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James Van Der Beek interpreta ‘pastor sinistro’ em filme póstumo; veja trailer de ‘The Gates’


James Van Der Beek: veja trailer de filme póstumo do ator, ‘The Gates’
Foram divulgadas nesta quarta-feira (18) as primeiras imagens de “The Gates”, filme póstumo de James Van Der Beek, que morreu no último dia 11, aos 48 anos.
O ator famoso pela série “Dawson’s Creek” aparece como um “pastor sinistro” no suspense que chega aos cinemas em 13 de março nos EUA, sem data divulgada no Brasil.
Ele faz o papel de Jacob, líder religioso que comanda uma comunidade fechada.
Dirigido por John Burr (de “Muse”, 2017), o filme mostra um trio de amigos que presencia um assassinato ao atravessar de carro o condomínio de luxo.
Depois disso, eles viram alvo do pastor interpretado por James Van Der Beek.
James Van Der Beek em último papel da carreira, um ‘pastor sinistro’ no filme ‘The Gates’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Peter Greene, de ‘Pulp Fiction’, morreu por arma disparada de forma acidental, conclui legista


Morre Peter Greene, ator de ‘Pulp Fiction’ e ‘O Máscara’
Ocorrida em dezembro de 2025, a morte de Peter Greene foi causada por uma arma de fogo, disparada de forma acidental. Foi o que concluiu a equipe legista do caso, nesta quarta-feira (18), conforme revelou o site americano People.
O ator morreu de “ferimento por arma de fogo na axila esquerda com lesão da artéria braquial”, diz o gabinete do médico legista. O relatório define a morte como acidental.
Morto aos 60 anos, Peter ficou conhecido por interpretar vilões em filmes como “Pulp Fiction” e “O Máscara”. Ele foi encontrado morto em seu apartamento em Nova York, nos Estados Unidos.
Nascido em Montclair, Greene começou a carreira na TV e estreou no cinema em 1992, no filme “Laws of Gravity”, ao lado de Edie Falco.
O ator se destacou no papel do vilão Dorian Tyrell em “O Máscara”, contracenando com Jim Carrey, e também ficou marcado como Zed em “Pulp Fiction”, de Quentin Tarantino.
“Ele era um dos melhores atores de personagens do planeta”, disse seu empresário Gregg Edwards, na época de sua morte, em entrevista ao site Deadline. “Ele se importava profundamente com causas humanitárias e era um amigo leal. Vai fazer muita falta.”
‘O Máscara’
Reprodução
Peter Greeneo em ‘Pulp Fiction’
Reprodução
Peter Greene
Getty Images por Deadline
Peter Greene
Instagram/ Reprodução
Peter Greeneo em ‘Pulp Fiction’ e ‘O Máscara’
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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Mestre no comando das baterias, Ciça entra no panteão dos imortais do Carnaval com a vitória da Viradouro


Mestre Ciça, que fará 70 anos em julho, fica consagrado com a vitória da Unidos da Viradouro no Carnaval 2026 do Rio de Janeiro
Thaís Brum / Facebook Unidos do Viradouro
♫ ANÁLISE
♬ A vitória da escola de samba Unidos do Viradouro – eleita a campeã do Carnaval do Rio de Janeiro no fim da tarde desta quarta-feira de cinzas – entroniza Mestre Ciça no panteão dos imortais. Enredo da agremiação de Niterói (RJ), Moacyr da Silva Pinto disse com a notória humildade que a vitória não é somente dele, mas de todo sambista.
A caminho dos 70 anos, a serem festejados em 20 de julho, Ciça – nascido em 1956 na cidade do Rio de Janeiro (RJ) – personifica o sambista que dá o sangue e o suor para ver brilhar a escola em que desfila. Ciça é um mestre da bateria. Exerce a função de diretor de bateria há 38 anos, precisamente desde 1988, ano em que comandou os ritmistas da escola Estácio de Sá.
Inspiração do enredo “Pra Cima, Ciça”, o artista é cria do Carnaval. Debutou nos desfiles no Carnaval de 1971 como passista e ritmista da escola de samba Unidos de São Carlos, agremiação que, em 1983, passou a se chamar Estácio de Sá. Ciça atuou como diretor de bateria da Viradouro a partir de 1999. Ficou até 2009 na agremiação fluminense, mas voltou dez anos depois, em 2019, permanecendo deste então na Viradouro.
Com passagens por Unidos da Tijuca, Acadêmicos do Grande Rio e União da Ilha do Governador, Ciça já era uma lenda viva para os integrantes da escola antes do Carnaval 2026.
A vitória de hoje da Viradouro somente consolida a força do mestre campeão na comunidade carnavalesca. Mais do que um ritmista ou diretor de bateria, Ciça é um exemplo a ser seguido pelo amor ao Carnaval.

Fonte: G1 Entretenimento

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James Van Der Beek interpreta ‘pastor sinistro’ em filme póstumo; veja primeiras imagens de ‘The Gates’


James Van Der Beek: veja trailer de filme póstumo do ator, ‘The Gates’
Foram divulgadas nesta quarta-feira (18) as primeiras imagens de “The Gates”, filme póstumo de James Van Der Beek, que morreu no último dia 11, aos 48 anos.
O ator famoso pela série “Dawson’s Creek” aparece como um “pastor sinistro” no suspense que chega aos cinemas em 13 de março nos EUA, sem data divulgada no Brasil.
Ele faz o papel de Jacob, líder religioso que comanda uma comunidade fechada.
Dirigido por John Burr (de “Muse”, 2017), o filme mostra um trio de amigos que presencia um assassinato ao atravessar de carro o condomínio de luxo.
Depois disso, eles viram alvo do pastor interpretado por James Van Der Beek.
O ator em decorrência de um câncer colorretal diagnosticado em 2023. Ele descobriu o câncer, já em estágio 3, e divulgou o diagnóstico em 2024.
James Van Der Beek em último papel da carreira, um ‘pastor sinistro’ no filme ‘The Gates’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Kleber Mendonça Filho e Wagner Moura se reúnem com Guillermo del Toro: ‘Grato pela generosidade’


‘O agente secreto’ recebe quatro indicações ao Oscar
Diretor de “O Agente Secreto”, Kleber Mendonça Filho publicou fotos em que ele e Wagner Moura aparecem ao lado de Guillermo del Toro, cineasta mexicano que dirigiu filmes como “Frankenstein”, “A Forma da Água” e “O Labirinto do Fauno”. O post foi feito no Instagram do artista, nesta quarta-feira (18).
“Visita a Del Toro. Obrigado ao grande cineasta e criador de imagens Guillermo del Toro. Grato pela sua generosidade e pelo seu cinema”, escreveu o Kleber na legenda. Segundo o brasileiro, as fotos foram tiradas em Los Angeles (EUA), neste mês.
No Oscar 2026, “O Agente Secreto”, “Frankenstein” e mais oito longas disputam o prêmio de melhor filme.
Wagner Moura, Kleber Mendonça Filho e Guillermo del Toro em foto postada pelo diretor brasileiro
Reprodução/Instagram
Ao todo, o filme mexicano recebeu nove indicações ao Oscar (melhor filme, melhor fotografia, melhor som, melhor direção de arte, melhor figurino, melhor ator coadjuvante, melhor roteiro adaptado, melhor trilha sonora original e melhor maquiagem e cabelo).
Já “O Agente Secreto” recebeu quatro indicações ao Oscar (melhor filme, melhor ator, melhor filme internacional e melhor seleção de elenco)

A cerimônia do Oscar acontece em 15 de março, em Los Angeles. Assim como em 2025, a 98ª edição da premiação americana vai contar com o comediante Conan O’Brien como apresentador.
Qual a história de ‘O agente secreto’?
Wagner Moura é Marcelo em ‘O Agente Secreto’
Divulgação
“O Agente Secreto” coloca Wagner Moura na pele de Marcelo, um professor que desembarca na capital pernambucana em pleno 1977 fugindo de ameaças em São Paulo para tentar reencontrar o filho.
O longa de Kleber Mendonça Filho é um thriller de atmosfera densa que acerta ao transformar o carnaval e a paisagem urbana em um cenário de vigilância e paranoia, funcionando como um jogo de gato e rato onde as lendas locais e o medo da ditadura se misturam, entregando uma obra que é, ao mesmo tempo, um drama familiar comovente e um suspense pop de tirar o fôlego.
Na edição do ano passado, “Ainda estou aqui” venceu o prêmio de Melhor Filme Internacional. Foi a primeira estatueta conquistada pelo Brasil na história da premiação.

Fonte: G1 Entretenimento

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Gemini, IA do Google, passa a criar músicas por comando de texto ou imagem


Gemini, IA do Google, passa a criar músicas por comando de texto ou imagem.
Reprodução/Google
O Google anunciou nesta quarta-feira (18) um novo modelo de inteligência artificial no Gemini, rival do ChatGPT. A ferramenta passa a permitir que usuários criem músicas a partir de comandos de texto ou de imagens.
A geração é feita com o Lyria 3, modelo de IA voltado à criação musical e integrado ao Gemini. Segundo a empresa, será possível produzir faixas de até 30 segundos em português, inglês, alemão, espanhol, francês, hindi, japonês e coreano.
De acordo com o Google, o recurso já está disponível para todos em versão beta. Assinantes dos planos Google AI Plus, Pro e Ultra terão limites mais altos de solicitações.
“O Lyria 3, o mais recente modelo de música generativa do Google, está sendo lançado hoje em versão beta no aplicativo Gemini. Basta descrever uma ideia ou enviar uma foto, como ‘um slow jam engraçado de R&B sobre uma meia encontrando seu par’, e, em questão de segundos, o Gemini transforma isso em uma faixa de alta qualidade”, informou a empresa em comunicado.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
A companhia diz ainda que a IA pode se “inspirar” em informações compartilhadas pelo usuário em interações anteriores com o Gemini para criar as faixas.
Segundo o Google, todas as músicas geradas incluem o SynthID, uma marca d’água imperceptível que identifica conteúdos criados pela IA da empresa.
“Além disso, estamos lançando uma ferramenta que permite ao usuário carregar um áudio no Gemini para verificar se ele foi gerado por IA”, afirmou.
Gemini 3, novo modelo de linguagem da IA do Google
Divulgação/Google
Crise da memória RAM pode deixar celulares, notebooks e até carros mais caros no Brasil
Data centers de IA podem consumir energia equivalente à de milhões de casas

Fonte: G1 Entretenimento

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Morre o ator Tom Noonan, famoso por filmes como ‘Robocop 2’ e ‘Caçador de Assassinos’


Tom Noonan em Arquivo X (1993)
Divulgação
O ator Tom Noonan morreu no último sábado (14) aos 74 anos. Ele ficou famoso em todo o mundo por seus trabalhos no cinema, como vilões de produções como “Caçador de Assassinos”, “Robocop 2”, “O Último Grande Herói” e “Deu a Louca nos Monstros”.
Noonan também era reverenciado por sua carreira nos palcos de Nova York desde o fim dos anos 70. Ele era considerado um grande dramaturgo por seu trabalho no teatro americano.
A morte dele foi confirmada nas redes sociais pela atriz Karen Sillas, sua colega de trabalho em algumas produções. Ela disse que ele faleceu pacificamente, mas não detalhou a causa da morte.

Fonte: G1 Entretenimento

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Perrengues com tapa-sexo: além de Virginia, veja outras musas que tiveram problemas com o acessório


Conheça mais sobre o tapa-sexo usado no carnaval
Em sua estreia como rainha de bateria da Grande Rio, a influenciadora Virginia Fonseca protagonizou um problema que, apesar de incomum, costuma acontecer com musas de escolas de samba durante o carnaval: o tapa-sexo que a protegia se perdeu em meio ao desfile.
LEIA TAMBÉM: Tapa-sexo de Virginia descola no desfile da Grande Rio, e rainha chega à Apoteose sem costeiro
O incidente com o tapa-sexo atrapalhou a evolução de Virginia, que precisou sambar com mais cuidado. Durante a transmissão de uma live antes de entrar na Sapucaí, Virginia relatou que enfrentou problemas com o figurino antes do desfile. Segundo ela, o peso da fantasia fazia a parte de baixo do maiô ceder, o que causava desconforto.
Tapa-sexo de Virginia descola no meio do desfile da Grande Rio
“Falei: ‘Não dá, teve que fazer tudo de novo”, contou. Como solução, afirmou que reforçaria a fixação da peça. “Nós vamos colar hoje. Vamos colocar uma fita”, disse.
Além de problemas com o tapa-sexo, Virginia tirou o costeiro, parte da fantasia que fica nas costas, por causa do peso. O acessório pesa 12kg.
Tapa-sexo de Virginia descola durante desfile da Grande Rio
Anderson Nordê / AgNews
A namorada de Vinicius Júnior não foi a primeira a ter problemas com o acessório no desfile e, certamente não será a última.
Veja abaixo outras musas do carnaval que passaram por perrengues parecidos:
Tarine Lopes segura o tapa-sexo que se soltou durante o desfile da X-9 Paulistana
TV Globo/Reprodução
Tarine Lopes (2018)
Em 2018, a madrinha da X-9 Paulistana Tarine Lopes teve o tapa-sexo deslocado do corpo ainda na concentração e teve de cruzar a avenida segurando a peça com a mão.
“Simplesmente foi o pior desfile da minha vida. Já na concentração ele começou a folgar, eu senti um desconforto e fiquei desesperada. Entrei na avenida com esse empecilho e fui segurando o tchan a avenida inteira”, disse Tarine em entrevista ao g1 um ano após o ocorrido.
Kerolay Chaves é a atual Miss Bumbum 2025 e desfilará neste ano como musa da Ala dos Compositores da escola do Grajaú, na Zona Sul de São Paulo.
Reprodução/Redes Sociais
Kerolay Chaves (2024)
A Miss Bumbum 2025, Kerolay Chaves revelou que, em um desfile em São Paulo, em 2024, colou o tapa-sexo com supercola por medo de a peça se soltar durante a apresentação. Após o desfile, precisou ir ao hospital para conseguir remover o adereço.
“Era meu primeiro desfile em São Paulo e eu estava muito tensa. O samba é intenso, a fantasia é mínima e eu tinha pavor de o tapa-sexo cair na avenida. Usei Super Bonder mesmo. Foi a forma que encontrei para garantir que não acontecesse nenhum acidente que prejudicasse a escola”, disse.
Figurino trai rainha de bateria da X9 Pioneira, e Musa da Gaviões acaba mostrando demais em desfile em Santos
A Tribuna Jornal
Francine Carvalho (2023)
Francine Carvalho, rainha de bateria da X-9 Pioneira, ganhou repercussão nacional em 2023 após o tapa-sexo se deslocar durante um desfile em Santos, expondo sua parte íntima diante do público. Ela afirmou que o problema foi técnico e negou qualquer intenção de exposição.
Dois anos depois, Francine deu a volta por cima ao conquistar o título de campeã como rainha da X-9, mesmo desfilando sob chuva e com uma fantasia de cerca de 30 quilos.
Destaque da Tucuruvi revela que prendeu tapa-sexo com cola de madeira
Suelen Mayara (2017)
Em 2017, Suelen Mayara, que é árbitra de futebol, desfilou com uma pintura corporal, que representa a arte de rua e prendeu o tapa-sexo com cola de madeira para sair na Acadêmicos do Tucuruvi em sua primeira vez no carnaval de São Paulo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Evan Dando é internado após enviar vídeos íntimos a fã e esposa se pronuncia: ‘Não defendo’


Evan Dando, do Lemonheads, é internado após enviar vídeos íntimos para fã
Reprodução/Instagram
Antonia Teixeira, esposa de Evan Dando, da banda The Lemonheads, disse que o músico estava em um “grave episódio de saúde mental” quando enviou vídeos íntimos não solicitados a uma fã.
Segundo Antonia, o cantor está internado em uma clínica de reabilitação para cuidar de sua saúde mental e abuso de substâncias.
A brasileira publicou um comunicado nas redes sociais neste sábado (14), dias depois do relato vir à tona na newsletter do jornalista Tony Ortega.
Segundo a fã, identificada como “Dawn”, ela mandou uma mensagem direta ao cantor parabenizando-o pelo novo disco, “Love Chant”. Dando teria respondido dizendo ser “exibicionista” e, no dia seguinte, enviado um vídeo se masturbando.
No texto, Antonia disse que “não defende as ações dele”, mas explicou que o músico passava por uma crise na época do ocorrido.
“Evan estava bebendo muito, abusando de drogas prescritas e teve um grave episódio de saúde mental. Durante esse tempo, ele se envolveu em trocas online inapropriadas. Ele acreditava que estava se comunicando com alguém que estava participando de mensagens sexuais consensuais e que estava confortável para receber conteúdo explícito”, escreveu.
Ela ressaltou que o estado de confusão mental do músico “não justifica o comportamento” dele e que não pretende minimizar o que aconteceu.
“Eu já deixei claro que continuar o tratamento é essencial, e eu decidirei me proteger caso ele não siga”, acrescentou.
“Contatei pessoalmente a mulher que fez a alegação para pedir desculpas. Ninguém merece receber conteúdo sexual indesejado, e eu sinto sinceramente pela angústia que isso causou”.
Internação no Brasil e cancelamentos
Evan Dando, que vive em São Paulo com Antonia e os três enteados, foi internado em um hospital local e, posteriormente, encaminhado para uma clínica de reabilitação.
O estado de saúde do músico já havia afetado compromissos profissionais nos Estados Unidos em janeiro. Após uma participação no programa de Jimmy Fallon, a banda gravou um episódio do projeto Tiny Desk, da rádio NPR, que não será exibido. “Naquele dia, ele estava totalmente fora de si”, explicou Antonia à revista Billboard.
Até o momento, a defesa do músico não se pronunciou oficialmente sobre as acusações. O Lemonheads é conhecido por hits do rock alternativo dos anos 90, como “Mrs. Robinson” e “It’s a Shame About Ray”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Romulo Fróes arrasta dores na marcha lenta de ‘Boneca russa’, álbum sobre o renascer das cinzas após a folia do amor


Romulo Fróes lança o álbum ‘Boneca russa’ nesta quarta-feira de cinzas, 18 de fevereiro
Luan Cardoso / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Boneca russa
Artista: Romulo Fróes
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ “Boneca russa” – álbum que Romulo Fróes apresenta hoje, 18 de fevereiro, via YB Music – é disco para tudo recomeçar na quarta-feira de cinzas, data estratégica para o lançamento deste álbum conceitual nascido do fim da união do artista paulistano com Alice Coutinho, parceira de vida e música.
Em “Boneca russa”, Fróes versa sobre ausências e feridas, expiando as dores do fim de um amor que atravessou muitos Carnavais. “Agora foi, não vai mais voltar atrás / … / E seu bloco não para pra mim”, resigna-se o poeta em versos de “A hora mágica”.
“Fim do mundo na avenida”, corrobora verso de “A vida que já era”, com alusão ao samba “A mulher do fim do mundo” (2015), música mais conhecida da parceria de Romulo Fróes com a ex-mulher Alice Coutinho, poeta e letrista.
“Boneca russa”, a propósito, também pode ser caracterizado como um disco de samba. Ou samba-canção. Mas um samba que segue no passo torto típico da obra de Romulo, sem cadências bonitas. Um samba que se insinua mais nas intenções do compositor do que nas formas finais das 13 composições. Até porque “Boneca russa” é álbum produzido por Marcelo Cabral e Romulo Fróes no inusitado formato de voz e baixo.
A voz é de Romulo. O baixo é de Cabral. Um baixo que fricciona o tempo todo, fazendo sangrar as feridas, e que pode soar elétrico e rascante como uma guitarra, como em “A casa de pé”. Ou soar percussivo, como em “Vaso ruim”.
Por ser incomum, a embalagem de voz e baixo aviva e tensiona canções de alta voltagem poética. “Água de rio parada no fundo do poço / Pele de choro na lágrima seca sem água / Não vale nada o berro enterrado na areia / Não estilhaça o verbo cavado na cara”, rima torto o poeta em “A felicidade perdida”, parceria de Romulo Fróes com Rodrigo Campos, bamba do samba de São Paulo no século XXI.
“Canto de uma vez / Sem dó de mim, sem dó de mim”, enfatiza Romulo com a intencional apatia que pauta “O mesmo fim”. Ao fim da faixa, a dor emerge funda, da alma do baixo de Marcelo Cabral.
Sem repetir versos das 13 músicas que compõem o repertório inteiramente autoral e inédito do álbum “Boneca russa”, Romulo Fróes de fato inventaria a dor sem dó. “Abra meu corpo, boneca russa, / Cave bem fundo até a ferida / Enche de ar o pulmão e tussa / O sangue da triste figura escondida”, suplica o poeta nos versos da música-título “Boneca russa”.
Músicas como “Renda portuguesa” parecem imersas em estado letárgico. O amor acabou e, com ele, se foi a pulsão de vida, recobrada aos poucos entre rimas de versos imperfeitos. “Não vai mais doer / Nem desafinar/ Não precisa crer / Amaldiçoar / O que não se vê / Não se pode imaginar”, reflete o poeta nos versos de “Minha vida sem você”.
“Por que tenho que tocar o chão? / Minhas pernas não me deixam voar / Levo o peso de uma multidão / Sou do bloco que não pode parar / … / Tremulando a quarta-feira / Empurrando o meu cordão”, canta Romulo em “Um estandarte para mim”, cuja letra foi escrita sobre melodia enviada pela parceira Ná Ozzetti, na marcha lenta do álbum.
Sim, “Boneca russa” é álbum arrastado que flagra um homem no fim do mundo afetivo, entre destroços emocionais, matéria-prima de músicas como “Um domingo sem fim” e “Assim que era”.
E, se todo Carnaval tem seu fim, a dor também cede às frestas de luz que iluminam a escuridão afetiva. No caso, a luz vem de Olga, filha de Romulo Fróes e Alice Coutinho, parceiros na canção batizada com o nome de Olga e alocada ao fim do disco com áudios da menina ao término da faixa.
“Olga” é promessa de vida no coração de Romulo Fróes após o arrastão de dores de amor. É como se “Boneca russa” sinalizasse que tudo pode recomeçar na quarta-feira com o renascer das cinzas após o Carnaval e o fim de uma folia de amor.
Capa do álbum ‘Boneca russa’, de Romulo Fróes
Desenho de Romulo Fróes com design de Thiago Lacaz

Fonte: G1 Entretenimento