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Nave da nova turnê poderá passar sobre a cabeça do público durante shows, diz artista


O Último Voo da Nave! A Rainha Xuxa revela os bastidores do novo show e abre seu baú de relíquias
A nave da nova turnê de Xuxa Meneghel poderá passar sobre a cabeça do público durante os shows da megaturnê “O Último Voo da Nave”. A informação foi revelada pela apresentadora em entrevista ao Fantástico.
A estrutura está sendo construída em Amsterdã e terá o dobro do tamanho da nave original, que marcou gerações de brasileiros nos programas infantis da TV. Segundo Xuxa, a nova versão também contará com um formato em 360 graus para ampliar a interação com o público.
“Ela vai fazer esse voo enlouquecedor”, afirmou a apresentadora sobre a estrutura do espetáculo.
Nova nave de Xuxa poderá voar sobre a plateia em megaturnê
Reprodução/TV Globo
A turnê estreia em julho, com dois shows em São Paulo, e depois segue para cidades como Curitiba e Belo Horizonte até chegar ao Maracanã, em dezembro.
A direção do espetáculo é assinada por Kley Tarcitano, ex-baixinho da Xuxa que atualmente trabalha nos Estados Unidos e já participou de apresentações de Jennifer Lopez e de shows do intervalo do Super Bowl.
Além dos efeitos da nova nave, a turnê promete reunir músicas nunca apresentadas ao vivo e a participação de ex-Paquitas no palco.
Xuxa abre acervo inédito e revela bastidores da megaturnê ‘Último Voo da Nave’
Reprodução/TV Globo
Xuxa abre acervo inédito e revela bastidores da megaturnê ‘Último Voo da Nave’
Preparação física e músicas inéditas
A apresentadora também contou que vem se preparando fisicamente há mais de um ano para a maratona de apresentações. “Vou ter que aprender de novo as coreografias, vou ter que dançar”, disse.
Ela afirmou que faz pilates e exercícios diariamente para conseguir encarar os shows.
A turnê também terá músicas que nunca foram apresentadas ao vivo e contará com a presença de ex-Paquitas no palco. “Eu quero me emocionar, quero chorar junto com eles”, afirmou a apresentadora ao falar sobre o reencontro com fãs de diferentes gerações.
No fim da entrevista, Xuxa resumiu a expectativa para o novo projeto: “Eu quero realmente ver as pessoas virarem crianças de novo.”
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Fonte: G1 Entretenimento

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Larissa Luz amplifica ‘fúria do tambor’ com a energia do rock em ‘Desmonte’, álbum de alta voltagem ideológica


Larissa Luz lança o quarto álbum solo, ‘Desmonte’, na sexta-feira, 29 de maio
Jordan Villas / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Desmonte
Artista: Larissa Luz
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Sete anos após o álbum “Trovão” (2019) e dois após “Fio pavio” (2024), EP que apresentou quatro faixas gravadas com produção musical de Rafa Dias, a cantora e compositora soteropolitana Larissa Luz conserva a alta voltagem da discografia com o álbum “Desmonte”. Na capa, a artista aparece com um megafone, imagem afinada com o conceito de disco que amplifica o discurso de Larissa.
Programado para ser lançado na sexta-feira, 29 de maio, “Desmonte” turbina a fúria dos tambores com a energia do rock, gênero dominante no álbum formatado pelos produtores e arranjadores Danilo Panda e Ícaro Motta com a colaboração de Larissa na criação dos arranjos que dão peso a músicas como “Acorda”, “Intensa” e “Fúria do tambor”, faixa em que se ouve sutil levada de samba, abafada pelo peso do rock.
O trio também assina as composições. É provável que, se desmontadas no formato de voz e violão, as músicas perdessem poder de sedução. No entanto, na arquitetura do álbum, elas funcionam muito bem.
Como exemplifica a faixa de abertura, “D.e.s.m.o.n.t.e”, Larissa Luz flerta com o rock hardcore, veículo para a exposição do discurso altivo da artista. Em “Careta”, a cantora utiliza versos da cantiga popular “Boi da cara preta” para afrontar os machos amedrontados diante do poder feminino.
Quarto álbum solo da discografia de Larissa Luz, “Desmonte” é disco cheio de som e fúria. Em “Sem sal”, a artista questiona a estrutura empresarial do Carnaval de Salvador (BA). Em “Viola”, faixa embasada pela percussão de Lippe Batera, a cantora já avisa de cara que não oferecerá o choro e o lamento esperado do povo negro pela sociedade estruturada em bases racistas.
Por mais que tenha ritmos baianos na gênese do álbum, como o pagodão, como mostram faixas como “Tô me achando”, “Desmonte” pode ser caracterizado como disco de rock, tocado com dose precisa de eletricidade e eletrônica. Danilo Panda (programações e synths) e Ícaro Motta (baixo, guitarra, programações e synths) deram forma a um som em ponto de fervura em sintonia com a quentura do discurso de Larissa, mas sem perder de vista a Bahia, precisamente Salvador (BA), terra natal do ijexá e do samba-reggae.
“Assim como os ritmos baianos, o rock também nasceu de uma matriz negra, mas foi embranquecido ao longo do tempo. O álbum ‘Desmonte’ faz um movimento para trazer isso de volta, para aproximar a transgressão do rock às pulsações do corpo dos gêneros afro-baianos”, conceitua a artista, revelada em escala nacional como vocalista da banda Ara Ketu de 2007 a 2012.
Com dois feats de peso nas duas faixas finais do álbum “Desmonte”, Larissa turbina o discurso de “Antiparasita” com a rapper Áurea Semiseria, potente MC de Salvador (BA). Já “Retomada” traz Zé Atunbí, ex-integrante do grupo Afrocidade, nesse manifesto pelo negro no poder que reitera a força do canto altivo e destemido de Larissa Luz.
Capa do álbum ‘Desmonte’, de Larissa Luz
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Tadeu Schmidt lamenta morte da mãe aos 92 anos: ‘Tenho muita dificuldade pra aceitar que nunca mais vou te ver’


Tadeu Schmidt lamenta morte da mãe aos 92 anos
Reprodução/Instagram
Na manhã desta segunda-feira (25), Tadeu Schmidt lamentou a morte da mãe aos 92 anos. “Obrigado por tudo, mãe.”
“Eu tenho muita dificuldade pra aceitar que nunca mais vou te ver… O que me consola é pensar que você viveu 92 anos com tantos momentos bonitos, que criou três filhos realizados e felizes, que você viu netos e bisnetos… e que deixou uma lembrança muito forte em todos que conviveram com você. Descanse em paz, Dona Janira”, escreveu o apresentador.
A morte de Janira acontece pouco mais de um mês após a do irmão de Tadeu, o ex-jogador Oscar Schmidt.

Fonte: G1 Entretenimento

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Gabriel Ganley falou sobre riscos de anabolizantes sete meses antes de morrer: ‘Encurtando 10 anos da minha vida’


Gabriel Ganley em podcast. Influenciador de 22 anos detalhou reflexão sobre efeitos colaterais de longo prazo no coração e no fígado, além do sonho de ser pai
Reprodução
O fisiculturista Gabriel Ganley, encontrado morto por um amigo no último sábado (23) na Zona Leste de São Paulo, havia feito um desabafo seis meses antes sobre como o uso de substâncias anabolizantes poderia “encurtar” sua vida.
O falecimento do atleta de 22 anos é investigado como morte suspeita pelo 42º Distrito Policial (Parque São Lucas), após a perícia técnica apreender diversos medicamentos com indícios de serem substâncias hormonais no imóvel onde ele morava.
A reflexão sobre os riscos provocados pelo uso de hormônios sintéticos de alta performance ocorreu durante a participação do atleta no podcast Flow, transmitida em 27 de outubro de 2025.
No episódio intitulado “A nova era do fisiculturismo”, Ganley revelou ter plena consciência de que a escolha de deixar de ser “natural” (jargão utilizado para atletas que não utilizam hormônios sintéticos) reduziria drasticamente sua expectativa de vida.
A transição para a nova rotina de treinos e substâncias havia começado em julho daquele ano.
Ao ser questionado pelo apresentador Igor Coelho sobre quais seriam os efeitos negativos imediatos e de longo prazo da modalidade, o jovem minimizou os danos estéticos superficiais e apontou as complicações severas em órgãos vitais como o verdadeiro preço a ser pago pela carreira:
“Acham que é só tomar [bomba], e não é. O maior efeito negativo é a longo prazo. É problema de coração, de fígado. O verdadeiro B.O. é você saber que está encurtando 10 anos da sua vida. Eu tenho essa consciência. Eu sei que eu quero seguir uma carreira que vai encurtar [a minha vida] em 10, 15 anos.”
Gabriel Ganley tinha sonho de ser pai
Corpo do fisiculturista Gabriel Ganley será cremado nesta segunda, diz família
Durante o relato, o fisiculturista detalhou que a decisão de iniciar os ciclos hormonais aos 22 anos exigiu ponderação, especialmente ao projetar seus objetivos pessoais e o desejo de construir uma família no futuro.
“Você tomar essa decisão com 22 anos é ‘embaçado’. Às vezes eu penso: eu tenho o sonho de ser pai, será que quando eu tiver meu filho e minha filha, vou ver menos 15 anos do meu filho crescer? Botei tudo num papel e falei: vou fazer. Mas foi uma reflexão muito profunda”, desabafou na ocasião.
Ganley também mencionou as reações dermatológicas iniciais que passou a notar após os primeiros três meses de uso contínuo das substâncias:
“Cabelo não caiu nada. Mas espinha… eu tinha a pele lisinha. Começou a crescer espinha. Vou começar a fazer as paradas de creminho. Antes eu cagava. Estou cuidando do corpo, tenho que cuidar da cara também”, relatou.
Morre Gabriel Ganley, fisiculturista e influenciador, aos 22 anos
Reprodução/TV Globo
‘Pressão da mídia’
Ganley apontou o impacto da cobrança do público e das redes sociais após assumir publicamente a transição em sua carreira.
De acordo com o atleta, a cobrança por resultados imediatos operava em uma velocidade diferente da resposta biológica do corpo.
“Midiaticamente falando, fui para o final da fila. A pressão [da mídia] ficou maior. As pessoas dizem: ‘Agora você está tomando bomba, tá ligado? Tem que estar igual ao Ramon [Dino] semana que vem’. Isso tudo era um preço que eu já sabia que eu ia ter que pagar.”
Gabriel Ganley
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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100 artistas, 200 músicas e 12h de duração: como foi camping de produtora de funk após prisões


12h de duração, 200 músicas e 20 clipes: como foi camping de produtora do funk
Durante mais de 12 horas, cerca de 100 artistas estiveram na produtora GR6 para criação de mais de 200 músicas e 20 videoclipes. “O PIB do funk está todo aqui”, brincou Ice Blue, integrante do grupo de rap Racionais MCs e conselheiro da empresa.
Realizado na última quarta-feira (20) com o nome de “O Homem Tá Na Casa”, o camping (nome dado a um evento que reúne produtores, compositores e intérpretes para produção de músicas) tinha no convite uma foto de Rodrigo Oliveira, presidente da empresa e que ficou preso durante 28 dias por consequência da Operação Narco Fluxo, que apura suposta ligação de artistas e empresários com uma organização criminosa voltada à lavagem de dinheiro do tráfico de drogas.
Outros investigados do caso, como Henrique Oliveira, o Rato Love Funk, e MC Ryan SP, estiveram na empresa para acompanhar as músicas que nasciam ali. Além de mostrar como a máquina do funk tem capacidade para produzir música em escala industrial, o evento também serviu como uma espécie de “abraço coletivo” a Rodrigo GR6.
O g1 acompanhou a movimentação a partir das 22h, horário de pico do camping, que começou por volta das 15h na sede da produtora, localizada na Zona Norte de São Paulo.
Flyer do evento “O Homem Está Na Casa”
Divulgação
A GR6 tem como espaço uma casa ampla de três andares, com cerca de 10 estúdios fixos, além de um galpão que é utilizado para produção de videoclipes. Durante o camping, salas de reunião e cabines de ligação se tornaram estúdios improvisados. Ao todo, eram 30 espaços para gravação de músicas.
Estava muito difícil andar pelos corredores da empresa por conta do acúmulo de pessoas (contando a parcela relevante de curiosos e amigos de amigos).
Passaram pelo local funkeiros com longa trajetória, caso de MC Guimê, MC Rodolfinho e MC Livinho, artistas da nova geração, como MC Tuto e MC Joãozinho VT e muitos artistas que buscavam ali uma primeira oportunidade de gravar com seu artista favorito.
Como o elenco da produtora é composto por quase 100% dos principais artistas do gênero, os campings da GR6 eram basicamente uma “festa da firma”. Mas dessa vez foi diferente. A entrada estava liberada para nomes de outras produtoras (caso de nomes como Guimê e Rato).
A decisão de realizar o camping foi tomada pelo próprio Rodrigo na última segunda-feira (18). Isso foi um sinal de que o empresário queria demonstrar que, mesmo com a prisão recente, sua estrutura de trabalho não tinha sido afetada.
Durante o evento, ele passou por todos os estúdios, deu pitacos e fez da sua própria sala um estúdio que abrigou o produtor DJ Oreia e recebeu os principais nomes da noite.
“A máquina que não para”
Todos os estúdios da GR6 estavam preenchidos. Os locais menores, que na verdade eram cabines onde os vendedores de shows fazem e recebem ligações, tinham espaço para um produtor sentado com seu notebook, uma placa de som e, no máximo, dois MCs. Estúdios maiores cabiam até 20 pessoas.
Com mais de 15 anos de carreira e alguns campings na bagagem, o MC Menor da VG explica que aquele era o evento mais lotado que já presenciou – o que traz coisas boas e ruins.
O MC Menor da VG e o empresário Rodrigo Oliveira
Kaique Silva/Divulgação
O lado bom é a oportunidade de improviso e de criar conexão com novos artistas em meio a agendas lotadas.
“A gente está o tempo todo na estrada ou no palco. Aqui, é um momento que você pode esbarrar com alguém e já fazer uma música.”
Cada MC trabalha de uma maneira diferente. Mas, via de regra, a produção funciona da seguinte maneira:
O produtor apresenta uma batida para o MC fazer sua composição baseada naquela melodia;
Com a letra feita, o MC passa a voz e o produtor vai adaptando o beat durante o processo;
Por conta do tempo, não há processo elaborado de masterização ou mixagem.
Dentro de cada estúdio há um representante da GR6 responsável pelo marketing. Esse profissional cataloga todas as faixas prontas e faz um primeiro filtro sobre qual música deve ser prioridade na divulgação.
Todo o trabalho de marketing é feito só após a gravação. E o grande caso de sucesso dos campings é a canção “Mãe Solteira”, de J.Eskine, MC Davi e MC G15, com produção de DG e Batidão Stronda.
Feita durante um evento em 2025, a música virou um dos hits do Carnaval daquele ano. Vídeos na internet mostram como foi todo o processo criativo (desde os produtores apresentando a melodia aos MCs, até o arranjo das composições).
O improviso é a grande “mágica” do ambiente. O g1 presenciou, por exemplo, o momento em que o produtor Yuri Pedrada apresentava para MC GW uma canção que ele produziu com MC Davi e MC Don Juan.
A faixa, que usa como sample a introdução de “Gasolina”, sucesso do porto-riquenho Daddy Yankee, estava pronta, mas Davi sugeriu ali na hora que GW fizesse uma participação. Tudo no improviso.
Mas essa grande massa criativa trabalhada no improviso também gera um enorme volume de… nada. São vozes que servem apenas de guia ou até músicas finalizadas que ficam abaixo do nível do aceitável e são descartadas ao longo dos próximos dias, quando cada faixa é analisada com mais critério.
Além disso, o entra e sai dos estúdios, além da presença de pessoas não identificadas (fãs, integrantes de equipe e tantos outros) fazem com que o ato de gravar se torne uma tarefa árdua.
“Cansei de começar a cantar e aparecer alguém me dando um tapa nas costas, ou gritando meu nome. Não é legal, mas faz parte da magia”, comenta VG.
“Não para de chegar gente”
Um dos fundadores do Racionais, Ice Blue é um homem negro com mais de 1,80m de altura. Ele não passa sem ser notado por aí, ainda mais num evento de música. Abordado para fotos e conselhos, ele vai falando o que gostou mas, principalmente, o que não gostou.
Antes de conversar com a reportagem, ele comenta, por volta das 2h, que não parava de chegar gente. Era uma mistura de preocupação com a noção de que aquele movimento era necessário. Para quem está com um álbum no forno há mais de três anos, o camping é uma escola diferente.
“Eu sou da escola do analógico, onde tudo leva muito mais tempo. A gente mal tinha estúdio para gravar. O funk sempre teve esse ponto single, de lançar várias músicas. Isso não tira o espaço do trabalho mais elaborado, do álbum. São escolas diferentes que se complementam”, diz.
“A gente entende também que essa coisa de encontrar o amigo e gravar uma música é parte da cultura. Não podemos perder essa essência.”
Foi por volta desse horário que MC Ryan SP chegou no local. Sem interagir ou conversar com quem estava nas áreas comuns, foi até a sala da presidência onde encontrou com Rodrigo e representantes da GR6.
Ryan estava no camping não como cantor, mas como empresário, acompanhando os artistas da sua produtora, a Bololô Records. Entre eles: DJ Japa NK e MC Meno K, responsáveis pelo sucesso “Posso Até Não Te Dar Flores”.
A operação da Polícia Federal que, há cerca de um mês atingiu em cheio a maior empresa e o maior artista do segmento, era um não assunto. Artistas e curiosos não tocavam na questão. Era como se os trabalhadores tivessem a obrigação de manter a máquina funcionando. Custe o que custar.

Fonte: G1 Entretenimento

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Brasil redescobre e atualiza Michael Jackson com versões em brega funk, ‘forró colado’ e piseiro


Michael Jackson ganha versões de brega funk e forró após sucesso de cinebiografia
O Brasil redescobriu Michael Jackson.
Mais de 5 milhões de pessoas no Brasil já assistiram a “Michael”, cinebiografia que acompanha o Rei do Pop desde sua infância até o começo da vida adulta, ali pelo fim da década de 1980.
Nas redes sociais, clássicos como “Human Nature” (1983) e “They Don’t Care About Us” (1996) ganharam versões com roupagens bem brasileiras.
As releituras misturam o legado de Gary, em Indiana (cidade nos Estados Unidos onde o cantor nasceu), com o “molho” do Nordeste e das periferias brasileiras. Abaixo, veja as releituras que clássicos do cantor ganharam:
Forró para dançar ‘coladinho’
Uma das principais surpresas dessa onda foi o encontro (no mínimo) inusitado entre a banda Calcinha Preta e Rodrigo Teaser, considerado o cover oficial de Michael Jackson no Brasil.
Juntos, eles lançaram uma versão forrozeira de “Human Nature”.
Na baladinha original, o astro americano fala sobre a natureza humana, a solidão, o desejo de conexão…
Na versão de Calcinha Preta, intitulada “Bom Demais”, o famoso “why, why” do refrão de 1983 foi adaptado para o português assim:
Ter você comigo é bom demais, mais
Meu amor é você isso é demais, mais
Ter você comigo é bom demais, mais
Eu me amarro em você
A faixa mistura as batidas características do forró romântico com os vocais melódicos do clássico original, incluindo, claro, o característico “auuu” de Michael Jackson quando o cover sobe ao palco.
O passinho do brega funk
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A histórica “They Don’t Care About Us” (1996), cujo clipe original já tem fortes ligações com o Brasil devido à gravação como Olodum no Pelourinho, ganhou a sua versão do “Passinho do Jamal”.
O vídeo foi idealizado e gravado pelo próprio Jamal, criador da famosa coreografia que é febre nas redes sociais.
Batizada carinhosamente de “passinho do Michael Jackson”, a dança mistura a batida de protesto da música americana com a sincronia e o ritmo dos passinhos urbanos de Pernambuco.
Criador do ‘passinho do Jamal’ desabafa sobre falta de visibilidade: ‘Sofro preconceito’
Passinho do Jamal: conheça dança que viralizou e conquistou Ivete Sangalo, João Gomes e outros famosos; VÍDEO.
Moonwalk em piseiro
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Outro clássico que também ganhou uma roupagem totalmente nova foi “Billie Jean”, megahit de 1983: virou piseiro.
A transformação “anordestinhada” viralizou nas redes após uma publicação de Orlandinho, que se autodenomina o “Rei do Piseiro”.
O criador de conteúdo pernambucano, que soma mais de 3,3 milhões de seguidores nas redes sociais, revelou que saiu do cinema inspirado após assistir a “Michael” (a quem ele chamou carinhosamente de “Michel Antônio Jacson”)
No vídeo, o tradicional Moonwalk foi totalmente adaptados para o gingado e o molejo do piseiro. “Mas faltou prumo nesse Michael”, brincou um seguidor nos comentários.
LEIA TAMBÉM: Michael Jackson é o artista mais ouvido do Spotify global, quase 17 anos após sua morte.
‘Michael’: veja quais são os principais trechos musicais da cinebiografia do Rei do Pop.
Forró de Calcinha Preta, passinho do Jamal e ‘moonwalk’ em piseiro: as versões brasileiras de clássicos de Michael Jackson dominam as redes sociais.
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Sucesso de público
Trecho do filme ‘Michael’
Reprodução/YouTube
“Michael” se tornou a cinebiografia com a melhor estreia da história do cinema. No seu primeiro fim de semana, o filme que conta parte da história do Rei do Pop arrecadou, globalmente, US$ 217 milhões (R$ 1 bilhão, na cotação atual). A informação é da “BBC”.
A obra ultrapassou “Oppenheimer”, filme de Christopher Nolan que venceu sete categorias no Oscar 2024. O longa, que conta a história do físico conhecido por inventar a bomba atômica, faturou US$ 180 milhões (R$ 894 milhões).
O top 3 de cinebiografias com maior bilheteria na estreia é fechado com “Bohemian Rhapsody”, que conta a história de Freddie Mercury, líder da banda Queen. O longa arrecadou US$ 124 milhões.

Fonte: G1 Entretenimento

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Blusa ao avesso e posts ‘atrasados’: como equipes de artistas evitam assédio de fãs e vazamentos


Como equipes de grandes artistas evitam assédio de fãs e vazamentos
Quando um músico, bailarino ou empresário trabalha com um artista famoso, tem que redobrar o cuidado com o que posta nas redes sociais (sim, até nos perfis pessoais). Afinal, ninguém está ileso ao olhar atento do fã-clube apaixonado, que não deixa nada passar.
“Quando você entra na equipe, de alguma forma os fãs ficam sabendo, começam a te seguir e muitas vezes até mandam mensagem para pedir favor. E aí, tem o bom senso de ficar esperto com isso”, disse um músico ouvido pelo g1.
Quanto maior o artista, maior a preocupação com vazamentos e questões de segurança. Por isso, hoje, parte das “boas-vindas” de um funcionário à equipe de um artista inclui orientá-lo, informal ou até formalmente, sobre como conduzir essa relação.
Em alguns casos, as equipes chegam a receber até um manual de boas práticas, que inclui orientações sobre postagens.
Ao g1, funcionários de grandes artistas revelaram as principais orientações e “regrinhas” para prevenir vazamentos e garantir a segurança de todos. Veja abaixo:
Sem fotos em tempo real
Shawn Mendes é cercado por fãs na praia de Ipanema.
JC Pereira/Agnews
Durante turnês, é normal querer registrar as cidades por onde a equipe passa. Mas é preciso levar em consideração a segurança do artista e, às vezes, até a própria.
Isso porque vários artistas têm um corpo de bailarinos e banda conhecidos… e se os fãs não conseguem encontrar seus ídolos, ficam de olho no paradeiro das equipes. Por isso, a principal orientação é postar depois de deixar o local.
O g1 teve acesso ao manual recebido por um funcionário de um grande artista. No documento, consta que não é permitido postar em tempo real:
fotos em aeroportos e hotéis (apenas após deixar o local);
fotos no backstage junto do artista sem a aprovação do mesmo;
registros que mostrem os arredores, mesmo que em momentos de lazer.
Além disso, é proibido usar roupa de equipe durante viagens ou compromissos pessoais.
Já outro entrevistado disse que não tem essa proibição de sair com o vestuário da equipe. Mas existe uma prática comum: ao sair após o show, a equipe veste a camiseta ao avesso, já que a roupa costuma ter o nome do artista e da turnê. Assim, evitam ser identificados e abordados.
Anitta, amigos e equipe nos bastidores de turnê
Reprodução/Instagram
Registrar não é visto com bons olhos
Quando você está nos bastidores de uma gravação ou um ensaio, a principal preocupação passa a ser evitar vazamentos. Claro, o nível de cuidado depende do tamanho do artista e do projeto. Mas o ideal é ser mais “low profile”.
Mesmo quando não há nada escrito em pedra ou acordado em contrato, vai do bom senso da equipe — afinal, vazar uma informação sensível pode colocar o seu trabalho em risco. O post vale tanto assim?
Um entrevistado contou ao g1 que os registros não costumam ser vistos com bons olhos. “Se você já levanta o celular para tirar foto ou gravar vídeo em um ensaio, por exemplo, todo mundo já te olha. Tipo ‘abaixa esse celular, nada a ver’. Mesmo que não dê nada, todo mundo já fica cabreiro”.
Ludmilla durante show no The Town 2025
Fábio Tito/g1
‘Esconda tudo até o dia do show’
No caso de quem participa de ensaios e clipes, há muito cuidado para que nenhuma informação vaze antes da hora. Isso significa:
não postar registros de ensaios que podem revelar a estrutura do palco;
não fazer vídeos que mostrem as coreografias;
não postar vídeos com som, que possam “vazar” novas músicas ou arranjos;
não postar nenhum material (imagens ou figurinos) relacionado a clipes;
não revelar figurinos antes do início das turnês.
“Normalmente, em um ensaio mais perto da data, é quando mostram como vai ser o palco, luz, som, esse tipo de coisa. E aí, antes de passar todas as coisas, chega alguém da produção ou direção técnica e diz: ‘Quero pedir por favor, para que ninguém faça foto ou vídeo de nada’. Não é uma ameaça, mas é um pedido”, brincou um entrevistado.
“Basicamente, é esconda tudo até o dia do show”.
Jão se apresenta no Lollapalooza 2025
Luiz Gabriel Franco/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Nando Reis regrava com Marisa Monte a canção que lançou com Ana Cañas


Marisa Monte e Nando Reis lançam o single ‘Pra você guardei o amor’ na sexta-feira, 29 de maio
Leo Aversa / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Nando Reis e Marisa Monte retomam a parceria iniciada há 35 anos quando compuseram juntos as músicas “Ainda lembro”, “Mustapha” e “Tudo pela metade”, as três gravadas por Marisa no segundo álbum da artista, “Mais” (1991), disco no qual a cantora também deu voz a uma canção então inédita de Nando, “Diariamente”.
Na próxima sexta-feira, 29 de maio, Nando e Marisa lançam single com regravação de uma das mais belas e apaixonadas canções de Nando Reis, “Pra você guardei o amor” (2009), lançada pelo cantor há 17 anos em gravação feita com Ana Cañas para o álbum “Drês”.
Nando já havia cantado “Pra você guardei o amor” com Marisa em show, mas o feat nunca tinha sido gravado em estúdio. Marisa Monte assina a produção musical da gravação formatada com arranjo camerístico de Newton Carneiro e o toque do violão de Nando na base do registro fonográfico.
Capa do single ‘Pra você guardei o amor’, de Nando Reis e Marisa Monte
Leo Aversa

Fonte: G1 Entretenimento

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Vocalista da banda Scalene cai durante show em Brasília e leva oito pontos na cabeça


Vocalista da banda Scalene, Gustavo Bertoni, levou oito pontos na cabeça depois de cair durante show em Brasília
Instagram/Reprodução
O vocalista da banda Scalene, Gustavo Bertoni, sofreu uma queda durante a última música da apresentação do grupo no festival Porão do Rock, em Brasília, na madrugada deste domingo (24).
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O artista foi atendido pela equipe de socorro do festival, e depois encaminhado para o hospital, onde recebeu oito pontos na cabeça.
No entanto, na manhã deste domingo, por volta das 10h, a banda publicou em suas redes sociais que Gustavo já está bem. “Apesar do susto, o Gu está bem. 8 pontos e história pra contar”, diz a publicação (veja foto acima).
Agora no g1
O cantor está bem e já voltou para São Paulo (SP).
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Fonte: G1 Entretenimento

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Diplo toca na formatura da pré-escola do filho: ‘Um dos shows mais importantes da minha vida’; VÍDEO


DJ Diplo se apresenta na formatura da pré-escola do filho
O DJ e produtor americano Diplo publicou no sábado (23) um vídeo em que aparece comandando as pick-ups na formatura de pré-escola de um de seus filhos, Pace. “Um dos sets mais importantes da minha carreira”, declarou. Assista ao momento fofo no vídeo acima.
Na gravação, feita em área externa, pelo menos uma dezena de crianças — e alguns adultos — dançam animadas à sua frente. “É a festa mais exclusiva do ano”, destacou o DJ na legenda da publicação.
Antes do refrão, ele ainda perguntou à plateia mirim: “Vocês estão prontos para ficar malucos?”
Diplo se apresenta na formatura do filho
Reprodução/Instagram/Diplo
O DJ tem três filhos, segundo a revista americana People: Lazer e Lockett, com a ex-namorada Kathryn Lockhart, e Pace, com a ex-Miss Universo de Trinidad e Tobago Jevon King.
Diplo é um dos mais conhecidos DJs do mundo, tendo como hits “Lean On” e “Na Sua Cara”, colaboração com as brasileiras Anitta e Pabllo Vittar. Ele também assina a produção de hits de Justin Bieber e Dua Lipa.
Ele esteve no Brasil pela última vez em 2024, na abertura do megashow da Madonna na Praia de Copacabana. A sua ligação com o Brasil é estreita; em entrevista ao g1 em 2021, falou sobre a sua paixão pelo funk carioca. Leia aqui.

Fonte: G1 Entretenimento