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‘GTA 6’ será vendido por US$ 80 nos EUA, anuncia empresa responsável pelo jogo


Assista ao novo trailer de ‘GTA 6’
A Take-Two Interactive anunciou nesta quarta-feira (24) que “GTA 6” (Grand Theft Auto VI) será comercializado pelo valor de US$ 79,99 nos Estados Unidos.
A empresa também confirmou a data de lançamento anteriormente divulgada: 19 de novembro.
O preço supera o padrão de US$ 69,99 adotado nos últimos anos para os principais lançamentos do mercado, incluindo jogos como “Ghost of Yōtei”, da Sony, e “The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom”, da Nintendo.
A edição especial “Ultimate Edition” custará US$ 99,99 e incluirá veículos, armas e itens cosméticos exclusivos ligados à história dos protagonistas Jason e Lucia.
Apesar do aumento no preço, analistas não acreditam que a estratégia afetará a procura pelo jogo.
“Diante da expectativa criada em torno de ‘GTA VI’, US$ 80 é praticamente irrelevante”, afirmou Joost van Dreunen, professor da Stern School of Business, da Universidade de Nova York (NYU), à agência Reuters.
Os preços para o mercado brasileiro, porém, ainda não foram divulgados.
Data da pré-venda divulgada
A Rockstar Games já havia divulgado, na última quinta (18), que a pré-venda de “Grand Theft Auto VI” (GTA 6) começará no dia 25 de junho. A produtora também revelou a arte oficial do jogo (veja abaixo).
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Capa e data de lançamento
Originalmente anunciado para o segundo semestre de 2025, o lançamento de “GTA 6” será no dia 19 de novembro de 2026. O jogo será lançado para PlayStation 5 e Xbox Series X e S.
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“Jason e Lucia sempre souberam que as probabilidades estavam contra eles. Mas quando um golpe fácil dá errado, eles se veem no lado mais sombrio do lugar mais ensolarado da América, no meio de uma conspiração criminosa que se estende por todo o estado de Leônida — forçados a depender um do outro mais do que nunca se quiserem sair vivos dessa”, diz a sinopse.
Capa oficial de Grand Theft Auto VI
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Como a música viral do Brasil na Copa foi feita inteiramente com IA: ‘Tem que me colocar no Guinness’


Como a música viral do Brasil na Copa foi feita inteiramente com IA
⚽Enquanto artistas graúdos do mercado investiram pesado para tentar emplacar um hit brasileiro na Copa do Mundo de 2026, o principal sucesso musical do torneio, até agora, nasceu de forma independente.
E com um baita empurrão da tecnologia.
Produzida por um DJ de Uberlândia (MG) com ferramentas de inteligência artificial, “Brasil com S” ultrapassou a marca de 1 bilhão de reproduções, somando números das plataformas de streaming e o uso do áudio nas mais diferentes trends da internet.
A fórmula é até simples. Sobre uma base de phonk (subgênero do hip-hop que domina os virais da internet), a letra se resume a listar os nomes dos jogadores da seleção brasileira.
🎵 Vini Jr. (Vini Jr.!)
Raphinha (Raphinha!)
Alísson (Alísson…)

O resultado é um refrão fácil de decorar e capaz de atravessar barreiras de idioma.
💃Até a filha de Neymar dançou
Lançada em 19 de março, a música ganhou força à medida que a Copa se aproximava.
Rapidamente, passou a embalar vídeos de dancinhas, imitações das comemorações dos jogadores e conteúdos de “arrume-se comigo para ver o jogo do Brasil”.
O sucesso acabou chegando em públicos bem diferentes.
De um grupo de idosos em um asilo de Campinas a Mavie, filha de Neymar, que apareceu dançando ao som da faixa em um vídeo publicado nas redes (veja abaixo 👇).
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🤖 O produtor que recorreu à IA
Por trás do sucesso está Guilherme Maia, publicitário de 31 anos, conhecido artisticamente como DJ M4IA.
Até pouco tempo atrás, ele dividia o tempo entre o trabalho em uma agência de marketing e a produção musical.
Com pouco menos de 40 mil seguidores no Instagram e cerca de 4 mil inscritos no YouTube, ele estava bem longe de ser um nome conhecido do grande público.
Guilherme Augusto Cesar Ribeiro Maia, publicitário de 31 anos conhecido artisticamente como DJ M4IA.
Divulgação
Para construir “Brasil com S”, recorreu a ferramentas como o Gemini para estruturar a letra e encontrar uma forma de encaixar os nomes de todos os convocados certinho na métrica da música.
“Peguei o começo de uma música, o meio de outra e o final de outra. A IA às vezes errava o ritmo. Tive que refazer umas 15 vezes até chegar no resultado que eu queria”, contou o produtor ao g1.
DJ M4IA cria hit da Copa com IA e bate 1 bilhão de reproduções.
Divulgação
Segundo Maia, a principal inspiração para a faixa veio de outro fenômeno do phonk brasileiro que ganhou projeção internacional recentemente: “Passo Bem Solto”.
A música tem diferentes versões espalhadas pela internet. A mais popular delas é uma edição em ritmo desacelerado (“slowed”), que se aproxima dos 300 milhões de visualizações apenas no YouTube.
“Ela não sai dos conteúdos virais do TikTok, Instagram e YouTube há mais de um ano. Olhei e falei: o caminho é esse”, relembra.
🌍 Músicas da Copa em vários idiomas
O DJ e produtor já começa a colher os frutos do sucesso. Ele assinou contrato com a gravadora holandesa “Spinnin’ Records”, uma das maiores do mercado de música eletrônica.
Como parte dos novos projetos, desenvolveu um álbum com 17 músicas inspiradas em seleções participantes da Copa, entre elas as de Argentina, Espanha e Inglaterra.
Todas produzidas com IA e com o intuito de viralizar nas redes sociais.
“Eu até brinco que tinham que me colocar no Guinness. Estourei música da Copa em vários países diferentes. Se juntar todos os fonogramas, eu falo tranquilamente que é a maior obra de IA de todos os tempos”, diz.
O álbum “World Cup 2026”, assinado por M4IA, foi inteiramente produzido com apoio de ferramentas de inteligência artificial.
Spotify
🎙️ Sucesso trouxe questionamentos
A fama, claro, também veio acompanhada de críticas.
Nas redes sociais, parte do público questiona se obras produzidas com IA podem ser consideradas criações artísticas.
Maia acha que sim. Para ele, o papel do produtor está em direcionar, combinar e corrigir as etapas do processo.
“Nunca é só a tecnologia, né? Tem sempre uma pessoa por trás, uma intencionalidade”, afirma.
Guilherme Maia, conhecido artisticamente como DJ M4IA.
Divulgação
No caso de “Brasil com S”, coube à IA estruturar a letra, encaixar os nomes dos jogadores no ritmo da faixa, gerar as vozes e reorganizar as camadas sonoras que formam a versão final.
O videoclipe oficial também foi produzido a partir de prompts em ferramentas de geração de vídeo.
Nada mais simbólico. A música de uma Copa costuma refletir o espírito do seu tempo…. e, em 2026, a inteligência artificial está em toda parte.
Parte do clipe de “Brasil com S”, feito com Inteligência Artificial.
YouTube

Fonte: G1 Entretenimento

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Copa do Mundo: as 10 últimas canções oficiais, na ordem (da pior à melhor)

Copa do Mundo: as 10 últimas canções oficiais, na ordem (da pior à melhor)
Há décadas, toda edição da Copa do Mundo acompanha uma canção oficial lançada pela FIFA, com artistas de vários países. O repertório é eclético: já tivemos ópera, afrobeats, reggae, gospel, samba, e por aí vai.
Qual é a fórmula dos hits de Copa do Mundo?
Em algumas, a FIFA acertou em cheio e ganhou hinos atemporais do futebol; em outras, chegou em uma faixa que quase ninguém ouviu ou que mal se lembra. Abaixo, veja as 10 últimas músicas oficiais das Copas do Mundo, da pior para a melhor:
10. Live It Up – Nicky Jam, Will Smith e Era Istrefi (2018, Rússia)
“Live It Up” definitivamente não é das melhores. É uma música pop meio sem alma, até animada, mas no segundo seguinte…. você já esqueceu. O rap de Will Smith, então, é absolutamente aleatório. E o que tem a ver com a Rússia? Pois é. Nada.
9. Hayya Hayya (Better Together) – Trinidad Cardona, Davido e Aisha (2022, Catar)
A música da Copa do Catar tem uma base de reggae e até dá vontade de dar uma dançadinha. Os trechos de pegada árabe, com percussão ágil, dedilhados rápidos e coro “hayya hayya ha” são o ponto alto.
Mas não tem muita cara de música da Copa: não é nem entusiasmada o suficiente, nem tem aquele clima de “superação”. E também não marcou.
8. The Time of Our Lives – Il Divo e Toni Braxton (2006, Alemanha)
“The Time of Our Lives” é uma das poucas da lista que é, na verdade, uma balada. Emotiva e potente, a faixa conta com belos vocais operísticos dos cantores do grupo Il Divo, além da voz marcante de Toni Braxton. É bonita, mas pouca gente lembra, e também não tem muito a cara da Alemanha.
7. Boom – Anastacia (2002, Coreia do Sul/Japão)
“Boom” tem todo o jeitão de 2002, com um arranjo pop-rock e clipe naquela estética que hoje chamamos de Y2K. É uma das poucas faixas da lista que soa como uma música pop de verdade, não uma encomenda da FIFA.
O vozeirão de Anastacia é impressionante, ainda que escalar uma cantora americana para a Copa na Coreia e no Japão seja uma escolha estranha. Mas a música é boa… e para a gente, ainda tem gostinho de penta.
6. Dai Dai – Shakira, Burna Boy (2026, Canadá, Estados Unidos e México)
Em ano de Copa no território americano, a FIFA apostou no afrobeats “Dai Dai” (com a colombiana Shakira e o nigeriano Burna Boy) como música oficial da Copa.
A música reaproveita um pouco a fórmula de “Waka Waka”, afinal, não se mexe em time que está ganhando. Apesar da falta de ideias originais, é uma boa música, que tem potencial radiofônico, vem crescendo nas paradas… e fica na cabeça.
5. We Are One (Ole Ola) – Pitbull, Claudia Leitte, Jennifer Lopez (2014, Brasil)
Convenhamos, “We Are One” já começou na cara do gol graças à base de samba e à percussão do Olodum. Outra parte, que mescla violões e batidas eletrônicas, tem uma pegada eurodance que deixa a música meio Frankenstein, mas até que funcionou.
Assinada pelo americano Pitbull (o “Mr. Worldwide”), a faixa tem traços de Brasil na instrumentação e na convidada Claudia Leitte. O que incomoda um pouco aqui é que, pós-“Waka Waka”, as faixas começaram a soar nitidamente encomendadas pra virar hit. Pelo menos é uma música bem honesta.
4. Gianna Nannini & Edoardo Bennato – Un’Estate Italiana (1990, Itália)
“Un’Estate Italiana” já faz o que muitas canções oficiais sequer tentaram: coloca o ouvinte no lugar da Copa. Essa é uma música italiana, em idioma, nome e artistas, pra não deixar dúvidas.
Além de ser um pop rock com jeitão de épico, tem o mérito de soar como uma autêntica música pop que você ouviria nas rádios AM.
3. Gloryland – Daryl Hall e Sounds of Blackness (1994, Estados Unidos)
Basta ouvir o coro que abre “Gloryland” para saber que é uma música feita para soar épica. Com jeitão de canção gospel americana, a faixa faz o futebol parecer um esporte divino.
Os belíssimos vocais de Daryl Hall (Hall & Oates) e do grupo Sounds of Blackness, o arranjo típico de balada do início dos anos 90 e o charme de um bom saxofone ajudam um bocado. No quesito hino, a música acerta em cheio.
2. Waka Waka – Shakira (2010, África do Sul)
“Waka Waka” teve sua cota de polêmicas: acusações de plágio, problemas por escalarem uma cantora colombiana para uma música sobre a África do Sul e por aí vai. Mas nada disso impediu a música de se tornar um hino da história de todas as Copas do Mundo, e uma das maiores da grandiosa carreira de Shakira.
Tanto que, até hoje, a FIFA não conseguiu nada igual… e, na dúvida, neste ano, tentou algo bem parecido.
1. La Copa de la Vida (The Cup of Life) – Ricky Martin (1998, França)
Antes de protestar, calma. “Waka Waka” é, sem dúvidas, o maior hit das Copas do Mundo — mas a música só existe porque “The Cup of Life” veio antes.
O sucesso de Ricky Martin, grandioso, suingado e ancorado no samba, definiu o parâmetro do que era um hit de Copa. A música alavancou a carreira do porto-riquenho e é considerada um divisor de águas para que a indústria (e o público) reconhecessem o potencial global de artistas latinos.
Além de tudo, é genuinamente uma ótima música: chiclete, contagiante e com sabor de vitória.

Fonte: G1 Entretenimento

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Tributo a João Donato é promovido com gravação por Bebel Gilberto de música lançada por Gal Costa há 36 anos


João Donato (1934 – 2023) tem música de 1990 regravada por Bebel Gilberto no tributo ‘Viva Donato’
Reprodução / Instagram Bebel Gilberto
♫ NOTÍCIA
♬ Parceria de João Donato (1934 – 2023) com Caetano Veloso, cujo subtítulo é “Leila XII” por integrar a série de temas Leilíadas, a canção “Nua ideia” foi lançada por Gal Costa no álbum “Plural” (1990) e desde então regravada por cantores como Emilio Santiago (1946 – 2013), Edu Lobo, Danilo Caymmi e Leila Pinheiro. Agora chegou a vez de o público ouvir “Nua ideia” na voz de Bebel Gilberto.
Programada para ser lançada em single na próxima sexta-feira, 26 de junho, a gravação da cantora – feita com arranjo de Marcos Valle – abre os trabalhos promocionais do álbum “Viva Donato”, tributo fonográfico ao cantor, compositor e pianista acreano falecido em 2023, a um mês de completar 89 anos.
“Como poucos sabem, Donato foi um amigo íntimo da minha mãe e uma presença muito especial na minha infância. Foi uma das pessoas que mais brincou comigo, que mais entendeu meus desenhos, minhas fantasias e o meu universo naquela maluquice maravilhosa que eram os anos 1970 no Rio de Janeiro. Quando penso nele, meus olhos se enchem d’água. Os arranjos que fez para o meu disco e para tantas outras músicas são simplesmente imortais. Essa canção carrega um pouco dessa beleza”, celebra Bebel Gilberto.
Previsto para ser lançado no segundo semestre, em edição do Selo Sesc, o álbum “Viva Donato” foi gravado em 2025 por elenco estelar que, além de Bebel Gilberto, inclui Antonio Adolfo, Djavan, Donatinho, Dora Morelenbaum, Dori Caymmi, Fafá de Belém, Fernanda Abreu, Gilberto Gil, Ivan Lins, Jaques Morelenbaum, João Bosco, Joyce Moreno, Marcos Valle, Margareth Menezes, Mônica Salmaso, Patrícia Alvi, Paula Morelenbaum, Roberta Sá e Silva.
Esse elenco se encarregou de regravar sucessos de Donato – como “A paz”, canção revivida por Mônica Salmaso em dueto com Gilberto Gil, parceiro de Donato na composição lançada em 1987 por Zizi Possi, e como “Nasci para bailar” (João Donato e Paulo André Barata, 1982), música rebobinada na voz de Fernanda Abreu – em repertório que apresenta duas composições inéditas.
As duas novidades são “Aquela delícia singela” – parceria de Donato com Joyce Moreno gravada por Silva – e “Vamos combinar”, parceria de João Donato com Marcos Valle gravada por Valle em dueto com Patrícia Alvi.
O álbum “Viva Donato” foi orquestrado com produção de Regina Oreiro e Ivone Belém, viúva de João Donato.
Capa do single ‘Nua ideia’, de Bebel Gilberto
Divulgação / Selo Sesc

Fonte: G1 Entretenimento

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Namorada de Cristiano Ronaldo, atriz de ‘Esquadrão Suicida’ e modelo Sara Sampaio celebram goleada de Portugal; veja


Georgina Rodríguez vibra com o jogo de Portugal
Reprodução/Instagram
A goleada de Portugal animou torcedores dentro e fora de campo, incluindo diversas famosas que acompanharam e celebraram o resultado nas redes sociais. Georgina Rodríguez, namorada de Cristiano Ronaldo, a atriz Daniela Melchior, de “Esquadrão Suicida”, e a modelo Sara Sampaio estiveram entre os destaques, compartilhando mensagens de apoio e todo o entusiasmo com o desempenho da seleção.
Com dois gols de Cristiano Ronaldo, seleção portuguesa venceu por 5 a 0 sobre Uzbequistão, garantindo a classificação ao mata-mata.
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Daniela Melchior comemora vitória da seleção portuguesa
Reprodução/Instagram
Sara Sampaio comemora vitória da seleção portuguesa
Reprodução/Instagram

Fonte: G1 Entretenimento

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Brasileira é condenada na Coreia do Sul por perseguição e invasão à casa de Jung Kook, do BTS


Jung kook, do BTS
Reprodução/Instagram @bts.bighitofficial
A brasileira de 30 anos que está detida desde o dia 27 de fevereiro e foi indiciada por perseguir o cantor Jung Kook, do grupo BTS, em Seul, na Coreia do Sul, foi condenada a um ano de prisão com pena suspensa por dois anos por violar a lei coreana contra perseguição e por invasão de propriedade. A informação foi divulgada pelo jornal sul-coreano The Korea Times e site Law Talk News.
Em janeiro, o g1 mostrou que ela chegou a ser levada à delegacia pela polícia de Yongsan, no Centro de Seul, após ir até a residência do cantor, localizada no mesmo distrito. Na época, familiares afirmaram que a brasileira tem transtorno mental e que tentavam trazê-la ao país. Ela teria viajado sem avisar a família (leia mais abaixo).
Segundo o site coreano LawTalk News, o juiz Park Ji-won, do Tribunal Distrital Ocidental de Seul, condenou a brasileira a um ano de prisão, com pena suspensa por dois anos, o que significa que a brasileira não deve ser presa imediatamente, desde que cumpra as condições impostas pela Justiça e não volte a cometer infrações no período.
Na decisão, o tribunal destacou como agravante o fato de a mulher ter ido até a casa do artista mesmo após receber advertência da polícia e descumprir medidas emergenciais impostas pelas autoridades.
Na madrugada do dia 12 de dezembro, a brasileira chegou a tocar a campainha 133 vezes, enfatizou o site. Com isso, a Justiça também considerou que Jung Kook pedia uma punição severa.
Por outro lado, o tribunal levou em conta circunstâncias que pesaram a favor da ré. Segundo a decisão, a brasileira teria agido para expressar sentimentos ao cantor, sem intenção de causar danos diretos.
A corte também avaliou que Jung Kook não presenciou diretamente a invasão no momento em que a campainha foi acionada e que a mulher não chegou a acessar áreas mais internas da residência, como o quarto.
Outro fator considerado para a suspensão da pena foi o risco reduzido de reincidência. De acordo com o tribunal, a brasileira está detida há cerca de três meses e deverá ser deportada após a sentença se tornar definitiva, o que diminui a possibilidade de novos episódios envolvendo o artista.
O g1 entrou em contato com o Ministério das Relações Exteriores brasileiro, por meio da Embaixada em Seul, e aguarda posicionamento.
Transtorno mental
BTS
Big Hit Music
O caso da brasileira repercutiu na mídia internacional em janeiro e passou a ser acompanhado com preocupação pelos familiares dela, que falaram com exclusividade ao g1, na época.
Uma parente afirmou que a jovem é da Paraíba, mas morava em São Paulo por pelo menos dois anos e não avisou a família quando viajou para Seul, em novembro.
Segundo ela, os familiares tentavam trazê-la de volta ao Brasil por considerarem que a situação é de urgência, já que ela estaria em surto por acreditar que Jung Kook é o amor de sua vida.
“Ela saiu da Paraíba e foi para São Paulo trabalhar há algum tempo. Tentei ajudá-la a continuar o tratamento psicológico que fazia na cidade dela, mas ela não aceitou. Descobrimos que ela estava na Coreia do Sul pelas redes sociais, o que foi um grande susto. Ela conseguiu guardar um dinheiro depois de pedir ajuda à mãe e foi sozinha. Estamos extremamente preocupados, porque a situação está piorando”, relatou uma parente.
A familiar afirmou ainda, na época, que a rotina da família foi impactada pela preocupação constante.
“A gente não teve Natal, Ano Novo, nada. Ficamos o tempo todo pensando nela, sozinha e sem a medicação necessária. Quando soubemos da averiguação da polícia por causa do cantor, que ela diz ser o grande amor, ficamos realmente muito preocupados. Foram três vezes que ela foi detida”, disse.
Segundo a parente, médicos apontam que a brasileira tem transtorno mental e necessita de medicação controlada. “Se o governo deportar ela para cá, será bem melhor, porque poderemos levá-la para a casa da mãe. Do jeito que está, pode acontecer algo pior”, afirmou.
Outra familiar, que também preferiu não se identificar, disse que a jovem já teve um surto semelhante em 2021.
“Foi algo fora do normal. Ela foi levada ao psiquiatra e o médico diagnosticou transtorno. Ela conversa com a mãe todos os dias, que pede para ela voltar, mas ela diz que não vem”, contou.
Detida há quatro meses
Segundo o g1 apurou, a brasileira foi encontrada pelas autoridades coreanas e levada para um centro de detenção em fevereiro deste ano, onde está presa preventivamente. Ela tem recebido visitas do consulado e mensagens de familiares.
O jornal “The Korea Herald” divulgou que a mulher invadiu a residência de Jung kook 20 vezes ao longo de um mês, desde 7 de dezembro de 2025. Diante disso, as autoridades a detiveram e encaminharam o caso ao Ministério Público.
BTS no México: 50 mil fãs se reúnem em frente ao palácio presidencial para ver o grupo
Na época, o Ministério das Relações Exteriores brasileiro, por meio da Embaixada em Seul, disse ao g1 que “presta assistência consular à nacional brasileira”.
O g1 também questionou se a mulher deve ser deportada só após o fim das investigações, mas o ministério não informou detalhes.
“Em atendimento ao direito à privacidade e em observância ao disposto na Lei de Acesso à Informação e no decreto 7.724/2012, o Ministério das Relações Exteriores não divulga informações pessoais de cidadãos que requisitam serviços consulares e tampouco fornece detalhes sobre a assistência prestada a brasileiros”, disse a pasta, em nota.
Fãs do BTS já acampam na Zona Sul de SP por ingressos de show

Fonte: G1 Entretenimento

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Filho de Liam Payne é único herdeiro de fortuna de US$ 28 milhões, dizem documentos


Liam Payne: resultado preliminar de autópsia aponta que morte foi causada por politraumatismo e hemorragia interna e externa
Reprodução/TV Globo
O filho de Liam Payne é o único beneficiário da herança deixada pelo ex-integrante da banda One Direction.
Documentos judiciais recentes apontam que o patrimônio do cantor gira em torno de quase US$ 28 milhões (aproximadamente R$ 140 milhões).
Segundo registros legais obtidos pelo site TMZ, Bear Grey Payne, de 9 anos, herdará integralmente a fortuna do pai.
Parte dos recursos poderá ser acessada ainda durante a infância, mas a maior parte ficará sob administração de um fundo fiduciário até que ele complete 18 anos.
Morte em Buenos Aires
Homenagens ao cantor Liam Payne, morto em outubro de 2024
Reuters
Liam Payne morreu em outubro de 2024, após cair da varanda do hotel Casa Sur, em Buenos Aires, na Argentina. O cantor não deixou testamento.
Após a morte, a mãe de Bear, a cantora Cheryl, e o advogado especializado em música Richard Bray foram nomeados administradores do espólio.
O patrimônio inclui ainda uma casa de cinco quartos localizada na Inglaterra.
Na época do falecimento, Payne mantinha um relacionamento com a influenciadora Kate Cassidy.
Segundo o jornal The Sun, ela não pretende reivindicar qualquer parte da herança.

Fonte: G1 Entretenimento

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Nando Reis anuncia ‘Pra você guardei o amor’, turnê cujo teor de novidade parece ser mais visual do que musical


Nando Reis estreia a turnê ‘Pra você guardei o amor’ em 8 de agosto, na cidade natal de São Paulo (SP)
Leo Aversa / Divulgação
♫ ANÁLISE
♬ Em mercado que trata cada vez mais trata cada show como um evento, anúncios de turnês nacionais se tornaram recorrentes e feitos com certa pompa para criar ar de novidade na mídia. No caso da turnê “Pra você guardei o amor”, anunciada por Nando Reis hoje, terça-feira, 23 de junho, a novidade parece residir mais na parte visual do que artística.
Batman Zavareze, artista visual que enxerga um show como um filme de cinema, assina a direção artística e visual da turnê que tem estreia programada para 8 de agosto em São Paulo (SP), cidade natal de Nando Reis, partindo na sequência para outras 15 cidades do Brasil em rota que, pelo cronograma anunciado hoje, se encerrará em 20 de novembro na cidade gaúcha de Santa Maria (RS).
Na parte musical, a boa novidade é a presença da percussionista Lan Lanh na banda do show, também integrada por Alex Velley (teclados), Eduardo Schuler (bateria), Felipe Cambraia (baixo), Sebastião Reis (violão) e Walter Villaça (guitarra). Afinal, a maioria dos músicos já está habituada a tocar com Nando Reis em shows e em discos.
Por fim, o anúncio ressalta que a turnê “Pra você guardei o amor” evidenciará em primeiro plano a face mais romântica do cancioneiro do artista – algo que, a rigor, sempre esteve em relevo no repertório da discografia solo de Nando Reis, compositor que não é nenhum Roberto, mas muitas vezes chegou perto e até ultrapassou o cantor que o antecede na dinastia romântica da música brasileira.
Enfim, prenunciada pela já lançada regravação da canção-título de 2009 em feat com Marisa Monte, “Pra você guardei o amor” se insinua como mais uma turnê de Nando Reis – e isso é uma ótima notícia diante da alta qualidade da obra do artista paulistano.

Fonte: G1 Entretenimento

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Obra de João Bosco ganha sopro de vida em ‘Horda’, álbum gravado ao vivo com a orquestra alemã NDR BigBand


João Bosco lança em 3 de julho álbum gravado ao vivo com a NDR BigBand em julho de 2025, com arranjos e regências do trombonista Rafael Rocha
Reprodução / Encarte da edição em CD do álbum ‘Horda’
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Horda
Artistas: João Bosco & NDR BigBand – com regência de Rafael Costa
Cotação: ★ ★ ★ ★ ★
♬ Dois álbuns celebram os 80 anos que João Bosco completará em 13 de julho, sendo que um deles, “Amigos novos e antigos – João Bosco 80 anos”, ainda está em processo de produção com feats do cantor com nomes de diferentes gerações e estilos.
Dez dias antes do 80º aniversário, o artista lança em 3 de julho o primeiro disco comemorativo da efeméride, “Horda”, gravado ao vivo em Hamburgo, em julho de 2025, com a orquestra alemã de jazz NDR BigBand.
Com capa que expõe pintura de Joachim Kühn, obra de 1999, o álbum “Horda” ganha edição em CD na Europa e na Ásia via Enja Records, a mesma gravadora que, há 18 anos, lançou o primeiro álbum de Bosco com a big band alemã, “Senhoras do Amazonas” (2008).
No Brasil, o exuberante álbum “Horda” estará disponível somente em edição digital com 12 faixas que expõem o som que Bosco apropriadamente conceitua como afro-jazz-brasileiro.
Com mais de sete e minutos e meio, a abordagem da música-título “Horda” (João Bosco e Francisco Bosco, 2020) exemplifica – entre síncopes, tempos de delicadeza e sobressaltos que evocam os ruídos de uma multidão – a simbiose entre o toque jazzístico da orquestra e o cancioneiro de Bosco, pautado pelo amálgama da ginga carioca do samba com a arquitetura barroca dos sons das Geraes – fonte natural para o artista mineiro que veio ao mundo em Ponte Nova (MG) em 13 de maio de 1946 – e pelas tradições musicais enraizadas em solo africano.
A swingueira do som do álbum “Horda” salta aos ouvidos já na primeira faixa, “Abricó de macaco” (João Bosco e Francisco Bosco, 2020).
Contribui para a perfeição do álbum o fato de, pela primeira vez, a NDR BigBand ter sido conduzida por um maestro brasileiro, o trombonista Rafael Rocha, responsável por arranjos e regências que dão novos sopros de vida ao cancioneiro de Bosco com o toque dessa grande orquestra formada por seis trombonistas (Dan Gottshall, Klaus Heidenreich, Sebastian Hoffmann, Lisa Stick, Stefan Lottermann e Ingo Lahme), seis saxofonistas (Fiete Felsch, Peter Bolte, Nigel Hitchcock, Frank Delle. Daniel Buch e Konstantin Herleinsberger) e um naipe de trompetistas (Martijn de Laat, Ingolf Burkhardt, Claus Stötter e Johannes Knoll).
À swingueira dos metais, aliam-se a atenta marcação da bateria do músico convidado Kiko Freitas, o toque percussivo do violão do próprio Bosco – instrumento que por si só parece abarcar o sentimento e o suingue do mundo – e o piano jazzístico de Florian Weber, sobressalente na introdução de “Incompatibilidade de gênios” (João Bosco e Aldir Blanc, 1976) antes de o samba cair no suingue de gravação que inclui passagens jazzísticas ao longo dos mais de sete minutos.
Sim, “Horda” é álbum com faixas de longa duração – geralmente em torno dos sete minutos – que exige fruição atenta para ser saboreado em toda a extensão da obra que inclui flerte com o universo da música erudita no prelúdio que antecede “Sinhá” (João Bosco e Chico Buarque, 2011) no toque do piano do já mencionado Florian Weber.
“Este álbum também é uma homenagem aos grandes criadores de grooves inesquecíveis. Miles Davis, John Coltrane, João Gilberto e Tom Jobim…”, sintetiza Bosco em fala inserida no texto escrito para o encarte do álbum.
A fala faz todo sentido quando se ouve em “Horda” a primeira regravação de “Samba sonhado” (João Bosco e Francisco Bosco, 2024), tema composto com inspiração na bossa definidora de João Gilberto (1931 – 2019). Mas cabe ressaltar que o álbum “Horda” oferece samba com jazz, mas não o samba-jazz que proliferou nas boates carioca dos anos 1960, derivado da bossa nova.
Acima de rótulos limitadores, o que impressiona é a maneira como músicas como “Holofotes” (João Bosco, Antonio Cicero e Waly Salomão, 1990) se revitalizam no universo jazzístico de “Horda” sem anular o balanço da bossa particular de João Bosco.
Mas nem tudo cai no suingue. “Transversal do tempo” (João Bosco e Aldir Blanc, 1976) ressurge como balada jazzística de tempos mais serenos em arquitetura similar à da abordagem de “Caça à raposa” (João Bosco e Aldir Blanc, 1974), esta feita com a devida tensão dessa canção de resistência em que o artista tingiu o verde da floresta com as dores do coração vermelho que sangrava em época de ditadura.
Música que batizou álbum lançado pelo cantor e compositor há nove anos com repertório inédito, a gravação de “Mano que zuera” (João Bosco e Aldir Blanc, 2017) reforça no arranjo a sensação de aglomeração recorrente em “Horda”.
Já “Cabeça de nego” (João Bosco e Aldir Blanc, 1986) – composição que há 40 anos deu nome a outro álbum de Bosco – transita entre o samba e o jongo com o gagabirô típico do artista brasileiro, sinalizando que a identidade da obra de Bosco jamais sucumbe face à excelência imponente do toque da NDR BigBand. Ao contrário. A música de Bosco potencializa a força da orquestra e vice-versa.
Na costura do repertório do álbum “Horda”, “Cabeça de nego” aparece sagazmente ao lado de “Água, mãe água” (João Bosco, 1994) porque, nas duas músicas, o artista puxa o fio de meada que, na onda que balança, deságua na figura matricial de Clementina de Jesus (1901 – 1987) e no som seminal de Pixinguinha (1897 – 1973), elos do Brasil com a África que embasa a obra de João Bosco nessa exuberante fricção com a NDR BigBand que dá outros sopros de vida a um cancioneiro que atravessou 54 dos 80 anos de vida do artista – tomando como ponto de partida a projeção nacional do cantor mineiro em 1972 – com extrema coerência e alta qualidade.
Capa do álbum ‘Horda’, de João Bosco & NDR BigBand com regências de Rafael Rocha
Pintura de Joachim Kühn

Fonte: G1 Entretenimento

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Esposa de jogador da Seleção diz que levou cozinheira de Paris, filmmaker e assessor para os EUA durante a Copa


Como é o dia de folga de um jogador da Seleção Brasileira: família reunida e descanso
Em Nova Jersey, estado que abriga a delegação brasileira durante a Copa, familiares dos atletas alugaram casas nas proximidades para ficarem mais perto dos jogadores.
É o caso de Carol Cabrino, esposa de Marquinhos. Ela contou ter levado uma equipe completa para acompanhar o marido durante o torneio. Além dos parentes, a comitiva inclui profissionais contratados. Veja no vídeo acima.
“Eu trouxe a minha família. Minha família é meu pai, minha mãe, minha irmã… e aí eu tenho duas sobrinhas, tenho meus quatro filhos, então eu trouxe uma pessoa pra ajudar, que é a babá; tem a minha assessora, meu filmmaker, tem uma cozinheira que eu trouxe de Paris e o Yuri e o Tom — que são dois amigões que jogavam com o Marquinhos no Corinthians”, conta Carol ao Fantástico, da TV Globo.
Carol Cabrino, esposa de Marquinhos, organizou uma grande estrutura para apoiar o zagueiro
Reprodução/TV Globo
A ideia é criar um ambiente acolhedor para que o jogador se sinta amparado durante toda a competição.
“A gente fez um belo de um churrasco, colocamos um pagodinho, ele brincando com as crianças”, contou.
Marquinhos com a família
Reprodução/TV Globo
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‘Não desista’
Esse apoio da família foi especialmente importante após a eliminação na Copa do Catar. Na ocasião, Marquinhos sentiu o peso de ter desperdiçado um pênalti e chegou a dizer que era uma “vergonha” para a família. Segundo Carol, foi a união dos parentes que o ajudou a seguir em frente.
“Não! […] Não desiste e continua fazendo o que você sabe fazer que vai dar tudo certo”, aconselhou a esposa à época.
Esposa de Marquinhos relembra apoio após pênalti que eliminou Seleção na Copa do Catar
Reprodução/TV Globo
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Fonte: G1 Entretenimento