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Maria Rita retoma show ‘Redescobrir 2’ em turnê que vai de julho a dezembro


Maria Rita reestreia o show ‘Redescobrir vol. 2’ em 24 de julho, em Ribeirão Preto (SP), e segue com a turnê pelo Brasil até 19 de dezembro
Reprodução / Facebook Maria Rita
♫ NOTÍCIA
♬ Maria Rita enfim retoma o show em que torna a cantar o repertório da mãe, Elis Regina (1945 – 1982). Dois meses após ter estreado em 13 de março em Porto Alegre (RS) o show “Redescobrir vol. 2”, sequência do espetáculo de 2012 que gerou álbum ao vivo e DVD, a artista enfim anuncia turnê com o show em que canta “Corcovado” (Antonio Carlos Jobim, 1960) – música gravada pela mãe em 1974 no álbum “Elis & Tom” – com o toque do violão do filho, Antonio Baldini, integrante da banda.
O show reestreia em 24 de julho, em Ribeirão Preto (SP), e segue em cena até dezembro, em rota que termina em 19 de dezembro no mesmo Auditório Araújo Vianna de Porto Alegre (RS) – cidade natal de Elis Regina – em que o show veio ao mundo.
No caminho, Maria Rita apresenta “Redescobrir vol. 2” em Campinas (SP) (em 25 de julho no Royal Palm Hall), em São Paulo (SP) (em 15 de agosto no Vibra São Paulo), em Belo Horizonte (MG) (em 18 de setembro no Befly Hall), no Rio de Janeiro (RJ) (em 10 de outubro na casa Vivo Rio).
Novas datas e cidades deverão ser anunciadas em breve, completando o cronograma da turnê “Redescobrir vol. 2”.
♪ Eis as 28 músicas do roteiro seguido em 13 de março de 2026 por Maria Rita na estreia nacional do show “Redescobrir vol. 2” no Auditório Araújo Vianna, em Porto Alegre (RS):
1. “Redescobrir” (Gonzaguinha, 1980) – em off
2. “Outro cais” (Marilton Borges e Duca Leal, 1980)
3. “Cais” (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, 1972)
4. “Agora tá” (Tunai e Sérgio Natureza, 1980)
5. “Como nossos pais” (Belchior, 1976)
6. “Essa mulher” (Joyce Moreno e Ana Terra, 1979)
7. “20 anos blue” (Sueli Costa e Vitor Martins, 1972)
8. “As aparências enganam” (Tunai e Sérgio Natureza, 1979)
9. “Basta de clamares inocência” (Cartola, 1979)
10. “Beguine dodói” (João Bosco e Aldir Blanc, 1974)
11. “Corcovado” (Antonio Carlos Jobim, 1960)
12. “Velha roupa colorida” (Belchior, 1976)
13. “Um por todos” (João Bosco e Aldir Blanc, 1975)
14. “Jardins da infância” (João Bosco e Aldir Blanc, 1975)
15. “Querelas do Brasil” (Maurício Tapajós e Aldir Blanc, 1978)
16. “Zambi” (Edu Lobo e Vinicius de Moraes, 1965)
17. “O bêbado e a equilibrista” (João Bosco e Aldir Blanc, 1979)
18. “Carinhoso” (Pixinguinha e João de Barro, 1937)
19. “Tiro ao Álvaro” (Adoniran Barbosa e Osvaldo Molles, 1980)
20. “Iracema” (Adoniran Barbosa, 1956)
21. “Aviso aos navegantes” (Baden Powell e Paulo César Pinheiro, 1970)
22. “Lapinha” (Baden Powell e Paulo César Pinheiro, 1968)
23. “O mestre-sala dos mares” (João Bosco e Aldir Blanc, 1974)
24. “Ladeira da Preguiça” (Gilberto Gil, 1973)
25. “Eu hein, Rosa!” (João Nogueira e Paulo César Pinheiro, 1979)
26. “Cai dentro” (Baden Powell e Paulo César Pinheiro, 1979)
27. “Maria Maria” (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1976)
28. “Lança perfume” (Rita Lee e Roberto de Carvalho, 1980)

Fonte: G1 Entretenimento

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Spotify permitirá que usuários criem covers e remixes de músicas com IA


Spotify vai permitir remix com IA
sgcdesignco/Unsplash
O Spotify se associou à Universal Music Group para permitir que os usuários criem remixes e versões de músicas de artistas da gravadora por meio de inteligência artificial, mediante uma tarifa adicional à assinatura padrão.
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A nova função, anunciada nesta quinta-feira (21), se aplicará apenas a artistas que tenham dado seu consentimento, e tanto o intérprete original quanto o compositor receberão parte da receita gerada.
“Pela primeira vez, os fãs poderão criar legalmente versões e remixes a partir dos catálogos dos artistas e compositores participantes, de modo que tanto o artista original quanto o compositor compartilhem o valor criado”, disse Charlie Hellman, chefe de música do Spotify, durante o dia do investidor da companhia.
Até agora, o Spotify havia proibido músicas geradas com inteligência artificial a partir da obra de um artista sem sua autorização expressa, embora permita o envio de músicas criadas com IA de forma geral, incluindo conteúdo associado a músicos criados por inteligência artificial.
O acordo coloca o Spotify em concorrência direta com a Suno e a Udio, os dois aplicativos de música com IA dominantes no mercado.
Hellman afirmou que essa função oferecerá a artistas e compositores “uma fonte de receita completamente nova, além do que já ganham no Spotify”.
O diretor-executivo da Universal Music Group, Lucian Grainge, classificou a iniciativa como “firmemente centrada no artista, baseada em uma IA responsável”, e afirmou que ela “impulsionará o crescimento de todo o ecossistema”.
Shows
Durante o evento, o Spotify também anunciou que dará aos assinantes pagos acesso antecipado para comprar ingressos para os shows de seus artistas favoritos.O novo serviço, chamado “Reserved”, será lançado este ano nos Estados Unidos antes de se expandir para outros mercados.
Os assinantes serão selecionados com base nos dados de escuta, incluindo a frequência com que reproduzem determinado artista em streaming, a variedade de faixas que ouvem de seu catálogo e se salvaram músicas em sua biblioteca.
Eles terão cerca de 24 horas para comprar até dois ingressos por meio de uma plataforma de vendas parceira.
O Spotify afirmou que a iniciativa ajudará a direcionar os ingressos para fãs reais em vez de bots de revenda, que há muito tempo frustram tanto o público quanto os artistas.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Álbum que reúne Erasmo Carlos com rappers funciona quando há real diálogo entre os dois universos musicais


Erasmo Carlos (1941 – 2022) na ilustração estampada na capa do álbum ‘Mano’
Reprodução da capa do álbum ‘Mano’
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Mano
Artistas: Erasmo Carlos + Budah, Criolo, Dexter, Emicida, Marcelo D2, Rael, Tasha & Tracie, Tássia Reis e Xamã
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ É a pior possível a primeira impressão de “Mano”, álbum lançado hoje, 22 de maio, com oito faixas que conectam Erasmo Carlos (5 de junho de 1941 – 22 de novembro de 2022) com rappers através das recriações de músicas lançadas pelo cantor e compositor carioca entre 1971 e 1973, período de expansão do repertório desse artista até então associado ao rock hedonista da Jovem Guarda.
Na primeira faixa de “Mano”, “É preciso dar um jeito, meu amigo / A vida irrita a arte”, a música gravada pelo cantor no álbum “Carlos, Erasmo” (1971) e amplificada na trilha sonora do filme “Ainda estou aqui” (2024) praticamente desaparece ao longo dos três minutos da faixa. Entre um ou outro fragmento da gravação de 1971, como o riff de guitarra da introdução, ouve-se um discurso potente feito por Emicida sobre base criada pelo duo Tropkillaz.
Nessa faixa inicial não se concretiza a intenção do empresário Léo Esteves – filho de Erasmo e idealizador do projeto fonográfico – de fazer a obra do pai circular em outras galáxias do universo pop, no caso a partir da conexão com nomes relevantes do hip hop brasileiro, mote de “Mano”.
O diálogo do cancioneiro de Erasmo com o rap foi proposto por Marcus Preto, convocado para organizar o projeto por ter sido o diretor artístico dos últimos álbuns de Erasmo, inclusive do aclamado disco de músicas inéditas “… Amor é isso” (2018).
Felizmente, a má impressão inicial deixada pela faixa com Emicida se dissipa ao longo do álbum. “Mano” cresce na medida em que a interação entre gerações e gêneros é de fato efetivada. Sob esse prisma, louve-se Budah pela azeitada intervenção em “Cachaça mecãnica” (1973), samba-rock no qual Erasmo tragou influência de Chico Buarque em single lançado em 1973.
Na faixa “Cachaça mecãnica / Queimando tudo”, formatada por Tibery com produção assentada entre o soul e o rap, ouve-se parte da gravação de Erasmo, mas a rapper capixaba também canta trecho da letra original do samba-rock antes de amplificar, com o discurso do rap, a narrativa da angústia crescente de João, protagonista da letra. A simbiose é perfeita e faz da faixa o ponto mais alto de “Mano” por que Budah expõe no rap todo o peso da cabeça de João.
Sagaz, o rapper Drexter lança mão do refrão-título de música do cantor Silvio Brito – “Tá todo mundo louco”, um dos maiores sucessos do Brasil em 1974 – ao comentar o discurso de “Mundo cão” (1972) – música lançada por Erasmo no álbum “Sonhos e memórias – 1941 / 1972” – no rap “Quem é herói ou vilão?”, em que Dexter rima sobre base de Coyote Beatz. O diálogo se faz sem anular a presença de Erasmo, como na faixa de Emicida.
Do mesmo álbum de 1972, o álbum “Mano” reativa a balada romântica “Sábado morto” (1972) e a canção “Sorriso dela”, ambas reprocessadas com produção musical de Pupillo.
Em “Sábado morto”, ouve-se nos dois minutos iniciais a voz de Erasmo no registro original, sobre a base de Pupillo, até que entra o rap de Xamã (“Eu enquanto pássaro”) com versos que citam a marqueteira fama de mau do Tremendão) antes de a voz de Erasmo ser ouvida novamente, agora sobre riff de guitarra, em ambiência rocker. A faixa evolui bem, com mais liga do que a intervenção de Rael em “Sorriso dela” com o rap “Não tem pra ninguém” e com ecos da música negra norte-americana da década de 1970.
Ao longo do álbum “Mano”, as minas do rap mandam bem. A dupla Tasha & Tracie rima sobre batidas suaves do produtor Pizol no rap “O tempo é amigo e inimigo” em diálogo inteligente com “Grilos” (1972).
Mais óbvias (mas nem por isso menos eficientes) são a presença de Marcelo D2 e a cadência do reggae na atualização do samba-rock “Maria Joana” (1971) em cuja letra Erasmo aludia à maconha consumida pelo artista na época. Com produção de Nave, D2 prega discurso libertador nos versos de “Pra que as trevas destravem”.
No arremate de “Mano”, o álbum se eleva com a reunião de Erasmo com Criolo e Tássia Reis em “Gente aberta / Imensamente visceral”. Criolo dá voz aos versos de “Gente aberta” (1971) em dueto convencional com Erasmo até a entrada do rap de Tássia Reis. A pulsação do toque de Edy Trombone contribui para a atmosfera de sedução dessa faixa que encerra bem “Mano”, álbum cujo saldo é positivo.
A primeira impressão nem sempre é a que fica…
Capa do álbum ‘Mano’, de Erasmo Carlos com Budah, Criolo, Dexter, Emicida, Marcelo D2, Rael, Tasha & Tracie, Tássia Reis e Xamã
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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É o fim das gravadoras? Modelo independente cresce no mercado musical, mas traz desafios


Christian Hartmann/Reuters
Uma pesquisa recente do Spotify apontou que, em 2025, mais de um terço dos artistas que geraram US$ 10 mil (cerca de R$ 50,1 mil) ou mais em royalties do Spotify eram independentes ou iniciaram a carreira dessa forma.
O dado da pesquisa vem quase dois anos após um estudo da Midia Research, que apontava que, em 2023, a música independente já representava 46,7% do mercado.
Artistas independentes são aqueles que estão fora de grandes gravadoras, como Sony, Warner e Universal. E lançam suas músicas por conta própria através de distribuidoras independentes.
Na era das plataformas digitais, esse lançamento independente se tornou porta de entrada para artistas no início de carreira. Afinal, para chamar a atenção das gravadoras, hoje, além de talento, “números” são muito importantes. Mas muitos artistas que estão há anos no mercado também estão optando por encerrar seus contratos com as gravadoras e seguir o modelo independente.
“Fiquei durante muitos anos dentro de gravadora. E a partir do momento que eu vi que, para mim, não estava sendo legal, apenas fiz um acordo com eles, saí e resolvi fazer minha carreira independente”, afirmou Diogo Nogueira durante participação no podcast g1 Ouviu.
“Estou há oito anos independente. É mais difícil, a gente tem que trabalhar mais. Mas como temos muitas amizades e tem pessoas que gostam da gente, do nosso trabalho, a gente consegue também trabalhar de uma forma bacana”.
Mas o que significam esses dados do Spotify e a crescente do independente? As gravadoras vão desaparecer? Vale a pena estar fora delas? Quais os prós e contras de ser um artista independente? O g1 conversou com alguns especialistas para entender estes e outros pontos.
Faturando fora do mainstream
Estúdio na sede do Spotify, em Estocolmo
Divulgação/Spotify
Primeiro, é importante entender o tamanho do artista que entra nesta conta do Spotify. Segundo Gustavo Deppe, advogado especializado em direito autoral na música, um artista que recebe ao menos US$ 10 mil em royalties já é um artista midstream (ou seja, um artista “médio”).
Ele não é exatamente grande (como o mainstream), mas “já tem uma base de fãs forte, sólida. Já tem centenas de milhares de plays, às vezes até milhões de plays no Spotify mensal, ou ouvintes mensais”, explica o advogado.
“O mercado hoje está muito nichado, mas, categoricamente, eu consigo dizer que é um artista que, se consegue fazer isso constantemente, tem uma base de fãs sólida.”
Deppe também afirma que apesar de, hoje em dia, haver mais facilidade na produção e distribuição musical, é importante esse artista independente, assim que possível, montar uma equipe para as outras diretrizes do projeto.
“Hoje em dia, a parte da criação musical está muito mais fluida. Você consegue, no seu quarto, fazer uma música bem satisfatória para o Spotify que pode chegar no top 50, top 10. Ou top 1, quem sabe, se viralizar. Mas esse artista que quer ser independente precisa ter alguma estrutura para montar uma equipe, o que é extremamente custoso”.
“É uma atividade empresarial, então tem que ter cabeça de empresário. O que é muito difícil porque você tem que tomar decisões econômicas toda hora. É possível? Perfeitamente. Antigamente era quase impossível você conseguir. Porque tinha uma barreira na distribuição muito grande, porque a distribuição era física.”
Independência total! Será?
Alguns artistas que deixaram grandes gravadoras costumam apontar “liberdade de criação” e “independência” como pontos positivos ao assumirem suas carreiras. Mas essa independência e liberdade vem acompanhada de desafios.
Em 2022, em conversa com o g1, Luedji Luna disse ser “cansativo você ser sua única investidora sempre”. “Às vezes você quer ter um motor ali empurrando seu barquinho, você quer ter alguém ali para que reme com você”, disse a artista, sonhando com um investidor (que não, necessariamente, significa uma gravadora).
“Estou nos festivais, tenho público, tenho seguidores, mas que não chega a um milhão, meus shows dão sold out, minha carreira é respeitada pela crítica. Isso não é o suficiente para eu ter esse motor?”, questionou.
Outro ponto é a necessidade de ir muito além da música quando você não tem esse “motor” citado por Luedji.
“Você precisa dominar várias disciplinas. Cada vez mais você tem que entender da parte burocrática, ter o especialista ou se tornar especialista de marketing digital, entender de negociação de royalties, de mídia e tráfego, de redes sociais. Você não é só independente. No final, você é uma empresa”, afirma André Izidro, 46 anos, CEO e cofundador da Atabaque e da Rumpi.
Criada com foco no artista independente, a plataforma Rumpi propõe centralizar processos como gestão de royalties, contratos, catálogo, direitos conexos e dados de performance em um único ambiente.
Nando Reis
Felipe Maior
Essa parte burocrática costuma ser absorvida pelas gravadoras. Mas ao se tornar independente, o artista precisa ter domínio destes e outros tópicos para não perder dinheiro e espaço no mercado. E para ser visto.
“Fazendo uma analogia com outras empresas, o dono começa fazendo tudo, botando a mão na massa, criando a padaria, sendo padeiro. É mais ou menos o mesmo lugar ali. O artista precisa entender e contratar gente boa. Mas se ele entender do negócio dele, todas as etapas, é muito mais fácil de trazer as pessoas certas, de conectar, de cobrar, de estar junto”, completa André.
Em 2021, nove anos após se tornar independente por decisão da gravadora (“A Universal não quis renovar meu contrato”), Nando Reis fez um vídeo para contar sua trajetória no novo formato de carreira. Ele falou sobre os desafios da independência e a necessidade de se cercar de “pessoas com habilidades técnicas para” cada setor.
“Quando estava em gravadoras, realimentei um lado meu que era relapso. Um pouco de credulidade, um pouco de preguiça, é chato pra *. Números, reuniões, vigilância, direitos, enfim… eu tive que passar nesse momento, revisar os meus contratos antigos com gravadoras nas novas bases e essa é uma luta onde há interesses distintos”, afirmou o artista, que hoje, tem seu selo independente.
Nando ainda falou sobre o amadurecimento fora das gravadoras.
“Eu vivi durante anos achando que subir ao palco era festa, ser doidão. Uma das coisas que me ajudou a tomar nessa decisão de parar de usar qualquer coisa que altere minha consciência foi ser um artista independente. Não dá, não existe, não tem ninguém tomando conta.”
Então é o fim das gravadoras?
Billie Eilish e Finneas posam com o prêmio de canção do ano e o prêmio de melhor canção escrita para mídia visual no Grammy 2024
David Swanson/Reuters
Há tempos já se fala sobre um possível fim das gravadoras. Ao fazer suas análises, especialistas que conversaram com o g1 não acreditam no fim, mas apontam a mudança no papel delas.
“Por que que começou a falar muito do fim das gravadoras? Porque antes estúdio só existia dentro de gravadoras. Aí vem a Billie Eilish, ‘rapa’ o Grammy, fazendo um disco de dentro do quarto e que o produtor era o irmão com um computadorzinho de mão. Então, será o fim das gravadoras? Acho que isso é mais clickbait do que realidade”, defende Odilon Borges, de 47 anos, sócio e cofundador da Atabaque e do Rumpi.
“Não é o fim das gravadoras, porque ainda as marcas batem muito lá. Acho que tem o espaço de cada um. A gravadora não vai se preocupar tanto com o artista midstream, ela quer focar no Caetano Veloso. Então a máquina já tá azeitada, nada muda de uma hora pra outra. Hoje a gravadora não é o único caminho, mas ainda não dá pra falar do fim delas”, completa ele.
André concorda com o sócio e aponta que, mesmo com todos os números citados sobre música independente, metade da receita global está ligada à gravadora.
“Eles ainda continuam no topo da pirâmide. Eu acho que o que esse modelo de distribuição independente fez foi capilaridade. Quando você facilita esse lugar de entrada de vários títulos de uma vez só, você abre espaço realmente para os independentes estarem ali”, analisa André.
“Eu tenho batido na tecla de que as gravadoras têm virado cada vez mais banco, porque estão ligadas cada vez mais a dados. E o diferencial deles é adiantar dinheiro no tempo, comprar catálogo. Eles estão com menos olhar e menos apetite quando a gente fala para desenvolvimento de carreira”, conclui.
André ainda aponta que, em alguns mercados, fazer parte de produtoras faz mais sentido para os artistas do que estar em gravadoras. “Eles estão menos preocupados sobre onde a música deles está distribuindo, e mais preocupados em fazer show com essas produtoras que são muito fortes.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Almodóvar pensa os limites da criação em ‘Natal Amargo’, filme ‘truncado’ e pouco cativante; g1 já viu


Cena de “Natal Amargo”, novo filme do cineasta espanhol Pedro Almodóvar, que reflete sobre o fazer artístico e os limites da criação.
Divulgação.
Almodóvar vira a câmera para si mesmo, de novo.
Em seu 24º longa-metragem, “Natal Amargo”, o diretor espanhol de 76 anos faz o seu regresso ao castelhano após dois anos do lançamento de “O Quarto ao Lado”, filme falado em inglês com Julianne Moore e Tilda Swinton.
“Natal Amargo” fez a sua estreia internacional na seleção oficial do 79º Festival de Cannes, na última terça-feira (19). O filme chega aos cinemas brasileiros em 28 de maio.
Ao voltar à sua língua nativa e à Espanha — cenário de toda a sua filmografia —, o cineasta coloca suas memórias e a própria carreira no divã, em uma espécie de inflexão autobiográfica.
A promessa e a premissa que cercavam o projeto eram grandes: este seria o filme em que ele seria mais cruel consigo mesmo, segundo entrevistas. Uma obra em que o diretor estava disposto a entrar em um tribunal contra si próprio. A ideia era essa, o resultado…no mucho.
Filme dentro do filme
O longa acompanha a história de dois cineastas obcecados por trabalho: Elsa (vivida por Bárbara Lennie) e Raúl (interpretado por Leonardo Sbaraglia), que pode ser “lido” como um alter ego de Almodóvar.
Elsa é uma diretora que, por não ter alcançado sucesso nas telas, acabou enveredando para o mercado publicitário. Perdeu a mãe há cerca de um ano e tenta elaborar o luto em meio a crises de enxaqueca, de ansiedade, uma briga com uma amiga (Victoria Luengo) e o namoro com um bombeiro-stripper (Bonifácio, interpretado por Patrick Criado).
Raúl, por outro lado, é um realizador de prestígio que se encontra num limbo criativo. Ele tenta dar vida a um novo roteiro “inspirado” nas histórias e nos amores da sua assistente, Mônica (Aitana Sánchez-Gijón), enquanto deixa a vida pessoal completamente de lado.
Essa metalinguagem sobre o fazer artístico não é novidade em sua filmografia. Almodóvar já a explorou antes em obras como “A Lei do Desejo” (1987), “Má Educação” (2004) e “Dor e Glória” (2019), que também traziam cineastas como os grandes protagonistas de suas próprias dores.
A grande brincadeira desta vez é que estamos diante de criador e criatura, tudo de uma vez. A jornada de Elsa é a própria ficção sendo moldada pela mente de Raúl, em uma dinâmica que nos coloca assistindo a um filme dentro de outro.
E é aí onde o negócio aperta: as duas narrativas vão correndo em paralelo, saltando entre 2004 e 2026, transformando um personagem em outro, às vezes até um personagem em dois. Tudo de maneira bastante “truncada”.
O espectador precisa fazer esforço para não se perder e conseguir entender, nesse grande jogo de espelhos, quem é quem. Que ou quais personagens estão inspirando quem. E mais: o quanto do próprio Almodóvar está ali.
“Natal Amargo”, novo filme do cineasta espanhol Pedro Almodóvar, chega aos cinemas brasileiros em 28 de maio.
Divulgação
Irônico e bonito de ver
O filme entrega exatamente o que se espera de um “almodrama” (termo usado pelo escritor cubano Guillermo Cabrera Infante para descrever um melodrama de Almodovar) em termos de estética: enquadramentos belíssimos, direção de arte primorosa.
Como espectador, você está sempre numa ânsia de ver o próximo cenário. Hipnotizado pelas garrafas azuis, pelas poltronas amarelas, pelos casacos vermelhos. Tudo está no lugar. Nada sobra.
O diretor também mostrou que não perdeu a mão para dosar o drama com pitadas de humor aqui e ali. Como quando a assistente e fiel escudeira Mônica joga uma provocação a Raúl (ou seria ao próprio Almodóvar?): “Sai de casa um pouco! Você já fez seus melhores filmes, pode viver somente do seu prestígio agora”.
E ainda dá outras piscadelas para o espectador, mais adiante: “Por que não cede e faz filme para streaming? A Netflix é doida por você há anos”. Raúl não dá o braço a torcer e nega.
Corajoso ao tentar ser melhor do que já foi
Ao longo de toda a trama, Almodóvar coloca na boca dos seus personagens reflexões com as quais ele próprio tem se deparado ao longo da sua trajetória: o medo da decadência, a falta de criatividade, a dificuldade de encontrar novas histórias, o desafio de ser melhor do que já se foi um dia.
O filme também levanta uma outra questão, interessantíssima: até que ponto um artista tem o direito de usar a vida alheia para fabricar suas obras?
Na sinopse oficial da trama, o protagonista é descrito como alguém “capaz de vender a alma ao diabo desde que continue a ver a linha vertical, o cursor piscante do computador, vivo, que o levará a escrever uma história que nem ele mesmo conhece e pela qual está disposto a tudo”.
Diante de todos esses embates, a vida real parece sempre desmontar o controle do cineasta.
E há de se reconhecer: Almodóvar é ousado ao propor esse tipo de reflexão sobre o que fez de si mesmo ao longo de sua vida, jogando luz sobre o tipo de arte que produziu e, principalmente, qual foi o custo humano dessa criação.
Pôster em português de “Natal Amargo”, novo filme de Almodóvar.
Divulgação
Honesto, pero no mucho
Ele derrapa, no entanto, ao não ir até as últimas consequências. A sensação que fica é a de que o diretor espanhol, ainda assim, escolheu a dedo os melhores recortes e os questionamentos para os quais ele já teria respostas confortáveis para dar.
Não se trata de cobrar que o cineasta faça uma sessão pública de terapia ou se autoflagele na frente da tela, mas veja: a expectativa foi criada por ele mesmo.
Os cineastas (Raúl, Elsa e o próprio diretor espanhol) admitem, de fato, estar penando para encontrar uma nova história que lhes devolva o tesão e o prazer de filmar.
Mas os três estão colocados na trama como pessoas que estão escrevendo não porque sabem o que querem dizer, mas sim, porque precisam descobrir.
Ao se esquivar do mergulho profundo que ele mesmo propôs, o diretor entrega um exercício de metalinguagem que carece de mais honestidade. Não tem como não notar.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Com Anitta no time de intérpretes e o duo Tropkillaz na coprodução, ‘Goals’ põe funk, pop e afrobeat em campo


Anitta divide o canto da música ‘Goals’ com o cantor nigeriano Rema e a rapper tailandesa Lisa
Divulgação
♫ CRÍTICA DE SINGLE
Título: Goals
Artistas: Anitta, Lisa, Rema
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ O duo paulistano Tropkillaz fez bem em reivindicar publicamente os créditos como coprodutor da gravação de “Goals”. música lançada hoje, 21 de maio, em single que faz parte do álbum produzido pela Fifa com a trilha sonora oficial da Copa do Mundo de 2026.
Na gravação que junta Anitta com a rapper tailandesa Lisa (integrante do grupo sul-coreano de k-pop Blackpink) e o cantor nigeriano Rema, a batida do funk é o molho e uma das bases da gravação que teve produção musical orquestrada por Cirkut, Bava e PinkSlip com a colaboração fundamental da dupla brasileira de música eletrônica formada pelos DJs e produtores André Laudz (o Laudz) e Zé Gonzales (o Zegon).
Single que tem certa vibração e fala a língua atual do mercado musical global, “Goals” mixa funk com afrobeat e com pop latino, também acenando para o universo do k-pop com a presença de Lisa.
Contudo, muito da energia da gravação de “Goals” vem do batidão do Brasil. Com o tamborzão na área, “Goals” põe o funk no campo mundial da Copa ao lado do afrobeat e dos códigos do pop latino em single de alta voltagem rítmica e alcance global.
Capa do single ‘Goals’, de Anitta, Lisa e Rema
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Curta rodado em São Paulo ganha prêmio no Festival de Cannes


Curta-metragem rodado no Centro de São Paulo será único filme brasileiro no Festival de Cannes
O curta-metragem Laser-Gato, do cineasta paulistano Lucas Acher, de 30 anos, venceu nesta quinta-feira (21), a categoria La Cinef do Festival de Cannes.
A categoria é considerada uma vitrine de novos talentos da premiação e já revelou cineastas que depois passaram a ocupar espaço de destaque mundial.
O prêmio foi concedido por um júri composto pela diretora espanhola Carla Simón e outros cineastas e atores, durante cerimônia realizada na sala Buñuel do festival, seguida da exibição dos filmes premiados.
Nesta edição, a seleção reuniu 19 filmes escolhidos entre 2.747 inscrições enviadas por 662 escolas de cinema de todo o mundo.
O diretor de Laser-Gato foi o único brasileiro a concorrer na categoria em 2026.
“É um filme muito íntimo, feito em São Paulo, uma cidade muito peculiar, que está em constante transformação, e, de repente, ele está nesse festival gigante”, afirmou o diretor após a seleção oficial. “Cannes sempre foi um sonho, uma ideia quase abstrata. Quando acontece, parece um pouco irreal”, afirma Acher.
Cineasta paulistano Lucas Acher,
Divulgação
O filme
Laser-Gato acompanha um adolescente que atravessa São Paulo durante uma única noite após uma brincadeira com um laser sair do controle. A narrativa aposta em uma deriva urbana fragmentada e evita estruturas clássicas, em que a cidade se torna elemento ativo da experiência cinematográfica.
A arquitetura do centro paulistano, os vazios urbanos, a iluminação artificial e os ruídos da madrugada moldam o ritmo do filme, criando uma atmosfera que oscila entre o suspense, o humor e o estranhamento.
Com participação dos atores Gabriel Brennecke e Gilda Nomacce, Laser-Gato foi produzido pela Bruto Films e filmado em locações reais da capital paulista.

Fonte: G1 Entretenimento

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Artista conhecido como ‘Banksy francês’ cria ‘caverna’ sobre ponte mais antiga de Paris


JR, conhecido como o ‘Banksy francês’, cria instalação em forma de ‘caverna’ sobre a ponte mais antiga de Paris
Michel Euler/AP
A ponte mais antiga de Paris parece ter sido engolida por uma montanha nesta quinta-feira (21),
A transformação é obra de JR, o artista de rua conhecido como o “Banksy francês”, que começou nesta semana a inflar uma gigantesca “caverna” artificial sobre a Pont Neuf. A intervenção transformou a estrutura do século 17, que cruza o rio Sena há mais de 400 anos, em uma ilusão rochosa que emerge sobre as águas.
JR afirmou que a ideia de “La Caverne du Pont Neuf” é trazer o “mineral e a natureza” de volta ao coração da cidade. Ele diz que sua intenção não é cobrir a ponte, mas sim revelar a pedra retirada das pedreiras de calcário das quais a própria Paris foi esculpida.
Uma massa cinzenta e pontiaguda de rochas agora parece se erguer sobre os arcos da estrutura. Para quem olha de pontos mais baixos do rio, o monumento histórico parece ter desaparecido sob um penhasco pré-histórico, com suas aberturas de pedra transformadas em entradas escuras de cavernas acima da água.
“Pensei: ‘Para onde foi a ponte?'”, disse Marie Leclerc, de 62 anos, que parou no cais a caminho do trabalho. “É estranho porque você sabe que é tecido e ar, mas daqui realmente parece pedra. Paris de repente parece antiga de novo.”
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Fazer os parisienses pararem — e se surpreenderem
O processo para inflar a estrutura, realizado durante a madrugada após ser adiado pelo mau tempo, é a etapa mais impressionante de um projeto que levou mais de um ano para ser concluído.
“É um quebra-cabeça gigantesco que acabou de ser finalizado”, disse JR à agência de notícias Associated Press (AP) na ponte, enquanto sua equipe se preparava para bombear o ar. “Vamos injetar ar lá dentro, e todas essas rochas vão subir no céu de Paris, chegando a quase 18 metros de altura. Uma vez infladas, elas permanecem assim.”
Sendo uma das obras de arte pública mais ambiciosas que Paris viu em décadas — financiada pela venda das próprias obras de JR e por um grupo de empresas parceiras —, a instalação só abrirá ao público em 6 de junho.
A transformação vem sendo documentada pela AP desde março com câmeras de time-lapse, incluindo uma instalada no terraço de um edifício bem acima do rio, registrando a ponte desaparecer lentamente dia após dia.
Por fora, a instalação parece uma massa rochosa que “literalmente” rompe a paisagem, afirmou JR, famoso por colar fotografias enormes em edifícios, muros e telhados ao redor do mundo. Ele é frequentemente comparado ao artista de rua britânico Banksy pelo estilo de seu trabalho.
“Normalmente, todo mundo cruza aqui sem olhar”, disse Julien Moreau, de 34 anos, enquanto tirava fotos perto do rio Sena. “Esta manhã, todos estavam parados, observando. Isso, por si só, já é a obra de arte.”
JR disse que queria fazer os parisienses tomarem uma atitude incomum em sua ponte mais famosa: parar.
“Estamos todos um pouco estressados. Queremos que funcione”, disse ele, enquanto operários equipados com cintos de segurança preparavam a estrutura. “Mas essa é a beleza de um projeto como este — sua fragilidade, o fato de trabalhar na rua, expondo-se a todos.”
Alguns pedestres, acrescentou ele, “vão passar sem nem perceber que ela está subindo. Outros ficarão completamente maravilhados.”
JR, conhecido como o ‘Banksy francês’, cria instalação em forma de ‘caverna’ sobre a ponte mais antiga de Paris
Michel Euler/AP
Uma homenagem a uma lenda e um aceno à alegoria de Platão
A estrutura tem 120 metros de comprimento e 18 metros de altura — o equivalente a um prédio de seis andares.
No entanto, é construída quase inteiramente de ar — 80 arcos de tecido preenchidos com 20 mil metros cúbicos de ar — e pesa apenas cerca de cinco toneladas.
Os engenheiros de JR passaram semanas testando a estrutura em um hangar no aeroporto de Orly, simulando um corte no suprimento de ar para garantir que a rocha inflável mantivesse sua forma. O tecido foi costurado à mão por 25 artesãos em uma vila na Bretanha.
Os visitantes poderão caminhar gratuitamente por um longo e escuro túnel que bloqueia a luz do dia. “Você entra na escuridão”, disse JR, “e emerge na luz do outro lado.” Ele descreveu a experiência como uma jornada que cada pessoa é livre para fazer à sua maneira: “Muitas pessoas vão passar por esta caverna e deixar que a imaginação dite o que sentem.”
A obra de arte é uma homenagem a uma lenda artística de Paris. Em 1985, o artista Christo e sua esposa, Jeanne-Claude, embrulharam a mesma ponte em um tecido dourado pálido — utilizando 13 quilômetros de corda, após uma década de discussões com a prefeitura, atraindo três milhões de visitantes em duas semanas.
O ato ajudou a consolidar a ideia de arte monumental em cidades modernas. Uma praça ao lado da ponte agora leva o nome do casal — e é de lá que os visitantes darão o primeiro passo em direção à escuridão da caverna.
“É um desafio e tanto vir depois deles”, admitiu JR.
A caverna também traz um alerta. JR a construiu como uma referência à Alegoria da Caverna de Platão, na qual prisioneiros confundem sombras em uma parede com o mundo real.
“Quais são as nossas cavernas hoje? Nossos celulares”, provocou ele. “Porque acreditamos que o nosso algoritmo nas redes sociais é a realidade.”
Logo em seguida, ele entra na própria contradição: para entrar em sua caverna sobre telas, os visitantes levantam seus telefones. A empresa de tecnologia Snap desenvolveu uma camada de realidade aumentada que mostra o que o olho humano não consegue ver.
A trilha sonora é um zumbido grave e mineral composto por Thomas Bangalter, ex-integrante do Daft Punk — que tinha apenas 10 anos quando Christo embrulhou a ponte.
A caverna funcionará 24 horas por dia de 6 a 28 de junho, período em que a ponte ficará fechada para o tráfego de veículos. Ela poderá ser vista dos cais, de barcos que passam pelo rio e até do topo da Torre Eiffel. O evento coincidirá com a Semana de Moda de Paris, o Dia Mundial da Música e o festival de artes Nuit Blanche, que dura a noite toda.
Quando a estrutura for desmontada, o tecido será reaproveitado ou reciclado. Então, assim como o embrulho dourado de 40 anos atrás, a caverna desaparecerá — e a Pont Neuf, mais antiga que a república e mais antiga que a revolução, reaparecerá exatamente como era.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio 2026 divulga atrações do palco Supernova


Diogo Defante
Agência Preview/Divulgação
A organização do Rock in Rio anunciou nesta quinta-feira (24) o line-up do palco Supernova, espaço dedicado a artistas em ascensão e novos talentos dentro do festival.
O festival acontece entre os dias 4 e 13 de setembro de 2026, na Cidade do Rock, Zona Oeste do Rio de Janeiro.
Confira a seguir as atrações do palco Supernova (em atualização).
Rock in Rio anuncia novas atrações para última noite do festival
4 de setembro (sexta)
Chady
Artista surpresa
Larissa luz
Diogo Defante
5 de setembro (sábado)
Zero
Mc Taya
Lvcas
Supercombo
6 de setembro (domingo)
João Gordo & Asteroides Trio
Matanza
Bayside Kings
O Escritório
7 de setembro (segunda)
Maui
Melly
Zeca Veloso
Alee
11 de setembro (sexta)
Muse Maya
Isa Buzzi
Ananda
NandaTsunami
12 de setembro (sábado)
Celo Dut
Yago Oproprio
Milo J
Delacruz
13 de setembro (domingo)
Ar Baby
Bruna Black
Sant
Lourena

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Destiny 2’ vai deixar de receber atualizações 9 anos após lançamento


‘Destiny 2’ se despede de atualizações em junho
Divulgação
“Destiny 2” vai deixar de receber atualizações a partir de 9 de junho, nove anos após o lançamento do game de tiro online. O anúncio foi feito pela desenvolvedora do jogo, a Bungie, nesta quinta-feira (21).
“Enquanto nosso amor por ‘Destiny 2’ não mudou, se tornou claro que, após (a expansão) ‘The Final Shape’, atingimos o limite para nossos mundos compartilhados e para que ‘Destiny’ viva além de ‘Destiny 2′”, escreveu a empresa, em comunicado.
A empresa afirma que planeja que o game continue jogável após o fim do desenvolvimento ativo e que mudanças serão feitas para receber jogadores que desejem retornar.

Fonte: G1 Entretenimento