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Oliver Tree detalhou testamento dois meses antes de morrer: ‘Nem um centavo para a minha família’


Cantor Oliver Tree está entre as vítimas do acidente de helicópteros no Rio de Janeiro.
Reprodução
Em entrevista concedida menos de dois meses antes de sua morte, o músico norte-americano Oliver Tree revelou que tomou a decisão de não deixar sua fortuna para familiares.
O artista detalhou o plano em 24 de abril deste ano, durante participação no videocast Zach Sang Show.
“Não acredito que nenhuma riqueza ou coisa gerada por ela seja minha. Já deixei claro em meu testamento que, quando eu morrer, ninguém da minha família receberá um centavo, nada”, afirmou o cantor na ocasião.
De acordo com o depoimento de Tree, todo o patrimônio acumulado ao longo da carreira será transferido para uma instituição filantrópica idealizada por ele:
“A ideia é que, quando eu morrer, todo o dinheiro volte para os artistas. Criei uma fundação, chama-se Bolsas de Arte para Jovens Gênios do Dr. Oliver Tree. Foi estruturada de forma que, basicamente, os juros gerados pela minha música serão a principal fonte de financiamento”, explicou.
‘Posso morrer a qualquer momento’
Quem era Oliver Tree? Músico americano que morreu em acidente aéreo no Rio
Durante a conversa, o músico também fez uma reflexão sobre a valorização de seu trabalho após sua morte.
“Quando eu morrer, as pessoas finalmente vão apreciar meus vídeos estúpidos, minhas músicas estúpidas. É quando as pessoas aprendem a apreciar. Normalmente, os artistas valem mais quando morrem”, declarou Tree.
O cantor concluiu o raciocínio mencionando a possibilidade de uma partida repentina. “As pessoas nunca sabem quando é o meu último álbum. Posso morrer a qualquer momento. Eu poderia ter morrido vindo para cá”, desabafou na ocasião.
Ex-namorada presta homenagem
Melanie Martinez homenageia ex-namorado Oliver Tree após morte em acidente no Rio: ‘Sentindo falta’
Redes sociais
A cantora norte-americana Melanie Martinez usou as redes sociais para homenagear Oliver Tree, de 32 anos.
O músico foi uma das seis vítimas fatais da colisão entre dois helicópteros ocorrida no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, neste domingo (14).
Os artistas confirmaram o namoro em 2019. Mesmo após o término da relação, em 2021, eles mantiveram um convívio público amigável.
Em um longo texto, Martinez expressou o forte impacto da perda do ex-namorado.
“Ele era tão dedicado à sua arte, algo que eu admirava e respeitava profundamente. Acho que todos que o conheciam vão olhar para trás e lembrar daqueles momentos de riso e alegria que ele despertava tão facilmente. Sua risada era contagiante e calorosa.”
Melanie Martinez se despede de Oliver Tree após acidente aéreo: ‘Sei que está fazendo os anjos darem risadinhas’
Redes sociais
Oliver Tree gravou com artistas brasileiros antes de acidente: ‘Forró é o melhor gênero do mundo’
No texto, Martinez também destacou a personalidade criativa do ex-namorado e a capacidade do músico de manter a espontaneidade na carreira.
“Sua habilidade de liderar criativamente e agir, mantendo também um senso de admiração e maravilhamento infantil, era muito inspiradora. Ele tinha um coração tão mole e era um verdadeiro artista em todos os sentidos”, afirmou.
A publicação foi encerrada com uma mensagem direta ao cantor.
“Descanse em paz, Oliver. Sei que você está fazendo os anjos darem risadinhas. Estarei aqui imaginando qual façanha e projeto criativo você está tramando no céu. Todo o meu amor”, concluiu.
Melanie Martinez homenageia Oliver Tree no Instagram após tragédia no Rio: ‘Verdadeiro artista em todos os sentidos’
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Quem era Oliver Tree
Nascido em Santa Cruz, Califórnia, em 1993, Tree era conhecido tanto pela música quanto pela persona excêntrica que construiu ao longo da carreira: visual caricato, roupas e cortes de cabelo exagerados, e shows que misturam comédia, reality show falso e até luta.
Hoje ele soma cerca de 11 milhões de ouvintes mensais no Spotify e mais de 2 milhões de seguidores no Instagram. Ele colaborou com nomes como Marshmello, David Guetta, Little Big, KSI e BoyWithUke.
Ele começou na adolescência com singles independentes, mas o ponto de virada veio em 2017, quando o single “When I’m Down” viralizou.
Oliver Tree
Instagram/Reprodução
Em 2020 lançou seu álbum de debut major-label, “Ugly Is Beautiful”, que chegou à 14ª posição da Billboard 200 e ao topo da parada de rock.
O auge de popularidade veio com “Life Goes On” (2021) e principalmente “Miss You” (2022, com remix de Robin Schulz), que se tornaram seus maiores sucessos internacionais, somando juntos mais de 1,4 bilhão de streams no Spotify.
Desde então lançou mais três álbuns — “Cowboy Tears” (2022), “Alone in a Crowd” (2023) e “Love You Madly Hate You Badly” (2026).
Entre 2019 e 2020, Tree namorou a cantora Melanie Martinez, que se apresentou no festival Lollapalooza em São Paulo no ano de 2023.
Tree havia feito um show em São Paulo em 6 de junho, no Studio Stage, no bairro da Lapa. Junto dele também estava o youtuber argentino Gaspi, que soma quase três milhões de inscritos na plataforma.

Fonte: G1 Entretenimento

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Músicas de Humberto Gessinger têm questões existenciais diluídas no tom forrozeiro do álbum ‘Nordestina highway’


Imagem da capa do álbum ‘Nordestina highway’
Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Nordestina highway
Artistas: Beto Brito, Cezzinha, Del Feliz, Lucy Alves, Sandra Belê, Santanna, o Cantador e Xand Avião
Cotação: ★ ★ ★
♬ Quase nunca valorizado pela crítica na dimensão da grande contribuição que deu ao rock brasileiro nos anos 1980 e 1990 como mentor, vocalista e principal compositor da banda gaúcha Engenheiros do Hawaii, Humberto Gessinger construiu obra alicerçada em questões existenciais e filosóficas como um pensador pop que escreveu letras repletas de referências literárias.
Algumas angústias e reflexões das letras do artista porto-alegrense se diluem na travessia que conduz sete músicas do Gessinger ao forró em rota que parte do Sul do Brasil para o nordeste do país, precisamente na Paraíba. Transportar a obra do compositor para o universo do forró é a intenção do álbum “Nordestina highway”, gravado no Peixe-Boi Estúdio, em João Pessoa (PB), com produção musical de Marcelinho Macedo, e programado para ser lançado em 25 de junho.
Antes, na quarta-feira, 17 de junho, o single “Eu que não amo você” desembarca nos players digitais com abordagem agitada de Lucy Alves, intérprete da música lançada pelo grupo Engenheiros do Hawaii no álbum “Tchau radar!” (1999). A faixa é bom cartão de visitas do álbum “Nordestina highway” porque o canto de Lucy carrega certa ansiedade condizente com a letra em que Gessinger retrata o desespero e a negação de eu-lírico afundado no poço escuro da paixão mal resolvida.
Em contrapartida, o cantor Cezzinha – cuja sanfona é ouvida em seis das sete faixas do disco – amacia demais “Um dia de cada vez” (2019), dissolvendo o significado de versos que pregam resiliência na roda-viva cotidiana que entremeia agonias e prazeres.
Música da discografia solo de Humberto Gessinger, “Um dia de cada vez” virou forró pé-de-serra em andamento próximo da cadência do xote com que o cantador cearense Santanna leva “Terra de gigantes” (1987) em gravação que, embora turbinada com versos do repentista João Paraibano (1952 – 2014), parece deixar escapar na estrada o sentimento de desencanto juvenil diante da frieza do mundo adulto.
Musicalmente, o forró fica mais arretado com o canto de “Somos quem podemos ser” (1988) pelo artista baiano Del Feliz. A faixa flui bem, mas deixa a impressão – recorrente ao longo do álbum – de que a reflexão de Gessinger sobre a busca por uma identidade diante do choque diário de realidade fica abafada no compasso aliciante do forró, termo que em si já denota diversão e leveza.
Sob tal prisma, vale destacar a interpretação do cantor e cordelista piauiense Beto Brito, que evoca a prosódia de Zé Ramalho na interpretação de “Revolta dos dândis I” (1987), procurando valorizar o sentimento da inadequação da música-titulo do segundo álbum da banda Engenheiros do Hawaii. “A estrada nordestina é o caminho que leva ao coração”, improvisa Brito no verso final de faixa que soa adequada dentro do conjunto “Nordestina highway”.
Em contrapartida, Xand Avião parece cantar “Refrão de bolero” (1987) sem pensar na angústia impressa na letra dessa balada, transformada pelo cantor cearense em mix de samba e forró em arranjo que harmoniza a sanfona de Cezzinha com o cavaco de Potyzinho Lucena.
Música do duo Pouca Vogal, formado por Humberto Gessinger com Duca Leindecker, “Depois da curva” faz mais sentido na voz da cantora paraibana Sandra Belê em cadência de xote. Em gravação sensível, Belê expressa no canto o sentimento de esperança e superação que movem os versos de Gessinger.
Enfim, entre acertos e tropeços ao longo da estrada, o álbum “Nordestina highway” escapa por pouco de ser tributo fonográfico meramente curioso ao transportar o cancioneiro existencialista de Humberto Gessinger para o universo dançante e mais desencanado do forró.
Capa do álbum ‘Nordestina highway’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Oliver Tree gravou com artistas brasileiros antes de acidente: ‘Forró é o melhor gênero do mundo’


Em últimos posts antes de acidente, Oliver Tree elogiou país: ‘Rock brasileiro é um milhão de vezes melhor’
Redes sociais
Em sua última passagem pelo Brasil, Oliver Tree aproveitou os dias no país para mergulhar na cena musical local.
O artista norte-americano esteve em estúdio e gravou colaborações com o cantor baiano de trapseiro Dupê e com o sanfoneiro e pianista Gabriel Serrano.
Impressionado com a sonoridade regional, Tree não poupou elogios à cultura brasileira. “O forró é o melhor gênero do mundo”, declarou o músico em post feito no Tik Tok.
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Além do flerte com os ritmos nordestinos, o cantor também registrou um encontro em estúdio com o músico e influenciador Lucas Inutilismo.
No vídeo publicado na internet, Oliver Tree fez uma comparação sobre o cenário musical de seu país natal: “O rock brasileiro é um milhão de vezes melhor que o rock americano”, afirmou.
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Os vídeos e fotos das colaborações foram publicados nas redes sociais oficiais de Oliver Tree.
As postagens ganharam forte repercussão entre os fãs e se tornaram os últimos registros públicos feitos pelo cantor antes do trágico acidente aéreo no Rio de Janeiro.
Ex-namorada de Oliver Tree, Melanie Martinez faz homenagem ao cantor: ‘Fazendo os anjos rirem’
Acidente no Rio
As autoridades no Rio de Janeiro divulgaram no início da tarde deste domingo (14) o nome das 6 vítimas da colisão e queda de 2 helicópteros no Recreio dos Bandeirantes.
Entre os mortos estavam o cantor americano Oliver Tree e o youtuber argentino Gaspi, ambos com pelo menos 2 milhões de seguidores.
Oliver Tree era um músico norte-americano conhecido pela persona excêntrica com visual caricato, com cortes de cabelo e roupas exagerados. Leia perfil do cantor.
Entre os hits do artista estão “Miss You”, parceria com Robin Schulz, e “Life Goes On”. Somados, os clipes têm cerca de 800 milhões de visualizações.
Cantor Oliver Tree está entre as vítimas do acidente de helicópteros no Rio de Janeiro.
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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Ex-namorada de Oliver Tree, Melanie Martinez faz homenagem ao cantor: ‘Fazendo os anjos rirem’


Melanie Martinez homenageia ex-namorado Oliver Tree após morte em acidente no Rio: ‘Sentindo falta’
Redes sociais
A cantora norte-americana Melanie Martinez usou as redes sociais para homenagear Oliver Tree, de 32 anos.
O músico foi uma das seis vítimas fatais da colisão entre dois helicópteros ocorrida no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, neste domingo (14).
Os artistas confirmaram o namoro em 2019. Mesmo após o término da relação, em 2021, eles mantiveram um convívio público amigável.
Em um longo texto, Martinez expressou o forte impacto da perda do ex-namorado.
“Ele era tão dedicado à sua arte, algo que eu admirava e respeitava profundamente. Acho que todos que o conheciam vão olhar para trás e lembrar daqueles momentos de riso e alegria que ele despertava tão facilmente. Sua risada era contagiante e calorosa.”
Melanie Martinez se despede de Oliver Tree após acidente aéreo: ‘Sei que está fazendo os anjos darem risadinhas’
Redes sociais
No texto, Martinez também destacou a personalidade criativa do ex-namorado e a capacidade do músico de manter a espontaneidade na carreira.
“Sua habilidade de liderar criativamente e agir, mantendo também um senso de admiração e maravilhamento infantil, era muito inspiradora. Ele tinha um coração tão mole e era um verdadeiro artista em todos os sentidos”, afirmou.
A publicação foi encerrada com uma mensagem direta ao cantor.
“Descanse em paz, Oliver. Sei que você está fazendo os anjos darem risadinhas. Estarei aqui imaginando qual façanha e projeto criativo você está tramando no céu. Todo o meu amor”, concluiu.
Melanie Martinez homenageia Oliver Tree no Instagram após tragédia no Rio: ‘Verdadeiro artista em todos os sentidos’
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Quem era Oliver Tree
Nascido em Santa Cruz, Califórnia, em 1993, Tree era conhecido tanto pela música quanto pela persona excêntrica que construiu ao longo da carreira: visual caricato, roupas e cortes de cabelo exagerados, e shows que misturam comédia, reality show falso e até luta.
Hoje ele soma cerca de 11 milhões de ouvintes mensais no Spotify e mais de 2 milhões de seguidores no Instagram. Ele colaborou com nomes como Marshmello, David Guetta, Little Big, KSI e BoyWithUke.
Ele começou na adolescência com singles independentes, mas o ponto de virada veio em 2017, quando o single “When I’m Down” viralizou.
Oliver Tree
Instagram/Reprodução
Em 2020 lançou seu álbum de debut major-label, “Ugly Is Beautiful”, que chegou à 14ª posição da Billboard 200 e ao topo da parada de rock.
O auge de popularidade veio com “Life Goes On” (2021) e principalmente “Miss You” (2022, com remix de Robin Schulz), que se tornaram seus maiores sucessos internacionais, somando juntos mais de 1,4 bilhão de streams no Spotify.
Desde então lançou mais três álbuns — “Cowboy Tears” (2022), “Alone in a Crowd” (2023) e “Love You Madly Hate You Badly” (2026).
Entre 2019 e 2020, Tree namorou a cantora Melanie Martinez, que se apresentou no festival Lollapalooza em São Paulo no ano de 2023.
Tree havia feito um show em São Paulo em 6 de junho, no Studio Stage, no bairro da Lapa. Junto dele também estava o youtuber argentino Gaspi, que soma quase três milhões de inscritos na plataforma.
Cantor Oliver Tree está entre as vítimas do acidente de helicópteros no Rio de Janeiro.
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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Da dança do pombo ao Makossa de Roger Milla: músicas que viraram comemorações em Copas do Mundo


Músicas que viraram dancinhas na Copa do Mundo
Geralmente as memórias que ficam de uma Copa do Mundo são os gols, brigas e jogadas marcantes. Mas, em alguns casos, a comemoração acaba sendo tão lembrada quanto o lance que a originou.
Ao longo das últimas décadas, jogadores transformaram danças, músicas e expressões culturais de seus países em símbolos dos Mundiais.
De Roger Milla dançando Makossa em 1990 até as coreografias da seleção brasileira em 2022, algumas celebrações ajudaram a popularizar ritmos locais, impulsionar canções e criar imagens que seguem vivas no imaginário dos torcedores.
Por isso, o g1 listou as músicas e coreografias mais marcantes da história da Copa do Mundo.
Roger Milla e seu gingado único — 1990
Roger Milla dançando na Copa do Mundo de 1990
FIFA / Redes Sociais
Durante a Copa do Mundo de 1990, o camaronês Roger Milla aproveitou uma falha do goleiro colombiano René Higuita (conhecido por seu estilo arriscado de jogar com os pés) para marcar, já na prorrogação, o gol que garantiu a inédita classificação de Camarões para as quartas de final.
Na comemoração, correu até a bandeira de escanteio e começou a dançar, anos depois, explicou que a escolha foi espontânea: “Foi o sol que me mandou para lá; era um bom lugar para dançar no campo”.
Os movimentos eram inspirados no Makossa, gênero musical mais popular de Camarões, surgido nos anos 1950 a partir da mistura de ritmos locais com rumba congolesa, funk e soul.
A ‘Macarena’ de Tshabalala na Copa da África — 2010
Siphiwe Tshabalala comemorando com seus companheiros
GABRIEL BOUYS / AFP
O primeiro gol da Copa do Mundo da África em 2010 teve um peso especial, afinal, era também o primeiro gol da história dos Mundiais em solo africano.
Quando Siphiwe Tshabalala marcou contra o México na abertura do torneio, o lance rapidamente virou símbolo de união e orgulho para os torcedores africanos presentes naquela edição.
Mas tão marcante quanto o chute foi a comemoração. Tshabalala e seus companheiros correram para a bandeira de escanteio e executaram uma dança ensaiada, que ficou conhecida como uma espécie de “Macarena africana”.
O Armeration — 2014
Armero conduz a festiva dancinha ‘armeration’, arma secreta da Colômbia 100% na Copa
Reuters
Quem diria que de uma tentativa frustrada de dançar o “Rebolation”, hit absoluto do carnaval de 2010, nasceria outro estilo de dança?
Foi exatamente isso que aconteceu com Pablo Armero, na época jogador do Palmeiras, ele viralizou ao comemorar um gol dos companheiros na vitória por 4 a 3 sobre o Santos, na Vila Belmiro.
Quatro anos depois, a dança voltou aos holofotes na Copa do Mundo do Brasil. Após marcar contra a Grécia, Armero reuniu seus companheiros e repetiu o famoso “Armeration”.
Os passos desengonçados de Samuel Umtiti — 2018
Samuel Umtiti comemorando gol contra a Bélgica na semifinal da Copa do Mundo de 2018
CHRISTOPHE SIMON / AFP
Na Copa do Mundo da Rússia, em 2018, Samuel Umtiti marcou o gol que colocou a França na final ao derrotar a Bélgica na semifinal.
Depois de balançar as redes, o zagueiro andou até a torcida e iniciou uma comemoração peculiar: uma mistura de caminhada desengonçada com passos de dança que rapidamente viralizou entre os torcedores franceses.
O gesto fez tanto sucesso que inspirou o rapper Vegedream a lançar “Ramenez La Coupe à la Maison”, música que embalou a comemoração do título francês e chegou ao topo das paradas do país.
O ‘Pagodão do Birimbola’ de Neymar e companhia — 2022
‘Pagodão do Birimbola’: dança do grupo Os Quebradeiras vira comemoração do Brasil contra a Coreia do Sul
Como diriam os memes futebolísticos, o Brasil não venceu a Copa do Mundo do Catar, mas deu um verdadeiro show de resenha durante a competição.
Na vitória por 4 a 1 sobre a Coreia do Sul, Neymar, Lucas Paquetá, Raphinha e Vinícius Júnior comemoraram um dos gols com a coreografia de “Pagodão do Birimbola”, sucesso do grupo Os Quebradeiras.
A faixa mistura funk com influências do pagodão baiano e faz referência à música “Tchubirabirom”, do Parangolé. O grupo de Niterói viralizou nas redes sociais com a dança, que já havia sido compartilhada por Neymar antes mesmo do Mundial.
‘Pagodão do Birimbola’: dança do grupo Os Quebradeiras vira comemoração do Brasil contra a Coreia do Sul
A dança do pombo — 2022
Richarlison e Tite fazendo a ‘dança do pombo’
Reprodução/TV Globo
No mesmo jogo contra a Coréia do Sul em 2022, Richarlison também deixou o seu gol.
Na comemoração, repetiu sua já tradicional “Dança do Pombo”, inspirada na música criada por MC Faísca em 2008 e popularizada anos depois graças a vídeos publicados pelo próprio atacante nas redes sociais.
O sucesso foi tanto que até o técnico Tite entrou na brincadeira e reproduziu a coreografia à beira do campo, em uma das imagens mais lembradas da campanha brasileira no Catar.
‘Dança do pombo’: autor da música que gerou apelido de Richarlison hoje é motorista de aplicativo

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Clonagem de carisma’: perfis de IA copiam trejeitos e cenários de influencers para lucrar na internet


Influenciadores denunciam perfis de IA que ‘clonam’ vídeos para lucrar na internet
Criadores de conteúdo têm denunciado uma nova modalidade de uso indevido de suas identidades na internet.
Perfis criados por Inteligência Artificial (IA) estão utilizando seus vídeos como comandos (os famosos prompts) para replicar movimentos, trejeitos e até mesmo os móveis de suas casas.
Tudo isso sem autorização e com propósito comercial.
Funciona assim: esses “avatares de IA” lucram com a venda de produtos em ferramentas de comércio online integradas às redes, como o TikTok Shop, comercializando roupas, calçados, relógios… até “chicletes energéticos”.
Na grande maioria dos casos relatados até agora, os criadores dos perfis de IA não clonam o rosto exato dos influenciadores digitais.
Em vez disso, utilizam vídeos deles que já existem e estão públicos nas redes para capturar os movimentos, os trejeitos corporais e, principalmente, a intimidade dos criadores com a câmera.
‘Usaram a minha casa’
O influenciador digital Lucas Simões Lima, conhecido nas redes como Lusca (tem 2,5 milhões de seguidores no Tik Tok criando conteúdo sobre estilo de vida e humor), foi um dos que identificou a fraude.
Ele começou a notar semelhanças entre os vídeos postados originalmente por ele e as publicações de um perfil batizado como “Lucas Barroso”.
“Comecei achando estranhas as semelhanças com os meus movimentos e os meus traços. Depois vi que era o cenário do meu apartamento que estava sendo usado ali”, relata Lucas, em entrevista ao g1.
Do lado esquerdo, o influenciador Luscas. Do lado de direito, Lucas Barroso, um avatar feito por Inteligência Artificial.
Redes sociais
O “clone digital”, àquela altura, já fazia sucesso. Acumulava cerca de 330 mil curtidas no TikTok e publicava, em grande medida, vídeos provando e vendendo itens variados.
Interagia com os seguidores como uma pessoa real: respondia a dúvidas do público detalhando supostas medidas corporais, como seu peso e altura.
O realismo da tecnologia era tão sofisticado que, nos comentários das publicações, muitos usuários nem se davam conta de que se tratava de um robô e chegavam a demonstrar interesse romântico na figura digital. “Você vem junto?”, brincava um dos seguidores.
Outro detalhe que expõe a falcatrua digital por trás da página é que o “rosto” do avatar era trocado com certa frequência. Em publicações mais antigas, era possível notar que o personagem utilizava uma “fisionomia” completamente diferente da atual para anunciar os mesmos produtos.
Roupas, calçados, bolsas, relógios… alguns dos produtos vendidos por “Lucas Barroso”, influenciador criado por IA, no Tik Tok.
Redes sociais
A prática de criar um avatar de IA que se passa por uma pessoa real para comercializar produtos, contudo, é explicitamente proibida pelas diretrizes do TikTok (mais abaixo, veja o que é permitido ou não dentro do aplicativo).
Até a última terça-feira (9), o influenciador de inteligência artificial somava 46 produtos listados na aba do TikTok Shop. A plataforma não informava, no entanto, quantos desses itens chegaram a ser comercializados.
O perfil seguiu ativo até a quarta-feira (10).
Experiência ‘Black Mirror’
Lima conta que descobriu o perfil do seu “clone de IA” por acaso enquanto navegava pelo TikTok e, inicialmente, sequer percebeu que se tratava de Inteligência Artificial.
“Depois que fiz um vídeo expondo o que estava acontecendo recebi comentários de seguidores que já tinham visto os anúncios dele e acharam que era eu vendendo. Fui pesquisar sobre leis e ainda não existem tantas, é algo muito novo até para os meus advogados”, desabafa o criador de conteúdo, que classificou a experiência como “muito Black Mirror”.
O influenciador tentou denunciar a conta pelos mecanismos da própria plataforma, sinalizando que o perfil estaria se passando por ele, mas nenhuma medida foi tomada até o “sumiço” da conta.
Caso não é isolado
A exposição de Lima encorajou outros criadores de conteúdo a relatarem situações idênticas.
A influenciadora Júlia Barni (3 milhões de seguidores no Instagram e 10 milhões no TikTok com vídeos voltados para a dança) revelou que também teve conteúdos seus sendo utilizados nesse mercado paralelo.
Segundo ela, aplicativos de IA usaram vídeos em que ela aparece dançando a coreografia da música “Rasputin” para aplicar uma camada de tecnologia por cima de seu corpo e, a partir disso, gerar “autopromoção” nas redes de forma indevida.
Júlia Alcoforado, outra criadora de conteúdo (atua no nicho fitness e acumula 238 mil seguidores no Instagram) revelou que também virou alvo da “clonagem” por IA e chamou a atenção para a existência de um mercado que ensina a prática:
“Eu tô vivendo a mesma coisa por aqui e não sei o que fazer! E o pior de tudo é que tem curso ensinando as pessoas a fazerem isso: pegar vídeo de criadores de conteúdo e colocar IA em cima pra vender produto”, desabafou em um comentário no Instagram.
Procurada pelo g1, Júlia Barni informou que está avaliando o episódio junto a seus advogados para definir as providências jurídicas que serão tomadas.
Já Júlia Alcoforado afirmou que não se sente confortável para se manifestar sobre o caso no momento, citando receio quanto a possíveis repercussões negativas nas redes sociais.
Cursos ensinam a criar avatares com fotos de terceiros
O mercado dos ‘clones’: cursos ensinam a criar avatares com fotos de terceiros por R$ 97
Redes sociais
A facilidade com que esses perfis são criados é impulsionada por um mercado digital em expansão: o de cursos online que ensinam como gerar “clones digitais” para monetização rápida.
Em uma dessas plataformas, comercializado pelo valor de R$ 97, o material promocional promete transformar a inteligência artificial em uma fonte de renda extra.
No perfil de divulgação do curso no Instagram, o responsável pelas aulas demonstra o passo a passo da técnica utilizando fotos de pessoas comuns retiradas do Pinterest — rede que se define oficialmente como uma plataforma de descoberta visual e mecanismo de busca online.
Na prática, o banco de dados de imagens cotidianas e reais dessa rede social acaba servindo para um outro propósito: ser matéria-prima para a geração de avatares de inteligência artificial.
Cursos ensinam como criar influenciadores de IA utilizando fotos e vídeos de terceiros.
Redes sociais
A ilusão do lucro fácil
TikTok Shop: rede social lança loja virtual no Brasil para concorrer com Amazon e Magalu
Divulgação/TikTok
A explosão dessas ferramentas de IA, atreladas às novas formas de comércio eletrônico integradas às redes sociais, criou mesmo foi uma verdadeira corrida por dinheiro na internet.
A busca por monetização encontrou na Inteligência Artificial o atalho perfeito. É o que explica a advogada especialista em direito digital Aracy Viana, em entrevista ao g1:
“As pessoas querem ganhar dinheiro nas redes sociais a todo custo agora. A IA acelerou isso ainda mais a partir do momento que você pode criar um ‘bonequinho’ baseado nas características de influenciadores que já vendem, que já fazem publicidade, que já têm essa desenvoltura com o público”, analisou.
O que diz a lei?
Como os criadores dessas ferramentas costumam batizar os perfis com outros nomes e os rostos dos avatares sofrem “distorções”, muitos acreditam estar protegidos por não usarem a imagem idêntica da vítima… mas não estão.
Viana explica que, embora o Brasil ainda não possua uma legislação específica e robusta para a regulamentação de conteúdos gerados por Inteligência Artificial, o ordenamento jurídico resguarda a personalidade do indivíduo.
Isso significa que: a voz, o jeito de andar, os trejeitos corporais e até os elementos físicos que compõem o cenário particular de alguém (como os móveis de um apartamento) são protegidos pelos chamados Direitos de Personalidade, previstos no Código Civil.
Comprei de um ‘influenciador de IA’… e agora?
Moça com vestido brando teve a foto manipulada por IA por influencer. Imagem dela aparece dançando em vídeo entre duas mulheres com roupas curtas
Reprodução/Redes sociais
A escalada desses casos acende também um debate sobre as regras das plataformas e os direitos dos consumidores que compram por meio dessas abas de comércio eletrônico.
Atualmente, o TikTok não proíbe a criação de avatares de inteligência artificial voltados para o comércio, nem veta a venda de produtos com imagens geradas por IA.
A plataforma informou ao g1, contudo, que há regras rígidas para que esses perfis operem:
📢 o uso da tecnologia deve ser claramente sinalizado,
👤 as imagens não podem alterar a aparência real do produto e o criador não pode se passar por outra pessoa.
A regra jurídica que se aplica a esses “robôs vendedores”, portanto, é a mesma dos influenciadores reais.
Caso o consumidor adquira um objeto anunciado por esses perfis e o item apresente qualidade duvidosa ou não seja entregue, a responsabilidade legal recai sobre a própria plataforma.
O Tik Tok afirmou também que sua equipe jurídica já está investigando o caso específico do influenciador Lucas Simões Lima.
Fui clonado: o que fazer?
Para criadores de conteúdo ou pessoas comuns que identificarem seus cenários, corpos ou imagens sendo replicados por ferramentas de IA sem autorização, a orientação jurídica se divide em três passos imediatos:
🛡️Acionar a plataforma: Utilizar os canais de denúncia do próprio aplicativo para reportar o uso indevido de imagem e a infração de propriedade intelectual.
🛡️Registrar provas digitais: Utilizar ferramentas de auditoria das redes que geram códigos de segurança (como blockchains), capazes de preservar os dados da página falsa por até 5 anos para fins judiciais.
🛡️Boletim de Ocorrência: Registrar o caso na Polícia Civil. O documento cria um marco temporal oficial que protege a vítima caso o perfil fake aplique calotes financeiros usando o seu nome ou o cenário da sua casa.

Fonte: G1 Entretenimento

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À frente de Ludmilla, Thiaguinho e mais: quem é Julliany Souza, artista gospel mais ouvida do país


A cantora Julliany Souza, da música ‘Ah Jesus’
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Para artistas do mundo gospel, o conceito de viralizar nas redes sociais com uma música não é comum. Mesmo sem os números de um hit secular, Julliany Souza conseguiu esse feito com “Ah, Jesus”, canção que está no top 50 do Spotify e colocou a artista entre as mais ouvidas do país na última semana, à frente de nomes como Thiaguinho, Ludmilla, Luísa Sonza na plataforma de streaming.
O sucesso de Julliany costuma estar presente, para além de vídeos cristãos, em conteúdos motivacionais de temas variados, que mostram imagens de mazelas sociais ou superação individual.
Parte da explicação para o sucesso está na letra que, mesmo com o foco cristão, tem mensagem universal de perdão. Sabe aquela coisa de “Jesus deu a outra face”?
“A outra face eu não dei / Só o meu ego escutei / Até amei os meus amigos /Mas meus inimigos odiei”, diz um trecho da canção.
Ao g1, a cantora explica que ainda se assusta com a repercussão e os números do seu trabalho. Porém, ela já acreditava no potencial de “furar bolhas”.
“A mensagem abordada por essa música toca em uma necessidade real do ser humano nos seus relacionamentos interpessoais: a importância de procurar amar mais o próximo. Por isso, ela acabou se encaixando em muitos temas atuais.”
“Tenho acompanhado algumas coisas, mas, para resumir, ela foi muito além da minha voz, do alcance das minhas redes sociais ou do meu próprio segmento. Só consigo entender isso como um propósito de Deus para o Brasil.”
Um dos compositores de “Ah Jesus” é Leo Brandão, marido de Julliany. Ela conta que seu lar é muito musical. Até seus filhos de 10 meses de idade, os gêmeos José e Maria, estão passando por uma espécie de introdução a arte.
A cantora Julliany Souza, da música ‘Ah Jesus’
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A cantora explica que, ao ser apresentada à composição, chorou bastante pela força da mensagem.
Com relação aos números alcançados em menos de um mês de lançamento, ela conta que acaba ficando alheia a esse processo pois essa dinâmica fica distante do universo gospel.
“Sem nenhuma demagogia, não sou uma pessoa ligada aos números. Obviamente, fico muito feliz em ver o alcance de tudo isso. Confesso que o temor no meu coração aumenta, assim como a responsabilidade. É uma responsabilidade muito grande.”
“Entendo que não é sobre mim, mas sobre a mensagem que está sendo transmitida. Eu só consigo me alegrar em Deus e sentir o peso de falar para uma geração que acaba olhando para mim e buscando aprender mais de Cristo.”
Agora no g1
Julliany Souza: da Casa Worship para vida de influencer
Aos 28 anos, Julliany é um dos grandes nomes do gospel, tendo em 2025 concorrido ao Grammy Latino na categoria de melhor álbum cristão com “A Maior Hora”. O vencedor foi “Memóri4s (Ao Vivo)”, de Eli Soares.
Nascida numa filha de músicos, ela começou na música ainda na infância, em Goiânia – sua cidade natal. Entre 2018 e 2022, ela integrou o grupo Casa Worship, sendo uma das vocalistas
Em 2021, em meio à pandemia de COVID-19, ela experimentou um sucesso parecido com “Ah, Jesus”. Com um “empurrãozinho” da influenciadora Maíra Cardi, a canção “A Casa É Sua” foi um sucesso no YouTube e no Instagram.
“Vimos o quanto as pessoas estão sedentas por palavras de esperança, de amor. Vimos o quanto as pessoas estão vazias disso. E a gente acredita que de uma certa forma isso tem impulsionado nosso trabalho”, disse Julliany ao g1 à época, relembrando o sucesso durante a pandemia.
O Casa Worship era um grupo de músicas de adoração, com composições que falam bastante de Deus, mas com mensagens que, mesmo que de forma lateral, são universais.
Os integrantes também tinham um comportamento que dialogava com o público jovem, seja no linguajar digital, na maneira de se vestir e até no som. A banda tinha um som inspirado no Coldplay.
Muito mais próxima do pop do que do rock da banda liderada por Chris Martin, Julliany manteve na sua carreira solo os outros elementos de diálogo com a juventude. E ainda adicionou um outro fator que gera identificação para além do mundo gospel: a relação dela com as redes.
Julliany é uma espécie de influenciadora digital. Em seu Instagram com mais de 2 milhões de seguidores ela compartilha seu dia a dia, principalmente como mãe.
“Tento usar as ferramentas digitais para mostrar que a vida não é perfeita, mas que é possível se achegar a Deus de maneira prática no dia a dia. Fico muito feliz com esse alcance e percebo que, mostrando essa vida real, as pessoas se identificam mais com as canções.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Papatinho dá mais um passo na escalada internacional com faixa na trilha de ‘Todo mundo em pânico 6’


Papatinho assina com a cantora Ruby o single com a música ‘Bad to the bone’, faixa da trilha sonora da franquia norte-americana
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♫ ANÁLISE
♬ Papatinho vem alardeando a participação na trilha sonora do filme “Todo mundo em pânico 6”, comédia que entrou em circuito em 4 de junho. De fato, na trillha da franquia, o DJ e produtor musical carioca assina a faixa “Bad to the bone” com a cantora mineira Ruby.
Calcada na mistura de trap com música eletrônica, a produção musical da faixa foi feita por Papatinho com Ajaxx, DJ e produtor paranaense associado ao rap. Contudo, somente o nome de Papatinho figura ao lado de Ruby, como artista principal, na capa do single lançado na sexta-feira, 12 de junho, em prova da ascensão do artista carioca no universo pop internacional.
A presença de Papatinho na trilha sonora do filme “Todo mundo em pânico 6” é promovida na sequência do envolvimento do produtor com o ainda inédito álbum idealizado e (parcialmente) gravado pelo grupo Black Eyes Peas com inspiração no Brasil, precisamente no Carnaval. Algumas faixas já foram efetivamente gravadas com a colaboração de Papatinho na produção, mas o lançamento do álbum – inicialmente previsto para 2027 – ainda é incerto.
Esse envolvimento de Papatinho com o grupo de will.i.am nem surpreende quem sabe que, em 2024, o artista carioca produziu faixa “Outside” para a rapper Sexyy Red com beats de funk e integrou a trilha sonora do filme “Bad boys 4 – Até o fim”, produzindo a faixa “Flores pa ti” conta com vocais de Luísa Sonza e Becky G.
Já em 2025 Papatinho produziu três beats exclusivos para a trilha sonora oficial de “Baila, Vini”, documentário sobre o jogador Vinícius Júnior.
Com a presença crescente do funk brasileiro no pop global, Papatinho tem trilhado caminho ascendente no exterior, dando pelo menos um passo por ano para se firmar além das fronteiras do Brasil.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Todo dia um 7×1’: veja os memes da goleada da Alemanha sobre Curaçao


Copa do Mundo FIFA 2026 – Grupo E – Alemanha x Curaçao – Estádio de Houston, Houston, Texas, EUA – 14 de junho de 2026.
Reuters
A vitória da Alemanha por 7 a 1 sobre Curaçao neste domingo (14), pela Copa do Mundo de 2026, repercutiu nas redes sociais e fez ressurgirem memes sobre o histórico 7 a 1 aplicado pelos alemães sobre o Brasil na semifinal da Copa do Mundo de 2014. Veja abaixo.
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LEIA TAMBÉM: Qual é o próximo jogo do Brasil na Copa? Veja data e horário, e onde assistir ao 2º jogo do grupo
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Quem era Lucas Frota? Produtor e DJ brasileiro está entre vítimas de acidente aéreo no Rio


O DJ e produtor brasileiro Lucas Frota
Reprodução/Instagram
O DJ e produtor Lucas Frota está entre as seis vítimas da colisão entre dois helicópteros ocorrida na manhã deste domingo (14), na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
Nascido no Rio de Janeiro, Lucas começou a tocar aos 12 anos e morava nos Estados Unidos há quase uma década. Ele estava radicado entre as cidades de Miami e Los Angeles.
Ele tem diversos trabalhos com selos especializados em música eletrônica, além de ter se apresentado em casas noturnas da pelos EUA e Europa.
Veja mapa com o local da queda de helicópteros no Rio de Janeiro
Seu projeto mais recente foi a gravação de um DJ set no Cristo Redentor, produzido em dezembro de 2025.
Nas redes sociais, o DJ e produtor acumula 40 mil seguidores e diz ser residente do coletivo Around The Corner, em Miami.
No dia 11 de abril, Lucas postou uma série de fotos em estúdio com o cantor e comediante Oliver Tree, que também está entre os mortos do acidente aéreo deste domingo.
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O acidente
Seis pessoas morreram na queda de 2 helicópteros no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, na manhã deste domingo (14).
Segundo testemunhas, as aeronaves PP-MAC e PR-DJJ se chocaram no ar.
Segundo o major Fábio Contreras, porta-voz do Corpo de Bombeiros do RJ, ninguém a bordo sobreviveu. Moradores registraram o acidente em diversos vídeos.
O Corpo de Bombeiros foi acionado às 8h59 para a ocorrência. As aeronaves caíram no terreno de uma igreja abandonada que havia sido alugado pela BYD, no quarteirão da Avenida das Américas com as ruas Beth Lago e Rivadávia Campos.
Um dos helicópteros explodiu ao atingir o solo, e as chamas se alastraram pelos veículos elétricos, o que causou mais explosões. A coluna de fumaça podia ser vista a quilômetros de distância.
O outro não pegou fogo e caiu com o trem de pouso para o alto.
Mapa mostra onde helicópteros caíram
Infografia: Lara Bernardino/g1
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento