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Por que Luísa Sonza foi vaiada no Lollapalooza e o que essa reação pode dizer sobre a carreira dela?


Lolla 2026: Sabrina Carpenter ‘algema’ Luisa Sonza antes de cantar ‘Juno’
No show de Sabrina Carpenter no Lollapalooza, nesta sexta (20), Luísa Sonza foi a “Juno girl”, personagem que é “presa” pela cantora americana por ser “gostosa demais”.
A brasileira apareceu no telão para o público do Lolla, interagiu com Sabrina e até comemorou mais tarde nas redes sociais. Mas quem estava presente percebeu que Luísa foi bastante vaiada.
O que causou essa reação em um show de pop que, na teoria, incluiria alguns fãs de Sonza? É uma pergunta difícil de responder, mas tem a ver com o momento de carreira, as polêmicas e o posicionamento de imagem da cantora gaúcha de 27 anos.
Escândalo… e suas consequências
Nos últimos anos, Luísa protagonizou manchetes sobre música, vida pessoal e declarações públicas. Se um dia ela fugiu disso, hoje parece preferir ser o assunto, mesmo que por mal.
Para além de tretas envolvendo a separação de Whindersson, a primeira grande polêmica que afetou a relação de Luísa com os fãs foi a acusação de racismo, surgida em 2020.
A princípio, ela negou veementemente, dizendo que “jamais faria isso”, que não era de sua índole. Anos depois, pediu desculpas e firmou um acordo. Isso tem alguns anos e o caso foi resolvido judicialmente, mas até hoje volta à tona nas redes sociais.
Mas o desgaste mesmo veio a partir da fase seguinte, do disco “Escândalo Íntimo”. Foi quando Luísa fez do escândalo um conceito e uma estratégia que segue até hoje em sua carreira.
Luísa Sonza usou fantasia com chifres no carnaval de 2024, uma referência à traição do ex-namorado, Chico Moedas
Reprodução/Instagram
Desde 2023, a cantora não foge da exposição – muito pelo contrário, a procura. Fez um clipe polêmico rebolando em uma cama banhada de morango (ou sangue?), transformou a traição que sofreu em assunto nacional e rentável e por aí vai. Basicamente, entrou de cabeça no “falem bem, falem mal, mas falem de mim”.
Mas ao mesmo tempo em que abraçou o escândalo, Luísa sempre se levou muito a sério e nunca foi de ficar quieta ao ouvir críticas. Publicamente, ela já revidou jornalistas e até os próprios fãs que reclamavam do seu trabalho.
“Vou lá virar de cabeça para baixo para fazer uma coreografia e ainda assim vocês são capazes de reclamar (…). Vocês estão com uma cabeça desse tamaninho, lidando com uma artista com uma cabeça enorme, com um cérebro enorme. Então não dá. Não vou ter paciência para vocês”, disse em um vídeo publicado neste ano.
Tudo isso gera buzz, e os números provam que é eficaz. Hoje, Luísa é uma das cantoras mais famosas do Brasil, com reconhecimento nacional e internacional. A participação no show de Sabrina é mais uma prova disso.
Mas virar notícia por tópicos além da música tem seu preço. Quando ela escolhe expor assuntos pessoais ou fazer vídeos polêmicos, o público passa a opinar não só sobre as músicas, mas sobre a pessoa Luísa Sonza. E é claro que a postura de buscar engajamento e ser combativa com as críticas não agrada todo mundo.
O fato de ser muito famosa também complica: tudo que Luísa fala, faz ou deixa de fazer é uma grande notícia. Com o tempo, a superexposição transformou o “ranço” de alguns em rejeição de muitos.
O que essa reação diz sobre a carreira dela?
Luísa Sonza se apresenta no The Town 2025
Fábio Tito/g1
Apesar de Luísa ser uma artista pop loirinha que sensualiza, assim como Sabrina, o público dela não é necessariamente aquele da sexta-feira de Lolla. Ou seja, na prática, não é que ela não tenha fãs ou parou de fazer sucesso.
Na verdade, ela vem promovendo o disco “Brutal Paraíso”, que será lançado em 7 de abril. “Telefone”, o primeiro single, estreou entre as 20 músicas mais ouvidas no Spotify Brasil.
Mas bom sinal não foi. Se Luísa foi vaiada só por aparecer no telão, não é só que o trabalho dela desagrada alguns: a própria imagem dela gera rejeição. Isso é uma questão difícil de resolver para uma artista desse porte – principalmente alguém que está prestes a lançar álbum e aparecer ainda mais na mídia.
A curto prazo, o álbum deve fazer sucesso e Luísa segue sendo uma das maiores artistas pop do Brasil. Mas as vaias acendem um alerta amarelo para a equipe dela: quando a recepção negativa sai da internet e respinga na vida real, é hora de cuidar pra não virar uma crise.

Fonte: G1 Entretenimento

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Gilberto Gil, Igor Kannário, Paul McCartney: relembre artistas que foram presos por porte de drogas


João Gordo
Nando Machado / Divulgação
O cantor João Gordo, vocalista da banda Ratos de Porão, foi detido com pequenas porções de haxixe e maconha ao tentar embarcar no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, na Grande BH, no último domingo (22).
Após assinar um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e passar por todos os procedimentos legais, o cantor foi liberado.
“Não aconteceu porra nenhuma. Fui preso com um grama de maconha. Os gambé [policial militar] foram até gente fina comigo, mas maior prejuízo perder voo, cansado”, contou João Gordo em vídeo publicado nas redes sociais.
A história da música está repleta de história de artistas que enfrentaram problemas com a polícia e com a Justiça por andarem com drogas por aí. O g1 relembrou alguns casos. Confira abaixo:
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Gilberto Gil
Em 1976, Gilberto Gil foi preso em Florianópolis com uma porção de maconha encontrada em seu quarto de hotel.
“Não sou viciado, não gosto dessa ideia de vício. Realmente uso maconha”, disse, segundo reportagem do jornal O Estado de São Paulo.
Ainda de acordo com Estadão, Gal Costa, Maria Bethânia e Caetano Veloso também estavam no hotel e tiveram seus quartos revistados por policiais.
Gilberto Gil
Divulgação
Gil, que estava na capital de Santa Catarina para um show, foi liberado para se apresentar, mas acabou preso novamente assim que deixou o palco.
O cantor se declarou culpado e a defesa conseguiu que sua prisão fosse substituída por internação para tratamento de dependência.
A Justiça acatou o pedido e, ainda de acordo com reportagens da época, Gil cumpriu parte da pena no Rio de Janeiro, visitando o Sanatório Botafogo para tratamMento ambulatorial.
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Quem é João Gordo, vocalista do Ratos de Porão, detido com maconha em aeroporto
O cantor britânico Paul McCartney afirmou que o sucesso Yesterday surgiu enquanto ele despertava certa manhã
Ricardo Rubio/Europa Press via Getty Images
Paul McCartney
Em 1980, o eterno Beatle Paul McCartney ficou nove dias preso em Tóquio, Japão, após policiais encontraram maconha na sua bagagem.
O cantor foi deportado logo após a prisão de mais de uma semana e precisou cancelar sua turnê pelo país asiático.
Hudson, da dupla Edson e Hudson
Em 2013, Udson Cadorini Silva, da dupla Edson & Hudson, foi detido em Limeira (SP) com uma porção de maconha em casa, além de duas armas e munição de usa restrito do Exército.
A ação foi feita após uma denúncia anônima feita à Polícia Militar, que também encontrou uma carabina calibre .38 e uma bereta calibre .22.
“Apresentei todas as documentações na delegacia para provar. Eu não tenho armas para atirar em pessoas. Apenas sou colecionador”, disse o cantor.
Bruno Mars em foto promocional para o disco ‘The Romantic’
Divulgação
Bruno Mars
Bruno Mars foi preso por posse de 2,6 gramas de cocaína em 2010, durante passagem por Las Vegas, nos EUA. A prisão foi feita dentro do Hard Rock Hotel & Casino
O cantor se declarou culpado às autoridades locais e foi condenado a pagar uma multa de US$ 2 mil e participar de 200 horas de serviços comunitários.
Dois anos depois, o caso foi arquivado pois Mars apresentou bom comportamento e cumpriu com o que havia sido determinado pelas autoridades.
Igor Kannario chega para saída no Campo Grande
Elias Dantas/Ag. Haack
Igor Kannário
Em 2015, Igor Kannário dormiu uma noite na cadeia após ser preso em flagrante com uma porção de maconha.
Kannário foi detido com João Pedro, que naquela época integrava a banda do músico.
Eles afirmaram que a maconha seria usada para consumo próprio. Os dois disseram também que a droga foi entregue a eles por um fã do cantor, cujo nome não foi informado.
MC Guimê
Filipe Nevares / Divulgação
MC Guimê
Em 2019, MC Guimê foi detido na zona leste de São Paulo por posse de droga. O cantor assinou um termo circunstanciado e foi liberado.
Segundo a Polícia Militar, um cigarro de maconha artesanal foi encontrado no bolso do MC. Um amigo de Guimê também foi detido com duas porções da droga e um dichavador.
Anos antes, de 2016, o funkeiro também foi detido por porte de maconha enquanto se dirigia para um show em Nova Lima (MG).
“Não acredite em tudo que lê e que se ouve por aí. Até papagaio fala! Deixa eles [sic] falar enquanto nós estamos festejando”, comentou nas suas redes após a detenção.
A cantora Amy Winehouse no videoclipe de ‘Tears Dry On Their Own’
(Reprodução/YouTube)
Amy Winehouse
Durante passagem pela Noruega, a cantora britânica Amy Winehouse (1983-2011) foi presa com uma pequena porção de maconha.
Amy foi detida junto com seu marido, Blake Fielder-Civil e um outro homem, que não teve sua identidade revelada. Reportagem do jornal The Guardian indicou que ela pagou uma multa de 349 libras e foi posta em liberdade.
Arnaldo Antunes marca encerramento do Juá Literária com o show “Novo Mundo”
Crédito: Anamauê
Arnaldo Antunes e Tony Bellotto
Em 1985, Arnaldo Antunes foi detido junto com seu parceiro da banda Titãs, Tony Bellotto, por posse de drogas.
Segundo reportagem do jornal O Globo, Tony foi detido com heroína dentro de um taxi. O guitarrista disse aos policiais que a droga seria de Arnaldo e a polícia foi até a residência do cantor e compositor, que entregou o restante da droga.
Tony pagou fiança após uma noite preso, enquanto Arnaldo ficou 26 dias detido sob a acusação de tráfico.
Ambos foram condenados, mas cumpriram penas em regime aberto.
O rapper Orochi
Miguel Folco/g1
Orochi
Em 2022, o rapper Orochi foi detido com quatro comprimidos de ecstasy, 22 gramas de haxixe e 10 gramas de maconha.
Orochi estava acompanhado de mais duas mulheres e um homem. Todos foram levados para 78ª DP (Fonseca). No local, os quatro foram liberados após a assinatura do termo circunstanciado de porte de entorpecentes para consumo próprio.
Em 2019, Orochi também foi detido por porte de drogas e desacato a autoridades, de acordo com a Polícia Rodoviária. O caso foi na RJ-106, na altura de São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos do Rio.
Segundo a Polícia Rodoviária, o cantor estava dentro de um carro, e ao ser abordado, a equipe encontrou uma bucha de maconha.

Fonte: G1 Entretenimento

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Deftones é eleito melhor show do Lollapalooza Brasil 2026, segundo leitores do g1


Deftones no Lollapalooza 2026
Multishow
O show Deftones foi o melhor do Lollapalooza 2026, segundo o público que votou na enquete do g1. A banda teve 28,82% dos votos. O top 3 ficou com KATSEYE na segunda posição (20,63%) e Chappell Roan na terceira colocação (9,5%).
RANKING DO G1: Os melhores e os piores shows…
CRÍTICA: Leia o review sobre show do Deftones
VEJA O RANKING (clique nas atrações e leia as críticas do g1):
Deftones: 28,82%
KATSEYE: 20,63%
Chappell Roan: 9,5%
Lorde: 9%
Sabrina Carpenter: 5,26%
Tyler, The Creator: 4,65%
Marina: 4,35%
Addison Era: 3,24%
Edson Gomes: 3,03%
Turnstile: 2,83%
RIIZE: 1,82%
Lewis Capaldi: 1,52%
Cypress Hill: 1,31%
Skrillex: 1,11%
Djo: 0,91%
Doechii: 0,81%
Blood Orange: 0,4%
Lollapalooza 2026: Deftones toca Change (in the house of flies)

Fonte: G1 Entretenimento

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Galã nos anos 1990 e vítima de acidente trágico: quem foi Gerson Brenner, ator que morreu aos 66 anos


Gerson Brenner recebe a visita do ator Tony Ramos
Arquivo pessoal
Morreu nesta segunda-feira (23) o ator Gerson Brenner, aos 66 anos. A informação foi confirmada por sua esposa, Marta Brenner.
Gerson se destacou em novelas da TV Globo a partir dos anos 1990. Ele ficou famoso pelos papéis cômicos, quase sempre interpretando personagens fortões de bom humor e bom coração.
Um dos seus papéis mais marcantes foi na novela “Rainha da Sucata” (1990), quando interpretou Gerson Giovanni, um instrutor de paraquedismo e filho mais velho de Armênia (Aracy Balabanian). O personagem era um homem atlético e galã, que se envolvia em diversas tramas amorosas. Sua atuação carismática e a presença de cena conquistaram o público.
Outro papel importante foi o de Giovanni Barbieri na novela “Perigosas Peruas” (1992). Giovanni era um policial fortão, grosso, ignorante e trapalhão, que disputava o amor de Joana (Fabiana Scaranzi) com um colega.
Descendente de italianos, ele era bem-humorado e não perdia a piada, trazendo um toque de comédia à trama.
Na novela “Corpo Dourado” (1998), viveu Jorginho, um fazendeiro ingênuo que disputava o amor da protagonista Selena (Cristiana Oliveira) com o empresário Arturzinho (Marcos Winter). Jorginho era mais um personagem divertido, que acabou formando um casal com Alicinha (Danielle Winits) no final da trama. A interpretação trouxe leveza à novela, consolidando ainda mais sua carreira.
Acidente trágico
Em 17 de agosto de 1998, Brenner sofreu um grave acidente durante uma tentativa de assalto na Rodovia Presidente Dutra, enquanto viajava de São Paulo ao Rio de Janeiro para gravar o último capítulo da novela “Corpo Dourado”. Pedras foram colocadas na pista por assaltantes e estouraram dois pneus de seu carro.
Na troca dos pneus, dois homens tentaram assaltá-lo. Gérson reagiu e foi baleado na cabeça. A bala atravessou o hemisfério esquerdo do cérebro, causando danos significativos às áreas responsáveis pela locomoção e fala.
Como resultado, Gerson ficou com sequelas permanentes, incluindo dificuldades de fala e mobilidade, e passou a usar cadeira de rodas. Desde então, ele tem enfrentado uma longa jornada de recuperação, com o apoio constante de sua família e profissionais de saúde.
Após o acidente, o ator se envolveu em causas sociais, especialmente aquelas relacionadas à reabilitação de pessoas com deficiência. Sua experiência pessoal o motivou a apoiar iniciativas que buscam melhorar a qualidade de vida de pessoas que enfrentam desafios semelhantes aos dele.

Fonte: G1 Entretenimento

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Gerson Brenner, ator de ‘Rainha da Sucata’, morre aos 66 anos


Montagem antes e depois Gerson Brenner
Reprodução
Morreu nesta segunda-feira (23), aos 66 anos, o ator Gerson Brenner, em decorrência de falência múltipla dos órgãos. Ele estava internado no Hospital São Luiz, no Itaim, em São Paulo. A morte foi confirmada pela esposa, Marta Brenner.
Conhecido por seus papéis como galã na TV Globo, ele enfrentava, há décadas, as sequelas de um tiro sofrido durante uma tentativa de assalto em 1998, o que o manteve afastado da vida pública.
“Ele tinha muito amor pela TV Globo. Não assistia nenhum outro canal. A vida dele era a televisão”, disse a esposa.
Segundo a família, as informações sobre velório e sepultamento devem ser divulgadas posteriormente.
Gerson Brenner, 20 anos após acidente: companheira fala sobre a saúde do ator
Carreira
Gerson Brenner se destacou na televisão durante os anos 90, em novelas da TV Globo. Ele ficou famoso pelos papéis cômicos, quase sempre interpretando personagens fortões de bom humor e bom coração.
Em “Rainha da Sucata” (1990), interpretou um de seus papéis mais marcantes, como Gerson Giovanni, um instrutor de paraquedismo e filho mais velho de Armênia (Aracy Balabanian). Sua atuação carismática e a presença de cena conquistaram o público.
Outro papel de destaque foi o de Giovanni Barbieri na novela “Perigosas Peruas” (1992). Na trama, ele era um policial fortão, grosso, ignorante e trapalhão, que disputava o amor de Joana (Fabiana Scaranzi) com um colega.
Na novela “Corpo Dourado” (1998), viveu Jorginho, um fazendeiro ingênuo que disputava o amor da protagonista Selena (Cristiana Oliveira) com o empresário Arturzinho (Marcos Winter). Jorginho era mais um personagem divertido, que acabou formando um casal com Alicinha (Danielle Winits) no final da trama.

Fonte: G1 Entretenimento

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Linda Ramalho canta Pitty e Dudu Falcão em álbum ao vivo sem se afastar das ‘eternas ondas’ do pai, Zé Ramalho


Linda Ramalho lança o primeiro registro audiovisual de show na sexta-feira, 27 de março
Mike Bleak / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Filha de Zé Ramalho, a cantora e compositora carioca Linda Ramalho ainda não conseguiu se dissociar da obra do pai para delinear a própria identidade autoral desde que entrou em cena em 2018. Embora tenha apresentado três canções da própria lavra nas quatro faixas do EP “Adrenalina” (2023), a artista dedicou o primeiro álbum, “Linda Ramalho canta Zé Ramalho” (2023), inteiramente ao cancioneiro do compositor.
No primeiro registro audiovisual de show, “Linda Ramalho ao vivo”, a cantora continua surfando nas eternas ondas do pai.
Programado para sexta-feira, 27 de março, em edição dos selos Avohai Music e Discobertas, o álbum ao vivo de Linda traz 12 composições de Zé entre as 24 músicas distribuídas em 21 faixas captadas em show fechado de atmosfera íntima e energia roqueira, apresentado por Linda no fim de 2025 no estúdio Eco Som, na cidade natal do Rio de Janeiro (RJ), para plateia de amigos e fãs da artista.
Fora da obra paterna, Linda canta três músicas de Pitty – “Equalize” (2003), “Anacrônico” (2005) e “Memórias” (2005) – em roteiro que também abarca composições autorais da artista como “Adrenalina”, “Confia”, “Same Bad”, “Quem é Quem?” e “Buracos”, esta acoplada a música de Zé Ramalho, “Voa voa” (1978), lançada pelo autor no primeiro álbum solo.
O repertório também inclui “Coisas que eu sei”, canção de Dudu Falcão lançada na voz da cantora Danni Carlos em 2007 e já rebobinada por Linda em registro de estúdio apresentado em single editado em setembro de 2025.
No show eternizado no álbum “Linda Ramalho ao vivo”, a cantora divide o palco com trio de bateria (Caco Braga), baixo (Diogo Lopes) e guitarra (João Fessih).
Capa do álbum ‘Linda Ramalho ao vivo’
Mike Bleak / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Bill Cosby perde processo por violência sexual e deve pagar US$ 19 milhões em indenização


Bill Cosby
Matt Slocum/AP
O ator Bill Cosby foi considerado culpado por um júri civil, nesta segunda-feira (23), por drogar e agredir sexualmente uma funcionária de um restaurante na Califórnia, nos Estados Unidos, em 1972.
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Por decisão do júri, Cosby terá que pagar US$ 19,25 milhões — cerca de R$ 103 milhões — em indenização para a ex-garçonete Donna Motsinger. Segundo a defesa do ator, a decisão ocorre em um momento em que ele enfrenta dificuldades financeiras.
No processo, Donna afirmou que tinha 30 anos quando as agressões ocorreram. Segundo ela, o ator a drogou com comprimidos que a deixou incapacitada. Cosby não testemunhou no julgamento, mas a advogada dele afirmou que eles vão recorrer.
Academia do Oscar expulsa Bill Cosby e Roman Polanski
Após o término do julgamento, Donna comemorou.
“Foram 54 anos para se obter justiça, e sei que não é suficiente para as outras mulheres, mas espero que isso as ajude um pouco”, disse ela ao jornal The New York Times.
Apesar da decisão pela indenização, Bill Cosby não foi responsabilizado criminalmente pelo ato. Isso porque o julgamento ocorreu na esfera civil, que trata da reparação de danos — geralmente por meio de compensação financeira — e não prevê penas como prisão, ao contrário da esfera criminal, que julga crimes e pode levar à condenação penal.
Outras mulheres já entraram com ações contra Cosby. E o ator já foi condenado uma vez por violência sexual em 2021. Ele chegou a cumprir parte da pena em uma prisão no estado da Filadélfia, mas a condenação foi anulada após um acordo com o promotor.
Bill Cosby sai algemado após ser condenado por agressões sexuais nesta terça-feira (25)
Mark Makela/Pool Photo via AP

Fonte: G1 Entretenimento

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Tiago Iorc regrava repertório do álbum ‘Troco likes’ com feats com Melly, Ney Matogrosso, Iza, Jota.Pê e Os Garotin


Tiago Iorc (à esquerda) regrava com Ney Matogrosso a música ‘Liberdade ou solidão’ para o álbum comemorativo ‘Troco likes – 10 anos’
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Está virando tendência no mercado fonográfico um artista regravar o próprio álbum com convidados, fazendo feats na maioria das faixas ou mesmo em todas as músicas. Samuel Rosa regravou músicas do primeiro álbum solo, “Rosa” (2024), no projeto audiovisual intitulado “Rosa sessions” (2025). Roberta Campos também regravou o cancioneiro autoral do álbum “Coisas de viver” (2025) com convidados em singles que a artista vem lançando desde fevereiro.
Agora é Tiago Iorc que apresenta na sexta-feira, 27 de março, uma releitura do álbum que o projetou há 11 anos, “Troco likes” (2015).
Em novembro, a tempo de celebrar os dez anos do primeiro disco que gravou em português, Iorc lançou uma amostra do projeto em single que trouxe a regravação de um dos dois grandes hits do álbum, a canção “Amei te ver”, rebobinada pelo cantor com o grupo de pagode Menos é Mais. Daqui a quatro dias, Iorc apresenta a já atrasada edição integral do álbum “Troco likes – 10 anos”.
Além do grupo Menos É Mais em “Amei te ver”, Iorc regrava as outras nove músicas com Ney Matogrosso (“Liberdade ou solidão”), Iza (“Alexandria”), Jota.Pê (“Mil razões”), Marina Sena (“De todas as coisas”), Melly (“Eu errei”), Os Garotin (“Bossa”), Lauana Prado (“Cataflor”), Vitor Kley (“Sol que faltava”) e Mundo Bita (“Coisa linda”).
Moodstock assina a produção musical do álbum “Troco likes – 10 anos”.
Capa do álbum Troco likes – 10 anos’, de Tiago Iorc
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Valerie Perrine, atriz de ‘Superman’ e indicada ao Oscar por ‘Lenny’, morre aos 82 anos


Valerie Perrine, atriz conhecida por seu papel em Superman, morreu aos 82 anos nesta segunda-feira (23).
Durante a carreira, ela equilibrou o status de sex symbol e o prestígio de Hollywood. Marcada pela doçura e ironia de Eve Teschmacher nos primeiros filmes do “Superman”, ela também chamou atenção pela atuação visceral em “Lenny”, que lhe rendeu uma indicação ao Oscar. A filmografia tem outros papéis de destaque nos anos 1970 e 1980.
De Las Vegas para o Oscar
Nascida em Galveston, no estado americano do Texas, em 1943, Valerie começou a carreira como modelo e “showgirl” nos palcos de Las Vegas.
O salto para o drama veio com força em “Lenny” (1974), cinebiografia dirigida por Bob Fosse. No papel de Honey Bruce, mulher do polêmico comediante Lenny Bruce (Dustin Hoffman), ela entregou uma performance que arrebatou a crítica. O trabalho rendeu o prêmio de melhor atriz no Festival de Cannes, o Bafta de revelação e a indicação à estatueta da Academia.
Gene Hackman e Valerie Perrine em ‘Superman II: A Aventura Continua’ (1980)
Divulgação
Para o grande público, no entanto, a consagração veio por meio do universo dos super-heróis. Como Eve Teschmacher, a cúmplice de Lex Luthor (Gene Hackman) em “Superman” (1978) e “Superman II” (1980), Perrine injetou humanidade e timing cômico em uma personagem que poderia ser apenas unidimensional. Sua química com Christopher Reeve ajudou a definir o tom dos blockbusters daquela era.
Ao longo de mais de 50 produções, ela ainda brilhou ao lado de Robert Redford e Jane Fonda em “O Cavaleiro Elétrico” (1979) e transitou por comédias e dramas com a mesma naturalidade.
Fim de carreira e legado
Após décadas de trabalho, a atriz passou a se dedicar a projetos independentes nos anos 2010, com destaque para o filme “Silver Skies” (2016). Recentemente, sua trajetória de resiliência (incluindo o enfrentamento de questões de saúde que limitaram sua mobilidade nos últimos anos) foi tema de documentários e homenagens de colegas de profissão.
Valerie Perrine deixa um legado de ousadia em uma Hollywood que, muitas vezes, tentou rotulá-la apenas pela beleza, mas foi sempre vencida pelo seu talento.

Fonte: G1 Entretenimento

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Guilherme Arantes faz jus à Medalha UBC que ganhará em abril pelo conjunto honroso da obra já cinquentenária


Guilherme Arantes recebe a Medalha UBC em evento programado para 7 de abril em São Paulo (SP)
Leo Aversa / Divulgação
♫ ANÁLISE
♬ Pela estatura da obra autoral que construiu desde os anos 1970, Guilherme Arantes teria cacife para ser agraciado pela União Brasileira de Compositores (UBC) com Prêmio UBC pelo conjunto da obra. Contudo, a instituição preferiu conceder outra (justa) honraria ao cantor, compositor e músico paulista. Arantes foi escolhido para receber a Medalha UBC.
Guilherme Arantes é o terceiro nome agraciado com a Medalha UBC, sucedendo o letrista Fausto Nilo e o cantor Luiz Caldas, premiados em 2024 e 2025, respectivamente.
A terceira Medalha UBC será entregue ao artista em cerimônia agendada para 7 de abril. no Cantaloup Living Room, em São Paulo (SP). O evento inclui show em que intérpretes como Fernanda Takai, Jonathan Ferr, Tiê e Vanessa Moreno cantarão músicas de Arantes com o toque do pianista franco-brasileiro Aymeric.
Arantes recebe a honraria no ano em que celebra cinco décadas de carreira solo iniciada em 1976 com a edição do primeiro álbum solo do artista, “Guilherme Arantes”, disco alavancado pelo sucesso da angustiada balada “Meu mundo e nada mais”, um dos principais temas da trilha sonora da novela “Anjo mau” (TV Globo, 1976).
“A obra de Guilherme Arantes é um bálsamo de complexa simplicidade. Desde o início da carreira, tem características melódicas pop próprias, que conversaram com o mercado sem se render ou se perder. Guilherme é um artesão raro de sonoridades que abraçam e mobilizam sentimentos da melhor tradição e tradução da música brasileira. Agora, celebrando 50 anos de carreira, mais do que nunca a obra dele se consolida como atemporal e transcendente”, contextualiza Marcelo Castello Branco, diretor executivo da UBC.
O CEO da UBC tem razão. Com cerca de 400 composições registradas e apresentadas ao longo de 30 álbuns lançados em 50 anos de carreira solo (sem contar o único álbum do grupo Moto Perpétuo, editado em 1974), Guilherme Arantes é um dos principais arquitetos da música pop do Brasil, dialogando tanto com o universo da MPB quanto com o universo do rock brasileiro, do qual é um dos pais, em pioneirismo nem sempre reconhecido.
O cancioneiro de Guilherme Arantes está enraizado na memória nacional, sobretudo por quem atravessou os anos 1970, 1980 e 1990 ao som de músicas do alto quilate de “Cuide-se bem” (1976), “Amanhã” (1977), “Êxtase” (1979), “Aprendendo a jogar” (1980), “Deixa chover” (1981), “Planeta água” (1981), “O melhor vai começar” (1982), “Lance legal” (1982), “Lindo balão azul” (1982), “Brincar de viver” (Guilherme Arantes e Jon Lucien, 1983), “Pedacinhos (Bye bye so long)” (1983), “Cheia de charme” (1985), “Coisas do Brasil” (Guilherme Arantes e Nelson Motta, 1986), “Loucas horas” (1986), “Um dia, um adeus” (1987), “Muito diferente” (1989) e “Sob o efeito de um olhar” (1991).
A maestria do compositor dessas canções foi reiterada no álbum “Interdimensional” (2026), lançado por Arantes em 15 de janeiro com músicas inéditas. Basta ouvir a valsa “Luar de prata” para atestar que essa Medalha UBC é honraria mais do que merecida por Guilherme Arantes.

Fonte: G1 Entretenimento