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Quem foi Abbas Kiarostami, cineasta que Irã diz que teve casa atacada na guerra


Foto de arquivo tirada em dezembro de 2007 mostra o diretor iraniano Abbas Kiarostami durante um curso com os alunos da escola de arte Villa Arson em Nice, na França. Kiarostami morreu nesta segunda (4) em Paris aos 76 anos
Eric Estrade/AFP/Arquivo
Abbas Kiarostami (1940-2016) foi um dos nomes centrais do cinema iraniano e uma das vozes mais influentes do cinema mundial nas últimas décadas. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, disse, na manhã desta quarta-feira (25), que a casa do cineasta foi atingida durante um bombardeio conjunto de Estados Unidos e Israel.
Nascido em Teerã, em 1940, o diretor ganhou destaque por um estilo marcado pela simplicidade narrativa, com histórias construídas a partir de gestos cotidianos, silêncios e ambiguidades.
A importância de Kiarostami vai além da filmografia premiada. Ele ajudou a projetar o cinema iraniano para o público internacional, especialmente a partir dos anos 1990, quando suas obras passaram a circular com força nos grandes festivais europeus.
Em vez de apostar em enredos convencionais ou em dramaticidade explícita, ele preferia histórias contidas, construídas a partir de gestos mínimos, silêncios e ambiguidades. Esse estilo acabou se tornando sua marca registrada.
Filmes como “Close-Up”, “Onde Fica a Casa do Meu Amigo?”, “O Vento nos Levará” e “Gosto de Cereja” consolidaram sua reputação de autor rigoroso e inventivo.
Em “Gosto de Cereja”, premiado com a Palma de Ouro no Festival de Cannes, Kiarostami levou ao centro da narrativa um tema duro e delicado: a decisão de um homem diante da morte.
Já em “Close-Up”, embaralhou ficção e realidade para transformar um caso real em reflexão sobre identidade, desejo e representação.
Sua obra ficou conhecida também pela presença em seus filmes de atores não profissionais, pela atenção à infância, pelas estradas e pelas paisagens do Irã, e por uma relação muito particular com o tempo.
Em vez de acelerar a narrativa, Kiarostami costumava prolongar a observação, como se pedisse ao espectador que olhasse com mais cuidado para o que normalmente passaria despercebido. Essa escolha deu às suas obras uma “força contemplativa”.
Além do cinema, ele atuou como fotógrafo, poeta e artista visual. Essa formação ampla ajuda a explicar a precisão estética de seus filmes, muitas vezes construídos com a delicadeza de uma imagem fixa e a economia de uma página de poesia.
Kiarostami morreu há quase uma década, mas permanece como referência para quem estuda cinema autoral, linguagem cinematográfica e a produção cultural iraniana.

Fonte: G1 Entretenimento

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Alceu Valença vislumbra álbum autoral com músicas inéditas em meio ao show da turnê comemorativa dos 80 anos


Alceu Valença tem prontas músicas como ‘Samba do Vidigal’
Leo Aversa / Facebook Alceu Valença
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♬ Em 1976, há 50 anos, o cantor e compositor paulista Sérgio Ricardo (1932 – 2020) se instalou no Morro do Vidigal e lá permaneceu por décadas, morando em uma das principais favelas da zona sul da cidade do Rio de Janeiro (RJ).
A vivência de Sérgio Ricardo na comunidade carioca foi uma das inspirações para Alceu Valença compor “Samba do Vidigal”. O samba é uma das músicas feitas pelo artista nos últimos tempos.
Com fluxo criativo contínuo, Alceu planeja a gravação de álbum com composições inéditas em meio ao show da turnê comemorativa dos 80 anos que o artista completará em 1º de julho.
No show “80 girassóis”, em giro pelo Brasil desde 14 de março, o cantor repisa passos importantes da caminhada no espelho cristalino em que revê a própria obra. Contudo, como costuma dizer, citando versos da música “Embolada do tempo” (2005), Alceu vive presente, passado e futuro ao mesmo tempo.
E é por isso que, enquanto festeja o passado no show “80 girassóis”, o artista já vislumbra álbum autoral com músicas inéditas para um futuro próximo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Mumuzinho registra show no Rio com roteiro que inclui sucessos de Agepê e Beth Carvalho entre pagodes inéditos


Mumuzinho grava o show ‘Simples assim’ no Rio de Janeiro para plateia de convidados, formada por amigos e fãs do artista
Eduardo Carvalho / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Mumuzinho fez na tarde de ontem, 24 de março, o registro audiovisual do show “Simples assim” no Parque Glória Maria, situado em área bucólica de Santa Teresa, bairro da zona central da cidade do Rio de Janeiro (RJ).
Sob direção de Gabriel Vasconcelos, diante de pequena plateia de convidados, formada por amigos e fãs do artista, Mumuzinho seguiu roteiro calcado no pagode, alternando climas românticos e festivos.
Uma das surpresas foi a abordagem de “Andança” (Danilo Caymmi, Edmundo Souto e Paulinho Tapajós, 1968), música que projetou o canto de Beth Carvalho (1946 – 2019) na era dos festivais. Houve também medley com “Deixa eu te amar” (Agepê, Camillo e Mauro Silva, 1984) e “Desejo de amar” (Gabu e Marinheiro, 1991), sucessos dos cantores Agepê (1942 – 1995) e Eliana de Lima, respectivamente.
Entre as novidades registradas pelo cantor para o vindouro álbum ao vivo “Simples assim”, estão músicas inéditas como “Amor de ontem” (Thales Lessa, BG, Prateado e Rodrigo Oliveira), “Ela gosta de pagodeiro” (Kleber Paraíba e Marco Esteves), “Encontro marcado” (André Renato e Sereno), “Fechadão com o amor” (Ayla, Gabrielzinho e Enry Sanches), “Linda e consciente” (Lary, Henrique Casttro, Da Paz, Dan Ferreira e Ricardus), “O amor é mais que isso” (Joel Jota e Allan Lima), “Skin de solteira” (Ricardo Vismarck, Ronael, Elvis Elan, BG e Rodrigo Oliveira). “Solteiro apaixonado” (Elvis Elan, Ricardo Vismarck, Ronael, Ricardus e Prateado) e “Te amo de qualquer jeito” (Lary, Diggo, Leo Menezes, Prateado e Junior Garça).

Fonte: G1 Entretenimento

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De volta ao Brasil, Mac DeMarco está sóbrio, tranquilão e ri de fama de ‘sujo’: ‘Eu só cheiro a cigarro’


Mac DeMarco para o disco ‘Guitar’
Divulgação
Mac DeMarco não é mais aquele roqueiro indie com shows doidões. É o que ele diz, pelo menos. Aos 35 anos, ele se define como um “homem velho”, vivendo no meio do mato em uma área rural no Canadá.
Low-profile, o canadense é uma anomalia para o bem: consegue vender shows e discos sem ter que se vender no caminho (ele mal usa as redes sociais, por exemplo). No álbum “Guitar”, lançado em 2025, ele aposta em um som mais caseiro, orgânico e introspectivo que nunca. É uma espécie de Bob Dylan de Vans orgulhosamente surrados.
Entre 3 e 16 de abril, ele fará uma série de shows pelo Brasil, passando por Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Recife, Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre. E está feliz por incluir cidades menos visitadas por artistas internacionais.
“Eu também venho de um lugar no Canadá onde as bandas demoravam a chegar, então eu gosto de ir a esses lugares. É uma aventura para nós. Esses são os shows que você acaba lembrando, não a nona milésima vez que você toca em Nova York”.
Em entrevista ao g1, Mac disse que está curioso com a volta ao Brasil, a primeira desde o Lollapalooza em 2018. E eu tive a oportunidade de contar que alguém escreveu, nas paredes da UFMG, algo como “Mac DeMarco, lave suas partes” (em versão um pouco mais explícita). A isso, ele respondeu:
“Fique sabendo que acabei de sair do banho [risos]. Ao contrário da crença popular, eu não cheiro mal. Antigamente as pessoas achavam isso, mas eu só cheiro a cigarro. De qualquer forma, elas foram lavadas. Meus tênis podem não estar em bom estado, mas garanto que não cheiram mal.”
Shows ‘menos selvagens’
Fui a um show de Mac em 2017, na Holanda. Teve crowdsurfing, sutiãs e baseados arremessados no palco, que a banda acabou acendendo (era a Holanda, afinal). Aqui no Lolla, Mac fumou cigarro, plantou bananeira e mostrou a barriga.
Perguntei a ele por que os shows tinham essa energia caótica, mesmo quando ele está cantando melancolicamente sobre solidão e o medo de ficar parecido com o pai.
“Minhas músicas são relaxantes, mas talvez tenham um tom perturbador sublimina. Talvez essa colisão seja o suficiente para enlouquecer as pessoas. Antigamente, a gente trazia a festa e as pessoas respondiam”.
Mac DeMarco durante show no Lollapalooza 2018, em São Paulo
Marcelo Brandt/G1
Mas ele garante que, dessa vez, a proposta não é a festa. “Os shows que vocês verão no Brasil não são mais exatamente assim. Não tem mais tanto crowd surfing. Estou focando muito mais nas minhas músicas do que em fazer covers hoje em dia”.
A parte dos covers é importante, porque tá aí alguém que sabe brincar com isso. Quem foi ao Lolla em 2018 se lembra que Mac se apresentou ao mesmo tempo que o headliner Red Hot Chili Peppers. Em tom de brincadeira, ele tocou o riff de “Can’t stop” várias vezes e até arriscou um cover inteiro de “Under The Bridge”, com cervejinha na mão.
Sanduíche de pernil e Mac Miller
Daquela vinda ao Brasil, Mac se lembra carinhosamente do sanduíche de pernil na lanchonete Estadão, em São Paulo. Ele mencionou esse lanche durante o show e até em entrevistas dadas anos depois. E reforça: “Voltarei ao Estadão o máximo possível para comer aquele sanduíche”.
Mac também sabia aproveitar uma vinda para festivais. Junto de colegas de line-up como Anderson .Paak, ele passou por Brasil, Chile e Argentina marcando presença em “festas grandes e estranhas”. Palavras dele.
“Foi nessa viagem [à América do Sul] que conheci o Mac Miller, o que foi um privilégio. Acabamos em um estúdio de gravação”.
Os Macs (Miller e DeMarco) ficaram bem amigos na época, entrando em estúdio e tocando juntos várias vezes. Miller morreu meses depois, em setembro de 2018, uma perda muito sentida por DeMarco, .Paak e vários músicos em alta naquela época. Ele foi homenageado na música “Heart to Heart” do canadense.
Mac DeMarco em foto do disco ‘Guitar’
Divulgação
Rockstar sóbrio?
O mesmo Mac que entrou de cerveja na mão no Lollapalooza 2018 (e chegou a tocar bateria sem abrir mão da garrafa) está sóbrio há anos. Durante a entrevista, parou para tomar um chazinho. Em todos os sentidos, está bem diferente do fanfarrão que sempre pareceu ser.
“Acho que muitas emoções eram abafadas pelo abuso de substâncias no passado. Enfrentar o cansaço das viagens e o palco ‘sem filtro’ pode ser insano às vezes. Acordar sem ressaca e ser apenas um ser humano na turnê é legal, mesmo que eu sinta um ‘novo estilo de dor’. É bom estar sentindo algo, seja bom ou doloroso”.
É engraçado ouvir tudo isso de um artista que, por muito tempo, foi o maior representante dos hipsters festeiros. Até eles amadurecem, afinal. Em um artigo publicado em 2025, a revista “New Yorker” chamou Mac de “o último rockstar indie”. Ele não sabe se concorda.
“Se eu sou um rockstar? Não sei sobre isso. Quanto mais o tempo passa, mais percebo que não tenho ideia do que estou fazendo”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Francesca e Michaela? Atrizes falam sobre virada dramática em ‘Bridgerton’ e futuro da série


Francesca e Michaela: atores de ‘Bridgerton’ falam sobre novas relações na série
Se você já assistiu à quarta temporada de “Bridgerton”, sabe que uma virada bem dramática tomou conta dos últimos episódios.
Enquanto a quarta temporada foca em Benedict e Sophie, também vemos Francesca (Hannah Dodd) e John (Victor Alli) em um casamento feliz. Eles lidam com a chegada de Michaela (Masali Baduza), uma prima de John que acaba se tornando amiga do casal.
Mas no fim da temporada (alerta de spoiler), John morre repentinamente e a série passa a ter um tom mais sério e pesado.
“Não tínhamos visto a série ir nessa direção antes. Foi horrendo e emocionante”, diz a atriz Hannah Dodd (Francesca) ao g1.
A transição prepara o terreno para a próxima temporada que, como a própria Netflix anunciou nesta terça (24), contará a história de Francesca e Michaela. A relação das duas marcará a primeira história LGBTQ+ de “Bridgerton”.
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‘Bridgerton’ ficou séria
“Bridgerton” é aquela série que muita gente assiste para ver algo leve, romântico e divertidinho, e de fato foi assim na maior parte do tempo. Mas também é uma história sobre sociedade, paixão e família. Em meio a tudo isso, às vezes tem o luto.
“A morte seguiu a família Bridgerton desde o primeiro dia, por causa da morte do pai deles. E eu acho que é algo que está no tecido da família Bridgerton”, diz Hannah.
Lord John Sterling e Francesca Bridgerton em ‘Bridgerton’
Divulgação
Mesmo antes da morte de John, a história do trio não era simples de conduzir e exigiu cuidado dos atores e da equipe. Afinal, o público tinha que acreditar no amor entre John e Francesca e sentir a morte dele… sem sentir que Michaela estava “estragando” a história dos dois.
Os atores dizem que existiu, sim, uma preocupação em “tratar com delicadeza” essa história. Para Hannah, isso partiu especialmente de Victor, que interpreta John Sterling.
“Victor fez um trabalho incrível para garantir que as pessoas se apaixonassem por John antes da partida dele. E isso fez tudo ficar ainda mais devastador”.
“A falta [de John/Victor] será sentida imensamente. Éramos os três mosqueteiros”, diz Masali.
Construindo ‘Franchaela’
Francesca e Michaela no velório de John em ‘Bridgerton’
Divulgação
Nos livros que inspiram a série, Francesca se apaixona por Michael – não Michaela – após a morte de John. Agora, a história deve ganhar novas nuances, já que começa a partir de uma amizade entre duas mulheres.
“Embora Michaela desperte algo em Francesca, não é algo que ela perceba. No momento, o que se sente é principalmente frustração, mas também amizade, e isso é algo igualmente valorizado e importante na série: a amizade feminina”, diz Hannah.
Até então, as duas já disseram que o processo de desenvolver a química entre as personagens tem sido bastante divertido.
“É tão fácil trabalhar com a Hannah, ela é o Diamante da Temporada. Realmente, conseguir dar vida aos personagens juntos tem sido uma verdadeira alegria. E estou muito animada para ver o que acontece no futuro e… sim, estou sempre tão animada por trabalhar com ela”, diz Masali.
Sobre o futuro das duas, a intérprete de Michaela preserva o mistério: “Você vai ter que esperar e ver o que acontece”.
Michaela (Masali Baduza) e Francesca (Hannah Dodd) em ‘Bridgerton’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘E vagabundo tá lá’: Ator fala sobre resgate do personagem de ‘Zorra Total’ em meme com Neymar


O personagem Jajá e o jogador Neymar
Reprodução/TV Globo e Thiago Bernardes/Reuters
Nas últimas semanas, as redes sociais foram inundadas pela frase: “E vagabundo tá lá…”, ligada ao jogador do Santos Neymar e ao personagem Jajá, do programa “Zorra Total”, interpretado pelo humorista Welder Rodrigues.
A frase surgiu durante uma discussão futebolística. Ao criticar o debate sobre a possibilidade de convocação do atleta para a Seleção Brasileira, no que seria a primeira lista do técnico Carlo Ancelotti, no ano passado, o comentarista esportivo Walace Borges, da TNT Sports, disse:
“E vagabundo tá lá: ‘será que Carlo Ancelotti vai convocar o Neymar? E o Neymar não consegue andar em linha reta. Porra, não é possível. Não dá, cara. Simplesmente não dá. ‘Será que deveria convocar ele já nessa primeira convocação?’. E o Neymar andando igual o Tô Doido, do ‘Zorra Total’”, criticando a condição física do jogador.
Foi o suficiente para a internet adotar o trecho “e vagabundo tá lá” como slogan das críticas a Neymar.
Mas, na verdade, o personagem citado por Walace não se chama “Tô Doido”. Se chama Jajá, um marido ciumento que, na possibilidade de perder sua amada, Juju (Adriana Nunes), perdia a compostura, andando todo desengonçado, pulando, quebrando objetos e gritando repetidamente a frase “tô doido!”.
Ao g1, Welder falou que ficou feliz com o “resgate” do personagem.
“As pessoas não param de me marcar. Estou em milhares de posts, vi tudo o que publicaram. Achei tudo muito engraçado”, diz.
Entre os memes espalhados pelas redes estão a transformação do vídeo em diálogos nas mais variadas línguas, dentro do universo do desenho animado “Bob Esponja” e carta da série e anime “Yu-Gi-Oh!”.
O próprio Welder entrou na brincadeira, publicando uma foto em preto e branco com a pose clássica de Martin Scorsese com os braços abertos, mas sem a frase “absolute cinema”.
Na legenda, ele escreveu: “‘E vagabundo tá lá’. Borges, Walace”.
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Nos últimos anos, outros personagens do humorista ganharam uma nova conexão com um público mais novo graças a cortes no TikTok e Instagram.
Porém, o ator acredita que os fãs levem um tempinho para associá-lo ao personagens como Joseph Climber, do grupo “Melhores do Mundo”, e Jorge Bevilacqua, do programa “Tá no Ar”.
“Essa falta de link automático é algo bom, inclusive. Não estou marcado a um personagem. E não fazem essa associação porque uso caracterizações muito diferentes e os personagens ganham uma vida própria”, explica.
Será que Carlo Ancelotti vai convocar o Neymar?
Vascaíno fanático, ele relembra que a conexão do seu personagem com o futebol remete a 2006, quando Jean, atacante do Vasco, comemorou um gol imitando Jajá: colocando as mãos no chão, entre suas pernas e saltando como um sapo.
“Lembro que até aquele cara meio desconhecido, um tal de Ronaldinho Gaúcho, fez também jogando pelo Barcelona”, comenta.
Já sobre a polêmica futebolística que envolve Neymar, Welder lembrou da discussão envolvendo Romário, que ficou fora da Copa de 1998 por lesão, e disse que a decisão final para a lista de 2026 está em boas mãos.
“O Neymar é um nome que levanta muitas opiniões, né? Se não tiver condições, não tem que ir. E quem tem que decidir não sou, pô. O nosso técnico é muito bom, muito profissional, muito sério”.
Ator Welder Rodrigues
Fábio Tito/g1
Como nasceu o viral “e vagabundo tá lá”
A origem do meme vem de um vídeo do programa “De Sola”, da TNT Sports, publicado no dia 15 de maio.
Além do autor do célebre comentário, estavam no programa os jornalistas Piero Fiorelli e Pedro Certezas. O assunto era o contrato milionário de Neymar com o Santos, divulgado em reportagem do portal UOL naquele mesmo dia, e o que os três fariam caso recebessem esse valor.
Em dado momento, Certezas comenta que Neymar ganha um salário multimilionário e passa o dia no departamento médico do clube. Na sequência, Walace complementa com a famosa frase.
Vale lembrar que o técnico italiano foi anunciado pela CBF no dia 12 de maio de 2025, três dias antes da publicação do vídeo, e a primeira convocação foi feita no dia 26 de maio – e o atleta não foi chamado. A convocação final para a Copa do Mundo será no dia 18 de maio.

Fonte: G1 Entretenimento

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Personificado pelo guitarrista Fernando Catatau, o grupo Cidadão Instigado lança o primeiro álbum em onze anos


O guitarrista Fernando Catatau é o produtor e autor das 13 músicas que compõem o repertório inédito e autoral do álbum ‘Cidadão Instigado’
Juno B / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Personificado pela figura do guitarrista Fernando Catatau, o grupo cearense Cidadão Instigado volta ao mercado fonográfico onze anos após o lançamento do álbum “Fortaleza” (2015).
Lançado hoje, 25 de março, o álbum “Cidadão Instigado” é o quinto da discografia da banda de rock e chega ao mundo 30 anos após a criação do grupo em Fortaleza (CE) em 1996.
O álbum começou a ser gestado no período de isolamento social imposto pela pandemia de covid-19, em 2020, época em que Catatau retornou a São Paulo (SP), após período no Ceará, e passou a experimentar o sampler Roland MV-8800. A partir da experiência, surgiram batidas e texturas eletrônicas que originaram as 13 músicas que compõem o inédito repertório autoral do álbum, calcado no mix de guitarras com batidas eletrônicas lo-fi e ruídos digitais.
Duas músicas, “Sangue no chão” e “O grande vazio”, foram compostas e gravadas por Catatau com Juçara Marçal, uma das convidadas do álbum “Cidadão Instigado”. Mateus Fazeno Rock também integra o time de colaboradores do disco, figurando como parceiro e convidado de Catatau em “Sobrevivendo”.
Já a gravação da faixa “Tudo vai ser diferente” reúne Catatau com Clayton Martin (bateria), Dustan Gallas (piano), Regis Damasceno (guitarra) e Rian Batista (baixo), músicos que formavam com o guitarrista o núcleo criativo original da banda.
Gravado entre 2020 e 2024, sob direção musical de Catatau e Dustan Gallas, o álbum “Cidadão Instigado” também traz no repertório músicas como “Medo do invisível” (parceria de Catatau com Kiko Dinucci), “Tremendo” (gravada com Ava Rocha), “Insônia” e “Daqui desse lugar”, faixa com vocais de Jadsa, também presente com voz, guitarra e/ou coautoria em “Nuvem movimento” e em “Pressão”.
Precedido pelo single “Consciência” em 3 de março, o álbum “Cidadão Instigado” chega ao mercado fonográfico em edição do Selo Risco em parceria com a Nublu Records.
Capa do álbum ‘Cidadão Instigado’, do grupo Cidadão Instigado
Juno B

Fonte: G1 Entretenimento

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Jonas Sulzbach é eliminado do ‘BBB 26’ com 53,48% da média dos votos


Christiane Torloni vira uma das mais faladas do BBB 26… sem nunca ter entrado
Babu Santana foi eliminado da 26ª edição do Big Brother Brasil no Paredão desta terça-feira (24). O brother deixou a casa após receber 53,48% da média dos votos.
‘BBB 26’: Quem são os participantes desta edição
Ele disputava a preferência do público com Juliano Floss e Gabriela, que ficaram com 43,49% e 3,03% da média, respectivamente.
Quem saiu do BBB 26? Jonas Sulzbach é o nono eliminado do reality
Reprodução/TV Globo
Nascido em Lajeado, Rio Grande do Sul, Jonas Sulzbach foi o terceiro colocado do BBB 12. Eliminado no último paredão da 12ª edição, o empresário, de 39 anos, é hoje conhecido pelo estilo de vida fitness que compartilha nas redes sociais.

Fonte: G1 Entretenimento

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Alan Ritchson agiu em legitima defesa em briga com vizinho, diz polícia


Alan Ritchson, de ‘Velozes e Furiosos’
Divulgação
Alan Ritchson, conhecido por ‘Velozes e Furiosos’ e ‘Reacher’, é acusado de agredir um vizinho no Tennessee, nos Estados Unidos, segundo informações do TMZ. A confusão teria começado após uma reclamação sobre o barulho da moto do ator.
De acordo com o site, a discussão começou no sábado (21), quando Ronnie Taylor, vizinho de Ritchson, reclamou que o ator estaria andando em velocidade excessiva pelas ruas do condomínio.
No domingo (22), Taylor afirmou ao TMZ que Alan voltou a circular pelo bairro, supostamente em alta velocidade, desta vez acompanhado de dois jovens em suas próprias motocicletas.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Taylor disse que pediu que Alan parasse e, segundo ele, a situação teria se tornado física. O vizinho afirmou que foi à polícia e relatou que Alan o socou no rosto, lhe deu chutes e ainda tentou atropelá‑lo.
Segundo o site, Taylor acusa o ator de tê‑lo atingido “pelo menos quatro vezes” enquanto ele estava no chão, o que teria provocado hematomas e inchaço.
Fontes policiais confirmaram ao TMZ que há uma investigação em andamento sobre o incidente, mas nenhuma prisão foi efetuada. O site informou que tentou contato com representantes do ator, sem retorno até a última atualização.
O site obteve um vídeo que seria da briga entre Alan e o vizinho:
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Fonte: G1 Entretenimento

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Epic Games vai cortar mais de 1.000 empregos por queda no uso do ‘Fortnite’


Bruno Mars vira avatar no Fortnite Festival
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A Epic Games vai cortar mais de 1.000 empregos após uma queda no engajamento do “Fortnite”, somando-se às mais recentes demissões em massa na indústria de videogames, cujo crescimento estagnou devido à incerteza econômica.
A empresa também espera economizar US$500 milhões reduzindo os gastos com contratos e marketing e eliminando algumas vagas em aberto, disse o presidente-executivo Tim Sweeney em um comunicado aos funcionários nesta terça-feira.
“Estamos gastando muito mais do que estamos ganhando, e precisamos fazer cortes drásticos para manter a empresa funcionando”, disse ele.
Títulos de grande sucesso, como o jogo de tiro em primeira pessoa “Fortnite”, provaram ser resilientes após a pandemia, resistindo à desaceleração econômica que reduziu a demanda além das maiores franquias.
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Conheça ‘Grow a Garden’, o jogo que superou ‘Fortnite’
Mas o engajamento está diminuindo até mesmo para esses jogos, particularmente os jogos de serviço ao vivo que dependem de um fluxo constante de conteúdo novo e caro para manter os jogadores.
“Temos enfrentado desafios para manter a magia do ‘Fortnite’ de forma consistente”, disse Sweeney, acrescentando que “as condições de mercado atuais são as mais extremas” desde os primeiros dias da empresa, fundada em 1991.
“As demissões em massa não estão relacionadas à IA”, observou Sweeney, em meio a temores da indústria de que a tecnologia possa substituir os desenvolvedores.
No início deste mês, a Epic aumentou os preços da moeda virtual do Fortnite, alegando custos mais elevados para manter o jogo em funcionamento.
Essa medida representa a segunda grande rodada de demissões em massa da Epic em três anos. Em setembro de 2023, a empresa cortou cerca de 830 vagas, ou aproximadamente 16% de sua força de trabalho, para aumentar a lucratividade.
Não ficou imediatamente claro qual a porcentagem de funcionários que seria afetada pelo anúncio de terça-feira.
No mês passado, Fortnite liderou o número de jogadores ativos mensais nos EUA, considerando PlayStation e Xbox, mas o tempo médio de jogo caiu drasticamente, de acordo com Mat Piscatella, diretor sênior da Circana.
Outras empresas de jogos também cortaram empregos.
Em setembro, a Electronic Arts demitiu centenas de funcionários e cancelou um jogo da franquia Titanfall que estava em desenvolvimento, segundo matérias publicadas na mídia. Os cortes de pessoal mais amplos da Amazon no final do ano passado também afetaram sua divisão de jogos.
O aumento dos preços dos chips de memória agravou as dificuldades do setor, uma vez que a crescente demanda de centros de dados de inteligência artificial absorve a oferta, elevando os custos dos semicondutores e forçando os fabricantes de consoles a aumentarem os preços.

Fonte: G1 Entretenimento