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Jennifer Runyon, de ‘Os Caça-Fantasmas’, morre aos 65 anos


Jennifer Runyon, de ‘Os Caça-Fantasmas’, morre aos 65 anos
Divulgação/Reprodução/Instagram
Jennifer Runyon Corman, do filme “‘Os Caça-Fantasmas”, morreu aos 65 anos na sexta-feira (06). A informação foi confirmada pela família em uma postagem no Facebook.
“Na última sexta-feira (06), nossa querida Jennifer faleceu. Foi uma jornada longa e árdua que terminou com ela cercada por sua família”, dizia a publicação. Corman teve seu papel de destaque como Gwendolyn Pierce na sitcom “Charles in Charge”.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
A atriz Erin Murphy, que interpretou a jovem Tabitha Stephens em “A Feiticeira” e era amiga de Runyon, prestou homenagem no Instagram e afirmou que ela morreu “após uma breve batalha contra o câncer”. “Ela era uma pessoa especial. Vou sentir sua falta, Jenn. Meus pensamentos estão com sua família e seus lindos filhos”.
Bailey Corman, de 30 anos, filha de Jeniffer, também lamentou a morte da mãe no Instagram. “Todas as melhores partes de mim vieram de você. Eu daria tudo por mais um dia juntas. A pessoa mais gentil e compreensível que já conheci. Minha melhor amiga. Eu não estava preparada para isso”, escreveu ela na legenda de uma sequência de fotos de sua mãe.
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Fonte: G1 Entretenimento

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A banalização do deepfake: como ‘pornô falso’ com famosas virou conteúdo em sites adultos


Atriz e ator se preparam para cena de vídeo erótico de realidade virtual
Reprodução/BadoinkVR
A inteligência artificial transformou a “pornografia sem consentimento” em violência sob demanda. Em 2026, o debate já não gira apenas em torno da sofisticação técnica dessas ferramentas, mas da facilidade com que plataformas, aplicativos e serviços passaram a embalar esse abuso como produto acessíve
A oferta de serviços para manipular rostos circula em anúncios de sites de conteúdo adulto. Em janeiro, era possível baixar mais de 50 aplicativos com essa finalidade no Google Play, e 47 na App Store, nos Estados Unidos.
Quando a ferramenta tem interface em loja de aplicativo, o abuso é embalado como conveniência. O ato deixa de ser exceção e vira consumo fácil. Em sites adultos, é comum ver anúncios oferecendo esse tipo de serviço.
Empresas estão criando ‘gêmeas digitais’ de atrizes pornô com IA
De celebridade à vizinha
De celebridade à pessoa comum, a lógica é a mesma: transformar imagem íntima sintética não consensual em mercadoria. O problema não está apenas na falsidade visual, mas no modelo de negócio que vende intimidade forjada como serviço.
Sem exigir conhecimento técnico, plataformas permitem que usuários enviem fotos de colegas, conhecidas ou ex-parceiras, convertendo proximidade social em valor de consumo e de circulação
O modelo indica que, quanto maior a familiaridade do usuário com a vítima, maior o valor do conteúdo para quem consome ou compartilha. A adesão ao mercado se sustenta por crenças que parecem minimizar o dano, como a ideia de que figuras públicas são alvos legítimos ou de que não existe violência ou crime nos casos de manipulação de imagem.
Uma pesquisa realizada no começo do ano pela University College Cork (UCC), com mais de dois mil participantes, confirmou que a crença nesses mitos aumenta a propensão de usuários a assistir, criar ou compartilhar esse tipo de material. A instituição sustenta que o combate exige mais regulação e educação do usuário.
Um projeto lançado em fevereiro pelo instituto alemão ITAS-KIT, em parceria com universidadeslocais, cita estimativas de que 98% dos deepfakes são pornográficos. O dano não depende de a imagem ser tomada como verdadeira.
A violência ocorre porque a agressão forja e reencena a intimidade da vítima, expondo seu corpo de maneira sexualizada sem consentimento e retirando dela o controle sobre a própria imagem. A pesquisa do ITAS-KIT conclui que as punições não avançam porque os agressores permanecem anônimos e as vítimas evitam a denúncia formal.
O avanço das punições segue limitado não apenas pela ausência de resposta institucional, mas pela dificuldade de aplicar regras existentes em contextos marcados por anonimato, circulação rápida e subnotificação. Pesquisas recentes apontam que muitas vítimas evitam a denúncia formal, enquanto autores permanecem difíceis de identificar, o que enfraquece a responsabilização e mantém o mercado em funcionamento”

Fonte: G1 Entretenimento

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‘O Testamento’: por que história de Anita Harley, das Pernambucanas, tem chamado tanta atenção?


Documentário sobre a disputa de poder nas Casas Pernambucanas traz muitas novidades do caso
A história de Anita Harley tinha tudo para ser apenas mais um caso de disputa familiar em torno de uma herança bilionária, mas rapidamente se revela muito mais complexa, cheia de camadas afetivas, segredos e versões que se chocam.
O documentário “O Testamento: O Segredo de Anita Harley”, com cinco episódios disponíveis no Globoplay, aprofunda essas contradições.
Com direção de Camila Appel, codireção de Dudu Levy e direção artística de Monica Almeida, a série aposta em uma abordagem que vai além do embate jurídico. Ela destaca as motivações e fragilidades dos personagens, recorrendo ainda a algumas encenações com atores para complementar a narrativa.
LEIA MAIS: Entenda a disputa bilionária pela herança de Anita Harley
Abaixo, o g1 explica por que o documentário vem chamando tanta atenção:
Curiosidade de uma jornalista
A história de Anita Harley talvez continuasse restrita aos bastidores jurídicos se Camila Appel, diretora do documentário, não tivesse se intrigado ao perceber que, no mesmo hospital onde seu pai estava internado, havia uma paciente com seguranças na porta do quarto. A pergunta inicial “Quem é essa mulher?” acabou abrindo caminho para toda a investigação.
Suzuki, Cristine Rodrigues e Anita Harley, cenas do documentário ‘O Testamento’
Globoplay
AVC que muda tudo
Em 2016, Anita Harley sofreu um acidente vascular cerebral e entrou em coma. Esse momento se torna o estopim para uma disputa feroz sobre quem ficaria responsável por sua curatela.
Disputa pelo trono
O documentário mostra que a disputa pelo comando das Casas Pernambucanas não começou com Anita, ela atravessa gerações. Após a morte de Erenita Helena Groschke Lundgren, mãe de Anita, a empresária assumiu a presidência da companhia, desencadeando uma briga que se estende por décadas e envolve até os sobrinhos.
Treta afetiva
O documentário também expõe um ponto central das divergências em torno da vida pessoal de Anita Harley: afinal, quem era sua verdadeira companheira? A produção mostra duas personagens que assumem terem tido uma relação estável com a empresária. De um lado Sônia Soares, conhecida como Suzuki, identificada por muitos como “dama de companhia” de Anita, tenta convencer a todos que ela não era apenas uma funcionária. Do outro, Cristine Rodrigues, secretária de confiança, reivindica na Justiça o reconhecimento como companheira legítima.
Anita Harley, herdeira das Casas Pernambucanas. Duas mulheres lutam na Justiça pela herança
Reprodução/TV Globo
Arthur: o herdeiro?
No meio da disputa, surge mais um nome: Arthur Miceli, filho de Suzuki. Ele conseguiu o reconhecimento da maternidade socioafetiva, mas sua chegada causa indignação em parte da família, que nunca o reconheceu como herdeiro de Anita.
Primas divas
Juliana Lundgren e Andrea Lundgren assumem o papel de alívio cômico do documentário. As primas de Anita entregam as reações mais espontâneas e comentários sem qualquer filtro sobre os personagens envolvidos na disputa. Não à toa, nas redes sociais, a frase “Tia Helena odiava Suzuki” virou meme, sempre acompanhada de elogios ao carisma e à sinceridade das duas.

Reações do documentário sobre as primas no documentário ‘O Testamento: O Segredo de Anita Harley’
Globoplay
Reviravoltas constantes
Cinco episódios, inúmeras reviravoltas. O documentário faz o espectador mudar de opinião o tempo todo: quando você acha que finalmente entendeu a dinâmica da disputa ou acredita no depoimento de alguém, surge um novo elemento e a história fica ainda mais complexa.
Segunda temporada?
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Quem já assistiu aos cinco episódios fica com a sensação de que ainda há muito para ser contado. Como a disputa judicial segue em andamento, a narrativa permanece aberta, dando ao público a impressão de acompanhar uma história que continua sendo escrita.

Fonte: G1 Entretenimento

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Mulher atira contra casa de Rihanna, diz site

Uma mulher foi detida na tarde deste domingo (8) após disparar vários tiros de seu veículo em direção à casa de Rihanna, diz site TMZ.
Fontes policiais informaram que a suspeita, descrita como uma mulher de aproximadamente 30 anos, dirigiu até perto da propriedade em Beverly Hills e disparou vários tiros na direção da casa. Ainda não se sabe o que motivou o incidente.
As fontes policiais do site informaram que a cantora estava em casa no momento do tiroteio e não ficou ferida. Não há informações se o marido A$AP Rocky e seus filhos estavam em casa no momento.
A polícia chegou rapidamente ao local e prendeu a mulher sem maiores incidentes. As autoridades estão investigando a motivação do crime e ainda não se sabe se Rihanna estava em casa no momento dos disparos.

Fonte: G1 Entretenimento

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Morre Marcelo Pretto, integrante do grupo Barbatuques e cantor de voz elástica que ia ‘do sussurro ao trovão’


Marcelo Pretto (17 de setembro 1967 – 8 de março de 2026) era cantor, compositor, percussionista e pesquisador musical
Reprodução / Facebook Barbatuques
♫ OBITUÁRIO
♬ Integrante do Barbatuques, grupo de percussão corporal formado em 1997 na cidade de São Paulo (SP), o cantor, compositor, percussionista e pesquisador musical Marcelo Pretto morreu na madrugada deste domingo, 8 de março, em decorrência de complicações de quadro grave de diabetes.
Nascido em 17 de setembro de 1967, Marcelo Pereira Neves Pretto tinha 58 anos e estava internado desde 18 de fevereiro no Hospital Alvorada, na cidade natal de São Paulo (SP). A morte foi confirmada pelo Barbatuques em comunicado postado nas redes socias do grupo e enviado na sequência aos órgãos de imprensa.
“Marcelo Pretto deixa um legado artístico imenso, que vai muito além da participação no Barbatuques. Pesquisador da música e das manifestações culturais populares da música brasileira, Mitsu foi uma fonte de inspiração para nós. Sua voz única e presença marcante seguirão ecoando na música e, principalmente, em nossos corações”, disse o comunicado assinado pelo Núcleo Barbatuques.
Também conhecido como Mitsu, Marcelo Pretto era respeitado no meio musical pela voz elástica de muitas possibilidades que ia “do sussurro ao trovão”, como ressaltou Chico César ao lamentar a saída de cena do artista em comentário na publicação do grupo Barbatuques.
No Barbatuques desde 1999, Pretto também integrava A Barca, grupo dedicado à pesquisa da música brasileira. Fora do grupo Barbatuques, Marcelo Pretto deixa álbuns como “A carne das canções” (2014) – gravado e assinado por Mitsu com o violonista Swami Jr. – e “Boi” (2020).
Editado em novembro de 2024, o single “Uma voz além” foi o último lançamento fonográfico do artista paulistano.

Fonte: G1 Entretenimento

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Matriarca ativista da família do samba, Tia Ciata há muito merecia ser enredo de escola do Carnaval do Rio de Janeiro


Tia Ciata (1854 – 1924) é o enredo da escola de samba Paraíso do Tuiuti no Carnaval carioca de 2027
Reprodução
♫ ANÁLISE
♬ Talvez tenha sido mera coincidência o fato de o comunicado ter sido feito em 5 de março, três dias antes do Dia Internacional da Mulher, mas o anúncio de que Tia Ciata será o enredo da escola de samba Paraíso do Tuiuti no Carnaval de 2027 se afina com a luta pela igualdade feminina, pauta fundamental deste domingo, 8 de março, e de todos os demais dias do ano.
Inspiração para o enredo “Ciata – A mãe preta do samba”, escrito por Cláudio Russo e Luiz Antônio Simas para ser desenvolvido pelo carnavalesco Renato Lage, Hilária Batista de Almeida (13 de janeiro de 1854 – 10 de abril de 1924) foi a matriarca ativista do samba carioca.
Mãe de santo nascida em Santo Amaro da Purificação (BA), cidade do Recôncavo Baiano, Ciata migrou para o Rio de Janeiro (RJ) em 1876, aos 22 anos, e na zona central dessa cidade – em espaço situado na Praça Onze e conhecido como Pequena África – essa partideira de alta estirpe atuou como líder espiritual e musical, agregando sambistas e difundindo entre os negros cariocas o samba importado da Bahia e expandido no Rio com outras cadências.
Por Ciata ter tido atuação tão decisiva no fomento do samba, é inacreditável que somente em 2026, mais de 100 anos após a morte da partideira e quase um século depois do primeiro desfile das escolas de sambas (realizado em 1932), alguém tenha levado adiante e oficializado a ideia de transformar o legado de Ciata em enredo de agremiação carnavalesca.
Quituteira, ialorixá filha d’Oxum e sambista pela própria natureza festeira e destreza rítmica, Tia Ciata foi a anfitriã de casa já lendária, localizada na supracitada Praça Onze. Nessa casa, Ciata abriu portas para sambistas – negros em grande maioria, vindos das comunidades da área central da cidade do Rio de Janeiro – e incentivou a criação e a difusão do samba quando fazer e tocar samba ainda era sinônimo de vadiagem aos olhos racistas da polícia da época.
Agitadora cultural, Ciata organizava o movimento em rodas de samba das quais nunca ficava de fora. Consta nos autos informais que a mãe preta do samba dominava a arte do partido alto e evoluía com habilidade no passo do miudinho.
Os homens passaram para a história oficial como os primeiros bambas, tanto como ritmistas quanto como compositores, mas as mulheres também tiveram papel decisivo (e muitas vezes minimizado ou mesmo apagado) nessa história, caso sobretudo do legado da pioneira Hilária Batista de Almeida.
Imortalizada como a já mítica Tia Ciata, Hilária é nome que merece reverência todo dia, mas especialmente hoje, Dia Internacional da Mulher, pelo ativismo desbravador exercido junto aos primeiros bambas do Rio de Janeiro.

Fonte: G1 Entretenimento

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Khamenei ‘colocadão’, Netanyahu ‘desce e sobe’, Pahlavi ‘arregaça’: funk brasileiro vai parar em vídeos pró e contra Irã


Khamenei ‘colocadão’: como funk brasileiro foi parar em vídeos pró e contra Irã
Versos de funk brasileiro foram parar em vídeos que exaltam e criticam o Irã, em perfis iranianos, israelenses e de outras origens nas redes, em meio à tensão e ao conflito do país contra os EUA e Israel.
O falecido líder supremo iraniano Ali Khamenei é exaltado ao som dos versos “vai ser só colocadão / nas novinhas do xe*ecão”.
A base da música é distorcida, em um remix lento e grave, típico do chamado “brazilian phonk”, um estilo eletrônico cada vez mais popular no Leste Europeu e na Ásia, que usa bases do funk brasileiro.
O mesmo perfil, de um apoiador anônimo do regime do Irã, publicou um vídeo com fotos da família Pahlavi, que comandou a ditadura brutal derrubada pela Revolução de 1979.
“Tão patriotas, tão puros… O último está esperando que os israelenses os façam rei”, ironiza a legenda. É uma crítica a Reza Pahlavi, opositor e filho do último xá. A trilha é de “brazilian phonk”.
Imagens de vídeos no TikTok e Instagram contra e a favor do Irã com trilha de ‘brazilian phonk’, estilo com vocais e batidas de funk brasileiro
Reprodução
Batidão da oposição
No TikTok, também há exaltação dos Pahlavi ao som do batidão brasileiro. Um vídeo ao estilo “fancam” (de exaltação pessoal) celebra o último xá ao som dos versos: “Mina linda safadinha, arregaço esse popô / Soca soca soca sem caô / Ela cheia de tesão e eu arregaço esse popô.”
O dono do perfil não se identifica, e escreve apenas جاویدشاه (“viva o rei”, em farsi) no alto da página. A expressão ficou conhecida como um slogan monarquista no Irã, associada ao xá.
Não há sinal, porém, de que ele compreenda o significado sexual da letra em português. A batida agressiva do “brazilian phonk” parece bastar para dar o sentido de força e vigor atribuídos a Pahlavi.
Da mesma forma, um perfil apócrifo pró-Israel usou essa batida agressiva para exaltar os caças do exército israelense. “Vai segurando”, diz o verso ao fundo.
Autoria perdida
Em geral, os DJs de “brazilian phonk” não identificam os donos dos vocais das músicas. São pedaços de vocais de funk que circulam pela internet, cuja autoria original é difícil de ser recuperada.
Também há cenas de guerra com batidão do outro lado. O perfil “Woldwar.33” mostra uma troca de mísseis que, na conta dele, termina em vitória iraniana. O funk em português fala em “bater de frente”.
A batida embala mulheres contra o regime conhecido pela opressão feminina. A iraniana-britânica Romina dança o funk “No batidão” e escreve: “Essa sou eu em toda a festa quando o Irã for livre”.
A mesma música é usada pelo batalhão dos trolls. Um perfil anônimo de humor mostra o líder de Israel, Benjamin Netanyahu, com a legenda: “Enquanto a mídia esquerdista global 🏳️o chama de criminoso de guerra… Bibi está aí lançando o phonk brasileiro mais pesado.”
Uma montagem de Netanyahu entoa os versos: “Ela desce, ela sobe, no baile é pressão / Mina linda, perigosa, rouba meu coração/ Vai quicando, vai jogando, não perde a razão / No batidão, no batidão, só pura tentação…”

Fonte: G1 Entretenimento

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Um tributo à longevidade na dança


Em “Kontakthof”, do repertório da lendária Pina Bausch, nove dos bailarinos originais da montagem de 1978 retornam aos seus papéis
Divulgação
No próximo mês, Londres será palco de uma série de espetáculos que celebram a longevidade. Trata-se do “Elixir Festival 2026”, que acontece de 7 a 11 de abril e busca mudar a percepção de que a dança é uma expressão artística restrita a corpos jovens. Uma das principais atrações é a encenação de “Kontakthof”, peça emblemática do repertório da lendária Pina Bausch, cuja estreia, em 1978, consolidou seu reconhecimento internacional. Quase cinco décadas depois, a coreógrafa Meryl Tankard – uma das protagonistas da primeira montagem – está à frente do espetáculo, no qual nove dos bailarinos originais retornam aos seus papéis.
A produção, intitulada “Kontakthof – echoes of ‘78”, explora uma interação entre o passado e o presente, com a projeção de imagens de antigas apresentações. Bausch definia Kontakthof como “um lugar onde pessoas se encontram em busca de contato. Para se mostrar, para se negar. Com medos. Desejo. Decepções. Desespero. Primeiras experiências. Primeiras tentativas”. Charlotta Öfverholm, coreógrafa e bailarina sueca de renome internacional, também está no festival. Desde que fundou seu grupo, Jus de la Vie – o equivalente a Suco (ou sumo) da Vida – ela criou mais de 30 produções que excursionaram pelo mundo. Em 2015, lançou o Age on Stage (Idade no Palco), um movimento que defende a presença de artistas veteranos nos teatros e no cinema. Outro destaque é a Company of Elders (Companhia dos Anciãos ou Veteranos), criada em 1989 e cujos participantes têm mais de 60 anos.
Por fim, Louise Lecavalier, de 67 anos, protagoniza “Danses vagabondes” (“Danças vagabundas”). Principal bailarina da companhia canadense La La La Human Steps nas décadas de 1980 e 90, e colaboradora de David Bowie, ficou conhecida por sua atuação frenética e tecnicamente desafiadora.
Louise Lecavalier, de 67 anos, apresenta “Danses vagabondes” (“Danças vagabundas”)
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Professora dá aulas de dança do ventre para idosas

Fonte: G1 Entretenimento

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Marina Lima tem vozes de Mano Brown e Fernanda Montenegro em faixa colaborativa do álbum ‘Ópera Grunkie’


Marina Lima reproduz trecho de conversa com Fernanda Montenegro no WhatsApp na faixa ‘Collab Grunkie’
André Hawk / Divulgação
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♬ Com repertório dividido em três atos, o vindouro 18º álbum de Marina Lima, “Ópera Grunkie”, conta com a colaboração da atriz Fernanda Montenegro na música que abre o terceiro ato e que se chama justamente “Collab Grunkie”. Na faixa, Marina reproduz trecho de conversa que teve com Fernanda no aplicativo de mensagens WhatsApp.
Além da atriz, o cantor Mano Brown também tem a voz reproduzida em “Collab Grunkie”, faixa formatada com feat da cantora Laura Diaz com Marina. A música tem autoria creditada a Marina, Laura, Eraldo Palmero e Renato Gonçalves.
Marina Lima explica a gênese da faixa: “Fiz uma chamada aberta online para as pessoas enviarem sons ou ideias que pudessem soar interessantes para uma intervenção minha. Entre mais de 800 e-mails recebidos, escolhi a base do Eraldo para criar em cima. Resolvi fazer uma homenagem carinhosa aos grunkies e, a partir disso, chamei Laura Diaz para embelezar, sensualizar e abrasileirar a faixa. Renato e eu escolhemos os samples, e termino com um trecho de uma conversa minha no WhatsApp com Fernanda Montenegro, a maior de todas. A tribo dos grunkies é imensa”.
Gravado entre setembro e dezembro de 2025, o álbum “Ópera Grunkie” tem lançamento programado para 24 de março. Marina Lima assina a produção musical do disco, orquestrada pela artista com as colaborações de Arthur Kunz, Edu Martins e Thiago Vivas.

Fonte: G1 Entretenimento

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Guitarrista Lúcio Maia lança em abril álbum solo com músicas autorais que dialogam com a estética futurista


Guitarrista projetado como integrante fundador da Nação Zumbi, Lúcio Maia programa para 16 de abril o segundo álbum solo, com músicas como ‘Tábua das horas’
João Liberato / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Enquanto o baterista Pupillo promove o primeiro álbum solo, o guitarrista Lúcio Maia – outro ex-integrante da banda Nação Zumbi – programa para 16 de abril o lançamento do segundo álbum solo do artista pernambucano.
Com músicas como “Fetiche motel” (faixa de atmosfera dark funk) e “Tábua das horas”, o próximo álbum autoral de Lúcio Maia é atravessado pela estética do futurismo.
O guitarrista já lançou em 2019 um álbum, “Lúcio Maia”, que pode ser considerado o marco zero da discografia solo assinada pelo artista com o próprio nome.
Contudo, cabe lembrar que, anos antes, paralelamente ao trabalho com a Nação Zumbi, Lúcio Maia lançou dois álbuns de projeto individual intitulado Maquinado. Estes álbuns são “Homem binário” (2007) e “Mundialmente anônimo – O magnético sangramento da existência” (2010).

Fonte: G1 Entretenimento