Categorias
ENTRETERIMENTO

Eric Dane deixou entrevista final para ser exibida após sua morte: ‘Minhas últimas palavras’


Eric Dane em ‘Famous Last Words’, da Netflix
Divulgação/Netflix
O ator Eric Dane, que morreu nesta quinta (19) aos 53 anos, deu uma última entrevista sob a condição que o episódio só seria exibido após sua morte.
No episódio de “Famous Last Words”, divulgado nesta sexta pela Netflix, ele se despede da família e deixa algumas lições que aprendeu ao longo da vida.
“Lute com todas as suas forças e com dignidade. Quando você enfrentar desafios, de saúde ou de qualquer outra natureza, lute. Nunca desista. Lute até o seu último suspiro. Esta doença está lentamente consumindo meu corpo, mas jamais consumirá meu espírito.”
Dane morreu por conta da Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), diagnóstico que ele tornou público em 2025.
Elenco de ‘Grey’s Anatomy’ lamenta morte de Eric Dane
Ator morreu exatamente 20 anos após estreia em ‘Grey’s’
Ele era casado com Rebecca Gayheart e, no episódio de “Famous Last Words”, ele diz “quando alguém assistir a isto, jamais terei me apaixonado por outra mulher tão profundamente quanto me apaixonei por Rebecca.”
No fim da entrevista, ele se direciona às filhas Billie e Georgia e aconselha que elas se apaixonem, “vivam o agora” e escolham bem suas companhias.
“Primeiro, vivam o agora. Agora mesmo. No presente. É difícil, mas aprendi a fazer isso. Durante anos, vaguei mentalmente, perdido em meus próprios pensamentos por longos períodos, afundando em autopiedade, vergonha e dúvidas. Repassei decisões, questionei minhas ações. ‘Eu não deveria ter feito isso. Eu nunca deveria ter feito aquilo.’ Chega”.
“Em segundo lugar, apaixonem-se. Não necessariamente por uma pessoa, embora eu também recomende isso. Mas apaixonem-se por algo. Encontrem sua paixão, sua alegria. Encontrem aquilo que te faz querer levantar da cama de manhã, que te impulsiona durante todo o dia. Eu me apaixonei pela primeira vez quando tinha mais ou menos a sua idade. Me apaixonei por atuar. Esse amor acabou me ajudando a superar meus momentos mais sombrios, meus dias mais sombrios, meu ano mais sombrio”.
“Billie e Georgia, vocês são meu coração. Vocês são meu tudo. Boa noite. Amo vocês. Essas são minhas últimas palavras”, encerra.
Eric Dane, ator das séries Grey’s Anatomy e Euphoria, morre aos 53 anos

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Bad Bunny em SP: fãs se revezam na fila para o primeiro show do cantor no Brasil


Bad Bunny em SP: fãs fazem revezamento na fila para o primeiro show no Brasil
Já tem gente à espera de Bad Bunny na porta do Allianz Parque. Os fãs que querem ver o cantor porto-riquenho de perto começaram a formar fila no estádio da Barra Funda, na Zona Oeste de São Paulo, na noite de quinta-feira (19). Ele se apresenta em São Paulo nesta sexta-feira (20) e no sábado (21).
Romina Torrez Copra é uma das ouvintes do artista que aguardam o show no Allianz. A jovem de 18 anos é da Bolívia e é uma das primeiras pessoas da fila na área da pista Premium. Ela viajou para o Brasil somente para ver o show.
Romina Torrez veio da Bolívia ao Brasil somente para ver o show de Bad Bunny em São Paulo.
Lívia Martins/TV Globo
Na ponta da fila, também está o grupo de amigos de Romina. Eles chegaram ao local às 20h de quinta e se revezam para guardar o lugar na fila.
Fã Romina Torrez e amigos estão na fila dos show de Bad Bunny em São Paulo desde ontem (19).
Lívia Martins/TV Globo
Para lidar com o calor da manhã e da tarde desta sexta, os amigos contam com guarda-chuvas e leques.
O popstar de 31 anos apresenta a turnê “DeBÍ TiRAR MáS FOToS”, uma nostálgica carta de amor a Porto Rico, contra a gentrificação e a influência estrangeira.
Leque é aliado da fã Vanessa para lidar com o calor na fila do show de Bad Bunny.
Lívia Martins/TV Globo
Esses são os primeiros shows de Bad Bunny no Brasil, e ambos estão com ingressos esgotados.
Abaixo, o g1 conta tudo o que você precisa saber sobre os shows de Bad Bunny em São Paulo.
Por que shows do Bad Bunny no Brasil serão históricos
Quem é Bad Bunny?
Bad Bunny
Divulgação
Por trás do fenômeno global Bad Bunny está Benito Antonio Martínez Ocasio. O artista de 31 anos passou a infância e adolescência dividido entre as pistas de skate e as missas com a mãe em Porto Rico. Ele tinha a carreira mais voltada para o reggaeton, mas foi diversificando o som nos últimos anos.
ANÁLISE DA CARREIRA: Auge, latinos no topo e estreia no Brasil: por que shows do Bad Bunny em SP são históricos
GUIA DO SUPER BOWL: Entenda os principais momentos da apresentação de Bad Bunny no que enfureceu Trump
O ÁLBUM: Como Bad Bunny usou seu novo disco para defender a história e a cultura de Porto Rico
O rapper se consolidou como o maior artista do streaming: foi o mais ouvido do Spotify no ranking global por quatro anos consecutivos (2020, 2021, 2022 e 2023). Em 2024, perdeu para Taylor Swift, mas retonou o primeiro lugar em 2025.
Qual a fase atual de Bad Bunny?
Após o sucesso estrondoso de “Un Verano Sin Ti”, o cantor viveu um período de turbulência e retorno às raízes. Ele chegou a anunciar uma pausa em 2023 para cuidar da saúde física e mental. Essa fase foi marcada por uma polêmica na República Dominicana, onde ele arremessou o celular de uma fã que tentava tirar uma foto, justificando depois que se sentiu desrespeitado pela invasão de espaço pessoal. Na sequência, “Nadie Sabe Lo Que Va a Pasar Mañana” (2023) deixou um pouco de lado a mistura pop tropical para retomar o trap mais pesado e as “vibe” mais carregada do início da carreira.
Como é o som?
O som busca ir além do reggaeton genérico, apostando no que se convencionou chamar de “trapeton”. É uma união do reggaeton com o trap, caracterizado por um rap mais arrastado, soturno, mas com vocais graves e pegada festiva. Há também um forte componente de sofrência. Bad Bunny canta suas desilusões amorosas e arrependimentos na vida ao som de uma sofrência latina ao mesmo tempo dançante e emocionada.
Bad Bunny se apresenta no Super Bowl 2026
Carlos Barria/Reuters
E o que dizer dos discursos?
Bad Bunny mantém um discurso politizado, posicionando-se a favor dos direitos LGBT e, mais recentemente, contra a política de imigração dos EUA, com discursos centrados e diretos em premiações como o Grammy. Em “El Apagón”, por exemplo, ele critica a crise energética em Porto Rico e a gentrificação da ilha.
Como devem ser os shows?
A estrutura das turnês recentes foge da pirotecnia comum em megashows. A aposta costuma ser em uma narrativa quase teatral, pensada para a geração TikTok, mas com raízes profundas na cultura porto-riquenha. A apresentação costuma ser dividida em atos bem marcados, com estrutura bem definida, mas uma ou duas surpresas: essas faixas “exclusivas” são cantadas no final da segunda parte. O show começa no palco principal e depois migra para “La Casita”.
O que é a ‘Casita’?
Essa estrutura secundária se transforma em uma varanda de casa porto-riquenha, onde Bad Bunny recria uma festa de rua intimista. É o momento do “perreo” puro, onde ele enfileira hits como “Yo Perreo Sola”, “Safaera” e “Tití Me Preguntó”, transformando estádios em uma balada gigante. É uma tentativa de levar a atmosfera de Porto Rico para qualquer lugar do mundo.
Como são os arranjos ao vivo?
Há uma forte presença de instrumentação ao vivo que ajuda a dar uma nova cara às 31 canções do setlist. “La Santa” ganha uma versão com percussão de Bomba (ritmo afro-porto-riquenho) e “Callaíta” aparece em arranjo que reforça a identidade caribenha.
Quais as influências declaradas?
O rapper Bad Bunny em 2019
Divulgação
Além do pop latino e do rap, as influências são variadas. Ele já se declarou fã de Arcade Fire, Blink 182 e Linkin Park. Outras citações permeiam sua discografia, como o uso de um trecho da melodia de “Garota de Ipanema” em “Si Veo a Tu Mamá”. A faixa abre o álbum “YHLQMDLG” e usa o clássico de Tom Jobim e Vinicius de Moraes como um toque de celular insistente ao fundo enquanto ele rima sobre um amor não superado.
E o que dizer da parte visual?
O visual de Bad Bunny costuma ter unhas coloridas, óculos antes considerados femininos e estampas incomuns. Essa estética já gerou atritos, como quando se revoltou durante uma turnê pela Espanha, em 2018, após um salão se recusar a pintar suas unhas. A confusão o levou a questionar nas redes sociais se o mundo ainda estava em 1960.
Como Bad Bunny ficou famoso?
Na fase da carreira antes do estouro, dizia cantar para “La Nueva Religión”, uma base de fãs que ele descrevia como jovens que rejeitam tradições e trabalham duro. A ascensão teve momentos de onipresença: em 2018, viveu uma fase de “topo tudo por um feat”, chegando a participar de mais de 50 músicas (entre faixas próprias e remixes) em um curto período, colaborando com nomes que iam de Drake a Ricky Martin. Essa estratégia de onipresença foi crucial para cimentar seu nome antes de lançar seus álbuns solo aclamados.
Qual é o provável setlist do show?
Ato 1: Palco Principal
La Mudanza
Callaíta
Pitorro de Coco
Weltita
Turista
Baile Inolvidable
Nuevayol
Ato 2: La Casita
Veldá
Tití Me Pregunto
Neverita
Si Veo a Tu Mamá
Voy a Llevarte Pa PR
Me Porto Bonito
No Me Conoce
Bichiyal
Yo Perreo Sola
Efecto
Safaera
Diles
Monaco
Una Vez
Café Con Ron
Ato 3: Palco Principal
Ojitos Lindos
La Canción
Kloufrens
Loca
Con Otra
Dákiti
El Apagón
DTMF
EOO

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Após validar a bossa de Luísa Sonza, Roberto Menescal endossa o balanço do samba de Muca no álbum ‘Beleza’


Muca (à esquerda) assina e produz o álbum ‘Beleza’ com Roberto Menescal
Rafael Boccanera / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Beleza
Artistas: Muca & Roberto Menescal
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ Único remanescente da primeira geração de compositores e instrumentistas da Bossa Nova, movimento que dividiu águas na música do Brasil, o violonista e guitarrista Roberto Menescal personifica, aos 88 anos, uma grife a que recorrem todos os que querem surfar naquela onda de modernidade que se ergueu no mar carioca em 1958 e alcançou o mundo.
Após validar o mergulho de Luísa Sonza no álbum “Bossa sempre nova” (2026), lançado em janeiro, Menescal endossa o balanço da bossa do samba de Muca, produtor musical, multi-instrumentista e compositor e engenheiro de som. Criado em São Paulo (SP), Muca migrou para Londres em 2009 e, após 16 anos na capital da Inglaterra, iniciou em 2025 uma jornada rumo à herança musical brasileira.
Nessa caminhada de volta, Muca se juntou a Roberto Menescal, com quem assina o álbum “Beleza”, previsto para ser lançado em 29 de maio com arte de Cayton Jr. exposta na capa multicolorida.
Além de ter orquestrado a produção musical com Muca, compositor, arranjador e guitarrista de todas as 12 músicas, Menescal toca violão nas faixas e eventualmente contribui com vocais, como na gravação do samba “A beleza de ser” (Muca e César Lacerda), faixa que evoca o clima da bossa nova.
Quem canta lindamente “A beleza de ser” é Ilessi, uma das 12 solistas convidadas para dar voz às 12 músicas do disco, metade cantada em português e metade apresentada em inglês. Todas as letras escritas em português têm versos de César Lacerda.
Com letra que costura versos de sucessos do cancioneiro da bossa nova (como “Meditação” e “Corcovado”), o samba “Versos singelos” é ouvido na voz quente de Mirella Costa. Nas três primeiras faixas, o álbum “Beleza” faz jus ao título, inclusive quando revolve a raiz afro da bossa negra em “Ladeira”, samba cantado por Josyara.
Nas nove faixas seguintes, o poder de sedução é ligeiramente menor porque a qualidade do repertório oscila, mas a elegância dos arranjos e do canto das intérpretes permanece intacta ao longo do álbum “Beleza”.
Se Joia Luz ilumina “Juréia” em tons brandos, em gravação em que sobressai o toque da guitarra de Muca, Fabiana Cozza cai no pagode com bossa em “Todo samba”, faixa em que Muca toca a percussão mencionada na letra da composição de autoria também creditada a Menescal.
Samba cantado por Amanda Maria, “Mulher assim” poderia ter resultado mais azeitado se o mix de sons orgânicos e sintetizados tivesse sido dosado com maior precisão (as programações de Muca dão o tom eletrônico da gravação).
Gravado entre estúdios do Reino Unido, Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP), o álbum “Beleza” foi idealizado para transcender o universo da bossa nova com toques de folk e soul. Para ouvidos estrangeiros, “Midnight lullaby” (Muca, L.A. Salami e Liana Flores) é faixa que reproduz bem o clima da bossa brasileira no canto em inglês de Liana Flores, com algo do espírito do folk.
O mesmo clima de bossa ambienta “Playing on the loose fields” (Muca, L.A. Salami e Anaiis), faixa cantada por Anaiis e prevista para ser lançada em 6 de março como primeiro single do álbum “Beleza”.
Já “Every little thing”, faixa cantada por Sarah (parceira de Muca e Joshua O’Connor na música), soa como obra de Sergio Mendes (1941 – 2024) em momento menos inspirado. “Blue rain” (Muca, L.A. Salami e Sofia Grant), música confiada à voz acolhedora de Sofia Grant, é rara faixa em que o violão de Roberto Menescal consegue sobressair, sobretudo no início da gravação.
Décima primeira faixa na disposição do repertório, “Dance with you”, música cantada por Alice SK (parceira de Muca na composição), deixa a sensação de que “Beleza” poderia ser álbum mais coeso com três ou quatro faixas a menos.
E tudo acaba como começa: em samba, ritmo totalmente dominante no disco, mas geralmente na cadência de sambossa. A derradeira faixa é “Feeling when it comes” (Muca e Alice SK), música ouvida na voz de Hedi Vogel.
Diferentemente de Luísa Sonza, que arregimentou Menescal e Toquinho para endossá-la no canto de cancioneiro já consagrado, Muca se une a Roberto Menescal para dar forma a músicas inéditas. “Beleza” tem méritos e, justiça seja feita, o álbum já se justifica pela três primeiras faixas.
Capa do álbum ‘Beleza’, de Muca & Roberto Menescal
Arte de Cayton Jr

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Eric Dane morre exatamente 20 anos após estreia em ‘Grey’s Anatomy’


Eric Dane em ‘Grey’s Anatomy’
Reprodução
O ator Eric Dane morreu aos 53 anos nesta quinta-feira (19) em decorrência da Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). Famoso por interpretar o Dr. Mark Sloan em “Grey’s Anatomy”, a morte de Dane chamou atenção dos fãs por uma triste coincidência: ela ocorreu exatamente 20 anos após a exibição do episódio em que seu personagem apareceu pela primeira vez, no dia 19 de fevereiro de 2006.
“Derek e Addison ficaram abalados com a chegada de uma figura do passado. Enquanto isso, Burke descobre o segredo de Cristina, Izzie lida com um caso muito incomum, Meredith investiga os podres da família e George desabafa”, mostra a sinopse do 18º episódio chamado “Ontem”, na segunda temporada.
Eric Dane morre exatamente 20 anos após estreia em ‘Grey’s Anatomy’
Reprodução/IMDB
Apresentado como ator convidado na 2ª temporada, Dane tornou-se membro fixo do elenco na temporada seguinte, interpretando o adorado personagem Mark Sloan, conhecido como “McSteamy”. Ele permaneceu na série até a estreia da 9ª temporada, quando Mark, juntamente com Lexie Grey (Chyler Leigh), morreu em um acidente de avião no final da 8ª temporada.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Elenco lamenta morte
O elenco da série “Grey’s Anatomy” prestou uma homenagem emocionante ao antigo colega de trabalho. Patrick Dempsey, que interpretou o Dr. Derek Shepherd, afirmou que era muito “difícil expressar em palavras” a perda e lamentou a tristeza pelos filhos do ator.
“Ele era o cara mais engraçado, era uma alegria trabalhar com ele e eu quero me lembrar dele nesse espírito, porque sempre que ele estava no set, ele trazia muita diversão. Ele tinha um ótimo senso de humor”, disse o ator nesta sexta-feira (20) durante uma entrevista ao programa “The Chris Evans Breakfast Show”.
“Eric era uma luz. Você podia ver esse brilho nele sem esforço, tanto no set de Grey’s Anatomy quanto quando estava com Rebecca e as meninas. Durante as filmagens, seus olhos brilhavam e, com um olhar travesso, ele entregava, com timing cômico perfeito, uma fala que te deixaria sem palavras! Sentiremos sua falta”, escreveu Kim Raver, que viveu a Dra. Teddy Altman na série médica.
Os atores Kevin McKidd e Jeremy Pickens Jr. postaram imagens de Dane com a mensagem “Descanse em paz”.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Elenco de ‘Grey’s Anatomy’ lamenta morte de Eric Dane


Eric Dane em ‘Grey’s Anatomy’
Reprodução
O ator Eric Dane morreu aos 53 anos nesta quinta-feira (19). Segundo comunicado divulgado à imprensa, Dane morreu por conta da Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). O elenco da série “Grey’s Anatomy” prestou uma homenagem emocionante ao antigo colega de trabalho.
Patrick Dempsey, que interpretou o Dr. Derek Shepherd, afirmou que era muito “difícil expressar em palavras” a perda e lamentou a tristeza pelos filhos do ator.
“Ele era o cara mais engraçado, era uma alegria trabalhar com ele e eu quero me lembrar dele nesse espírito, porque sempre que ele estava no set, ele trazia muita diversão. Ele tinha um ótimo senso de humor”, disse o ator nesta sexta-feira (20) durante uma entrevista ao programa “The Chris Evans Breakfast Show”.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Dempsey relembrou os momentos que viveu ao lado de Dane durante a série de TV. “Foi fácil trabalhar com ele, nos demos bem instantaneamente. A primeira cena dele foi ele, sabe, em toda a sua glória, saindo do banheiro de toalha, com uma aparência incrível, fazendo você se sentir completamente fora de forma e insignificante.”
Apresentado como ator convidado na 2ª temporada, Dane tornou-se membro fixo do elenco na temporada seguinte, interpretando o adorado personagem Mark Sloan, conhecido como “McSteamy”. Ele permaneceu na série até a estreia da 9ª temporada, quando Mark, juntamente com Lexie Grey (Chyler Leigh), faleceu em decorrência do acidente de avião no final da 8ª temporada.
“Eric era uma luz. Você podia ver esse brilho nele sem esforço, tanto no set de Grey’s Anatomy quanto quando estava com Rebecca e as meninas. Durante as filmagens, seus olhos brilhavam e, com um olhar travesso, ele entregava, com timing cômico perfeito, uma fala que te deixaria sem palavras! Sentiremos sua falta”, escreveu Kim Raver, que viveu a Dra. Teddy Altman na série médica.
Os atores Kevin McKidd e Jeremy Pickens Jr. postaram imagens de Dane com a mensagem “Descanse em paz”.
A produtora executiva da série, Krista Vernoff, compartilhou uma troca de mensagens de 2021, quando Dane retornou à série para uma participação especial, nove anos após sua saída.
“Liguei para o Eric e ele atendeu imediatamente. Perguntei: ‘Você volta? Eu sei que estamos em uma pandemia e filmar é um pesadelo, mas vamos fazer na praia e manter o distanciamento social porque o mundo precisa de alegria, e Mark e Lexie são alegria.’ Ele perguntou onde e quando”, escreveu ela na legenda da publicação. “Quando cheguei ao set naquele dia, ele disse: ‘Vamos quebrar as regras e nos abraçar agora, certo?’ O que eu mais vou me lembrar sobre o Eric Dane são os seus abraços. Os melhores abraços. Oh, meu amigo. Desejo-te paz.”
A ABC e a 20th Television divulgaram um comunicado lamentando a morte do ator. “Estamos profundamente tristes com a perda de Eric Dane. Seu talento notável e presença inesquecível em Grey’s Anatomy deixaram um impacto duradouro no público ao redor do mundo, e sua coragem e serenidade durante sua luta contra a ELA inspiraram muitos. Nossos corações estão com sua família, amigos e colegas, bem como com os muitos fãs cujas vidas foram tocadas por seu trabalho.”

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Bad Bunny estreia no Brasil; veja provável setlist e tudo o que você precisa saber sobre shows


Por que shows do Bad Bunny no Brasil serão históricos
Bad Bunny estreia no Brasil nesta sexta-feira (20) em grande fase. Após cantar no intervalo do Super Bowl e ganhar o Grammy de Álbum do Ano, o rapper porto-riquenho se apresenta no estádio Allianz Parque em duas noites. O show de sábado também está com ingressos esgotados.
O popstar de 31 anos apresenta a turnê “DeBÍ TiRAR MáS FOToS”, uma nostálgica carta de amor a Porto Rico, contra a gentrificação e a influência estrangeira. Abaixo, o g1 conta tudo o que você precisa saber sobre os shows de Bad Bunny em São Paulo.
Quem é Bad Bunny?
Bad Bunny
Divulgação
Por trás do fenômeno global Bad Bunny está Benito Antonio Martínez Ocasio. O artista de 31 anos passou a infância e adolescência dividido entre as pistas de skate e as missas com a mãe em Porto Rico. Ele tinha a carreira mais voltada para o reggaeton, mas foi diversificando o som nos últimos anos.
ANÁLISE DA CARREIRA: Auge, latinos no topo e estreia no Brasil: por que shows do Bad Bunny em SP são históricos
GUIA DO SUPER BOWL: Entenda os principais momentos da apresentação de Bad Bunny no que enfureceu Trump
O ÁLBUM: Como Bad Bunny usou seu novo disco para defender a história e a cultura de Porto Rico
O rapper se consolidou como o maior artista do streaming: foi o mais ouvido do Spotify no ranking global por quatro anos consecutivos (2020, 2021, 2022 e 2023). Em 2024, perdeu para Taylor Swift, mas retonou o primeiro lugar em 2025.
Qual a fase atual de Bad Bunny?
Após o sucesso estrondoso de “Un Verano Sin Ti”, o cantor viveu um período de turbulência e retorno às raízes. Ele chegou a anunciar uma pausa em 2023 para cuidar da saúde física e mental. Essa fase foi marcada por uma polêmica na República Dominicana, onde ele arremessou o celular de uma fã que tentava tirar uma foto, justificando depois que se sentiu desrespeitado pela invasão de espaço pessoal. Na sequência, “Nadie Sabe Lo Que Va a Pasar Mañana” (2023) deixou um pouco de lado a mistura pop tropical para retomar o trap mais pesado e as “vibe” mais carregada do início da carreira.
Como é o som?
O som busca ir além do reggaeton genérico, apostando no que se convencionou chamar de “trapeton”. É uma união do reggaeton com o trap, caracterizado por um rap mais arrastado, soturno, mas com vocais graves e pegada festiva. Há também um forte componente de sofrência. Bad Bunny canta suas desilusões amorosas e arrependimentos na vida ao som de uma sofrência latina ao mesmo tempo dançante e emocionada.
Bad Bunny se apresenta no Super Bowl 2026
Carlos Barria/Reuters
E o que dizer dos discursos?
Bad Bunny mantém um discurso politizado, posicionando-se a favor dos direitos LGBT e, mais recentemente, contra a política de imigração dos EUA, com discursos centrados e diretos em premiações como o Grammy. Em “El Apagón”, por exemplo, ele critica a crise energética em Porto Rico e a gentrificação da ilha.
Como devem ser os shows?
A estrutura das turnês recentes foge da pirotecnia comum em megashows. A aposta costuma ser em uma narrativa quase teatral, pensada para a geração TikTok, mas com raízes profundas na cultura porto-riquenha. A apresentação costuma ser dividida em atos bem marcados, com estrutura bem definida, mas uma ou duas surpresas: essas faixas “exclusivas” são cantadas no final da segunda parte. O show começa no palco principal e depois migra para “La Casita”.
O que é a ‘Casita’?
Essa estrutura secundária se transforma em uma varanda de casa porto-riquenha, onde Bad Bunny recria uma festa de rua intimista. É o momento do “perreo” puro, onde ele enfileira hits como “Yo Perreo Sola”, “Safaera” e “Tití Me Preguntó”, transformando estádios em uma balada gigante. É uma tentativa de levar a atmosfera de Porto Rico para qualquer lugar do mundo.
Como são os arranjos ao vivo?
Há uma forte presença de instrumentação ao vivo que ajuda a dar uma nova cara às 31 canções do setlist. “La Santa” ganha uma versão com percussão de Bomba (ritmo afro-porto-riquenho) e “Callaíta” aparece em arranjo que reforça a identidade caribenha.
Quais as influências declaradas?
O rapper Bad Bunny em 2019
Divulgação
Além do pop latino e do rap, as influências são variadas. Ele já se declarou fã de Arcade Fire, Blink 182 e Linkin Park. Outras citações permeiam sua discografia, como o uso de um trecho da melodia de “Garota de Ipanema” em “Si Veo a Tu Mamá”. A faixa abre o álbum “YHLQMDLG” e usa o clássico de Tom Jobim e Vinicius de Moraes como um toque de celular insistente ao fundo enquanto ele rima sobre um amor não superado.
E o que dizer da parte visual?
O visual de Bad Bunny costuma ter unhas coloridas, óculos antes considerados femininos e estampas incomuns. Essa estética já gerou atritos, como quando se revoltou durante uma turnê pela Espanha, em 2018, após um salão se recusar a pintar suas unhas. A confusão o levou a questionar nas redes sociais se o mundo ainda estava em 1960.
Como Bad Bunny ficou famoso?
Na fase da carreira antes do estouro, dizia cantar para “La Nueva Religión”, uma base de fãs que ele descrevia como jovens que rejeitam tradições e trabalham duro. A ascensão teve momentos de onipresença: em 2018, viveu uma fase de “topo tudo por um feat”, chegando a participar de mais de 50 músicas (entre faixas próprias e remixes) em um curto período, colaborando com nomes que iam de Drake a Ricky Martin. Essa estratégia de onipresença foi crucial para cimentar seu nome antes de lançar seus álbuns solo aclamados.
Qual é o provável setlist do show?
Ato 1: Palco Principal
La Mudanza
Callaíta
Pitorro de Coco
Weltita
Turista
Baile Inolvidable
Nuevayol
Ato 2: La Casita
Veldá
Tití Me Pregunto
Neverita
Si Veo a Tu Mamá
Voy a Llevarte Pa PR
Me Porto Bonito
No Me Conoce
Bichiyal
Yo Perreo Sola
Efecto
Safaera
Diles
Monaco
Una Vez
Café Con Ron
Ato 3: Palco Principal
Ojitos Lindos
La Canción
Kloufrens
Loca
Con Otra
Dákiti
El Apagón
DTMF
EOO

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Eric Dane, de Grey´s Anatomy’ e ‘Euphoria’, morre aos 53 anos


Eric Dane em ‘Grey’s Anatomy’
Reprodução
O ator Eric Dane morreu aos 53 anos, nesta quinta-feira (19). A informação é do site norte-americano TMZ.
Segundo a revista americana People, a família confirmou a morte do ator conhecido pelo seu papel na série médica Grey´s Anatomy.
Dane lutava contra ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica).
O ator tornou a doença pública em abril de 2025. Na época, ele grava a série “Euphoria”.
O que é a esclerose lateral amiotrófica (ELA)
De caráter progressivo, a esclerose lateral amiotrófica (ELA), também conhecida como doença de Lou Gehrig, afeta os neurônios responsáveis pelos movimentos do corpo e causa a perda do controle muscular.
Isso gera a curto e médio prazo enfraquecimento dos músculos, contrações involuntárias e incapacidade de mover os braços, as pernas e o corpo.
A Ela geralmente começa com espasmos musculares e fraqueza em um braço ou perna, dificuldade para engolir ou fala arrastada, mas à medida que progride, afeta profundamente a capacidade de se mover, falar e até respirar.
Um dos portadores da doença mais conhecidos mundialmente foi o físico britânico Stephen Hawking, que descobriu o problema aos 21 – quando os médicos chegaram a dizer que ele teria apenas alguns anos a mais de vida.
Em atualização.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Ideval Anselmo, compositor morto aos 85 anos, foi bamba que vestiu a camisa do samba (de enredo) de São Paulo


Ideval Anselmo (1940 – 2026) deixa antológicos sambas de enredo ao morrer aos 85 anos em São Paulo (SP)
Divulgação
♫ OBITUÁRIO
♬ Ocorrida na quarta-feira de cinzas, em decorrência de aneurisma na aorta abdominal, a morte do compositor Ideval Anselmo (18 de setembro de 1940 – 18 de fevereiro de 2026), aos 85 anos, atravessou o samba da cidade de São Paulo ao fim do Carnaval.
Nascido em Catanduva (SP), no interior do estado São Paulo, mas criado em Votuporanga (SP) até a adolescência, Ideval foi para a capital com 18 anos e lá fez nome como um grande compositor de samba de enredo do Carnaval paulistano. “O maior compositor de samba-enredo de SP”, na avaliação feita por Fabiana Cozza em texto no qual a cantora comunicou e lamentou a morte de Ideval em rede social.
“Narainã – Alvorada dos pássaros”, samba-enredo composto por Ideval com Zelão e Jordão para a escola Camisa Verde e Branco desfilar no Carnaval de 1977 e regravado por Cozza em 2011, é um dos atestados do talento do artista na criação de sambas de enredo, figurando em qualquer antologia paulistana do gênero.
A trajetória ascendente de Ideval foi iniciada em 1969 justamente na escola Camisa Verde e Branco, agremiação no qual já emplacou o samba de enredo “Literatura de cordel” no Carnaval de 1972. Pela Camisa, Ideval Anselmo viveu o auge como compositor ao longo dos anos 1970, década em que se sagrou campeão do Carnaval de São Paulo em 1974, 1976, 1977 e 1979.
Ideval Anselmo também colaborou com agremiações como Rosas de Ouro e Unidos do Peruche. Em qualquer escola, o compositor foi um bamba que vestiu a camisa do samba (de enredo) de São Paulo.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Último grande sucesso de Angela Maria reverbera, após 50 anos, com a entrada da novela ‘Duas vidas’ no Globoplay


Angela Maria (1929 – 2018) na capa do álbum em que gravou a canção ‘Vá, mas volte’, hit na trilha sonora da novela ‘Duas vidas’
Reprodução
♫ MEMÓRIA
♬ Diferentemente da maioria das cantoras que conquistaram o Brasil ao longo dos anos 1950, no auge da era do rádio, Angela Maria (13 de maio de 1929 – 29 de setembro de 2018) transcendeu essa época de apogeu e teve carreira longeva, emplacando sucessos nas paradas ao longo da década de 1970 antes de se alimentar inteiramente da nostalgia do passado de glória.
O último grande sucesso da Sapoti – apelido da cantora – reverbera neste mês de fevereiro de 2026, após 50 anos, com a entrada da novela “Duas vidas” (TV Globo, 1976 / 1977) no catálogo do Globoplay.
Segunda trama da novelista Janete Clair (1925 – 1983) calcada no realismo social urbano, estilo que a escritora testara com êxito retumbante com “Pecado capital” (TV Globo, 1975 / 1976), “Duas vidas” trouxe na trilha sonora nacional uma então recente canção romântica de autoria de Wando (1945 – 2012), “Vá, mas volte”.
“Vá, mas volte” foi gravada por Angela Maria naquele ano de 1976 com a lacrimejante voz de mezzo-soprano que atravessou gerações e com o sentimento que a artista punha nas canções e boleros que interpretou ao longo da trajetória.
Na trama de “Duas vidas”, “Vá, mas volte” era ouvida em cenas que envolviam a trama amorosa da protagonista da novela, a altiva Leda Maria, personagem interpretada pela atriz Betty Faria. Mesmo sem ter sido feita para a novela, a gravação de “Vá, mas volte” ficou para sempre associada à trama de “Duas vidas” e, pelo fato de a novela ter alcançado altos índices de audiência, acabou se tornando o último grande sucesso de Angela Maria em escala nacional.
O registro original de “Vá, mas volte” foi feito para o álbum “Angela Maria”, lançado em 1976 pela gravadora Copacabana. Neste disco, ou LP, como se dizia na época, a cantora também gravou com sucesso a guarânia “Canto paraguaio” e o estilizado ponto de macumba “Moça bonita” (revivido pela cantora Rita Benneditto nos anos 2000), duas músicas da bem-sucedida parceria de Jair Amorim (1915 – 1993), com Evaldo Gouveia (1928 – 2020), compositores que, a partir de 1960, se tornaram grandes fornecedores de sucessos populares para Angela Maria e para outros cantores românticos como Altemar Dutra (1940 – 1983) e Anísio Silva (1920 – 1989).
A propósito, foi de autoria dessa dupla afinada com o gosto popular que Angela gravara no ano anterior “Tango pra Tereza”, um dos maiores sucessos de 1975. O êxito da canção “Vá, mas volte” na trilha sonora da novela “Duas vidas” veio no rastro do estouro de “Tango pra Tereza”, coroando esse novo momento de sucesso na carreira iniciada por Angela Maria em 1951 na era dos singles de 78 rotações.
A Sapoti somente sairia de cena em 2018, aos 89 anos, após gravar 48 álbuns sem jamais se afastar da linha popular do cancioneiro que a entronizou no posto de uma das rainhas vitalícias da música brasileira.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

‘Extremamente cheiroso e gentil’, conta fã que encontrou Bad Bunny em São Paulo


Fãs encontram cantor Bad Bunny em São Paulo
Um grupo de fãs brasileiras encontrou o cantor Bad Bunny na última quinta-feira (18), em São Paulo. O cantor porto-riquenho se apresenta no Allianz Parque na próxima sexta (20) e sábado (21). Veja o vídeo acima.
O encontro aconteceu na área externa do restaurante D.O.M., no bairro dos Jardins.
“Foi a realização de um sonho. Foi muito irreal ver ele de forma tão acessível. Assim que nos viu, abriu um sorriso — parecia até surpreso por ter alguns fãs ali, porque é extremamente discreto. Ele abriu os braços, chamou a gente para tirar foto e foi super receptivo. Foi um momento indescritível”, contou ao g1 Maria Clara Mendes, 29.
Segundo ela, a mobilização para encontrar o cantor começou em uma comunidade da Súbete, festa de reggaeton da capital paulista, na qual integrantes costumam compartilhar informações sobre artistas que visitam o país.
‘Caça’ ao Bunny
Bad Bunny teria sido visto deixando o Hotel Rosewood, o que deu início a uma espécie de “caçada” por restaurantes da capital paulista. Maria Clara estava acompanhada de outras três colegas do mesmo grupo.
“Ele abraçou a gente, extremamente cheiroso, extremamente educado, gentil, sorridente. Foi incrível”, disse Maria Clara.
O restaurante estava cercado por seguranças, que orientaram o grupo a manter distância e aguardar um sinal positivo do cantor antes de qualquer aproximação.
Camila Barreiras, 29, também conseguiu um clique com o cantor. Ela participava do lançamento de um livro sobre reggaeton antes do encontro e, por coincidência, vestia uma camisa com a inscrição “Puerto Rico”.
“Ele foi um fofo, sabe? Eu consegui ficar do lado dele, exatamente do lado dele, e agradeci por tudo. Depois das fotos, eu disse: ‘Benito, eu posso te abraçar?’. E ele me atendeu super bem, foi super gente boa”, disse Camila ao g1.
Fã tirou foto com Bad Bunny em São Paulo
Camila Barreiras/cedido ao g1
Grande momento para o cantor
Essa será a primeira vez de Bad Bunny no Brasil. O artista chega ao país no melhor mês de sua carreira, após prêmio no Grammy, apresentação no Super Bowl e como artista mais ouvido no Spotify Global.
O grande diferencial desta turnê de Bad Bunny é que a protagonista é a América Latina. Afinal, o disco “Debí Tirar Más Fotos” defende a história e a cultura de Porto Rico, com referências que dialogam com a comunidade latina e letras sobre o imperialismo americano.
Por que shows do Bad Bunny no Brasil serão históricos
O cantor Bad Bunny durante o show do intervalo do Super Bowl.
REUTERS/Mike Blake

Fonte: G1 Entretenimento