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‘Copacabana coroou Shakira como a rainha do pop latino’: o que a imprensa internacional disse sobre show no RJ


O megashow da cantora colombiana Shakira na praia de Copacabana ganhou destaque na imprensa internacional.
No Reino Unido, a BBC disse que a artista cantou “seus maiores hits para uma multidão enorme”.
O texto destaca que o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Cavaliere (PSD), calculou que o evento teve a presença de 2 milhões de pessoas.
“No entanto, uma análise do BBC Verify [o serviço de checagem de fatos da BBC] do show da Lady Gaga em Copacabana em 2025 concluiu que esses números estão provavelmente inflados.”
A BBC ainda lembrou que o show foi financiado pela prefeitura, “num esforço para revitalizar a economia local, com a expectativa de que o evento gere R$ 800 milhões para o Brasil”.
A agência Associated Press (AP) destacou que Shakira “encantou a multidão”.
Vários veículos destacaram a relação antiga da cantora colombiana com o Brasil
Getty Images/BBC
A reportagem da AP informou que a cantora subiu aos palcos às 11h da noite, uma hora depois do previsto, enquanto os fãs “gritavam e aplaudiam em grande excitação e drones voavam acima das cabeças deles para formar a frase ‘Eu amo você, Brasil’, em português”.
A AP também noticiou que a artista falou com carinho da primeira vez que esteve no Brasil, três décadas atrás.
“Eu cheguei aqui quando tinha 18 anos, sonhando em cantar para vocês. Olhe agora para isso. A vida é mágica”, disse Shakira.
A alemã Deutsche Welle (DW) lembrou que “muitos dos presentes no show viajaram por horas, em alguns casos atravessaram fronteiras internacionais, para ver a Shakira no palco em frente ao icônico [hotel] Copacabana Palace”.
“Alguns fãs até dormiram na praia no dia anterior, para garantir um lugar próximo ao palco”, escreveu a DW.
O veículo alemão ainda destacou que, no sábado de manhã, horas antes do show, “a praia estava cheia de pessoas e vendedores ambulantes, que ofereciam milho verde, petiscos, água engarrafada e até o mais tradicional coquetel brasileiro, a caipirinha”.
O jornal britânico The Independent destacou em sua manchete que “Shakira transformou a praia numa pista de dança”.
“A performance monumental ecoa espetáculos gratuitos semelhantes realizados por Madonna no início de 2024 e por Lady Gaga no ano passado, que também atraíram multidões imensas para a extensa faixa de areia”, diz a reportagem.
No The Independent, o etnomusicólogo Felipe Maia, que cursa doutorado em música popular e tecnologias digitais na Universidade Paris Nanterre, na França, destacou que, “quando Shakira se apresentou pela primeira vez no Brasil, na década de 1990, ela estabeleceu uma conexão incrível com o público brasileiro”.
Segundo o especialista, o show em Copacabana “coroa o relacionamento que Shakira tem com o Brasil há muito tempo”.
Já a Radio France Internationale (RFI) afirmou que a praia de Copacabana “coroou Shakira como a rainha do pop latino”.
Para a imprensa internacional, show corrou Shakira como ‘rainha do pop latino’
Getty Images/BBC
Repercussão na terra natal de Shakira e em toda a América Latina
Os veículos colombianos também dedicaram manchetes e reportagens ao show da cantora no Rio de Janeiro.
O El Tiempo disse que “a noite de sábado, 2 de maio, marcou um dos momentos mais esperados do ano para a música latina”.
Ainda segundo o jornal, o espetáculo “combinou música, convidados locais e momentos íntimos de empoderamento feminino”.
O site Infobae destacou que o show gratuito “não apenas marcou um momento histórico na carreira da artista natural de Barranquilla, como também a consolidou como a primeira artista latina a ser a atração principal de um espetáculo desta magnitude num local icônico, superando os números recentes de artistas internacionais como Madonna e aproximando-se do recorde de Lady Gaga”.
O El País escreveu que o “o Rio de Janeiro se rendeu à cantora colombiana, que convidou Anitta, Caetano Veloso, Maria Bethânia e Ivete Sangalo para subir ao palco”.
“Falando constantemente com a plateia num português impecável, Shakira exalava carisma e dedicou o show às mulheres latinas, em especial às 20 milhões de mães solteiras no Brasil que lutam para sustentar suas famílias”, destacou o El País.
A reportagem ainda lembrou que, “enquanto Bad Bunny ainda estava engatinhando, Shakira já estava em turnê pelo interior do Brasil para promover seu álbum Pies Descalzos [em 1995]”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Anitta se declara após dueto com Shakira no Rio: “Guardarei para sempre na memória”


Anitta e Shakira apresentam “Choka Choka” nas areias de Copacabana
Na noite de sábado, 2 de maio, a Praia de Copacabana foi palco de um encontro histórico entre duas das maiores estrelas da música latina: Anitta e Shakira apresentaram, pela primeira vez juntas ao vivo, a canção “Choka Choka”, uma parceria que faz parte do novo álbum da brasileira, intitulado “EQUILIBRIVM”.
O dueto foi um dos pontos altos do projeto Todo Mundo no Rio, que atraiu uma multidão estimada em 2 milhões de pessoas, tornando-se o maior show da carreira da estrela colombiana.
Shakira e Anitta no Todo Mundo no Rio
TV Globo
Veja FOTOS do megashow
Leia como foi o show
Nos bastidores, Anitta revelou que a colaboração nasceu da amizade entre as duas, que são vizinhas em Miami, nos Estados Unidos. Segundo a brasileira, Shakira escolheu pessoalmente a faixa após ouvir os projetos de seu novo álbum.
Após a apresentação, Anitta não poupou elogios à cantora colombiana, definindo-a como uma “artista única e generosa” e afirmando que guardará o momento para sempre na memória. Em entrevista ao gshow, a cantora declarou:
“Shakira é uma artista única e generosa. Viver esse momento na minha cidade, ao lado de uma amiga tão querida, foi algo tão especial que guardarei pra sempre na memória. A energia do povo brasileiro prestigiando a nossa loba marcou a história do Todo Mundo no Rio, né?”, disse a cantora, que é parceira de Beats.
Em suas redes sociais, a brasileira compartilhou registros do show com declarações de afeto, chamando Shakira de “perfeita”. As artistas chegaram a ensaiar a coreografia dias antes no hotel Copacabana Palace.
Esta foi a segunda participação de Anitta no projeto Todo Mundo no Rio. Em 2024, a cantora já havia subido ao palco de Copacabana como convidada especial de Madonna, durante a performance de “Vogue”.
Além de Anitta, o megashow de Shakira contou com outras participações de peso, como Ivete Sangalo e os ícones da MPB Caetano Veloso e Maria Bethânia.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Shakira faz megashow em Copacabana

Shakira faz megashow em Copacabana Estrela pop se apresentou na 3ª edição do ‘Todo Mundo no Rio’, na noite deste sábado (2). Show reuniu 2 milhões, segundo a Prefeitura do Rio. Show fez parte da turnê “Las Mujeres Ya No Lloran World Tour”.. Apresentação contou com participações de Anitta, Ivete Sangalo, Caetano Veloso, Maria Bethânia e a bateria da Escola de Samba Unidos da Tijuca.

Fonte: G1 Entretenimento

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Sob a lua de Copacabana, Shakira reúne sua alcateia em noite histórica


Shakira na abertura do show no Rio de Janeiro
REUTERS/Ricardo Moraes
Antes de subir ao palco da Praia de Copacabana neste sábado (2), Shakira já sabia a dimensão do que encontraria no Rio.
Depois de um show histórico no Zócalo, México, ela chegou a Copacabana para mais um capítulo marcante de sua trajetória.
O roteiro era familiar para os fãs brasileiros, mas não idêntico. Depois de trazer a turnê “Las Mujeres Ya No Lloran” ao país em 2025, a cantora promoveu ajustes no repertório para a escala monumental de Copacabana.
Depois de Lady Gaga e Madonna, Shakira sabia o peso simbólico dessa apresentação. Nas semanas que antecederam o show, alimentou a expectativa dos fãs nas redes sociais, definiu a noite como um sonho e escreveu um artigo para o jornal O Globo em homenagem à força das mulheres latinas.
Apesar do atraso de mais de uma hora, o público não desanimou. O maior trunfo da apresentação esteve na energia física da artista: ela conduziu a plateia com tanta intensidade que era difícil resistir ao impulso de dançar.
Shakira dança durante show em Copacabana
Edson Douglas/AgNews
A abertura com “La Fuerte” já antecipava o clima do espetáculo: uma faixa eletrônica pulsante que serviu como declaração de intenções. Na sequência, “Girl Like Me” reforçou uma das marcas da noite: a celebração das mulheres, especialmente das latinas.
O ritmo seguiu com “Las de la Intuición” e “Estoy Aquí”, embora esta última tenha aparecido em versão reduzida — breve demais para um dos hits mais queridos pelo público brasileiro.
Shakira se apresenta na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro.
REUTERS/Ricardo Moraes
“Eu não posso acreditar que estou com vocês. Pensar que cheguei aqui com 18 anos… e agora olha isso. A vida é mágica. Não existe coisa melhor do que uma lobinha encontrar sua alcateia brasileira”, disse Shakira, antes de engatar “Empire” e “Inevitable”, faixa em que exibiu sua potência vocal.
A emoção tomou conta quando imagens de seus filhos, Milan e Sasha, surgiram nos telões durante “Acróstico”. Escrita como uma carta de amor para os dois, a faixa transformou o espetáculo em um raro momento de intimidade.
O clima esquentou com o medley de “Copa Vacía”, “La Bicicleta” e “La Tortura”, uma síntese da latinidade que atravessa sua obra. São hits que sustentariam performances inteiras, mas um repertório tão extenso exige concessões.
O ápice da dança, como era esperado, veio com “Hips Don’t Lie”, quando seus quadris voltaram a justificar a fama construída ao longo de décadas.
Para alegria dos fãs, a colombiana inseriu “Loca” e “Can’t Remember to Forget You”, músicas que não são muito frequentes nos setlists dos shows mais recentes.
Homenagens às mães solos
“No Brasil existem mais de 20 milhões de mães solteiras, eu sou umas delas. Eu dedico esse show a todas elas”, falou na introdução de “Soltera”.
Quando chegou a vez de apresentar Anitta, Shakira a chamou de “rainha”. Essa foi a primeira vez que elas se cantaram juntas ao vivo “Choka Choka”.
Antes da loba, existiu a roqueira de cabelos pretos e, em um show desse porte, era impossível deixar os clássicos dos anos 90 de fora. Foi nesse momento que a cantora apostou na memória afetiva dos fãs, exibindo nos telões imagens do início de sua carreira.
Ela engatou “Pies Descalzos, Sueños Blancos” e “Antología”, em uma versão acústica. Ela até tentou pedir ajuda para o público cantar, mas o público demorou a responder, e o clima esfriou por alguns instantes.
Santo Amaro no palco
Ter participações especiais em megashows não é novidade. Mas a presença de Caetano Veloso e Maria Bethânia pegou o público de surpresa já nos ensaios.
‘Voz que atravessa gerações’, diz Shakira ao chamar Maria Bethânia
Ao lado de Bethânia e dos integrantes da bateria da Unidos da Tijuca, Shakira cantou “O Que É, O Que É?” (1982), um dos maiores sucessos de Gonzaguinha. Já o encontro com Caetano emocionou ao cantar “Leãozinho”, música que a colombiana entoa para o filho Milan dormir.
Repetindo o Rock in Rio de 2011, Shakira voltou a dividir o palco com Ivete Sangalo cantando “Pais Tropical”. Claro que a baiana transformou a breve participação em uma mini micareta.
Embora tenha ocupado o maior palco da história do evento, isso não significou apoio em grandes cenários. Muito pelo contrário: a grandiosidade foi sustentada por elementos simples e pela força da performance.
Depois das baladas e da carga emocional, a reta final elevou novamente a temperatura com “Whenever, Wherever” e o hino da 2010 FIFA World Cup, “Waka Waka (This Time for Africa)”, com o influenciador do Complexo da Maré Raphael Vicente.
Shakira apresenta “Waka Waka (This Time for Africa)” no palco do Rio de Janeiro
As areias de Copacabana se transformaram em uma floresta de lobas, uivando em coro enquanto os mandamentos da loba eram projetados nos telões e uma estrutura gigantesca de lobo invadia o palco. Até que a loba-mor surgiu para cantar “She Wolf” e “Bzrp Music Sessions, Vol. 53”.
Depois de mais de duas horas de show, ficou a certeza de que Shakira mantém um domínio de palco impressionante e uma voz que ainda carrega a força da jovem de 19 anos que conquistou o Brasil há quase três décadas.
Se Copacabana é, como a própria artista definiu, um altar da Terra, essa noite ela ocupou o centro dele, reverenciada por uma multidão de súditos da loba.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Vintage Culture comanda show de abertura na Praia de Copacabana; acompanhe em tempo real

Vintage Culture comanda show de abertura na Praia de Copacabana; acompanhe em tempo real Popstar se apresenta na noite deste sábado (2), na Praia de Copacabana, na 3ª edição do Todo Mundo no Rio Expectativa é que o evento reúna mais de 2 milhões de pessoas na Praia de Copacabana.. Palco fica na areia da Praia de Copacabana, em frente ao Copacabana Palace, no quarteirão da Avenida Atlântica entre as ruas Rodolfo Dantas e República do Peru.. Prefeitura orienta a população a optar pelo transporte público para ir ao show.

Fonte: G1 Entretenimento

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Banda Procurando Kalu se une a Buhr em duas faixas do álbum ‘Dançaremos furta-cor com outros mundos’


A banda cearense Procurando Kalu lança na próxima sexta-feira, 8 de maio, o segundo álbum de estúdio, ‘Dançaremos furta-cor com outros mundos’
Nayra Maria / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Segundo álbum de estúdio da banda cearense Procurando Kalu, “Dançaremos furta-cor com outros mundos” aporta nos aplicativos de áudio na próxima sexta-feira, 8 de maio, com capa assinada pelo artista visual Negro Souza. O álbum apresenta dez músicas inéditas gravadas entre janeiro e maio de 2025, no Quetzal Estúdio, em Sobral (CE), cidade natal do grupo de art rock formado em 2013.
Ambientado em atmosfera de rock experimental, o repertório autoral do álbum “Dançaremos furta-cor com outros mundos” foi formatado com produção musical orquestrada por Susannah Quetzal em parceria com a banda, formada por Zeca Kalu (voz), Briar (sintetizadores, baixo sintetizador, sample, voz e coro), Felipe Castro (voz e performance), Gegê Teófilo (guitarra, sintetizadores, beat, sample e coro), Izma Xavier ( baixo e baixo sintetizador), Rami Freitas (bateria, bateria eletrônica, congas e ganzá) e Rodrigo Brasil (guitarra, mandolin e coro).
Alguns integrantes da banda Procurando Kalu tocam com Buhr, artista presente com voz e percussão em duas músicas do álbum, “Coração diamante” e “Estilhaço”. Já o guitarrista Fernando Catatau figura na faixa “Quase vidro”.
Com músicas como “Água doce”, “Alguma coisa de noite”, “Corpoco” e “Farpa”, o álbum “Dançaremos furta-cor com outros mundos” herda samples e ruídos do primeiro álbum da banda, “Kalu parado frente ao corpo”, lançado há quatro anos.
Através do cancioneiro deste segundo álbum, o grupo Procurando Kalu dá continuidade às reflexões sobre corpo e memória, pondo no centro temático do repertório a personagem Kalu, exposta na capa do álbum na figura de Felipe Castro.
Capa do álbum ‘Dançaremos furta-cor com outros mundos’, da banda Procurando Kalu
Arte de Negro Souza

Fonte: G1 Entretenimento

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Wagner Moura, Ralph Fiennes e Colin Farrell vão estrelar novo filme de Fernando Meirelles, diz site


Wagner Moura, Ralph Fiennes e Colin Farrell.
Divulgação
O ator brasileiro Wagner Moura se juntará aos indicados ao Oscar Ralph Fiennes e Colin Farrell no elenco de “Art”, o novo longa-metragem do diretor brasileiro Fernando Meirelles.
A informação foi divulgada neste sábado (2) pelo portal americano Deadline.
O projeto é uma adaptação para o cinema da aclamada peça teatral da dramaturga francesa Yasmina Reza.
Sinopse
Vídeos em alta no g1
A trama acompanha três amigos de longa data — Serge, Marc e Yvan — cujos laços são colocados à prova após um deles adquirir uma obra de arte inusitada: uma tela inteiramente branca.
O conflito de opiniões sobre o que constitui a “arte” gera uma tensão cômica, deixando o terceiro amigo em uma posição desconfortável de mediador.
O roteiro da adaptação é assinado por Christopher Hampton, vencedor do Oscar por “Meu Pai” (2020) e “Ligações Perigosas” (1988).
Fernando Meirelles volta a trabalhar com Ralph Fiennes 20 anos após o sucesso de “O Jardineiro Fiel” (2005) e com Colin Farrell após a recente série “Sugar”, da Apple TV+.
O cineasta Fernando Meirelles ao lado de pôster do filme ‘Cidade de Deus’ em sua produtora O2 Filmes, em São Paulo
Fábio Tito/g1
Com Wagner Moura, a parceria é de longa data: Meirelles produziu diversos projetos estrelados pelo ator, como o filme “VIPs” (2010).

Fonte: G1 Entretenimento

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Gilsons reiteram no show ‘Eu vejo luz’ a evolução exposta no segundo álbum


O grupo Gilsons mostra forte conexão com o público na estreia carioca da turnê ‘Eu vejo luz’
Rodrigo Goffredo
♫ CRÍTICA DE SHOW
Título: Eu vejo luz
Artista: Gilsons
Data e local: 1º de maio de 2026 no Vivo Rio (Rio de Janeiro, RJ)
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Quase no fim do primeiro show no Rio de Janeiro (RJ) da nova turnê dos Gilsons, “Eu vejo luz”, o trio celebrou no palco da casa Vivo Rio o fato de ter tocado todas as dez músicas do recém-lançado segundo álbum de estúdio, “Eu vejo luz em maior proporção do que eu vejo a escuridão” (2026), disponível desde 4 de março.
Foi de fato uma proeza. Na estreia carioca da turnê mundial que chegou à cena em Salvador (BA) no sábado passado, 25 de março, Francisco Gil, João Gil e José Gil seguiram o roteiro da estreia do show na Bahia e bancaram o irretocável álbum em que o grupo carioca refina o som, transitando entre o lirismo e a leveza.
Em cena desde 2018, o trio virou o disco e foi além da bem-sucedida receita do álbum de estreia, “Pra gente acordar” (2022), trabalho que fez dos Gilsons um fenômeno de popularidade juvenil na cena musical brasileira com som contemporâneo, com os beats da geração do trio, mas essencialmente enraizado na música pop afro-baiana, na batida do tambor.
Pela recepção do público à medida em que o trio seguiu o roteiro aberto com “Zumbido” (João Gil, 2026), ficou evidente que as músicas do primeiro álbum ainda surtem maior efeito na plateia – o que somente realça a coragem dos Gilsons na valorização do repertório do disco novo – mas também ficou claro a forte conexão do trio com um público majoritariamente jovem.
Em sintonia com o título “Eu vejo luz ”, o show resultou belamente iluminado. Há um apuro visual na luz (e na exposição dos vídeos) condizente com a evolução dos Gilsons em oito anos de existência do grupo.
Se guardou para o bis o grande hit “Várias queixas” (Germano Meneghel, Afro Jhow e Narcizinho, 2012), música do Olodum da qual se apropriou no single seminal de 2018, o trio logo cantou “Love Love” (João Gil, José Gil e Julia Mestre), outro hit desse primeiro single dos Gilsons. Terceira música do roteiro, “Love Love” ganhou coro espontâneo e caloroso do público que encheu a pista e os camarotes da casa Vivo Rio, exemplificando a comunhão do trio com o público.
O grupo Gilsons já caminha há anos com as próprias pernas e músicas, sem recorrer ao patriarca da família, Gilberto Gil, gigante da MPB, presente em um dos camarotes na estreia carioca da turnê. Sim, João Gil é o neto mais velho de Gilberto Gil. José Gil é o filho mais novo do patriarca. Já Fran Gil, além de neto de Gil, é filho único de Preta Gil (1974 – 2025), cantora celebrada pelo trio ao voltar para o bis.
Como visto no palco da casa Vivo Rio, os três integrantes do grupo cantam e tocam violão e/ou guitarra. Contudo, ladeando o trio em cena, havia uma big banda com músicos como os percussionistas Luizinho do Jêje e Ricardo Guerra, instrumentistas fundamentais na arquitetura do som dos Gilsons, em cena e nos estúdios, pela força dos atabaques no show “Eu vejo luz”. Uma banda com sopros, percussões, violões e guitarras.
Seja na cadência do ijexá que moveu “Eu vejo lá” (Fran Gil, João Gil e José Gil, 2022), seja no canto em falsete que adensou “Desejo” (Francisco Gil, João Gil e José Gil, 2026), o trio soube harmonizar no roteiro os repertórios de singles avulsos e dos dois álbuns de estúdio, tão afins, mas ao mesmo tempo tão diferentes.
Entre luzes e sombras, estas mais diluídas em cena pela própria natureza festiva do show, “Vento alecrim” (José Gil e Luthuly, 2019) espalhou leveza romântica em sintonia com o tom acariciante de “Bem me quer” (Narcizinho Santos e Jocimar Lopes Cunha, 2016), música do álbum “Eu vejo luz em maior proporção do que eu vejo a escuridão” que mais evoca o espírito pop do discos antecessor “Pra gente acordar”.
Obra-prima do repertório do segundo álbum de estúdio do trio, “Minha flor” (João Gil e Arnaldo Antunes, 2026) desabrochou sem todo o lirismo camerístico da gravação do disco, feita pelos Gilsons com Caetano Veloso, Moreno Veloso e Tom Veloso. Em contrapartida, o canto de “Algum ritmo” (2021) – parceria dos Gilsons com a banda Jovem Dionísio – provocou efeito catártico na plateia.
Enfim, o repertório autoral do grupo soa como um bálsamo na era do pop tatibitate em voga no mainstream. A turnê “Eu vejo luz” corrobora o progresso dos Gilsons e aponta um caminho longo e iluminado para o trio.
João Gil (à esquerda), Fran Gil (ao centro) e José Gil harmonizam músicas dos dois álbuns de estúdio do trio no roteiro do show ‘Eu vejo luz’
Rodrigo Goffredo

Fonte: G1 Entretenimento

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Fãs da Shakira já guardam lugar para show de logo mais; acompanhe os preparativos

Fãs da Shakira já guardam lugar para show de logo mais; acompanhe os preparativos Popstar se apresenta na noite deste sábado (2), na Praia de Copacabana, na 3ª edição do Todo Mundo no Rio

Fonte: G1 Entretenimento

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Horário, transmissão, setlist… tudo o que você precisa saber sobre o show da Shakira em Copacabana


Shakira chega ao Rio
Webert Belicio / Agnews
A Praia de Copacabana se prepara para receber Shakira no sábado (2). O show faz parte da terceira edição do projeto “Todo Mundo no Rio”, que já contou com Madonna e Lady Gaga nas terras cariocas.
A estrutura montada para a colombiana promete ser a maior já vista na orla, com um palco de mais de 1.300 m² e uma passarela estendida para aproximar a artista dos fãs.
O espetáculo marca o retorno de Shakira ao Brasil com a turnê “Las Mujeres Ya No Lloran”, adaptada para o formato de um show ao ar livre em um dos cenários mais famosos do mundo. Ela esteve pela última vez no país em fevereiro de 2025.
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Horário do show
A apresentação da Shakira está programada para começar às 21h45. No entanto, a movimentação na areia deve começar muito antes, com programação de DJs e pré-shows que ocupam a orla desde o final da tarde.
A recomendação oficial da prefeitura é que os fãs cheguem cedo para garantir um bom lugar.
Quem vai se apresentar antes e depois?
O aquecimento para a entrada de Shakira ficará por conta de grandes nomes da cena eletrônica nacional. Os DJs Maz e Vintage Culture foram confirmados como os responsáveis pelo pré-show.
Vintage Culture é o primeiro a subir no palco e se apresenta entre 17h45 e 18h45. Em seguida, é a vez do DJ Maz (19h às 20h30).
Após o término do show da cantora, é a vez do DJ e produtor Papatinho assumir a festa, a partir das 00h15. Melody será a convidada para a apresentação.
Vai ter convidado(a) especial?
Existe uma forte expectativa sobre quem poderá dividir o palco com Shakira no Rio de Janeiro.
Recentemente, a cantora colombiana participou da “Choka Choka”, faixa que integra o álbum “EQUILIBRVM”, de Anitta. Segundo apuração da TV Globo, a “Girl From Rio” fará uma participação no show da colombiana.
Anitta posta story com Shakira no Rio
Vai ter transmissão?
Para quem não puder comparecer às areias de Copacabana, a TV Globo exibirá o show ao vivo logo.
Além da TV aberta, o Multishow fará uma transmissão dedicada com comentários e bastidores. No digital, o Globoplay disponibilizará o sinal em tempo real para usuários logados e assinantes.
Qual possível setlist?
A cantora colombiana Shakira
Getty Images
A base do show deve seguir a turnê “Las Mujeres Ya No Lloran”, intercalando músicas recentes com os clássicos de sua carreira.
Os fãs também podem esperar momentos de nostalgia com canções que marcaram época no Brasil, como “Estoy Aquí”, “Inevitable” e “Whenever, Wherever”.
La fuerte
GIRL LIKE ME
Las de la intuición / Estoy aquí
Empire / Inevitable
Te felicito
TQG
Don’t Bother
Acróstico
Mermaid
Copa vacía / La bicicleta / La tortura
Hips Don’t Lie
Chantaje
Monotonía
Soltera
Si te vas
Última
Ojos así
Pies descalzos, sueños blancos
¿Dónde estás corazón?
Antología
Día de enero
ALGO TÚ
Suerte (Whenever, Wherever)
Waka Waka (Esto es África)
Loba
Quem são os dançarinos que acompanham Shakira no Rio para show histórico em Copacabana
Reprodução redes sociais
Objetos proibidos
Garrafas de vidro (nem entrar com elas nem vender)
Objetos cortantes ou perfurantes (facas, tesouras etc.)
Fogos de artifício ou materiais inflamáveis
Drones sem autorização
Armas ou qualquer objeto que possa ser usado como arma
Coolers grandes ou caixas térmicas volumosas (podem ser barrados nos bloqueios)
Itens para comércio irregular (sem credenciamento)
Estruturas para marcar espaço (cadeiras grandes, cercadinhos, tendas improvisadas)

Fonte: G1 Entretenimento