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Shia LaBeouf é preso após suposta briga em Nova Orleans


Shia LaBeouf é preso em Nova Orleans
Joel C Ryan/Invision/AP
O ator Shia LaBeouf foi preso após ser acusado de agredir dois homens na madrugada de terça-feira (17) durante as celebrações de Mardi Gras em Nova Orleans, informou a polícia.
LaBeouf recebeu duas acusações de agressão simples, informou a polícia de Nova Orleans em um comunicado.
Policiais foram chamados a um estabelecimento após relatos de que o ator estaria “causando um distúrbio e tornando-se cada vez mais agressivo”, disse a polícia. As autoridades não informaram que tipo de estabelecimento era.
Um funcionário tentou retirar LaBeouf e, uma vez do lado de fora, o ator teria atingido um homem “várias vezes com os punhos fechados”, segundo a polícia. Testemunhas disseram aos policiais que LaBeouf deixou o local, mas retornou mais tarde e continuou a agir de forma agressiva.
“Vários indivíduos tentaram contê-lo, soltando-o na esperança de que ele fosse embora”, disse a polícia.
O homem que teria sido atingido primeiro por LaBeouf disse à polícia que o ator o agrediu novamente. Outro homem informou aos oficiais que LaBeouf também lhe teria dado um soco no nariz.
“Ele foi imobilizado até a chegada dos policiais”, afirmou a polícia.
LaBeouf foi levado a um hospital para tratamento de ferimentos desconhecidos e, após receber alta, foi preso e levado sob custódia pela polícia.
Histórico de problemas com a lei
LaBeouf teve vários embates com a lei durante sua carreira, incluindo uma prisão em Nova York no início de 2017 por embriaguez pública e conduta desordeira, que foi capturada em um vídeo de transmissão ao vivo. Ele foi enviado para reabilitação por ordem judicial.
Mais tarde, naquele mesmo verão, ele foi preso na Geórgia por embriaguez pública e acusado de conduta desordeira e obstrução, enquanto estava no local de filmagem de “The Peanut Butter Falcon”, sendo condenado à liberdade condicional.
Em 2020, ele foi acusado de agressão leve e furto em Los Angeles.
Naquele ano, a cantora e atriz inglesa FKA Twigs, cujo nome legal é Tahliah Barnett, também entrou com um processo alegando que LaBeouf foi física e emocionalmente abusivo com ela durante o relacionamento, caso que foi resolvido por meio de um acordo em julho.
LaBeouf pediu desculpas em um comunicado após o processo ser aberto. Ele também negou as acusações do processo em um documento de 2021, afirmando que quaisquer ferimentos ou danos sofridos por Barnett não foram causados por ele.
O ator de 39 anos ganhou destaque pela primeira vez como estrela infantil na série do Disney Channel “Even Stevens” e continuou trabalhando de forma constante na idade adulta. Ele é mais conhecido por seus papéis em “Transformers” (2007) e “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2008).
LaBeouf tem uma filha, nascida em 2022, com a atriz Mia Goth.

Fonte: G1 Entretenimento

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Antonio Adolfo brinca o Carnaval com a liberdade do jazz em álbum afetivo


Capa do álbum ‘Carnaval – The songs were so beautiful’, de Antonio Adolfo
Ilustração de Elifas Andreato
♫ PRIMEIRA PESSOA DO SINGULAR
♬ Entrei no clima da folia jazzística de Antonio Adolfo. Reouvi o álbum “Carnaval – The songs were so beautiful” (2025), lançado em julho por este excepcional pianista e arranjador carioca com capa que expõe a maestria de Elifas Andreato (1946 – 2022) para criar ilustrações para a arte de discos.
Não sou do jazz (exceto o das grandes cantoras do gênero), mas aprecio músicos que exercem a liberdade do jazz sem exibicionismo e com conhecimento de causa. É o caso de Adolfo. No álbum, o artista remexe na memória afetiva da infância, época em que ouvia, fascinado, sambas, marchas e frevos recorrentes no cancioneiro carnavalesco.
Com a sabedoria dos 79 anos, festejados em 10 de fevereiro, Adolfo remexe nesse repertório. Na boa companhia de Danilo Sinna (sax alto), Jessé Sadoc (trompete e flugelhorn), Jorge Helder (baixo), Marcelo Martins (flauta e sax tenor), Rafael Barata (bateria e percussão), Rafael Rocha (trombone) e Ricardo Silveira (guitarra), músicos que formam com Adolfo um octeto afinado, o pianista dá contornos jazzísticos a temas como o samba “É com esse que eu vou” (Pedro Caetano, 1947) e o frevo “Vassourinhas” (Mathias Rocha e Joana Batista Ramos, 1949), redesenhado harmonias, mas sem desfigurar as melodias.
A marcha “Oba” (Oswaldo Nunes, 1962) – hino do bloco carioca Bafo da Onça – é a única música que soa mais distante do formato original, mas ainda assim é reconhecível aos ouvidos foliões.
Mesmo fazendo música instrumental, o pianista parece estar atento ao sentido das letras, rasgando a fantasia de alegria que envolve tradicionalmente “Mal me quer” (Cristóvão de Alencar e Newton Teixeira, 1940), marcha de tom melancólico, para citar somente um exemplo de afinação entre música e letra no álbum “Carnaval – The songs were so beautiful”.
Ora imprimindo mais romantismo e serenidade jazzy, como na marcha “A lua é dos namorados” (Armando Cavalcanti, Kléssius Caldas e Brasinha, 1960), ora seguindo a cadência extrovertida do samba “Vai passar” (Francis Hime e Chico Buarque, 1984), cujo enredo político andou fazendo sentido em folias recentes, Antonio Adolfo sabe brincar o Carnaval com a liberdade do jazz neste álbum que resiste além dos dias de folia para quem aprecia o virtuosismo deste grande músico.
Recomendo. Até porque as músicas dos antigos Carnavais eram (e continuam) tão lindas.

Fonte: G1 Entretenimento

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Série ‘Emergência 53’, da Globoplay, ganha prêmio em festival em Berlim


Série ‘Emergência 53’, Original Globoplay, ganha prêmio no festival Berlinale Series Market, em Berlim, na Alemanha, em 17 de fevereiro de 2026.
Arquivo pessoal
A série “Emergência 53”, Original Globoplay, ganhou um prêmio no Berlinale Series Market, na Alemanha, nesta terça-feira (17). A obra, a única representante brasileira neste deste ano no festival, foi lançada mundialmente na segunda-feira.
As atrizes Valentina Herszage e Heloísa Jorge e o chefe de Conteúdo de Ficção da Globoplay, Alex Medeiros, estavam presentes na entrega do prêmio.
“É uma honra receber esse prêmio. Essa série, para nós, é sobre elevar os limites o máximo possível para conseguirmos fazer algo que nunca tenha sido visto antes, então estamos muito felizes em receber esse reconhecimento”, afirmou Medeiros em discurso após receber o prêmio.
Criada por Andrucha Waddington, Claudio Torres e Márcio Maranhão, a série é um drama médico de alta intensidade, inspirado no Samu, que acompanha o cotidiano de uma unidade especial do serviço móvel de urgência no Rio de Janeiro. (Leia mais abaixo)
“É uma série muito emocionante, com muita adrenalina, que vai acompanhar a vida desses profissionais da saúde pública, principalmente do serviço móvel de urgência. Então é uma emoção estar aqui nesse momento do cinema brasileiro tão efervescente, tão alegre”, celebrou Herszage.
Valentina Herszage lança série ‘Emergência 53’ no Festival de Berlim
O diretor e criador Andrucha Waddington pediu para um maior fomento do audiovisual brasileiro para que mais produções possam figurar em festivais como o de Berlim.
“Voltar à Berlinale é sempre emocionante, estamos em um momento muito bom de audiovisual brasileiro, e espero que isso se torne uma questão de Estado, não de governo, que nossa indústria seja pensada para uma gestão de 30, 40 anos para termos uma produção longínqua, polifônica e plural”, afirmou Andrucha.
Vocação para o serviço público
A trama da série mergulha nos dilemas de profissionais que vivem no limite. Jorge interpreta a médica socorrista Glória e destaca o tom de homenagem da produção.
Valentina e Herszage e Heloísa Jorge no lançamento de ‘Emergência 53’, em Berlim
Divulgação
“Espero de verdade que as médicas negras e todos os profissionais negros se sintam representados não só pela minha personagem, mas por todos os personagens que a gente faz nessa série”, afirmou a atriz.
Já Herszage dá vida a Manuela, uma enfermeira cuja trajetória foge ao óbvio: filha do dono de uma rede de hospitais particulares, ela decide abdicar do conforto para atuar no atendimento de urgência do estado.
Força do audiovisual brasileiro
Para o diretor Andrucha Waddington, a presença em Berlim coroa um momento de retomada e expansão da produção nacional. Ele destacou que a série foca em “personagens que são heróis, mas têm contradições”, trabalhando para criar a unidade de resgate mais eficiente do Rio, mesmo quando nem sempre seguem os protocolos à risca.
“Eles formam a unidade de resgate de maior eficiência do Rio de Janeiro, apesar de não estarem sempre de acordo com os protocolos. A saúde e o resgate vêm sempre em primeiro lugar”, afirmou Andrucha.
“Estamos muito felizes de estar fazendo parte desse movimento de internacionalização do audiovisual brasileiro, puxada por ‘Ainda Estou Aqui’, ‘Manas’ e ‘O Agente Secreto’ e ‘A Fabulosa Máquina do Tempo’, e estamos tendo a felicidade de inserir nossas séries nessa internacionalização”, celebrou Medeiros.
Além das protagonistas, o elenco conta com nomes como Emílio Dantas, Yara de Novaes e uma participação especial de Fernanda Montenegro. “Emergência 53” tem estreia prevista no Globoplay para o segundo semestre de 2026.

Fonte: G1 Entretenimento

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Espírito irreverente de Rita Lee reanima a Mocidade Independente


Rita Lee (1947 – 2023) é retratada em escultura de alegoria da Mocidade Independente de Padre Miguel no desfile do Carnaval 2026
Reprodução / TV Globo
♫ OPINIÃO
♬ Um dia após a Imperatriz Leopoldinense celebrar a obra libertária de Ney Matogrosso, em desfile com cacife para fazer a escola de samba disputar o título de campeã do Carnaval carioca de 2026, a Mocidade Independente de Padre Miguel entrou na avenida com enredo em homenagem a Rita Lee (1947 – 2023), outro ícone da música brasileira que desafiou padrões, morais e costumes.
Abrindo o segundo dos três dias de desfile na noite de segunda-feira, 16 de fevereiro, a Mocidade deixou boa impressão ao apresentar o enredo “Rita Lee – A padroeira da liberdade”, bem desenvolvido pelo carnavalesco Renato Lage, de volta desde 2024 à escola da qual saíra após o Carnaval de 2002.
Não, a agremiação de Vila Vintém não fez um desfile para disputar título, mas é consenso que o espírito irreverente de Rita Lee reanimou a Mocidade Independente, escola que vinha amargando péssimas colocações e repercussões com os três desfiles anteriores.
Com as presenças de Roberto de Carvalho (parceiro de Rita na vida e na música), Mel Lisboa (atriz que encarna a cantora em musical de teatro) e Lilia Cabral (atriz que também interpreta Rita em outro musical, este ainda inédito e previsto para chegar à cena em maio) em carros alegóricos, o desfile da Mocidade foi fiel à ideologia feliz do rockcarnaval de Rita Lee.
Fantasias, alegorias e adereços retrataram o amor de Rita pelos animais – com referência explícita ao cão Orelha, morto por adolescentes em janeiro em ação monstruosa que chocou o Brasil – e a luta da artista contra a caretice, a censura e a repressão da ditadura militar que vigorou de 1964 a 1985. Nesse quesito, resultou especialmente espirituosa a alegoria que mostrou Rita presa, fumando cigarrinho alusivo à maconha consumida pela artista na época.
O enredo também destacou a exposição do empoderamento feminino no cancioneiro de Rita Lee em letras em que as mulheres jamais sentiam culpa por dar e ter prazer na relação com os homens. O carro “Não provoque! É cor de rosa choque” tripudiou o machismo ao trazer um homem feito de marionete nas mãos de uma mulher.
Entre bruxas, carros lisérgicos, discos voadores e mulheres de pernas pro ar, a Mocidade Independente evoluiu com leveza, driblando o fato de que o samba de enredo da escola – cuja letra pareceu quase colagem com versos de sucessos da artista – estava aquém da boa ideia de celebrar a liberdade de Rita Lee.
Enfim, a Mocidade Independente de Padre Miguel entrou e saiu feliz da avenida. A escola não está entre as favoritas ao título, uma vitória já está descartada, mas a Mocidade ainda tem alguma chance de garantir uma das seis vagas para voltar à Avenida Marquês de Sapucaí no sábado, 21 de fevereiro, no Desfile das Campeãs.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Apocalypse now’, ‘O poderoso chefão’… Dez filmes para relembrar da carreira de Robert Duvall


Ator Robert Duvall chega à cerimônia do Globo de Ouro 2015
Jordan Strauss/Invision/AP
O ator lendário Robert Duvall morreu aos 95 anos, neste domingo (15). A notícia foi divulgada nesta segunda-feira (16) por sua esposa, Luciana. A causa da morte não foi revelada.
Vencedor de um Oscar por “A força do carinho” (1983), o americano era conhecido pelos dois primeiros “O poderoso chefão” e diversos outros clássicos do cinema, como “Rede de intrigas” e “Apocalypse now” (1979).
Leia mais: Robert Duvall se recusou a atuar em ‘O Poderoso Chefão 3’ após saber que Al Pacino ganharia ‘3 ou 4 vezes mais’ que ele
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Relembre ou conheça alguns dos principais filmes do ator:
‘M*A*S*H’ (1970)
Robert Duvall em cena de ‘M*A*S*H’
Divulgação
Duvall ficou mais conhecido do público quase dez anos depois de estrear nos cinemas, com a comédia ganhadora da Palma de Ouro do Festival de Cannes de 1970, que fazia piada com a divisão médica do exército americano na Guerra da Coréia.
Nele, Duvall interpretava o principal antagonista, o major Frank Burn, que nunca reconhecia a própria incompetência e colocava a vida de seus pacientes em risco.
‘THX 1138’ (1971)
Robert Duvall em cena de ‘TXH 1138’
Divulgação
A ficção científica distópica foi um fracasso de bilheteria, mas serviu para lançar a carreira na direção de um jovem George Lucas — que, por sua vez, era muito amigo (e sócio) de Francis Ford Coppola.
No filme, o ator deu vida ao protagonista, um homem que enfrenta um exército de robôs policiais ao ir contras as leis e se apaixonar.
‘O poderoso chefão’ (1972) e ‘O poderoso chefão 2’ (1974)
Robert Duvall como Tom Hagen em ‘O Poderoso Chefão’
Divulgação
Coppola já falou como não existiria “O poderoso chefão” se Lucas não o tivesse convencido a aceitar o trabalho. Provavelmente, também não existiria Duvall — pelo menos não da forma como o conhecemos hoje — sem o consigliere Tom Hagen, braço direito dos chefões mafiosos interpretados por Marlon Brando e Al Pacino.
Pelo papel, Duvall recebeu sua primeira indicação, como coadjuvante, ao Oscar. O filme também foi o começo de uma parceria de uma década com o cineasta, que resultou ainda na continuação, em “Apocalypse now” (1979) e em uma participação em “A conversação” (1974).
‘Rede de intrigas’ (1976)
Robert Duvall em cena de ‘Rede de intrigas’
Divulgação
Um dos melhores filmes de todos os tempos, com dez indicações ao Oscar, “Rede de intrigas” conta a história fantástica de uma emissora que entra em uma espiral de sensacionalismo em busca por audiência.
Duvall interpreta um executivo inescrupuloso, que aprova a transformação do surto de um de seus principais apresentadores (Peter Finch) no programa de maior sucesso da televisão.
‘Apocalypse now’ (1979)
Robert Duvall em cena de ‘Apocalypse now’
Divulgação
Apesar de aparecer apenas em uma pequena parte — cerca de 11 minutos — do épico sobre a Guerra do Vietnã de Coppola, Duvall recebeu sua segunda indicação ao Oscar pela atuação como o frio tenente-coronel Kilgore.
A presença do personagem é breve, mas marcante. Não bastasse comandar um ataque na icônica cena dos helicópteros ao som da “Cavalgada das Valquírias”, de Wagner, ele depois entrega uma das falas mais conhecidas do cinema: “Eu amo o cheiro de napalm pela manhã”.
‘O grande Santini – O dom da fúria’ (1979)
Blythe Danner e Robert Duvall em cena de ‘O Grande Santini – O Dom da Fúria’
Divulgação
A primeira indicação como ator principal aconteceu um ano depois, pelo protagonista de “O grande Santini”, no qual interpreta mais um membro das forças militares americanas.
O filme, no entanto, está mais interessado em explorar o personagem, um guerreiro frustrado em tempos de paz e pouco carismático, que trata os filhos como recrutas.
‘A força do carinho’ (1983)
Robert Duvall em ‘A força do carinho’
Divulgação
Pela atuação como a antiga estrela do country que perde a própria carreira e as relações com sua ex-mulher e sua filha, o ator ganhou o primeiro e único Oscar da carreira.
Para aceitar o trabalho, Duvall colocou em seu contrato que o estúdio deveria aceitar que ele mesmo cantasse as músicas do filme.
‘O apóstolo’ (1997)
John Beasley e Robert Duvall em cena de ‘O apóstolo’
Divulgação
Depois de mais de uma década sem trabalhar na direção, Duvall assumiu o comando, escreveu o roteiro e protagonizou “O apóstolo”.
O filme, sobre um pregador que precisa fugir e reconstruir a vida após atacar o amante da ex-mulher, rendeu ao veterano uma nova indicação ao Oscar de melhor ator.
‘O juiz’ (2015)
Robert Downey Jr. e Robert Duvall em cena de ‘O juiz’
Divulgação
Pelo filme com Robert Downey Jr. e Billy Bob Thornton, Duvall recebeu sua sétima e última indicação.
Nele, interpreta o juiz poderoso de uma pequena cidade americana que precisa ser defendido pelo filho afastado (Downey Jr.), um advogado que há muito deixou para trás o pai e a região, após se acusado de assassinato.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Emergência 53’: Globoplay lança em Berlim série médica inspirada pelo Samu


Valentina Herszage lança série ‘Emergência 53’ no Festival de Berlim
As atrizes Valentina Herszage e Heloísa Jorge participaram do lançamento mundial de “Emergência 53”, série Original Globoplay, no Berlinale Series Market, na Alemanha, nesta segunda-feira (16). A obra é a única representante brasileira na seleção deste ano do festival.
Criada por Andrucha Waddington, Claudio Torres e Márcio Maranhão, a série é um drama médico de alta intensidade, inspirado no Samu, que acompanha o cotidiano de uma unidade especial do serviço móvel de urgência no Rio de Janeiro.
“É uma série muito emocionante, com muita adrenalina, que vai acompanhar a vida desses profissionais da saúde pública, principalmente do serviço móvel de urgência. Então é uma emoção estar aqui nesse momento do cinema brasileiro tão efervescente, tão alegre”, celebrou Herszage.
Vocação para o serviço público
A trama mergulha nos dilemas de profissionais que vivem no limite. Jorge interpreta a médica socorrista Glória e destaca o tom de homenagem da produção.
“Espero de verdade que as médicas negras e todos os profissionais negros se sintam representados não só pela minha personagem, mas por todos os personagens que a gente faz nessa série”, afirmou a atriz.
Valentina e Herszage e Heloísa Jorge no lançamento de ‘Emergência 53’, em Berlim
Divulgação
Já Herszage dá vida a Manuela, uma enfermeira cuja trajetória foge ao óbvio: filha do dono de uma rede de hospitais particulares, ela decide abdicar do conforto para atuar no atendimento de urgência do estado.
Força do audiovisual brasileiro
Para o diretor Andrucha Waddington, a presença em Berlim coroa um momento de retomada e expansão da produção nacional. Ele destacou que a série foca em “personagens que são heróis, mas têm contradições”, trabalhando para criar a unidade de resgate mais eficiente do Rio, mesmo quando nem sempre seguem os protocolos à risca.
“Eles formam a unidade de resgate de maior eficiência do Rio de Janeiro, apesar de não estarem sempre de acordo com os protocolos. A saúde e o resgate vêm sempre em primeiro lugar.”
Além das protagonistas, o elenco conta com nomes como Emílio Dantas, Yara de Novaes e uma participação especial de Fernanda Montenegro. “Emergência 53” tem estreia prevista no Globoplay para o segundo semestre de 2026.

Fonte: G1 Entretenimento

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Preta Gil presente! É da artista uma das imagens marcantes do Carnaval 2026


Rosto de Preta Gil é recriado no céu de Salvador (BA) em show de 600 drones
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♫ OPINIÃO
♬ Ao sair precocemente de cena em julho do ano passado, aos 51 anos incompletos, Preta Gil (1974 – 2025) deixou forte marca de alegria na música do Brasil. A artista tinha um espírito festivo e fazia do Carnaval um palco para a exposição da alegria e da diversidade que pautaram a música dessa carioca multimídia que punha o Bloco da Preta na rua desde 2010.
Por isso mesmo, são mais do que merecidas as homenagens que estão sendo prestadas a Preta Gil ao longo do Carnaval 2026 por diversos artistas. A mais expressiva foi uma ação do Camarote 2222 – cujo enredo da edição de 2026, a 26ª do camarote orquestrado pela família Gil desde o Carnaval de 1999, é “Para sempre Preta no 2222” – que gerou uma das imagens mais marcantes deste Carnaval.
Trata-se da imagem do rosto da cantora, recriado por 600 drones e exposto no céu de Salvador (BA), capital da folia da Bahia e sede do Camarote 2222. Tão original quanto bem-sucedida, a ação foi realizada na noite de ontem, domingo de Carnaval, 15 de fevereiro, no Circuito Barra-Ondina, por onde desfilam os mais elétricos trios soteropolitanos.
O efeito foi imediato, emocionando os foliões admiradores da artista. E o fato é que, mesmo ausente na dimensão física, Preta Gil parece estar bastante presente em espírito no Carnaval da Bahia e também na folia carioca, onde os megablocos do Rio de Janeiro (RJ), cidade natal da artista e do Bloco da Preta, desfilam no recentemente batizado Circuito Preta Gil.
O show de drones repercutiu em todo o Brasil, amplificando o nome e o legado folião da artista. Preta Gil presente!

Fonte: G1 Entretenimento

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Robert Duvall recusou atuar em ‘O Poderoso Chefão 3’ após saber que Al Pacino ganharia ‘3 ou 4 vezes mais’ que ele


Ator Robert Duvall chega à cerimônia do Globo de Ouro 2015
Jordan Strauss/Invision/AP
Robert Duvall, ator que morreu neste domingo (15), atuou nos dois primeiros filmes da trilogia “O Poderoso Chefão”, mas ficou de fora do terceiro. Ele contou em 2004, ao programa jornalístico ’60 Minutes’, da rede de TV CBS, que desistiu após saber que iria ganhar menos que Al Pacino.
“Eu falei que trabalharia facilmente se pagassem a (Al) Pacino o dobro do que me pagavam. Tudo bem. Mas não três ou quatro vezes, que era o que eles pagavam”, afirmou Duvall.
Desta forma, ele não participou do terceiro filme, de 1990. Seu personagem, Tom Hagen, só aparece nos filmes de 1972 e 1974.
A notícia da morte de Duvall foi divulgada nesta segunda-feira (16) por sua esposa, Luciana. A causa da morte não foi revelada.
Vencedor de um Oscar por “A força do carinho” (1983), o americano era conhecido pelos dois primeiros “O poderoso chefão” e diversos outros clássicos do cinema.
No total, ele recebeu sete indicações ao prêmio da Academia de Hollywood.
“Ontem nos despedimos do meu amado marido, amigo querido e um dos maiores atores do nosso tempo. Bob morreu em casa, de forma tranquila, cercado de amor e carinho”, escreveu a atriz, em publicação no Facebook.
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“Para o mundo, ele era um ator vencedor do Oscar, diretor e contador de histórias. Para mim, ele era tudo. Ele amava profundamente o que fazia e também os personagens que interpretava. Gostava de uma boa refeição e de estar com as pessoas, conversando e compartilhando momentos. Em cada papel, Bob se dedicava totalmente aos personagens e à verdade humana que eles representavam. Assim, deixou algo duradouro e inesquecível para todos nós.”
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Ao longo de uma carreira de mais de sete décadas no teatro, na TV e no cinema, Duvall estrelou filmes icônicos como “A conversação” (1974), “Rede de intrigas” (1976), “Apocalipse now” (1979) e “Um homem fora de série” (1984).
Sua última indicação ao Oscar aconteceu no drama de tribunal “O juiz” (2015), no qual contracenou com Robert Downey Jr. e Billy Bob Thornton. Em entrevista ao g1, em 2018, o ator disse que considerava Duvall um mentor.
“Este é um dos caras que eu estudei muito quando era jovem. Ele me ensinou muito. Me ensinou que há uma diferença entre ‘sutil’ e ‘entediante’. Me ensinou que não há esse negócio de ‘exagerado’, desde que seja real. Muitas coisas”, afirmou Thornton.
Robert Duvall como Tom Hagen em ‘O Poderoso Chefão 2’
Divulgação
Depois de começar uma carreira no teatro nos anos 1950, ele foi revelado no cinema no começo dos anos 1970, nos filmes “M*A*S*H” (1970) e “THX 1138” (1971), estreia de um jovem George Lucas como diretor.
Logo em seguida, ganhou o papel que o alçou ao estrelato com o público e com a crítica. Tom Hagen, braço direito do chefe mafioso de “O poderoso chefão” (1972), lhe valeu sua primeira indicação ao Oscar.
A vitória no prêmio da Academia, como melhor ator, aconteceu com a performance como uma ex- estrela da música country que destrói a carreira e a relação com sua esposa e sua filha por causa do alcoolismo no drama “A força do carinho” (1983).
Seu último trabalho como ator em um filme foi uma participação em “O pálido olho azul” (2022), mistério estrelado por Christian Bale.
Robert Downey Jr. e Robert Duvall em cena de ‘O juiz’
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Fonte: G1 Entretenimento

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Robert Duvall, ator lendário de ‘O poderoso chefão’, morre aos 95 anos


Ator Robert Duvall chega à cerimônia do Globo de Ouro 2015
Jordan Strauss/Invision/AP
O ator lendário Robert Duvall morreu aos 95 anos, neste domingo (15). A notícia foi divulgada nesta segunda-feira (16) por sua esposa, Luciana. A causa da morte não foi revelada.
Vencedor de um Oscar por “A força do carinho” (1983), o americano era conhecido pelos dois primeiros “O poderoso chefão” e diversos outros clássicos do cinema.
No total, ele recebeu sete indicações ao prêmio da Academia de Hollywood.
“Ontem nos despedimos do meu amado marido, amigo querido e um dos maiores atores do nosso tempo. Bob morreu em casa, de forma tranquila, cercado de amor e carinho”, escreveu a atriz, em publicação no Facebook.
“Para o mundo, ele era um ator vencedor do Oscar, diretor e contador de histórias. Para mim, ele era tudo. Ele amava profundamente o que fazia e também os personagens que interpretava. Gostava de uma boa refeição e de estar com as pessoas, conversando e compartilhando momentos. Em cada papel, Bob se dedicava totalmente aos personagens e à verdade humana que eles representavam. Assim, deixou algo duradouro e inesquecível para todos nós.”
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Fonte: G1 Entretenimento

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‘O Agente Secreto’ vence prêmio Spirit do cinema independente


Os segredos da seleção de elenco do filme “O Agente Secreto”
O filme “O Agente Secreto” conquistou neste domingo (15), em Los Angeles, o prêmio Spirit do cinema independente na categoria de melhor filme estrangeiro, reforçando sua trajetória rumo ao Oscar, que encerra a temporada de premiações de Hollywood.
O longa, que acompanha um ex-acadêmico perseguido por pistoleiros após enfrentar pressões governamentais, superou concorrentes de peso — como o espanhol “Sirât”, com o qual também disputará os prêmios da Academia, marcados para 15 de março.
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“Tomara que o sucesso de um filme como ‘O Agente Secreto’ dê mais visibilidade ao cinema brasileiro”, disse o diretor Kleber Mendonça Filho, após receber o Spirit.
“O Agente Secreto” recebeu quatro indicações ao Oscar, entre elas as cobiçadas categorias de melhor filme e melhor ator para o protagonista, Wagner Moura.
As indicações vieram um ano depois de o Brasil conquistar seu primeiro Oscar, com “Ainda Estou Aqui”, eleito melhor filme internacional.
Delroy Lindo cumprimeta Wagner Moura no palco, após anunciar o prêmio de melhor filme internacional para “O Agente Secreto” durante cerimônia do Spirit Awards.
Mario Anzuoni/Reuters
“Acho que o cinema brasileiro está de volta depois daquele apagão”, declarou Mendonça Filho, referindo-se à gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (2019-2022), condenado à prisão no ano passado por tentativa de golpe de Estado.
“Agora temos cinco ou seis filmes novos no Festival Internacional de Berlim”, acrescentou o cineasta.
Mais cedo, em entrevista à AFP, o diretor afirmou sentir as indicações ao Oscar e ao Spirit como a culminação de um ciclo.
“É maravilhoso ter o reconhecimento e o respeito de diferentes espectros da indústria”, comentou o cineasta antes de entrar na 41ª cerimônia dos prêmios do cinema independente, realizada este ano no teatro Hollywood Palladium.
“Acho que este foi um ano muito sólido, e quando vejo ‘O Agente Secreto’ ao lado desses filmes, fico muito orgulhoso”, disse o cineasta de 57 anos.

Fonte: G1 Entretenimento