vídeo que celebra a união e o novo momento da família, os dois dividiram a notícia com os fãs e amigos.
“O nosso amor chamou e floresceu. Deus sabe de tudo 🤍🙏”, escreveram na legenda.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Hermeto Pascoal, que faria 90 anos, resiste na memória nacional como símbolo da música livre e inclassificável


Músico e compositor alagoano, Hermeto Pascoal (1936 – 2025) faria 90 anos hoje, segunda-feira, 22 de junho
Divulgação
♫ MEMÓRIA
♬ Periga resultar inútil qualquer tributo prestado a Hermeto Pascoal (22 de junho de 1936 – 13 de setembro de 2025), excepcional multi-instrumentista, arranjador e compositor alagoano que faria 90 anos hoje, segunda-feira, 22. É que Hermeto simbolizou a música em permanente estado de criação.
O Bruxo exercitava a magia da criação musical em cena, ao vivo, sem seguir roteiros pré-estabelecidos. Hermeto nunca sabia o que ia tocar quando era chamado ao palco. Porque, para ele, a música surgia na pauta instantânea do aqui e agora.
O artista extraía sons e fazia música com qualquer objeto que estivesse ao alcance. Poderia ser uma chaleira ou uma bacia, como muitas vezes foi. Ou mesmo um porco cujo ronco soava como música aos olhos desse músico singular. É que a visão aguçada e sensorial do albino Hermeto o fez enxergar que tudo podia ser música. Até porque a música estava na natureza, no sopro dos ventos, no correr dos rios, nos mistérios das matas.
Nunca houve alguém como Hermeto Pascoal no universo musical. E tampouco haverá. Porque Hermeto fazia uma música livre como a imaginação que o guiou ao longo de 89 anos de vida pautada pela criação instantânea, incessante.
Derrubando fronteiras com a liberdade da criação, Hermeto partiu dos gêneros nordestinos genericamente rotulados como forró – início natural para quem nasceu no sertão alagoano e pôs os pés (e as mãos) na profissão com o toque da sanfona, integrando grupos nordestinos – até chegar ao jazz, música dos músicos.
Contido, no caminho, Hermeto transcendeu gêneros e movimentos como um gênio indomável que sabia que a linguagem da música era universal e que, tal como o Bruxo, também desconhecia limites. Hermeto Pascoal nunca se deixou aprisionar pelas cifras das pautas musicais. Ou pela prévia combinação dos ensaios. Ou pelo padrão. Hermeto criava ao vivo o som que, na mente livre do artista, já nascia universal.
Ainda assim, cabe ressaltar que o som de Hermeto não nasceu universal. Ele se tornou universal. O ponto de mutação foi a participação do músico em 1967 no Quarteto Novo, também integrado pelo percussionista Airto Moreira, o guitarrista Heraldo do Monte e o violonista Theo de Barros.
A partir de então, Hermeto Pascoal se transformou no… Hermeto Pascoal que passou para a posteridade e que resiste na memória nacional. Esse artista está perpetuado em álbuns como “Hermeto” (1970), “A música livre de Hermeto Pascoal” (1973), “Slaves mass” (1977) e “Cérebro magnético” (1980).
E, no título do mencionado disco de 1973, reside o único adjetivo que parecer caber na música livre de Hermeto Pascoal, o músico que jamais se deixou amarrar por conceitos, escalas e combinações.
Hermeto Pascoal (1936 – 2025) extraía música da natureza e via numa chaleira uma usina de sons
Mônica Imbuzeiro / Reprodução da capa do livro ‘Quebra-tudo! – A arte livre de Hermeto Pascoal’

Fonte: G1 Entretenimento