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As camisas mais icônicas de todas as Copas — e o que as tornam as melhores

Há quem diga que a vida pode ser contada em Copas do Mundo. Edições que chegam de quatro em quatro anos e acabam marcando fases inteiras da vida, da infância encantada à adolescência, e daí em diante. Ficam as lembranças das seleções favoritas, dos ídolos do futebol e das camisas icônicas que eles vestiam.
É dessas camisas que vamos falar aqui. Uniformes que carregam histórias. Peças que atravessam gerações. Mas o que faz uma camisa permanecer tão viva na memória do futebol?
Matthew Wolff ganhou projeção mundial com as camisas da Nigéria na Copa de 2018, que rapidamente viraram febre, e também com os uniformes da França campeã daquele Mundial.
O designer americano já assinou uniformes do time francês Paris Saint-Germain, de equipes da Major League Soccer e da National Women’s Soccer League, além do Vermont Green, clube que ajudou a criar na United Soccer League. Ou seja, conhece esse universo de perto.
“A maioria das minhas camisas favoritas de futebol vem da infância, dos anos 1990 e do começo dos anos 2000”, diz Wolff. “É aquela fase em que os jogadores parecem super-heróis e os uniformes têm aquela aura mágica.”
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“México em 1998, EUA em 1994, Alemanha em 1990 e 1994, Japão em 1998, a coleção da Nike de 2002 e até a camisa sem mangas de Camarões naquele ano. Esses uniformes ficaram marcados na minha memória porque, quando eu era menino, pareciam enormes, grandiosos. […] Uma camisa se torna icônica também por causa da história vivida dentro de campo. E o tempo acaba mudando a maneira como enxergamos e valorizamos um uniforme de futebol.”
Japão e México na Copa do Mundo de 1998, em imagem divididaCrédito,Getty Images
Legenda da foto,Japão e México usaram alguns dos uniformes mais marcantes da Copa do Mundo de 1998, disputada na França
Wolff, no entanto, acha que hoje em dia é muito mais difícil uma camisa alcançar o status de “icônica”.
“O cenário mudou, e o mercado global ficou saturado”, diz.
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“Há times demais e lançamentos demais, tanto de clubes quanto de seleções, o que torna realmente difícil uma camisa conseguir se destacar. […] Por um lado, é interessante ver a cultura e a identidade visual de diferentes países aparecerem no design dos uniformes. Mas isso também faz surgir discussões sobre consumismo, sobre até que ponto existe ali uma expressão cultural autêntica ou apenas mais um produto seguindo o ritmo acelerado da indústria.”
As 10 camisas mais icônicas da história das Copas
Com isso em mente, é hora de olhar para trás. E toda lembrança de camisas de futebol costuma vir carregada de nostalgia, aquelas memórias meio enevoadas da infância vistas através de um filtro dourado.
Seria fácil mergulhar de vez na explosão de estampas e modelagens largas dos anos 1990 e começo dos anos 2000, ou nos uniformes do fim dos anos 1980 que acabaram voltando à moda como peças casuais.
Mas, para evitar que esta lista vire um desfile de roupa de festival ou visual de pai na porta da escola no primeiro dia de calor, definimos algumas regras: apenas uma camisa por Copa do Mundo e uma por país.
10. Camarões (uniforme principal), 2002
Jogadores de Camarões comemoram usando a camisa sem mangas na Copa Africana de Nações de 2002Crédito,Getty Images
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Essa escolha é controversa: a camisa nem chegou a ser usada em uma Copa do Mundo. Talvez seja justamente por isso que ela tenha se tornado tão marcante.
O time de Camarões estreou o modelo sem mangas na Copa Africana de Nações, mas a Fifa não permitiu que o uniforme fosse mantido para o Mundial de 2002.
“Todo mundo na África queria aquela camisa”, relembrou o ex-meio-campista Eric Djemba-Djemba em entrevista à BBC Sport Africa.
O impacto ultrapassou o futebol. Naquele mesmo verão, a tenista Serena Williams apareceu em Roland Garros com um look inspirado no uniforme banido — embora os organizadores tenham rejeitado o pedido para incluir nas costas seu número da sorte, o 26.
Quando a Copa do Mundo começou, no Japão e na Coreia do Sul, a Puma já havia sido obrigada a modificar o modelo e acrescentar mangas.
Mas essa não seria a última vez que os uniformes de Camarões provocariam atritos com a Fifa. Dois anos depois, a entidade também vetou um modelo inteiriço criado pela seleção, em que camisa e shorts formavam uma única peça.
Foto da seleção de Camarões na Copa do Mundo de 2002Crédito,Getty Images
9. Inglaterra (uniforme reserva ou de visitante), 1966
Bobby Moore ergue a taça da Copa do Mundo em 1966Crédito,Getty Images
Uma camisa impossível de confundir — e que certamente vai aparecer em churrascos e mesas ao ar livre de pubs por toda a Inglaterra neste verão.
A camisa vermelha dos três leões da seleção inglesa se tornou icônica pelo que representa: o único título mundial do país, conquistado em casa no estádio de Wembley, com o histórico hat-trick (quando um jogador marca três gols na mesma partida) de Geoff Hurst e o gol que até hoje gera debate sobre ter cruzado ou não a linha.
A imagem que vem à cabeça imediatamente é a de Bobby Moore erguendo a taça Jules Rimet nos ombros dos companheiros.
Os modelos de 1982 e 1990, mostrados abaixo, também entraram na disputa por uma vaga nesta lista. Mas, se só houver espaço para uma camisa inglesa nesta lista, dificilmente seria outra.
Camisas da Inglaterra nas Copas de 1986 e 1990Crédito,Getty Images
8. França (uniforme principal), 1982
Jean Tigana e Gérard Janvion, da FrançaCrédito,Getty Images
“Foi o jogo mais bonito da minha vida. Nenhum filme ou peça conseguiria reproduzir tantas emoções e contradições. Tinha tudo. Foi extraordinário”, disse o capitão francês Michel Platini ao relembrar a derrota da França para a Alemanha Ocidental na semifinal da Copa de 1982.
A partida entrou para a história por vários motivos: a entrada brutal do goleiro Harald Schumacher em Patrick Battiston, o empate em 3 a 3 depois da prorrogação e a primeira disputa de pênaltis da história das Copas.
No calor sufocante de Sevilha (Espanha), a França parecia elegante sem fazer esforço, e aquela camisa azul ajudou a transformar o uniforme em um clássico eterno.
7. Holanda (uniforme principal), 1974
Johan CruyffCrédito,Getty Images
Rebelde, obstinado e naturalmente carismático. Johan Cruyff virou o grande símbolo da revolução do “Futebol Total” da Holanda.
Quando chegou à Copa de 1974, Cruyff já havia conquistado três Copas dos Campeões da Europa com o Ajax e vencido duas vezes a Bola de Ouro. Mas foi naquele Mundial que protagonizou o momento mais famoso de sua carreira.
O “giro de Cruyff” nasceu na partida em que a Holanda enfrentou a Suécia, em Dortmund (Alemanha). Naquele jogo, ele entrou em campo com uma camisa diferente da dos companheiros, que exibiam as tradicionais três listras da Adidas nas mangas.
Cruyff era patrocinado pela Puma e já se recusava a usar chuteiras da concorrente. Depois de uma disputa entre marcas, jogadores e dirigentes da federação holandesa, ficou decidido que sua camisa teria apenas duas listras.
“A federação assinou contrato com a Adidas sem consultar os jogadores”, escreveu Cruyff em sua autobiografia. “Eles acharam que não precisavam perguntar porque a camisa era deles. Mas eu respondi: ‘Quem está dentro dela sou eu’.”
6. Croácia (uniforme principal), 1998
Foto da seleção da Croácia na Copa do Mundo de 1998Crédito,Getty Images
Davor Suker, Copa de 1998 na França, vestindo os famosos quadriculados vermelhos e brancos espalhados pelos ombros. Imponente. O desenho reproduzia o brasão nacional da Croácia e fazia a seleção ser reconhecida imediatamente em campo.
A Croácia já havia impressionado na Eurocopa de 1996, e também usava um belo uniforme naquele torneio, mas a Copa de 1998 carregava um significado especial para o país: era o primeiro Mundial disputado desde a independência, declarada sete anos antes.
Suker, ao lado de nomes como Robert Jarni, Zvonimir Boban e Robert Prosinecki, levou a Croácia até a semifinal. Contra a anfitriã França, o atacante do Real Madrid abriu o placar antes da virada comandada por Lilian Thuram.
Depois, usando um igualmente marcante uniforme azul, a Croácia derrotou a Holanda e terminou a Copa em terceiro lugar.
Davor Suker celebraCrédito,Getty Images
5. Nigéria (uniforme principal), 2018
Ahmed Musa comemora pela NigériaCrédito,Getty Images
A camisa da Nigéria na Copa de 2018 virou um fenômeno raro: tornou-se instantaneamente icônica não pelo desempenho da seleção em campo, mas pelo impacto que teve na cultura pop e no universo da moda.
Três milhões de pessoas reservaram o uniforme antes mesmo do lançamento, e filas se formaram na porta da principal loja da Nike em Londres no dia da estreia nas vendas.
“A gente buscou referências na própria história dos uniformes da Nigéria”, conta o designer Matthew Wolff. “A camisa de 2002 serviu de inspiração, eu queria trazer de volta aquele verde tão marcante. E também olhamos bastante para o uniforme de 1994 e 1995.”
“A ideia não era inventar algo totalmente novo, mas trabalhar elementos que já existiam na identidade futebolística do país.”
Segundo Wolff, o timing também ajudou. “A Nigéria vivia um momento de enorme projeção cultural na moda, na música, na arte, na poesia e no cinema. O uniforme apareceu exatamente no meio disso tudo.”
E acrescenta: “O mérito é de toda a equipe da Nike que participou do projeto. Uma camisa não vira fenômeno por causa de um único designer. Isso acontece quando muita gente faz um trabalho cuidadoso e bem pensado.”
4. Brasil (uniforme principal), 1970
Seleção brasileira na Copa do Mundo de 1970Crédito,Getty Images
Talvez nenhuma seleção esteja tão ligada a uma cor quanto o Brasil ao amarelo.
Mesmo nas imagens antigas e granuladas, as camisas amarelo-canário de 1970 continuam vibrantes e marcantes. Elas eram perfeitas para um time que encantava o mundo sob o sol do México.
Pelé, Carlos Alberto, Rivellino, Jairzinho. As imagens daquela seleção reaparecem a cada Copa do Mundo e ajudam a eternizar a vitória sobre a Itália no estádio Azteca, no México.
No centro dessa memória está justamente a simplicidade da camisa brasileira, um uniforme que acabou se transformando em símbolo permanente do futebol.
3. Estados Unidos (uniforme reserva ou de visitante), 1994
Camisa reserva dos Estados Unidos na Copa de 1994Crédito,Getty Images
“Fora dos Estados Unidos, muita gente olhava para aquela Copa com desconfiança. Havia quem perguntasse como um país sem tradição no futebol poderia organizar um Mundial”, lembra Alan Rothenberg, ex-presidente da federação americana, sobre a escolha dos EUA para sediar o Mundial de 1994.
Por isso, quando a Adidas apresentou os uniformes da Copa de 1994, Alexi Lalas e seus companheiros acharam que aquilo só podia ser brincadeira.
O que os jogadores, muitos deles vinculados diretamente à federação americana, e não a clubes profissionais, mais queriam evitar era virar motivo de piada.
Mas, quando a Adidas revelou os uniformes do torneio, o zagueiro Alexi Lalas e seus companheiros acharam que aquilo só podia ser uma pegadinha.
As estrelas gigantes espalhadas sobre um fundo que imitava jeans desbotado eram a cara dos EUA, mas pareciam exageradas demais para o futebol. A equipe temia virar motivo de chacota. Pelo menos uma proposta ainda mais ousada, inspirada em estampas tie-dye, nunca saiu do papel.
Com o tempo a camisa virou um clássico, adorada tanto pelos jogadores que a vestiram quanto pelos torcedores que idolatravam aquela seleção. A campanha dos EUA naquela Copa também ajudou: a equipe foi eliminada apenas nas oitavas de final, diante do Brasil, que acabaria campeão do torneio.
Talvez a presença dessa camisa entre as três melhores tenha sido influenciada pelo fato de a Copa voltar aos EUA neste verão. Ainda assim, o Mundial de 1994 ficou marcado por uma geração de uniformes inesquecíveis.
2. Argentina (uniforme reserva ou de visitante), 1986
Diego Maradon celebrates against EnglandCrédito,Getty Images
A vitória da Argentina sobre a Inglaterra nas quartas de final da Copa de 1986 entrou para a história por dois dos gols mais famosos de todos os tempos: a “Mão de Deus”, de Diego Maradona, e a arrancada hipnotizante em que ele atravessou o campo desde o meio-campo até marcar.
Mas a história da camisa usada pelos argentinos naquele jogo é quase tão memorável quanto a partida.
A Fifa determinou que a Argentina teria de usar seu uniforme reserva azul-escuro para evitar confusão com a camisa branca da Inglaterra. Mas, em uma vitória anterior sobre o Uruguai, os jogadores reclamaram que o modelo era pesado e abafado demais para o calor sufocante do México.
Como a fornecedora Le Coq Sportif não tinha outra opção disponível, conta a história que o técnico Carlos Bilardo enviou integrantes da comissão técnica ao bairro de Tepito, na Cidade do México, famoso pelo comércio de produtos falsificados, para procurar novas camisas.
Conta-se que Maradona deu a palavra final sobre os modelos escolhidos e soltou uma frase que acabou entrando para a história:
“Que linda essa camisa, Carlos. Com ela vamos vencer os ingleses.”
Nas 24 horas antes da partida, funcionários da seleção passaram a madrugada costurando números e o escudo argentino nas camisas.
Trinta e seis anos depois, o meio-campista inglês Steve Hodge colocou em leilão a camisa que trocou com Maradona naquele jogo. Ela foi vendida por 7,1 milhões de libras (cerca de R$ 48 milhões).
Seleção da Argentina na Copa de 1986Crédito,Getty Images
Alemanha Ocidental (uniforme principal), 1990
Germany team line-up 1990Crédito,Getty Images
No topo da lista está um clássico do design esportivo: a camisa da Alemanha Ocidental na Copa de 1990, cobiçada por colecionadores e frequentemente apontada como precursora de uma nova geração de uniformes de futebol.
“É preciso olhar para ela dentro do contexto da época. Até então, as camisas costumavam ser bem simples”, explicou John Blair, autor do livro A Culture of Kits (A Cultura dos Uniformes, em tradução livre), ao programa Sporting Witness, do Serviço Mundial da BBC.
“Ela reuniu várias coisas ao mesmo tempo: um visual realmente marcante para aquele período, uma seleção campeã e talvez o primeiro grande momento em que um design mais expressivo ganhou protagonismo.”
A camisa, no entanto, quase foi deixada de lado antes da Copa. Ela havia estreado na Eurocopa de 1988, quando a Alemanha Ocidental, anfitriã do torneio, caiu na semifinal.
A designer Ina Franzmann já trabalhava em um novo modelo quando o técnico Franz Beckenbauer interveio e pediu que a camisa original fosse mantida.
Franzmann, que também desenhava roupas de tênis para a Adidas e nem acompanhava futebol de perto, recebeu a missão de criar “uma pequena revolução” para a seleção alemã.
“Foi o próprio Horst Dassler, filho do fundador Adolf Dassler, quem sugeriu colocar mais cor no uniforme. Então fazia sentido usar as cores da Alemanha”, contou ela.
Dassler morreu em 1987 e não chegou a ver a Alemanha Ocidental conquistar a Copa nem chamar atenção na Itália em 1990. Para Franzmann, aquele momento foi importante, mas o verdadeiro reconhecimento só viria décadas depois.
“A camisa virou uma obra-prima anos mais tarde”, disse. “Tenho muito orgulho do interesse que ela desperta hoje. Todo mundo quer conhecer a história por trás dela.”

Fonte: G1 Entretenimento

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De Anitta a Diogo Nogueira e Melly, todos querem feat com Luedji Luna


Nome recorrente em listas de feats, Luedji Luna lança álbum acústico com seis músicas inéditas
Pedro Napolinario / Divulgação
♫ ANÁLISE
♬ Agendado por Diogo Nogueira para 20 de junho no Parque Madureira, na zona norte da cidade do Rio de Janeiro (RJ), o registro do show “Infinito samba” terá participação especial de Luedji Luna. A presença da cantora e compositora baiana no time de convidados da gravação ao vivo do sambista carioca chama atenção pela recorrência do nome de Luedji em listas recentes de feats.
De Anitta – que divide com a artista o canto da música “Bemba” no álbum “Equilibrium”, lançado em abril – a Diogo Nogueira, parece que todos querem fazer feat com Luedji Luna.
Somente na semana passada foram lançados dois álbuns em que Luedji faz participação. No segundo álbum de estúdio de Melly, “Mais forte que a dúvida”, apresentado em 28 de maio, o encontro das cantoras acontece na faixa “Amanhã”. No mesmo dia 28 de maio, o cantor e compositor baiano Pedro Emílio lançou o álbum “Vende-se lembrança” com feat com Luedji Luna na música “Reticente”.
Sem falar que, em 2025, o nome da cantora apareceu como intérprete convidada em álbuns de BK (“Diamantes, lágrimas e rostos para esquecer”, na faixa “Abaixo das nuvens”) e Rael (“Onda”, na faixa “Meu iô iô”).
É interessante essa recorrência de feats com Luedji Luna – intensificada neste primeiro semestre de 2026, mas, a rigor, já perceptível nos últimos cinco anos – porque o trabalho da artista é pautado pela sofisticação, evidenciada nos álbuns “Um mar pra cada um” (2025) e “Antes que a terra acabe” (2025), lançados com intervalo de um mês entre maio e junho do ano passado.
Normalmente, os artistas mais requisitados para feats são cantores de grande popularidade, como Anitta e Ney Matogrosso, este generoso ao extremo com todos que batem à porta de Ney em busca de um feat.
No caso de Luedji Luna, artista (re)conhecida em nichos prestigiados do mercado mas distante do som banalizado do mainstream, é como se a participação da cantora representasse uma grife para o álbum do artista que convida a cantora para um feat. Em contrapartida, Luedji amplifica a visibilidade ao fazer feats com cantores populares como Anitta e Diogo Nogueira.
E o fato é que Luedji Luna segue em ascensão no universo pop brasileiro. A cantora e compositora acaba de lançar em 25 de maio – dia em que completou 39 anos – o álbum “Acústico Luedji Luna” com seis músicas inéditas (incluindo “Ela é o que há” e “Gris”, parcerias com Jadsa e Josyara, respectivamente, além de “Detalhe”, “Encruzilhada”, “Poesia pouca” e “Rotação”) entre seis regravações da própria discografia da artista, que terá música gravada no álbum que a cantora Paula Lima prepara para 2027.
Como cantora e/ou compositora, todos querem Luedji Luna. Resta torcer para esse salutar movimento em torno da artista não seja nuvem passageira, como tantos outros do volátil mercado de música.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio 2026: pré-venda de ingressos começa nesta terça-feira (2)


Sexto dia de Rock in Rio
Thaís Espírito Santo/g1
A pré-venda dos ingressos para o Rock in Rio 2026 começa nesta terça-feira (2), a partir das 12h, exclusivamente no site da Ticketmaster. A compra estará disponível para associados Rock in Rio Club e Clientes Itaú.
O ingresso custa R$ 870 (inteira), R$ 435 (meia-entrada) e R$ 739,50 para clientes Itaú, e não há cobrança de taxa de serviço.
Os clientes podem comprar até quatro ingressos por dia de festival em seu CPF, sendo no máximo uma meia-entrada para cada dia.
A única exceção fica por conta das pessoas com deficiência, que poderão selecionar, além do seu ingresso, 01 ingresso meia-entrada adicional para o seu acompanhante para cada dia comprado.
A pré-venda acontece até 8 de junho, quando será aberta a venda geral dos ingressos, às 12h.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Veja a seguir todas as atrações já anunciadas:
Dia 4 de setembro
Palco Mundo
Foo Fighters
Rise Against
The Hives
Nova Twins
Palco Sunset
Capital Inicial convida Dado Villa-Lobos
Hot Milk
Detonautas convidam Biquini
Di Ferrero
New Dance Order
Steve Angello
Giu x Carola
Atkö
Cat Dealers
Espaço Favela
Rodrigo do CN
Hitmaker
GBZ7N
Palco Supernova
Chady
Artista surpresa
Larissa luz
Diogo Defante
Palco Global Village
Giovana Moraes
Leela
Paulinho Moska
Dia 5 de setembro
Palco Mundo
Avenged Sevenfold
Bring Me The Horizon
MGK
Sepultura
Palco Sunset
Bad Omens
Poppy
Black Pantera convida Nervosa
Malvada convida Day Limns
New Dance Order
James Hype
Volkoder
Camina Jun x Eli Iwasa
Victor Lou
Espaço Favela
Major RD
Canto Cego
Quantum
Palco Supernova
Zero
Mc Taya
Lvcas
Supercombo
Palco Global Village
Korzus
Noturnall + Russell Allen
Rhegia
Dia 6 de setembro
Palco Mundo
Calvin Harris
Black Eyed Peas
Nelly
Barão Vermelho Encontro Formação Original
Palco Sunset
Ne-Yo
Jota Quest toca Tim Maia
BaianaSystem
Calema
New Dance Order
Meduza
Casa Bonita
Sofi Tukker
Espaço Favela
Xamã
Rael
Budah
Palco Supernova
João Gordo & Asteroides Trio
Matanza Ritual
Bayside Kings
O Escritório
Palco Global Village
Mohamed Ramadan
Mãeana
Bento Gil convida Flor Gil
Dia 7 de setembro
Palco Mundo
Elton John
Gilberto Gil
Jon Batiste
Luísa Sonza convida Roberto Menescal
Palco Sunset
Laufey
Péricles canta Motown
Roupa Nova convida Guilherme Arantes
Vanessa da Mata convida Rubel
New Dance Order
Fatboy Slim
Aline Rocha
Leo Janeiro & Simo Not Simon
Max Styler
Espaço Favela
Belo
Mart’nália
Tiee
Palco Supernova
Maui
Melly
Zeca Veloso
Alee
Palco Global Village
João Bosco, homenageado do Global Village
Joyce Moreno, Leila Pinheiro e Fernanda Takai
Wanda Sá
Dia 11 de setembro
Palco Mundo
Stray Kids
Alok – Keep Art Human
Hwasa
Nexz
Palco Sunset
Jamiroquai
PJ Morton
Os Garotin convidam Duquesa
Jota.Pê convida Luedji Luna e Zaynara
New Dance Order
Neelix & Vegas
Omiki
Departamento
Anna
Espaço Favela
MC Cabelinho convida TZ da Coronel
Puterrier & MC Carol
Caio Luccas
Palco Supernova
Muse Maya
Isa Buzzi
Ananda
NandaTsunami
Palco Global Village
Soulidifield
Rio Bronx
Lambateria com Felix Robatto
Dia 12 de setembro
Palco Mundo
Maroon 5
Demi Lovato
J Balvin
Pedro Sampaio
Palco Sunset
Mumford & Sons
João Gomes ao lado da Orquestra Brasileira
Gilsons convida Daniela Mercury e Olodum
Criolo, Amaro & Dino
New Dance Order
Alok Pres. Rave The World
Alok & Family – Ekanta, Swarup
Gabe
Adam Sellouk
Bhaskar
Espaço Favela
Timbalada
Priscila Senna
Soul de Brasileiro
Palco Supernova
Celo Dut
Yago Oproprio
Milo J
Delacruz
Palco Global Village
Mestrinho
Hamilton de Holanda
Badi Assad
Dia 13 de setembro
Palco Mundo
Twenty One Pilots
Halsey
Lola Young
Ivete Sangalo
Palco Sunset
Zara Larsson
Marina Sena convida Céu
Joelma convida Viviane Batidão
Carol Biazin convida Joyce Alane
New Dance Order
John Summit
Roddy Lima
Illusionize
Dawn Patrol
Espaço Favela
Dennis
Suel
Marvvila
Palco Supernova
Ar Baby
Bruna Black
Sant
Lourena
Palco Global Village
Kynnie
Luci Alves
Haley Smalls

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Show dos hormonizados’: influencers fazem uso de anabolizantes virar espetáculo nas redes


Como influenciadores transformaram o uso de anabolizantes em entretenimento nas redes sociais
Aplicações de hormônios diante das câmeras, relatos sobre ciclos de uso e transformações físicas acompanhadas por milhões de seguidores. O Fantástico deste domingo (31) mostrou como o uso de anabolizantes deixou os bastidores das academias e se transformou em conteúdo de entretenimento nas redes sociais.
O crescimento desse tipo de conteúdo acontece em um momento de forte expansão do mercado de hormônios no Brasil. A venda legal de testosterona, uma das substâncias mais utilizadas como anabolizante, registrou aumento superior a 700% nos últimos sete anos.
Ex-namorada de Gabriel Ganley fala sobre mudanças no corpo do fisiculturista após uso de anabolizantes: ‘Chocada’
Gabriel Gumley e a exposição do uso de hormônios nas redes
A morte do fisiculturista e influenciador Gabriel Gumley, de 22 anos, reacendeu o debate sobre a forma como o consumo dessas substâncias tem sido retratado nas redes sociais. O caso é investigado pela Polícia Civil de São Paulo. Um laudo preliminar apontou morte súbita causada por um problema cardíaco, mas o resultado definitivo dos exames ainda é aguardado.
Antes de aderir aos hormônios, Gabriel ficou conhecido como “Bebezinho Natural”, apelido que fazia referência ao fato de não utilizar anabolizantes. O jovem conquistou seguidores ao mostrar a rotina de treinos e a evolução física sem recorrer às substâncias. Com o aumento da popularidade, porém, anunciou que passaria a usar hormônios para acelerar os ganhos musculares.
A mudança foi acompanhada pelos seguidores quase como um evento. Em vídeos publicados na internet, Gabriel participou de programas voltados ao público fitness, falou sobre os produtos que utilizava e chegou a receber uma aplicação de anabolizante diante das câmeras. A cena foi apresentada em tom descontraído e celebrada pelos participantes.
Léo Stronda aplica uma injeção no braço de Gabriel Gangley em vídeo
Reprodução/TV Globo
‘Show dos hormonizados’
O fenômeno vai além de relatos pessoais. Nas redes sociais, surgiram conteúdos em que o uso de hormônios se tornou parte do entretenimento. Em um dos vídeos citados na reportagem, participantes disputam quem consegue convencer jurados de que realmente utiliza anabolizantes. Quem demonstra desconhecimento sobre o assunto vira alvo de brincadeiras e provocações.
Nesse ambiente, expressões como “tomar suco”, “ciclo” e “hormonizado” passaram a fazer parte do vocabulário comum de milhares de jovens que acompanham criadores de conteúdo fitness. A linguagem informal e o tom humorístico ajudam a reduzir a percepção dos riscos associados ao uso dessas substâncias.
Para especialistas, esse processo contribui para a normalização de um comportamento que pode trazer consequências sérias à saúde.
“Não tem evidência científica de uso seguro disso. Quando você normaliza uma atitude que faz mal para a saúde das pessoas, eu fiquei realmente chocado de ver como é que eles tratam isso entre eles. Eles têm aquele apelido jocoso: ‘Eu vou tomar ‘suco’”, afirma o médico Luis Fernando Correia.
Em vídeo na internet, participantes disputam quem consegue convencer jurados de que realmente utiliza anabolizantes
Reprodução/TV Globo
A busca por audiência
Gabriel chegou a relatar aos seguidores algumas das consequências percebidas após iniciar o uso dos hormônios. Em um dos vídeos, afirmou que se sentia envelhecido e reconheceu que a decisão poderia reduzir sua expectativa de vida. Ainda assim, o tema continuava sendo tratado dentro da lógica de acompanhamento da própria transformação física.
Mesmo após a repercussão da morte do influenciador, amigos, atletas e criadores de conteúdo ouvidos pela reportagem afirmaram que não pretendem abandonar o uso de anabolizantes. O discurso predominante é o de que seria possível utilizar as substâncias de forma “correta” para reduzir riscos.
Especialistas, no entanto, alertam que os hormônios podem provocar alterações cardiovasculares importantes, incluindo crescimento do músculo cardíaco e aumento da viscosidade do sangue, fatores associados a complicações graves.
Gabriel simula aplicação de injeção em vídeo na internet
Reprodução/TV Globo
Para amigos de Gabriel, o caso também expõe um problema maior: a pressão por resultados e engajamento em um ambiente onde corpos cada vez mais musculosos costumam render mais visualizações.
“Fiquei com raiva e triste. A gente tem que fazer algo que normalmente a gente não faria para alcançar algo que a gente queria. Porque no final, tudo se resume à audiência”, diz Ricardo Lobo, fisiculturista e amigo de Ganley.
Gabriel Ganley
Reprodução/TV Globo
Veja a reportagem completa no vídeo abaixo:
Sem filtro: a morte de Gabriel Ganley reacende o alerta sobre a banalização do uso de hormônios.
GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Fantástico
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ISSO É FANTÁSTICO
O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Backrooms’ e ‘Obsessão’ no topo: Como filmes de terror dirigidos por youtubers dominaram bilheterias


Renate Reinsve em cena de ‘Backrooms: Um não-lugar’, e Michael Johnston e Inde Navarrette em cena de ‘Obsessão’
Divulgação
“Backrooms: Um não-lugar” e “Obsessão” dominaram as bilheterias americanas e, de certa forma, brasileiras neste fim de semana — e, com isso, marcaram o auge do fenômeno do sucesso de filmes de terror de orçamento modesto dirigidos por youtubers.
Aos 20 anos, youtuber dirige dois indicados ao Oscar em terror que criou aos 16
g1 já viu: ‘Backrooms’ transforma lenda urbana online em terror instigante até se perder no final
Com mais de US$ 80 milhões (cerca de R$ 403 milhões) arrecadados entre sexta-feira (29) e domingo (31), “Backrooms” ultrapassou em muito as previsões mais arrojadas de especialistas, que estimavam valores entre US$ 40 milhões e US$ 50 milhões.
No processo, ainda bateu o recorde de maior bilheteria de estreia de seu estúdio, A24, o mais badalado entre os independentes. A marca anterior era de “Guerra Civil” (2024), com US$ 25,5 milhões.
O filme é dirigido por Kane Parsons, cineasta de 20 anos que lançou a série de terror que deu origem ao filme no YouTube em 2022, com um orçamento estimado em US$ 10 milhões. No mundo inteiro, a arrecadação foi de US$ 118 milhões.
Com inspiração em uma lenda urbana da internet e elenco encabeçado por Chiwetel Ejiofor (“12 anos de escravidão”) e Renate Reinsve (“Valor sentimental”), a obra retrata a exploração inquietante de um espaço extradimensional formado por salas com decoração corporativa.
Já “Obsessão” ficou com o segundo lugar ao arrecadar US$ 26 milhões (cerca de R$ 131 milhões) no mesmo período em seu terceiro fim de semana em cartaz, valor suficiente para superar “O Mandaloriano e Grogu”, que estreou depois.
Com orçamento de menos de US$ 1 milhão, o filme se tornou uma das grandes sensações das bilheterias de 2026 ao conseguir aumentar seu público semana a semana — algo raro na indústria. No total, já soma US$ 148 milhões ao redor do mundo.
Dirigido por Curry Baker, “Obsessão” é um conto sobre o que acontece quando um jovem tem o desejo atendido e passa a ser alvo da paixão incontrolável de sua crush.
Assista ao trailer de ‘Backrooms: Um não-lugar’
Do YouTube para o mundo
O Brasil não escapa à tendência. Por aqui, “Backrooms” estreou com pouco menos de R$ 9,5 milhões, maior arrecadação deste fim de semana.
“Obsessão” não repetiu o sucesso gigantesco dos EUA, mas também tem crescido semana a semana. Após conseguir R$ 2,2 milhões entre os dias 14 e 17 de maio, três semanas depois de sua estreia fez mais R$ 2,4 milhões.
Os dois filmes fazem parte da grande tendência atual de Hollywood, que passou a ver o YouTube como grande celeiro de talentos para a direção nos últimos anos.
Entre os cineastas que fizeram a transição, estão nomes como David F. Sandberg (“Shazam!”), Danny e Michael Philippou (“Fale comigo”) e Mark Fischbach (“Iron lung: Oceano de sangue”).
O caso de Markiplier, como ele também é conhecido, é um pouco diferente. Afinal, o criador financiou e distribuiu – e dirigiu, coescreveu e estrelou – o filme do próprio bolso. Uma aposta arriscada, mas que lhe rendeu US$ 50 milhões no começo de 2026.
“Acho que é mais acaso do que qualquer outra coisa”, diz Parsons, em entrevista ao g1.
“Não existe vaga para todo mundo que queira fazer algo em Hollywood, então, se você quer conseguir um acordo com um estúdio mais conhecido, ou distribuir um filme, não é como se pudesse apenas estalar os dedos.”
Para o jovem, a plataforma serve como ponto de entrada, onde criadores podem se dedicar a seus próprios projetos e chamar a atenção de grandes empresas de mídia.
“Provavelmente tem menos a ver com o YouTube em si. O fato é que todo mundo está na internet e, se você quer ser visto, você tem que colocar suas coisas online.”
Kane Parsons conversa com Chiwetel Ejiofor na gravação de ‘Backrooms: Um não-lugar’
Asterios Moutsokapas/A24 via AP
Como isso aconteceu?
O terror no geral tem passado por uma reinvenção na indústria americana, graças a baixos orçamentos e produtoras que sabem desenvolver o gênero.
Uma delas, por exemplo, é a Atomic Monster, do diretor James Wan, que esteve envolvida em “Backrooms” desde o início e que já tinha experiência com youtubers após “Quando as luzes se apagam” (2016).
Responsável por franquias como “Invocação do mal” e “M3gan”, a empresa se fundiu em 2022 com a Blumhouse Productions, outra veterana do terror.
No mesmo ano, o sucesso de obras como o australiano “Fale comigo” incentivou a indústria a voltar a olhar para a plataforma de vídeos. Afinal, os irmãos Philippou ficaram conhecidos por lá com vídeos de terror cômico antes de estrearem como cineastas, e arrecadaram US$ 92 milhões ao redor do mundo com um orçamento estimado em US$ 4,5 milhões.
Tanto que Parsons foi “inundado” de contatos para uma possível adaptação para os cinemas também em 2022, apenas alguns meses depois de lançar o primeiro vídeo de sua série sobre os “Backrooms” – que acumulou 20 milhões de visualizações em duas semanas.
“Eu era muito cético sobre o que poderia acontecer, porque eu não sabia nada dessas pessoas, e não conheço nada da indústria”, afirma ele.
“Então, eu segurei firme da forma como podia. Tomei muito cuidado ao entrar nessas conversa, mas também queria ter certeza de que não ia desperdiçar o que poderia ser uma oportunidade muito legal.”
A onda do terror não passou batida por grandes estúdios. Tanto que “Obsessão” foi comprada por US$ 15 milhões pela Focus Features. Apesar ser considerada uma distribuidora independente, a empresa faz parte do mesmo grupo da Universal, uma dos mais tradicionais dos EUA.
Se o sucesso continuar a crescer, como nas últimas semanas, o casamento entre Hollywood e youtubers está apenas começando.
Curry Baker dirige Inde Navarrette e Michael Johnston em gravação de ‘Obsessão’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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ENTRETERIMENTO

‘Mestres do Universo’ abraça cafonice de He-Man em aventura ridícula e divertida; g1 já viu


Para a surpresa de muita gente, depois de alguns trailers de qualidade duvidosa e da ideia questionável de atualizar uma franquia um tanto ultrapassada de heróis dos anos 1980, “Mestres do Universo” é um bom filme.
É divertido, é colorido, é engraçado e é ridículo – muito ridículo, tal qual o desenho que inspirou a nova adaptação, mais de quatro décadas depois de seu lançamento original.
O “novo filme do He-Man”, que estreia nesta quinta-feira (4) nos cinemas brasileiros, prova que a grande força do boneco megamusculoso sempre foi mesmo abraçar a cafonice de seu corte de cabelo chanel e rir de si mesmo.
Com um diretor experiente no gênero e um elenco recheado de ótimas surpresas, como a melhor atuação de Jared Leto talvez desde “Clube de compras Dallas” (2013), “Mestres do Universo” faz um ótimo trabalho para apresentar os personagens a uma nova geração.
Resta saber se alguém vai querer ver, de fato.
Assista ao trailer de ‘Mestres do Universo’
Em um nível nem tão superficial assim, o filme lembra muito o malfadado “Dungeons & Dragons: Honra entre rebeldes” (2023), que também modernizou uma franquia nascida nos brinquedos e esquecida nos cinemas, conquistou a crítica e o público que o assistiu – e que no fim fracassou de forma retumbante nas bilheterias.
A comparação é inevitável já que, assim como seu primo distante de espírito, o novo He-Man é colorido, honra o material original muito mais do que deveria e não se leva a sério. A ponto de arriscar alienar os fãs da animação original, que podem ter outra versão dos bárbaros e monstros parrudos construída pelos anos na memória afetiva.
Ao mesmo tempo, em uma época em que o auge dos filmes de super-heróis parece passado, o maior desafio do bombado de shortinho de gladiador é mesmo convencer espectadores gen Z e gen alpha a comprarem ingressos.
Nicholas Galitzine em cena de ‘Mestres do Universo’
Divulgação
Origem bem-feita
Se ninguém aguenta mais histórias de origem, “Mestres do Universo” pelo menos é uma história de origem bem-feitinha.
Nela, o príncipe exilado (Nicholas Galitzine) de um planeta distante precisa encontrar uma espada lendária para voltar para casa e derrotar um vilão megalomaníaco (Leto) e inseguro com cara de caveira.
Claro, assim como outros exemplares do gênero, demora a mostrar o protagonista em toda a sua glória ou a exaltar os seus bordões famosos – e ainda comete o pecado de levá-lo para a Terra, uma ideia que historicamente dá muito mais errado do que certo.
Mas o filme faz funcionar, por mais que toda a sequência inicial com a infância do herói seja um pouco sofrível.
Grande responsável por isso é Galitzine (“Uma ideia de você”), que dá credibilidade ao ridículo da premissa e aos poderes absurdos do personagem com um timing invejável para o humor.
Do outro lado, Leto se esbanja com os trejeitos caricatos do antagonista esquelético e, mesmo escondido atrás de um rosto criado por computação gráfica, relembra porque já foi um dos atores mais promissores de sua geração.
Jared Leto como o Esqueleto em cena de ‘Mestres do Universo’
Divulgação
He-Mannaissance?
Com a excelente animação em stop motion “Kubo e as cordas mágicas” (2016) e o competente “Bumblebee” (2018) no currículo, o diretor Travis Knight era o maior – e talvez único – motivo para ter um pouco de esperança.
Por sorte, o cineasta entrega a sensibilidade necessária para que “Mestres do Universo” funcione, com o olhar de fã necessário para um autor que não se preocupa com o que os demais admiradores do desenho vão pensar.
Junto do roteirista Chris Butler, antigo parceiro de Knight que assinou a trama com base em versões anteriores de outras pessoas, ele mistura referências que vão além da animação, como os inúmeros memes que sustentam os personagens ao longo dos anos, e uma mensagem atualizada para um novo público.
No meio, ainda encontrou espaço para dar uma justificativa complemente aceitável para os nomes abobados dos personagens, como Aríete (Jon Xue Zhang) e Mekaneck (James Wilkinson).
Mais do que tudo, o filme também ostenta uma leveza que representa o verdadeiro espírito da franquia nos anos 1980.
Idris Elba, Nicholas Galitzine e Camila Mendes em cena de ‘Mestres do Universo’
Divulgação
Por fim, é obrigatório exaltar a trilha sonora de Daniel Pemberton. Junto ao seu trabalho no incrível “Devoradores de estrelas”, de março, o compositor dos dois “Aranhaverso” se firma cada vez mais como um dos mais empolgantes do cinema atual.
“Mestres do Universo” é uma má ideia que não tinha o menor direito de dar certo. Contra tudo e contra todos – e com uma boa ajuda de escolhas certeiras em elenco e equipe –, de alguma forma funciona.
Se novas gerações chegarem a assistir, pode ser o começo de um He-Mannaissance (um Renascimento do herói, se preferirem). Mas é preciso que alguém esteja disposto a dar uma chance para um bárbaro de tanguinha de couro em pleno 2026.

Arte/g1
Nicholas Galitzine em cena de ‘Mestres do Universo’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Por que a maior parada LGBT+ do mundo está com problemas de investimento?


Parada LGBT+ na avenida Paulista, em SP
Reprodução
A Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, que ostenta o título de maior do mundo pelo Guinness Book, sofreu uma redução de 60% em seu orçamento privado para a edição de 2026, que acontece no próximo domingo (7), na Avenida Paulista.

O esvaziamento financeiro ocorre justamente na edição comemorativa de 30 anos do evento: o total de marcas patrocinadoras caiu de 11, em 2025, para 9 este ano.
A retração comercial contrasta com o impacto econômico do evento. No ano passado, o circuito reuniu 50 mil pessoas, segundo o Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), e injetou R$ 548,5 milhões na economia da capital paulista, de acordo com dados da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).
Agora no g1
O que pode explicar a debandada das marcas
De acordo com a organização da Parada e analistas de mercado, a redução dos investimentos privados já estava desenhada devido à falta de contratos de longo prazo e a uma visão estritamente comercial das empresas, que enxergam o público LGBT+ apenas como consumidores sazonais.
Nos bastidores, as justificativas apresentadas pelas marcas para negar o patrocínio em 2026 dividem-se em cinco pilares principais:
1. O avanço da agenda ‘anti-woke’ global
O fortalecimento de um movimento conservador global, intensificado internacionalmente após a vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais dos Estados Unidos, atua como um espelho para o mercado brasileiro.
O termo norte-americano “woke” — originalmente associado à conscientização sobre injustiças sociais — passou a ser utilizado por correntes de direita como crítica pejorativa ao progressismo.
Nos EUA, marcas como Target, Bud Light e Ford sofreram boicotes massivos de consumidores após campanhas de apoio à comunidade LGBT+.
Com receio de retaliações e linchamentos virtuais semelhantes no Brasil, diretorias de multinacionais recuaram nos investimentos públicos em diversidade.
A Disney é uma das principais empresas acusadas de ser woke.
GETTY IMAGES via BBC

2. Rejeição ao teor político do tema
A organização ouviu de marcas que o tema escolhido para a edição histórica deste ano — “30 Anos Parada SP: A rua convoca, a urna confirma” — afastou investidores.
Muitas empresas alegaram que não gostariam de atrelar suas identidades institucionais a um mote considerado “muito político” ou eleitoral.
Manifestantes anti-LGBT marcham pelas ruas durante um protesto exigindo medidas mais rigorosas em Dakarem 14 de fevereiro de 2026
REUTERS/Zohra Bensemra/Foto de Arquivo
3. Orçamento espremido por Eleições e Copa
Empresas que abandonaram o circuito também justificaram a ausência alegando que 2026 é um ano dividido entre eleições municipais e a Copa do Mundo, o que acabou por descentralizar e apertar o budget (orçamento) de marketing e comunicação voltado para eventos de massa.
Servidor municipal de Guarujá (SP) foi excluído do grupo de trabalho no WhatsApp após posts em alusão ao Dia do Orgulho LGBT+
Redes Sociais
4. Migração para a verba de ESG
Outra mudança apontada pelo mercado é que a quantia antes destinada especificamente para causas e eventos LGBT+ (a chamada “verba pride”) foi extinta em várias companhias e absorvida pelos fundos gerais de ESG (sigla ambiental, social e de governança).
A organização critica a mudança, defendendo que esses valores deveriam fazer parte do montante principal que as empresas investem em mídia e publicidade, dado o retorno de visibilidade que o evento entrega.
Milhares marcham por direitos LGBT+ na Hungria, mesmo após proibição
Bernadett Szabo/Reuters
5. Ofensiva legislativa
No cenário nacional, casas legislativas capitaneadas por frentes conservadoras e evangélicas passaram a articular projetos de lei para proibir a presença de crianças e adolescentes em manifestações da comunidade LGBT+, sob a justificativa de “proteção da infância”.
Em São Paulo, propostas dessa natureza tramitam na Câmara Municipal e na Assembleia Legislativa (Alesp).
Família LGBT+ participa da Parada do Orgulho na Avenida Paulista neste domingo (22), no Centro de São Paulo.
Luiz Gabriel Franco/g1
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🏳️‍🌈As marcas que saíram do circuito
Parada LGBT+ levou multidão à avenida Paulista, em SP
Miguel Schincariol/AFP
Um levantamento realizado pelo g1 nos contratos comerciais do evento entre 2022 e 2026 revela o tamanho da retração comercial.
Grandes marcas que carimbavam o circuito recentemente, como Vivo, Terra, Burger King, Smirnoff, Pinterest e a rede de cosméticos Sephora, deixaram o evento.
Veja a evolução das marcas parceiras entre 2022 e 2026:
2022: 15 marcas – Terra, Smirnoff, Burger King, Amstel, Mercado Livre, Jean Paul Gaultier, Vivo, Accor, Avon, Doritos, Laboratório LAIS, Philip Morris, British Council, Agência FOME e Pevi 56.
2023: 16 marcas – Smirnoff, Terra, Vivo, Amstel, Mercado Livre, L’Oréal Groupe, Burger King, Philip Morris Brasil, 3M, Kellogg’s, Accor, Banco do Brasil, Pantene, Microsoft, Zurich e Warner Music Group.
2024: 14 marcas – Amstel, Terra, Vivo, L’Oréal Groupe, Philip Morris Brasil, 3M, Burger King, British Council, Accor (ALL), Zurich, TV Globo, Agência FOME, Climatempo e Warner Music Brasil.
2025: 11 marcas – Amstel, L’Oréal Groupe, Sephora, Vibes, Smirnoff, Philip Morris Brasil, Team, Zurich, Sympla, Pinterest e Accor (ALL).
2026: 9 marcas – Amstel, Grupo L’Oréal no Brasil, Philip Morris Brasil, Camarote Pride, Camarote Paulista, Sympla, Accor e Zurich.
Para entender o peso dessa queda, vale destacar que o financiamento da Parada LGBT+ de São Paulo por empresas privadas é estruturado por meio de um livro de cotas comerciais, dividido entre patrocinadores máster, copatrocinadores e cotas de apoio.
Para que uma marca tenha o direito de colocar um trio elétrico exclusivo na avenida ela precisa obrigatoriamente adquirir uma cota de patrocínio ou copatrocínio.
As demais participações entram como apoio ou ativações pontuais em camarotes.

O argumento ‘esse dinheiro poderia estar indo para a Saúde’
Casal se beija na Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, realizada no domingo (11) na Avenida Paulista
Fábio Tito/g1
A organização também esclarece o funcionamento das verbas públicas destinadas ao evento.
A Prefeitura de São Paulo arca exclusivamente com a infraestrutura de rua da Parada, o que inclui itens como gradis, banheiros químicos e postos médicos.
Esse montante é previamente estabelecido na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) aprovada no ano anterior, fazendo parte do calendário oficial de turismo da capital, o que significa que o repasse não interfere e nem retira verbas de áreas como saúde ou educação.
Toda a operação artística, logística e a contratação dos trios elétricos ficam sob a responsabilidade financeira da associação.
‘Pinkwashing’ e o debate sobre coerência
Trisal celebra a 29ª Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, na Avenida Paulista.
Luiz Gabriel Franco/g1
A diretoria da APOLGBT-SP ressalta que a cobrança em relação às marcas não é por “esmola”, mas sim por coerência de discurso, combatendo a prática do pinkwashing.
O termo, neste contexto, define empresas que utilizam a estética do arco-íris em campanhas publicitárias para lucrar, mas não realizam investimentos reais na comunidade.
“O mercado aprendeu a monetizar o arco-íris sem investir proporcionalmente na comunidade LGBT. A diversidade não pode ser apenas uma campanha de junho, tem que ser o ano todo. Não pode ser apenas pontualmente em um ano, tem que ser um compromisso a longo prazo. Em 30 anos, eu esperava que o apoio das marcas que já estiveram com a gente fosse ainda maior, e não que tivesse declinado”, lamentou Nelson Pereira, presidente da APOLGBT-SP.
O argumento é referendado pelo Observatório da Diversidade na Publicidade (ODP), entidade setorial formada por um grupo de 26 agências de publicidade focada em acelerar a inclusão de grupos sub-representados no mercado brasileiro de comunicação.
“A diversidade viveu um momento de maior visibilidade, mas todos os envolvidos com a pauta sempre souberam que esse espaço não era garantido ou permanente. Todo avanço significativo traz uma reação conservadora, que é o momento atual. O que precisamos é melhorar a articulação para transformar essas relações em parcerias duradouras, que vão além do interesse comercial.”
🎤Parada mantém programação com apoio de artistas
A cantora Pabllo Vittar durante a 27ª Parada do Orgulho LGBT+, neste domingo (11), na Avenida Paulista em São Paulo (SP).
MARCELO OLIVEIRA MARÇO/ESTADÃO CONTEÚDO
Manter a estrutura da Parada exige um alto custo operacional. O valor médio para colocar um único trio elétrico na rua varia entre R$ 40 mil e R$ 85 mil.
Para garantir o desfile dos 14 trios elétricos previstos para este domingo sem o montante ideal de patrocínio, a organização contou com o apoio de dezenas de atrações musicais que abriram mão de seus cachês tradicionais ou aceitaram se apresentar recebendo apenas ajuda de custo para despesas operacionais.
A lista de artistas confirmados inclui Pepita, DJ Diveras, Diego Martins, Dornelles, MC Soffia, Zumbicore, Jup do Bairro, Boombeat, Bixarte, Isma, Katy da Voz e As Abusadas, e MC Trans.
Na última quinta-feira (28), a Amstel, que se manteve como patrocinadora oficial do evento, anunciou também a inclusão dos shows de Pabllo Vittar e Urias na programação da Avenida Paulista, após o fechamento das negociações com a marca.
A expectativa de público é de 2 milhões de pessoas.

Fonte: G1 Entretenimento

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Cantor e compositor Gilson deixa mais do que ‘Casinha branca’ de herança para a música brasileira ao morrer aos 73 anos


Gilson Vieira da Silva (1952 – 2026) é o autor de sucessos como ‘Verdade chinesa’ e ‘I love you baby’, além de ‘Casinha branca’
Divulgação
♫ OBITUÁRIO
♬ É natural que todos os obituários do cantor e compositor potiguar Gilson Vieira da Silva (1º de agosto de 1952 – 30 de maio de 2026) tenham destacado a canção “Casinha branca” no título.
Lançada na voz de Gilson em single de 1979 e amplificada na trilha sonora da novela “Marrom glacê”, exibida pela TV Globo naquele ano, “Casinha branca” é singela, bucólica e confessional canção que atravessa gerações desde que foi apresentada há 47 anos, tendo merecido regravações de Fábio Jr., Maria Bethânia, Roberta Campos, Neguinho da Beija-Flor, Michael Sullivan, José Augusto e Altemar Dutra (1940 – 1983), entre outros nomes.
Contudo, como compositor, Gilson – artista morto no sábado, 30 de maio, aos 73 anos, no distrito de Boa Família, em Muriaé (MG), de causas não reveladas pela família – deixa mais do que “Casinha branca” de herança para a música brasileira.
Com o parceiro Joran Ferreira da Silva, coautor de “Casinha branca”, Gilson compôs dois sucessos para a cantora Adriana, “I love you baby” (1986) – um dos maiores hits radiofônicos de 1987 – e “Combinado assim” (1988). Já Peninha lançou em 1988 “Seu jeito de amar”, música da dupla que ganharia registro posterior de Maria Bethânia em álbum ao vivo editado em 2002.
Em parceria com Carlos Colla, Gilson compôs o samba “Verdade chinesa”, grande sucesso de 1990 na voz do cantor Emílio Santiago (1946 – 2013). A lista de parceiros de Gilson também incluiu Ed Wilson (1945 – 2010), Prêntice (1956 – 2005) e Ronaldo Bastos – trio com o qual o artista compôs a canção “Não diga nada”, hit radiofônico de 1985.
Mesmo assim, é inegável que o nome de Gilson fica imortalizado sobretudo como o autor e intérprete de “Casinha branca”, música ao qual o cantor soube imprimir a devida melancolia entranhada nos versos da canção.

Fonte: G1 Entretenimento

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Virgínia desabafa após ser xingada no Maracanã: ‘Me senti acuada’


A influenciadora Virgínia Fonseca durante seu depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Bets, que investiga irregularidades em apostas online, no Senado, em Brasília, nesta terça-feira, 13 de março de 2025.
WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO
A influenciadora Virgínia Fonseca publicou um longo desabafo nesta segunda-feira (1º) após ser xingada no jogo entre Brasil e Panamá no Maracanã, realizado no domingo (31).
Após o primeiro gol do Brasil, marcado por Vinicius Jr., a torcida brasileira começou a xingar Virgínia, que estava no estádio.
O atleta e a influenciadora tiveram um relacionamento de seis meses que chegou ao fim no dia 15 de maio.
No texto publicado em seu perfil no Instagram, a Virgínia disse que se sentiu “acuada” com as ofensas e que sempre se sentiu julgada, seja no âmbito pessoal ou profissional.
“Eu estava pensando esses dias… E sabe de uma coisa? Eu também me canso. Eu também tenho dias em que dói. Mas eu me reconstruo. E percebi que uma das maiores lições que a vida me ensinou até hoje foi que as pessoas sempre vão ter uma opinião sobre você. E, na maioria das vezes, isso diz muito mais sobre elas do que sobre você”, escreveu.
“Mas ontem aconteceu algo e eu senti uma coisa diferente. Me senti acuada. Talvez uma das sensações mais ruins que já senti. E isso tudo sem ter feito absolutamente nada. E aí eu entendi uma coisa. Vai ser sempre assim.’
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Fonte: G1 Entretenimento

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Taylor Swift anuncia música inédita para ‘Toy Story 5’


Taylor Swift no Grammy 2025
Jordan Strauss/Invision/AP
A cantora Taylor Swift anunciou nesta segunda-feira (1º) uma parceria com a Disney Pixar para o lançamento de “I Knew It, I Knew You”, música inédita que fará parte da trilha do filme “Toy Story 5”.
A nova canção da diva pop chegará às plataformas de streaming nesta sexta-feira (5)
Nas últimas semanas, a conta oficial da Pixar no Instagram divulgou uma série de imagens de outdoors com a sigla TS por cidades dos Estados Unidos.
Agora no g1
Em postagem na sua conta oficial, a cantora falou sobre sua relação com o filme e deu mais detalhes sobre seu processo criativo para canção.
“Sempre sonhei em compor para esses personagens que amo desde quando eu era uma criança com 5 anos, assistindo ao primeiro ‘Toy Story’. Me apaixonei na primeira vez que tive a sorte de assistir ‘Toy Story 5’ e compus essa música assim que cheguei em casa depois da exibição”, disse.
Na sequência da amada franquia, Woody, Buzz Lightyear e o restante da turma precisam lutar pela atenção das crianças, que estão cada vez mais imersas em tablets e smartphones, deixando os brinquedos tradicionais de lado no fundo do baú. A história terá uma nova “vilã”: um tablet chamado Lilypad.
O filme estreia nos cinemas brasileiros no dia 18 de junho de 2026.
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Fonte: G1 Entretenimento