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Melly canta com Anitta, Léo Santana, Liniker e Luedji Luna no segundo álbum de estúdio, ‘Mais forte que a dúvida’


Melly lança o segundo álbum de estúdio, ‘Mais forte que a dúvida’, na quinta-feira, 28 de maio
Vitor Cipriano / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Intitulado “Mais forte que a dúvida”, o segundo álbum de estúdio de Melly será lançado às 21h de quinta-feira, 28 de maio, exatamente dois anos após a edição do álbum de estreia da artista baiana, “Amaríssima” (2024).
Gravado com produção musical de Iuri Rio Branco e antecedido em 15 de maio pelo single “Me livra de todo mal”, o álbum “Mais forte que a dúvida” apresenta feats da cantora e compositor de R&B com Anitta, Léo Santana, Liniker e Luedji Luna ao longo de 14 faixas.
Anitta figura na música “Ela gosta de menina”. O feat com Léo Santana acontece em “Devagar sem agonia”. Liniker divide com Melly o canto da música “Ana”. Já Luedji Luna é a convidada de “Amanhã”.
Inédito e autoral, o repertório do álbum “Mais forte que a dúvida” também inclui as músicas “A voz do coração”, “Como deve ser (Nem me estresso mais)”, “Mirante”, “Tudo que você merece”, “Mexer”, “A gente combina”, “Bem te vi”, “Gosto mucho” e “Último sinal”.
Capa do álbum ‘Mais forte que a dúvida’, de Melly
Vitor Cipriano / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Drama familiar sobre polarização leva a Palma de Ouro em Cannes 2026; veja ganhadores


Esta é a segunda vez que o diretor sai da Riviera francesa com a maior honraria da noite. A primeira vez foi por “4 meses, 3 semanas e 2 dias”, em 2007.
Reprodução divulgação/Cannes
O romeno Cristian Mungiu conquistou o chamado prêmio máximo do cinema de autor neste sábado (23) com a vitória do filme ‘Fjord’ no Festival de Cannes 2026. O longa-metragem recebeu a prestigiosa Palma de Ouro na cerimônia de encerramento da 79ª edição do evento. Confira os vencedores abaixo.
Protagonizado por Sebastian Stan (‘O Aprendiz’ e ‘Capitão América’ ) e Renate Reinsve (‘Valor Sentimental’), a trama acompanha a trajetória dos Gheorghiu, uma família que decide deixar a Romênia em busca de estabilidade em uma vila remota nos fiordes noruegueses. Suas vidas são viradas de cabeça para baixo quando uma professora nota hematomas em uma das crianças, e a comunidade passa a se perguntar se a educação tradicional do casal poderia ser um fator nesse caso.
Esta é a segunda vez que o diretor leva a maior honraria da noite. A primeira vez foi por “4 meses, 3 semanas e 2 dias”, em 2007.
O júri desta edição foi presidido pelo diretor sul-coreano Park Chan-wook (de ‘Oldboy’ e ‘A Criada’), e o festival aconteceu entre os dias 12 e 23 de maio, reunindo as principais produções da cinematografia contemporânea. A edição de 2026 foi marcada por um perfil menos voltado aos grandes estúdios, com apenas dois filmes dos Estados Unidos na seleção principal. Entre os destaques elogiados pela crítica estavam produções da Polônia, Japão, Rússia e Coreia do Sul.
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Embora o Brasil não tenha integrado a mostra competitiva principal, marcou presença em outras categorias. A coprodução brasileira ‘Elefantes na Névoa’ conquistou o Prêmio do Júri na mostra Un Certain Regard (que ocorre em paralelo a premiação principal). A obra, união de investimentos do Nepal, Alemanha, Brasil, França e Noruega, é assinada pelo nepalês Abinash Bikram Shah e ainda não tem data de estreia nos cinemas nacionais.
Entre as produções mais elogiadas pela crítica internacional, estão o polonês ‘Fatherland’, de Pawel Pawlikowski, que ficou com a maior nota da crítica; o japonês ‘All of a Suden’, de Ryusuke Hamaguchi; o russo ‘Minotaur’, de Andrey Zvyagintsev; e o sul-coreano ‘Hope’, de Na Hong-Jin.
Vencedores
O Grand Prix, segunda honraria mais importante da noite, foi entregue ao filme de Zvyagintsev, que hoje vive exilado. Sua conta a história de como a Guerra da Ucrânia mexeu com a vida das famílias; “Milhões de pessoas de um lado e de outro da linha de frente sonham com apenas uma coisa: que os massacres cessem”, declarou o diretor em seu discurso de agradecimento;
O Prêmio do Juri de Cannes 2026 ficou om ‘The Dreamed Adventure’, da diretora alemã Valeska Grisebach;
Já o troféu de Melhor Direção teve um empate entre a dupla Javier Calvo e Javier Ambrossi, por ‘La Bola Negra’, e o polonês já citado;
Nas categorias de atuação, o festival também optou por premiar múltiplos talentos. Virginie Efira e Tao Okamoto dividiram o prêmio de Melhor Atriz, enquanto Valentin Campagne e Emmanuel Macchia venceram conjuntamente como Melhor Ator;
O prêmio de Melhor Roteiro foi para Emmanuel Marre, pela obra ‘A Man of His Time’;
O prêmio Câmera de Ouro, que reconhece diretores estreantes, foi concedido a Marie Clémentine Dusabejambo pelo filme ‘Ben’imana’.
Fora da competição: o festival exibiu documentários de nomes como Steven Soderbergh (‘Onze Homens e um Segredo’ e ‘Erin Brockovich’) e Ron Howard (‘Uma Mente Brilhante’). O produtor brasileiro Rodrigo Teixeira também teve destaque com o filme ‘Paper Tiger’, protagonizado por Adam Driver e Scarlett Johansson (o casal de ‘História de um Casamento’).

Fonte: G1 Entretenimento

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Trivia, grupo formado por um filho e dois netos de Djavan, lança o álbum ‘Momentum’ com feats com BK e Melly


O trio carioca Trivia reúne 13 músicas autorais no primeiro álbum, ‘Momentum’, programado para ser lançado na terça-feira, 26 de maio
Pepe Rodrigues / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Trio carioca que debutou no mercado fonográfico em novembro de 2025 com o single “Cartas na mesa”, Trivia lança o primeiro álbum, “Momentum”, na terça-feira, 26 de maio.
O grupo é formado por um filho de Djavan – Inas, nome artístico de Inácio Brunini Viana – e dois netos do artista alagoano, B (como se apresenta Bernardo Carrilho Asfora Viana) e Gabriel (Viana).
Com 13 músicas autorais no repertório que abarca as já conhecidas “Cartas na mesa” e “Meio discreto” (faixa lançada como segundo single do grupo em 12 de dezembro), o álbum “Momentum” transita entre o pop e o R&B, trazendo feats do Trivia com o rapper BK na música “Não cabe no refrão” e com a cantora Melly na faixa “Na beira do mar”.
“Ainda penso em você”, “Algo básico”, “Encara”, “Esquema tático”, “Fim”, “Meu jeito de amar”, “Mirou em mim”, “Se eu te perder” e “Teu jogo” são as outras nove músicas que compõem o repertório do álbum “Momentum”.
A edição do álbum “Momentum” é do selo Vilarejo, aberto por Max Viana (filho de Djavan e pai de Gabriel) para fazer a gestão artística da carreira do Trivia.
Capa do álbum ‘Momentum’, do grupo Trivia
Pepe Rodrigues / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Ator de ‘Supernatural’ é encontrado morto e polícia investiga homicídio no Canadá


McLean possuía uma carreira na televisão em papeis pontuais para séries conhecidas do grande público, tendo atuado recentemente na série ‘Virgin River’
Reprodução Redes Facebook/Lucas Talent Inc.
O ator Stewart McLean, conhecido por atuar em séries como ‘Supernatural’ e ‘Arrow’, foi encontrado morto na província canadense de Colúmbia Britânica após passar uma semana desaparecido. De acordo com informações apuradas pela revista People, as autoridades canadenses tratam oficialmente o caso como um homicídio. Ele tinha completado 45 anos em abril.
Os restos mortais de McLean foram identificados na última sexta-feira (22), na região de Lions Bay. A revista relatou que a Equipe Integrada de Investigação de Homicídios do Canadá (IHIT) confirmou a localização do corpo apenas um dia após anunciar que o desaparecimento indicava indícios de crime. Stewart McLean foi visto pela última vez em sua residência no dia 15 de maio. O boletim de ocorrência sobre seu desaparecimento foi registrado pela Real Polícia Montada do Canadá na segunda-feira seguinte, 18 de maio.
A IHIT assumiu a responsabilidade pela investigação e trabalha na coleta de evidências. Segundo a corporação, os detetives analisam imagens de câmeras de segurança e realizam entrevistas para reconstruir os passos do ator antes de seu desaparecimento. Em comunicado, a porta-voz da IHIT, Esther Tupper, afirmou que a equipe busca respostas para a família e amigos da vítima.
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“Os investigadores de homicídios estão trabalhando para coletar e analisar evidências, revisar imagens de câmeras de segurança e realizar entrevistas para construir uma cronologia das atividades do Sr. McLean antes de 15 de maio de 2026 [última vez em que o ator foi visto]”, diz Tupper.
A polícia acredita que a morte de McLean tenha sido um “incidente isolado”. E detalhes específicos sobre as causas da morte ou possíveis suspeitos não foram revelados. Esta reportagem poderá ser atualizada.
McLean tinha uma carreira na televisão, atuando em papéis pontuais em séries conhecidas do grande público. Recentemente, esteve na série ‘Virgin River’. Ele também acumulou créditos em produções como ‘Murder in a Small Town’, ‘Happy Face’, ‘The Irrational’ e ‘Arrow’, além de ter trabalhado como produtor.
Muitos diretores de elenco entraram em contacto para partilhar as suas condolências com a família de Stew e com a nossa agência, e todas as mensagens dizem a mesma coisa: que homem verdadeiramente fantástico ele era, e quão profundamente sentiremos a sua falta.
Reprodução Redes Facebook/Lucas Talent Inc.
A agência Lucas Talent Inc., que representava o artista, confirmou o falecimento por meio de nota oficial. A agente Jodi Caplan, que trabalhou com McLean por mais de dez anos, descreveu-o como “dedicado, profissional, entusiasmado e infinitamente engraçado”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Morre Dick Parry, saxofonista histórico do Pink Floyd


O saxofonista do Pink Floyd Dick Parry
Reprodução/Instagram
O guitarrista David Gilmour anunciou neste sábado (23) a morte do saxofonista Dick Parry, colaborador histórico do Pink Floyd e responsável por solos marcantes em músicas clássicas da banda britânica. Parry tinha 83 anos.
Em publicação nas redes sociais, Gilmour afirmou que o músico morreu na manhã deste sábado e relembrou décadas de amizade e parceria musical.
“Desde os meus 17 anos, toquei em bandas com Dick no saxofone, incluindo o Pink Floyd”, escreveu.
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O guitarrista destacou que o estilo e o timbre de Parry ajudaram a criar algumas das sonoridades mais reconhecidas da história do rock.
“Seu feeling e seu timbre tornam seu saxofone inconfundível, uma assinatura de enorme beleza conhecida por milhões de pessoas”, disse Gilmour ao citar canções como Shine On You Crazy Diamond, Wish You Were Here, Us and Them e Money.
Dick Parry participou de alguns dos álbuns mais emblemáticos do Pink Floyd nos anos 1970, período considerado o auge criativo da banda. Seu saxofone se tornou uma das marcas registradas do grupo, especialmente nas faixas de The Dark Side of the Moon e Wish You Were Here.
Gilmour também lembrou que Parry participou da turnê “On An Island”, já nos anos 2000, além da apresentação histórica do Pink Floyd no Live 8, que marcou a reunião clássica da banda com Roger Waters, Gilmour, Nick Mason e Richard Wright.
Na publicação, o guitarrista compartilhou fotos antigas ao lado do saxofonista, incluindo uma imagem dos dois tocando juntos em Cambridge, na Inglaterra, em 1963.
David Gilmour e Dick Parry, do Pink Floyd, em registro de 1963
Reprodução/Instagram

Fonte: G1 Entretenimento

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Paulo Miklos extrapola o karaokê em ‘Coisas da vida’, álbum de ‘crooner’ com viés existencialista e moldura orquestral


Paulo Miklos nada acrescenta ao hino sertanejo ‘Evidências’, mas canta muito bem músicas de Sérgio Sampaio (1947 – 1994) e do trio Sá, Rodrix & Guarabyra
Jorge Daux / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Coisas da vida
Artista: Paulo Miklos
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ Quando Paulo Miklos lançou em 8 de maio single com regravação de “Evidências” (João Augusto e Paulo Sérgio Valle, 1989), com direito a clipe filmado em karaokê, uma pergunta se impôs de imediato: para que mais um registro fonográfico desse hino sertanejo amplificado nas vozes anasaladas de Chitãozinho & Xororó a partir de 1990?
Da fato, o cantor paulistano nada acrescenta a “Evidências”, música que parece sobrar entre as onze faixas do álbum “Coisas da vida”, lançado por Miklos ontem, sexta-feira, 22 de maio.
Contudo, o ex-integrante do grupo Titãs extrapola o karaokê neste primeiro disco de intérprete, inclusive pelo fato de o álbum ser valorizado pelos majestosos arranjos orquestrais criados com profusão de cordas e sopros por Otávio de Moraes, produtor musical – em parceria com Rafael Ramos – do álbum editado pela gravadora Deck.
Há uma ou outra música dispensável, caso de “Xibom bombom” (Rogério Gaspar e Wesley Rangel, 1999), sucesso do fugaz grupo baiano As Meninas na era de ouro da axé music com crítica social que rebobinava verso (“O de cima sobe e o de baixo desce”) escrito por Chico Science (1966 – 1997) cinco anos antes na letra de “A cidade” (1994). Mas cabe ressaltar que “Xibom bombom” está no álbum por ocupar lugar de honra na playlist afetiva da vida de Miklos por ter sido a música cantada pelo artista após acordar na cama de hospital em decorrência de gastroenterite.
Descontadas as escolhas pessoais e/ou mercadológicas, o álbum “Coisas da vida” se impõe pelo viés existencialista que alinhava boa parte do repertório, a começar pela música-título, balada lançada por Rita Lee (1947 – 2023) há 50 anos no terceiro dos quatro álbuns gravados pela artista com a banda Tutti Frutti, “Entradas e bandeiras” (1976).
Miklos abre o álbum com “Mestre Jonas” (Guttemberg Guarabyra, Luiz Carlos Sá e Zé Rodrix, 1973), crítica ao conformismo dos que levam a vida sem risco e sem prazer. O cantor revive esse standard do rock rural com arranjo polifônico e uma pulsação frenética que remete à gravação original do tema pelo trio Sá, Rodrix & Guarabyra no álbum “Terra” (1973), mas sem entrar na seara do cover.
A crítica de “Mestre Jonas” se afina com o inconformismo do samba “Quero voltar pra Bahia” (Paulo Diniz e Odibar Moreira da Silva, 1970), cujo eu-lírico se revela insatisfeito com o Brasil e em fuga da solidão, com o desejo de retornar à Bahia, símbolo de porto seguro na letra desse samba que faz Miklos cair em suingue bissexto no canto do artista.
Entre o humanismo de “O sal da terra” (Beto Guedes e Ronaldo Bastos, 1981) – canção que prega amor e união para gerar mundo mais pacífico e sustentável – e a reconstrução de “Saudosa maloca” (Adoniran Barbosa, 1955) em ambiente de câmara, escolha menos surpreendente para quem já viu Miklos encarnar Adoniran Barbosa (1910 – 1982) no cinema em filmes de 2015 e 2024, o crooner entra na brincadeira lúdica da concretista “Cachorro babucho” (Walter Franco, 1975).
Miklos também reaviva a frieza e a solidão cinzentas que pavimentam o concreto da cidade de São Paulo (SP) ao dar voz a “Não existe amor em SP” (2011), canção de alma soul que há 15 anos elevou o rapper Criolo além do segmento do hip hop. O maestro Otávio de Moraes enquadra “Não existe amor em SP” fora da moldura convencional dos arranjos de cordas, realçando a sensação de desajuste emocional dos versos de Criolo.
E por falar em inadequação, Miklos traz à tona um Sérgio Sampaio (1947 – 1994) menos óbvio, “Ninguém vive por mim”, música lançada pelo autor em single avulso de 1977.
“O pior dos temporais aduba os jardins”, contemporiza Miklos em verso de Sampaio, com facho de esperança que também espoca nos versos desiludidos, mas resilientes, do rock “O tempo não para” (Arnaldo Brandão e Cazuza, 1988), grande fecho do álbum “Coisas da vida” por aliar a pulsação das cordas a uma pegada roqueira que se afina com a história e de Paulo Miklos, crooner que vai bem além do karaokê neste primeiro enérgico disco de intérprete.
Capa do álbum ‘Coisas da vida’, de Paulo Miklos
Jorge Daux / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Arnaldo Antunes grava o show ‘Novo mundo’ em São Paulo com feats com Marisa Monte e Ana Frango Elétrico


Marisa Monte canta as músicas ‘Sou só’, ‘Contato imediato’ e ‘Volte para o seu lar’ com Arnaldo Antunes na gravação do show ‘Novo mundo’
Pridia / Divulgação 30e
♫ NOTÍCIA
♬ Arnaldo Antunes fez o registro audiovisual do show “Novo mundo” na noite de ontem, sexta-feira, 22 de maio, em apresentação no Espaço Unimed, em São Paulo (SP).
Para a gravação, que irá originar álbum ao vivo, o cantor se reuniu com Ana Frango Elétrico, Marisa Monte e Vandal – três dos quatro convidados do álbum “Novo mundo” (2025), produzido por Pupillo e lançado em março do ano passado com sonoridade nervosa que injetou ânimo na discografia de Arnaldo (o quarto convidado do disco é o cantor norte-americano David Byrne).
Com Ana, o anfitrião refez ao vivo o feat na música “Pra não falar mal” (Arnaldo Antunes, 2025) e cantou “Cabelo” (1989), parceria de Arnaldo com Jorge Ben Jor lançada em disco de Jorge.
Com Marisa Monte, os duetos foram nas músicas “Volte para o seu lar” (Arnaldo Antunes, 1991), “Contato imediato” (Marisa Monte, Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown, 2006) e “Sou só” (Marisa Monte e Arnaldo Antunes, 2025), canção de delicadeza tribalista lançada pelo cantor no álbum “Novo mundo” em feat com Marisa.
Já o rapper Vandal entrou em cena na música-título do show estreado por Arnaldo Antunes em 11 de abril de 2025 no Circo Voador, no Rio de Janeiro (RJ).
O cantor faz a turnê do show “Novo mundo” com a banda formada pelos músicos Betão Aguiar (baixo), Curumin (bateria), Kiko Dinucci (guitarra) e Vitor Araújo (piano e sintetizador).
Com Ana Frango Elétrico, Arnaldo Antunes canta ‘Pra não falar mal’ e ‘Cabelo’, parceria do artista com Jorge Ben Jor
Pridia / Divulgação 30e
O rapper Vandal rima com Arnaldo Antunes na gravação do show ‘Novo mundo’ em São Paulo
Pridia / Divulgação 30e

Fonte: G1 Entretenimento

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Paula Lima canta Di Melo, Luedji Luna, Rachel Reis, Seu Jorge e Tássia Reis em álbum programado para 2027


Paula Lima prepara álbum com produção musical de Fejuca e Marcus Preto para ser lançado pelo selo de Seu Jorge
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Paula Lima prepara álbum previsto para ser lançado no primeiro semestre de 2027. No disco, formatado com produção musical de Fejuca e Marcus Preto, a cantora dará voz a composições de Di Melo, Luedji Luna, Rachel Reis, Seu Jorge e Tássia Reis, entre outros nomes.
Idealizado por Paula em parceria com Seu Jorge para o selo Black Service, braço fonográfico da produtora de Jorge, o álbum será antecedido por três singles programados para este ano de 2026. O primeiro single será apresentado já na próxima quinta-feira, 28 de maio. Trata-se de “D’ouro brilhante”, música de autoria de Di Melo, lançada pelo autor em álbum de 2018.
Paula Lima aborda “D’ouro brilhante” com arranjo orquestrado por Fejuca com cordas, metais e percussão, além da voz de Di Melo, extraída de áudios enviados pelo compositor para a cantora durante o processo de gravação da faixa. O arranjo vocal foi criado pela própria Paula com Marcelo Gonçalves. “É um single com som fresh e todo o molho brasileiro e latino”, conceitua a artista.
Paula Lima lança o single ‘D’ouro brilhante’ na próxima quinta-feira, 28 de maio
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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De cadela abandonada a estrela de Cannes: cachorrinha chilena Yuri ganha Palma Canina


Cadela resgatada Yuri rouba a cena em Cannes com prêmio Palm Dog
REUTERS/Gonzalo Fuentes
A nova estrela canina das ruas de Cannes já tem nome. A Palma Canina (Dog Palm) do festival coroou, nesta sexta-feira (22), Yuri, a protagonista do filme “La perra”, da diretora chilena Dominga Sotomayor. O longa conta com o brasileiro Selton Mello no elenco.
Criado em 2001 à margem do Festival de Cannes, este prêmio informal coroa as melhores atuações caninas nas telonas, tornando-se uma das tradições mais excêntricas e queridas do evento.
Este ano, a cerimônia foi realizada em uma praia do calçadão de Cannes.
“Não poderia imaginar um prêmio mais especial para ‘La perra'”, disse emocionada Sotomayor ao receber o prêmio: uma coleira vermelha de couro.
Apresentado na Quinzena dos Realizadores, o filme acompanha Silvia, uma coletora de algas que vive em uma ilha selvagem do Chile e adota Yuri, uma filhote abandonada que acaba desenterrando traumas profundos.
Em entrevista à AFP, a diretora explicou que a protagonista adota a cadela “quase por impulso”, sem suspeitar de tudo o que isso despertará nela.
Yuri foi interpretada por duas cadelas diferentes – uma filhote e uma adulta – ambas resgatadas e hoje adotadas por famílias no Chile, contou Sotomayor.
O Grande Prêmio do Júri, segundo reconhecimento mais importante, foi para Lola, uma border terrier do filme “I see buildings fall like lightning”, da britânica Clio Barnard.
O júri também celebrou o caráter “muito feminino” desta edição: os dois filmes premiados foram dirigidos por mulheres e protagonizados por cadelas.
Entre os vencedores históricos da Palma Canina está Brandy, de “Era uma vez em… Hollywood”, cujo prêmio foi recebido pelo próprio Quentin Tarantino. Em 2021, Tilda Swinton aceitou o prêmio em nome de seus próprios cães por suas aparições em “The Souvenir”.
A diretora Dominga Sotomayor Castillo posa com Apocalypse, cachorra que recebeu a Palma Canina, em Cannes, por seu trabalho como Yuri no filme “La Perra”
REUTERS/Gonzalo Fuentes

Fonte: G1 Entretenimento

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Natanzinho Lima admite uso de estimulantes antes de show e relata episódio de arritmia: ‘Achei que ia morrer’


Cantor Natanzinho Lima em entrevista ao podcast ‘Podpah’ na noite na última quinta-feira (21).
Divulgação
O cantor Natanzinho Lima, de 23 anos, revelou fazer uso de psicoestimulantes de tarja preta antes de suas apresentações.
A declaração foi dada em entrevista ao podcast Podpah, transmitida ao vivo na noite da última quinta-feira (21).
Na ocasião, o apresentador Thiago Soares, conhecido como Mítico, comentou que já viu vídeos do artista se apresentando em até três lugares diferentes no mesmo dia e, na sequência, indo direto para um bar.
O artista sergipano minimizou o cansaço e admitiu o uso da dosagem mais forte da medicação:

“É normal, é normal. Dos virote… é normal. É que eu tomo a pílula, tá ligado? Tomo a pílula antes do show. O Venvanse. O primeiro que eu tomei foi o de 70mg. Ave maria. Esse negócio é ‘massa’ demais. Dá uma vontade de viver, uma alegria tão grande.”
Remédio é tarja preta e indicado para tratamento de TDAH
O Venvanse (dimesilato de lisdexanfetamina) é um medicamento de tarja preta com forte ação no sistema nervoso central.
Vendido em cápsulas de 30mg, 50mg e 70mg, ele é estritamente indicado para o tratamento do Transtorno do Déficit de Atenção / Hiperatividade (TDAH) e do Transtorno da Compulsão Alimentar (TCA) em adultos, exigindo retenção de receita médica para a compra.
LEIA MAIS: ‘Não consigo cantar mais’, diz Natanzinho Lima após interromper show na Bahia por motivo de saúde.
‘Tomei meu primeiro rebite com 12 anos’
Na mesma entrevista, o cantor justificou a familiaridade com estimulantes citando o histórico de sua família.
Ele revelou ter tomado “rebite”, uma anfetamina sintética utilizada ilegalmente por motoristas para inibir o sono, pela primeira vez aos 12 anos de idade.
Ele ressaltou ter consumido a substância cinco vezes ao longo da vida.

“Minha família é caminhoneira. E a pílula dos caminhoneiro é outra, posso falar? É o rebite. Eu tomei a primeira vez eu tinha 12 anos. Na minha vida toda, eu tomei cinco vezes. Lá é normal. Mas depois foi morrendo os caminhoneiro na minha família. Que Deus os tenha”, disse.
Arritmia após festa com Henrique e Juliano
Durante a conversa, Natanzinho Lima relatou um episódio em que combinou o medicamento de 70mg com bebidas alcoólicas e cigarros em uma festa particular na casa da dupla Henrique e Juliano.
“Fumei uns 15 cigarros e eu nem fumo. Cheguei no outro dia e o coração doendo. O Venvanse de 70mg. A boca seca, o pulmão… e uma arritmia do cão [forte]. Eu disse: eu vou morrer hoje!”
De acordo com diretrizes médicas, o uso inadequado de anfetaminas e derivados pode sobrecarregar o sistema cardiovascular, resultando em episódios agudos de taquicardia, oscilações severas na pressão arterial, colapsos cardíacos e, em casos extremos, morte súbita.
22 shows e seis ‘dobradinhas’ em maio
A declaração do cantor joga luz sobre um debate recorrente no mercado da música brasileira: a rotina exaustiva de shows, que muitas vezes exige que artistas cruzem estados para fazer múltiplas apresentações no mesmo dia.
A agenda do próprio Natanzinho Lima ilustra essa maratona.

Em publicação recente nas redes sociais detalhando seus compromissos mensais para este mês de maio, a equipe do artista confirmou 22 apresentações em oito estados.
Seis datas são “dobradinhas” em cidades distantes em um único dia:
01 de maio: Nova Serrana (MG) e Cajamar (SP).
02 de maio: Severínia (SP) e Ribeirão Preto (SP).
14 de maio: Alta Floresta (MT) e Várzea Grande (MT) — municípios separados por cerca de 800 quilômetros de distância.
16 de maio: Lavras (MG) e Dourados (MS) — exigindo um deslocamento interestadual no mesmo dia.
23 de maio: Gravação do DVD em São Paulo (SP) e show em Vargem Grande Paulista (SP).
31 de maio: Rio Casca (MG) e Caratinga (MG).
Agenda de shows do cantor Natanzinho Lima em maio de 2026.
Redes sociais
Procurado pelo g1 para esclarecer se o artista possui diagnóstico médico para o uso da substância ou se conta com acompanhamento profissional para gerenciar a rotina de saúde, a assessoria de imprensa do cantor não enviou um posicionamento oficial até o fechamento desta matéria.
O espaço segue aberto para manifestações.

Fonte: G1 Entretenimento