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Oscar 2026 tem a menor audiência desde 2022 nos EUA


Oscar 2026: ‘Uma batalha após a outra’ domina e Brasil sai sem prêmios
A cerimônia do Oscar 2026 teve a menor audiência desde nos Estados Unidos desde 2022, segundo a revista “Variety”. A festa, que premiou “Uma batalha após a outra” como melhor filme, foi vista por cerca de 17,9 milhões de pessoas — uma queda de 9% em relação a 2025.
Elenco de “Uma batalha após a outra” celebra conquista de Melhor Filme no Oscar 2026
REUTERS/Mike Blake

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Corrida dos Bichos’, filme com Anitta e Rodrigo Santoro, ganha trailer; assista


Grazi Massafera e Rodrigo Santor no filme ‘Corrida dos Bc
Divulgação/Amazon Prime
Foi divulgado nesta terça-feira (17) o trailer de “Corrida dos Bichos”, filme que conta com estrelas como Anitta, Ísis Valverde, Bruno Gagliasso e Rodrigo Santoro no elenco.
A direção é dividida entre Fernando Meirelles (“Cidade de Deus”), Ernesto Solis (“Perdido”) e Rodrigo Pesavento (“Pico da Neblina”).
Ainda não há previsão de estreia ou se o filme será exibido nos cinemas ou irá direto para a plataforma de streaming Amazon Prime.
Segundo a sinopse, o filme é ambientado num Rio de Janeiro distópico. “Um evento ambiental catastrófico remodelou a região: a maré subiu e destruiu tudo em seu caminho. No rastro da devastação, o mar recuou, os bairros de classe média tornaram-se zonas ocupadas e a Mata Atlântica retomou vastas porções do território urbano”.
Assista ao trailer de ‘Corrida dos bichos’
Na história distópica, Anitta interpreta uma celebridade que ficou famosa por narrar e apresentar as corridas do título. Nelas, pessoas ricas apostam em competidores pobres que disputam um prêmio milionário.
O filme foi exibido nesta terça-feira no festival South by Southwest, nos EUA. Estiveram no evento Rodrigo Santoro e Ísis Valverde.

Fonte: G1 Entretenimento

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Alice Caymmi expande a roda do avô Dorival ao ir além do samba em álbum somente com músicas do compositor


Alice Caymmi lança o álbum ‘Caymmi’ no início de abril com músicas como ‘Acalanto’ e o bolero ‘Adeus’
Luqdias / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ “Caymmi” – álbum que Alice Caymmi lançará em abril somente com composições do avô, um certo Dorival Caymmi (30 de abril de 1914 – 16 de agosto de 2008) – extrapola o samba que norteia a cantora no show “Roda Caymmi” (2025).
Gravado em estúdio, o álbum “Caymmi” inclui no repertório “Acalanto” (1957) e o bolero “Adeus” (1948), duas músicas que Alice já vinha cantando paralelamente no show “Para minha tia Nana” (2025), feito em tributo a Nana Caymmi (1941 – 2025). Parte da “Suíte dos pescadores” (1957), “Canção da partida” também está na seleção do disco.
Contudo, o samba domina o repertório, estando representado na seleção do álbum por músicas como “O que é que a baiana tem?” (1939), “Maracangalha” (1956) e “Dois de fevereiro” (1957).
Alice abriu os trabalhos promocionais do álbum “Caymmi” na última sexta-feira, 13 de março, com a edição do single “Modinha para Gabriela” (1975).

Fonte: G1 Entretenimento

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A macabra lenda soviética que inspirou o 1º sucesso internacional do diretor de ‘O Agente Secreto’


Kleber Mendonça Filho, cineasta brasileiro
Tibrina Hobson/Getty Images for Santa Barbara International Film Festival/ Via BBC
Hoje aclamado como um dos principais cineastas em atividade do Brasil, com seu filme O Agente Secreto indicado para quatro categorias no Oscar, o pernambucano Kleber Mendonça Filho vivia como jornalista e atuava como crítico de cinema no Jornal do Commercio, do Recife, quando resolveu transpor para o universo brasileiro uma assustadora lenda urbana soviética.
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Vinil Verde, curta-metragem realizado em 2003 e lançado no ano seguinte, possibilitou a Mendonça sua primeira participação como autor no propalado Festival de Cannes — integrou a seleção da Quinzena dos Realizadores, na edição de 2005.
“O filme ganhou dezenas de prêmios e nunca deixou de ser visto nesses 20 anos”, afirma o cineasta, em nota enviada sobre o filme para a BBC News Brasil.
Ambientada em um apartamento recifense, a macabra trama conta a história de uma menina que ganha da mãe uma caixa cheia de antigos discos de vinil com músicas infantis.
Fãs se reuniram em várias capitais para torcer por “O Agente Secreto” no Oscar®
O presente vem com uma ordem: todos podiam ser ouvidos, exceto o de cor verde. Toda vez que a garotinha desobedece a determinação, sua mãe sofre uma consequência assustadora.
O filme é elogiado não só pela história em si, mas principalmente pela construção da narrativa. Vinil Verde foi concebido e executado como uma montagem de fotos feitas por Mendonça.
No total, foram utilizados seis rolos de filme colorido de 36 poses para a produção. Ele diz que suas inspirações foram o curta-metragem francês La Jetée, lançado pelo cineasta Chris Marker (1921-2012) em 1962, e o filme Jugular”, de 1998, da brasileira Fernanda Ramos.
“O uso de fotos narrativas me atrai até hoje”, ressalta Kleber.
Ideia ucraniana
Quem aproximou o brasileiro do assustador enredo de uma lenda urbana soviética foi uma cineasta ucraniana, Bohdana Smyrnova.
Conforme o texto O Lado Cineasta do Crítico de Cinema, matéria publicada pelo Jornal do Commercio em fevereiro de 2003, Smyrnova e Mendonça haviam se conhecido no ano anterior, em festival de cinema realizado em Belo Horizonte — na qual ela participara exibindo seu curta Les Démarches des Papiers e ele, como jornalista. Dali, engataram um relacionamento.
O jornal conta que “no último fim de semana” as filmagens haviam se iniciado e que o trabalho era “codirigido por Mendonça Filho e sua namorada, a cineasta e roteirista ucraniana”.
“Eu conheço essa história desde a infância, porque é aquele tipo de história que as crianças contam umas para as outras”, conta Smyrnova, em conversa com a BBC News Brasil. Ela atualmente mora em Nova York, nos Estados Unidos.
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“O Kleber queria filmar alguma coisa [de terror], e eu comentei que tinha várias histórias assustadoras [no universo soviético]*. Apresentei este gênero para ele e escolhemos esta [trama]”, recorda ela, que guarda em seus arquivos a cópia digitalizada da edição do Jornal do Commercio em que aparece ao lado de Mendonça.
No universo soviético, havia variações para a lenda. Mas geralmente envolvendo um disco verde que jamais poderia ser ouvido. Em geral, o tom carregava fundo moralista. Algo do tipo: olha só o que acontece com quem não obedece as regras.
Terra natal da cineasta, a Ucrânia foi um dos membros fundadores da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas em 1922 e fez parte do Estado socialista até sua dissolução, em 1991.
Há uma outra camada a ser considerada na semântica de uma lenda urbana soviética de terror em que o objeto central é um disco de vinil.
No auge do regime totalitário russo, quando músicas ocidentais eram restritas, um grupo de pessoas conhecidas como stilyagi (“estilosos”, em tradução para o português) passou a usar chapas descartadas de exames de raio-X como matéria-prima para prensar discos piratas.
O acabamento circular era feito com tesourinha de manicure e um cigarro aceso produzia o furinho central. O som ficava ruim, mas dava para ouvir. Como as chapas tinham imagens de ossos de pacientes, o aspecto final tinha aparência um tanto mórbida — algumas crianças se abalavam com aquelas cenas dos pais botando na vitrola um disco esquisito assim.
Cartaz de Vinil Verde
Arquivo pessoal/Isabela Cribari/Via BBC
Conforme o cineasta Mendonça contou em entrevista concedida em 2018 à jornalista e letróloga Maria de Lourdes Guimarães, para um trabalho de pós-graduação apresentado por ela na Universidade de São Paulo, ele particularmente estava interessado em histórias desse tipo.
Em 2002, havia feito um curta chamado A Menina do Algodão, a partir da lenda urbana de uma assombração que supostamente frequenta banheiros de escolas públicas — versão parecida com a lenda da “loira do banheiro”, conhecida em algumas regiões do Brasil.
Segundo Mendonça, foi por causa disso que a ucraniana acabou lhe falando sobre o conto popular soviético.
Ele comentou que havia várias versões para a lenda urbana, já que “era passada de boca em boca por crianças”.
“Acho que a história original que eu ouvi era com luvas verdes [em vez de discos verdes]. A gente terminou fazendo uma mistura: colocamos o disco verde de vinil e, na parte final, entram as luvas”, explicou.
Uma versão dessa fábula popular, com discos verdes mas ligeiramente diferente do enredo do curta-metragem, aparece no livro russo Folclore Infantil Assustador, uma coletânea de aterrorizantes histórias de domínio público reunidas pelos escritores Andrei Usachev e Eudrado Uspensky (1937-2018), publicada na Rússia em 1992.
Equipe enxuta
Na entrevista sobre o filme que Mendonça deu em 2018 ele comentou o que se lembrava do processo de produção da obra. “[…] Eu escrevi o filme com Bohdana Smyrnova e passei pelo processo de realização do filme, que foi tudo muito simples, com uma microequipe”, afirmou, citando o cineasta Daniel Bandeira e as duas atrizes, mãe e filha (na vida real e no filme), Verônica Alves e Gabriela Souza.
“Eu fotografei o filme no apartamento delas”, ressaltou.
Smyrnova ficou apenas três meses no Brasil em 2003. “Foi quando codirigimos o projeto”, enfatiza ela. Depois, voltou para Kiev, na Ucrânia, onde vivia na época.
A cineasta ucraniana entende que nunca foi corretamente creditada no curta. Oficialmente, ela é reconhecida como uma das roteiristas e tem seu nome encabeçando a lista dos agradecimentos — apenas Mendonça assina a direção. Na entrevista dada à BBC News Brasil ela recordou ter participado presencialmente de “uma ou duas” sessões de filmagem.
Para o cineasta brasileiro, isto não está em discussão e a questão, apresentada pela reportagem à sua assessoria, não foi comentada. Os demais envolvidos no projeto que foram ouvidos pela BBC News Brasil reconheceram o trabalho dela, mas como roteirista e, pelo seu conhecimento da lenda urbana original, idealizadora da trama.
O que havia sido iniciado a quatro mãos ganhou uma equipe: Mendonça então criou um pequeno time para terminar o filme. O cineasta Bandeira foi chamado para ser seu braço-direito na edição e na montagem. Eles já haviam trabalhado juntos em A Menina do Algodão.
“A ideia do roteiro era dele. Eu ficava com a parte mais técnica, de pensar como é que a ideia poderia ser executada, como a inspiração poderia ser traduzida”, relembra Bandeira, em conversa com a BBC News Brasil.
“Eu não só procurava soluções técnicas para aquilo que o Kleber concebia como também tentava dar possibilidades, soluções, alternativas para que ele pudesse incorporar em sua própria narrativa.”
Como produtora executiva, foi contratada a artista visual e psicanalista Isabela Cribari. À BBC News Brasil ela conta que “como a maioria dos filmes independentes e de baixo orçamento”, o trabalho foi feito em duas etapas. Primeiro, a produção e a filmagem. Depois, a tarefa de “transformar aquele material em filme e distribuí-lo”.
“Foi nessa segunda etapa que Kleber me convidou para compor a equipe”, diz ela. “E eu gostei muito da proposta dele de fazer um filme de 35 milímetros, na época da hipervalorização do 35 milímetros como algo superior aos outros formatos, a elite mesmo, mas com um humor muito próprio do Kleber.”
Cena do filme Vinil Verde
Arquivo pessoal/Isabela Cribari/Via BBC
Para a trilha, Mendonça encomendou um trabalho para o músico Silvério Pessoa, pedagogo e professor na Universidade Católica de Pernambuco.
“Tivemos uma longa conversa na qual ele me explicou a história. Eu criei uma música com pegada, que criasse uma atmosfera de expectativa”, afirma à BBC News Brasil. “Precisei de tempo para escrever e reescrever. Ficou uma coisa soturna.”
A canção se chama Luvas Verdes. De uns três anos para cá, Pessoa passou a incorporá-la em seu repertório autoral, executando-a em apresentações. “Ficou tenebrosa, sinistra, intensa. Tem clima, é quente”, diz o compositor.
Significados
Tudo ficou pronto em 2004, e o filme foi lançado no Festival Internacional de Curtas de São Paulo, em setembro. Faturou prêmios no festival de Brasília daquele ano e no de Recife do ano seguinte. Foi selecionado para Cannes.
Para a especialista Gisele Jordão, coordenadora do curso de cinema e audiovisual da Escola Superior de Propaganda e Marketing, nesse curta já havia elementos que apontavam para a qualidade do trabalho posterior de Mendonça.
Ela destaca a “confiança no dispositivo” — com poucos personagens, espaço delimitado e um objeto central — e a habilidade de construir atmosfera “por meio de enquadramentos, duração dos planos e desenho de som”.
“Vinil Verde insere o cotidiano como lugar de perturbação, sem recorrer a elementos externos espetaculares”, acrescenta Jordão.
O site cultural francês SensCritique classificou o filme como “bastante incomum em todos os sentidos, modesto e formidável em sua abordagem” e pontuou que a obra marcou “o início de uma relação duradoura entre o festival [de Cannes] e o diretor”.
Em reportagem do ano passado, o site francófono especializado em festivais de cinema Accréds se lembrou desse antigo curta de Mendonça ao contar a história da “perna cabeluda”, a lenda urbana retratada em O Agente Secreto.
“Uma lembrança de que um dos primeiros amores do diretor foi o cinema de terror, como visto em seu curta-metragem Vinil Verde”, pontuou.
Mais do que ambientar o universo mítico soviético no colorido e quente Recife, Mendonça criou novas possibilidades semânticas.
Se a lenda urbana original trata da dicotomia entre a obediência e a culpa por desobedecer, Vinil Verde é uma obra sobre o amadurecimento — a criança que cresce e, gradualmente, mata a presença materna.
Bandeira acredita que a universalidade do filme está justamente na percepção de que as relações entre as gerações são assim: os pais vão “sumindo um pouco” à medida que “os filhos vão crescendo”.
“É uma inquietação e um medo. Mas que também nos conecta com a experiência humana, com aquelas pessoas que vieram antes de nós e com aquelas que virão depois. A gente carrega e passa para a frente os medos e as angústias”, afirma.
Tudo isso com a cara local. “Ele adaptou para o vinil dos disquinhos coloridos que fizeram parte de uma época no Brasil e foi fácil a identificação das pessoas”, comenta a produtora Cribari.
“E também ninguém tem nome. Ser mãe, ser filha, isso leva as pessoas para o filme, que não se passa num reino distante. Somos nós, com toda a nossa ambiguidade ali. Talvez seja esse o terror do filme.”
Produção do curta foi noticiada no Jornal do Commercio, onde Kleber Mendonça trabalhava
Reprodução/Arquivo pessoal/Bohdana Smyrnova/Via BBC
Estudiosa da obra de Mendonça, a linguista Marcella Wiffler Stefanini, pesquisadora na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), analisou o curta em artigo científico.
Para ela, “a desobediência da filha pode ser interpretada como uma luta feminista por autonomia e independência, marcada pela recusa em seguir os passos da mãe e a tentativa de trilhar seu próprio caminho, sem as amarras das gerações passadas”.
A especialista Jordão vê a obra transitando entre medo, proibição e controle. “O curta transforma uma situação simples, a proibição de ouvir um disco, numa fábula sobre controle, curiosidade e transgressão”, analisa. “A proibição não só limita a ação da criança, como organiza o desejo e o medo.”
Na entrevista à pesquisadora Guimarães, Mendonça comentou que quando escrevia o texto para a narração do filme, “de próprio punho”, se deu conta de que a história era sobre a ausência da mãe. No caso, sua própria mãe, que havia morrido há pouco. “Foi aí que eu entendi, de maneira muito forte, que o filme era sobre esse processo de perda, que não é fácil”, comentou.
“É uma lenda urbana que causou uma impressão muito forte no Kleber. Porque lenda urbana é isso: é a expressão real da cultura e da alma de um povo em um certo momento”, analisa o editor e montador Bandeira.
“E ele acabou fazendo um ponte entre Recife e Kiev, contando a história por meio da cor e da temperatura recifenses.”
* Uma versão anterior deste texto atribuía a história ao universo eslavo. A reportagem foi modificada para deixar mais clara a ligação da história ao universo soviético

Fonte: G1 Entretenimento

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Musical sobre Trapalhão atiça memória afetiva com circo, humor e canções de Chico Buarque e Caetano Veloso


Rafael Aragão personifica com graça e credibilidade o personagem Didi Mocó, de Renato Aragão, no musical ‘Adorável Trapalhão’
Bianca Oliveira / Divulgação
♫ CRÍTICA DE MUSICAL DE TEATRO
Título: Adorável Trapalhão – O musical
Dramaturgia: Marília Toledo
Direção: José Possi Neto
Cotação: ★ ★ ★ ★ 1/2
♬ Ao narrar a saga do humorista Renato Aragão do interior do Ceará até a consagração nacional, o musical “Adorável Trapalhão” atiça a memória afetiva dos telespectadores do programa “Os Trapalhões”, campeão dominical de audiência nos anos 1970 e 1980. Até porque a trajetória de Aragão se confunde com a desse grupo que teve várias formações, mas permanece cristalizado no imaginário do Brasil como o quarteto integrado por Renato Aragão (atualmente com 91 anos) – intérprete do personagem Didi Mocó – com Dedé Santana (ator que fará 90 anos em abril), Antônio Carlos Bernardes, o Mussum (1941 – 1994) e Mauro Gonçalves, o Zacarias (1934 – 1990).
Em cartaz no Rio de Janeiro (RJ), em temporada que vai até 29 de março no teatro do Sesc Ginástico, o musical é ambientado em atmosfera circense, combinada com o humor de estilo pastelão que consagrou os Trapalhões e com a beleza plástica das encenações do diretor José Possi Neto.
Escrito por Marília Toledo, “Adorável Trapalhão” é musical encantador, gracioso, de visual colorido e estética orquestrada nos tons da alegria. Em cena, Didi, Dedé, Mussum e Zacarias são encarnados, respectivamente, por Rafael Aragão, Thales Torres. Rupa Figueira e Vicenthe Delgado.
Ator sobre o qual repousa a maior responsabilidade do elenco, Rafael Aragão construiu um Didi crível, tão terno quanto gaiato, sem cair no erro de imitar Renato. E cabe mencionar o talento luminoso de Miguel Venerabile, na pele de Renato Aragão quando criança, no início e no fim do espetáculo.
Diretor musical e arranjador do espetáculo, Marco França assina a trilha original em parceria com o letrista Fernando Suassuna. A dupla de compositores apresenta temas que evocam a origem nordestina de Renato e o início da carreira do artista no circo. Contudo, são os sucessos da música brasileira que contribuem para envolver o espectador na cena tropicalista.
Na fase áurea, o programa “Os Trapalhões” era vitrine disputada para o lançamento de músicas que geravam clipes memoráveis em que os cantores contracenavam com os humoristas. O antológico clipe-paródia de “Terezinha” (Chico Buarque, 1977), com Maria Bethânia, é reproduzido no musical de forma hilária.
Personificações de Ney Matogrosso e Roberto Carlos também são vistas em cena. Na pele de Ney, Alvinho de Pádua interpreta “Bambo de bambu” (Almirante e Valdo de Abreu, 1940).
Com as habituais tintas caricaturais, Roberto é vivido por Arízio Magalhães e tem o spiritual “Jesus Cristo” (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1970) cantado no espetáculo, cujo roteiro musical também rebobina composições veiculadas na série de especiais “Criança Esperança”, programa no qual Renato Aragão teve presença relevante como embaixador da Unicef, deixa para que o próprio Renato entre em cena para breve participação afetiva. São os casos de “Amigos do peito” (Michael Sullivan e Paulo Massadas, 1991) e do samba “O que é o que é” (Gonzaguinha, 1982).
Músicas de Caetano Veloso (a marcha “A filha da Chiquita Bacana”, de 1977) e Chico Buarque (“Piruetas”, da trilha de “Os Saltimbancos Trapalhões”, filme de 1981) também pontuam a cena bem traduzida pelo canto de “O circo” (Sidney Miller, 1967) na abertura e no arremate do espetáculo.
O único senão do musical “Adorável Trapalhão” é a abordagem demasiadamente clean do racha entre Renato Aragão e os colegas do grupo por questões de dinheiro e ego na primeira metade da década de 1980.
Contudo, é justo reconhecer que, se esse tema pesado fosse mais desenvolvido, o musical corria o risco de perder a leveza cativante que diverte e por vezes até emociona ao transportar o espectador para algum lugar do passado da memória afetiva.
Ô da poltrona virtual: não perca esse adorável musical!
Thales Torres (à esquerda), Rupa Figueira (ao centro) e Vicenthe Delgado vivem Dedé, Mussum e Zacarias, respectivamente
Bianca Oliveira / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Atriz de ‘Grey’s Anatomy’, Kiki Shepard morre aos 74 anos


Atriz e apresentadora Kiki Shepard
Reprodução: redes sociais
Morreu na última segunda-feira (16), em Los Angeles, nos Estados Unidos, a atriz e apresentadora de 74 anos Kiki Shepard.

A informação foi confirmada por sua representante, LaShirl Smith, ao portal TMZ.
Segundo a porta-voz, a artista sofreu um ataque cardíaco e sua morte foi “completamente inesperada”.
Shepard era conhecida por décadas de trabalho como co-apresentadora do programa de talentos “Showtime at the Apollo”.
Trajetória

Veja os vídeos que estão em alta no g1
Kiki Shepard tornou-se um rosto familiar para milhões de espectadores americanos entre os anos de 1987 e 2002, período em que dividiu o palco do icônico teatro do Harlem com nomes como Steve Harvey.
Kiki Shepard, atriz e apresentadora
Divulgação
Antes de brilhar na televisão, Shepard consolidou sua base artística na Broadway, participando de produções como “Porgy and Bess” e “Bubbling Brown Sugar”, e iniciou sua trajetória no entretenimento ainda nos anos 70 como dançarina profissional da D.C. Repertory Dance Company.
Atriz e apresentadora Kiki Shepard
Reprodução: redes sociais
Kiki teve uma carreira consolidada como atriz, acumulando participações em séries de sucesso como “Grey’s Anatomy”, “Todo Mundo Odeia o Chris”, “NYPD Blue” e “Baywatch”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Banda de hip hop Cypress Hill se apresenta neste domingo na Audio, em São Paulo


Cypress Hll
Divulgação
A banda norte-americana Cypress Hill se apresenta neste domingo (22) em São Paulo. O show será realizado na casa Audio, na Zona Oeste da capital.
Os ingressos estão à venda pela internet e na bilheteria oficial, com parcelamento em até três vezes sem juros. A realização é da Live Nation Brasil.
Formado por B-Real, Sen Dog e DJ Muggs, o Cypress Hill surgiu no início dos anos 1990 em Los Angeles e se tornou um dos nomes mais influentes do hip-hop. O grupo ganhou projeção com o álbum de estreia lançado em 1991, que trouxe músicas como “How I Could Just Kill a Man” e “The Phuncky Feel One”, sucessos no cenário underground.
Em 1993, a banda lançou o disco Black Sunday, que estreou em primeiro lugar na parada Billboard 200, recebeu três indicações ao Grammy e conquistou certificação de tripla platina nos Estados Unidos. Com isso, o Cypress Hill se tornou o primeiro grupo de rap a ter dois álbuns simultaneamente no Top 10 da parada.
Desde então, o grupo lançou outros trabalhos, incluindo Elephants on Acid (2018) e Back in Black, lançado em 2022 e elogiado pela crítica.
Em 2019, o Cypress Hill recebeu uma estrela na Hollywood Walk of Fame. Em 2024, o grupo realizou um show ao lado da London Symphony Orchestra no Royal Albert Hall, em Londres — apresentação inspirada em uma cena exibida décadas antes na série The Simpsons.
Serviço
Show: Cypress Hill
Data: 22 de março de 2026
Local: Audio
Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 694 – Água Branca – São Paulo
Abertura dos portões: 19h
Horário do show: 21h
Ingressos: a partir de R$ 210
Classificação: 16 anos. Jovens de 10 a 15 anos entram apenas acompanhados dos pais ou responsáveis legais.
Preços
Pista – lote 1: R$ 210 (meia) / R$ 420 (inteira)
Pista – lote 2: R$ 240 (meia) / R$ 480 (inteira)
Mezanino: R$ 260 (meia) / R$ 520 (inteira)
Bilheteria oficial (sem taxa):
Shopping Ibirapuera – Piso Jurupis (subsolo)
Av. Ibirapuera, 3103 – Indianópolis – São Paulo
Funcionamento: terça a sábado: 10h às 22h/domingos e feriados: 14h às 20h
Venda online: Ticketmaster.
Parcelamento em até 3x sem juros.

Fonte: G1 Entretenimento

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Pode não parecer, mas você sabe quem é Djo: atração do Lolla é ator de ‘Stranger Things’ e tem megahit


Djo em imagens do disco ‘The Crux’
Divulgação
O nome “Djo”, que consta no cartaz do Lollapalooza Brasil 2026, pode não te soar familiar. Mas é bem possível que você o conheça: Djo é ninguém menos que Joe Keery, o Steve de “Stranger Things”.
Keery produz suas próprias músicas há anos. Mas quase se escondia com o pseudônimo Djo, e no início do projeto, mal aparecia nos clipes e imagens. A ideia era justamente prezar por uma espécie de “anonimato” ou, pelo menos, não ser prontamente associado à sua carreira como ator.
Mesmo assim, Djo emplacou um hit a nível mundial: é dele a música “End of Beginning”, faixa viral que chegou a liderar o Spotify global em 2024… e até hoje, aparece entre as 5 mais ouvidas no mundo. Saiba mais sobre a carreira de Keery na música:
Trajetória na música vem antes de ‘Stranger Things’
Mesmo antes de “Stranger Things”, Joe Keery já tinha uma carreira musical. Ele era vocalista na banda de rock psicodélico Post Animal, em Chicago. Mas deixou o grupo em 2018, para evitar que sua fama televisiva ofuscasse os colegas, dando início à sua jornada solo.
“É importante desassociar Steve de Stranger Things do [Post Animal] porque acho que isso acabará prejudicando a banda… Acho importante que eles estejam trilhando seu próprio caminho por um tempo e construindo um nome para si mesmos, e que isso não esteja necessariamente associado a Stranger Things”, disse à “Bustle”.
Foi aí que ele começou a investir no projeto solo, sob o nome “Djo”. O projeto tem som psicodélico e alternativo, muito associado ao som de grupos como o Tame Impala.
Djo em foto para o álbum ‘Decide’ (2022)
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Ele estreou com “Twenty Twenty”, álbum de 2019, seguido do disco “DECIDE” (2022). Nessa época, quando aparecia, ele se enchia de disfarces, com uma peruca que quase o deixava mais parecido com Kevin Parker do que Joe Keery.
Até então, era um projeto musical mais tímido mesmo. Mas não deu para segurar quando “End of Beginning” estourou em 2024. A música do “DECIDE” ganhou uma vida própria nas redes sociais, sobretudo o TikTok, virando trilha de vídeos nostálgicos e românticos.
O hit que não acaba
“End of Beginning” foi hit com força. Em 2024, a música chegou ao número 1 do Spotify global e, em 2025, repetiu o feito derrubando Taylor Swift. Mas não foi o fato de ser famoso que fez a música bombar; foi o sucesso da música que fez muita gente descobrir que Djo era Joe Keery.
De onde, então, veio o hit repentino? Nesse caso, foi mesmo pela música. A faixa fala sobre crescimento, sobre fim de ciclo e saudade, e passa essa sensação até pra quem não entende a letra. E assim, virou trilha sonora para vídeos nostálgicos, românticos e emotivos em todo o mundo.
“Confie em mim, você vai ficar bem / E quando eu volto para Chicago, eu sinto / Outra versão de mim, eu estava vivendo aquilo / Eu dou adeus ao fim do começo”
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E se “Stranger Things” não fez tanta diferença assim para o sucesso da música, acabou sendo o empurrão final. Com a conclusão da série, a música voltou às paradas na virada de 2025 para 2026, justamente porque fala do fim de uma era.
Em fevereiro, a música estava em quinto lugar entre as mais ouvidas no Spotify global – perdendo somente para Bad Bunny, que dominou o top 4.
Djo vem para o Lolla mais ‘assumido’
Com o sucesso musical e o fim de “Stranger Things”, Keery acabou desistindo de se esconder. Em 2025, ele lançou o disco “The Crux”, com produções mais orgânicas e honestas. Desta vez, ele aparece nas fotos sem disfarces.
“Parecia que [o disfarce] ia contra a essência de todo o processo, que é tentar eliminar tudo o que interfere na honestidade”, disse à revista “NME”.
O trabalho não só rendeu turnês mundiais esgotadas, como também garantiu ao artista uma indicação ao Grammy 2026.
É esse Keery “assumido” que ao Lolla, prometendo embalar o fim de tarde com músicas tranquilas, sentimentais e esse quê de nostalgia que acabou virando sua marca registrada. Djo se apresenta no domingo (22), às 16h55.

Fonte: G1 Entretenimento

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Atriz de ‘Emily in Paris’ recupera anel de noivado roubado há três anos após anúncio de joalheria


À esquerda, Lily Collins em stories comemorando a volta do anel. À direita, Lily Collins em 2020 celebrando o noivado.
Reprodução/Redes Sociais
A atriz Lily Collins, estrela da série ‘Emily in Paris’, recuperou seu anel de noivado que havia sido roubado há quase três anos em um hotel em Hollywood. A joia reapareceu depois que um joalheiro de Chicago colocou a peça à venda em seu site, sem saber que ela havia sido furtada da atriz.
Em entrevista ao jornal “The New York Times”, o joalheiro Joe Hakimian disse que comprou o anel em uma feira de joias em Nova York, em outubro do ano passado. Ele descobriu a origem da peça após receber uma mensagem informando que o item poderia pertencer a Collins.
Depois disso, entrou em contato com Charlie McDowell, o diretor de cinema e marido de Lily Collins, para confirmar que seria a mesma peça e devolvê-la.
“Ainda estou sem palavras por ele estar de volta no meu dedo”, disse a atriz em publicação nas redes sociais. Ela também agradeceu à loja pela devolução.
Segundo a revista Vogue, a joia foi desenhada por Irene Neuwirth e está avaliada em cerca de R$ 420 mil.
Wagner Moura apresenta ‘O Agente Secreto’ no Oscar na categoria Seleção de Elenco

Fonte: G1 Entretenimento

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Doechii: quem é a nova estrela do rap que promete show especial para o Lollapalooza


Doechii no Met Gala 2025
Angela Weiss/AFP
O Lollapalooza 2026 receberá uma nova estrela do hip-hop nesta sexta (20). Se tem uma artista com repertório, qualidade e estilo de sobra pra entregar neste festival, é a americana Doechii.
Aos 27 anos, Doechii se estabeleceu como um grande novo nome do estilo. Em 2025, ela levou seu primeiro Grammy para casa com o prêmio de Melhor Álbum de Rap, desbancando nomes como Eminem e J. Cole. A essa altura, já são 8 indicações e 2 vitórias no prêmio. E ela avisa que está só começando.
A persona com atitude
Quem é Doechii, revelação do rap internacional
Jaylah Ji’mya Hickmon é de Tampa, na Flórida, e cresceu fazendo aulas de todo tipo: ballet, sapateado, atuação, animação de torcida e ginástica. Ela também tinha experiência em coros e chegou a cogitar se tornar uma cantora de coral profissional.
O nome e a persona “Doechii” vieram quando ela tinha somente 11 anos de idade. Segundo ela, a alcunha surgiu da vontade de criar uma persona artística que a protegesse do bullying que sofreu na adolescência. “Jaylah poderia sofrer bullying, mas Doechii não. Tinha uma atitude diferente”, disse à “Vulture”.
Doechii no Grammy 2025
Richard Shotwell/Invision/AP
Com essa atitude, fez mais sentido produzir suas próprias faixas que participar de um coral. Em 2016, Doechii entrou para o Soundcloud e começou a lançar músicas de forma independente. O primeiro sinal de reconhecimento veio com “Yucky Blucky Fruitcake”, sucesso no TikTok em 2021.
Viralizar foi essencial para que Doechii assinasse contratos importantes. Além de entrar para a Capitol Records, ela foi a primeira rapper feminina a fazer parte da Top Dawg Entertainment — selo que lançou nomes como Kendrick Lamar e SZA ao estrelato (o primeiro saiu em 2022).
Em 2023, ela foi indicada a Artista Revelação e Melhor Artista Revelação de Hip-Hop no BET Awards, e levou o prêmio de Estrela em Ascensão no Billboard Women in Music. Ela abriu shows para Beyoncé naquele ano, e fez parte do disco de Katy Perry no início de 2024. Mas foi só em meados de 2024 que a artista começou a conquistar reconhecimento mundial, depois da mixtape “Alligator Bites Never Heal”.
Como Doechii chegou ao estrelato
Lançada em agosto de 2024, “Alligator Bites Never Heal” é considerada uma mixtape de R&B e hip-hop. O formato não tem a pretensão de ser coeso como um álbum de estúdio e é mais uma “compilação de músicas”.
Ainda assim, “Alligator” recebeu três indicações ao Grammy, incluindo melhor álbum de rap — a primeira vez que uma artista feminina foi indicada na categoria com um formato de mixtape.
Curiosamente, o projeto teve média visibilidade quando foi lançado. Mas em outubro de 2024, a carreira de Doechii teve uma nova virada quando ela participou de “Chromakopia”, álbum do já consolidado rapper Tyler, The Creator.
Em seguida, ela teve uma sucessão de apresentações virais: no festival Camp Flog Gnaw (de Tyler), no programa de Stephen Colbert, e principalmente, o seu vídeo no famoso Tiny Desk, para a rádio americana NPR.
Pesquisa pelo nome de Doechii aumentou significativamente em dezembro de 2024
Google Trends
Lançado no dia 6 de dezembro de 2024, o último (com quase 24 minutos de duração) passou de 8 milhões de visualizações e foi listado pela rádio como uma das melhores apresentações do ano.
O sucesso da artista com apresentações ao vivo comprova que, apesar dos hits de TikTok, o melhor do trabalho de Doechii está na performance. Foi graças às suas apresentações que ela conquistou seu maior número de fãs — no “quem sabe faz ao vivo”. Não à toa, ela foi elogiada (e aplaudida de pé no Grammy) por Beyoncé, Kendrick Lamar e Billie Eilish.
Shows estilosos e teatrais
A artista é moderna, versátil e teatral. Sua experiência multidisciplinar aparece nas performances em diferentes elementos — moda, cabelo e coreografia —, trazendo a parte visual como parte integral da sua identidade artística. Sem dúvidas, Doechii sabe fazer um show.
“Eu tenho fome. Eu quero ser a melhor. Se eu tiver dois dias, ou 24 horas, vou trabalhar o máximo para fazer a melhor performance porque quero ser a melhor. Ponto”, disse a artista à Apple Music.
A personalidade dela também aparece na caneta. A rapper brinca com seus versos em estilo cômico, afiado, sem deixar de falar sobre assuntos pessoais, como problemas de saúde mental e sexualidade (Doechii é assumidamente bissexual). Nas letras, ela atrai fãs de Nicki Minaj e SZA por essa mescla de humor, força e vulnerabilidade.
Doechii se apresenta no Grammy 2025
GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP
Essa será a primeira vez de Doechii no Brasil. Ela viria em 2024 para o festival Afropunk Experience em São Paulo, mas desmarcou sem dar explicações. Na época, deu pra entender rapidinho o motivo: foi bem quando a carreira de Doechii deu uma guinada e ela ficou nos EUA para aproveitar as oportunidades que vieram.
Em comparação ao show que teríamos naquele ano, a artista vem com muito mais público, recursos e promete um show especial para compensar o cancelamento.
“O Brasil vai ganhar um show inédito. Eu não vou cancelar e sim, peço desculpas por quando cancelei. Amo vocês”, publicou no X em fevereiro.
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Fonte: G1 Entretenimento