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Paramount assina acordo para compra da Warner, diz agência


Foto ilustrativa mostra logotipos da Paramount e da Warner Bros
Reuters
A Warner Bros. Discovery assinou um acordo para vender a empresa à Paramount Skydance nesta sexta-feira (27), segundo a agência Reuters. A informação foi divulgada pelo diretor de receita e estratégia, Bruce Campbell, em reunião geral da companhia.
O acordo foi fechado após a Netflix anunciar que não aumentaria sua proposta e que abandonaria a disputa pelo estúdio. A última oferta da Paramount, comandada por David Ellison, estava avaliada em cerca de US$ 110 bilhões.
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A união entre Warner Bros. Discovery e Paramount deve criar um dos maiores grupos de entretenimento do mundo, com um catálogo que reúne marcas como HBO, DC Comics, Harry Potter e Game of Thrones, além de uma base estimada em cerca de 200 milhões de assinantes.
O negócio, que ainda precisa ser aprovado pelo conselho da Warner e por órgãos reguladores nos Estados Unidos e na Europa, tem potencial para redesenhar o mercado global de entretenimento e streaming.
Paramount aumenta proposta pela Warner para US$ 110 bilhões e pode ‘melar’ acordo com a Netflix
A disputa pela Warner
Antes, a Warner havia informado que a nova oferta da Paramount, de US$ 31 por ação, era superior ao acordo em vigor com a Netflix.
Com isso, a plataforma de streaming teria quatro dias úteis para apresentar uma contraproposta ou abandonar a disputa — o que acabou ocorrendo após o anúncio da Warner.
“A transação que negociamos criaria valor para os acionistas com um caminho claro para a aprovação regulatória. No entanto, com o preço necessário para igualar a última oferta da Paramount Skydance, o acordo deixou de ser financeiramente atraente”, afirmaram os co-CEOs da Netflix, Ted Sarandos e Greg Peters, em comunicado.
A oferta da Paramount avalia a Warner em cerca de US$ 110 bilhões, incluindo a dívida, enquanto a proposta da Netflix somava US$ 83 bilhões e excluía ativos como CNN e Discovery.
A disputa começou em dezembro de 2025, quando a Netflix firmou um acordo para comprar parte dos ativos da Warner, com foco nos negócios de estúdio e streaming.
Em seguida, a Paramount entrou na negociação com uma proposta concorrente para adquirir a empresa inteira, incluindo os canais tradicionais.
Nesta quinta, a Warner classificou a nova oferta da Paramount como “superior” e deu prazo para que a Netflix cobrisse o valor — o que não aconteceu.
A proposta da Paramount prevê o pagamento de US$ 31 por ação e inclui a dívida da Warner. A empresa também se comprometeu a pagar uma multa maior caso o negócio seja barrado por autoridades regulatórias, numa tentativa de tornar a oferta mais atrativa para os acionistas.
O que está em jogo
O impacto da operação vai além do valor bilionário. A Warner concentra algumas das marcas mais valiosas da indústria do entretenimento, enquanto a Paramount busca ganhar escala para competir com gigantes como Netflix e Disney em um mercado cada vez mais concentrado no streaming.
💰 Ao contrário da Netflix, a proposta da Paramount envolve todo o grupo Warner Bros. Discovery, incluindo a CNN, a HBO e outras redes de TV a cabo.
🗞️ Caso a operação seja aprovada, a família Ellison passará a controlar algumas das principais marcas do jornalismo nos EUA, como a CBS News, o programa 60 Minutes e a CNN.
Com a incorporação dos ativos da Warner, a Paramount também ampliaria sua base de assinantes e fortaleceria sua presença em cinema, TV e plataformas digitais.
Analistas avaliam que o movimento pode criar um grupo com catálogo mais robusto, maior poder de negociação e mais recursos para produção de conteúdo.
Embora a Warner tenha classificado a oferta da Paramount como superior à da Netflix, a operação depende de etapas formais, como a aprovação do conselho de administração, a assinatura dos contratos definitivos e o aval dos órgãos reguladores dos Estados Unidos, que vão avaliar os impactos sobre concorrência e concentração no setor de mídia.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ethan Hawke, indicado ao Oscar, explica retorno de parceria com diretor: ‘Como andar de bicicleta’


Ethan Hawke em ‘Blue Moon’
Divulgação
É difícil reconhecer Ethan Hawke em “Blue Moon”: um homem de baixa estatura, calvo e que parece desconfortável em sua própria pele, uma caracterização que destoa do jovem galã que conquistou o público em 1989, no drama “Sociedade dos Poetas Mortos”, e, pouco depois, no filme cult “Caindo na Real”.
Mas sua interpretação do lendário letrista Lorenz Hart, um alcoólatra que bebeu até abandonar uma das duplas de composição mais famosas dos Estados Unidos, é uma demonstração de talento que rendeu-lhe uma indicação ao Oscar de Melhor Ator, aos 55 anos.
A obra, repleta de diálogos, é fruto da colaboração de décadas de Hawke com o diretor Richard Linklater, iniciada há mais de 30 anos com “Antes do Amanhecer”, de 1995. “A magia da relação é que é um pouco como andar de bicicleta; você simplesmente não pensa nisso”, disse o ator à agência France Presse.
“Ele me enviou esse roteiro e nós dois sentimos que era um dos textos mais intensos que já vimos. E queríamos compartilhá-lo com o mundo”, acrescentou.
Os indicados ao Oscar 2026 de melhor ator: Wagner Moura (‘O Agente Secreto’), Ethan Hawke (‘Blue Moon’), Leonardo DiCaprio (‘Uma Batalha Após a Outra’), Timothée Chalamet (‘Marty Supreme’) e Michael B. Jordan (‘Pecadores’)
Montagem/g1
“Blue Moon” se desenrola quase completamente no bar de um restaurante da Broadway onde Hart se refugia durante a estreia de “Oklahoma!”, o primeiro grande espetáculo de seu colaborador de longa data, Richard Rodgers, criado em parceria com Oscar Hammerstein.
O roteiro denso e literário de Robert Kaplow é dominado por Hawke, que contou a um jornalista que teve mais falas nos primeiros 30 minutos de tela do que em todos os seus quatro últimos filmes juntos.
Apesar de alguns truques de câmera e efeitos digitais, conseguir o físico de um homem baixo, calvo e pouco atraente foi o maior desafio para o ator, que dedicou uma década de trabalho ao papel desde que leu o roteiro pela primeira vez, em 2014.
“Não achei que precisaria envelhecer para isso, mas o Rick (Linklater) achou”, disse Hawke ao site especializado The Wrap.
“Rick sabia que o tempo só ia jogar a meu favor. E, curiosamente, não se trata apenas de envelhecer, não é só o rosto que enruga e cai. Eu achava que estava pronto quando tinha 40 anos, mas não estava. Fui me interessando cada vez mais pelo que se chama de atuação de personagem. E este papel exigia tudo isso, tudo o que aprendi nesses trinta e tantos anos”, afirmou.
‘Misteriosa’
Hawke atribui sua longa colaboração com Linklater (com quem trabalha em seu décimo projeto) ao espaço dado para se livrar de qualquer vestígio de vaidade e se transformar no letrista excêntrico.
Ao longo de 100 minutos, Hart recorda como ruiu sua colaboração com Rodgers (um frio Andrew Scott), uma dupla criativa que deu ao mundo sucessos como “My Funny Valentine”, “The Lady is a Tramp” e a própria “Blue Moon”.
Como um homossexual que não esconde sua orientação sexual, também aborda com lirismo sua fascinação por uma jovem estudante de Yale, interpretada por uma platinada Margaret Qualley, e suas rodadas de drinques com E.B. White (Patrick Kennedy), autor do livro infantil “A teia de Charlotte”.
Conhecido por suas anedotas e respostas afiadas, Hart vai mostrando que, no fundo, está absolutamente sozinho. “Ninguém nunca me amou desse jeito”, diz, evocando Rick Blaine (interpretado por Humphrey Bogart) de “Casablanca”.
A atuação rendeu a quinta indicação de Hawke ao Oscar, depois de ter concorrido a Melhor Ator Coadjuvante por “Dia de Treinamento” e “Boyhood: Da Infância à Juventude”, e de outras duas a Melhor Roteiro Adaptado por “Antes da Meia-Noite” e “Antes do Pôr do Sol”.
Ele a considera o resultado de uma experiência definida como “misteriosa” em “Blue Moon”. “Não sei como posso ter tanta sorte. Realmente não entendo como o universo funciona”, disse à AFP sobre seu trabalho com Linklater. “Tem sido uma das colaborações mais empolgantes da minha vida”, completou.
A 98ª cerimônia do Oscar será celebrada em 15 de março, em Hollywood.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Pokémon Ventos e Ondas’ são novos games da franquia, com lançamento em 2027; veja trailer

Assista ao trailer de ‘Pokémon Ventos e Ondas’
“Pokémon Ventos” e “Pokémon Ondas” são os games da nova geração da franquia, que devem ser lançados em 2027 para o Switch 2. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (27), durante abertura da comemoração de 30 anos da série de jogos de batalhas de monstrinhos. Assista ao trailer acima.
Ainda sem data específica para o lançamento, o jogo pelo menos manteve a tradição e mostrou seus três novos pokémon iniciais — aqueles que os jogadores poderão escolher logo no começo de sua aventura.
Browt, que parece um pintinho, é do tipo grama. Pombon lembra um filhote de cachorro e é do tipo fogo. Já o tipo água é o Gecqua, que parece um pequeno lagarto.
“Ventos” e “Ondas” vão ser a primeira geração dos games já traduzidos totalmente em português, e apresentarão um novo mundo aberto com ilhas e oceanos para os jogadores.

Fonte: G1 Entretenimento

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Diretor de ‘Sonhos de Trem’, que pode dar Oscar a brasileiro, queria ‘levar público em viagem’


Adolpho Veloso, diretor de fotografia de ‘Sonhos de Trem’, é indicado ao Oscar 2026
Quando o cineasta e roteirista Clint Bentley idealizou o drama de época “Sonhos de Trem”, sua intenção era mergulhar o público na história de um homem comum em termos extraordinários.
Indicado a quatro prêmios no Oscar, incluindo de Melhor Filme, conquistou diversos prêmios nesta temporada por sua fotografia, do brasileiro Adolpho Veloso.
“É avassalador”, disse Bentley em entrevista à agência France Presse. “Queria dar algo ao público com o filme e levar o público em uma viagem. Mas você nunca sabe como vai ser a recepção”.
“É incrível ter feito parte deste filme que está gerando algo no público”, comentou Veloso.
Uma espécie de meditação contemplativa, “Sonhos de Trem” foi filmado no estado de Washington e estrelado por Joel Edgerton e Felicity Jones. “Sonhos de Trem” é a adaptação cinematográfica do romance homônimo de Denis Johnson que narra a vida de Robert Grainier, um lenhador do início do século 20.
Joel Edgerton no filme ‘Sonhos de Trem’
Divulgação/Netflix
Crônica da transição para o mundo moderno, o filme da Netflix retrata as transformações do oeste dos Estados Unidos através da história de Grainier, assim como tudo o que a vida implica: amor, amizade, luto, família, perda e esperança.
“É adorável que as pessoas tenham se conectado e se vejam retratadas na história, é realmente lindo”, acrescentou Bentley. “Acredito que esta é a razão pela qual eu queria fazer filmes, em primeiro lugar, porque os filmes eram importantes pra mim. Vários filmes realmente me ajudaram na minha vida”, disse o artista de 36 anos.
“Sonhos de Trem” foi consagrado como Melhor Filme no Spirit Awards de cinema independente, que também premiaram Bentley e Veloso, como Melhor Diretor e Melhor Fotografia, respectivamente.
Estatueta em mãos, Bentley refletiu sobre os desafios e as recompensas de realizar um projeto tão ambicioso com baixo orçamento, como, por exemplo, construir artesanalmente uma locomotiva antiga em madeira compensada.
Adolpho Veloso, diretor de fotografia de ‘Sonhos de Trem’, é indicado ao Oscar 2026
“Na verdade, foi uma série de etapas ao longo do caminho que todos fomos resolvendo juntos”, disse o cineasta, que também foi indicado no ano passado a um Oscar de Melhor Roteiro Adaptado.
Mas o diretor também refletiu sobre a importância de um espaço como o Spirit para dar visibilidade a projetos com recursos mais limitados como o seu, especialmente durante a campanha por um Oscar. “Realmente lhes dá um impulso precioso”, disse.
A 98ª edição do Oscar será realizada em 15 de março em Hollywood.

Fonte: G1 Entretenimento

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Em disco novo, Bruno Mars visita raízes latinas e prova ser mestre em trilha de festas de casamento


Bruno Mars lança ‘The Romantic’, quarto álbum de estúdio
Divulgação
Título: “The Romantic”
Artista: Bruno Mars
Nota: 7/10
Pode não parecer, mas fazia dez anos que Bruno Mars não lançava um álbum solo.
Não é que o cantor andasse desocupado — na verdade, estava mais para freelancer. Lançou o projeto Silk Sonic ao lado de Anderson .Paak em 2021, veio ao Brasil mais de uma vez e soltou singles que você provavelmente já ouviu umas 25 mil vezes por aí. Inclusive, segue um hitmaker de mão cheia.
Mas ele não fazia um disco autoral, sozinho, desde 2016. Naquela época, com “24K Magic”, ele mergulhou de cabeça no New Jack Swing (híbrido do R&B e hip hop dos anos 80 e 90). Caprichou não só nas músicas, como na estética e na moda. Não à toa, levou um Grammy de Álbum do Ano.
Ou seja, se demorou tudo isso depois de um disco tão elogiado, as expectativas pelo retorno eram altas.
“The Romantic” tem um título bem autoexplicativo. O álbum é centrado em letras românticas, quase cafonas, ainda que a maioria das faixas seja dançante. Como não podia deixar de ser, Bruno segue nostálgico, passeando entre o soul dos anos 70 e a disco music.
A novidade aqui é que, aproveitando o auge do pop latino, Bruno lembrou que ele mesmo é filho de um percussionista porto-riquenho e encheu os arranjos de congas.
Bruno Mars em clipe de ‘Risk It All’
Divulgação
Ele entrega um bolero bonito e meloso em “Risk It All” e brilha em “Cha Cha Cha”, possivelmente uma das composições mais refinadas de sua trajetória recente.
Estudioso aplicado de sons antigos, Bruno já tem fama de fazer canções que lembram outras. Mas desta vez, a familiaridade surpreendeu até os fãs mais assíduos: a faixa “Something Serious” lembra nada menos que “Conga Conga Conga”, de Gretchen.
Claro, tem a ver com o próprio estilo musical caribenho de onde ambas as músicas bebem. Mas fica aí a sugestão para um feat.
Apesar desse toque latino, “The Romantic” segue por um caminho seguro e, por vezes, pouco inspirado. Falta um pouco daquela alma e do apuro quase obsessivo que vimos em “Uptown Funk” ou no disco anterior.
Bruno Mars em foto promocional para o disco ‘The Romantic’
Divulgação
Por outro lado, ainda estamos falando de Bruno Mars. Ele continua sendo o artista pop que mais investe em instrumentação. Neste disco, o homem está creditado como compositor, produtor e arranjador de todas as faixas. E está cantando bem como sempre.
Até quando ele entrega uma balada que começa “chata” ou formulaica, como “Nothing Left”, surge uma guitarra que te leva para outro lugar.
No conjunto da obra, “The Romantic” pode frustrar quem esperava algo no nível do que ele fez há dez anos. Mas é impossível dizer que as músicas são ruins ou mal-feitas. Temos aqui um artista talentoso com uma banda azeitada que, quando peca na criatividade, sobra na musicalidade.
No fim das contas, ele acertou no conceito romântico: se Bruno cantasse esse disco na sua festa de casamento, sua família inteira sairia de lá feliz da vida.

Fonte: G1 Entretenimento

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Blackpink retorna com novo lançamento após mais de 3 anos


Blackpink durante apresentação no Coachella 2023
Frazer Harrison/Getty Images North America/Getty Images via AFP
As estrelas do K-pop Blackpink lançaram seu EP, intitulado “DEADLINE”, nesta sexta-feira, o primeiro lançamento do grupo em mais de três anos desde seu segundo álbum completo em 2022.
O Museu Nacional da Coreia, no centro de Seul, foi banhado por luzes cor-de-rosa para marcar o lançamento. Mais de 300 fãs fizeram fila no átrio do museu, que foi transformado em uma zona de audição para as cinco faixas do EP.
A popularidade global do grupo feminino de quatro integrantes ajudou a estabelecer recordes. Neste mês, o Blackpink se tornou o primeiro artista do mundo a ultrapassar 100 milhões de inscritos no YouTube, de acordo com a agência da banda, YG Entertainment. A banda também foi o primeiro grupo de K-pop a ser atração principal nos festivais Coachella e British Summer Time.
“Hoje em dia, mesmo quando estou andando na rua, em uma loja de roupas, restaurante ou café, ouço K-pop”, disse Ko Seon-a, uma coreana de 20 anos que mora no Japão e foi ao museu na sexta-feira.
As cinco faixas do novo EP incluem a faixa-título “GO” e a faixa EDM pré-lançada “JUMP”.
Todas as quatro integrantes renovaram seus contratos em 2023 com sua agência, mas também estabeleceram suas próprias agências ou assinaram contratos diferentes para atividades solo.
Elas têm se dedicado a projetos solo, incluindo o single “APT.”, da integrante ROSÉ, que alcançou o topo das paradas em 2025, com Bruno Mars.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Rivalidade Ardente’, série de hóquei no gelo, volta em 2027; filmagens começam em agosto


‘Heated Rivalry’: trailer da série ‘Rivalidade Ardente’
A segunda temporada da série viral sobre hóquei no gelo, “Rivalidade Ardente”, está oficialmente a caminho. O criador da série, Jacob Tierney, revelou no programa “CBS Mornings” na quinta-feira que o fenômeno impulsionado pelos fãs retornará em abril de 2027.
Tierney disse que a equipe de roteiristas já está trabalhando e as filmagens estão previstas para começar em agosto. “Haverá mais ‘Rivalidade Ardente’ em suas TVs, tipo, realmente, assim que for humanamente possível”, disse ele.
Baseado na adorada série de livros de Rachel Reid, o drama canadense explodiu nas redes sociais por sua mistura eletrizante de intensidade do hóquei e romance LGBTQ+ emocionante.
A história acompanha os jogadores de hóquei rivais Shane Hollander, do time fictício Montreal Metros, interpretado por Hudson Williams, e Ilya Rozanov, do Boston Raiders, interpretado por Connor Storrie.
Hudson Williams e Connor Storrie na série ‘Heated Rivalry’
Divulgação
Sua animosidade latente e atração inesperada se tornaram uma parte marcante do apelo da série, ajudando a consolidar “Rivalidade Ardente” como um marco na narrativa esportiva LGBTQ+.
Tierney enfatizou a importância de criar uma “adaptação fiel”, um compromisso que muitos fãs consideram responsável pela autenticidade e impacto emocional da série.
Desde sua estreia em 2025, a série mistura sequências românticas ousadas com jogadas cheias de energia, cativando espectadores muito além do público tradicional do hóquei e até mesmo incentivando alguns atletas a se assumirem abertamente como gays.
A segunda temporada continuará a ser transmitida no serviço de streaming Crave do Canadá e na HBO Max nos Estados Unidos.

Fonte: G1 Entretenimento

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Chelpa Ferro e Fausto Fawcett expõem ‘náusea do absurdo brasileiro’ entre os ruídos urbanos de ‘Pesadelo ambicioso’


Capa do álbum ‘Pesadelo ambicioso’, de Fausto Fawcett e Chelpa Ferro
Obra de Barrão com arte gráfica de Daniel Ribeiro
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Pesadelo ambicioso
Artista: Fausto Fawcett e Chelpa Ferro
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ Coletivo carioca formado em 1995 pelo escultor Barrão, o pintor Luiz Zerbini e o editor de cinema Sergio Mekler, Chelpa Ferro se notabilizou ao promover a conexão das artes plásticas com a música eletrônica. Nesse universo experimental, Chelpa Ferro produz o mesmo ruído urbano que alimenta a escrita imagética de Fausto Fawcett, hábil na exposição do caos da cidade natal do artista, Rio de Janeiro (RJ), cenário de belezas e horrores.
Álbum lançado na segunda-feira, 23 de fevereiro, com capa que enquadra obra de Barrão na arte gráfica de Daniel Ribeiro, “Pesadelo ambicioso” afina os versos verborrágicos de Fawcett com os barulhos do Chelpa Ferro para reiterar que, sim, a chapa ainda está quente em 2026. Aliás, a chapa talvez nunca tenha estado tão quente literal e metaforicamente.
Fausto Fawcett nunca acordou de sonhos intranquilos. No álbum “Pesadelo ambicioso”, o escritor e compositor carioca propaga a “náusea do absurdo brasileiro”, como explicita no texto existencialista de “Sabão Minerva”, segunda das 13 faixas do disco gravado entre 2021 e 2025 com produção orquestrada pelo Chelpa Ferro com Thiago Nassif.
Munido de guitarras e sintetizadores, Nassif se une ao Chelpa Ferro para friccionar o conceito de música, propondo outra linguagem sonora em sintonia com o histórico do trio (curiosamente, o selo que edita o álbum se chama Outra Música).
Também lançado no formato físico de LP, “Pesadelo ambicioso” é disco composto por textos de Fawcett com colagens de ruídos e sons experimentais de atmosfera noise. Os textos são extraídos do livro também intitulado “Pesadelo ambicioso” (2022) e lançado por Fawcett há quatro anos com coletânea de escritos feitos para quatro eventos, sendo que um deles era justamente a instalação apresentada pelo Chelpa Ferro em Brasília (DF) em 2021 com o mesmo nome do livro e do álbum.
Escritos no contexto pós-pandemia, os textos da instalação “Pesadelo ambicioso” são a matéria-prima do álbum homônimo. A pulsação ruidosa dos sons produzidos por Thiago Nassif com o Chelpa Ferro potencializam o efeito ácido dos textos de Fausto Fawcett, que soa intencionalmente assustador no brado de “Grito motor”.
Se a narrativa delirante de “Forasteiro mental” evoca a prosódia do escritor, cantor e compositor no álbum de estreia com o grupo Robôs Efêmeros, flash urbano de 1987, “Funk insinuante” reverbera os graves do batidão que redesenhou a geografia da música carioca a partir da década de 1990.
Já “Candeia Stones” recorre ao modus operandi dos DJs na pista de dança para tentar (em vão) um link (já anunciado no título da faixa) do samba do compositor Candeia (1915 – 1978) com o rock do grupo Rolling Stones. Os ruídos abafam o choro da cuíca. O que jamais é abafado ao longo do álbum é o som da voz de Fausto Fawcett, cujo tom apocalíptico se harmoniza com o texto e os ruídos de “Demônios da insignificância”.
Enfim, com os restos e os ruídos das experimentações sonoras do Chelpa Ferro e com a verborragia urbana de Fausto Fawcett, o álbum “Pesadelo ambicioso” capta a atmosfera sombria de um universo em desencanto. Um mundo em progressiva desconstrução. Sob tal prisma, o álbum “Pesadelo ambicioso” soa como grito já cansado e desesperado, ouvido sob os escombros da civilização urbana dos anos 2020.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ator Bobby J. Brown, de ‘The Wire’, morre em incêndio, aos 62 anos


Bobby J. Brow, ator de ‘The Wire’, que morreu em incêndio.
Return to Sender/Divulgação
O ator Bobby J. Brown, conhecido por interpretar o oficial que levava seu nome na série “The Wire”, morreu na terça-feira (24), aos 62 anos, após um incêndio em um celeiro no estado de Maryland, nos Estados Unidos.
De acordo com o Gabinete do Médico Legista, a causa da morte foi inalação de fumaça e lesões térmicas difusas. O caso foi classificado oficialmente como acidente.
Segundo familiares, Brown entrou no celeiro para tentar ligar um veículo quando o fogo começou. Ele chegou a telefonar para um parente pedindo um extintor, mas as chamas se espalharam rapidamente e destruíram a estrutura antes da chegada de ajuda.
Durante uma tentativa de resgate, a esposa do ator sofreu queimaduras graves.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Além de “The Wire”, Brown participou da minissérie “We Own This City” e fez aparições em produções como “Law & Order: SVU”, “Veep, The Corner” e “Homicide: Life on the Street”.
No cinema, atuou em filmes como “Amor ao Extremo” e “Tudo por Você”.
Brown iniciou a vida profissional como boxeador. A mudança para a atuação ocorreu após ele observar o trabalho de Mickey Rourke durante as filmagens de “Homeboy”.
Segundo seu agente, Albert Bramante, o ator era “totalmente dedicado ao ofício” e lembrado como uma pessoa generosa. Testemunha de Jeová, Brown deixa esposa e filhos.

Fonte: G1 Entretenimento

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Amante? Elenco de ‘Bridgerton’ opina sobre cena que deu o que falar: ‘Há o que criticar e admirar’


Elenco de ‘Bridgerton’ fala sobre 4ª temporada
A quarta temporada de “Bridgerton” estreou em partes: a primeira veio no fim de janeiro, enquanto a segunda foi lançada somente nesta quinta (26), na Netflix. Nesse meio tempo, fãs tiveram que digerir uma cena que deu o que falar.
É uma reação esperada pelos atores. “É um daqueles momentos que há muito para criticar e admirar ao mesmo tempo”, diz Luke Thompson (Benedict Bridgerton).
A temporada aborda o romance entre Benedict Bridgerton, um nobre, e Sophie Baek (Yerin Ha), uma criada. Eles são de classes totalmente diferentes e, naquele contexto, trata-se de um amor socialmente impossível.
Isso não impede a paixão, claro, e uma cena quente se passa na escada. Tomado de tesão, ele pára o beijo para uma proposta. “Sophie, seja a minha amante”, diz ele. E assim acaba a primeira parte.
E aí? É para se decepcionar ou ficar com raiva? É para querer que Sophie aceite a proposta, já que eles não poderiam ficar juntos de outra forma? Luke diz que toda reação está liberada.
“Acho que qualquer coisa que os fãs sintam [sobre essa cena] é válida. É para ser um momento que polariza. E eu amo isso também porque é fiel à vida, e ao fato de que o amor pode ser uma negociação bem complicada”.
Benedict Bridgerton (Luke Thompson) e Sophie Baek (Yerin Ha) na 4ª temporada de ‘Bridgerton’
Divulgação/Netflix
“Quando o Benedict usa aquela palavra ‘amante’, ele não sabe que aquela palavra significa algo diferente para a Sophie. E eu acho que se existem muitos mal-entendidos em um relacionamento, é quando as coisas ficam difíceis. Eu acho que a palavra ‘mal-entendido’ explica bem”.
Yerin lembra que também é bom aprender com Sophie: não vale a pena ficar com o amado a qualquer custo. Mesmo sendo de uma classe menos privilegiada.
“A cena mostra que está tudo bem dizer não. E que está tudo bem colocar o seu valor e a sua dignidade em primeiro lugar, antes de um homem”.
Além de ‘Cinderela’
Nesta temporada, a história de “Bridgerton” despertou muitas comparações com “Cinderela”. Tem a madrasta vilã, com suas duas filhas, e a jovem que escapa para ir a um baile e conhece um “príncipe”.
Ele, por sua vez, se apaixona por ela e faz de tudo para descobrir quem é a dama misteriosa.
Mas se a série parte desse conto de fadas, acaba seguindo para outros caminhos. Para Yerin, “tirando o baile de máscaras e o relógio batendo meia-noite, é uma história completamente diferente”, a começar pela personagem de Sophie. Mas é uma boa forma de manter o interesse.
“É bom começar com algo que as pessoas conhecem e amam para atrair a atenção, mas depois levá-las para outro lugar”.
Posy Li (Isabella Wei), Lady Araminta Gun (Katie Leung) e Rosamund Li (Michelle Mao) na 4ª temporada de ‘Bridgerton’
Divulgação/Netflix
Ao contrário de Cinderela, que tinha duas irmãs malvadas, uma das irmãs de Sophie, Posy, é bem gente fina. Isabella Wei, que interpreta a irmã boa, diz que isso é importante em uma série que aborda diferentes tipos de amor. “Uma das irmãs mostra compaixão e mostra que o amor pode existir mesmo em uma família adotiva, da mesma forma que o amor fraternal”.
E como a série mostra, a madrasta má é “má” para sobreviver em um contexto social difícil, sobretudo para mulheres.
“Adicionar aquele toque da Regência dá muito contexto que provavelmente não pôde ser explorado em outros contos de fadas clássicos. Aqui, existem os elementos da sociedade envolvidos”.

Fonte: G1 Entretenimento