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Pedro Mizutani manda ‘aquele abraço aos ratos vivos’ em álbum ‘lo-fi’ em que vai além da bossa dos primeiros EPs


Pedro Mizutani lança em 22 de maio o primeiro álbum, ‘Nova bossa – Aquele abraço aos ratos vivos’, com 11 faixas
João Moura / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Cantor e compositor carioca de 24 anos, Pedro Mizutani cresceu imerso nas águas serenas da bossa nova, norte dos três primeiros EPs – “Aperana” (2023), “Pensando baixo” (2024) e “Mostrando os dentes” (2025) – desse artista que ouviu muito João Gilberto (1931 – 2019) e Nara Leão (1942 – 1989).
Contudo, Mizutani se espraia por outros sons no primeiro álbum, “Nova bossa – Aquele abraço aos ratos vivos”, programado para ser lançado em 22 de maio via Nice Guy Records, selo indie francês focado em indie pop, som lo-fi e outras bossas.
É na praia do indie rock, do folk e do lo-fi pop que Pedro Mizutani se situa, mixando violão e sintetizadores, em álbum essencialmente acústico gravado com produção musical assinada por Guilherme Lírio – nome associado ao trabalho com Ana Frango Elétrico – e Paulo Emmery.
Com músicas inéditas como “Bird on net” (canção bilíngue em português e em inglês traduzida como “Pássaro na rede”), “Escassez” e “Queria ter nove”, o álbum “Nova bossa – Aquele abraço aos ratos vivos” foi antecedido pelos singles “Dia azul” (2025), “Presente” (2026), “Colchão” (2026) e “Puer aeternus (19)” (2026).
A intenção de Mizutani foi cantar um Rio de Janeiro contemporâneo influenciado pelo que o artista rotula como “nova MPB”. Ao longo de onze faixas, Mizutani versa sobre a realidade de viver e crescer na cidade natal como um jovem adulto carioca em 2026, abordando temas como os vícios em substâncias e em telas, além da batalha para conservar a saúde mental em mundo conturbado e poluído pelo excesso de informações.
No manifesto que acompanha “Nova bossa – Aquele abraço aos ratos vivos”, Pedro Mizutani caracteriza o álbum como “os relatos mais verdadeiros de um rato que chama a si mesmo de rato vivo”, explicando o título atraente do álbum e descrevendo as próprias emoções com mix de “orgulho e vergonha”.
Capa do álbum ‘Nova bossa – Aquele abraço aos ratos vivos’, de Pedro Mizutani
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Oscar 2027 vai ser apresentado por Conan O’Brien, em seu terceiro ano consecutivo à frente da premiação


Conan O’Brien abre premiação do Oscar 2026
Mike Blake/Reuters
O comediante Conan O’Brien vai ser o apresentador do Oscar 2027, em seu terceiro ano consecutivo à frente da premiação mais prestigiada do cinema mundial. O anúncio foi feito pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, organização do evento, nesta terça-feira (12).
Americano de 63 anos, O’Brien foi elogiado pelo desempenho nas edições de 2025 e 2026.
“Poder nos reunir com Conan O’Brien pelo terceiro ano consecutivo no Oscar é algo realmente especial. Ele traz aquele humor marcante que todos amam, junto com uma gentileza e generosidade genuínas que se refletem em todo o show”, afirmaram os produtores Raj Kapoor e Katy Mullan, em comunicado.
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“Ele é um verdadeiro parceiro criativo, alguém em quem confiamos plenamente e que torna todo o processo genuinamente divertido, tanto nos bastidores quanto no palco. Estamos incrivelmente gratos por continuar construindo isso juntos e mal podemos esperar para compartilhar o que vem por aí.”
O Oscar 2027 acontece em 14 de março de 2027, em Los Angeles.
O’Brien é mais conhecido por seus trabalhos como apresentador de talk shows na TV americana. Ele substituiu o também comediante Jimmy Kimmel, que esteve à frente do Oscar em 2023 e 2024.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Depressão, problemas com Nattan… veja as revelações do documentário de Rafa Kalimann


Rafa Kalimann no documentário ‘Tempo Para Amar’
Reprodução/Globoplay
O primeiro episódio do documentário “Tempo Para Amar”, que mostra os bastidores da gestação de Rafa Kalimann, foi ao ar neste sábado (9).
Ao longo de quatro episódios, o documentário vai mostrar a vida de Rafa com seu companheiro, o cantor Nattan, a gravidez e o nascimento da filha Zuza. Veja, abaixo, as principais revelações do primeiro episódio:
Depressão durante gravidez
“Sem remédio, eu não saio de casa. Com remédio, eu saio chorando, mas eu saio”, revela Rafa em uma consulta com a obstetra logo no início do episódio. A atriz e influenciadora revelou que se sentia muito sozinha no fim da gestação e estava deprimida.
Ela acrescentou que ficou traumatizada após uma perda gestacional em 2024. Por isso, nos primeiros meses de gravidez da Zuza, ela sempre tinha medo de ir ao banheiro e descobrir que perdeu o neném.
“É muito difícil dar nome para as nossas emoções. A gravidez me trouxe esse dilema que eu não conhecia. Ninguém nunca fala sobre a dificuldade de dar nome para o que a gente tá sentindo e como isso mexe com a gente”.
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Problemas no relacionamento
Rafa e Nattan também expuseram uma dificuldade na relação. Ela diz que sentiu o companheiro distante, cumprindo a agenda de shows, e eles procuraram uma profissional para ajudá-los. “Ele começou a fugir de tudo que pudesse trazê-lo para cá (….). E eu só precisava dele”.
Nattan também diz que teve dificuldade em se fazer presente devido à agenda de shows. “Eu andava disperso, fui lançar um DVD, não conseguia vir pra casa”, explica. Ele também conta que encontrou amigos ao fazer um show em Porto Alegre e aproveitou para ir em Gramado com eles.
“Quando eu sei que eu não sou uma escolha pra você, nossa família não é uma escolha, é onde me machuca (…). Eu não quero mais falar o óbvio. Tô no nono mês de gestação e, ao invés de você vir ficar comigo, você foi curtir”, diz ela.
Rafa Kalimann e Nattan no documentário ‘Tempo para Amar’
Reprodução/Globoplay
‘Sumiço’ das redes sociais
Rafa também revelou que, em algumas ocasiões durante a gravidez, descobriu que recebia mensagens pesadas na internet e isso impactou sua saúde mental. Por isso, decidiu se afastar das redes sociais.
“Eu estava aqui em casa, quieta, e eu tenho que abrir a internet e ler mensagens e insultos muito graves? De ontem para hoje eu li que não merecia estar grávida (…). Eu só espero que minha filha não pense que sou o que criaram de mim na mídia”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Boca Livre canta Edu Lobo em álbum em que imprime a sofisticação da obra do compositor na assinatura vocal do grupo


O grupo Boca Livre lança na sexta-feira, 15 de maio, álbum em que canta onze músicas de Edu Lobo (ao centro)
Fernando Young / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Boca canta Edu
Artista: Boca Livre
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Um álbum em que o grupo Boca Livre dá vozes ao cancioneiro do compositor Edu Lobo é projeto fonográfico em tese sem riscos. Seria difícil dar errado. E, de fato, o álbum “Boca canta Edu” coleciona acertos ao longo das 11 faixas, a despeito da sensação de a refinada técnica vocal do quarteto carioca – conceito objetivo – ter prevalecido em algumas faixas em relação ao sentimento – percepção subjetiva, passível de interpretações pessoais – no canto de repertório selecionado com coragem e conhecimento de causa.
Já na música que abre o álbum, “Veneta” (Edu Lobo e Chico Buarque, 2001), fica evidente que Boca Livre se desviou da linha greatest hits ao recriar esse coco de embolada da trilha sonora do musical de teatro “Cambaio” (2001). São apenas as vozes do Boca Livre – inicialmente ouvidas a capella – e o pandeiro percutido por Zé Renato em gravação que realça a vivacidade rítmica do tema.
Há décadas em conexão com Edu Lobo, David Tygel (voz e viola caipira), Lourenço Baeta (voz, violão e flauta), Mauricio Maestro (voz e baixo) e Zé Renato (voz, violão e pandeiro) sabem onde se meteram quando decidiram gravar álbum com as músicas desse compositor de melodias sofisticadas e harmonias por vezes intrincadas.
Edu Lobo é um grande compositor carioca de ascendência pernambucana, o que explica a recorrência de temas de pegada nordestina, caso do baião “Uma vez, um caso” (Edu Lobo e Cacaso, 1976), cuja saga trágica narrada na letra do poeta Cacaso (1944 – 1987) tem o drama amenizado no trilho seguido pelo Boca Livre em gravação sublinhada pelo violoncelo de Iura Ranevski.
Ainda na estação nordestina, o grupo segue o passo do frevo-canção “Zanga zangada”, parceria de Edu Lobo com Ronaldo Bastos – compositor letrista mais associado ao Clube da Esquina – apresentada pelo Quarteto em Cy em álbum de 1972.
Na moderna moda de viola ironicamente intitulada “Viola fora de moda” (Edu Lobo e José Carlos Capinan, 1973), o Boca Livre harmoniza violões e violas em sintonia com o som característico desse grupo formado no Rio de Janeiro (RJ) em 1978, ano em que o quarteto foi instantaneamente avalizado por Edu Lobo.
Naquele ano de 1978, Edu gravou o álbum “Camaleão” e arregimentou o grupo debutante para fazer vocais no estilizado baião “Sanha na mandinga”. Parceria do compositor com o supracitado poeta mineiro Cacaso, “Sanha na mandinga” reaparece refinado no álbum “Boca canta Edu” como atestado da coerência que norteou tanto o grupo quanto o compositor nas respectivas trajetórias profissionais.
Com lançamento programado para a próxima sexta-feira, 15 de maio, em edição da gravadora Som Livre, o álbum “Boca canta Edu” referencia Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994) – compositor cujo cancioneiro soberano foi uma das bases sólidas na construção da obra de Edu Lobo – no arranjo vocal de “Choro bandido” (Edu Lobo e Chico Buarque, 1985).
Há uma coerência que atravessa todo o álbum, inclusive nas escolhas dos feats. Se o samba “Ave rara” (Edu Lobo e Aldir Blanc, 1993) junta mais uma vez o Boca Livre com o MPB4, reforçando conexão iniciada há 45 anos quando o Boca convidou o quarteto fluminense para unirem vozes na música “Se o meu jardim der flor” (Zé Renato e Xico Chaves) do álbum “Folia” (1981), o samba “Corrida de jangada” (Edu Lobo e José Carlos Capinan, 1967) põe na roda Vanessa Moreno, uma das cantoras preferidas de Edu Lobo na atualidade. A voz de Vanessa é a cereja do bolo na gravação do samba.
Em “Arrastão” (Edu Lobo e Vinicius de Moraes, 1965), único tema mais amplamente conhecido do repertório selecionado pelo grupo, o Boca Livre se desvia da grandiosidade épica do canto referencial de Elis Regina (1945 – 1982) ao apresentar a música em festival de 1965, buscando outros caminhos harmônicos para “Arrastão” em gravação que harmoniza cordas orquestradas por Maurício Maestro, o piano jazzy de João Carlos Coutinho – em breve passagem instrumental – e a voz do próprio Edu Lobo, cujo canto soa discreto como o próprio artista.
Na canção “Dos navegantes” (Edu Lobo e Paulo César Pinheiro, 1993), há maior equilíbrio entre técnica e emoção na abordagem de música que versa sobre a lira do delírio de viajante marítimo que, levado por vento vadio, transita de porto a porto com inquietação e melancolia.
Essa melancolia é mixada com nostalgia em “Candeias” (1967) derradeiro porto em que ancora o álbum “Boca canta Edu”, reavivando uma das poucas composições em que Edu Lobo assina música e letra.
Recuperando na voz de Edu Lobo a introdução da gravação original do autor (“E caso ainda exista aquela rua, aquelazinha do sobrado em frente ao mar…”), suprimida nos demais registros fonográficos da música por intérpretes do quilate de Gal Costa (1945 – 2022), a sedutora gravação de “Candeias” pelo Boca Livre vem embalada por cordas, um sentimento nas vozes dos intérpretes – em outro exemplo da combinação precisa de técnica e emoção – e a voz do autor a referendar esse álbum em que o Boca Livre canta Edu Lobo sem erros, imprimindo a sofisticação do compositor na assinatura vocal do grupo.
Capa do álbum ‘Boca canta Edu’, do grupo Boca Livre
Fernando Young / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Homem se declara culpado de roubo de músicas inéditas de Beyoncé


Beyoncé vence Grammy de Álbum do Ano com ‘Cowboy Carter’ em 3 de fevereiro de 2025.
REUTERS/Mario Anzuoni
Um homem acusado de roubar músicas inéditas e outros itens da equipe de Beyoncé durante a parada da turnê em Atlanta foi condenado. Segundo o site TMZ, Kelvin Evans se declarou culpado após inicialmente negar as acusações e recusar um acordo judicial.
Evans admitiu ter entrado em um veículo com a intenção de cometer furto e de invasão criminosa. Ele havia se declarado inocente em um primeiro momento, mas, nesta terça-feira (12), voltou atrás da decisão, renunciou ao direito a julgamento e encaminhou o caso diretamente para a fase de sentença.
Investigadores afirmam que câmeras de vigilância flagraram Evans arrombando um SUV dois dias antes do show de Beyoncé em Atlanta, durante a turnê Cowboy Carter. O veículo havia sido alugado por um integrante da equipe da cantora e continha um pen drive com músicas inéditas, que acabou sendo roubado.
Kelvin Evans poderia ser condenado a até seis anos de prisão, mas, com o acordo aceito pelo juiz, recebeu pena de dois anos de prisão e três em liberdade condicional. Ele também foi obrigado a manter distância das vítimas e do local onde o crime ocorreu.
Beyoncé usa mais um funk brasileiro em show da ‘Cowboy Carter Tour’

Fonte: G1 Entretenimento

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Bonnie Tyler tem quadro de saúde estável


Bonnie Tyler em Florianópolis em 2022
Gustavo Amorin
A cantora britânica Bonnie Tyler tem quadro de saúde estável após passar por uma cirurgia intestinal de emergência na semana passada.
“Na manhã de hoje, Bonnie continua gravemente doente, mas estável, no hospital em Faro. No entanto, seus médicos seguem otimistas de que ela terá uma recuperação completa”, disse o porta-voz de Tyler à BBC.
“Quando houver qualquer novidade sobre o estado de saúde de Bonnie, divulgaremos outro comunicado”, acrescentou.
A cantora de “Total Eclipse of the Heart”, de 74 anos, foi levada ao hospital no dia 6 e colocada em coma induzido após a operação, como parte do tratamento.
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Nascida no País de Gales com o nome de Gaynor Hopkins, Bonnie Tyler ganhou projeção internacional no fim da década de 1970 com o sucesso “It’s a Heartache”. Nos anos 1980, consolidou a carreira com hits como “Total Eclipse of the Heart”, lançado em 1983, e “Holding Out for a Hero”, de 1984.
Dona de uma voz marcante e rouca, além do visual característico com cabelos loiros, a cantora representou o Reino Unido no Eurovision Song Contest 2013, com a música “Believe in Me”. Ela terminou a competição na 19ª colocação.
Em 2023, Bonnie Tyler foi homenageada pelo rei Charles III com o título de membro da Ordem do Império Britânico (MBE, na sigla em inglês), em reconhecimento à trajetória artística e à contribuição para a música.

Fonte: G1 Entretenimento

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Claudio Nucci e Zé Renato gravam álbum em dupla, ‘Som-Palavra-Cor’, 41 anos após o disco ‘Pelo sim pelo não’


Claudio Nucci (à esquerda) e Zé Renato apresentam duas músicas inéditas, ‘Alfarrábio’ e ‘Sobra batuque’, entre as regravações do álbum ‘Som-Palavra-Cor’
Dani Gurgel / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Enquanto o Boca Livre lança o álbum em que canta músicas de Edu Lobo, os dois integrantes mais famosos da formação original do quarteto carioca, Claudio Nucci e Zé Renato, aprontam o segundo álbum dos cantores em dupla, o primeiro em 41 anos.
No rastro das comemorações dos 40 anos do álbum “Pelo sim pelo não” (1985) com show estreado em 2025, Claudio Nucci e Zé Renato gravaram um álbum conjunto no estúdio Da Pá Virada, em São Paulo (SP), entre 6 e 8 de maio quarta e sexta-feira da semana passada.
Com produção musical orquestrada por Marcus Preto com Thiago Big Rabello, o álbum se chama “Som-Palavra-Cor”. O título foi extraído da letra de “Alfarrábio”, escrita por Nando Reis sobre melodia de Zé Renato.
“Alfarrábio” é uma das duas músicas inéditas do repertório do álbum “Som-Palavra-Cor”. A outra é “Sobra batuque”, parceria de Nucci com Zeca Baleiro.
“Sapato velho” (Mu Carvalho, Claudio Nucci e Paulinho Tapajós, 1978), “Ânima” (Zé Renato e Milton Nascimento, 1982) e “A hora e a vez” (Claudio Nucci, Zé Renato e Ronaldo Bastos, 1985) também integram o repertório, dominado por regravações de músicas emblemáticas nas trajetórias dos artistas.
As vozes e os violões de Claudio Nucci e Zé Renato são a base do álbum “Som-Palavra-Cor”. Contudo, alguns complementos serão incluídos nos arranjos ao longo dos próximos dias.
O lançamento do álbum “Som-Palavra-Cor” está previsto para o segundo semestre de 2026.

Fonte: G1 Entretenimento

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Festival de Cannes começa mais importante do que nunca para o Oscar e sem filmes brasileiros


Festival de Cannes 2026 começa nesta terça-feira (12)
Valery Hache/AFP
O Festival de Cannes 2026 começa nesta terça-feira (12) como a edição mais importante para a corrida do Oscar em sua história, com pouca presença de Hollywood e nenhum filme brasileiro na competição pela Palma de Ouro.
O evento francês já era o festival de cinema mais prestigiado do mundo antes da mudança significativa nas regras da premiação da Academia de Cinema americana, mas agora entra de maneira oficial na corrida pela estatueta dourada.
A partir de 2027, vencedores das competições de alguns dos maiores festivais do mundo podem ser indicados à categoria de melhor filme internacional do Oscar — e não dependem mais da seleção de comitês de seus respectivos países para representá-los.
Ou seja, em 23 de maio, o júri presidido pelo cineasta sul-coreano Park Chan-wook (“Oldboy”) anuncia seu escolhido para levar a Palma de Ouro, e este se torna elegível para o Oscar 2027, desde que mais de 50% de sua duração não seja falada em inglês.
Ele então se junta a “Shame and Money”, ganhador do Grande Prêmio do Júri da competição internacional do Festival de Sundance, e a “Gelbe Briefe”, honrado com o Urso de Ouro do Festival de Berlim.
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Vitrine histórica
A importância de Cannes não nasceu com a mudança anunciada pela Academia no último dia 1º, é claro.
A Palma de Ouro sempre serviu como vitrine para quem queria ser considerado um concorrente real ao Oscar — mas a relação se intensificou nos últimos anos, graças, em grande parte, à internacionalização dos membros da organização americana, um esforço para diversificar seus integrantes.
Tanto que, dos últimos dez premiados no Festival, sete receberam indicações ao Oscar. Destes, dois ganharam como melhor filme, e “Parasita” (2019) se tornou o primeiro de língua não inglesa a vencer a categoria.
A história recente também ajuda a explicar a iniciativa da Academia. Ganhador da Palma de Ouro em 2023, por exemplo, “Anatomia de uma queda” levou cinco indicações ao Oscar, mas não pôde concorrer como filme internacional por não ter sido escolhido como representante da França.
Muita gente comenta que a decisão teve uma parte política, já que o governo foi criticado pela diretora Justine Triet em seu discurso de agradecimento em Cannes.
O diretor brasileiro Kleber Mendonça Filho recebe o prêmio de Melhor Ator em nome do ator brasileiro Wagner Moura pelo filme “O Agente Secreto” durante a Cerimônia de Encerramento da 78ª edição do Festival de Cinema de Cannes, em Cannes, sul da França, em 24 de maio de 2025.
Sameer AL-DOUMY / AFP
Prejuízo para o Brasil
Tudo isso é uma má notícia para os planos brasileiros de conseguir uma terceira indicação consecutiva inédita na categoria de filme internacional do Oscar. Afinal, nenhum filme nacional foi selecionado para a competição francesa.
Em 2025, “O agente secreto” deu início à sua corrida pela estatueta ao vencer dois prêmios no Festival — não seria o suficiente para uma elegibilidade automática, mas certamente projetou a obra como um concorrente sério.
A presença em Cannes também ajudou o filme de Kleber Mendonça Filho a conseguir a distribuição da Neon nos Estados Unidos, uma empresa americana especialista em premiações.
Mas não se pode perder as esperanças. Ainda há oportunidades para conseguir uma classificação antecipada. Uma delas é o Festival de Veneza, que acontece em setembro. “Ainda estou aqui” começou sua trilha ao Oscar, em 2025, no evento italiano.
O Brasil não estará completamente ausente de Cannes. Selton Mello é um dos atores que deve dar as caras por lá, como parte do elenco do chileno “La perra”.
Ausência de blockbusters
Parte do motivo do crescimento da importância de Cannes no calendário de premiações também era a atenção dada ao festival por estúdios americanos. Em 2026, nenhum grande lançamento de Hollywood será levado à cidade francesa.
Filmes como “Dia D”, de Steven Spielberg, e “A Odisseia”, de Christopher Nolan, não darão as caras por lá — mesmo com estreias mundiais nos próximos meses.
Com isso, o destaque recai sobre autores queridos pelo evento e grandes nomes do cinema mundial, como o espanhol Pedro Almodóvar (“Amarga navidad”), os japoneses Hamaguchi Ryusuke (“Soudain”) e Koreeda Hirokazu (“Hako no naka no hitsuji”) e o iraniano Asghar Farhadi (“Histoires parallèles”).

Fonte: G1 Entretenimento

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Mãe de MC Kevin diz que pedirá reabertura das investigações sobre morte do cantor


MC Kevin
Divulgação / Revolução Records
Valquíria Nascimento, mãe do funkeiro MC Kevin, pedirá a reabertura das investigações sobre a morte do cantor em maio de 2021.
Kevin Nascimento Bueno morreu ao tentar pular da varanda do quinto andar de seu quarto de hotel para o andar de baixo. Ele caiu e não resistiu à queda.
Segundo as investigações, ele se assustou com a possibilidade de ser pego pela mulher, Deolane Bezerra, em um quarto de hotel na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, com uma acompanhante, Bianca Domingues.
Em um vídeo postado nesta segunda-feira (11) na sua conta do Instagram, Valquíria afirmou que recebeu informações que contrastam com a versão da polícia de que a morte de Kevin foi um acidente.
“Eu sou a pessoa mais interessada em saber o que aconteceu no dia da morte do meu filho. Estou disposta a fazer tudo o que for possível e o impossível. Na época, eu não tinha condições de fazer nada. Hoje as coisas mudaram.”
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Em novembro de 2021, o delegado Leandro Gontijo, da 16ª DP, que concluiu as investigações, disse que não houve indícios de brigas, ações violentas ou qualquer tipo de crime no episódio.
A Justiça do Rio de Janeiro arquivou a investigação em julho de 2022.
O juiz Adriano Celestino Santos, da 2ª Vara Criminal, concordou com as manifestações do Ministério Público fluminense (MPRJ) indicando que “os elementos colhidos não apontam indícios de conduta dolosa ou culposa”.
No vídeo publicado nesta segunda-feira, a mãe do funkeiro diz que já consultou os advogados e recebeu o apoio de MC PH e MC IG, amigos de Kevin.
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A família do cantor pagará uma perícia independente e um detetive particular para auxiliar o Ministério Público.
“A gente também tem dúvida. Vamos atrás da verdade. Eu quero saber o que aconteceu no dia 16 de maio de 2021”.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Veja a lista dos 100 filmes brasileiros essenciais segundo a Abraccine


Filme ‘Ainda Estou Aqui’ está na lista dos 100 mais influentes filmes brasileiros.
Reprodução
A Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) elegeu os 100 filmes brasileiros mais importantes de todos os tempos em uma lista divulgada nesta segunda-feira (11). Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine)
A listagem faz parte das comemoração em alusão aos 15 anos da Abraccine e após dez anos da primeira votação.
Segundo a associação, a nova lista traz mais filmes dirigidos por mulheres e negros. “Essa mudança reflete a busca de um olhar mais diverso sobre a produção nacional”, afirmou a Abraccine em uma publicação.
Atualmente, a associação reúne 180 críticos do Brasil. “Desde a primeira edição do livro, resultado da primeira lista, a sociedade mudou, assim como o perfil da associação, que naturalmente cresceu e se modificou. Esta acaba sendo uma revisão importante e necessária da nossa história do cinema”, disse Orlando Margarido, presidente da Abraccine.
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Desta vez, a lista não ranqueia os escolhidos, apenas lista os 100 escolhidos entre 1.169 títulos, sejam curtas ou longas-metragens.
Assim como aconteceu na primeira vez, os 100 títulos mais votados serão abordados em textos críticos numa publicação que será lançada no final do ano, pela editora Letramento, com organização de Ivonete Pinto, Danilo Fantinel e Paulo Henrique Silva. O livro contará também com artigos com recortes históricos, estéticos e temáticos.
Confira a lista dos 100 filmes brasileiros mais influentes:
1. Limite (1931), Mário Peixoto
2. Ganga bruta (1933), Humberto Mauro
3. O ébrio (1946), Gilda de Abreu
4. Também somos irmãos (1949), José Carlos Burle
5. Carnaval Atlântida (1952), José Carlos Burle
6. O cangaceiro (1953), Lima Barreto
7. Rio, 40 graus (1955), Nelson Pereira dos Santos
8. Rio, Zona Norte (1957), Nelson Pereira dos Santos
9. O grande momento (1958), Roberto Santos
10. O homem do Sputnik (1959), Carlos Manga
11. Aruanda (1960), Linduarte Noronha
12. O assalto ao trem pagador (1962), Roberto Farias
13. O pagador de promessas (1962), Anselmo Duarte
14. Os cafajestes (1962), Ruy Guerra
15. Porto das caixas (1962), Paulo Cezar Saraceni
16. Vidas secas (1963), Nelson Pereira dos Santos
17. À meia noite levarei sua alma (1964), José Mojica Marins
18. A velha a fiar (1964), Humberto Mauro
19. Deus e o diabo na terra do sol (1964), Glauber Rocha
20. Noite vazia (1964), Walter Hugo Khouri
21. Os fuzis (1964), Ruy Guerra
22. A falecida (1965), Leon Hirszman
23. A hora e vez de Augusto Matraga (1965), Roberto Santos
24. São Paulo Sociedade Anônima (1965), Luiz Sergio Person
25. A entrevista (1966), Helena Solberg
26. O padre e a moça (1966), Joaquim Pedro de Andrade
27. Todas as mulheres do mundo (1966), Domingos de Oliveira
28. A margem (1967), Ozualdo Candeias
29. Esta noite encarnarei no teu cadáver (1967), José Mojica Marins
30. O caso dos irmãos Naves (1967), Luiz Sergio Person
31. O menino e o vento (1967), Carlos Hugo Christensen
32. Terra em transe (1967), Glauber Rocha
33. O bandido da luz vermelha (1968), Rogério Sganzerla
34. A mulher de todos (1969), Rogério Sganzerla
35. Macunaíma (1969), Joaquim Pedro de Andrade
36. Matou a família e foi ao cinema (1969), Julio Bressane
37. O dragão da maldade contra o santo guerreiro (1969), Glauber Rocha
38. O despertar da besta (Ritual dos sádicos) (1970), José Mojica Marins
39. Sem essa, Aranha (1970), Rogério Sganzerla
40. Um é pouco, dois é bom (1970), Odilon Lopez
41. Bang bang (1971), Andrea Tonacci
42. S. Bernardo (1972), Leon Hirszman
43. Toda nudez será castigada (1972), Arnaldo Jabor
44. Alma no olho (1973), Zózimo Bulbul
45. Compasso de espera (1973), Antunes Filho
46. Os homens que eu tive (1973), Tereza Trautman
47. A rainha diaba (1974), Antonio Carlos da Fontoura
48. Iracema, uma transa amazônica (1975), Jorge Bodanzky e Orlando Senna
49. Dona Flor e seus dois maridos (1976), Bruno Barreto
50. Lúcio Flávio, o passageiro da agonia (1977), Hector Babenco
51. Mar de rosas (1977), Ana Carolina
52. A lira do delírio (1978), Walter Lima Jr.
53. Tudo bem (1978), Arnaldo Jabor
54. A mulher que inventou o amor (1980), Jean Garrett
55. Bye bye Brasil (1980), Carlos Diegues
56. O homem que virou suco (1980), João Batista de Andrade
57. Pixote, a lei do mais fraco (1980), Hector Babenco
58. Eles não usam black-tie (1981), Leon Hirszman
59. Os saltimbancos trapalhões (1981), J.B. Tanko
60. Das tripas coração (1982), Ana Carolina
61. Pra frente Brasil (1982), Roberto Farias
62. Onda Nova (1983), Ícaro Martins e José Antonio Garcia
63. Amor maldito (1984), Adélia Sampaio
64. Cabra marcado para morrer (1984), Eduardo Coutinho
65. Memórias do cárcere (1984), Nelson Pereira dos Santos
66. A hora da estrela (1985), Suzana Amaral
67. A marvada carne (1985), André Klotzel
68. Filme demência (1986), Carlos Reichenbach
69. Ilha das Flores (1989), Jorge Furtado
70. Que bom te ver viva (1989), Lúcia Murat
71. Superoutro (1989), Edgard Navarro
72. Alma corsária (1993), Carlos Reichenbach
73. Carlota Joaquina, princesa do Brazil (1995), Carla Camurati
74. Terra estrangeira (1995), Daniela Thomas e Walter Salles
75. Baile perfumado (1996), Lírio Ferreira e Paulo Caldas
76. Central do Brasil (1998), Walter Salles
77. O auto da compadecida (2000), Guel Arraes
78. Bicho de sete cabeças (2001), Laís Bodanzky
79. Lavoura arcaica (2001), Luiz Fernando Carvalho
80. Cidade de Deus (2002), Fernando Meirelles e Kátia Lund
81. Edifício Master (2002), Eduardo Coutinho
82. Madame Satã (2002), Karim Aïnouz
83. Cinema aspirinas e urubus (2005), Marcelo Gomes
84. O céu de Suely (2006), Karim Aïnouz
85. Serras da desordem (2006), Andrea Tonacci
86. Jogo de cena (2007), Eduardo Coutinho
87. Saneamento básico, o filme (2007), Jorge Furtado
88. Santiago (2007), João Moreira Salles
89. Trabalhar cansa (2011), Juliana Rojas e Marco Dutra
90. O som ao redor (2012), Kleber Mendonça Filho
91. O menino e o mundo (2013), Alê Abreu
92. Branco sai, preto fica (2014), Adirley Queirós
93. Que horas ela volta? (2015), Anna Muylaert
94. Aquarius (2016), Kleber Mendonça Filho
95. Arábia (2017), Affonso Uchoa, João Dumans
96. As boas maneiras (2017), Juliana Rojas e Marco Dutra
97. Marte um (2022), Gabriel Martins
98. Mato seco em chamas (2022), Adirley Queirós e Joana Pimenta
99. Ainda estou aqui (2024), Walter Salles
100. O agente secreto (2025), Kleber Mendonça Filho

Fonte: G1 Entretenimento