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Guilherme Arantes faz jus à Medalha UBC que ganhará em abril pelo conjunto honroso da obra já cinquentenária


Guilherme Arantes recebe a Medalha UBC em evento programado para 7 de abril em São Paulo (SP)
Leo Aversa / Divulgação
♫ ANÁLISE
♬ Pela estatura da obra autoral que construiu desde os anos 1970, Guilherme Arantes teria cacife para ser agraciado pela União Brasileira de Compositores (UBC) com Prêmio UBC pelo conjunto da obra. Contudo, a instituição preferiu conceder outra (justa) honraria ao cantor, compositor e músico paulista. Arantes foi escolhido para receber a Medalha UBC.
Guilherme Arantes é o terceiro nome agraciado com a Medalha UBC, sucedendo o letrista Fausto Nilo e o cantor Luiz Caldas, premiados em 2024 e 2025, respectivamente.
A terceira Medalha UBC será entregue ao artista em cerimônia agendada para 7 de abril. no Cantaloup Living Room, em São Paulo (SP). O evento inclui show em que intérpretes como Fernanda Takai, Jonathan Ferr, Tiê e Vanessa Moreno cantarão músicas de Arantes com o toque do pianista franco-brasileiro Aymeric.
Arantes recebe a honraria no ano em que celebra cinco décadas de carreira solo iniciada em 1976 com a edição do primeiro álbum solo do artista, “Guilherme Arantes”, disco alavancado pelo sucesso da angustiada balada “Meu mundo e nada mais”, um dos principais temas da trilha sonora da novela “Anjo mau” (TV Globo, 1976).
“A obra de Guilherme Arantes é um bálsamo de complexa simplicidade. Desde o início da carreira, tem características melódicas pop próprias, que conversaram com o mercado sem se render ou se perder. Guilherme é um artesão raro de sonoridades que abraçam e mobilizam sentimentos da melhor tradição e tradução da música brasileira. Agora, celebrando 50 anos de carreira, mais do que nunca a obra dele se consolida como atemporal e transcendente”, contextualiza Marcelo Castello Branco, diretor executivo da UBC.
O CEO da UBC tem razão. Com cerca de 400 composições registradas e apresentadas ao longo de 30 álbuns lançados em 50 anos de carreira solo (sem contar o único álbum do grupo Moto Perpétuo, editado em 1974), Guilherme Arantes é um dos principais arquitetos da música pop do Brasil, dialogando tanto com o universo da MPB quanto com o universo do rock brasileiro, do qual é um dos pais, em pioneirismo nem sempre reconhecido.
O cancioneiro de Guilherme Arantes está enraizado na memória nacional, sobretudo por quem atravessou os anos 1970, 1980 e 1990 ao som de músicas do alto quilate de “Cuide-se bem” (1976), “Amanhã” (1977), “Êxtase” (1979), “Aprendendo a jogar” (1980), “Deixa chover” (1981), “Planeta água” (1981), “O melhor vai começar” (1982), “Lance legal” (1982), “Lindo balão azul” (1982), “Brincar de viver” (Guilherme Arantes e Jon Lucien, 1983), “Pedacinhos (Bye bye so long)” (1983), “Cheia de charme” (1985), “Coisas do Brasil” (Guilherme Arantes e Nelson Motta, 1986), “Loucas horas” (1986), “Um dia, um adeus” (1987), “Muito diferente” (1989) e “Sob o efeito de um olhar” (1991).
A maestria do compositor dessas canções foi reiterada no álbum “Interdimensional” (2026), lançado por Arantes em 15 de janeiro com músicas inéditas. Basta ouvir a valsa “Luar de prata” para atestar que essa Medalha UBC é honraria mais do que merecida por Guilherme Arantes.

Fonte: G1 Entretenimento

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Quem são os sete filhos do ator britânico Jude Law?


Jude Law na premiere de ‘Animais Fantásticos Os segredos de Dumbledore’
Tolga Akmen / AFP
Neste final de semana, durante o Lollapalooza 2026, uma treta envolvendo a enteada do jogador de futebol Jorginho, do Flamengo, e a cantora Chappell Roan. Um dos detalhes dessa história é a criança de 11 anos, Ada, é filha de Jude Law. Entenda toda a história mais abaixo.
O ator britânico, estrela de filmes como “Cold Mountain”, “Closer – Perto Demais”, “O amor não tira férias” e “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”, tem 7 filhos, com quatro mulheres diferentes. Saiba quem são:
Rafferty Law, de 29 anos, Iris Law, de 25 anos, e Rudy Law, de 23, são filhos de Jude Law com a atriz Sadie Frost. Os dois primeiros são modelos. Já o caçula prefere se manter mais reservado.
Rafferty Law, de 29 anos, Iris Law, de 25 anos, e Rudy Law, de 23, são filhos de Jude Law com a atriz Sadie Frost
Reprodução/Instagram
Sophia Law, de 16 anos, é filha de Samantha Burke, com quem Jude Law teve um breve relacionamento.
Ada Law, de 11 anos, é filha de Jude Law com Catherine Harding. Ela é casada com Jorginho desde 2005.
Ada Law, de 11 anos, é filha de Jude Law com Catherine Harding
Reprodução/Instagram
Jude Law ainda é pai de mais duas crianças com Phillipa Coan, com quem o ator é casado desde 2019. O casal nunca divulgou o nome ou o sexo das crianças. A única coisa que se sabe sobre eles é a idade: o filho de número seis de Low está com 6 anos. E o caçula, está com 3 anos.
Entenda a treta envolvendo Jorginho, Chappell Roan e filha de Jude Law
Jorginho, do Flamengo, critica Chappell Roan após confusão com criança
Reprodução/Instagram/Jordan Strauss/Invision/AP
O jogador de futebol Jorginho, do Flamengo, criticou a cantora Chappell Roan, que se apresenta no Lollapalooza Brasil neste sábado (21), após uma confusão em um hotel de São Paulo (SP).
Segundo o atleta, a criança de 11 anos e sua esposa, Catherine Harding, estão hospedadas no mesmo hotel que a estrela do pop e, ao encontrá-la no restaurante do local, “como qualquer criança, reconheceu e ficou empolgada’.
Jorginho diz que a jovem passou pela mesa da cantora, mas não abordou a cantora e foi sentar com Catherine para tomar café. Nesse momento, um segurança teria abordado as duas de forma “extremamente agressiva”, pedindo mais respeito pela cantora.
“Sinceramente, não sei em que momento passar por uma mesa e olhar para ver se é alguém é considerado assédio […]. É triste ver esse tipo de tratamento vindo de quem deveria entender o peso que os fãs têm. Sem os seus fãs você não seria ninguém”, escreveu.
Ainda de acordo com o jogador, o segurança de Chappell afirmou que faria uma reclamação ao hotel pelo comportamento da criança enquanto ela estava “chorando à mesa”.
Ada tem 11 anos e é filha de Catherine com o ator Jude Law. Os dois tiveram um breve relacionamento em 2014. Já Jorginho e Catherine estão casados desde 2020.
Jorginho, do Flamengo, critica Chappell Roan após confusão com criança
reprodução/instagram
A relação de Chappell Roan com os fãs
Headliner do Lollapalooza Brasil deste sábado, Chappell era um nome relativamente desconhecido até 2024. Com um ano, a cantora já era considerada a grande revelação do pop, reunia um público gigantesco em seus shows e levava Grammys.
Apesar de estar realizando sonhos, a cantora não aceitou o sucesso incondicionalmente. Nos últimos anos, a cantora passou a impor limites nessa exposição – e tem conseguido resultado.
Com o tempo, Chappell vem “ensinando” fãs e mídia a repensar a forma que lidam com celebridades – sem se importar se é vista como “chata” por isso.
Com a ascensão brusca à fama, ela logo se impôs. “Eu não quero o que diabos você acha que tem direito sempre que vê uma celebridade. Eu não dou a mínima se você acha que é egoísmo da minha parte dizer não para uma foto ou para seu tempo ou para um abraço. Isso não é normal”, disse em vídeos nas redes sociais.
Chappell Roan fala sobre relação com fãs
Cantora se pronunciou
Após sua apresentação no Lolla, a cantora se pronunciou sobre a polêmica nas redes sociais. Segundo Chappell Roan, o agente que abordou a menina não faz parte de sua equipe de segurança e ela não presenciou a cena. “Eu nem vi… Eu nem vi a mulher e a filha. Tipo, ninguém veio falar comigo. Ninguém me incomodou”, diz ela.
“Eu não pedi para o segurança ir falar com essa mãe e essa criança. Eles não vieram falar comigo. Eles não estavam fazendo nada. É injusto a segurança assumir que alguém não tem boas intenções quando não há motivo para acreditar nisso, porque nenhuma ação foi tomada.”
“Eu não odeio pessoas que são fãs da minha música. Eu não odeio crianças. Tipo, isso é louco. Desculpa à mãe e à filha, alguém presumiu que vocês fariam algo e que poderiam causar incômodo, isso me deixa muito triste. Vocês não mereciam isso.”

Fonte: G1 Entretenimento

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O que deu certo e o que deu errado no Lolla? Festival teve line-up certeiro e saída confusa


O que deu certo e o que deu errado no Lollapalooza 2026 segundo o público
O Lollapalooza 2026 levou 285 mil pessoas ao Autódromo de Interlagos, nos três dias somados de festival. O som baixou, mas ficou aquela sensação de que o festival conseguiu resumir bem o que se destaca nos gráficos do Spotify, no TikTok e em outros rankings e listas.
Foi uma edição de extremos: de um lado, uma curadoria que trouxe a nata do que é relevante no pop atual; do outro, o velho drama de quem tenta voltar para casa após uma busca por hits, brindes e diversão.
Entre os acertos que deixaram a vida do público menos sofrida, a água de graça e as filas reduzidas foram vitórias. A gestão do terreno também funcionou, e a lama, vilã de tantas edições passadas, foi domada com um manejo mais inteligente do solo.
Por outro lado, o Autódromo continua sendo um deserto de concreto e grama fedida com pouquíssimas sombras, obrigando o público a uma disputa quase medieval por qualquer centímetro de frescor ao lado de estandes de marcas. Ir embora também é um desafio maior do que deveria ser.
✅ O que deu certo
Apostas no auge
O festival acertou ao escalar cinco artistas indicadas à categoria de Revelação no Grammy nos últimos dois anos. A curadoria manteve o evento conectado com o que há de mais atual na música global. O line-up desta edição contou 71 artistas, sendo 17 estreantes no Brasil. O line-up comprovou que o Lollapalooza Brasil ainda tem cacife para trazer os nomes “do momento” ao país. O domingo de festival foi um dos melhores dias de Lolla em muito tempo, pela diversidade dos nomes e pela importância daqueles artistas na música pop atual. Veja a lista de melhores e os piores shows do Lollapalooza 2026.
Água de graça
A instalação de pontos estratégicos com oferta de água gratuita foi um dos pontos altos, facilitando a hidratação em dias de calor.
Sem muitas filas
A fluidez no atendimento e no acesso aos serviços internos melhorou consideravelmente, evitando grandes gargalos para o público. Havia filas, é claro, porque estamos falando de um evento que recebe até 100 mil pessoas por dia. A questão é que bastava procurar opções mais afastadas para poder, com alguma tranquilidade, comprar bebida, comida, tomar água ou ir ao banheiro.
Mais cuidado com lama
Após edições marcadas por terreno difícil, houve um manejo mais eficiente do solo do Autódromo de Interlagos para minimizar o impacto das chuvas. O clima colaborou, é claro, mas choveu muito na quinta-feira anterior ao evento. Mesmo assim, placas de plástico e uma maior quantidade de brita domaram a maior parte do lamaçal.
❌ O que deu errado
Volta complicada para casa
Duas horas de fila e corridas por R$ 150 na volta do Lolla; veja relatos
Relatos de esperas de duas horas para acessar o trem e corridas de aplicativo batendo os R$ 150 mostraram que a logística de saída ainda é o ponto fraco. Ainda falta uma programação mais “esticada”, com atrações que passem da meia-noite e façam uma parte maior do público permanecer. A ideia de segurar as pessoas após os headliners ainda não é plenamente executada pelo festival: o êxodo simultâneo após os shows principais gera um gargalo difícil de engolir.
O que diz o Lolla: A organização afirma que a operação foi planejada para garantir segurança e acesso ao transporte público, que funcionou 24 horas. Para dispersar o fluxo, o festival garante que escalou apresentações após os headliners no palco Perry’s by Fiat, como Kygo (após Sabrina Carpenter), Brutalismus 3000 (após Chappell Roan) e Peggy Gou (após Tyler, The Creator).
Poucas sombras
Amigas montaram estrutura com cangas para se proteger do sol no primeiro dia de Lollapalooza 2026.
João de Mari/g1
A falta de árvores no Autódromo continua sendo um obstáculo sob sol forte. Sem espaços de sombra suficientes, o público precisou improvisar e disputar frestas menos quentes ao lado de estandes e ativações de marcas.
O que diz o Lolla: A produção destaca a parceria com a Prefeitura e marcas para oferecer quatro grandes áreas de sombra com redes e cadeiras, além de espaços de descanso no Chefstage e na área Comfort. O evento também reforça que orientou o público sobre o uso de roupas confortáveis e disponibilizou oito estações de água potável gratuita.
Atrações brasileiras
Lollapalooza 2026: Gloria Groove faz participação no show de Negra Li
O palco sentiu um desequilíbrio caseiro. Embora a produção bata no peito para dizer que mais da metade do line-up foi nacional (incluindo Negra Li, Mundo Livre S/A e Edson Gomes), a percepção geral foi de que o brilho brasileiro ficou escondido na programação, longe dos holofotes principais. Em anos anteriores, o time nacional era muito, muito mais forte.
O que diz o Lolla: O festival defende que mais da metade das 70 atrações de 2026 foram nacionais. A lista de 37 nomes incluiu artistas consagrados como Negra Li, Mundo Livre S/A e Edson Gomes, além de novos nomes como Camila Jun e Jadsa; além de atrações como Varanda, Cidade Dormitório, Oruã e Terra Plana.
Problemas no cardápio
Quanto custa comer no Lolla?
No cardápio, a conta não fechou para muitos: porções pequenas, preços que chegavam a R$ 60 e pouca atenção para quem tem restrições alimentares. Para quem é intolerante a glúten ou lactose, a salvação eram os espetinhos ou o “kit sobrevivência” de cinco itens industrializados que o festival permitiu levar de casa.
O que diz o Lolla: A organização informa que o cardápio contou com itens vegetarianos, veganos e espetinhos para quem possui restrições alimentares, com preços variando de R$ 17 a R$ 60. Além disso, ressaltou que era permitida a entrada de até cinco itens de alimentação própria industrializados e lacrados por pessoa.
🎶 Como foi cada dia?
Sexta-feira
Sabrina Carpenter canta ‘Espresso’ no Lollapalooza 2026
O primeiro dia foi marcado por um choque geracional e estético. De um lado, o festival resgatou a alma roqueira em diversos momentos; de outro, foi engolido por uma multidão de fãs devotos de Sabrina Carpenter, que confirmou seu status de fenômeno do pop colante e empoderado. Veja como foi o primeiro dia de Lollapalooza 2026.
Sábado
Chappell Roan toca ‘Good Luck, Babe!’ no Lollapalooza
O segundo dia foi o santuário das grandes vozes e da performance visceral. Marina e Lewis Capaldi entregaram entregas boas performances vocais. Chappell Roan fez valer o posto de headliner, consolidando sua rápida ascensão rimando naturalidade com teatralidade. Veja como foi o segundo dia de Lollapalooza 2026.
Domingo
Lorde canta ‘Supercut’ no Lollapalooza 2026
O domingo teve Tyler, The Creator (em show divertido, cheio de inventividade) e Lorde (visceral e com muita entrega). Foi um dia com público mais dividido, e sem uma multidão dominada por fãs de apenas um artista, como foi na sexta e no sábado. Veja como foi o terceiro dia de Lollapalooza 2026.

Fonte: G1 Entretenimento

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Alan Ritchson, de ‘Velozes e Furiosos’, é flagrado espancando vizinho, diz site


Alan Ritchson, de ‘Velozes e Furiosos’
Divulgação
Alan Ritchson, conhecido por ‘Velozes e Furiosos’ e ‘Reacher’, é acusado de agredir um vizinho no Tennessee, nos Estados Unidos, segundo informações do TMZ. A confusão teria começado após uma reclamação sobre o barulho da moto do ator.
De acordo com o site, a discussão começou no sábado (21), quando Ronnie Taylor, vizinho de Ritchson, reclamou que o ator estaria andando em velocidade excessiva pelas ruas do condomínio.
No domingo (22), Taylor afirmou ao TMZ que Alan voltou a circular pelo bairro, supostamente em alta velocidade, desta vez acompanhado de dois jovens em suas próprias motocicletas.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Taylor disse que pediu que Alan parasse e, segundo ele, a situação teria se tornado física. O vizinho afirmou que foi à polícia e relatou que Alan o socou no rosto, lhe deu chutes e ainda tentou atropelá‑lo.
Segundo o site, Taylor acusa o ator de tê‑lo atingido “pelo menos quatro vezes” enquanto ele estava no chão, o que teria provocado hematomas e inchaço.
Fontes policiais confirmaram ao TMZ que há uma investigação em andamento sobre o incidente, mas nenhuma prisão foi efetuada. O site informou que tentou contato com representantes do ator, sem retorno até a última atualização.
O site obteve um vídeo que seria da briga entre Alan e o vizinho:
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Fonte: G1 Entretenimento

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Show do BTS reúne mais de 100 mil pessoas em Seul, abaixo da expectativa inicial


A boy band de K‑pop BTS se apresenta no palco durante um show de retorno na Praça Gwanghwamun, em 21 de março de 2026, em Seul, na Coreia do Sul.
Kim Min‑Hee/Pool via REUTERS
Mais de 100 mil pessoas foram ver os astros do k-pop do BTS em seu primeiro show em quase quatro anos, anunciou neste domingo (22) a gravadora do grupo, um número abaixo do que se esperava para esse evento no centro de Seul.
Os sete integrantes se apresentaram pela primeira vez desde que fizeram uma pausa em 2022 para cumprir o serviço militar obrigatório na Coreia do Sul, com alguns deles enviados para perto da fronteira fortificada com a Coreia do Norte.
Fãs do BTS já acampam na Zona Sul de SP por ingressos de show
O show de retorno foi realizado no sábado em frente ao histórico palácio real Gyeongbokgung, onde milhares de fãs, tanto sul-coreanos quanto estrangeiros, cantaram em coro as músicas do grupo.
“Um número estimado de 104 mil fãs compareceu ao show na Praça Gwanghwamun, com base na venda de ingressos e em dados das três principais operadoras de telefonia móvel”, afirmou a empresa HYBE em comunicado enviado à AFP.
O número é inferior à projeção inicial de 260 mil, enquanto a polícia fez um cálculo ainda menor, de cerca de 42 mil pessoas, segundo a agência de notícias Yonhap.
A boy band de K‑pop BTS se apresenta no palco durante um show de retorno na Praça Gwanghwamun, em 21 de março de 2026, em Seul, na Coreia do Sul.
Kim Min-Hee/Pool via REUTERS
O show foi também transmitido ao vivo pela Netflix para cerca de 190 países. Os fãs balançaram um mar de ‘glowsticks’ enquanto cantavam as músicas e filmavam seus ídolos com seus celulares.
O último álbum do grupo, “ARIRANG”, lançado na sexta-feira, vem sendo apontado como um reflexo da identidade coreana madura da banda, e vendeu quase quatro milhões de cópias no primeiro dia, informou a HYBE.
BTS lança álbum e prepara show transmitido ao vivo em retorno após hiato
Após o show de sábado, o BTS iniciará uma turnê mundial a partir de 9 de abril em Goyang, na Coreia do Sul. A turnê incluirá 82 shows em 34 cidades na Ásia, América Latina, América do Norte e Europa.

Fonte: G1 Entretenimento

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Filhos de famosos que curtiram o Lolla e vão fazer você se sentir mais velho


Filhos de famosos que curtiram o Lollapalooza 2026
Agnews
Você piscou, eles cresceram — e foram direto para o Lollapalooza. Entre looks estilosos e poses estratégicas para as redes sociais, os filhos de celebridades tomaram conta do festival. E fica a reflexão inevitável: em que momento aquelas crianças viraram miniadultos curtindo shows e fazendo a gente pensar “espera… quando foi que eu fiquei velho?”
Sofia Massafera
Sofia Massafera, filha de Grazi Massafera e Cauã Reymond, no primeiro dia de Lollapalooza 2026
Marcelo Sá Barretto – Agnews
Filha única dos atores Grazi Massafera e Cauã Reymond, Sofia entregou muito estilo no look para aproveitar o festival.
Gabriel Fontenelle
Apresentadora Astrid Fontenelle com o filho Gabriel no segundo dia de Lollapalooza 2026
Leo Franco / AgNews
O filho da apresentadora Astrid Fontenelle já costuma chamar atenção pela altura, mas neste ano foi além: Gabriel fez jus ao título de figurinha carimbada do Lollapalooza ao marcar presença nos três dias do evento, sempre ao lado da mãe, em uma dobradinha cheia de estilo.
Lolla das apostas: festival tem 5 indicados a revelação no Grammy dos últimos anos
Zion Fontana e Lucas Fontana
Modelo Isabeli Fontana com os filhos Lucas e Zion no segundo dia de Lollapalooza 2026
Rogério Fidalgo/Agnews
A modelo Isabeli Fontana marcou presença ao lado dos filhos e posou em um daqueles cliques que misturam rock, estilo e sintonia em família.
Maria Antônia
Maria Antônia e Taís Araújo no Lollapalooza
Agnews
Teve mini (ok, nem tão mini assim) Taís Araújo no Lollapalooza. Maria Antônia apareceu ao lado da mãe em um momento daqueles de foto perfeita, com looks combinando e estilo de sobra para a nova geração.
Rafaella Justus
Rafaella Justus, filha de Ticiane Pinheiro e Roberto Justus, no primeiro dia de Lollapalooza 2026
Marcelo Sá Barretto/Agnews
Conhecida do público desde pequena como Rafinha Justus, o diminutivo já não dá mais conta. Rafa, filha de Ticiane Pinheiro e Roberto Justus, entregou uma produção cheia de personalidade para o festival.
Lucas Jagger
Lucas Jagger no terceiro dia de Lollapalooza 2026
Edu Araujo Agnews
Um crossover entre rock e pop marcou o look de Lucas Jagger no Lollapalooza. Filho de Mick Jagger e Luciana Gimenez, ele circulou pelo festival com visual descolado e chamou atenção pela camiseta que misturava o logo clássico dos Rolling Stones com referências aos álbuns de Taylor Swift.
Liz
Pedro Scooby com a filha Liz no terceiro dia de Lollapalooza 2026
Edu Araujo/Agnews
Tem surfista no rock, sim. Pedro Scooby mostrou seu lado pai-coruja ao curtir o Lollapalooza ao lado da filha Liz, provando que o festival também é lugar de programa em família

Fonte: G1 Entretenimento

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Lollapalooza dos sonhos? Quais artistas o público gostaria de ver no festival?


Lollapalooza dos sonhos? Quais artistas o público quer ver no festival?
O Lollapalooza 2026 chegou ao fim, mas o público já sonha com as atrações das próximas edições.
Justin Bieber, Bad Bunny, Anitta e Marina Sena foram alguns dos nomes citados pelos fãs do evento em conversa com o g1.
“Queria ver a Charli XCX. Ela vem de um momento BRAT muito f***. E acho incrível como ela consegue unir a comunidade, fazer a comunidade LGBT, mulheres cis, se juntar e poder prosperar muito mais”, afirma Gabriel Ferreira Viera, de 29 anos.
“Sonho muito com o Jaden Smith. Ele já prometeu vier, não veio, cancelou… E ver Rihana também, porque ela é um ícone. A maioral”, diz Letícia, 25 anos.
“Queria ver o grupo coreano NCT 127. Eles já vieram ao Brasil uma vez e acho que eles têm o potencial de lotar. Agora que a gente está vendo os artistas de kpop vindo, acho que eles têm muito potencial de lotar o Lollapalooza”, analisa Karine, de 31 anos.
A Giulia, de 18 anos, sonha em ver Lana Del Rey. “Sou muito fã dela. Gosto muito.” Enquanto Edu, de 24 anos, amaria ver Robyn. Já Ana Flávia, de 27 anos, quer a presença de Demi Lovato. E o Caio, de 29 anos, gostaria de rever Kendrick Lamar. Já o Luiz, de 20 anos, espera por Melanie Martinez. “Embora ela já tenha vindo, nunca assisti a um show dela. Como cada era que ela canta é diferente, queria muito ver ela tocando o ‘Hades’.”
Público curte último dia de Lollapalooza Brasil 2026
Fabio Tito/g1
A Thais, de 32 anos, quer ver mais atrações latinas. “Bad Bunny. Além do show solo que ele fez, maravilhoso, seria uma atração muito legal. E mais artistas latinos Karol G, Rauw Alejandro, e diversos assim, mais voltados para o reggaeton.”
A Camila, de 29 anos, colocaria Marina Sena e Billie Eilish no line-up. “A Marina Sena, porque acho que ela combina super com o festival. Todo mundo ia gostar. E a Billie Eilish, que foi incrível da outra vez que ela veio, então queria ver isso de novo.” Enquanto Rafael, de 33 anos, se divide entre duas atrações: “Eu amaria ver Tinashe, sou muito fã. E Anitta, não tem como. É a maior diva do mundo.”
A Giulia, de 24 anos, quer assistir a dupla argentina Ca7riel e Paco Amoroso. E o Gustavo, de 19 anos, que conheceu o The Strokes somente após a última passagem deles no Lolla, em 2022, sonha em poder assistir a banda americana. Já João Pedro que Justin Bieber no palco do festival. “Ele seria disparado o melhor, porque ele nunca veio. Seria zerar o game.”
Público curte último dia de Lollapalooza Brasil 2026
Fabio Tito/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Chappell Roan X Jorginho do Flamengo: treta é mais uma na relação conturbada da cantora com fãs; entenda


Chappell Roan fala sobre confusão com enteada de Jorginho: ‘não odeio crianças’
Antes do começo deste Lollapalooza Brasil 2026, quem poderia imaginar que a maior notícia do festival envolveria o jogador de futebol Jorginho, do Flamengo, a cantora Chappell Roan e até o ator britânico Jude Law? Pois foi o que aconteceu.
Tudo começou na manhã do sábado (21), dia em que a americana se apresentava como a headliner do festival.
Jorginho publicou um relato em seus stories no Instagram, no qual afirmava que um segurança no local tinha reclamado do comportamento de sua filha ao passar pela mesa da cantora no hotel em que ambas estavam hospedadas.
A torcida do Flamengo, é claro, não perdoou e deixou diversos comentários pouco carinhosos em publicações da artista na rede sociais.
Na manhã deste domingo (22), Chappell postou dois vídeos no qual afirmava que o segurança não fazia parte de sua equipe, que ninguém a incomodou e que não odeia crianças. Ela também disse que nem a criança, nem a mãe que a acompanhava, mereciam passar por aquilo.
Depois, a mulher de Jorginho, Catherine Harding, publicou um vídeo no qual afirmava que “com 100% de certeza, esse segurança não era do hotel”, que ele trabalha com artistas, que não sabia se era da equipe da cantora, mas que estava com ela.
Entenda melhor toda a história, que também envolve uma postura crítica da cantora em relação à fama, abaixo:
Jorginho, do Flamengo, critica Chappell Roan após confusão com criança
Reprodução/Instagram/Jordan Strauss/Invision/AP
A versão de Jorginho
O jogador disse que a filha, de 11 anos, é fã da artista e que ficou empolgada ao descobrir que estavam no mesmo hotel durante o café da manhã.
Para ter certeza que era a ruiva mesmo, passou pela mesa da cantora, mas não falou com ela e foi sentar com a mãe. Nesse momento, um segurança abordou as duas de forma “extremamente agressiva”, pedindo mais respeito pela americana.
“Sinceramente, não sei em que momento passar por uma mesa e olhar para ver se é alguém é considerado assédio […]. É triste ver esse tipo de tratamento vindo de quem deveria entender o peso que os fãs têm. Sem os seus fãs você não seria ninguém”, escreveu.
Ainda de acordo com o jogador, o segurança de Chappell afirmou que faria uma reclamação ao hotel pelo comportamento da criança enquanto ela estava “chorando à mesa”.
Ada tem 11 anos e é filha de Catherine com o ator Jude Law. Os dois tiveram um breve relacionamento em 2014. Já Jorginho e Catherine estão casados desde 2020.
Jorginho, do Flamengo, critica Chappell Roan após confusão com criança
reprodução/instagram
Repercussões
Sem uma resposta da cantora, a versão do jogador ganhou o mundo.
Veículos como “Variety”, TMZ e “People” destacaram o desconforto causado pela situação, que teria levado a criança às lágrimas. A revista “People” informou que solicitou um posicionamento de representantes de Roan e do Palácio Tangará, hotel onde o episódio ocorreu.
Torcedores do Flamengo saíram em defesa de Jorginho em comentários nas redes sociais da cantora e pediram mais respeito à “Nação Rubro-Negra”.
Após confusão com jogador Jorginho, torcedores do Flamengo criticam Chappell Roan no perfil da cantora
reproduçao/instagram
Catherine afirmou que sua filha tinha desistido de ir ao show e que decidiram fazer compras. Antes disso, ela publicou uma foto de Ada com o cantor Lewis Capaldi, que também se apresentou no festival no sábado.
A versão de Chappell
Durante o show, a cantora não comentou o incidente, por mais que parte do público tenha se manifestado contra o Flamengo. Ela chegou a mencionar sua equipe de segurança durante um agradecimento a todos que trabalham com ela, o que muitos consideraram uma indireta, porém o discurso é parte da maioria das apresentações da artista.
No domingo, no entanto, ela publicou vídeos em que contava a sua versão.
Segundo Chappell, o agente que abordou a menina não faz parte de sua equipe de segurança e ela não presenciou a cena. “Eu nem vi… Eu nem vi a mulher e a filha. Tipo, ninguém veio falar comigo. Ninguém me incomodou”, diz ela.
“Eu não pedi para o segurança ir falar com essa mãe e essa criança. Eles não vieram falar comigo. Eles não estavam fazendo nada. É injusto a segurança assumir que alguém não tem boas intenções quando não há motivo para acreditar nisso, porque nenhuma ação foi tomada.”
“Eu não odeio pessoas que são fãs da minha música. Eu não odeio crianças. Tipo, isso é louco. Desculpa à mãe e à filha, alguém presumiu que vocês fariam algo e que poderiam causar incômodo, isso me deixa muito triste. Vocês não mereciam isso.”
Tréplica de Catherine
Ao fim do mesmo dia, Catherine também publicou um vídeo. Nele, afirmava que tinha certeza que o segurança não era do hotel e que trabalhava com artistas.
“Não sei se era o segurança pessoal dela, mas ele estava com ela. Diante disso, isso é o que eu sei. Se ela mandou ele fazer isso? Novamente, não sei”, disse ela.
“De verdade, eu gostaria de acreditar que não, mas, ao mesmo tempo, acho que você tem uma responsabilidade quando você é uma celebridade, de garantir que as pessoas que trabalham pra você e agem em seu nome estejam realmente te representando.”
Limites de Chappell Roan com a fama
Não é de agora que Chappell tem uma relação delicada com a fama — que reflete nos fãs e, em especial, com a mídia.
Apesar de ser uma das atrações principal desta edição do Lolla, Chappell era um nome relativamente desconhecido até 2024. Com um ano, a cantora já era considerada a grande revelação do pop, reunia um público gigantesco em seus shows e levava Grammys.
Apesar de estar realizando sonhos, a cantora não aceitou o sucesso incondicionalmente. Nos últimos anos, a cantora passou a impor limites nessa exposição – e tem conseguido resultado.
Com o tempo, Chappell vem “ensinando” fãs e mídia a repensar a forma que lidam com celebridades – sem se importar se é vista como “chata” por isso.
Com a ascensão brusca à fama, ela logo se impôs. “Eu não quero o que diabos você acha que tem direito sempre que vê uma celebridade. Eu não dou a mínima se você acha que é egoísmo da minha parte dizer não para uma foto ou para seu tempo ou para um abraço. Isso não é normal”, disse em vídeos nas redes sociais.
Chappell Roan fala sobre relação com fãs

Fonte: G1 Entretenimento

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Os melhores e os piores shows do Lollapalooza 2026… Os destaques e as decepções do festival


Lorde empolga público do Lollapalooza com o hit “Royals”
A décima terceira edição do Lollapalooza reuniu 285 mil pessoas no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, somando os três dias de festival: sexta (20), sábado (21) e domingo (22).
O line-up desta edição contou 71 artistas, sendo 17 estreantes no país, 38 nacionais e 33 atrações internacionais. O line-up deste ano comprovou que o Lollapalooza Brasil ainda tem cacife para trazer os nomes “do momento” ao país. A maior parte dos headliners está em alta em todo o mundo, sendo atrações muito procuradas não só pelo Lolla, como por festivais como o Glastonbury e o Coachella.
Abaixo, o g1 elege os destaques positivos e negativos do line-up.
As listas foram feitas com base nos 18 reviews do g1, que fez a cobertura dos principais shows do Lollapalooza. Os critérios levam em conta não só a relevância e talento de cada artista. A apresentação no festival, a reação da plateia, a escolha do setlist, a execução das músicas e a parte técnica da performance também são fatores considerados nos rankings.
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Os melhores do Lollapalooza 2025
10°) Riize
RIIZE no segundo dia de Lollapalooza 2026
Guilherme Lucio da Rocha/g1
O Lollapalooza Brasil teve seu primeiro show de k-pop com a banda RIIZE. Mas poucas pessoas estiveram na plateia do Palco Flying Fish para acompanhar a apresentação. Marcado para começar às 21h30, mesmo horário da atração principal do dia, Chappell Roan, estrela do Palco Budweiser, a performance do sexteto sul-coreano foi marcada por uma apresentação bem construída, com uma banda impecável, dança e flow encaixados, aliando uma mistura estética do pop e do rap.
O grupo é “novato”, tendo debutado em 2023. O sexteto é formado por Wonbin, Anton, Shotaro, Sungchan, Eunseok e Sohee. Seu primeiro álbum completo, “ODYSSEY”, foi lançado em maio de 2025.
Durante o show, o sexteto gastou todo seu parco vocabulário em português. “Oi”, “Muito prazer”, “Galera linda” e “Estão se divertindo bastante” foram algumas das frases repetidas pelos integrantes. Adaptada para um festival, a apresentação teve momentos claros de aceleração. Faixas como “Show Me Love” e “Love 119” ficaram só no refrão. Leia mais sobre o show de Riize.
9°) ⁠Turnstile
POV na roda durante show do Turnstile
A primeira vez que a banda Turnstile pisou no Brasil com seu hardcore “made in Baltimore”, EUA, foi em 2016. Dez anos depois, com muito mais elementos adicionados ao repertório que dialoga com o eletrônico e o pop, a nova sensação do rock fez um show de gente grande na noite deste domingo (22) no Lollapalooza Brasil. A bateria ligeira e forte de Daniel Fang (que, com certeza, pegou umas dicas com Travis Barker durante a turnê em parceria com o blink-182) é o ponto alto da (ótima) banda.
Mesmo estando do ladinho de Nova York, o grupo tem muito mais influência do hardcore nascido do outro lado dos EUA, o californiano. Logo na música de abertura, “NEVER ENOUGH”, o público acendeu os primeiros sinalizadores — que se tornaram marca registrada em shows a céu aberto e com mosh-pit. As baladinhas meio pop rock como “I CARE” e “SEEIN’ STAR” conduziram bem a plateia na parte mais dançante da apresentação, com o público respirando e cantando bem alto. Leia mais sobre o show de Turnstile.
8°) Blood Orange
Blood Orange se apresenta no Lollapalooza 2026
Fabio Tito/g1
O inglês Dev Hynes, também conhecido como Blood Orange, é o tipo de artista queridinho por ser introspectivo. Dele, ninguém espera firula, só um show cuidadoso – exatamente o que ele entregou nesta sexta (20) no Lolla.
Muso dos sentimentais alternativos (Hynes já trabalhou com artistas de Solange Knowles a Lorde), o músico quase não falou com a plateia e preferiu conversar pela música. Atraiu fãs apaixonados com suas canções sensíveis e suingadas, ali entre o R&B, jazz e rock alternativo. Leia mais sobre o show de Blood Orange.
7°) Doechii
Lollapalooza 2026: Doechii canta Anxiety
Doechii estava em dívida com a gente e sabia disso. Em 2024, a cantora desmarcou o que seria seu primeiro show no Brasil, sem muita explicação. Ficou para esta sexta-feira (20), mais de um ano depois, no Lollapalooza 2026.
Vestida de cigana, a rapper entrou dominando o palco, com cenário, bailarinas e vídeos “místicos”. Apesar da estética tranquila, Doechii nunca desacelerou: entoou flows afiados, rebolou, interagiu com a câmera e ainda sobrou tempo pra acariciar as bailarinas. Leia mais sobre o show de Doechii.
6°) Skrillex
Skrillex toca Where Are Ü Now no Lollapalooza
Ícone do dubstep, Skrillex é pioneiro de uma sonoridade mais agressiva. Ele já foi considerado “barulhento demais” para fãs do Lolla, festival que começou no indie rock. Mas os tempos mudaram e ele também. O DJ ficou mais polido e mainstream com o tempo, enquanto o público também o alcançou. Hoje, ele cabe bem no festival, reunindo uma multidão que inclui até fãs de pop.
Neste sábado, o DJ chegou bem equipado com luzes e muitos efeitos pirotécnicos. De modo geral, raramente desacelerou o beat, mantendo um ritmo frenético até o fim. Entre faixas próprias como “Push” e “Move Ting”, ele fez um aceno ao Brasil, incluindo “Puta que Pariu”, música com MC Dricka. A apresentação ainda teve direito aofunk, reggae e Whitney Houston. Leia mais sobre o show de Skrillex.
5°) Chappell Roan
Chappell Roan toca ‘Good Luck, Babe!’ no Lollapalooza
Na despedida de sua “The Visions of Damsels & Other Dangerous Things Tour”, Chappell provou que é uma performer indicada para multidões. A cantora americana de 28 anos é 100% capaz de comandar uma plateia de 85 mil pessoas, como neste sábado (21). Faz isso sem esforço, rimando teatralidade com naturalidade.
Só assistindo ao vivo para entender como uma artista pode emular um líder de banda de glam metal dos anos 80 e não fazer disso uma paródia barata.
É exagero dizer que Chappell canta metal para crianças e jovens adultos? Provavelmente, mas não deixa de ter certo sentido. Uma certeza prevalece: ela é uma cantora pop que parece ter uns 10 anos de carreira e discografia extensa. Leia mais sobre o show de Chappell Roan.
4°) Sabrina Carpenter
Sabrina Carpenter canta ‘Espresso’ no Lollapalooza 2026
Mesmo depois de diversas apresentações no Brasil nos últimos dez anos, dá para dizer que Sabrina Carpenter realizou seu primeiro show de verdade no país nesta sexta-feira (20), no Lollapalooza 2026. E que baita show.
O único momento que destoou um pouco do clima de alegria e liberdade feminina foi protagonizado por Luísa Sonza. A cantora participou da música “Juno”, contracenando em uma parte do show na qual Sabrina “algema” uma pessoa da plateia que ela escolheu. Quando apareceu no telão a popstar brasileira foi vaiada por grande parte do público.
É como se as experiências – todas passagens anteriores ao sucesso estrondoso de “Espresso”, que grudou na cabeça de todo mundo em 2024 – tivessem maturado a cantora americana que subiu ao palco agora e provou merecer o recém-adquirido status de popstar. Leia mais sobre o show de Sabrina Carpenter.
3°) Tyler, the Creator
Público do Lolla faz coro no hit ‘See You Again’ de Tyler, The Creator
Headliner sem muito privilégio, Tyler, The Creator fechou o Lollapalooza Brasil 2026 neste domingo (22) com um show muito divertido, cheio de love songs, dança e um publico bem menor que Sabrina Carpenter e Chappell Roan, cantoras que fecharam o Palco Budweiser nos dias anteriores.
O rapper norte-americano começou sua apresentação com parte do público ainda chegando após assistir à Lorde no Palco Samsung Galaxy. Com o passar do tempo, o espaço foi sendo preenchido, mas ainda teve uma parte considerável de fãs que preferiu assistir ao girl group KATSEYE, que se apresentou no mesmo horário, mas no Palco Flying Fish. Leia mais sobre o show de Tyler, the Creator.
2°) ⁠Lewis Capaldi
Lewis Capaldi canta Someone You Loved no Lollapalooza
Lewis Capaldi já passou por maus bocados, mas seu show no Lollapalooza neste sábado (21) foi prova de que ele está bem. O cantor transformou seu repertório de baladas confessionais em uma apresentação que uniu bom humor e potência vocal.
Com som bem equalizado e arranjos minimalistas, o que se ouviu foi um bom show de pós-britpop emocionado e romântico. O escocês de 29 anos passou pelo Autódromo de Interlagos, em São Paulo, em mais um show da turnê que começou após uma pausa de dois anos. Ele precisou interromper a carreira em junho de 2023 para tratar a síndrome de Tourette. Leia mais sobre o show de Lewis Capaldi.
1°) Lorde
Lorde canta ‘Supercut’ no Lollapalooza 2026
Lorde cresceu com os fãs para quem se apresentou neste domingo (22), no Lollapalooza. De tempos em tempos, vem ver como a gente está, e vice-versa. A artista já veio ao Brasil em todas as suas fases: em 2014, como a adolescente deslocada de “Pure Heroine”; em 2018, mais visceral e dramática no “Melodrama”; no icônico Primavera Sound 2022, no psicodélico “Solar Power” (ainda que hoje, no show, ela tenha esquecido que essa foi a última vez).
Agora, trouxe uma versão do show da “Ultrasound Tour”, que promove o disco “Virgin”. Foi recebida no Lolla por uma multidão gigantesca, a maior que o palco secundário viu neste festival. Uma das artistas mais influentes de sua geração, Lorde se fez por refletir seu próprio tempo nas suas composições. O mais impressionante é que isso não fica só nas músicas: a cada apresentação, ela tira novos coelhos da cartola. Não há artista como ela, e nenhum show igual ao outro. Se continuar assim, Lorde nunca vai ficar sem público por aqui. Leia mais sobre o show de Lorde.
Os piores shows do Lolla 2026
5° pior – Edson Gomes
Edson Gomes se apresenta no Lollapalooza 2026
Fábio Tito/g1
O nome de Edson Gomes na terceira linha do cartaz do Lollapalooza 2026 foi bastante celebrado pelo público quando anunciado em agosto de 2025. Não só pela inserção do reggae no line-up do festival (algo bastante raro na história do Lolla), mas principalmente pelo reconhecimento ao artista de mais de cinco décadas de carreira.
Mas a celebração não refletiu no ao vivo e reverteu somente em uma plateia vazia e que misturava jovens fãs, que carregavam a herança musical dos pais, e o público roqueiro, que finalizava o show dos Deftones no palco que ficava ao lado do Flying Fish, onde Gomes se apresentou na noite desta sexta-feira (20), no Autódromo de Interlagos em São Paulo. Leia mais sobre o show do Edson Gomes.
4° pior – Marina
Marina se apresenta no Lollapalooza 2026
Globo
Figurinha carimbada no Lollapalooza Brasil, Marina (ex-and the Diamonds) fez seu terceiro show no festival brasileiro. Foi um nítido acerto de curadoria. A artista galesa subiu no palco principal à tarde, horas antes de Chappell Roan, e foi recebida por uma multidão alegre e dançante.
O show deste Lolla privilegiou “Princess of Power”, disco atual, com a sonoridade que a consolidou. Tem o canto agudo meio operístico, os sintetizadores, o repertório dançante. Também entraram sucessos mais antigos como “Bubblegum Bitch” e “Froot”, que entusiasmaram mais a plateia. Leia mais sobre o show de Marina.
3° pior – Deftones
Lollapalooza 2026: Deftones toca Change (in the house of flies)
O show do Deftones no Lollapalooza na noite desta sexta-feira (20) demorou, engatou uma segunda marcha e… ficou nisso. Fechando o palco Samsung Galaxy no primeiro dia de evento, a banda entregou uma apresentação aquém das expectativas.
Vindo de um álbum revigorante e mostrando porque é uma das poucas bandas geracionais do nu-metal que segue (bem) na ativa, o grupo não conseguiu empolgar para além do esperado num show de rock. Leia mais sobre o show do Deftones.
2° pior – Interpol
Interpol se apresenta no Lollapalooza 2026
Rafael Peixoto/g1
Banda criada no fim dos anos 90, o Interpol encontrou uma plateia dedicada para curtir seu som, sempre entre o pós-punk sombrio e o indie rock dançante, nesta sexta (20) de Lollapalooza, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.
De cabelo lambido e movimentos econômicos, Paul Banks fez lembrar o Kings of Leon. As duas bandas entregam pouca interação e “som de CD”. O Interpol seria um Kings of Leon triste e um pouco mais indie? Talvez. Leia mais sobre o show do Interpol.
1° pior – Addison Rae
Addison Rae faz ‘striptease’ no hit Fame Is a Gun no Lollapalooza 2026
Ex-estrela do TikTok, Addison Rae estreou nos palcos do Lollapalooza Brasil neste domingo (22). Se estava tímida, não pareceu. A cantora entrou ao som de “Fame is a Gun”, de casaco e peruca, e logo tirou – revelando que usava pouco mais que uma lingerie brilhante. Em seguida, engatou um rebolado ao som de um remix funk.
Addison mostrou que não tem muito medo de arriscar e, acima de tudo, tem boas músicas e referências. Neste show, a cantora seguiu o molde de Britney Spears, tanto nos trejeitos de garota ingênua e sensual, quanto na performance… e muito playback. Leia mais sobre o show de Addison Rae.

Fonte: G1 Entretenimento

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Lollapalooza 2026 tem 3º dia com público dividido, Tyler, the Creator divertido e Lorde visceral


Lorde empolga público do Lollapalooza com o hit “Royals”
O terceiro e último dia de Lollapalooza 2026 foi marcado por um público menos marcado por uma só atração e uma apresentação visceral de Lorde, que deixou claro merecer espaço no palco principal.
De acordo com a organização, o domingo (22) também se esgotou, com 100 mil pessoas presentes.
Ao contrário dos dias anteriores, em que era fácil identificar os fãs de atrações principais como Sabrina Carpenter e Chappell Roan, o encerramento do festival dividiu espectadores, que lotaram o palco Samsung para assistir à cantora neozelandesa e depois se separou.
A maioria foi acompanhar o rapper Tyler, The Creator em sua primeira vez no Brasil, mas uma quantia considerável ficou por ali para curtir o grupo Katseye.
Veja fotos do 3º dia de festival
O domingo ainda teve um show esvaziado de Turnstile, e apresentações de Addison Rae e Djo.
Público curte último dia de Lollapalooza Brasil 2026
Fabio Tito/g1
Veja abaixo um resumo de tudo o que rolou neste domingo (22) no Lollapalooza:
Tyler, the Creator
Tyler, the Creator, se apresenta como headliner no Lollapalooza 2026
Rafael Peixoto/g1
Headliner sem muito privilégio, Tyler, The Creator fechou o festival com um show muito divertido, cheio de love songs, dança e um publico bem menor que Sabrina Carpenter e Chappell Roan, cantoras que fecharam o Palco Budweiser nos dias anteriores.
O rapper norte-americano começou a apresentação com parte do público ainda chegando após assistir à Lorde. O espaço foi sendo preenchido, mas ainda teve uma parte considerável de fãs que preferiu assistir ao girl group KATSEYE, que se apresentou no mesmo horário.
Mesmo com a concorrência forte e até o volume do palco eletrônico atrapalhando a experiencia dos fãs, Tyler entregou um bom show de rap.
KATSEYE
O grupo KATSEYE se apresenta no Lollapalooza 2026
Fábio Tito/g1
Desfalcado, o grupo fez uma apresentação de 60 minutos neste domingo (22), embalada por uma precisão quase que milimétrica de coreografias, reflexo direto da sua origem fabricada. Elas até estavam entusiasmadas (“A gente esperou muito tempo para vir ao Brasil”), disse uma delas.
Mas tudo na apresentação é coreografado demais, robótico demais. Nada sai do roteiro. O que se viu no palco realmente pode ter impressionado os pequeninos e animados fãs, mas faltou de um headliner de festival uma das partes mais interessantes de se ver em um evento desse tipo: pulsação, improviso, alma. Leia mais sobre o show das KATSEYE.
Lorde
Lorde canta ‘Supercut’ no Lollapalooza 2026
Lorde trouxe uma versão do show da “Ultrasound Tour”, que promove o disco “Virgin”. Foi recebida no Lolla por uma multidão gigantesca, a maior que o palco secundário viu neste festival. A galera cantou, chorou, dançou. Pulou horrores em “Green Light”. No fim, ela chegou perto do público e “se entregou” aos abraços dos fãs – até onde os seguranças deixaram, pelo menos.
Uma das artistas mais influentes de sua geração, Lorde se fez por refletir seu próprio tempo nas suas composições. O mais impressionante é que isso não fica só nas músicas: a cada apresentação, ela tira novos coelhos da cartola. Leia mais sobre o show de Lorde.
Turnstile
POV na roda durante show do Turnstile
Dez anos depois de seu primeiro show no Brasil, com muito mais elementos adicionados ao repertório que dialoga com o eletrônico e o pop, o Turnstile fez um show de gente grande esta noite. Logo na música de abertura, “NEVER ENOUGH”, o público acendeu os primeiros sinalizadores — que se tornaram marca registrada em shows a céu aberto e com mosh-pit.
Um dos pontos negativos ficou por conta do baixo público, que, no “olhômetro”, estava na casa das 4 mil pessoas. Isso porque Lorde se apresentaria, minutos depois, no Palco Galaxy, e muita gente preferiu já reservar um espaço na multidão. Leia mais sobre o show do Turnstile.
Addison Rae
Addison Rae faz ‘striptease’ no hit Fame Is a Gun no Lollapalooza 2026
Ex-estrela do TikTok, Addison Rae estreou nos palcos do Lolla e, se estava tímida, não pareceu. No show, a cantora seguiu o molde de Britney Spears, tanto nos trejeitos de garota ingênua e sensual, quanto na performance… e muito playback.
Para um show de iniciante (o que ela é), estava até de bom tamanho. Os fãs não esperavam nada diferente. Para esse horário e palco no Lollapalooza, no entanto, Addison ainda é um tanto amadora. Leia mais sobre o show de Addison Rae.
Djo
Djo canta ‘End of Beginning’ no Lollapalooza 2026
Para quem acompanha Joe Keery como ator (sim, é o Steve de “Stranger Things”), vê-lo no festival foi uma chance de entender como ele equilibra a gratidão pelo sucesso em séries ou filmes com a necessidade de ser levado a sério como um músico de 33 anos de idade.
É uma pena, no entanto, que ele ao vivo ainda esteja bem aquém do cacife que tem como ator. No máximo, o show de Keery no Autódromo de Interlagos o credenciou a ser um One-hit Wonder de TikTok tentando se firmar. A maturidade da performance é forçada, como colocar um abacate no saco de pão, esperar duas horas e comer ele verde. Leia mais sobre o show de Djo.
Lorde se apresenta no Lollapalooza Brasil 2026
Fábio Tito/g1

Fonte: G1 Entretenimento