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Bad Bunny no Super Bowl: entenda os principais momentos do show que enfureceu Trump


Trump classifica como “terrível” show de Bad Bunny no Super Bowl
Neste domingo (8), Bad Bunny comandou o cobiçado intervalo do Super Bowl, evento de maior audiência da TV americana.
Com Lady Gaga e Ricky Martin entre os convidados, a apresentação foi repleta de simbolismo e mensagens sobre a cultura latino-americana. Isso já era esperado, já que Bad Bunny exalta a identidade porto-riquenha no premiado disco “Debí Tirar Más Fotos”.
Com o contexto atual da relação entre EUA, imigrantes e comunidade latina, mesmo antes de começar, esse já foi o show mais político da história do Super Bowl. Não à toa, o show enfureceu Trump, que disse que a apresentação foi “uma afronta à grandeza da América”.
Entenda as referências e os principais momentos do show:
Bad Bunny no intervalo do Super Bowl
Mike Blake/Reuters
Porto Rico em um cenário
A apresentação foi feita quase inteiramente em espanhol, sem muita tradução para o inglês. Aliás, o cantor se empenhou em fazer a tradução contrária: na abertura, foram mostrados os dizeres “el espetáculo de medio tiempo del Súper Tazón”, ou seja, “o espetáculo do intervalo do Super Bowl” em espanhol.
Em seguida, foi mostrada uma ambientação bem porto-riquenha, com os trabalhadores no campo, senhores jogando dominó, uma mulher na manicure e por aí vai. Logo de cara, fica claro que Bad Bunny quer levar o espectador para a sua terra e cultura.
“Meu nome é Benito Antonio Martinez Ocasio, e se hoje estou aqui no Super Bowl 60, é porque nunca deixei de acreditar em mim. Você também deveria acreditar em você”, diz ele mais tarde em espanhol.
Casita com latinos famosos
Jessica Alba e mais famosos durante apresentação de Bad Bunny no Super Bowl
REUTERS/Jeenah Moon
O músico também levou a “casita”, um cenário de seus shows que representa uma típica casinha porto-riquenha. Nos shows, a casa reúne convidados que dançam e curtem as músicas enquanto Bad Bunny se apresenta.
Já neste Super Bowl, entre os convidados da casita, estavam Cardi B, Karol G, Pedro Pascal e Jessica Alba, todos latinos ou estadunidenses de ascendência latina.
Além disso, com as dançarinas, essa e outras partes da apresentação mostraram o “perreo”, estilo de dança sensual que surgiu em Porto Rico nos anos 80. É uma dança similar ao rebolado do funk no Brasil.
Casamento de verdade
Casamento durante show do intervalo de Bad Bunny no Super Bowl foi real
Foto por JOSH EDELSON / AFP
Cerca de cinco minutos após o início do espetáculo de 13 minutos, a parte final de uma cerimônia de casamento foi exibida, com um celebrante e um casal. O casamento foi real, como confirmou um representante do cantor para a imprensa americana.
O casal, que não teve os nomes divulgados, havia convidado Bad Bunny para o casamento, mas ele sugeriu que, em vez disso, eles participassem do show do intervalo. O artista serviu como testemunha e assinou a certidão de casamento, com direito até a um bolo de verdade.
Lady Gaga baila
Bad Bunny cumprimenta Lady Gaga, que fez participação em show do cantor no Super Bowl
Carlos Barria/g1
A cantora Lady Gaga entrou com Los Sobrinos, uma banda porto-riquenha de salsa, para tocar “Die With a Smile”. Eles foram uma espécie de “banda de casamento” para o casal que apareceu logo antes.
A cerimônia teve mesinhas, bolo de casamento e até uma criança “dormindo” na cadeira. Em seguida, a própria Gaga foi puxada para dançar por Bad Bunny em “Baile Inolvidable”.
Nuevayol: a Nova York latina
Em seguida, ele entoou “Nuevayol”. A faixa relembra a conexão entre a ilha caribenha e a cidade americana, considerada o centro cultural e demográfico mais importante para os porto-riquenhos fora de San Juan. Afinal, até a bandeira de Porto Rico foi feita por lá.
O cenário imitou as “bodegas” americanas, com direito à aparição especial de Toñita, dona do Caribbean Social Club. É um dos bares mais emblemáticos da cultura latina em Nova York.
Foi nesse momento, também, que Bad Bunny aproveitou para entregar um Grammy para uma criança que “o assistia” em uma televisão. As roupas do menino foram inspiradas em um visual que o próprio Benito (Bad Bunny) usava em uma foto de infância.
O ator mirim Lincoln Fox interpretou Bad Bunny no Super Bowl
Reprodução/Instagram
Ricky Martin canta ‘Lo que le pasó a Hawaii’
Ricky Martin se apresenta no show do intervalo do Super Bowl LX entre o Seattle Seahawks e o New England Patriots no Levi’s Stadium
Mark J. Rebilas-Imagn Images
Outro destaque foi a aparição de Ricky Martin, conterrâneo de Bad Bunny. Sentado em cadeiras que simulam a capa do disco “Debí Tirar Más Fotos”, o convidado cantou “Lo que le pasó a Hawaii”, uma das canções mais políticas do repertório de Bad Bunny.
A faixa narra como o imperialismo americano afetou a identidade e a cultura do Havaí, território que se tornou parte dos EUA em 1898. Ele diz que “não quer que façam” com Porto Rico o que foi feito com o arquipélago havaiano.
Bandeira de Porto Rico e ‘o apagão’
Bad Bunny com a bandeira de Porto Rico
Foto/AP Photo/Mark J. Terrill
Mais para o fim, Bad Bunny apareceu com uma grande bandeira de Porto Rico, com o triângulo em azul-claro (a bandeira nesse tom é associada aos rebeldes pró independência). Nessa hora, ele cantou “El Apagón”, outra de suas músicas focadas em crítica social. Ele sobe em um poste e acaba causando um “apagão” no estádio.
“Agora todos querem ser latinos, mas falta ‘Sazón'”, diz a música.
O que é América
Bandeira do Brasil aparece entre outras das Américas no show de Bad Bunny no Super Bowl
Mike Blake/Reuters
O momento mais representativo veio no fim do show, quando Bad Bunny pegou uma bola de futebol que dizia “Juntos, somos a América”. Ele estava acompanhado de bailarinos e músicos que seguravam bandeiras de diversos países do continente americano.
“Deus abençoe a América”, disse o artista em inglês, reproduzindo a frase patriótica comumente usada pelos estadunidenses.
Em seguida, ele aproveitou para definir América: “Ou seja: Chile, Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Peru, Equador, Brasil, Colômbia…” e citou todos os países do continente americano, incluindo Estados Unidos e “minha terra mãe, Porto Rico”.
No fundo, um telão exibia a frase “A única coisa mais poderosa que o ódio é o amor”. E assim, Bad Bunny encerrou dançando e cantando “Dtmf”, faixa-título do disco mais recente, que fala sobre amor, saudade, identidade e memória.

Fonte: G1 Entretenimento

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Shakira cai durante show e brinca: ‘Não se preocupe que sou de borracha’


Shakira cai durante show e brinca: ‘Não se preocupe que sou de borracha’ 
Shakira caiu no palco durante um show de sua turnê mundial em El Salvador na noite de sábado (7). A cantora corria agradecendo ao público quando virou o pé e levou um tombo.
“Ui, que queda”, disse ao se levantar. Ela ainda brincou ao postar o vídeo da queda nos stories de seu perfil no Instagram: “Não se preocupe que sou de borracha.”
Depois do tombo, Shakira seguiu com seu show. Mais tarde, ela disse que ninguém estava imune às quedas.
Shakira cai durante show e brinca: ‘Não se preocupe que sou de borracha’
Reprodução/Instagram
Show em Copacabana?
Depois de Madonna e Lady Gaga, quem vai cantar na praia de Copacabana em 2026? No começo do ano, segundo alguns posts de fãs em redes sociais e notas em sites especializados de música, sugeriam que a escolhida seria Shakira.
Um suposto show da cantora no “Todo Mundo no Rio” apareceu para o dia 9 de maio de 2026, em um site de turnês (Songkick) e na lista da plataforma de streaming Deezer, que foi patrocinadora das últimas edições.
Depois de alguns dias, o show da cantora colombiana já não estava mais listado no Songkick. Mas mesmo que estivesse, não é porque a informação está lá (ou no streaming) que é confirmada. O g1 explicou como funciona essa relação entre agenda de shows e plataformas de streaming:

Fonte: G1 Entretenimento

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Casamento durante show de Bad Bunny no Super Bowl foi real


Trump classifica como “terrível” show de Bad Bunny no Super Bowl
O casamento que aconteceu durante o show de Bad Bunny no Super Bowl na noite deste domingo (8) foi real. Um representante do cantor confirmou a informação para a imprensa americana.
Casamento durante show do intervalo de Bad Bunny no Super Bowl foi real
Foto por JOSH EDELSON / AFP
Cerca de cinco minutos após o início do espetáculo de 13 minutos, a parte final de uma cerimônia de casamento foi exibida, com um celebrante declarando o casal casado. O marido e a mulher, ambos vestidos de branco, trocaram um beijo. Em seguida, a cantora Lady Gaga e Los Sobrinos, uma banda porto-riquenha de salsa, começaram a tocar “Die With a Smile”.
FOTOS: Bad Bunny se apresenta no intervalo do Super Bowl
O casal, que não teve os nomes divulgados, havia convidado Bad Bunny para o casamento, mas ele sugeriu que, em vez disso, eles participassem do show do intervalo. O artista serviu como testemunha e assinou a certidão de casamento, com direito até a um bolo de verdade.
O cantor Bad Bunny durante o show do intervalo do Super Bowl.
REUTERS/Mike Blake

Fonte: G1 Entretenimento

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Lucina apronta álbum com canções que versam sobre ‘bicho, pedra, gente’


Lucina dá voz a canções como ‘Tessituras’ e ‘Tantos universos’ em álbum gravado em estúdio de Niterói (RJ) com 13 parcerias da artista com o poeta arrudA
Patrícia Ferraz / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Na segunda semana de janeiro, Lucina entrou em estúdio situado na cidade fluminense de Niterói (RJ), onde a artista apronta álbum previsto para ser lançado em junho.
Ainda em fase de gravação, o álbum reúne 13 músicas inéditas de Lucina – cantora e compositora mato-grossense projetada na década de 1970 como integrante da dupla Luli & Lucina (1972 – 1998) – com letras do poeta paulistano arrudA. O repertório inclui canções como “Bicho, pedra, gente”, “Há riachos”, “Tantos universos” e “Tessituras”.
Gravado sob direção e produção musical de Patrícia Ferraz, o álbum tem os toques de músicos como Adriano Souza (piano), Bruno Aguilar (baixo), Christiaan Oyens (guitarra), Joana Queiroz (clarinete e clarone), Jorge Mathias (baixo), Lui Coimbra (violoncelo), Nando Duarte (violão de sete cordas), Ney Marques (violão), Pedro Marcondes (baixo), Sandro Moreno (percussões) e Walter Villaça (violão), além da própria Lucina ao violão.
O último álbum de Lucina, “Nave em movimento – A música artesanal de Luli & Lucina” (2023), foi lançado há dois anos com onze músicas então inéditas recolhidas pela artista no amplo acervo do cancioneiro autoral da dupla Luli & Lucina.

Fonte: G1 Entretenimento

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Molejo, postura, tapinha no peito? Professores das famosas ensinam o essencial para sambar no carnaval


Aprenda a sambar com os professores das famosas
Será que samba no pé é para todo mundo? Qualquer pessoa pode aprender a sambar? Molejo, postura, tapinha no peito… Afinal, o que é essencial para desfilar na avenida no carnaval?
O g1 convocou os coreógrafos e professores Victor Allonzo, Marcus Prado e Mary Prado para ensinar o passo a passo do samba no Centro Cultura São Paulo. Os irmãos já deram aulas para estrelas como Sabrina Sato, Mileide Mihaile, Erika Januza, Lexa, Rafa Kalimann, Thaila Ayala e muitas outras.
Além de mostrar o que fazer com os pés, braços e quadril (assista no vídeo acima), eles também tiram algumas dúvidas sobre o tempo de aprendizado e a importância de alguns gestos na avenida. Leia a seguir:
Todo mundo pode sambar?
Os coreógrafos e professores Victor Allonzo, Mary Prado e Marcus Prado ensinam a sambar
Rafael Peixoto/g1
“Todo mundo pode sambar”, garante Mary Prado, diretora da ala de passistas da Camisa 12.
A dança traz a autoafirmação pessoal de quem realmente gosta de dançar, de se sentir bem. E a dança faz isso, independentemente do seu tipo físico, da sua etnia, classe social. A dança ela atrai todos os povos, todas as culturas e ela agrega. Então todo mundo pode dançar, sim. Se um dia alguém disser que não, não acredite.”
Quanto tempo a pessoa leva para aprender a sambar?
“O samba no pé está dentro do nosso corpo. Então, cada aluno tem o seu tempo, cada pessoa tem a sua limitação. Nós temos que respeitar isso como professores. O mais importante é cada pessoa se sentir bem dentro do seu próprio tempo”, afirma Mary.
Princípios básicos
“O samba é uma dança solo, É você por você mesmo”, explica Victor Allonzo, passista de ouro da Águia de Ouro.
“Nós trabalhamos o corpo inteiro, braços, pernas, quadris, joelhos, pés. O movimento começa do pé juntamente com os braços. Existe uma conexão: ao mesmo tempo em que você troca a perna, você troca o braço. Dessa forma, você consegue ter um acompanhamento da bossa do ritmo sem se perder e com maestria, mostrando a elegância do bom samba no pé.”
O samba de carnaval de avenida mudou?
Nos últimos anos, tem viralizado muitos vídeos com rainhas acompanhando a bossa da bateria e fazendo coreografias ao longo do percurso.
Para Mary Prado, apesar de o samba de carnaval de avenida ter mudado ao longo dos anos, essa junção não é exatamente nova.
“Viraliza porque a internet traz muito essa ideia da visibilidade, mas para quem já desfila há muitos anos, não é novidade. Aqui em São Paulo isso sempre aconteceu. As mulheres sempre foram muito ligadas ao que a bateria estava fazendo, porque a bateria é o coração da escola de samba.”
“Mas não dá para ser só isso, tem que ser bem equilibrado. Porque às vezes fica mais as dancinhas que viralizam do que o samba. Tem que equilibrar para ficar harmonioso para todo mundo.”
Mary Prado e Victor Allonzo ensinam a sambar
Rafael Peixoto/g1
Samba de bloco, de roda e de avenida. Existe diferença?
“Nos bloquinhos, como são mais marchinhas, muitas vezes você acaba não conseguindo sambar em si. Você mais se diverte, pula, brinca”, comenta Marcus Prado, passista de ouro da Águia de Ouro.
“No samba de roda e de carnaval, a diferença vai no andamento. Você vai numa roda de samba, é um samba, é um pagode, então é tudo mais tranquilo. Tem um momento de dar uma acelerada, obviamente, mas o carnaval é o tempo inteiro lá em cima”, explica ele.
Marcus também cita a importância da preparação física para entrar na avenida, já que, ali, não é só saber sambar.
“Você tem que controlar a respiração, porque muitas vezes acontece de você se entregar demais. E aí, se você não controla sua respiração, começa a ficar com dores, com dificuldade para respirar. E você tem que sorrir, tem que cantar.”
“Para as mulheres ainda é pior. Tem o salto, tem uma cabeça [da fantasia] um pouco mais apertada, um biquíni. São muitos fatores que podem atrapalhar se você não estiver 100% preparado.”
Tapinha no peito é essencial?
Professor Carlinhos Salgueiro sinaliza tapinha no peito para Virgínia Fonseca durante ensaio da Grande Rio
Reprodução/Instagram
Recentemente, viralizou um vídeo do professor de Virgínia Fonseca apontando para que ela colocasse a mão no peito durante um ensaio da Grande Rio, escola na qual ela estreia como Rainha de Bateria.
Marcus explica que o tapinha no peito pode ser por causa do enredo, mas também, por respeito à escola e à bateria.
“Você tem um exército atrás de você. Então, ela precisa mesmo reverenciar essas pessoas com muito amor e respeito. O gesto da mão no peito, no coração, é no sentido de amar e respeitar, estou aqui de corpo e alma”, cita.
Até por isso, Marcus também defende a importância de as rainhas entenderem detalhes como este no carnaval, se dedicando aos ensaios e à escola o ano inteiro, não somente às vésperas do desfile.
“Por isso, nós, como professores, lutamos muito para que as rainhas sempre sejam aquelas que se dedicam bastante. Não só que nasçam no samba, que eu acho que não é uma regra. Posso chegar amanhã, mas desde que eu treine um ano inteiro para, no ano que vem, estar representando totalmente. Que seja de coração.”
Mary Prado e Marcus Prado ensinam a sambar
Rafael Peixoto/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Trump detona show de Bad Bunny no Super Bowl: ‘Afronta à grandeza da América’


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou a apresentação de Bad Bunny no Super Bowl em suas redes sociais, na noite deste domingo (8). Sem citar o nome do artista, o republicano chamou o show de “bagunça”.
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“Absolutamente terrível, um dos piores de todos os tempos! Não faz sentido nenhum, é uma afronta à grandeza da América e não representa nossos padrões de sucesso, criatividade ou excelência”, disse na postagem.
“Ninguém entende uma palavra do que esse cara está dizendo, e a dança é repugnante”, continuou. “Esse “show” é um tapa na cara do nosso país, que está estabelecendo novos padrões e recordes todos os dias”.
Trump detona show de Bad Bunny
Reprodução/Truth Social
Bad Bunny se apresentou no evento que simboliza a grande final da liga de futebol americano dos EUA. Um dos programas com a maior audiência da TV norte-americana. Esse ano, o jogo e o show foram realizados no Levi’s Stadium, na Califórnia, com a disputa entre New England Patriots e Seattle Seahawks.
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Show de Bad Bunny já é o mais político da história do Super Bowl, mesmo se não tiver manifestações
Antes mesmo de acontecer, a apresentação de já havia repercutido significativamente em relação aos últimos anos. E enfureceu Trump e seus apoiadores, alguns até organizando uma “programação paralela” em protesto.
Posicionamento de Bad Bunny
Bad Bunny com a bandeira de Porto Rico
Foto/AP Photo/Mark J. Terrill
Não é segredo que Bad Bunny tem um lado político atrelado ao seu trabalho. Há anos, as músicas e o posicionamento público do cantor falam por ele.
Isso ficou claro em 2019, quando o músico abandonou uma turnê para se juntar a uma onda de protestos contra o governador Rosselló, em Porto Rico. Na época, ele se juntou aos conterrâneos Residente, iLe e Ricky Martin, se tornando uma das celebridades porto-riquenhas mais ativas politicamente.
Além disso, Bad Bunny nunca abriu mão de sua identidade latina para emplacar nos Estados Unidos, um privilégio que Shakira ou Ricky Martin não puderam ter.
As músicas do cantor são inerentemente latino-americanas: seguem a linha do reggaeton e trap latino, com letras em espanhol, além de citações musicais que vão de “Garota de Ipanema” a clássicos porto-riquenhos.
Tensões políticas no auge
O show do intervalo do Super Bowl é um dos eventos musicais mais assistidos do mundo, atraindo mais de 100 milhões de telespectadores somente nos Estados Unidos.
Historicamente, é um entretenimento “inofensivo”, projetado para manter o público ligado e garantir o faturamento publicitário nesse evento de altíssima audiência da TV americana.
Não é exatamente um evento isento de polêmicas, claro. Na verdade, um pouquinho de controvérsia (como mostrar o dedo do meio ao vivo, como fez M.I.A. em 2012) nunca fez mal para a divulgação do negócio.
Mas de manifestação mesmo, o máximo que o Super Bowl viu foi em 2016 — quando Beyoncé, vestida como os Panteras Negras, divulgou uma música inédita sobre negritude. Mas ela era só a convidada da atração principal, que era o Coldplay. Ou em 2025, quando um dançarino de Kendrick Lamar mostrou uma bandeira da Palestina e do Sudão de forma abrupta. Ele foi preso.
Mas desta vez, os Estados Unidos vivem um momento de grande inquietação em seu próprio território e é inevitável que isso transborde para o evento. O Super Bowl se dará em meio à onda de manifestações contra o ICE, após mortes causadas pela agência de imigração no Minnesota.
Na época do anúncio de Bad Bunny, a Secretária de Segurança Interna dos Estados Unidos Kristi Noem chegou a dizer que o ICE estaria “em todo o lugar” durante o Super Bowl.
Mas nos últimos dias, a chefe de segurança da NFL, Cathy Lanier, afirmou que os agentes do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos não terão qualquer participação no evento.
De toda forma, o clima segue bastante tenso por lá. E em um momento em que ações anti-imigração são a pauta da vez, um artista porta-voz da comunidade latina subirá ao palco.

Fonte: G1 Entretenimento

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FOTOS: Bad Bunny se apresenta no intervalo do Super Bowl


O cantor Bad Bunny se apresentou no intervalo do Super Bowl, neste domingo (8).
📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça
O evento, que simboliza a grande final da liga de futebol americano dos Estados Unidos, é realizado no Levi’s Stadium, na Califórnia, com a disputa entre New England Patriots e Seattle Seahawks.
Apresentação contou com a participação de Lady Gaga e Ricky Martin.
Veja fotos da apresentação do cantor:
Bad Bunny se apresenta durante o show do intervalo
REUTERS/Carlos Barria
Bad Bunny no intervalo do Super Bowl
Mike Blake/Reuters
Bad Bunny no intervalo do Super Bowl
Carlos Barria/Reuters
Bad Bunny se apresenta no intervalo do Super Bowl
Carlos Barria/Reuters
Bad Bunny se joga para ser agarrado por dançarinos durante show no Super Bowl
Carlos Barria/Reuters
Bad Bunny dança com criança em apresentação no Super Bowl
Carlos Barria/Reuters
Bad Bunny se joga para ser agarrado por dançarinos durante show no Super Bowl
Carlos Barria/Reuters
Bad Bunny cumprimenta Lady Gaga, que fez participação em show do cantor no Super Bowl
Carlos Barria/g1
Ricky Martin se apresenta no show do intervalo do Super Bowl LX entre o Seattle Seahawks e o New England Patriots no Levi’s Stadium
Mark J. Rebilas-Imagn Images
Como Bad Bunny usou seu novo disco para defender a história e a cultura de Porto Rico

Fonte: G1 Entretenimento

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Anitta se equilibra entre funk, samba e reggae em álbum trilíngue que trará Luedji Luna, Rincon Sapiência e King


Anitta anuncia o oitavo álbum de estúdio da artista, ‘Equilibrium’
Reprodução / Facebook Anitta
♫ NOTÍCIA
♬ Assim que cumprir a agenda do Carnaval 2026, Anitta ficará focada na promoção do oitavo álbum de estúdio da artista. “Equilibrium” é o nome desse álbum trilíngue em que a cantora e compositora carioca transitará por gêneros musicais como funk, samba e reggae.
Por ora sem feats internacionais, o álbum “Equilibrium” terá participações da cantora Luedji Luna e dos rappers Rincon Sapiência e King na primeira parte do disco, cantada em português – com alguns temas de sotaque afro-brasileiro no repertório inédito – e prevista para ser lançada neste primeiro semestre de 2026.
No segundo semestre, Anitta apresentará a segunda parte do álbum “Equilibrium”, com músicas em inglês e em espanhol, voltadas para o mercado pop internacional.

Fonte: G1 Entretenimento

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Bad Bunny no Super Bowl 2026: que horas, onde assistir e como deve ser o show


Como Bad Bunny usou seu novo disco para defender a história e a cultura de Porto Rico
Neste domingo (8), Bad Bunny comanda o cobiçado intervalo do Super Bowl, evento de maior audiência da TV americana.
O evento será no Levi’s Stadium, na Califórnia, com a disputa entre New England Patriots e Seattle Seahawks. Veja tudo que você precisa saber sobre o show:
Show em meio a tensões políticas
Bad Bunny chega ao Super Bowl no auge de sua carreira: o músico foi o mais ouvido no mundo em 2025 e acaba de levar o Grammy de álbum do ano pelo disco “Debí Tirar Más Fotos”.
Mas por outro lado, esse show acontece em um momento de grande tensão nos EUA. E nesse contexto, será um artista porto-riquenho, que canta em espanhol e já se posicionou contra o Trump, ocupando o palco do evento mais midiático e americano da atualidade.
Show já é o mais político da história do Super Bowl, mesmo se não tiver manifestações
Antes mesmo de acontecer, a apresentação de Bad Bunny já repercutiu significativamente em relação aos últimos anos. E enfureceu Trump e seus apoiadores, alguns até organizando uma “programação paralela” em protesto.
Mas ao que tudo indica, o show seguirá o lema de união e exaltação da cultura latino-americana. Com as tensões políticas no auge, o artista não parece querer que as coisas fiquem caóticas.
“Vai ser divertido, vai ser uma festa. Vai ser fácil, e as pessoas só precisam se preocupar em dançar”, adiantou o cantor em entrevista à Apple Music nesta quinta (5).
Bad Bunny fará show de intervalo no Super Bowl 2026
AP Photo/Eduardo Verdugo
Nesta semana, o comissário da NFL Roger Goodell minimizou polêmicas. Ele disse que espera que o show de domingo sirva para “unir pessoas” em vez de debates políticos.
Como deve ser o show
“Debí Tirar Más Fotos” é um álbum centrado na cultura porto-riquenha, com canções dançantes como “Nuevayol” e “Baile Inolvidable”. Inclusive, o show deve ser todo em espanhol.
É difícil prever o que Bad Bunny vai incluir nos 12 a 14 minutos de show (geralmente, artistas fazem um medley da carreira). Mas a expectativa é que o artista mescle o repertório do disco atual com seus sucessos mais antigos na linha do reggaeton e dembow, como “Dákiti” e “El Apagón”. Também dá para esperar hits como “I Like It”, com Cardi B e J Balvin.
Se levar convidados, deve chamar conterrâneos, como Chuwi e Jhayco, ou até outros grandes artistas latinos, como J Balvin e Karol G. Os colombianos já negaram que aparecerão no show, mas se fossem, dificilmente contariam antes da hora.
Que horas é o show do intervalo e onde assistir?
A partida começa às 20h30, no horário de Brasília. O show está previsto para começar entre 22h e 22h30, dependendo do andamento da partida.
A apresentação terá transmissão ao vivo na GE TV e no Multishow, a partir das 22h, com reexibição na TV Globo após o “BBB”.
O Green Day se apresentará na cerimônia de abertura do jogo. Charlie Puth, Brandi Carlile e Coco Jones também cantarão antes da partida.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ná Ozzetti dá voz a quatro músicas do irmão, Marco Ozzetti, em EP indicado para os crentes na ‘salvação’ da poesia


Ná Ozzetti lança em 25 de fevereiro o EP ‘Música na poesia – Canções de Marco Ozzetti e Simone Bacelar’
Vange Milliet / Divulgação
♫ CRÍTICA DE EP
Título: Música na poesia – Canções de Marco Ozzetti e Simone Bacelar
Artista: Ná Ozzetti
Cotação: ★ ★ ★
♬ “Para os desamparados nas sombras do mundo / Para os que tombam / Para os que se erguem / Para os crentes na salvação da poesia”, enumera Ná Ozzeti, sobre levada rítmica bem marcada pela percussão de Thata Ozzetti, ao dar voz aos versos de “As bençãos de Oxalá”.
A gravação da composição inédita abre o EP “Música na poesia – Canções de Marco Ozzetti e Simone Bacelar”, próximo lançamento fonográfico de Ná Ozzetti, cantora de voz cristalina projetada no início dos anos 1980 como vocalista do grupo Rumo, um dos expoentes da Vanguarda Paulista que movimentou a música indie de São Paulo naquela década.
No EP, programado para ser lançado em 25 de fevereiro com capa que expõe arte de André Salerno, Ná opta por divisões mais tradicionais no canto de quatro músicas inéditas compostas pelo irmão, Marco Ozzetti,. a partir de versos da poeta baiana Simone Bacelar.
A poesia de Bacelar gerou a música de Marco, o que justifica o título “Música na poesia” do EP gravado no estúdio paulistano 185 com produção musical de Dante Ozzetti e colaborações de Marco e Ná na formatação das faixas.
Iniciada em 2022, a parceria surgiu quando Marco Ozzetti – então decidido a se dedicar à arte de compor canções – se deparou e se identificou com poema de Simone Bacelar nas redes sociais. Nasceu dessa afinidade a canção “Lugar algum”, terceira das quatro faixas do EP.
O repertório do disco “Música na poesia – Canções de Marco Ozzetti e Simone Bacelar” também inclui “Sou estações” e “Dividi com você”, samba gravado com o toque da cuíca de Luanda Ozzetti, em participação que reforça o caráter familiar do EP.
Como as letras-poemas se impõem sobre as quatro melodias, o disco soa mais indicado para os que creem na salvação da poesia sobre todas as coisas. Até porque, no caso, a poesia salva o EP…
Capa do EP ‘Música na poesia – Canções de Marco Ozzetti e Simone Bacelar’, de Ná Ozzetti
Arte de André Salerno

Fonte: G1 Entretenimento