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Já sem Karina no nome artístico, Buhr dispara em abril o álbum ‘Feixe de fogo’


Buhr lança em 25 de março o single ‘Ânsia’, amostra inicial do álbum programado para abril.
Priscila Buhr / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Uma das cantoras e compositoras mais interessantes dos anos 2010, Karina Buhr – agora sem o Karina no nome artístico – lança em abril o primeiro álbum em sete anos. O sucessor de “Desmanche” (2019) se chama “Feixe de fogo” e tem produção musical assinada por Buhr com Ramil Freitas.
O álbum “Feixe de fogo” foi gravado e produzido de forma inteiramente independente, ao longo de dois anos, entre cidades como Fortaleza (CE), Sobral (CE), Salvador (BA), São Paulo (SP) e Recife (PE).
O repertório do álbum “Feixe de fogo” é formado por onze composições autorais em que Buhr assina música e letra. “O mote do álbum é o fogo do movimento pelos caminhos e pelo tempo que se embaralha, sem a lógica dos calendários, nem das fronteiras nos mapas. As letras falam das dores das cidades e das pequenas novelas cotidianas e angústias das personagens, que somos eu, você, que são muitas”, conceitua Buhr.
Editado pelo selo Sound Department, o álbum “Feixe de fogo” será precedido pelo lançamento do single “Ânsia” em 25 de março com capa que expõe a artista em foto de Priscila Buhr.
Buhr descreve “Ânsia” como música com “uma letra de tensão existencial que se encaixa numa melodia quase doce, numa forma de cantar que não diz logo na chegada do que se trata o roteiro”.
Ainda nas palavras da artista, o single “Ânsia” traz “samples ruidosos, guitarras e sintetizadores que se misturam e se revezam constantemente no protagonismo pelas mãos de Fernando Catatau, Rami Freitas e Briar Aguarrás, em instrumental que vai num crescendo de intensidade, mas mantendo uma constância rítmica, como uma mola comprimida prestes a se soltar. Completa o time de instrumentos a cadência do baixo de Izma Xavier. A música traz um clima de intensidade verbal violenta em equilíbrio com uma certa letargia estética que traduz bem os tempos ansiosos de agora, quando no mesmo momento em que vemos corpos destroçados nas redes sociais damos like num vídeo fofo e divulgamos nosso sucesso pessoal, exista ele ou não”.
Na cronologia de singles de Buhr, “Ânsia” sucede “Poeira da luz” (2024), single lançado há dois anos, de forma avulsa.

Fonte: G1 Entretenimento

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Emilly Vick fica presa na Tailândia por causa de conflito no Oriente Médio: ‘Muito medo’


Emilly Vick fica presa na Tailândia por causa de conflito no Oriente Médio: ‘A gente está com muito medo’
Reprodução/Instagram
Emilly Vick, do grupo “Dos Rosa”, compartilhou nas redes sociais a situação que está vivendo na Tailândia. A influenciadora se casou com Leozin e foi passar a lua de mel no país, mas, por causa da guerra no Oriente Médio, explicou que não consegue voltar ao Brasil.
“A gente está preso na Ásia. Não estamos conseguindo voltar para o Brasil, porque vocês sabem que está acontecendo uma guerra e todas as nossas conexões para voltar passam por onde o conflito está acontecendo, que no caso é Doha, no Catar”, contou a influenciadora com mais de 40 milhões de seguidores nas redes sociais.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Leozin explicou ainda que vários integrantes do grupo viajaram juntos, mas vão precisar retornar separados. “Essa viagem veio literalmente o grupo Dos Rosa todo. Sobrou uma única alternativa de uma pessoa, de três pessoas, voltar para o Brasil. Deixar a Katlen ir para o Brasil, porque ela está grávida”, disse.
Emilly contou ainda que eles devem seguir para a China para conseguir retornar. “A gente está com muito medo porque tudo isso que está acontecendo é terrível e a gente está bem pertinho. Os aeroportos estão destruídos e não tem o que a gente fazer. Já chorei muito”, afirmou.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Kesha critica Casa Branca por usar música e equipe de Trump ironiza: ‘Todos os cantores caem nisso’


Kesha condena uso de sua música em vídeo da Casa Branca
Reprodução/Instagram/AP Photo/Alex Brandon
A cantora Kesha publicou um texto nas redes sociais nesta terça (2), dizendo que “não aprova o uso de sua música” em conteúdos da Casa Branca. Em resposta, o assistente de Trump ironizou que criticar “só dá mais visualizações”.
O conflito começou após a conta oficial da Casa Branca (sob gestão Trump) publicar um vídeo no TikTok com a música “Blow” (explosão). As imagens mostram um caça lançando um míssil e destruindo o que parece ser um navio inimigo, sob o título “Letalidade”.
Kesha não poupou críticas à escolha das imagens, classificando o uso de sua arte para “promover a violência” como algo desumano.
“Tentar fazer pouco caso da guerra é nojento. Não aprovo minha música sendo usada para promover violência de qualquer tipo. O amor sempre vence o ódio”, afirmou a artista em suas redes.
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Além de Kesha, Sabrina Carpenter, Olivia Rodrigo, Celine Dion, Rolling Stones e Radiohead são alguns artistas que já se manifestaram contra o uso de suas músicas pela equipe de Trump.
Em resposta, Steven Cheung, assistente da Casa Branca, ironizou dizendo que “todos os cantores caem nisso”.
“Isso só nos dá mais atenção e visualizações, porque as pessoas querem ver do que elas estão reclamando”, publicou no X.
Kesha rebateu o diretor de comunicação de forma curta e direta: “Parem de usar minha música, pervertidos”.
Embora a equipe de Trump tente tratar o caso como uma vitória de engajamento, o histórico jurídico recente não é favorável ao presidente.
Beyoncé, o espólio de Sinead O’Connor e Leonard Cohen já entraram com pedidos judiciais para que suas músicas não fossem usadas.
Na última semana, o espólio de Isaac Hayes fechou um acordo com a campanha de Trump após processá-la pelo uso indevido da canção “Hold On, I’m Coming”.
A família do músico afirmou que a vitória “reafirma a importância de proteger os direitos de propriedade intelectual e o uso responsável de obras criativas”.
Casa Branca usa música de Sabrina Carpenter em vídeo e cantora responde: ‘Repugnante’

Fonte: G1 Entretenimento

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Justin Timberlake entra com ação judicial para impedir divulgação de vídeo de sua prisão


Justin Timberlake faz pronunciamento após ser preso em junho de 2024
Reprodução/AP Photo/Ted Shaffrey
O cantor americano Justin Timberlake está entrando com uma ação judicial para impedir a divulgação das imagens das câmeras corporais da polícia no momento da sua prisão em 2024. Na ocasião, ele foi detido por dirigir embriagado nos Hamptons, em Nova York.
Os advogados da estrela pop argumentaram que a divulgação do vídeo “devastaria” a privacidade de Timberlake ao revelar “detalhes íntimos, altamente pessoais e sensíveis”. Eles também afirmaram que isso causaria “danos severos e irreparáveis” à sua reputação, sujeitando-o à “exposição ao ridículo e assédio”.
“As imagens em questão retratam um estado agudamente vulnerável durante um encontro na estrada com as autoridades, capturando detalhes íntimos da aparência física, comportamento, fala e conduta durante os testes de sobriedade, a subsequente prisão e o confinamento após a prisão nas horas seguintes”, diz o processo.
Decisão ainda pendente
O juiz responsável pelo caso não decidiu imediatamente após uma audiência na segunda-feira (2), realizada no tribunal estadual em Riverhead.

O juiz Joseph Farneti pediu que os dois lados tentassem chegar a uma possível conciliação até o final da semana.

Relembre o caso
O cantor do NSYNC, que se tornou artista solo e ator, declarou-se culpado de dirigir embriagado em junho de 2024. A polícia disse que ele avançou um sinal vermelho, desviou de sua faixa e estava cheirando a álcool.
O cantor do Tennessee disse aos oficiais que havia tomado um martini e estava seguindo alguns amigos até em casa em Sag Harbor, a cerca de 160 quilômetros a leste da cidade de Nova York.
Timberlake concordou em fazer um anúncio público contra os perigos de dirigir embriagado como parte do acordo judicial, que reduziu sua acusação inicial de contravenção para uma infração de trânsito não criminal. Ele também foi condenado a uma multa de US$ 500, 25 horas de serviço comunitário e uma suspensão de 90 dias de sua licença.
“Mesmo que você tenha bebido apenas uma dose, não se sente ao volante de um carro”, disse Timberlake após sua aparição no tribunal. “Este é um erro que eu cometi, mas espero que quem quer que esteja assistindo e ouvindo agora possa aprender com esse erro. Eu sei que eu certamente aprendi.”
Relembre famosos que, assim como Justin Timberlake, foram presos por dirigir embriagados
Disputa judicial

No processo, os advogados de Timberlake dizem que ficaram sabendo no domingo (1º) que as autoridades pretendiam liberar parte das filmagens, com certas edições, para cumprir as solicitações de registros públicos.
Eles afirmam que a filmagem completa dura aproximadamente oito horas e inclui a parada inicial de Timberlake, o interrogatório policial, o momento dos testes de sobriedade e sua prisão. A Associated Press estava entre os vários veículos que apresentaram um pedido de registros buscando a liberação do vídeo.
O prefeito de Sag Harbor, Thomas Gardella, disse que os funcionários da vila revisaram cuidadosamente as imagens para garantir que nada fosse divulgado que pudesse colocar a polícia ou o público em risco.
“Estamos tentando ser o mais transparentes possível com essas imagens”, disse ele.

Fonte: G1 Entretenimento

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EXCLUSIVO: veja íntegra da gravação do último show dos Mamonas Assassinas, em 1996, horas antes da queda do avião

EXCLUSIVO: veja a íntegra da gravação do último show dos Mamonas Assassinas, em 1996
Nesta terça-feira (3), uma das datas mais tristes e memoráveis para os brasileiros que viveram a década de 1990 completa 30 anos: a queda do avião que transportava a banda Mamonas Assassinas, em 3 de março de 1996, na Serra da Cantareira, em São Paulo.
A data marca o fim de uma era marcante da música brasileira.
Na noite anterior – 2 de março de 1996 – a banda tinha se apresentado para cerca de 4 mil pessoas no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. Foi o último show do grupo.
Três décadas depois, o g1 DF e a TV Globo Brasília recuperaram o registro bruto do show – incluindo imagens que ficaram guardadas por 30 anos e nunca tinham sido exibidas.
O Brasil de 1996
No fim de 1995, o Brasil vivia um momento de mudanças. O Plano Real já estava consolidado no governo de Fernando Henrique Cardoso. A economia começava a se estabilizar.
Os celulares ainda eram novidade. A internet dava os primeiros passos. A televisão discutia novos temas nas novelas.
EXCLUSIVO: Mamonas Assassinas tocam ‘Bois don’t cry’ no último show da banda, em 1996
Em meio a esse cenário, os Mamonas Assassinas viraram um fenômeno no Brasil.
Em apenas sete meses, o primeiro disco vendeu dois milhões de cópias. A banda fez 160 shows pelo país. O cachê, que no início era de R$ 3,5 mil (cerca de R$ 33 mil em valores atuais), logo chegou a cerca de R$ 40 mil por apresentação (quase R$ 400 mil, se corrigidos pela inflação).
Com letras bem-humoradas, o grupo conquistou a admiração de crianças, adolescentes e adultos.
Documentário relembra o sucesso da banda Mamonas Assassinas
O último show em Brasília
Sábado, 2 de março de 1996.
O público começou a chegar cedo ao Mané Garrincha. Muitas crianças e adolescentes usavam faixas na cabeça com o nome da banda. O show foi gravado pelo então repórter cinematográfico da TV Globo Caio Coutinho.
São essas as imagens ficaram preservadas no acervo da emissora por 30 anos e foram resgatadas agora pela TV Globo e pelo g1 DF.
Dinho abriu a apresentação fantasiado de coelho. O acervo inclui gravações quase completas de sucessos como “Cabeça de bagre II”, “Chopis centis”, “Jumento Celestino”, “Bois Don’t Cry”, “Uma Arlinda mulher” e “Robocop gay”.
➡️ Nesta última, Dinho canta usando peruca e vestido – e dança com o clássico trecho de “Melô do piripipi”, da Gretchen, para depois emendar um strip-tease.
EXCLUSIVO: Mamonas Assassinas tocam ‘Robocop Gay’ no último show da banda, em 1996
Em outras, como “Sabão crá-crá”, “Mundo animal” e “Débil metal”, restaram apenas trechos que mostram a plateia cantando, em uníssono.
As imagens mostram também a chegada dos fãs, o estádio lotado, policiais organizando o acesso e a energia no palco. Um registro raro da última apresentação dos Mamonas Assassinas.
Às 21h35, depois do show, o grupo deixou Brasília em um jato modelo Learjet 25D com destino a São Paulo.
Às 23h15, pouco antes do pouso no Aeroporto de Guarulhos, o piloto informou à torre de controle que iria arremeter. Em seguida, o avião desapareceu do radar.
Durante a madrugada, não havia confirmação sobre o que tinha acontecido. Familiares e produtores aguardavam informações.
EXCLUSIVO: Mamonas Assassinas tocam ‘Chopis centis’ no último show da banda, em 1996
Às 5h45 da manhã do dia 3 de março, os destroços foram localizados na Serra da Cantareira, a cerca de 1,2 mil metros de altitude.
Morreram na hora os cinco integrantes da banda, além do segurança, do técnico de apoio, do piloto e do copiloto.
Trinta anos depois, a história dos Mamonas Assassinas permanece no coração dos brasileiros. As músicas continuam sendo cantadas por diferentes gerações.
Em uma entrevista antiga, Dinho resumiu o que a banda queria.
“A nossa intenção é só divertir o povo que tem tanto motivo para chorar.”
Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

Fonte: G1 Entretenimento

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Anitta abre os trabalhos do álbum ‘Equilibrium’ com o samba ‘Pinterest’


Anitta lança o single ‘Pinterest’ às 21h de quinta-feira, 5 de março
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ O Carnaval já acabou, mas Anitta voltou a cair no samba. A artista abre os trabalhos promocionais do álbum “Equilibrium” com a edição do single “Pinterest” às 21h de quinta-feira, 5 de março.
Já mostrado por Anitta em algumas apresentações do show carnavalesco comandado pela cantora antes e durante a folia, o samba “Pinterest” também ganhou versão ao vivo de cadência suave em registro posto em rotação nesta segunda-feira, 2 de março, em outra ação de marketing.
Contudo, o registro fonográfico oficial do samba, gravado em estúdio para o álbum “Equilibrium”, é o do single que chega ao mundo na quinta-feira, expondo na capa uma imagem de Anitta aos 10 anos com figurino criado pela mãe da artista com copos de plástico para que a filha participasse de evento chamado “Desfile de primavera”.
O samba “Pinterest” faz parte da primeira parte do álbum “Equilibrium”, cantada em português. Essa parte inicial tem sotaque mais brasileiro e reúne a cantora Luedji Luna, a rapper King e o rapper Rincon Sapiência. Já a segunda parte do álbum “Equilibrium” é composta por músicas em inglês e em espanhol, direcionadas para o mercado pop internacional.
Capa do single ‘Pinterest’, de Anitta
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Bruce Campbell, ator de ‘Uma noite alucinante’, é diagnosticado com câncer: ‘tratável, não curável’


Bruce Campbell em cena de ‘Ash vs. Evil Dead’
Divulgação
O ator Bruce Campbell, conhecido pela trilogia de terror “Uma noite alucinante”, foi diagnosticado com câncer. O americano divulgou a notícia nesta segunda-feira (2).
“Quando alguém tem um problema de saúde, se referem a ele como uma ‘oportunidade’. Vamos usar isso. Eu estou tendo uma dessas. Também é chamado de um tipo de câncer que é ‘tratável’, não ‘curável'”, escreveu ele, em publicação no X (o antigo Twitter).
“Peço desculpas se isso é um choque. Foi para mim também.”
Aos 67 anos, Campbell tem uma carreira marcada pela parceria com o diretor Sam Raimi, que começou nos clássicos de terror “Uma noite alucinante”, dos anos 1980 e 1990. O ator também estrelou uma série derivada para a TV, “Ash vs. Evil Dead”, que teve três temporadas entre 2015 e 2018.
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Ele também é conhecido por participações memoráveis na trilogia “Homem-Aranha”, dirigida pelo cineasta.
“Há diversas (participações em) convenções neste verão que eu preciso cancelar. Necessidades de tratamento e obrigações profissionais nem sempre convivem bem”, afirmou ele na rede social.
“Não temam. Eu sou um velho filho da mãe durão e tenho ótimo apoio, então eu espero ficar por aqui por um tempo.”
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Bruce Campbell em cena de ‘Uma noite alucinante’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Reunião do presidente do BRB com distritais passa das oito horas; deputados seguem reticentes com projeto para capitalizar banco


Presidente do BRB se reúne com deputados distritais para defender projeto que reforça caixa do banco
Deputados distritais passaram o dia reunidos com o presidente do Banco de Brasília (BRB), Nelson Antônio de Souza, mas não chegaram a um consenso sobre a aprovação do projeto de lei que prevê a utilização de nove imóveis como garantia do BRB.
Até as 19h40, o encontro ainda não tinha acabado e ultrapassava as oito horas de duração – já descontado o intervalo para almoço.
A reunião foi marcada por uma clima tenso, diante de dúvidas levantadas pelos parlamentares e da falta de confiança para votar a proposta.
Um dos principais pontos de questionamento foi a ausência, nos anexos do projeto, do documento com os valores de cada um dos terrenos.
Segundo parlamentares, essas informações só foram conhecidas porque a Terracap enviou os dados diretamente aos deputados — fato que gerou reclamações da oposição durante a reunião.
O tema será discutido no Colégio de Líderes marcado para esta terça-feira, às 14h, quando será decidido se o projeto entra ou não na pauta de votação.
A sessão ordinária da Câmara Legislativa está prevista para as 15h desta quarta. Há chances, no entanto, de que a votação fique para a próxima semana.
Presidente do BRB detalha situação do banco na Câmara Legislativa
Oposição não vê ‘clima’ para votar
Pela manhã, o deputado Fábio Félix afirmou “não haver clima” para que o projeto seja votado ainda nesta semana.
Ele disse que, ao longo das discussões, ninguém confirmou qual seria o tamanho do prejuízo no banco e destacou que o maior problema da proposta é a falta de números fechados.
De acordo com o parlamentar, não há valores ‘cravados’ que deem segurança para a análise do texto.
O deputado distrital Gabriel Magno (PT) afirmou que o próprio governo admite que o projeto funciona como um “cheque em branco”, ao prever uma série de possibilidades para socorrer o BRB que não estão descritas no texto da proposta.
Segundo ele, na reunião foram citadas alternativas como venda de ativos, inclusive subsidiárias, tomada de empréstimos e outras medidas financeiras que não constam formalmente no projeto enviado à Câmara Legislativa.
Governo do DF apresenta novo projeto para tentar socorrer o BRB, investigado no caso Master
Jornal Nacional/ Reprodução
Ele afirmou que o cenário ainda é “misterioso” e que há indicações de que a dívida seja maior do que o patrimônio do BRB, sem que isso esteja claramente detalhado em documentos oficiais.
O deputado também relatou que o secretário de Economia mencionou, durante a reunião, a possibilidade de o Tesouro do Distrito Federal entrar na operação, o que poderia elevar significativamente o endividamento do DF.
➡️ Segundo Gabriel Magno, a dívida atual gira em torno de R$ 2 bilhões, mas poderia triplicar caso essa alternativa fosse adotada.
Apesar do impacto fiscal, ele afirmou que não foi explicado como isso seria feito nem quais seriam os procedimentos.
Gabriel Magno chamou atenção ainda para dispositivos já previstos, como a autorização para capitalizar o BRB em até R$ 720 milhões e a possibilidade de aumento do capital social do banco, que, segundo ele, poderia chegar a R$ 8,9 bilhões.
Como o GDF é o acionista majoritário, com 53% das ações, teria de aportar cerca de R$ 5 bilhões para manter essa participação ou vender ações no mercado — hipótese que, na avaliação do parlamentar, abre margem para um processo de privatização.
Embora o governo tenha afirmado que não há intenção de privatizar o BRB, deputados consideraram contraditório admitir a possibilidade de venda de subsidiárias.
Para Gabriel Magno, a alienação de subsidiárias faz parte de um processo de privatização e reforça a falta de coerência do discurso oficial.
Os parlamentares também criticaram o fato de a reunião ocorrer novamente sem a entrega de documentos.
Magno comparou o encontro a reuniões anteriores, inclusive com o ex-presidente do banco, Paulo Henrique, que, segundo ele, também ocorreram a portas fechadas, sem apresentação de dados concretos, mas com pedidos de votação rápida.
Os deputados questionaram ainda por que o projeto precisa ser votado até o fim de março, prazo relacionado à entrega do balanço do banco. Conforme relatado por Gabriel Magno, a resposta foi que houve um acordo com o Banco Central para antecipar a apresentação do balanço no primeiro trimestre, o que aumentaria a pressão pela aprovação da proposta.
Por fim, Gabriel Magno questionou a narrativa apresentada de que o BRB seria “vítima” da situação atual. Segundo ele, decisões foram tomadas, compras foram autorizadas e responsabilidades precisam ser identificadas.
Para o deputado, não é razoável pedir confiança dos parlamentares sem documentos, informações claras e transparência sobre quais instrumentos serão usados para salvar o banco e qual será o impacto real para o Distrito Federal.
Dúvidas também na base aliada
O deputado João Cardoso (Avante) reforçou que ainda há muitos questionamentos e dúvidas a serem esclarecidos antes de qualquer deliberação.
“Tudo isso tem que ser muito bem esclarecido para que algo possa ser feito. Espero que saia uma solução para o BRB. E também aquilo, se tiver realmente uma questão de má gestão ou alguma coisa que foi feita dentro da legalidade, que as pessoas que cometeram a ilegalidade sejam punidas através de uma investigação”, afirmou.
Diante do cenário, a avaliação entre os deputados é de que o projeto ainda não reúne as condições necessárias para ser votado.
O deputado distrital Joaquim Roriz Neto (PL), da base governista, comparou a situação do BRB à de um “paciente com a perna necrosada”. De acordo com Joaquim Roriz Neto, apesar de não serem as soluções ideais, algumas medidas duras podem ser inevitáveis para evitar um cenário ainda mais grave. “A situação é cortar a perna”, afirmou, ao defender que algo precisa ser feito para salvar o banco.
O parlamentar também alertou para a possibilidade de privatização do BRB caso não haja avanço nas decisões até o fim do mês. Segundo ele, esse cenário pode se concretizar se não houver um movimento concreto para enfrentar a crise. “Se não, o BRB vai falir”, declarou.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Confissões sobre Alcione, ‘uma das maiores cantoras do mundo’


Alcione é ovacionada pelo público ao participar da estreia do show ‘Infinito samba’, de Diogo Nogueira
Ricardo Nunes / Divulgação Vivo Rio
♫ PRIMEIRA PESSOA DO SINGULAR
♬ Fiquei feliz de rever Alcione na estreia nacional do show “Infinito samba”, de Diogo Nogueira, ontem, 1º de março. A cantora não estava na plateia da casa Vivo Rio para assistir à primeira apresentação da turnê que seguirá para São Paulo (SP) na sexta-feira, 6 de março. Convidada de Diogo, a cantora participou do show e foi ovacionada ao aparecer no palco da casa Vivo Rio para cantar “Sufoco” (Chico da Silva, 1977), um dos maiores sucessos da carreira, com o filho de João Nogueira (1941 – 2000).
Embora com a mobilidade já reduzida, a Marrom – como Alcione é carinhosamente conhecida no meio musical – estava com a voz tinindo. E com fôlego. Soube até que, após a participação no show de Diogo, a cantora ainda foi dar pinta e canja no Sambay, a primeira roda de samba armada para a comunidade LGBTQIA+ na cidade do Rio de Janeiro (RJ). A Marrom é uma das musas dos gays há décadas, sendo inclusive muito imitada pelas transformistas.
Há quase 40 anos no exercício contínuo da crítica musical, eu já tive problemas com Alcione por conta de resenhas de discos e shows. Até ficamos anos sem nos falar depois que ela me descascou em público, no palco do Teatro Rival, em novembro de 1992, na estreia do show “Pulsa coração” (o motivo do desacato foi a resenha do álbum homônimo que eu publicara no jornal “O Globo”). Mas tudo isso sumiu na poeira da estrada porque faz parte do show…
Nem sempre gosto dos repertórios dos discos de Alcione, por achar que tem muita música inferior à intérprete. A discografia dela está longe de ser irretocável dos anos 1990 para cá, mas sempre admirei a voz única, inimitável, dessa maranhense de personalidade forte como a voz. Sim, Alcione é “uma das maiores cantores do mundo”, como saudou Diogo Nogueira ontem à noite no palco da casa Vivo Rio.
O fato é que Alcione já transcendeu questões de gosto. Aos 78 anos, a artista já personifica uma entidade e, como tal, vem sendo louvada a cada aparição pública. Ontem não foi diferente no palco da casa Vivo Rio e, vendo Alcione cantar com Diogo, eu me toquei de que, da tríade de cantoras que formavam o ABC do samba na década de 1970, ela se tornou a mais longeva.
Clara Nunes (1942 – 1983), de quem Alcione sempre foi muito amiga, saiu precocemente de cena, aos 40 anos. Há sete anos, foi a vez de Beth Carvalho (1946 – 2019) enlutar o mundo do samba após uma década entre idas e vindas do hospital, deixando uma discografia, essa sim, irretocável.
Alcione está aí, com a voz que, em 1975, foi apresentada como “a voz do samba” no título do primeiro álbum da cantora. A rigor, Alcione é a voz do samba, do bolero, da canção… Alcione canta de tudo porque é cantora diplomada na escola da noite e, além de saber tocar um instrumento (toca trompete), tem uma divisão que é somente dela. Como se o samba encontrasse o blues…
Enfim, Alcione é Alcione. E isso já diz tudo. Uma das maiores cantoras do mundo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Eric Dane morreu por insuficiência respiratória causada por Esclerose Lateral Amiotrófica


Eric Dane em ‘Grey’s Anatomy’
Reprodução
O ator Eric Dane morreu por causa de uma insuficiência respiratória causada pela Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), segundo o certificado de óbito divulgado pela revista “People”, nesta segunda-feira (2).
Conhecido por séries como “Grey’s anatomy” e “Euphoria”, o americano morreu no dia 19 de fevereiro, aos 53 anos — menos de um ano depois de revelar o diagnóstico da doença.
“Ao longo de sua jornada com a ELA, Eric tornou-se um defensor apaixonado da conscientização e da pesquisa, determinado a fazer a diferença para outros que enfrentam a mesma batalha. Ele fará muita falta e será lembrado com carinho para sempre. Eric adorava seus fãs e é eternamente grato pela demonstração de amor e apoio que recebeu”, afirmou a família do ator, em comunicado, ao anunciar sua morte.
“Ele passou seus últimos dias cercado por amigos queridos, sua dedicada esposa e suas duas lindas filhas, Billie e Georgia, que eram o centro de seu mundo.”
O ator tornou a doença pública em abril de 2025. Na época, ele gravava a série “Euphoria”.
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Trajetória
Dane nasceu em 9 de novembro de 1972, na Califórnia, onde foi criado. Filho de um militar da Marinha, perdeu o pai aos 7 anos, vítima de um ferimento por arma de fogo. Depois de concluir o ensino médio, mudou-se para Los Angeles decidido a investir na carreira artística. No início, fez participações especiais em produções como Saved by the Bell, Married… with Children e Charmed, além de atuar no filme X-Men: The Last Stand. Também integrou o elenco por uma temporada do drama médico Gideon’s Crossing, que teve curta duração.
O reconhecimento nacional veio em meados dos anos 2000, quando foi escolhido para interpretar o Dr. Mark Sloan, o “McSteamy”, no drama médico da ABC Grey’s Anatomy. Ele deu vida ao personagem entre 2006 e 2012, retornando ao papel em 2021. Anos depois, em 2019, surpreendeu o público ao assumir um registro completamente diferente como Cal Jacobs, um homem casado e atormentado, na série da HBO Euphoria, personagem que interpretou até o fim da vida.
Na televisão, também protagonizou The Last Ship, da TNT, vivendo Tom Chandler, capitão de um destróier da Marinha dos Estados Unidos que enfrenta o colapso global provocado por uma catástrofe que elimina grande parte da população mundial.
Em abril de 2025, o ator revelou que havia sido diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica (ELA), doença degenerativa que compromete progressivamente as células nervosas responsáveis pelos movimentos musculares.
A ELA provoca a deterioração das conexões necessárias para funções básicas como andar, falar e respirar. Em geral, a expectativa de vida após o diagnóstico varia de três a cinco anos.
Após tornar público o diagnóstico, Dane passou a atuar na conscientização sobre a doença e chegou a testemunhar em Washington sobre autorizações prévias exigidas por planos de saúde. “Alguns de vocês podem me conhecer por séries de TV, como “Grey’s Anatomy”, na qual interpreto um médico. Mas estou aqui hoje para falar brevemente como um paciente lutando contra a ELA”, disse ele em junho de 2025. Meses depois, em setembro, a ALS Network concedeu a ele o título de defensor do ano, destacando seu empenho em ampliar o debate e o apoio às pessoas que convivem com a ELA.
O livro de memórias do ator tem lançamento previsto para 2026. “Book of Days: A Memoir in Moments” será publicado pela The Open Field, selo da Penguin Random House. Segundo a editora, a obra revisita passagens marcantes de sua trajetória, desde o primeiro dia nos estúdios de “Grey’s Anatomy” até o nascimento das filhas e o momento em que recebeu o diagnóstico da doença.
“Quero capturar os momentos que me moldaram — os dias belos, os difíceis, aqueles que nunca deixei de valorizar — para que, se nada mais, as pessoas que lerem se lembrem do que significa viver com o coração”, disse Dane em comunicado divulgado na época do anúncio do livro. “Se compartilhar isso ajudar alguém a encontrar significado em seus próprios dias, então minha história vale a pena ser contada.”
O que é a esclerose lateral amiotrófica (ELA)
De caráter progressivo, a esclerose lateral amiotrófica (ELA), também conhecida como doença de Lou Gehrig, afeta os neurônios responsáveis pelos movimentos do corpo e causa a perda do controle muscular.
Isso gera a curto e médio prazo enfraquecimento dos músculos, contrações involuntárias e incapacidade de mover os braços, as pernas e o corpo.
A Ela começa geralmente com espasmos musculares e fraqueza em um braço ou perna, dificuldade para engolir ou fala arrastada, mas à medida que progride, afeta profundamente a capacidade de se mover, falar e até respirar.
Um dos portadores da doença mais conhecidos mundialmente foi o físico britânico Stephen Hawking, que descobriu o problema aos 21 – quando os médicos chegaram a dizer que ele teria apenas alguns anos a mais de vida.

Fonte: G1 Entretenimento