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Jesus carpinteiro? Fãs de Sabrina Carpenter fazem ‘piada cristã’ no Lolla; entenda


Fãs de Sabrina Carpenter fazem ‘piada cristã’ no Lolla
Guilherme Lúcio da Rocha/g1
A grande atração do primeiro dia de Lollapalooza nesta sexta-feira (20) é Sabrina Carpenter. Parte dos fãs veio para o Autódromo de Interlagos, em São Paulo, com uma camiseta com a frase: Jesus was a carpenter (Jesus foi um carpinteiro, na tradução literal).
O trocadilho com o sobrenome de Sabrina e a profissão de Cristo conquistou o público pela sagacidade e também por contar um pouco da história da própria cantora.
Em 2023, a estrela do pop lançou o videoclipe de “Feather”, gravado dentro da igreja Our Lady of Mount Carmel, em Nova York (EUA). O trabalho gerou polêmica e o padre responsável pela igreja acabou sendo retirado do seu posto.
A Bíblia indica a profissão de Jesus em Marcos 6:3. O livro o cita como carpinteiro na passagem. “Não é esse o carpinteiro, filho de Maria”, diz o trecho.
O g1 conversou com alguns fãs que estavam utilizando a camiseta com a frase “Jesus was a carpenter”. Amanda Lauer, 31 veio de Ponta Grossa, no Paraná, para assistir sua diva pop preferida.
“Eu achei muito legal o trocadilho e acho que é uma maneira de você dar uma resposta engraçada para as críticas”, conta.
Os fãs de Sabrina ouvidos pela reportagem pagaram entre R$ 35 e R$ 50 pelas suas camisetas. Alguns estudaram mais a fundo a história da camiseta. Foi o caso de Tatiana Junqueira, 37, que veio ao festival com o amigo Gustavo Henrique da Silva, 33, e sugeriu que ambos usassem o adereço.
“Eu sou muito fã da Sabrina e pesquisei que ela também usou essa camiseta no Coachella. Achei sensacional e quis usar”, diz.
De flopada a headliner do Lolla: a evolução de Sabrina Carpenter a cada show no Brasil
O pop e a igreja
Quando o assunto é a relação do pop com a igreja, o grande nome dessa história conturbada é Madonna. Em 1989, a cantora lançou “Like a Prayer”, com cruzes em chamas no videoclipe. O Papa João Paulo II criticou a artista.
Já nos anos 2000, durante a turnê “Confessions”, a cantora interpretava a canção “Live to Tell” crucificada — o que também fez a igreja católica reclamar.
Lady Gaga, com “Judas”, e Lil Nas X, “Montero”, também foram alvos de crítica por parte de grupos católicos que apontaram blasfêmia nos videoclipes.
Amanda Lauer, 31 veio de Ponta Grossa, no Paraná, para assistir Sabrina Carpenter no Lolla
Guilherme Lúcio da Rocha/g1
Fãs de Sabrina Carpenter fazem ‘piada cristã’ no Lolla
Guilherme Lúcio da Rocha/g1
Fãs de Sabrina Carpenter fazem ‘piada cristã’ no Lolla
Guilherme Lúcio da Rocha/g1
Fãs de Sabrina Carpenter fazem ‘piada cristã’ no Lolla
Guilherme Lúcio da Rocha/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Músicos Antonio Neves e Thiaguinho Silva transitam em duo por samba e jazz no álbum ‘Ladeiras de Santa Teresa’


Antonio Neves e Thiaguinho Silva formam o duo Neves e Silva e se unem ao rapper Joca em faixa do álbum ‘Ladeiras de Santa Teresa’
Mateus Augusto Rubim / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Com capa que expõe arte de Pedro Pessanha, o álbum “Ladeiras de Santa Teresa” está sendo lançado hoje, 20 de março, pelo duo Neves e Silva, nos formatos de LP e CD, além da edição digital.
O duo Neves e Silva junta o trombonista e baterista Antonio Neves – nome recorrente em discos de Ana Frango Elétrico e Bala Desejo, para citar somente dois exemplos – com o percussionista e também baterista Thiago Silva, filho do aclamado baterista Robertinho Silva.
Em “Ladeiras de Santa Teresa”, Neves e Silva transitam por samba e jazz, gêneros incrustados nos becos e ruas de paralelepípedos do bairro carioca de Santa Teresa, um dos pontos de boemia da zona central da cidade do Rio de Janeiro (RJ).
O rapper carioca Joca pega carona com Neves e Silva em “Viagem de trem”, um dos seis temas que compõem o repertório autoral do álbum.
Em “Ladeiras de Santa Teresa”, Antonio Neves e Thiaguinho Silva percorrem “Fendas vocais”, “Morro dos Prazeres” e “Romênia”, entre outras composições instrumentais.
Gravado no estúdio Tranquilo Soundz por Marcelinho da Lua, o álbum “Ladeiras de Santa Teresa” foi mixado por Kassin e masterizado por Arthur Luna.
Capa do álbum ‘Ladeiras de Santa Teresa’, do duo Neves e Silva
Arte de Pedro Pessanha

Fonte: G1 Entretenimento

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No Lolla 2026, Blood Orange fala pouco, toca muito e prova que música boa sempre emociona


Blood Orange se apresenta no Lollapalooza 2026
Van Campos/AgNews
O inglês Dev Hynes, também conhecido como Blood Orange, é o tipo de artista queridinho por ser introspectivo. Dele, ninguém espera firula, só um show cuidadoso – exatamente o que ele entregou nesta sexta (20) no Lolla.
Muso dos sentimentais alternativos (Hynes já trabalhou com artistas de Solange Knowles a Lorde), o músico quase não falou com a plateia e preferiu conversar pela música.
Ele já disse em entrevistas que festivais o causam ataques de pânico. Mas se não falou muito, não deixou devendo na musicalidade: foi sem esforço dos vocais à guitarra, do violoncelo ao piano Rhodes.
Blood Orange se diz queer e frequentemente canta sobre ser “estranho”, o “cisne negro” (“Negro Swan” é o nome de um dos álbuns mais conhecidos dele).
Muito por isso, atraiu fãs apaixonados com suas canções sensíveis e suingadas, ali entre o R&B, jazz e rock alternativo.
Coube bem quando ele tocou no violoncelo uma versão de “How Soon is Now”, do The Smiths: “Sou humano e preciso ser amado assim como todo mundo”, diz a letra.
Hynes também entende seus limites, então capricha na banda. Em “Best to You”,
quem passasse desavisado pensaria que o show era dos backing vocals (um homem e uma mulher, os dois com vozes angelicais, diga-se de passagem).
O músico ficou mais de maestro, fazendo as vezes de vocalista e passando por faixas queridinhas como “Saint”, “Jesus Freak Lighter” e “Charcoal Baby”.
Mas na plateia (numerosa para uma sexta à tarde, aliás), ninguém pareceu se importar com o artista “escondido”. Com o clima suave e intimista das faixas, deu pra curtir e reparar em cada efeito sonoro.
Tudo praticamente sem pausas: uma espécie de set ao vivo com uma música emendando na outra.
Foi interessante porque exigiu concentração da plateia, que nem sempre está disposta a isso. Hoje estava. Muitos ali aguardavam a headliner Sabrina Carpenter, mas aproveitaram para dar uma dançadinha.
Outros eram fãs mesmo e, silenciosos como o artista, estavam emocionados de verdade.
Aquele papo de que o público não sabe mais curtir show sem firula é balela. Blood Orange provou hoje que música boa basta. Um belo show para “abrir os trabalhos” deste festival, que deve reunir todo tipo de bom performer – até os mais quietos como Hynes.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Beijinho de Sabrina Carpenter: tatuagem fake vira item essencial de fãs no Lollapalooza 2026; FOTOS


Beijinho de Sabrina Carpenter: tatuagem fake vira item essencial de fãs no Lollapalooza
Agnews/Fabio Tito/g1
Beijinho de Sabrina Carpenter: tatuagem fake vira item essencial de fãs no Lollapalooza
Fábio Tito/g1
Beijinho de Sabrina Carpenter: tatuagem fake vira item essencial de fãs no Lollapalooza 2026
Agnews
Beijinho de Sabrina Carpenter: tatuagem fake vira item essencial de fãs no Lollapalooza
agnews
Beijinho de Sabrina Carpenter: tatuagem fake vira item essencial de fãs no Lollapalooza
Agnews

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Lamapalooza’: bota cowboy vira tendência no 1º dia de festival e ajuda fãs a enfrentar lama após chuva em SP


No primeiro dia do festival, no Autódromo de Interlagos, o calçado apareceu como peça-chave entre fãs que enfrentam o terreno molhado após a chuva.
João de Mari/g1
A bota cowboy virou parte do look no primeiro dia do Lollapalooza 2026, nesta sexta-feira (20), no Autódromo de Interlagos. O calçado apareceu como peça-chave entre fãs que enfrentam o terreno barrento após a chuva que atingiu São Paulo na véspera do festival.
O item ganhou força tanto pela estética quanto pela funcionalidade. “A cultura do Lolla é bota”, resume a estudante Clara Lívia Silva Azevedo, de 18 anos, que chegou cedo ao evento. “Para descer nesse autódromo, só de bota. E está meio com lama hoje, né?”
A percepção de que partes de terra no Autódromo ainda estão molhadas, mesmo com o sol forte desta sexta, é compartilhada pelas amigas Luísa de Souza, de 19, e Gabriela Sarmento, de 18. Elas também apostaram no vistual westerncore — tendência de moda inspirada no Velho Oeste americano, caracterizada por elementos rústicos e utilitários como botas de caubói.
No caso das amigas, porém, a referência era outra: Sabrina Carpenter, headliner e nome mais aguardado do dia.
Lolla das apostas: festival tem 5 indicados a revelação no Grammy dos últimos anos
“Meu look foi inspirado na Sabrina, principalmente nessa fase mais country dela”, conta Clara. “Peguei referências de clipes, da turnê e montei algo que combinasse comigo.”
A “fase country” da cantora tem sido apontada por fãs como uma nova estética dentro do pop. No álbum Short n’ Sweet e em performances recentes, Sabrina incorporou elementos do universo western — de chapéus a botas —, criando uma identidade que usa referências do country.
“Essa última era da Sabrina foi bem puxada pro country, e isso combina muito com bota, xadrez, cinto”, diz Luísa. “A gente vê e quer trazer para o look.”
No Lollapalooza 2026, a tendência encontrou um aliado inesperado: o barro.
João de Mari/g1
Chuva que caiu em São Paulo na quinta-feira (19) deixou gramado do Autódromo de Interlagados com lama.
João de Mari/g1
No Lollapalooza, porém, a tendência encontra um aliado inesperado: o barro. Após a chuva de quinta-feira (19), trechos do gramado viraram lama, obrigando o público a adaptar o visual.
“Ano passado eu vim de coturno e já foi difícil. Esse ano, com bota, pelo menos ajuda”, lembra Gabriela. “Porque é impossível tirar a lama daqui”, afirma, apontando para a terra já seca na ponta do calçado.
Veja programação completa do festival
Lama no Lollapalooza 2026.
João de Mari/g1
Nesta sexta, o line-up é um dos mais diversos do festival. Além de Sabrina Carpenter, nomes como Doechii — que faz sua estreia no Brasil — e a banda Deftones, que volta ao país após mais de uma década, estão entre os destaques.
Também se apresentam Interpol, Blood Orange e o brasileiro Edson Gomes. Na música eletrônica, a curiosidade fica por conta de Shaquille O’Neal, que se apresenta como DJ Diesel, além do norueguês Kygo.
Para quem não está no autódromo, o festival também é transmitido ao vivo pelo Globoplay.
Sabrina Carpenter no Grammy 2025
KEVIN WINTER / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP
Veja a programação completa do Lollapalooza nesta sexta-feira (20)
PALCO BUDWEISER
12h45 – 13h40: Stefanie
14h45 – 15h45: Negra Li
16h55 – 17h55: Blood Orange
19h05 – 20h05: Doechii
21h30 – 23h00: Sabrina Carpenter
PALCO SAMSUNG GALAXY
12h00 – 12h45: Atração selecionada pela 89 FM
13h40 – 14h40: Terraplana
15h50 – 16h50: Viagra Boys
18h00 – 19h00: Interpol
20h10 – 21h25: Deftones
PALCO FLYING FISH
12h45 – 13h40: Worst
14h45 – 15h45: Scalene
16h55 – 17h55: Ruel
19h05 – 20h05: Men I Trust
21h30 – 22h30: Edson Gomes
PALCO PERRY’S
12h00 – 13h00: Camila Jun
13h00 – 14h00: Bruna Strait
14h15 – 15h15: Atkۆ
15h30 – 16h30: Aline Rocha
16h45 – 17h45: Horsegiirl
18h00 – 19h00: DJ Diesel (Shaq)
19h15 – 20h15: Bunt.
20h30 – 21h45: Ben Böhmer
22h15 – 23h30: Kygo

Fonte: G1 Entretenimento

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Lollapalooza 2026: famosos vão ao 1º dia de festival; FOTOS


Gabriela Prioli prestigia o primeiro dia de Lollapalooza 2026
Tomzé Fonseca/Agnews
Brino prestigia o primeiro dia de Lollapalooza 2026
Marcelo Sá Barretto – Agnews

Fonte: G1 Entretenimento

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Lollapalooza 2026: veja fotos do 1º dia de festival


Fãs de Sabrina Carpenter aguardam o show da cantora no Lollapalooza
Tomzé Fonseca/ Agnews
Fãs de Sabrina Carpenter aguardam o show da cantora no Lollapalooza
Tomzé Fonseca/ Agnews
Fãs de Sabrina Carpenter aguardam o show da cantora no Lollapalooza
Tomzé Fonseca/ Agnews

Fonte: G1 Entretenimento

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Roberto Menescal lança álbum com o pianista Gilson Peranzzetta em maio e planeja disco com Theo Bial para 2027


Roberto Menescal (à direita) e Gilson Peranzzetta lançam em 20 de maio o álbum ‘O mundo livre de Menesca e Peranzza’
Rogério Von Kruger / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Aos 88 anos, Roberto Menescal mantém movimentada a agenda profissional, conciliando incansavelmente os compromissos com shows e discos. Mal lançou álbuns assinados com Cris Delanno (“O lado B da bossa”, de 2025) e Luísa Sonza (“Bossa sempre nova”, de 2026), o violonista, guitarrista e compositor carioca se prepara para lançar em 20 de maio um álbum com o pianista Gilson Peranzzetta.
Gravado, mixado e masterizado no estúdio carioca La Maison, em 2025, o álbum se chama “O mundo livre de Menesca e Peranzza”. O destaque do repertório é “Samba impossível”, música composta por Menescal e Peranzzetta para o disco.
E por falar em composição inédita, Menescal amplia a parceria com Theo Bial, com quem planeja gravar neste ano de 2026 um álbum previsto para ser lançado em 2027, ano dos 90 anos de Roberto Menescal, único grande nome vivo do núcleo inicial da bossa nova. O projeto de Roberto Menescal com Theo Bial se chama “A nossa bossa nova”.
Roberto Menescal (à esquerda) amplia a parceria com Theo Bial, com quem planeja gravar álbum neste ano de 2026 para ser lançado em 2027
Fernanda Assis / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Lollapalooza 2026: fãs enfrentam calor, filas, espera e busca por lugar na sombra no 1º dia de festival


Amigas montaram estrutura com cangas para se proteger do sol no primeiro dia de Lollapalooza 2026.
João de Mari/g1
O Lollapalooza 2026 começou nesta sexta-feira (20), em São Paulo, com portões abertos às 11h e milhares de fãs já ocupando o Autódromo de Interlagos desde as primeiras horas do dia. Em meio ao calor, filas e ansiedade, o público encara uma verdadeira maratona até os shows mais aguardados da noite — com direito a perrengue, estratégia e muita expectativa.
Logo cedo, antes mesmo da abertura, já havia gente esperando para garantir um bom lugar perto dos palcos. Ao longo da manhã, os 27 ºC com sol forte virou um dos principais desafios para quem decidiu chegar cedo.
Ainda do lado de fora, o público lidou com filas para entrada e revista. Depois, já dentro do autódromo, a disputa por sombra virou prioridade. Em um espaço amplo e com poucos pontos cobertos, grupos se apertavam debaixo de estruturas, tendas e até placas para fugir do sol direto.
A estudante Raquel de Andrade, de 19 anos, veio especialmente para ver Sabrina Carpenter — a principal atração do dia. Mesmo tendo chegado por volta de 10h30, ela já se preparava para enfrentar horas até o show, previsto para a noite.
De flopada a headliner do Lolla relembre vindas de Sabrina Carpenter ao Brasil
“Trouxemos bastante comida, porque o importante é não passar mal. A gente vai se manter hidratada e respeitar o nosso corpo, parar, descansar um pouco. Não compensa ficar direto no calor até a noite”, contou, enquanto se abrigada em uma sombra atrás de uma estrutura montada distante do palco.
A estratégia é comum entre fãs mais experientes: intercalar momentos de descanso com idas ao palco, garantir alimentação e fugir do sol sempre que possível. Ainda assim, o desgaste é inevitável. O trajeto entre palcos também exige fôlego, especialmente para quem quer assistir a vários shows.
Raquel de Andrade e amigas vieram especialmente para ver Sabrina Carpenter — a principal atração do dia.
João de Mari/g1
Raquel está no festival pela primeira vez — e não esconde que o motivo principal tem nome e sobrenome.
“Eu comprei o Lolla específico por causa da Sabrina. Hoje é só ela que eu quero ver”, disse. “Eu me identifico com as músicas dela, acho que tem muito a ver com a nossa geração.”
Próximo ao palco Palco Budweiser, onde Sabrina Carpenter sobe para cantar às 21h30, as três amigas Yasmin Elias, Celini Felix e Ingrid Rodrigues, que se conheceram na escola se reuniram especialmente para o festival.
Veja programação completa do festival
O grupo comprou ingressos ainda em agosto, na semana de abertura das vendas, já planejando viver os três dias de evento. Com o calor, elas improvisaram uma estrutura que lembra uma cabana. Para isso, usaram cangas amarradas ao gradil e presas com uma corda em volta dos pés.
“Esse lugar é estratégico, porque estamos próximas ao placo para ver Doechii e Sabrina, mas ao mesmo tempo ficamos protegidas do sol, que está muito forte. De quebra dá para ouvir as atrações que vem antes. A gente não conhece muito, mas estamos gostando”, disse Yasmin.
Sabrina Carpenter no Grammy 2025
KEVIN WINTER / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP
Nesta sexta, o line-up é um dos mais diversos do festival. Além de Sabrina Carpenter, nomes como Doechii — que faz sua estreia no Brasil — e a banda Deftones, que volta ao país após mais de uma década, estão entre os destaques.
Também se apresentam Interpol, Blood Orange e o brasileiro Edson Gomes. Na música eletrônica, a curiosidade fica por conta de Shaquille O’Neal, que se apresenta como DJ Diesel, além do norueguês Kygo.
Para quem não está no autódromo, o festival também é transmitido ao vivo pelo Globoplay.
Deftones é um dos headliners desta sexta (16)
Divulgação
Veja a programação completa do Lollapalooza nesta sexta-feira (20)
PALCO BUDWEISER
12h45 – 13h40: Stefanie
14h45 – 15h45: Negra Li
16h55 – 17h55: Blood Orange
19h05 – 20h05: Doechii
21h30 – 23h00: Sabrina Carpenter
PALCO SAMSUNG GALAXY
12h00 – 12h45: Atração selecionada pela 89 FM
13h40 – 14h40: Terraplana
15h50 – 16h50: Viagra Boys
18h00 – 19h00: Interpol
20h10 – 21h25: Deftones
PALCO FLYING FISH
12h45 – 13h40: Worst
14h45 – 15h45: Scalene
16h55 – 17h55: Ruel
19h05 – 20h05: Men I Trust
21h30 – 22h30: Edson Gomes
PALCO PERRY’S
12h00 – 13h00: Camila Jun
13h00 – 14h00: Bruna Strait
14h15 – 15h15: Atkۆ
15h30 – 16h30: Aline Rocha
16h45 – 17h45: Horsegiirl
18h00 – 19h00: DJ Diesel (Shaq)
19h15 – 20h15: Bunt.
20h30 – 21h45: Ben Böhmer
22h15 – 23h30: Kygo

Fonte: G1 Entretenimento

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Dave Grohl revela ter feito 430 sessões de terapia para lidar com traição e ‘vício em conquistas’


Dave Grohl no trailer de ‘Studio 666’
Divulgação
O músico Dave Grohl revelou ter passado por mais de 430 sessões de terapia para lidar com questões pessoais, incluindo uma traição e o que chamou de “vício em conquistas”. As declarações foram feitas em entrevista ao jornal britânico “The Guardian”, publicada nesta sexta-feira (20).
“Eu estive em terapia seis dias por semana durante 70 semanas”, disse Grohl. “Fiz as contas outro dia: mais de 430 sessões.” O cantor afirmou que o processo foi essencial para entender comportamentos e emoções que vinham se acumulando ao longo da vida.
A entrevista é a primeira do artista após admitir, em 2024, que teve uma filha fora do casamento. Na época, ele disse que buscava “reconquistar a confiança” da família. Agora, evita entrar em detalhes, mas reconhece a necessidade de mudança: “precisei parar, sentar comigo mesmo e me reavaliar. É um processo contínuo.”
Grohl também refletiu sobre o que descreve como uma busca constante por validação. “Há algo como um vício em conquistas, e isso é perigoso”, afirmou. “Você atinge um objetivo, se sente bem por 24 horas, e depois vem um vazio de novo”, disse ao Guardian.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Em outro momento, ele resumiu esse sentimento de forma direta: “A validação era um monstro insaciável”. Segundo o músico, esse padrão o levou a se sobrecarregar e a se perder emocionalmente.
O vocalista do Foo Fighters também relacionou a terapia a uma mudança na forma de se comunicar, relatando ser mais mais fácil falar “dessas coisas” nas músicas.
Além das questões pessoais, Grohl comentou perdas recentes, como a morte do baterista Taylor Hawkins (1972-2022) e de sua mãe, que influenciaram seu processo criativo. Ele afirmou que, por muito tempo, evitou lidar com o luto de forma profunda.
O artista indica que busca um novo equilíbrio. “Eu precisava desligar tudo e encontrar meu coração”, disse.

Fonte: G1 Entretenimento