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‘Sirât’ oferece experiência cinematográfica inesperada e explosiva; g1 já viu


“Sirât”, o representante da Espanha no Oscar 2026 na categoria de Melhor Filme Internacional, e que chega aos cinemas nesta quinta-feira (26), chama a atenção pelo seu impacto, tanto no excelente trabalho de som quanto por algumas sequências que chocam e pegam o público de surpresa. Devido a seu tom intenso, o longa pode tanto arrebatar o espectador como também afastá-lo de sua proposta audaciosa.
Quem embarcar na ideia criada pelo diretor Oliver Laxe e sua equipe certamente se sentirá recompensado por acompanhar um drama com lances corajosos e inusitados, que não são geralmente vistos em obras do gênero. Tudo ilustrado com imagens esplêndidas e uma trilha que impressiona por causar um verdadeiro fascínio a quem a escuta.
Assista ao trailer do filme “Sirât”
A trama de “Sirât” é bem simples. Nela, acompanhamos Luis (Sergi López, de “O Labirinto do Fauno”), que vai até o sul do Marrocos, que está no meio de uma guerra, descobrir onde está sua filha, que está desaparecida. Acompanhado do filho caçula Esteban (Bruno Nuñez Arjona), ele chega a um local onde são realizadas festas rave no meio do deserto marroquino, onde a filha poderia estar.
Os dois conhecem um grupo de pessoas, formado por Jade (Jade Oukid), Tonin (Tonin Janvier), Bigui (Richard Bellamy ‘Bigui’), Josh (Joshua Liam Herderson) e Steff (Stefania Gadda), que resolve ir a um local distante para outra festa. Na esperança de encontrar sua filha, Luiz acompanha seus novos amigos na viagem, que se revela mais difícil e desafiadora do que todos poderiam imaginar.
Música e areia
Ao contrário de seus “adversários”, como o nosso “O Agente Secreto”, “Foi Apenas um Acidente” ou “A Voz de Hind Rajab”, “Sirât” não tem intenção de denunciar a repressão de forma tão direta. Ao invés disso, o longa de Laxe (que causou polêmica ao ironizar as indicações do filme brasileiro), mostra como os regimes militares e seus conflitos podem impactar a vida das pessoas, que buscam uma espécie de refúgio na música e na diversão. Através delas, os personagens buscam escapar de um destino terrível nas mãos das autoridades e ter a sensação da liberdade.
Isso fica bem claro numa das melhores sequências do filme, em que Luis e seus novos companheiros decidem fazer a sua própria rave, com os equipamentos de som que carregam em seus veículos, numa área desabitada. A cena por si só impressiona pela sua bela plasticidade, mas fica ainda mais incrível com o trabalho de som feito para amplificar as músicas da trilha sonora, além de outros efeitos sonoros.
Luis (Sergi López) e seu filho Esteban (Bruno Núñez Arjona) embarcam numa jornada no Marrocos em ‘Sirât’
Divulgação
Não é por acaso que o longa também foi indicado ao Oscar de melhor som. A indicação, aliás, se tornou histórica porque foi a primeira dada a uma equipe totalmente formada por mulheres (Laia Casanovas, Yasmina Praderas e Amanda Villavieja).
Uma estranha família
Mas “Sirât” não tem só na música e no trabalho de som seus maiores méritos. O filme também mostra que a direção de Laxe (que também co-escreveu o roteiro com Santiago Fillol) é bastante eficaz ao criar cenas com bastante tensão e imprevisibilidade. Graças a essas sequências, o espectador jamais fica indiferente com a que assiste na telona por simplesmente não ter a menor ideia do que pode ocorrer na história. Especialmente em seu terço final.
O cineasta, aliás, acerta no tom para fazer com que os personagens festeiros sejam bem aprofundados, com seus traumas pessoais, o que os torna mais humanos e provoquem empatia com o público. Isso potencializa a sensação de preocupação (e até lamento) pelo que acontece com eles à medida que a trama avança.
Luis (Sergi Lopez) enfrenta o deserto ao lado de novos amigos em ‘Sirât’
Divulgação
Outro ponto curioso é que, tirando Sergi López, o restante do elenco principal é composto de pessoas que não tinham nenhuma experiência prévia em atuação. Por isso, seus personagens têm os mesmos nomes dos atores e atrizes que os interpretam. E todos dão muito bem conta do recado.
Produzido por Pedro Almodóvar e seu irmão Augustin, entre outros, “Sirât” ganhou o Prêmio do Júri do Festival de Cannes de 2025, entre outros prêmios, em sua bem-sucedida carreira internacional. Embora não seja superior a “O Agente Secreto”, “Valor Sentimental” e “Foi Apenas Um Acidente”, o filme vale como uma experiência sensorial intensa e marcante. É uma daquelas produções que ficam ainda melhores quando vistas na maior tela possível e com o som no volume mais alto que puder. Deixa a viagem ainda mais alucinante.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Pequena Lô encosta em pele de cobra durante visita ao maior aquário de água doce do mundo


Pequena Lô visita o maior aquário de água doce do mundo em MS
A psicóloga, influenciadora e humorista Lorrane Silva, conhecida como Pequena Lô, visitou nesta quarta-feira (25) o Bioparque Pantanal, em Campo Grande. O local é considerado o maior aquário de água doce do mundo.
A visita foi uma indicação dos seguidores. Nas redes sociais, ela compartilhou momentos da experiência dentro do aquário. Veja o vídeo acima.
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Durante a visita, a influenciadora mostrou aos seguidores algumas das espécies que vivem no Bioparque
Pequena Lô também conseguiu, durante uma visita sensorial, sentir com as mãos a pele de uma cobra. Segundo a guia, a troca de pele é um sinal de que o animal está saudável.
Pequena Lô esteve no Bioparque Pantanal, em Campo Grande (MS)
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Sobre o Bioparque Pantanal
Com 453 espécies, 239 tanques e 5 milhões de litros de água, o Bioparque Pantanal é considerado o maior aquário de água doce do mundo. Inaugurado em 2022, o aquário gigante fica em Campo Grande e visa trazer a total imersão ao ecossistema pantaneiro para o público.
O Bioparque Pantanal é o único aquário público do mundo com espécies exclusivas de peixes neotropicais, animais que vivem em águas doces nas Américas do Sul e Central. O local abriga o maior acervo da espécie cascudo já reunido, com 81 espécies provenientes do Pantanal e da Amazônia.
As espécies são dividias em:
449 espécies de peixes, entre elas a de cascudos;
2 de crustáceos (camarões);
5 de répteis (cobras e jacarés);
Uma de anfíbio (axolotes);
Um mamífero (uma loba).
O Centro de Conservação de Peixes Neotropicais (CCPN) já registrou 89 reproduções, somando 6.550 filhotes e 45.550 indivíduos no total ao longo destes três anos.
Palestrante
A psicóloga, influenciadora e humorista é uma das palestrantes no evento “Delas Day”, voltado para a valorização de mulheres em Mato Grosso do Sul.
O evento é gratuito e tem como objetivo apresentar ao público feminino experiências que conectam trajetórias com palestras sobre liderança, empreendedorismo, inclusão, ciência, tecnologia e outros assuntos.
Entre as palestrantes estão a influenciadora, a atriz Giovanna Antonelli e a empreendedora Natália Beauty.
Influencer encostou na pele de cobra e também tirou foto com “véio do rio”
Redes sociais
Veja vídeos de Mato Grosso do Sul

Fonte: G1 Entretenimento

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Como trio, irmãos Kledir, Kleiton e Vitor Ramil reverberam Beatles na gravação ao vivo de show acústico em março


Kleiton (à esquerda), Vitor (ao centro) e Kledir Ramil gravam álbum ao vivo, como trio, em show programado para 21 de março em Porto Alegre (RS)
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Nascido em agosto de 1951, Kleiton Ramil foi um garoto que amou os Beatles bem mais do que os Rolling Stones, no que foi seguido pelo irmão Kledir Ramil, no mundo desde janeiro de 1953. O gosto pela música referencial do grupo britânico foi herdado pelo irmão caçula, Vitor Ramil, nascido em abril de 1962, quando o quarteto já estava em cena há dois anos.
É por isso que ecos do som dos Beatles reverberam ao longo do show que põe os irmãos em cena, pela primeira vez sozinhos no palco, como um trio.
Repleto de referências dos Beatles e do rock e do folk de nomes como Cat Stevens, Crosby, Stills, Nash & Young e Simon and Garfunkel, o show acústico do três irmãos ganha registro audiovisual na apresentação agendada para 21 de março.
A gravação do álbum ao vivo será feita na volta do show ao Auditório Araújo Vianna, em Porto Alegre (RS), onde Kledir, Kledir e Vitor Ramil estrearam o espetáculo em 11 de julho de 2025, para celebrar os 50 anos de carreira dos dois irmãos mais velhos, que entraram em cena em 1975, como integrantes do grupo gaúcho Almôndegas, antes de formarem, em novembro de 1979, a dupla Kleiton & Kledir, bastante bem-sucedida na primeira metade da década de 1980.
No show, os irmãos entrelaçam o repertório da dupla com o cancioneiro de Vitor Ramil, que se lançou como cantor e compositor no alvorecer da década de 1980, tendo sido gravado de imediato por cantoras do porte de Gal Costa (1945 – 2022) e Zizi Possi.
Após a gravação do show que irá gerar o primeiro álbum ao vivo do trio, a intenção dos irmãos é partir em turnê pelo Brasil, munidos de violão, viola e violino, únicos instrumentos tocados pelos artistas no show.
Cabe lembrar que a família Ramil já se reuniu no palco em show intitulado “Casa Ramil” e estreado em 2018 com todos os integrantes músicos do clã originado de Pelotas (RS). Contudo, como já ressaltado, Kledir, Kledir e Vitor Ramil nunca tinham se apresentado em trio até o ano passado.

Fonte: G1 Entretenimento

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BBC determina investigação após insulto racista ser exibido na transmissão do BAFTA


John Davidson, que inspirou o filme “I Swear”
Reprodução/Instagram
A BBC anunciou nesta quarta-feira (25) a abertura de uma investigação para apurar por que um insulto racista não foi retirado da transmissão de uma das principais premiações do cinema britânico.
O episódio ocorreu durante o BAFTA, realizado no domingo (22), quando um convidado com síndrome de Tourette gritou da plateia enquanto os atores Michael B. Jordan e Delroy Lindo, do filme Sinners, estavam no palco.
A emissora exibiu a cerimônia cerca de duas horas depois de sua realização. O conteúdo ofensivo permaneceu tanto na versão transmitida quanto na plataforma de streaming até a manhã de segunda-feira (23).
‘Bom Dia Responde’: psiquiatra explica sintomas e tratamentos da síndrome de tourette
O autor do grito foi John Davidson, que participou do evento em Londres após sua história de vida inspirar o filme “I Swear”. Segundo ele, a síndrome faz com que seu corpo e sua voz reajam de maneiras involuntárias.
Davidson afirmou que ficou “mortificado” com a possibilidade de que os tiques tenham sido interpretados como algo intencional.
Em nota, a BBC classificou o caso como um “erro grave” e informou que a direção-geral determinou que a unidade executiva de reclamações conclua uma investigação em caráter acelerado e apresente uma resposta completa ao público.
A organização do BAFTA pediu desculpas aos dois atores e declarou assumir total responsabilidade pelo ocorrido.

Fonte: G1 Entretenimento

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Gilsons apresentam a capa do segundo álbum uma semana antes do lançamento


O trio Gilsons alinha dez músicas no segundo álbum, ‘Eu vejo luz em maior proporção do que eu vejo a escuridão’
Marina Zabenzi / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Previsto de início para ser editado neste mês de fevereiro de 2026, o segundo álbum de estúdio do grupo Gilsons, “Eu vejo luz em maior proporção do que eu vejo a escuridão”, teve o lançamento remarcado para as 15h da próxima quarta-feira, 3 de março.
Em sincronia com o início do pré-save do álbum, o trio carioca apresenta hoje, 25 de fevereiro, a capa do sucessor do álbum “Pra gente acordar” (2022).
O álbum “Eu vejo luz em maior proporção do que eu vejo a escuridão” contabiliza dez músicas. Duas, “Minha flor” e “Bem me quer”, já foram apresentadas em single duplo editado em 19 de janeiro.
Nas gravações dessas duas (ótimas) composições, formatadas com produção musical de José Gil, o trio aponta o futuro ao mesmo tempo em que celebra o passado do grupo formado em 2018 por Francisco Gil, João Gil e José Gil.
Capa do álbum ‘Eu vejo luz em maior proporção do que eu vejo a escuridão’, do grupo Gilsons
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Na roda desde 1976, Jorge Aragão ganha terceiro tributo fonográfico em um ano com álbum de Renan Oliveira


Jorge Aragão tem obra regravada pelo cantor Renan Oliveira no álbum ao vivo ‘Samba e prece’
Divulgação
♫ ANÁLISE
♬ Jorge Aragão completa 77 anos no próximo domingo, 1º de março, em meio a um movimento ascendente de valorização da obra desse compositor carioca revelado há 50 anos com a gravação em 1976, pela cantora Elza Soares (1930 – 2022), do então inédito samba “Malandro” – composto por Aragão por volta de 1968 com João Batista Alcântara, o parceiro dos primórdios que se tornaria conhecido no meio artístico pela alcunha de Jotabê.
Na sexta-feira, 27 de fevereiro, o cantor Renan Oliveira lança o álbum ao vivo “Samba e prece – Renan Oliveira canta Jorge Aragão” com o registro audiovisual do show em que dá voz a músicas do repertório do compositor de sambas como “Mutirão de amor” (Jorge Aragão, Zeca Pagodinho e Sombrinha, 1983) e “Moleque atrevido” (Jorge Aragão, Flávio Cardoso e Paulinho Resende, 1998), ambos incluídos por Renan no roteiro do show captado em novembro em apresentação do artista na casa de samba Batuq, situada na Penha, bairro da zona norte da cidade do Rio de Janeiro (RJ).
A edição da gravação do show chama atenção pelo fato de o álbum de ao vivo de Renan Oliveira já ser o terceiro tributo fonográfico a Jorge Aragão lançado no espaço de um ano.
Em março do ano passado, a cantora Eliana Pittman apresentou o álbum “Nem lágrima nem dor” (2025) com produção musical e arranjos arrojados do paulistano Rodrigo Campos.
Neste mês de fevereiro de 2026, precisamente no dia 6, o coletivo carioca Monobloco lançou o álbum “Mar de Aragão – Monobloco canta Jorge Aragão” (2026) com ênfase no repertório folião do compositor de sucessos carnavalescos como “Alegria Carnaval” (Jorge Aragão e Nilton Barros, 1982), “Suor no rosto” (Jorge Aragão, Nilton Barros e Edel Ferreira, o Dida, 1983) e “Toque de malícia” (1984).
Capa do álbum ‘Samba e prece – Renan Oliveira canta Jorge Aragão’, de Renan Oliveira
Filipe Kennedy
Com 26 músicas distribuídas em 12 faixas, o álbum “Samba e prece – Renan Oliveira canta Jorge Aragão” enfatiza a pluralidade da obra de Aragão, compositor aclamado com o epíteto de O poeta do samba pelo acento melancólico das melodias desse cancioneiro e pelo tom geralmente lírico de letras que versam sobre amor, desamor, orgulho negro – exposto por exemplo em “Identidade” (1992), uma das músicas cantadas por Renan Oliveira com arranjos de Jotinha Harmonia – e o próprio samba.
Nascido em 1º de março de 1949, Jorge Aragão da Cruz já se aproxima dos 80 anos de vida como unanimidade e referência no universo do samba, e não somente do samba do Rio de Janeiro (RJ), cidade que aniversaria no mesmo dia deste cantor, compositor e músico carioca de ascendência amazonense e infância vivida no bairro de Padre Miguel, berço da escola de samba Mocidade Independente.
De todos os bambas associados sobretudo ao pagode carioca dos anos 1980, Jorge Aragão foi o primeiro a entrar na roda. Curiosamente, Aragão não foi embalado no berço do samba. Aliás, na adolescência, Aragão gostava mesmo era de ouvir rock. Somente caiu no samba por volta dos 18 anos ao conhecer o já supracitado Jotabê, parceiro dos primeiros sucessos como “Logo agora” (1979).
Antes de se tornar sambista de alta patente, reverenciado pelas melodias sensíveis e pelo versos poéticos (embora transite por todas as vertentes do samba), Aragão foi corneteiro de quartel. Só que o apito do samba tocou mais alto quando ele se integrou à turma que se reunia na quadra do bloco Cacique de Ramos, onde Beth Carvalho (1946 – 2019) ouviu e gravou “Vou festejar” (1978), samba composto por Aragão com os parceiros amigos Edel Ferreira de Lima – o Dida – e Neoci Dias de Andrade.
O resto foi uma história pavimentada com coerência e celebrada por Eliana Pittman, Monobloco e Renan Oliveira em álbuns de gêneses tão diferentes, mas que se irmanam pela devoção ao cancioneiro de Jorge Aragão.
Renan Oliveira se apresenta na casa Batuq, onde gravou em novembro o álbum ao vivo ‘Samba e prece – Renan Oliveira canta Jorge Aragão’
Filipe Kennedy / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Em livro, Christina Applegate relata ter sido molestada pela babá aos cinco anos


Em livro, Christina Applegate relata ter sido molestada pela babá aos 5 anos
Al Seib/Invision/AP/Reprodução
Christina Applegate revela, em seu novo livro de memórias, “You With the Sad Eyes”, que foi molestada por uma babá aos 5 anos. Em entrevista para revista “People”, a atriz fala sobre episódios de abuso, instabilidade familiar e os impactos desses traumas ao longo da vida, além de abordar como convive hoje com a esclerose múltipla.
Para escrever a obra, Applegate conta que recorreu aos diários que mantém desde os 13 anos, revisitando lembranças, inclusive as mais dolorosas, que a moldaram ao longo da vida.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
“Para ser honesta, isso reabriu muitas feridas, e tudo bem, porque sou uma pessoa forte, vou superar”, afirmou à publicação. “Mas não foi como chegar ao fim e pensar: ‘Ah, agora está tudo resolvido’. Eram coisas sobre as quais eu nunca tinha falado. Coisas que estavam escondidas e que ninguém, além das pessoas mais próximas, jamais soube que aconteceram.”
No livro, Applegate conta que a infância foi marcada por instabilidade e abusos, incluindo um episódio em que foi molestada por uma babá quando tinha 5 anos. A revista “People” transcreveu o trecho do livro em que ela fala sobre o abuso.
“Eu sabia que tudo aquilo estava errado. Eu me sentia mal, assustada e triste”, ela escreve em seu livro. Como resultado, “nunca me senti completamente à vontade sendo tocada, e isso continua sendo verdade. Na verdade, nunca me senti confortável com isso em toda a minha vida — e tudo por causa daquela garota que me forçou a fazer algo que eu mal entendia, mas que eu sabia ser vergonhoso.”
A atriz relata ainda no livro os problemas enfrentados por sua mãe, como o vício em heroína e um namorado abusivo.
“Acho que vivi a pior situação possível dos 3 aos 7 anos. Mas coisas assim aconteciam em todas as nossas casas. Mães solteiras, homens entrando e saindo, drogas.”
Embora Applegate admita que a esclerose múltipla, diagnosticada em 2021, tenha alterado para sempre sua capacidade de ser mãe da maneira que gostaria, ela conta que continua encontrando momentos de descontração em meio à doença para criar laços com a filha, Sadie, de 15 anos.

Fonte: G1 Entretenimento

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Shakira, Oasis, Iron Maiden e Mariah Carey estão entre indicados ao Hall da Fama do Rock de 2026; veja lista

O Rock & Roll Hall of Fame divulgou os 17 indicados que concorrem a uma vaga na turma de 2026. A lista reúne artistas de diferentes gêneros e é maior do que a do ano passado, quando 14 nomes disputaram a honraria.
Dez artistas aparecem na cédula pela primeira vez. Entre os estreantes estão Shakira, Pink, Lauryn Hill, Phil Collins, Jeff Buckley, Melissa Etheridge, INXS, New Edition, Luther Vandross e o grupo de hip-hop Wu-Tang Clan.
Outros sete nomes voltam à disputa após tentativas anteriores. É o caso de Mariah Carey, Iron Maiden e Oasis.
Também retornam à votação The Black Crowes, Billy Idol, Joy Division/New Order e Sade.
A permanência do Oasis chama atenção. No ano passado, o vocalista Liam Gallagher criticou publicamente a premiação. Mesmo assim, o comitê manteve a banda na lista.
A escolha dos homenageados será feita por cerca de 1.200 integrantes do corpo votante do Hall. O resultado está previsto para abril. Além dos eleitos principais, também serão anunciados nomes selecionados por comitês especiais nas categorias de Influência Musical, Excelência Musical e o Prêmio Ahmet Ertegun, voltado a profissionais que atuam fora dos palcos.
Veja a lista completa de indicados ao Hall da Fama do Rock 2026:
The Black Crowes
Jeff Buckley
Mariah Carey
Phil Collins
Melissa Etheridge
Lauryn Hill
Billy Idol
INXS
Iron Maiden
Joy Division/New Order
New Edition
Oasis
Pink
Sade
Shakira
Luther Vandross
Wu-Tang Clan

Fonte: G1 Entretenimento

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Objetos de ‘Tubarão’, ‘Exterminador do Futuro’ e ‘Star Wars’ irão a leilão nos EUA


“Cabeça Iluminada do C-3PO” do filme “Star Wars: O Império Contra-Ataca” de 1980 está entre os itens que serão leiloados
HENRY NICHOLLS / AFP
Um arpão de “Tubarão”, uma jaqueta de “Exterminador do Futuro” e peças icônicas da saga “Star Wars” estão entre os mais de 1.500 objetos do cinema e da televisão que serão leiloados no fim de março em Los Angeles.
Os lotes, que também incluem o Mapa do Maroto dos filmes de “Harry Potter”, têm um valor estimado conjunto de 9 milhões de dólares (R$ 46,5 milhões, na cotação atual), segundo a Propstore, a casa de leilões que organiza a venda.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
A coleção irá a leilão durante três dias a partir de 25 de março, com lances presenciais apenas no primeiro dia no Petersen Automotive Museum de Los Angeles. Uma seleção dos artigos será exibida em 11 de março no hotel The Maybourne Beverly Hills.
Mapa do Maroto dos filmes de “Harry Potter” está entre os itens que serão leiloados
HENRY NICHOLLS / AFP
Entre os objetos principais está a cabeça do droide C-3PO usada por Anthony Daniels em “O Império Contra-Ataca” (1980), com preço estimado entre 350 mil e 700 mil dólares. O objeto conserva sua fiação original e uma antena frontal incomum.
Também irá a leilão o cabo do sabre de luz associado a Luke Skywalker (Mark Hamill) e Rey (Daisy Ridley) em “O Despertar da Força” (2015), avaliado em até 100.000 dólares.
Do clássico “Tubarão” (1975), o arpão empunhado por Quint (Robert Shaw) e Matt Hooper (Richard Dreyfuss) poderia alcançar os 500 mil dólares. O item é oferecido juntamente com a vara e o molinete de Quint, avaliados em 150 mil dólares.
Outra peça de destaque é a jaqueta do androide T-800 (Arnold Schwarzenegger) em “O Exterminador do Futuro” (1984), com sangue cenográfico e falsos impactos de bala, avaliada entre 75 mil e 150 mil dólares.
A venda também inclui peças de “Gladiador” (2000), entre elas o capacete e a máscara de Maximus (Russell Crowe), que poderiam chegar a 250.000 dólares. O Mapa do Maroto da saga “Harry Potter” completa a lista de objetos de maior destaque, com valor estimado de até 80 mil dólares.
Segundo a Propstore, a participação internacional, cada vez mais ativa on-line, está ampliando o mercado global de colecionadores.

Fonte: G1 Entretenimento

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Filha do ator Martin Short é encontrada morta aos 42 anos


Martin Short, indicado a melhor ator de comédia, chega ao Emmy 2024
Richard Shotwell/Invision/AP
A filha do ator Martin Short, Katherine Short, foi encontrada morta em sua casa em Los Angeles na última segunda-feira (23). A informação foi confirmada à revista “People” pela família da mulher.
“A família Short está devastada por esta perda e pede privacidade neste momento. Katherine era amada por todos e será lembrada pela luz e alegria que trouxe ao mundo”, disse a família à revista.
Katherine era formada em psicologia pela Universidade de Nova York e prestava serviços de extensão comunitária, grupos de apoio familiar, apoio entre pares e psicoterapia.
Ela era a mais velha de três irmãos, todos adotados por Martin e sua falecida esposa, Nancy Dolman. Seu pai é conhecido pelas atuações em séries como “Only Murders in the Building” e o filme “O Pai da Noiva”.
O Departamento de Polícia da cidade investiga se morte foi suicídio.
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Fonte: G1 Entretenimento