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Luiz Carlini, lendário herói da guitarra do rock brasileiro, deixa músicas e solos antológicos ao morrer aos 73 anos


Luiz Carlini (1952 – 2026) criou o antológico solo de guitarra ouvido ao fim da gravação original da canção ‘Ovelha negra’
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♫ OBITUÁRIO
♬ Bastaria somente o antológico solo de guitarra ouvido ao fim da gravação original da balada “Ovelha negra” (Rita Lee, 1975) para imortalizar o músico e compositor paulistano Luiz Sérgio Martins Carlini (31 de agosto de 1952 – 7 de maio de 1956) na história da música brasileira. Mas Luiz Carlini – como era conhecido o grande guitarrista – fez muito mais, a ponto de ganhar o justo status de lenda do rock. E por isso a notícia da morte do artista abala o universo pop brasileiro.
Luiz Carlini morreu na noite de ontem, 7 de maio, aos 73 anos, em hospital da cidade natal de São Paulo (SP). de causa não revelada pela família no comunicado postado em rede social com a noticia do falecimento do artista.
Guitar hero do rock brasileiro, Carlini sai de cena em plena atividade. Integrava atualmente a banda arregimentada pelo cantor Guilherme Arantes para o show da turnê “50 anos luz”.
A propósito, o título da atual turnê de Arantes bem poderia sintetizar a trajetória luminosa de Carlini ao longo de 50 e poucos anos de contribuição fundamental para a construção da identidade nacional do rock made in Brasil. Assistente de palco do grupo Os Mutantes, Luiz Carlini começou a fazer história quando fundou em 1973 a banda Tutti Frutti.
O grupo paulistano ancorou Rita Lee (1947 – 2023) após a turbulenta saída da cantora dos Mutantes. Lançado em 1975, com a canção “Ovelha negra” no repertório, o segundo dos quatro álbuns da banda com Rita, “Fruto proibido”, é o marco dessa fase.
Um dos sucessos do álbum, o rock “Agora só falta você” (1975) é a música mais conhecida da parceria de Carlini com Rita, com quem o guitarrista também compôs “Lá vou eu” (canção feita em 1975 para a trilha sonora da novela “O grito”), “Com a boca no mundo” e “Corista de rock”, entre outras músicas.
Mestre de guitarristas como Roberto Frejat, Carlini criou um toque particular no manejo do instrumento, delineando com sua guitarra Gibson Les Paul a sonoridade do grupo Tutti Frutti e criando assinatura própria calcada no mix de blues-rock com hard rock. Admirador tanto do rock progressivo quanto da Jovem Guarda, Carlini foi guitarrista gigante que nunca apelou para exibicionismo técnico.
Longe de querer mostrar virtuosismo com riff furiosos, Carlini sabia ser agressivo, mas preferia imprimir sentimento ao toque da guitarra e dava preferência aos solos melódicos e aos fraseados que grudavam na mente do ouvinte. Defendia que um solo de guitarra era parte da música, não um organismo independente.
Com a saída de Rita do Tutti Frutti, Carlini saiu dos holofotes, mas manteve o grupo e, com o tempo, se espraiou na música brasileira, tocando com vários artistas, entre eles Erasmo Carlos (1941 – 2022), que gravou música de Carlini, “Rádio patroa”, no álbum “Abra seus olhos” (1986). Na década de 1990, Carlini atuou como guitarrista convidado da banda Camisa de Vênus, de Marcelo Nova.
Todo o imenso legado de Luiiz Carlini no rock brasileiro foi historiado pelo cineasta Luiz Carlos Lucena no documentário “Luiz Carlini – Guitarrista de rock” (2022). Grande nome do rock nativo, Luiz Sérgio Martins Carlini foi herói da guitarra quando roqueiro brasileiro ainda tinha cara de bandido.

Fonte: G1 Entretenimento

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Morre Luiz Carlini, guitarrista brasileiro, aos 73 anos

Morreu, nesta quinta-feira (7), Luiz Carlini, aos 73 anos. Guitarrista, compositor e diretor musical, fez parte da banda Tutti Frutti, e trabalhou com grandes nomes da música brasileira, como a Rita Lee.
A informação foi divulgada no perfil do músico nas redes sociais. A causa da morte não foi informada.
O velório e enterro de Luiz Carlini acontecerão no Cemitério da Lapa, Zona Oeste de Sao Paulo, a partir das 12h desta sexta-feira (8).

Fonte: G1 Entretenimento

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‘La Testa Gira’: música com Anitta é a 5ª mais ouvida na Itália e marca segundo hit dela no país


‘La Testa Gira’, de Fred de Palma, Anitta e Emis Killa
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Enquanto Anitta promove seu disco “Equilibrivm” por aqui, ela também está fazendo sucesso… na Itália. “La Testa Gira”, dos italianos Fred de Palma e Emis Killa com a brasileira, é a quinta música mais ouvida no país, segundo a “Billboard” italiana.
Com pegada latina, “La Testa Gira” é um merengue com refrão acelerado, feito para dançar. A música fala sobre uma noitada com direito a bebedeira, passeio de carrão e festa — e nesse clima, virou a segunda música mais ouvida no YouTube italiano e chegou ao top 5 do Spotify de lá.
A cabeça gira
“A cabeça gira, a noite voa, é uma roubada com o coração na garganta”, diz o refrão, cantado por Anitta.
No TikTok, a música vem sendo usada para mostrar situações que fazem “a cabeça girar”. Por exemplo, roupas ou visuais que a pessoa considera atraentes — ao ver alguém usando aquilo, a cabeça gira.
Além disso, mesmo sem ter clipe, “La Testa Gira” ganhou uma coreografia reproduzida em aulas de dança e vídeos nas redes sociais e no YouTube. A música até virou trilha do programa “Affari Tuoi”, da rede televisiva Rai, nesta semana.
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Anitta e seus hits italianos
Esse é o segundo hit de Anitta na Itália. “Paloma”, que também é uma colaboração dela com Fred de Palma, chegou ao quarto lugar das paradas em 2020. Para o italiano, a brasileira é a “rainha mundial” do pop latino.
Na época, Anitta sentiu na pele o reconhecimento dos italianos. Ela fez uma participação em um show do cantor e foi recebida aos gritos. “Eu nunca imaginei que eu viria para a Itália e chegaria neste nível. Estou me sentindo no Brasil”, disse nos stories.
Assim como “Paloma”, “La Testa Gira” é uma aposta para o verão italiano — para a estação quente, artistas europeus costumam preparar músicas que combinam com festas, praias e calor.
VÍDEO: Anitta e Shakira cantam ‘Choka Choka’ em Copacabana
Anitta e Shakira apresentam “Choka Choka” nas areias de Copacabana

Fonte: G1 Entretenimento

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Por que Seu Jorge demorou mais de 15 anos para lançar o álbum que ele diz ser a sua cara


Por que Seu Jorge demorou 15 anos para lançar álbum que ele chama de ‘melhor trabalho’
O novo trabalho do cantor Seu Jorge, “The Other Side”, nasceu em 2009, há 16 anos, ficou pronto em 2019 e foi lançado nesta sexta-feira (8). Uma pandemia, a vida nos EUA e outros projetos tornaram esse trabalho mais maduro e, segundo o próprio cantor, é o disco tem mais a sua cara.
Com 11 faixas, incluindo regravações de Milton Nascimento e Arthur Verocai e participações de Marisa Monte e Maria Rita, o disco foi gestado todo em Los Angeles (EUA). Esse é um fato interessante, já que o álbum espelha um Brasil dos anos 1960 e 1970. Tem um pouco da MPB do João Gilberto, com umas influências do samba-rock de Jorge Ben Jor.
“O ‘The Other Side’ é um disco que nasce da motivação de investigar uma sonoridade minha, mas também uma sonoridade brasileira”.
Ele conta que foi trabalhando o álbum com muita calma, construindo a identidade durante as conversas com os músicos que participaram do trabalho, olhando cada detalhe dos arranjos.
Isso tudo acontecia em paralelo a outros projetos do próprio Seu Jorge, que ia mexendo em “The Other Side” conforme a inspiração aparecia. Em 2019, o álbum estava pronto para ser lançado. Porém, veio a pandemia.
“Eu, que fui tão criterioso com esse trabalho, não ia simplesmente publicar sem avisar as pessoas, sem falar para o público. É uma grande oportunidade de mostrar algo diferente do que eu tenho feito sucessivamente.”
Seu Jorge, então, esperou mais seis anos até que ele sentisse que estava na hora.
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O cantor conversou com o g1 no estúdio localizado na sua casa em Alphaville, condomínio de casas de alto padrão .
Mas foi a cerca de 10 mil kms de distância, lá em Los Angeles, que o álbum nasceu. À época, ele tinha se mudado com a família para os EUA.
“Lembro como se fosse hoje: a foto da capa é exatamente o momento em que estou sentado, fumando um cigarro, tomando um sol porque na sombra fazia frio. Naquela hora, eu pensava: ‘Tenho que ficar aqui um pouco’.”
A presença da família foi muito importante para o músico. Isso, somado a um ambiente musical e uma troca frequente com Mario Caldato Jr., produtor musical e dono do estúdio onde o disco foi feito, são os segredos de “The Other Side”.
Capa do álbum ‘The other side’, de Seu Jorge
B+ / Divulgação
A música e a diplomacia
Enquanto “Baile à la Baiana”, seu último trabalho lançado em 2025 é um disco com muitos elementos eletrônicos, para cima, para dançar, “The Other Side” é bem mais calmo, com canções de voz e violão, tranquilo.
Das 11 faixas, apenas uma tem composição do cantor. “É um álbum no qual sou intérprete, uso minha voz como instrumento”, explica. Seu foco maior ficou nas conversas trocas com produtores e musicistas sobre os arranjos. Conversas de bons anos;
Focando no público internacional, misturando canções em português e inglês, Seu Jorge diz que fazer um álbum com a cara do seu país de origem nos EUA tem potencial para criar uma conexão com brasileiros residentes no país.
“Vejo a cultura como um instrumento de expansão diplomática e geopolítica. O disco é um expansionismo do Brasil: fiz música brasileira nos EUA, com formatação americana, almejando ser percebido no mundo inteiro.”
“Em termos de música, de cuidado, de tempo dedicado… eu tenho certeza de que é o melhor trabalho que já fiz”, diz Seu Jorge no release do trabalho. Na entrevista, ele reforça que esse conceito de “melhor trabalho” está ligado ao apego aos detalhes e à sinceridade.
Sinceridade porque, segundo o próprio, esse não é um trabalho para o mercado. São músicas que fogem do compasso tradicional, que não devem viralizar ou tocar nas rádios.
“Estamos trabalhando para a beleza, não pelo custo. Passamos a vida toda trabalhando para a indústria; uma vez na vida, a gente tem que poder fazer diferente. Eu disse para o Mario: ‘Nossa música tem começo, meio e fim. Fade out é coisa de rádio para entrar o anunciante’.”
Como deu para perceber, Seu Jorge não se mostra muito preocupado com números. Seu grande apego é com uma recepção aberta do público. “Quero que seja um álbum que as pessoas ouçam com atenção”.
E futuro ‘de volta’ às origens
O cantor Seu Jorge, durante ensaio no seu estúdio em São Paulo
Divulgação
Depois de entregar para o mundo um trabalho tão maturado, ele não deixa de pensar no futuro: Seu Jorge quer lançar um álbum de samba, o que seria inédito na carreira dele. É o que ele diz.
Daí, você pode pensar: mas e “Músicas Para Churrasco” volume 1 e 2? E até mesmo o clássico do Farofa Carioca, “Moro no Brasil”, com “Timbó”, “Jacaré”, “Babel”…?
“Não, esses são álbuns que, em algum momento, dialogam com samba. Mas não são na essência”, justifica.
“Eu estou falando de fazer uma audição com compositores, que tenha um grande produtor, um álbum que todos os elementos soem como um álbum de samba. Eu quero ter um álbum de samba porque sou um bom cantor de samba e me sinto confortável nessa área.”
Ao falar de samba, Seu Jorge se empolga. Cita os produtores que sonha trabalhar (de Rildo Hora a Wilson Prateado), contemplando sonoridades que vão dos anos 1960 ao final dos anos 1990, estúdios onde gostaria de cantar, compositores e instrumentistas que não podem ficar de fora.
Sobrinho de Jovelina Pérola Negra e primo de Dudu Nobre, o samba é algo que, definitivamente, corre nas suas veias.

Fonte: G1 Entretenimento

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Dona de ‘Total eclipse of the heart’: Quem é Bonnie Tyler, cantora colocada em coma induzido após cirurgia


Ícone do pop rock dos anos 80, Bonnie Tyler se apresenta na Concha Acústica do TCA
Divulgação/ TV Bahia
A cantora britânica Bonnie Tyler foi colocada em coma induzido após uma cirurgia de emergência realizada nesta quarta-feira (7), de acordo com o jornal “Guardian”.
Aos 74 anos, Tyler é mais conhecida por hits dos anos 1980, como “Total Eclipse of the heart” e “Holding out for a hero”.
Médicos induziram o coma na cantora para ajudar na sua recuperação, segundo um porta-voz da artista.
“Sabemos que todos vocês desejam o melhor para ela e pedimos privacidade neste período difícil, por favor.”
Tyler foi internada às pressas em um hospital em Portugal, país onde mora, para passar por uma cirurgia intestinal de emergência.
Vídeos em alta no g1
Quem é Bonnie Tyler
Bonnie Tyler é o nome artístico de Gaynor Hopkins. Nascida no no País de Gales, ela se tornou uma das cantoras de maior sucesso comercial da década de 1980. Reconhecida pelo timbre rouco e por performances dramáticas, ela ficou conhecida por transitar entre o country rock e o rock operático, estilo que se tornou sua marca registrada em colaborações com o produtor Jim Steinman.
O diferencial de sua voz foi resultado de uma intervenção médica em 1977. Após passar por uma cirurgia para a retirada de nódulos nas cordas vocais, Tyler não seguiu as recomendações de repouso absoluto, o que resultou em uma rouquidão permanente.
O novo timbre, frequentemente comparado ao de Rod Stewart, tornou-se seu principal recurso artístico e impulsionou o sucesso internacional de “It’s a Heartache” ainda no fim dos anos 1970.
A virada definitiva na trajetória da cantora ocorreu em 1982, quando assinou com a CBS (Sony) e buscou uma mudança de direção musical ao trabalhar com o compositor e produtor Jim Steinman, conhecido pelas produções teatrais e grandiosas para Meat Loaf.
A cantora galesa Bonnie Tyler nos anos 80 e em foto recente
Divulgação/Site Oficial
O resultado da parceria foi o álbum “Faster Than the Speed of Night” (1983), que rendeu à artista números históricos nas paradas britânica e americana.
O principal destaque é “Total Eclipse of the Heart”, canção que se tornou o maior sucesso da carreira de Tyler. Com quase sete minutos em sua versão original, a música é uma “power ballad” operática. Apesar de fugir dos padrões radiofônicos da época, o hit alcançou o primeiro lugar na Billboard Hot.
O impacto da faixa foi amplificado por um videoclipe de estética surrealista, hoje considerado um clássico da era MTV. Filmado em um antigo asilo, o vídeo conta com crianças com olhos brilhantes em um coral, dançarinos de tanga dando mortais e lutadores de esgrima.
Graças ao desempenho do álbum e do single, Tyler tornou-se a primeira artista feminina britânica a estrear um disco diretamente no topo da parada do Reino Unido. Ela também permanece como a única artista galesa a ter um single no número um da UK Singles Chart.
Além do sucesso de 1983, a carreira de Tyler é marcada pela faixa “Holding Out for a Hero” (1984), que fez parte da trilha de “Footloose”, mas que é mais conhecida de gerações mais jovens pela presença marcante em “Shrek 2”.
Em 2023, a trajetória da artista foi oficialmente reconhecida pela coroa britânica, quando recebeu o título de membro da Ordem do Império Britânico (MBE).
A cantora galesa Bonnie Tyler em 1984
Divulgação/Facebook da artista

Fonte: G1 Entretenimento

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Chico Buarque avaliza álbum do grupo Escafandristas com obra do compositor


Chico Buarque (ao centro) participa do samba ‘A volta do malandro’, uma das 15 músicas do álbum do grupo Escafandristas
Isabela Espíndola / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Em 2024, por conta dos 80 anos completados por Chico Buarque, Alice Passos (voz, flauta, violão e percussão), Luisa Lacerda (voz e violão), Renato Frazão (voz e baixo) e Thiago Amud (voz e violão) formaram no Rio de Janeiro (RJ) um grupo, Escafandristas, para cantar a obra do compositor em show estreado em outubro daquele ano de 2024.
Orquestrado com arranjos e direção musical de Amud, o movimento do quarteto chegou aos ouvidos do homenageado. Chico viu o show em apresentação privada realizada pelos Escafandristas na casa da filha mais nova do compositor, Luísa. A boa repercussão do show gerou álbum, produzido a partir de julho de 2025 no estúdio da gravadora Biscoito Fino.
Previsto para ser lançado em junho deste ano de 2026, o primeiro álbum do grupo Escafandristas – quarteto assim batizado com inspiração em verso da canção “Futuros amantes” (1993) – contabiliza 15 músicas de Chico Buarque no repertório.
O compositor avaliza o álbum, tendo posto voz na gravação do samba “A volta do malandro” (1985). Além de Chico, o álbum conta com intervenções do cantor Giuliano Eriston em “Brejo da Cruz” (1984) e do poeta e dramaturgo Ruy Guerra. O parceiro de Chico declama poema de autoria própria na faixa “O que será” (1976).
Já as cinco netas de Chico Buarque – Cecília Buarque, Clara Buarque, Irene Buarque, Lia Buarque, Teresa Buarque – se juntaram em estúdio, pela primeira vez, para cantar “As minhas meninas” (1987).

Fonte: G1 Entretenimento

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Bonnie Tyler é colocada em coma induzido após cirurgia de emergência


Ícone do pop rock dos anos 80, Bonnie Tyler se apresenta na Concha Acústica do TCA
Divulgação/ TV Bahia
A cantora britânica Bonnie Tyler foi colocada em coma induzido após uma cirurgia de emergência realizada nesta quarta-feira (7), de acordo com o jornal “Guardian”.
Médicos induziram o coma na cantora de 74 anos para ajudar na sua recuperação, segundo um porta-voz da artista.
“Sabemos que todos vocês desejam o melhor para ela e pedimos privacidade neste período difícil, por favor.’
Um dos grandes nomes da música pop dos anos 1980, Tyler foi internada às pressas em um hospital em Portugal, país onde mora, para passar por uma cirurgia intestinal de emergência.
Vídeos em alta no g1
Nascida no País de Gales com o nome de Gaynor Hopkins, Bonnie Tyler ganhou projeção internacional no fim da década de 1970 com o sucesso “It’s a Heartache”. Nos anos 1980, consolidou a carreira com hits como “Total Eclipse of the Heart”, lançado em 1983, e “Holding Out for a Hero”, de 1984.
Dona de uma voz marcante e rouca, além do visual característico com cabelos loiros, a cantora representou o Reino Unido no Eurovision Song Contest 2013, em 2013, com a música “Believe in Me”. Ela terminou a competição na 19ª colocação.
Em 2023, Bonnie Tyler foi homenageada pelo rei Charles III com o título de membro da Ordem do Império Britânico (MBE, na sigla em inglês), em reconhecimento à trajetória artística e à contribuição para a música.

Fonte: G1 Entretenimento

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Globo de Ouro atualiza regras para deixar claro que aceita trabalhos gerados por inteligência artificial


Wagner Moura no Globo de Ouro
AP Photo/Chris Pizzello
O Globo de Ouro anunciou nesta quinta-feira (7) uma atualização às suas regras para deixar claro que aceita trabalhos gerados por inteligência artificial.
A decisão reflete a mudança do Oscar, que na sexta-feira (1º) barrou o uso da tecnologia nas categorias de atuação e roteiro.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Dominguinho 2’ reproduz a doçura e a fórmula do álbum original, mas com dose bem menor de espontaneidade


Jota.Pê (à esquerda), João Gomes (ao centro) e Mestrinho lançam hoje, 7 de maio, o álbum ‘Dominguinho vol. 2’, gravado em Salvador
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♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Dominguinho vol. 2
Artistas: Jota.Pê, João Gomes e Mestrinho
Cotação: ★ ★ ★
♬ No mundo a partir de hoje, 7 de maio, o segundo volume do álbum “Dominguinho” é imposição mercadológica diante do sucesso retumbante do álbum original de 2025. Ao ser lançada em abril do ano passado, a gravação do show acústico feito por João Gomes, Jota.Pê e Mestrinho no Centro Histórico de Olinda (PE), sem plateia, gerou turnê que arrastou multidões pelo Brasil para ver o show do trio. Uma sequência então soa natural do ponto de vista empresarial.
Com 12 músicas, o álbum “Dominguinho vol. 2” repete a fórmula do antecessor no registro ao vivo audiovisual feito em 11 de março deste ano de 2026 em apresentação do trio no Centro Histórico de Salvador (BA), na Bahia.
A doçura do canto do trio – evidenciada sobretudo no mel da voz grave de João Gomes, motor do projeto que catapultou Jota.Pê e Mestrinho a outro patamar no mercado da música – está reproduzida em músicas como a inédita “Deusa minha” (Jadson Araújo, Kaique Carneiro, Keu Dantas, Kinho Compositor, Mateus Vulcani, Ruan Tavarez e Samuel Vulcani, 2026).
Tal doçura é aditivada pelo toque afetuoso da sanfona de Mestrinho. Contudo, parece haver dose bem menor de espontaneidade no registro desse repertório que gravita em torno do universo da música nordestina rotulada genericamente como forró. Até porque, dessa vez, o trio já sabe que o segundo álbum é efeito causado pelo primeiro.
Dentro do universo nordestino, João Gomes, Jota.Pê e Mestrinho repõem em cena músicas como o apaixonado xote “Ligação estranha” (Dorgival Dantas, 2017) e recorrem a um eficaz medley para conectar o xote “Meu cenário” (Petrúcio Amorim, 2003) – sucesso do cantor Flávio José no circuito nordestino – com outro xote, “Numa sala de reboco” (Luiz Gonzaga e Zé Marcolino, 1965), standard do cancioneiro de Luiz Gonzaga (1912 – 1989), referencial cantor pernambucano imortalizado como o Rei do baião e evocado pela voz grave e pelo chapéu de vaqueiro de João Gomes.
Pautado por regravações de músicas como “Verão sem calor” (Jadson Araújo, 2022), tema no qual o trio persegue a melancolia entranhada na letra escrita com lirismo popular, o repertório de “Dominguinho vol. 2” também joga para a galera com (estranha) recriação do funk melody “Se ela dança, eu danço” (2006), sucesso autoral de MC Leozinho há 20 anos.
É que “Dominguinho”, o show, costuma evoluir para um baile na segunda metade, com o trio se apropriando de hits alheios. Como o repertório inédito por vezes resulta com moderado poder de sedução, caso de “Dois mundos” (Mestrinho, 2006), recorrer a um sucesso alheio, como “As quatro estações” (Sandy, Álvaro Socci e Claudio Matta, 1999), megahit da dupla Sandy & Junior reaviado pelo trio na cadência do xote, é tática certeira.
“As quatro estações” deverá funcionar bem no show com o calor da plateia. No álbum, o clima é outonal. Só que “Dominguinho vol. 2” é, em essência, álbum feito para gerar mais apresentações do trio pelo Brasil. Afinal, o projeto agregou prestígio a João Gomes e elevou a popularidade de Jota.Pê e Mestrinho, tendo fôlego para continuar em cena por mais tempo.
Capa do álbum ‘Dominguinho 2’, de João Gomes, Jota.Pê e Mestrinho
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Fonte: G1 Entretenimento

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20 hits em 20 anos: a história de ‘Tremendo Vacilão’, o ‘funk melody’ febre de 2006


20 anos em 20 hits: a história de “Tremendo Vacilão”, de Perlla
Em 2006, uma jovem carioca de 17 anos decidiu que não aceitaria ser “abandonada na madrugada”.
Ao transformar a frustração amorosa em verso, Perlla não apenas lançou um sucesso, mas ajudou a redefinir o alcance do funk no Brasil.
“Tremendo Vacilão”, o hit daquele ano, provou que o gênero poderia, sim, tocar nas rádios, programas de TV e em festinhas de família. Era só falar de amor.
Esta matéria faz parte da série “20 hits em 20 anos”, que está no Globo Pop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do “20 hits em 20 anos” para não perder nenhum episódio. Baixe o globopop aqui!
“Pra mim já chega, eu tô bolada. Agora quem não quer sou eu”, cantava a artista, em um verso que já antecipava discursos sobre empoderamento feminino.
A faixa integrou seu álbum de estreia, “Eu Só Quero Ser Livre” (2006), que também emplacou hits como “Eu Vou” e “Totalmente Demais” — esta última, tema de novela da TV Globo.
Perlla na primeira apresentação no Caldeirão, em 2006
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Diferente do estilo de contemporâneas como Tati Quebra Barraco e Deise Tigrona (que já faziam bastante sucesso na época, mas com letras explícitas), Perlla apostou em narrativas românticas ao focar no funk melody.
Nomes como MC Marcinho também despontavam no cenário musical da época, seguindo essa mesma linha e com sucessos como “Glamurosa” e “Garota Nota 100”. Mas a cantora trouxe uma nova roupagem ao movimento.
Com seu bom gloss e celulares de flip, ela ajudou a introduzir a figura da diva pop no universo do funk. E o clipe da faixa está aí para provar:
Curiosamente, “Tremendo Vacilão” não foi escrita originalmente para ela, tendo sido oferecida primeiro a Kelly Key. No entanto, na voz de Perlla, a canção tornou-se tudo isso que a gente já sabe: um fenômeno nacional que perdura até hoje em karaokês e fervos por aí.
Aos 37 anos, Perlla acumula uma trajetória marcada por algumas mudanças de rota: após o auge da carreira, a cantora migrou para a música gospel e, anos mais tarde, tentou retornar ao pop mais uma vez.
Embora o retorno não tenha repetido o impacto comercial da década de 2000, sua importância no gênero permanece intacta: sem essa espécie de “transição estética” promovida por ela, o caminho para as mulheres que dominam o cenário atual do funk e do pop brasileiro certamente teria sido bem mais difícil.
Cantora Perlla
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Fonte: G1 Entretenimento