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Epic Games vai cortar mais de 1.000 empregos por queda no uso do ‘Fortnite’


Bruno Mars vira avatar no Fortnite Festival
Divulgação
A Epic Games vai cortar mais de 1.000 empregos após uma queda no engajamento do “Fortnite”, somando-se às mais recentes demissões em massa na indústria de videogames, cujo crescimento estagnou devido à incerteza econômica.
A empresa também espera economizar US$500 milhões reduzindo os gastos com contratos e marketing e eliminando algumas vagas em aberto, disse o presidente-executivo Tim Sweeney em um comunicado aos funcionários nesta terça-feira.
“Estamos gastando muito mais do que estamos ganhando, e precisamos fazer cortes drásticos para manter a empresa funcionando”, disse ele.
Títulos de grande sucesso, como o jogo de tiro em primeira pessoa “Fortnite”, provaram ser resilientes após a pandemia, resistindo à desaceleração econômica que reduziu a demanda além das maiores franquias.
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Conheça ‘Grow a Garden’, o jogo que superou ‘Fortnite’
Mas o engajamento está diminuindo até mesmo para esses jogos, particularmente os jogos de serviço ao vivo que dependem de um fluxo constante de conteúdo novo e caro para manter os jogadores.
“Temos enfrentado desafios para manter a magia do ‘Fortnite’ de forma consistente”, disse Sweeney, acrescentando que “as condições de mercado atuais são as mais extremas” desde os primeiros dias da empresa, fundada em 1991.
“As demissões em massa não estão relacionadas à IA”, observou Sweeney, em meio a temores da indústria de que a tecnologia possa substituir os desenvolvedores.
No início deste mês, a Epic aumentou os preços da moeda virtual do Fortnite, alegando custos mais elevados para manter o jogo em funcionamento.
Essa medida representa a segunda grande rodada de demissões em massa da Epic em três anos. Em setembro de 2023, a empresa cortou cerca de 830 vagas, ou aproximadamente 16% de sua força de trabalho, para aumentar a lucratividade.
Não ficou imediatamente claro qual a porcentagem de funcionários que seria afetada pelo anúncio de terça-feira.
No mês passado, Fortnite liderou o número de jogadores ativos mensais nos EUA, considerando PlayStation e Xbox, mas o tempo médio de jogo caiu drasticamente, de acordo com Mat Piscatella, diretor sênior da Circana.
Outras empresas de jogos também cortaram empregos.
Em setembro, a Electronic Arts demitiu centenas de funcionários e cancelou um jogo da franquia Titanfall que estava em desenvolvimento, segundo matérias publicadas na mídia. Os cortes de pessoal mais amplos da Amazon no final do ano passado também afetaram sua divisão de jogos.
O aumento dos preços dos chips de memória agravou as dificuldades do setor, uma vez que a crescente demanda de centros de dados de inteligência artificial absorve a oferta, elevando os custos dos semicondutores e forçando os fabricantes de consoles a aumentarem os preços.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’: Trailer se torna 1º na história a bater recorde de 1 bilhão de visualizações


‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’: veja novo trailer do filme com Tom Holland e Zendaya
O trailer de “Homem-Aranha: Um Novo Dia” se tornou o primeiro da história a bater a marca de 1 bilhão de visualizações, de acordo com a revista “Variety”.
O vídeo, lançado na última quarta-feira (18), precisou de apenas quatro dias para se tornar a prévia mais assistida de todos os tempos, segundo dados da agência de monitoramento WaveMetrix.
O trailer já tinha conseguido o maior lançamento da história ao conseguir cerca de 719 milhões de visualizações em 24 horas.
No cinema, o recorde anterior pertencia à prévia de “Deadpool e Wolverine”, que conseguiu 365 milhões de visualizações no mesmo período, em 2024. Já entre trailers gerais, a marca era de 475 milhões para “Grand Theft Auto 6”.
Com estreia marcada para 30 de julho, a produção será o quarto longa do personagem interpretado por Tom Holland.
No filme, Peter Parker precisa lidar sozinho com os desafios da vida adulta e com as responsabilidades de ser o Homem-Aranha. O longa conta com o retorno de Zendaya (MJ), Jacob Batalon (Ned) e Michael Mando (Escorpião). O elenco reúne ainda Sadie Sink (Stranger Things), Tramell Tillman (Ruptura), Jon Bernthal, que volta ao papel do Justiceiro, e Mark Ruffalo, que interpreta o Hulk, personagens do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU).
‘Homem-Aranha: Sem Volta Para a Casa’ mantém domínio nas bilheterias e supera US$600 milhões nos EUA
“Homem-Aranha: Um Novo Dia” é uma sequência direta de “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”. No longa lançado em 2021, o Peter Parker de Tom Holland se uniu às versões do herói interpretadas por Tobey Maguire e Andrew Garfield para salvar o multiverso. Contudo, após inúmeras tentativas, a única forma de o jovem herói atingir esse objetivo foi a partir de um feitiço lançado pelo Doutor Estranho, em que todos esqueceram a existência de Peter Parker.
‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’: trailer do filme com Tom Holland e Zendaya
reprodução
‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’: trailer do filme com Tom Holland e Zendaya
reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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Irmão de Anitta, Renan Machado é detido em Paris


Anitta ao lado do irmão, o empresário Renan Machado
Rede sociais
Anitta utilizou suas redes sociais nesta terça-feira (24) para relatar que seu irmão e empresário, Renan Machado, está detido no aeroporto de Paris, na França.
Segundo a artista, Renan teve a jaqueta furtada dentro do terminal e, com ela, perdeu o passaporte.
Sem o documento, ele foi impedido pelas autoridades locais de seguir viagem ou deixar a área de segurança.
Apelo por ajuda
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Anitta, que viajou ao continente europeu para celebrar seu aniversário de 33 anos, afirmou estar enfrentando dificuldades burocráticas para resolver a situação do irmão.
Anitta ao lado de Renan Machado
Redes sociais
“Alguém mora em Paris, alguém conhece alguém? Estamos aqui ligando para Deus e o mundo. Ele não pode nem usar o telefone. Nunca passei por isso, estou tensa. Se alguém souber de alguém que possa ajudar”, suplicou a artista.

Fonte: G1 Entretenimento

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Lollapalooza Brasil anuncia datas do festival para 2027


Público curte último dia de Lollapalooza Brasil 2026
Fabio Tito/g1
O Lollapalooza Brasil anunciou as novas datas para 2027. O evento acontecerá nos dias 19, 20 e 21 de março de 2027, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Ainda não há atrações divulgadas.
Desta vez, o evento terá o tipo de ingresso chamado LollaLovers, com isenção da taxa de conveniência, parcelamento, acesso preferencial ao festival, além de um pôster comemorativo. A venda é exclusiva para clientes Bradesco e teve início nesta terça (24), ao meio-dia, pelo site da Ticketmaster.
Os valores do Lolla Pass (que dá direito aos três dias de evento) variam de R$ 912 (meia-entrada, disponível em 12x sem juros) a R$ 1.824 (inteira, sem desconto para entrada social).
Ainda não foram divulgados preços para o ingresso que vale para apenas um dia de festival, com valores mais baixos.
Leia mais:
Os melhores e os piores shows do Lollapalooza 2026… Os destaques e as decepções do festival
Lollapalooza 2026: O que deu certo e o que deu errado no festival?

Fonte: G1 Entretenimento

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Álbum ao vivo feito por Alceu Valença há 50 anos é o mote de documentário que estreia em abril no Rio em festival


Capa do álbum ‘Vivo!’ (1976), de Alceu Valença
Mario Luiz Thompson
♫ NOTÍCIA
♬ Em 2016, quando Alceu Valença fez 70 anos, os cineastas Cláudio Assis e Lírio Ferreira idealizaram documentário sobre a fase inicial da discografia solo do artista pernambucano. A ideia era enfocar no filme álbuns como “Molhado de suor” (1974), “Vivo!” (1976) e “Espelho cristalino” (1977).
Decorrida uma década, Alceu está às voltas com a turnê comemorativa dos 80 anos, “80 girassóis”, enquanto Cláudio e Lírio se preparam para estrear o documentário “Vivo 76” na 31ª edição do festival de documentários É Tudo Verdade, programada para acontecer nas cidades de Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP) de 9 a 19 de abril.
A première de “Vivo 76” será na abertura carioca do festival. O documentário ficou centrado no álbum ao vivo lançado por Alceu em 1976, há 50 anos, com registro do show “Vou danado pra catende”, estreado pelo cantor no Rio de Janeiro (RJ) em 1975 e orquestrado pelo artista com o produtor musical Guto Graça Mello.
Lançado em março de 1976 pela gravadora Som Livre, em LP de capa dupla que expunha fotos de Mario Luiz Thompson (1945 – 2021), “Vivo!” é o segundo álbum solo de Alceu Valença.
Com o peso e a eletricidade do rock, mas calcado nos ritmos nordestinos que embasam a obra de Alceu, o álbum “Vivo!” encadeia oito músicas captadas em 7 de setembro de 1975 na última apresentação da temporada carioca do show “Vou danado pra catende” no Teatro Tereza Rachel.
Todas as oito composições do álbum são de autoria de Alceu Valença, sendo que “Edipiana nº 1” também trazia a assinatura de Geraldo Azevedo, com quem Alceu debutara no mercado fonográfico em 1972 com álbum dividido com o colega conterrâneo.
Duas músicas, “Papagaio do futuro” e “Punhal de prata”, já tinham sido gravadas no álbum anterior de Alceu, o supracitado “Molhado de suor”, sendo que a embolada “Papagaio do futuro” já tinha sido previamente apresentada em 1972 na última edição do “Festival Internacional da Canção” (1972) em número feito por Alceu com Geraldo Azevedo e Jackson do Pandeiro (1919 – 1982).
Com a edição do álbum “Vivo!”, Alceu Valença consolidou a ideia de uma música de sonoridade universal calcada na matriz nordestina de gêneros como aboios, emboladas, martelos agalopados, modas de viola e cocos, tocados com a energia do rock, em clima por vezes psicodélico.
E o fato é que “Vivo!” vem desafiando muito bem a embolada do tempo e, 50 anos depois, o álbum de Alceu Valença é coisa de cinema.

Fonte: G1 Entretenimento

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Maria Bethânia volta à canção de Tom Jobim e Vinicius de Moraes em feat bilíngue com a artista italiana Tosca


Maria Bethânia é a convidada da cantora italiana Tosca em gravação de ‘Eu não existo sem você’
Guilherme Nabhan / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Uma das músicas mais arrebatadas e românticas da parceria de Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994) com Vinicius de Moraes (1913 – 1980), apresentada por Elizeth Cardoso (1920 – 1990) no histórico álbum “Canção do amor demais” (1958), “Eu não existo sem você” ressurge mais uma vez na voz de Maria Bethânia.
A intérprete baiana é a convidada da cantora italiana Tosca em gravação de “Eu não existo sem você” lançada em single disponibilizado hoje, 24 de março.
O single “Io non esisto senza te” apresenta gravação bilíngue da música, feita por Tosca com a pianista Rita Marcotulli e o trompetista Paolo Fresu, dois instrumentistas italianos, ambos creditados no single como participações especiais.
Com mais de seis minutos, a gravação inicia com o canto de Tosca em italiano e o piano de Rita. A voz de Maria Bethânia entra, cantando em português, quando a gravação adquire atmosfera de samba-canção por volta de dois minutos e 10 segundos.
Após o canto de Bethânia, o sopro do trompete Paolo Fresu sublinha em tom jazzy a atmosfera íntima da gravação, que termina com a combinação das vozes de Bethânia e Tosca.
Maria Bethânia, cabe lembrar, já gravou “Eu não existo sem você” no álbum que dedicou ao cancioneiro de Vinicius de Moraes, “Que falta você me faz – Músicas de Vinicius de Moraes” (2005).

Fonte: G1 Entretenimento

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Marina Lima é atravessada pela perda do irmão Antonio Cicero em ‘Ópera Grunkie’, álbum para a tribo da artista


Aos 70 anos, Marina Lima lança o 22º álbum da discografia, ‘Ópera Grunkie’
André Hawk / Divulgação / Montagem g1
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Ópera Grunkie
Artista: Marina Lima
Cotação: ★ ★ 1/2
♬ Faixa de atmosfera festiva, criada sobre base eletrônica de reggaeton e clima de música ambiente, “Olívia” deu a pista certeira de “Ópera Grunkie”, 18º álbum de estúdio de Marina Lima e o 22º álbum no cômputo geral da discografia dessa artista que entrou em cena em 1978. A melodia rala de “Olívia” dá o tom fragmentado do álbum lançado hoje, 24 de março, pela cantora, compositora e instrumentista de 70 anos.
Ouvida de forma isolada, “Olívia” exalou certo charme que não se sustenta ao longo das 11 faixas do álbum. “Ópera Grunkie” apresenta a mais irregular safra de músicas inéditas de Marina Lima, compositora relevante que abriu alas no pop brasileiro ao longo dos anos 1980 em parceria com o irmão poeta Antonio Cicero (1945 – 2024).
Individualmente, quase todas as canções de “Ópera Grunkie” se revelam aquém do histórico da artista, embora haja lampejos da inspiração da compositora em “Só que não” – parceria de Marina com Adriana Calcanhotto (coautora da letra) e Giovanni Bizzotto – e em “Um dia na vida”, colaboração da artista com Ana Frango Elétrico, parceira e convidada de Marina na música.
Se “Um dia na vida” é faixa valorizada pelo arranjo vocal de Ana Frango Elétrico, hábil na harmonização do próprio canto agudo com a voz rouca de Marina, “Só que não” surge envolta em tom quase solene, operístico, potencializado pelas cordas programadas e arranjadas por Edu Martins.
Como coprodutores de “Ópera Grunkie”, Arthur Kunz e Edu Martins são nomes fundamentais do álbum gravado de setembro a dezembro de 2025 com produção musical orquestrada pela própria Marina Lima.
Capa do álbum ‘Ópera Grunkie’, de Marina Lima
Colagem de Natália Lage e arte final de Maria Valiante
No conjunto da obra, o álbum resulta mais interessante do que as canções em si porque flagra Marina Lima em ebulição, sem ligar o piloto automático. Em essência, “Ópera Grunkie” é disco para a tribo de Marina, artista desde sempre antenada com as novas tendências e famílias.
Aberto com desnecessária regravação de “Partiu” (Marina Lima, 2015) e estruturado em três atos que pouco dialogam entre si, o álbum está impregnado de diálogos, ruídos, fragmentos e samples de vozes, como exemplifica a faixa “Collab Grunkie” (Eraldo Palmero, Laura Diaz, Marina Lima e Renato Gonçalves).
O primeiro ato é atravessado pelo luto enfrentado por Marina com a morte de Antonio Cicero, que optou por sair de cena na Suíça, há dois anos, em procedimento de morte assistida.
“Grief-stricken / Under thunderous skies you approach / And then, deliberately, pretend not to see them crying”, canta Marina em “Grief-stricken” (Antonio Patriota), dando voz a versos que podem ser traduzidos como “Aflito, enlutado, / Sob céus trovejantes você se aproxima / E então, deliberadamente, finge não vê-los chorar”.
Na sequência, “Perda” (Arthur Kunz e Felipe Pinheiro de Souza) encadeia vozes e poemas de Antonio Cicero sobre arranjo concebido por Marina com Arthur Kunz (piano, bateria e percussão). E vem então “Meu poeta”, música (pouco inspirada) em que Marina, impregnada da nostalgia da modernidade da parceria com o irmão, celebra Cicero em versos como “Dosamos curvas e setas com nossas feições / Partimos como foguete rumo aos corações”.
Alocado no segundo ato, “Samba pra diversidade” (Marina Lima) soa mais sedutor, deslizando macio, embalado pelas percussões de Dominique Vieira (congas, surdo, guiro, repique, bacurinha e efeitos) e pelo coro que entra no último minuto da faixa, alinhando as vozes de Renata Cavalcanti, Lídice Xavier, Kessya Fernandes, Renata Young, Renato Gonçalves, François Dufraise, Vicky Xavier e Cao Albuquerque.
Quase ao fim de “Ópera Grunkie”, Marina se junta a Adriana Calcanhotto para trazer à tona “Chega pra mim” (Marina Lima e Márcio Tinoco, 2015), música que jazia esquecida em EP de Leila Pinheiro. O violoncelo de Daniel Silva e os violinos de Daniel Albuquerque e Thiago Teixeira dão revestimento levemente erudito à faixa em sintonia com “Finale (Brahma Chopin)”, tema de Marina Lima e Arthur Kunz que encerra efetivamente o álbum na recorrente atmosfera eletrônica.
No resumo da “Ópera Grunkie”, o álbum soa – no todo – melhor do que as canções em si porque mostra uma artista tentando dar um passo à frente, sem clonar fórmulas de sucessos anteriores, mas não a ponto de cativar além da tribo que celebra tudo o que Marina Lima faz sem senso crítico.
Marina Lima canta sobre a partida de Antonio Cicero (1945 – 2024) na música ‘Meu poeta’, uma das 11 faixas do álbum ‘Ópera Grunkie’
André Hawk / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Quem é quem em ‘O Testamento’? Entenda a disputa pela herança de Anita Harley


Primas de Anita Harley comentam repercussão de ‘O Testamento’. Veja entrevista
A série “O Testamento: O Segredo de Anita Harley” narra a história de um grande imbróglio jurídico brasileiro: o destino da fortuna de Anita Louise Regina Harley, uma das principais herdeiras da rede varejista Casas Pernambucanas.
A empresária, que vive em coma há mais de seis anos, deixou um patrimônio estimado em R$ 2 bilhões.
Desde então, o testamento dela passou a ser o centro de uma guerra que opõe parentes distantes, supostas companheiras e um homem que busca reconhecimento como filho socioafetivo.
Parte da sinopse oficial do Globoplay define bem o tom desse embate: “Uma disputa explosiva por amor, poder e herança expõe versões inconciliáveis de uma vida que ela já não pode mais defender”.
Abaixo, o g1 explica o papel de cada peça nesse tabuleiro.
Anita Harley
Ex-diretora e uma das principais acionistas das Casas Pernambucanas. Na série, Anita é descrita como uma mulher rigorosa, discreta e extremamente focada nos negócios.
Anita Harley
Globoplay
Desde que assumiu o posto ocupado por sua mãe, Anita enfrentou resistências internas e contestações de parentes que perduram até hoje.
Desde que entrou em estado vegetativo persistente, em 2016, a vida de Anita tornou-se o centro de um novo capítulo judicial.
Cristine Rodrigues
Cristine Rodrigues aparece como ex‑funcionária e assessora direta de Anita por décadas.
Cristine Rodrigues
Reprodução
Na narrativa da série, ela afirma possuir uma procuração lavrada em cartório que a designa como responsável por decidir sobre a saúde e os bens de Anita, tornando‑se um dos pilares do lado tradicional da família.
Sônia Soares (Suzuki)
É apresentada como funcionária que vivia na mansão de Anita e que afirma ter sido sua companheira de longa data.
Sônia Soares (conhecida como Suzuki), em série ‘O Testamento’
Reprodução: redes sociais
Na série, sua defesa sustenta que a relação ia além da amizade, configurando uma entidade familiar que lhe daria direitos sucessórios sobre o patrimônio.
Arthur Miceli
Arthur Miceli é filho biológico de Cristine, mas ocupa papel central na disputa como quem busca reconhecimento como filho socioafetivo de Anita Harley.
Artur Miceli, em série ‘O Testamento’
Reprodução: redes sociais
O reconhecimento dessa relação poderia torná‑lo herdeiro direto da fortuna, o que iria interferir na ordem sucessória tradicional e colocaria em xeque outros interesses.
Daniel Silvestri
Daniel Silvestri é apresentado na série, primeiro, como advogado de Sônia Soares, conhecida como Suzuki.
Daniel Silvestri
Foto: Divulgação
Ele se torna central na disputa pela herança quando consegue chegar à presidência das Casas Pernambucanas.
Na narrativa da série, Daniel aparece como um “estranho no ninho”, alguém de fora da família que assume protagonismo, representando o lado de Suzuki e de Arthur, seu filho.

Irmãs Lundgren
Primas de segundo grau de Anita Harley (a quem elas chamam de tia), Andréa e Juliana Lundgren não fazem parte da disputa direta pelo patrimônio, mas possuem papel estratégico como acionistas da varejista.
Juliana e Andréa Lundgren, na série ‘O Testamento’
Reprodução: Globoplay
‘Tia Helena odiava Suzuki’: Primas de Anita Harley falam sobre repercussão de ‘O Testamento’.
As irmãs recebem parte dos lucros da companhia e formam a principal base de apoio familiar a Cristine.
Na série, elas se posicionam abertamente contra as pretensões de Arthur Miceli (que busca o reconhecimento como filho socioafetivo) e contra o grupo liderado por Daniel Silvestri e Suzuki.
Karen Harley
É irmã por parte de pai de Anita, representando o ramo tradicional da família proprietária das Casas Pernambucanas e trazendo a visão da “família legítima”.
Karen Harley
Foto: Divulgação
‘O Testamento’: por que história de Anita Harley, das Pernambucanas, tem chamado tanta atenção?

Fonte: G1 Entretenimento

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Alan Ritchson, Simone Mendes, Rihanna e mais famosos que brigaram, reclamaram ou denunciaram vizinhos


Alan Ritchson, de ‘Velozes e Furiosos’
Divulgação
Conhecido por “Velozes e Furiosos” e “Reacher”, o ator Alan Ritchson foi é acusado de agredir um vizinho no Tennessee, nos Estados Unidos, segundo informações do TMZ. A confusão teria começado após uma reclamação sobre o barulho da moto do ator.
De acordo com o site, a discussão começou no sábado (21), quando Ronnie Taylor, vizinho de Ritchson, reclamou que o ator estaria andando em velocidade excessiva pelas ruas do condomínio.
Mas Alan Ritchson não é o único famoso a se envolver em discussões com seus vizinhos. Simone Mendes, Rihanna, Fiuk e Kelly Key também já tiveram brigas com moradores próximos.
Relembre os casos:
Kelly Key
Kelly Key denuncia vizinho por invasão a casas e ameaças
Montagem/g1
Em março de 2026, a cantora e empresária Kelly Key e o seu marido, Mico Freitas, denunciaram nas redes sociais que um vizinho da filha do casal, que mora em um condomínio na Freguesia, Zona Sudoeste do Rio, já invadiu casas e ameaçou moradores. O comportamento dele com mulheres também tem preocupado, segundo o casal.
“Ele já entrou na casa da vizinha da frente durante a madrugada, já tentou agredir o meu pai com uma barra de ferro, gente, e foi levado à delegacia inúmeras vezes, assim como foi internado inúmeras vezes”, disse a cantora.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Segundo a denúncia, o médico Alexandro Silveira desenvolveu um comportamento imprevisível após misturar remédios psiquiátricos com bebidas alcóolicas. Além disso, o homem teria desenvolvido um comportamento obsessivo com a filha deles.
Simone Mendes
Simone Mendes e o cachorro Jack, que vive fugindo no condomínio é já gerou brica com os vizinhos.
Reprodução/Youtube
Em junho de 2025, a cantora Simone Mendes trocou farpas com o deputado federal Fábio Teruel (MDB) por causa de um cão. Depois da terceira fuga do cachorro Jack da cantora, em setembro de 2024, véspera do 1° turno das eleições municipais, Fábio Teruel resolveu dar uma bronca na internet em Simone Mendes e no marido dela, Kaká Diniz, por causa das constantes fugas do cachorrinho da raça Border Collie.
A resposta ao vídeo de Teruel foi dada pelo empresário Kaká Diniz, que também publicou vídeo nas redes sociais ironizando o vizinho parlamentar. Simone Mendes, que desde a pandemia mostra nas redes sociais as estripulias de Jack na casa e as coisas que o cão destrói, também resolveu ironizar o deputado. “Você não pode sair na rua sem conversar com a sua mãe, porque as pessoas tão querendo ‘coisar comigo’. Você não pode escapulir. Não quero te manter amarrado, mas, se abre a porta e você escapole, eu levo a culpa. Ajuda a reputação da sua mãe, meu filho…”.
A briga entre as famílias acabou sendo o ponto de partida para revelar que o parlamentar direcionou mais de R$ 2,2 milhões em emendas parlamentares para recapear um condomínio de luxo em Barueri, na Grande São Paulo.
Fiuk
Fiuk no terceiro dia de Lollapalooza 2023
Celso Tavares/g1
Em outubro de 2025, Fiuk usou as redes sociais para reclamar de seus vizinhos. O cantor afirmou que precisou instalar uma cerca em frente à garagem de sua casa para tentar evitar invasões, já que, segundo o artista, vizinhos e fãs estariam ultrapassando os limites da propriedade.
Fiuk disse que as pessoas estavam usando espaço reservado para os carros para brincar, jogar bola e passear com cachorros sem coleira.
“Já estão invadindo por aqui, agindo ‘na brincadeira’, jogando bola na garagem, tocando no meu carro, soltando cães grandes sem coleira e vindo buscar, famílias se juntando e gritando meu nome. É uma loucura, e isso não é correto! Adoro vocês, mas a segurança já está avisada”, disse.
Márcio Garcia
Márcio Garcia surgiu para o público como modelo. Logo migrou para as artes dramáticas e, aos poucos, expandiu os seus horizontes. Ele também é apresentador e diretor de cinema. Aos 44 anos, pais de quatro filhos, arrasa corações.
Divulgação/ TV Globo
Em 2021, Márcio Garcia foi processado por um vizinho por causa de uma obra. Segundo o denunciante, o ator e apresentador dobrou a altura de um dos muros que dividia a propriedade, passando de 3m para 6m.
De acordo com o vizinho de Márcio, a obra teria atrapalhado a ventilação, aumentando a sensação térmica do local, além de impedir a incidência de raios solares.
James Franco
James Franco perde destaque em revista após denúncias de assédio
globonews
Em 2013, vizinhos do ator e diretor James Franco fizeram uma denúncia para o Curbed, site americano de imóveis e design urbanos, com uma reclamação contra o ator.
Os vizinhos estavam descontentes com o grande fluxo constante de pessoas entrando e saindo da casa do astro. Ainda segundo eles, ranco estaria usando o espaço de forma ilegal, com uma produtora clandestina gigantesca.
“Grandes caminhões brancos de produção e vários outros veículos bloqueiam nossa entrada de garagem e a usam como área de carga e descarga, além de bloquearem nossa rua com tanta frequência que começamos a acionar a fiscalização de estacionamento para multá-los”, alegavam os vizinhos.
Rihanna
Rihanna.
Vianney Le Caer/Invision/AP
Rihanna foi processada por um vizinho em 2009. Na época, Christian Moeller alegava que a cantora fazia uso indevido de sua propriedade. Isso porque, para chegar até a casa da cantora, os carros precisavam passar por uma parte do terreno de Christian. Inicialmente, ele teria liberado a passagem. Mas o espaço começou a ser ultrapassado e, os carros, sendo estacionados no gramado vizinho.
Maria Gadú
Cantora Maria Gadú está em turnê para o quarto album da carreira
Loiro Cunha/Divulgação
Em 2013, os vizinhos de Maria Gadú estariam organizando um abaixo-assinado para retirá-la do apartamento em que morava. Os condôminos estavam incomodados com as constantes festas da cantora.
Ao tomar conhecimento do documento, a cantora afirmou que nunca havia recebido nenhuma reclamação sobre o barulho no apartamento ou notificação oficial.
“É um momento feliz e produtivo da carreira, mas soube que vizinhos da Urca querem fazer abaixo-assinado por conta de ‘barulho’. Sou uma cidadã de bem, pago meus impostos, minhas contas e respeito o próximo, não sou diferente de ninguém. Quem me conhece sabe como sou simples e acessível, não sou de fazer arruaça, minha música não pede o alto volume para ser ouvida ou assimilada, nem por mim nem por meus amigos ou meus vizinhos”, afirmou a cantora em uma nota oficial.
“Faço coro com aqueles que queiram manter a ordem do lugar, mas não posso concordar com a imagem que tentam aqui me imprimir, de quem promove algazarra ou que seja necessário ter pessoas se dando ao trabalho de promover um abaixo-assinado. Vou reparar mais nesse assunto sonoro, mas assim como quem quer que tenha levantado essa questão, também quero paz e a boa vizinhança”, finalizou Gadú.
Justin Bieber
Justin Bieber no Grammy 2022
Angela Weiss/AFP
Justin Bieber já foi parar na justiça por causa de seus vizinhos. Em 2013, o astro pop canadense arremessou ovos na casa de um deles.
O caso ficou bem conhecido. E o cantor chegou a pagar uma indenização de US$ 80 mil por danos causados, além de cumprir dois anos em liberdade condicional após se declarar culpado.
No processo, o vizinho alegava que Bieber aterrorizou a família com festas barulhentas, cuspiu no rosto de um dos membro, fez uso de drogas e dirigia de forma agressiva pelo concomínio.
O caso foi resolvido por completo entre as partes em 2018. Nenhum detalhe foi divulgado sobre os termos do acordo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Por que Luísa Sonza foi vaiada no Lollapalooza e o que essa reação pode dizer sobre a carreira dela?


Lolla 2026: Sabrina Carpenter ‘algema’ Luisa Sonza antes de cantar ‘Juno’
No show de Sabrina Carpenter no Lollapalooza, nesta sexta (20), Luísa Sonza foi a “Juno girl”, personagem que é “presa” pela cantora americana por ser “gostosa demais”.
A brasileira apareceu no telão para o público do Lolla, interagiu com Sabrina e até comemorou mais tarde nas redes sociais. Mas quem estava presente percebeu que Luísa foi bastante vaiada.
O que causou essa reação em um show de pop que, na teoria, incluiria alguns fãs de Sonza? É uma pergunta difícil de responder, mas tem a ver com o momento de carreira, as polêmicas e o posicionamento de imagem da cantora gaúcha de 27 anos.
Escândalo… e suas consequências
Nos últimos anos, Luísa protagonizou manchetes sobre música, vida pessoal e declarações públicas. Se um dia ela fugiu disso, hoje parece preferir ser o assunto, mesmo que por mal.
Para além de tretas envolvendo a separação de Whindersson, a primeira grande polêmica que afetou a relação de Luísa com os fãs foi a acusação de racismo, surgida em 2020.
A princípio, ela negou veementemente, dizendo que “jamais faria isso”, que não era de sua índole. Anos depois, pediu desculpas e firmou um acordo. Isso tem alguns anos e o caso foi resolvido judicialmente, mas até hoje volta à tona nas redes sociais.
Mas o desgaste mesmo veio a partir da fase seguinte, do disco “Escândalo Íntimo”. Foi quando Luísa fez do escândalo um conceito e uma estratégia que segue até hoje em sua carreira.
Luísa Sonza usou fantasia com chifres no carnaval de 2024, uma referência à traição do ex-namorado, Chico Moedas
Reprodução/Instagram
Desde 2023, a cantora não foge da exposição – muito pelo contrário, a procura. Fez um clipe polêmico rebolando em uma cama banhada de morango (ou sangue?), transformou a traição que sofreu em assunto nacional e rentável e por aí vai. Basicamente, entrou de cabeça no “falem bem, falem mal, mas falem de mim”.
Mas ao mesmo tempo em que abraçou o escândalo, Luísa sempre se levou muito a sério e nunca foi de ficar quieta ao ouvir críticas. Publicamente, ela já revidou jornalistas e até os próprios fãs que reclamavam do seu trabalho.
“Vou lá virar de cabeça para baixo para fazer uma coreografia e ainda assim vocês são capazes de reclamar (…). Vocês estão com uma cabeça desse tamaninho, lidando com uma artista com uma cabeça enorme, com um cérebro enorme. Então não dá. Não vou ter paciência para vocês”, disse em um vídeo publicado neste ano.
Tudo isso gera buzz, e os números provam que é eficaz. Hoje, Luísa é uma das cantoras mais famosas do Brasil, com reconhecimento nacional e internacional. A participação no show de Sabrina é mais uma prova disso.
Mas virar notícia por tópicos além da música tem seu preço. Quando ela escolhe expor assuntos pessoais ou fazer vídeos polêmicos, o público passa a opinar não só sobre as músicas, mas sobre a pessoa Luísa Sonza. E é claro que a postura de buscar engajamento e ser combativa com as críticas não agrada todo mundo.
O fato de ser muito famosa também complica: tudo que Luísa fala, faz ou deixa de fazer é uma grande notícia. Com o tempo, a superexposição transformou o “ranço” de alguns em rejeição de muitos.
O que essa reação diz sobre a carreira dela?
Luísa Sonza se apresenta no The Town 2025
Fábio Tito/g1
Apesar de Luísa ser uma artista pop loirinha que sensualiza, assim como Sabrina, o público dela não é necessariamente aquele da sexta-feira de Lolla. Ou seja, na prática, não é que ela não tenha fãs ou parou de fazer sucesso.
Na verdade, ela vem promovendo o disco “Brutal Paraíso”, que será lançado em 7 de abril. “Telefone”, o primeiro single, estreou entre as 20 músicas mais ouvidas no Spotify Brasil.
Mas bom sinal não foi. Se Luísa foi vaiada só por aparecer no telão, não é só que o trabalho dela desagrada alguns: a própria imagem dela gera rejeição. Isso é uma questão difícil de resolver para uma artista desse porte – principalmente alguém que está prestes a lançar álbum e aparecer ainda mais na mídia.
A curto prazo, o álbum deve fazer sucesso e Luísa segue sendo uma das maiores artistas pop do Brasil. Mas as vaias acendem um alerta amarelo para a equipe dela: quando a recepção negativa sai da internet e respinga na vida real, é hora de cuidar pra não virar uma crise.

Fonte: G1 Entretenimento