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‘O Agente Secreto’ ganha mais prêmios internacionais


“O Agente Secreto” recebe duas indicações ao BAFTA
“O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, ampliou sua lista de prêmios no fim de semana com novas vitórias em três premiações internacionais.
No domingo (8), Wagner Moura levou o prêmio de melhor ator no Paris Film Critics Awards, concedido por críticos e jornalistas sediados em Paris. No mesmo dia, ele também recebeu o Virtuoso Award, em Santa Barbara, ao lado de Jacob Elordi (“Frankenstein”), Sydney Sweeney (“Christy”), Teyana Taylor e Chase Infiniti (“Uma Batalha Após a Outra”), Amy Madigan (“A Hora do Mal”), Wunmi Mosaku (“Pecadores”) e Inga Ibsdotter Lilleaas (“Valor Sentimental”). O prêmio reconhece atuações de destaque na temporada.
Wagner recebeu o Virtuoso Award em Santa Barbara ao lado de Jacob Elordi (“Frankenstein”), Sydney Sweeney (“Christy”), Teyana Taylor e Chase Infiniti (“Uma Batalha Após a Outra”), Amy Madigan (“A Hora do Mal”), Wunmi Mosaku (“Pecadores”) e Inga Ibsdotter Lilleaas (“Valor Sentimental”)
Reprodução/Instagram
O filme também se destacou no International Cinephile Society Awards, organização global de críticos de cinema. A produção venceu nas categorias de melhor filme, direção, elenco e roteiro original, além de dois prêmios de atuação: Wagner Moura como melhor ator e Tânia Maria como melhor atriz coadjuvante.
“O Agente Secreto” recebeu quatro indicações ao Oscar 2026, concorre a melhor filme, ator (Wagner Moura), filme internacional e seleção de elenco. A cerimônia dos melhores do cinema acontece em 15 de março, em Los Angeles, nos Estados Unidos. Assim como em 2025, a 98ª edição da premiação americana vai contar com o comediante Conan O’Brien como apresentador.
Qual a história de ‘O agente secreto’?
“O Agente Secreto” coloca Wagner Moura na pele de Marcelo, um professor que desembarca na capital pernambucana em pleno 1977 fugindo de ameaças em São Paulo para tentar reencontrar o filho.
O longa de Kleber Mendonça Filho é um thriller de atmosfera densa que acerta ao transformar o carnaval e a paisagem urbana em um cenário de vigilância e paranoia, funcionando como um jogo de gato e rato onde as lendas locais e o medo da ditadura se misturam, entregando uma obra que é, ao mesmo tempo, um drama familiar comovente e um suspense pop de tirar o fôlego.
Wagner Moura é Marcelo em ‘O Agente Secreto’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Quem viaja mais no carnaval? O ranking de kms de Zé Felipe, Pedro Sampaio, Safadão e mais


Quantos kms e cidades os artistas vão percorrer no carnaval?
Meia volta ao mundo. Esse é percurso que Zé Felipe faria se colocasse em linha reta todo o trajeto de deslocamento que ele vai percorrer ao longo do carnaval entre uma cidade e outra. Durante os seis dias de folia (de 13 a 18 de fevereiro), o cantor vai cruzar o país de norte a sul, passando por 12 cidades e somando quase 20 mil quilômetros (se somarmos os percursos feitos todos por terra). Por duas vezes nesse período, o sertanejo fará três shows em um mesmo dia.
O g1 analisou a agenda de mais de 40 artistas e fez um ranking somando a quilometragem que cada um deles vai rodar de sexta-feira (13) a quarta-feira (18) usando como metodologia a rota mais curta possível de GPS, priorizando o asfalto disponível. Veja dados completos ao final da matéria.
Para dar conta de toda essa maratona, o cantor fará sua trajetória de jato particular junto com seu staff. O restante da equipe, seguirá de voo comercial. Mas para atender a demanda de todos os shows sem falha, serão três equipes trabalhando ao mesmo tempo, segundo Ailton Benício, da ForVibes Music, explica ao g1.
“É supertranquilo, pois antes de finalizar a contratação, alinhamos os horários de início de cada show e a logística de um para outro”, conta o empresário de Zé Felipe.
“Tem alguns momentos no ano em que a agenda fica mais puxada mesmo, e temos que aproveitar o momento de trabalhar, receber essa energia do público. Fazer três shows no mesmo dia é puxado, não vou mentir, mas também mostra o quanto o nosso trabalho está sendo abraçado pelo Brasil inteiro”, comemora Zé Felipe.
Zé Felipe fará o maior deslocamento ao longo do carnaval, enquanto Henry Freitas e Michele Andrade tem as maiores agendas de show do período
Reprodução/Instagram
Apesar da longa quilometragem, Zé aparece em terceiro no ranking quando se fala em números de shows no carnaval e de cidades em que vai passar no período.
Zé desembarca em 12 cidades. Já Michele Andrade, ex-vocalista da banda Limão Com Mel, passa por 13 cidades. Mas a cantora não fará uma longa rodagem (serão 5.4 mil km, no total), já que 100% de sua agenda será na região Nordeste do país.
Henry Freitas supera os dois, passando por 14 cidades e fazendo 16 shows. Apesar disso, o dono de hits como “Tem café”, “BO pro Coração” e “Imã de Problema” percorre menos da metade dos quilômetros de Zé: serão 6.1 mil km. Assim como Michele, Henry fará sua programação nesses dias toda no Nordeste.
“O carnaval é muito especial porque é uma das épocas do ano que mais gosto. Nunca fiz essa quantidade de shows num carnaval”, afirma Henry, que chega a fazer quatro shows em um mesmo dia.
Ranking de deslocamento dos artistas no carnaval 2026
Gui Sousa/Arte g1
Fono, sono e férias
Dennis DJ vai percorrer 10.7 mil kms, passará por 10 cidades e fará 11 shows. Mas antes de encarar essa maratona, já deu início à sua preparação.
“Ela começa duas, três semanas antes. Eu tento dormir todos os dias, pelo menos 8 a 9 horas de sono, religiosamente. E não abro mão do sono quando termino o show. Faço isso sempre antes dessas maratonas de carnaval, de Réveillon, ou quando tem esses shows seguidos em curto espaço de tempo”, afirma o artista.
Além disso, ele também foca no cuidado com a alimentação. “Faço muito exercício físico. Dou uma caprichada no cardio, para eu poder chegar inteiro no carnaval, bem descansado e com condicionamento físico bom. E aproveito que eu não fumo, não bebo, isso ajuda muito também”, explica.
Henry Freitas, que passou por uma cirurgia no joelho em outubro, diz que anda com personal trainer para focar na preparação física e recuperação plena para os palcos.
“Mas estou muito bem para poder fazer os shows”, garante ele, que também tem acompanhamento com fonoaudiólogo.
“Quando a gente para pra fazer a conta e vê quase 20 mil quilômetros em seis dias, até assusta. Mas eu sou muito grato por viver isso”, afirma Zé Felipe, que para dar conta da maratona carnavalesca, tenta manter os treinos em dia.
“Mas o principal é a preparação vocal. Tento evitar muitos exageros com a voz e cuidar dela direitinho, se não, não dá certo. A correria é grande, mas quando eu subo no palco e vejo a galera cantando tudo, passa qualquer cansaço”, afirma ele, que sairá de férias após o carnaval.
“Vou ter uns dias pra descansar, curtir a família. Isso é importante pra voltar ainda mais inspirado e com energia pra entregar coisa nova pra galera. Até brinquei que quero lançar 4 músicas por mês”, brinca.
Regiões do país que mais recebem shows no carnaval 2026
Gui Souza / Arte g1
No quintal de casa
Nem sempre uma extensa agenda de shows reflete em quilometragem. Ivete Sangalo, por exemplo, fará 4 apresentações no período. Todas em Salvador. No caso da artista, a quilometragem rodada fica pelo percurso do Circuito Barra-Ondina (com cerca de 4,5 Kms), que a cantora cruza em duas destas datas com seu Bloco Coruja. As apresentações de Ivete no trio chegam a durar 8 horas.
O mesmo acontece com o Timbalada, que fará 11 shows, passando por apenas duas cidades e percorrendo 805 km. Em uma das datas, o grupo faz três shows na mesma noite. Todos em camarotes dos circuitos de carnaval de Salvador.
Artistas regionais também costumam focar em suas praças. Mas nem por isso, diminuem a demanda de shows. A pernambucana Priscila Senna é um exemplo disso. A ex-vocalista da banda Musa do Calypso fará 11 shows. Dez deles, em Pernambuco, percorrendo, assim, pouco mais de 1.2 mil kms ao longo dos seis dias. E a agenda conta com show dobrado em quase todas as noites.
Ivete Sangalo puxa trio elétrico no carnaval do Rio pela primeira vez e se emociona ao lembrar Preta Gil
Reprodução TV Globo
Pé no freio e tempo de férias
Tem também quem prefira uma agenda mais enxuta nesse período.
A cantora Iza, por exemplo, fará apresentação única em Recife. Mas também está focada no carnaval da Sapucaí, onde desfila como Rainha de Bateria da Imperatriz Leopoldinense.
Michel Teló, que já falou diversas vezes sobre a opção de ter uma agenda de shows reduzida, fará apenas duas apresentações no carnaval: ambas, em cima de seu próprio trio, o Bloco Sertanejinho do Teló (16/02, em Belo Horizonte, e em 15/02, em São Paulo).
Outro que optou pela agenda enxuta é Gustavo Mioto, que fará apenas dois shows, sendo um deles em cima do seu trio, o Solteiro Não Trai, em São Paulo. Em seguida, embarca de férias.
“Escolhi não fazer, escolhi rejeitar os convites que apareceram pra focar só no bloquinho mesmo e nessa viagem que tá vindo agora. Eu tenho três clipes para gravar a na semana do carnaval, então ia ficar já puxadão”, explica Mioto.
O sertanejo afirma, ainda, que apesar de já ter feitos dois shows na mesma noite em outros carnavais, nunca foi a favor das dobradinhas.
“Eu odeio dobra. Pra mim, nunca ficou bom os dois. Sempre um perde por alguma coisa, o outro perde por outra coisa, e acaba que nenhum dos dois é muito bom. Então a dobra sempre me incomodou.”
Mas nem por isso o cantor deixa de fazer sua preparação, já que canta ao longo de quatro horas em cima do trio.
“Comecei a me preparar em dezembro pro trio, já pensando em corpo, já pensando em voz, já pensando em garganta. Então vem fono, vem otorrino, professor de canto e aí você vai nessa onda.”
Estados que mais recebem shows no carnaval 2026
Gui Sousa/Arte g1
Região Nordeste é campeã do carnaval
Somada a agenda dos artistas analisados no ranking, a região Nordeste recebe 53% dos shows do período. Destaque para Pernambuco, que vai receber 42 apresentações.
A região Sudeste fica na segunda posição (31%), seguida do Centro-Oeste (7%).
Juntas, as regiões Norte e Sul somam 9% das apresentações do total de artistas analisados.
Os números do carnaval 2026
Gui Sousa/Arte g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Bad Bunny X Trump: a força latina nos EUA – O Assunto #1657


Bad Bunny levou ao palco do maior evento esportivo dos Estados Unidos uma apresentação inteiramente em espanhol, carregada de símbolos latino-americanos e referências a Porto Rico, onde nasceu. Ele foi a atração do intervalo do Super Bowl – final da liga de futebol americano, com audiência de 135 milhões de telespectadores apenas nos EUA – deste domingo (8), realizado na Califórnia.
Quando o cantor porto-riquenho foi anunciado como atração do evento, em outubro do ano passado, Donald Trump disse não saber quem ele era. Depois do show, o presidente americano afirmou que ninguém entende uma palavra do que Bad Bunny diz. Nos Estados Unidos, são 68 milhões de latinos, 20% da população total do país. E o artista, que é crítico da política imigratória de Trump, venceu o Grammy 2026 de Melhor Álbum do Ano e foi o mais ouvido no Spotify global em 2025 – suas músicas já foram reproduzidas mais de 20 bilhões de vezes na plataforma.
Convidado de Natuza Nery neste episódio, Arthur Dapieve conta a trajetória de Bad Bunny, da classe média baixa de Porto Rico até se tornar uma estrela da cultura pop global. Comentarista da GloboNews e professor de Jornalismo Cultural na PUC Rio, Dapieve também analisa o impacto do show para a imagem de Trump e comenta a influência latina na cultura e na economia dos Estados Unidos.
Convidado: Arthur Dapieve, comentarista da GloboNews e professor de Jornalismo Cultural na PUC Rio.
O que você precisa saber:
TRAJETÓRIA: Como empacotador de humilde cidade porto-riquenha virou fenômeno global
PRESIDENTE DOS EUA: Trump diz que apresentação foi ‘terrível’ e uma ‘afronta à grandeza da América’
SUPER BOWL: Entenda os principais momentos do show que enfureceu Trump
BLOG DA ANDRÉIA SADI: Show de Bad Bunny acende alerta até na direita brasileira
Em boicote a Bad Bunny, organização de Charlie Kirk faz show com músicos pró-Trump
O podcast O Assunto é produzido por: Luiz Felipe Silva, Amanda Polato, Sarah Resende, Carlos Catelan e Luiz Gabriel Franco. Apresentação: Natuza Nery. Participou deste episódio Paula Paiva Paulo.
O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações.
Bad Bunny se apresenta no intervalo do Super Bowl
Carlos Barria/Reuters

Fonte: G1 Entretenimento

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Catherine O’Hara morreu por embolia pulmonar causada por câncer, diz site


Catherine O’Hara morre aos 71 anos; relembre a carreira da atriz
Catherine O’Hara, atriz de “Esqueceram de Mim” e “Schitt’s Creek”, morreu aos 71 anos por embolia pulmonar causada por complicações de um câncer no reto. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (9) pelo site TMZ, que informou ter conseguido acesso à certidão de óbito da atriz.
Segundo o veículo, o Corpo de Bombeiros de Los Angeles havia confirmado à Fox News Digital que socorristas atenderam uma ocorrência na casa de O’Hara, em Brentwood, aproximadamente às 5h da manhã de 30 de janeiro.
Ela foi transportada para um hospital local em estado grave. A atriz foi declarada morta horas depois.
De acordo com a certidão de óbito, ela foi cremada e as cinzas foram entregues ao marido, Robert “Bo” Welch.
A atriz não havia compartilhado publicamente que enfrentava um câncer. Até então, a causa da morte dele era desconhecida.
A mãe do Kevin
Catherine foi um nome importante da comédia norte-americana, conhecida por transitar entre campeões de bilheteria e shows de humor de improviso.
FOTOS: Relembre carreira de Catherine O’Hara
Macaulay Culkin lamenta morte de Catherine O’Hara

A atriz canadense ficou marcada como Kate McCallister, a mãe do protagonista da franquia “Esqueceram de Mim”.
Também interpretou Delia Deetz em “Os Fantasmas se Divertem” e encarnou a matriarca Moira Rose, da série “Schitt’s Creek”, papel que lhe rendeu um Emmy de Melhor Atriz de Série de Comédia.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Começo no improviso
A carreira começou no grupo de humor de improviso Second City, em Toronto, onde iniciou a longa parceria com o ator Eugene Levy (famoso pelo papel do pai de “American Pie”).
A colaboração durou décadas, desde o programa de esquetes “SCTV”, nos anos 1970, até o domínio nas categorias de comédia do Emmy e do Globo de Ouro nos anos 2020.
Catherine O’Hara na série “Schitt’s Creek” (2015)
Divulgação
O’Hara também foi colaboradora frequente do diretor Christopher Guest e integrou o elenco de clássicos de Tim Burton, como “Os Fantasmas se Divertem” (1988) e sua sequência de 2024, “Beetlejuice Beetlejuice”.
Nos últimos anos, a atriz ampliou sua base de fãs nas redes sociais devido ao vocabulário e figurinos da personagem Moira Rose.
Ela se manteve ativa até o fim, com papéis em produções como a série de comédia “O estúdio”, na pele da executiva veterana mentora do protagonista Matt Remick (vivido por Seth Rogen). A atriz também fez uma participação na segunda temporada de “The Last of Us”.
Ela deixa o marido, o diretor de arte Bo Welch, e dois filhos, Luke e Matthew, profissionais da área de cenografia.
Catherine O’Hara com Seth Rogen em “O Estúdio”
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Catherine O’Hara em “Os fantasmas se divertem” (1988)
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Jim Carrey, Catherine O’Hara, Jane Adams e Jennifer Coolidge em “Desventuras em Série”
Divulgação
Catherine O’Hara em “The Last of Us”
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘O morro dos ventos uivantes’ subverte clássico subversivo com beleza, exagero e tesão; g1 já viu


g1 já viu: ‘O morro dos ventos uivantes’ subverte clássico
O novo “O morro dos ventos uivantes” é um baita filme – só não é o filme que talvez os fãs do clássico literário de Emily Brontë estivessem esperando.
A nova adaptação, talvez a milésima para o cinema ou para a TV, do livro de 1847 estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (12) como a subversão de uma história subversiva.
Para isso, a diretora Emerald Fennell abraça visuais deslumbrantes, uma trilha sonora exagerada e muito tesão, em especial entre Margot Robbie (“Barbie”) e Jacob Elordi (“Euphoria”).
É como se a cineasta pegasse aquela trama gótica sobre obsessão, luta de classes, abuso e crueldade na Inglaterra do século 19 e colocasse um filtro meio “Saltburn” – aquele filme da própria Fennell, que chocou a galera com a famigerada cena da lambida no ralo da banheira, em 2023.
Isso quer dizer que boa parte do enredo original ainda está lá, mas passa pela visão um tanto única da diretora/roteirista, que prefere focar na relação doentia entre o casal de protagonistas, e em como ela afeta pessoas com azar o suficiente para estarem em sua órbita.
Jacob Elordi e Margot Robbie em cena de ‘O morro dos ventos uivantes’
Divulgação
Morro de exageros
Assim como no livro, o novo “O morro dos ventos uivantes” conta a história do relacionamento entre uma jovem de família nobre e um plebeu – e como a diferença entre os dois provoca um ciclo de vingança e loucura.
Na versão de Fennell, tudo é exagerado.
A música é alta e cheia de violinos. Os cenários parecem quase um sonho – ou um pesadelo. Os figurinos poderiam ter saído de um desfile temático da Semana de Moda de Paris.
A tensão sexual é quase sólida, e há uma névoa de suor meio que perpétua gerada por corpos quentes nos morros gelados e uivantes.
Até o melodrama fica ainda mais melodramático – por mais que as partes mais pesadas do livro tenham ficado de fora. E dá para entender quem não consegue curtir tanto.
Primeiro, por adoração à obra original. Segundo, porque dá para discutir uma possível banalização do sofrimento e de relações bem doentias.
Mas há também a análise de que arte nem sempre precisa se preocupar com essas coisas.
Jacob Elordi e Margot Robbie em cena de ‘O morro dos ventos uivantes’
Divulgação
Felicidade dura pouco
Margot Robbie está ótima como sempre, mas é Jacob Elordi quem realmente se destaca como o “bruto” Heathcliff – e até se redime pela criatura meio água com açúcar que entregou em “Frankenstein”.
Do restante do excelente elenco, a incrível Alison Oliver (“Task”) é provavelmente a grande revelação do filme e é impossível ignorar o jovem Owen Cooper, garoto que ficou conhecido pela série “Adolescência”.
A única que destoa levemente é Hong Chau (“A baleia”) que, apesar de incrível como sempre, parece um tom abaixo, quase como se sua dama de companhia pertencesse a outro filme – talvez uma adaptação mais fiel ao livro.
Lá pela metade, no momento inevitável em que tudo está ótimo, o casal está feliz e o brilho do sol acentua as cores da grama, o ritmo fica perigosamente lento.
Por sorte, felicidade dura pouco e logo o filme engata novamente, e vai que é uma beleza até o final trágico. Não é sempre que dá para dizer isso, mas, no caso de “O morro dos ventos uivantes”, o público quer mesmo é uma boa dose de sofrimento.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1
Alison Oliver em cena de ‘O morro dos ventos uivantes’
Divulgação
Margot Robbie, Shazad Latif e Hong Chau em cena de ‘O morro dos ventos uivantes’
Divulgação
Jacob Elordi e Margot Robbie em cena de ‘O morro dos ventos uivantes’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Rodrigo Maranhão repõe bloco autoral na rua com ‘O amor e o tempo’, álbum de samba com Mart’nália e Chico Chico


Rodrigo Maranhão promove o álbum ‘O amor e o tempo’, produzido por João Viana
Leo Aversa / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Fundador do Bangalafumenga, bloco que tem desfile confirmado no Carnaval carioca para o próximo domingo, 15 de fevereiro, no Aterro do Flamengo, Rodrigo Maranhão também repõe outro bloco na rua ao retomar a discografia autoral quatro anos após o álbum “Mercado das flores” (2022) e quase 20 anos após a bela estreia solo no mercado fonográfico com “Bordado” (2007), álbum que trazia canções do compositor já conhecidas nas vozes das cantoras Maria Rita e Roberta Sá.
Dois anos após um disco de intérprete, “Isso não é Maranhão” (2024), o cantor, compositor, violonista e cavaquinhista carioca promove “O amor e o tempo”, álbum lançado em 28 de janeiro com dez músicas inéditas de lavra própria.
Gravado com produção musical de João Viana, o álbum “O amor e o tempo” traz as participações de Chico Chico em “Samba torto” (parceria de Maranhão com João Cavalcanti) e de Mart’nália em “Saudade de nós” (samba composto por Maranhão com Moyseis Marques).
As dez músicas foram gravadas com banda formada pelos músicos Alberto Continentino (baixo), Davi Moraes (guitarra), João Viana (bateria) e Pretinho da Serrinha (percussão), aos quais foram se juntando outros instrumentistas de acordo com a necessidade de cada faixa. Além de ter tocado toda a percussão do álbum, Pretinho da Serrinha compôs com Rodrigo Maranhão a música “Levanta povo”.
O repertório inteiramente autoral do álbum “O amor e o tempo” também é composto por parcerias de Maranhão com Gabriel Moura (“Eu sou Flamengo” e “Sebastiana”) e Zé Paulo Becker (“Saracuteio”).
Sozinho, Rodrigo Maranhão assina as músicas “Samba vagabundo”, “Fora da cadência” e “O amor e o tempo”, construindo repertório que deu forma a um álbum centrado na vivência do samba ouvido e/ou tocado na rua e nos blocos. O universo do disco gravita em torno do que o artista caracteriza como “regionalidade carioca”.
“Quem mora no Rio de Janeiro se acha muito cosmopolita e esquece que é regional”, lembra Rodrigpo Maranhão, sem a visão etnocentrista que embaça a visão cultural de muitos cariocas.
Capa do álbum ‘O amor e o tempo’, de Rodrigo Maranhão
Leo Aversa

Fonte: G1 Entretenimento

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Paul Thomas Anderson e guitarrista do Radiohead pedem retirada de trilha deles de filme sobre Melania Trump


Melania Trump fala durante estreia de seu documentário em Washington
Kevin Lamarque/Reuters
O diretor Paul Thomas Anderson e o guitarrista Jonny Greenwood, do Radiohead, pediram que um trecho de uma música do filme “Trama Fantasma” (“Phantom Thread”) seja retirado do controverso documentário “Melania”, sobre a primeira-dama americana.
Greenwood foi o responsável pela produção musical de “Trama Fantasma”, lançado em 2017, dirigido por Paul Thomas Anderson. Em comunicado, os dois alegam que uma parte da trilha do longa-metragem foi usada sem permissão pela produção sobre Melania Trump.
“Chegou ao nosso conhecimento que uma música de ‘Trama Fantasma’ foi usada no documentário ‘Melania’”, disse a dupla em um comunicado divulgado pela Variety.
“Embora Jonny Greenwood não detenha os direitos autorais da trilha sonora, a Universal não o consultou sobre este uso por terceiros, o que constitui uma violação de seu contrato de compositor. Como resultado, Jonny e Paul Thomas Anderson solicitaram que a música seja removida do documentário.”
Nos últimos 25 anos, Greenwood tem sido mais ativo como compositor de trilhas sonoras para filmes do que como músico de rock, escrevendo ou contribuindo para as trilhas de 12 filmes, segundo a Variety.
Representantes do documentário não se pronunciaram até o momento sobre o caso.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
‘Melania’, dirigido por Brett Ratner, tem sido alvo de polêmicas por conta do custo elevado para um documentário desse tipo (estima-se que foram cerca de US$ 75 milhões) e por ser pouco revelador sobre a primeira-dama americana. Ela acompanhou cada detalhe da produção e decidiu o que seria exibido ao público, algo pouco usual nesses documentários.
Pelo mundo, ‘Melania’ tem acumulado pouca arrecadação. No Brasil, por exemplo, sua estreia foi marcada por salas vazias, assim como outros países.
Nos Estados Unidos, porém, a obra tem conseguido números expressivos. Segundo a Variety, a produção arrecadou US$ 13,35 milhões no mercado doméstico após dois fins de semana em cartaz, um valor notável para um documentário desse tipo.
Mas o investimento é alto, um valor que especialistas consideram sem precedentes para esse tipo de produção, considerando que esses documentários tradicionalmente não geram grandes bilheterias. Além disso, os donos de cinemas ficam com cerca de metade da receita dos ingressos, o que torna mais difícil justificar o custo de ‘Melania’, aponta a Variety.
O gasto extravagante da Amazon MGM levou outros na indústria a especular se o documentário seria uma tentativa do estúdio de se aproximar do atual governo americano.

Fonte: G1 Entretenimento

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Show de Alcione, Jorge Aragão e Zeca Pagodinho reforça tendência de turnês em estádios com grandes encontros


Alcione (ao centro), Jorge Aragão (á esquerda) e Zeca Pagodinho se juntam na turnê ‘O maior encontro do samba’
Divulgação
♫ ANÁLISE
♬ O anúncio do show inédito que reúne Alcione, Jorge Aragão e Zeca Pagodinho – em turnê intitulada “O maior encontro do samba” e programada para transitar por arenas e estádios de sete capitais do Brasil entre junho e dezembro – reforça a tendência de turnês gregárias de estrutura gigante, idealizadas para grandes espaços. A estreia do show do trio será em 6 de junho, no estádio carioca popularmente conhecido como Maracanã.
Shows viraram grandes eventos no Brasil nos últimos anos. Cada turnê, geralmente patrocinada por instituições financeiras e realizadas por produtoras especializadas nesse tipo de megashow, é pensada como um evento especial, estrategicamente anunciado na mídia.
Grandes encontros de artistas brasileiros em shows não são, a rigor, uma novidade na cena musical brasileira. Há 50 anos, em 1976, Caetano Veloso, Gal Costa (1945 – 2022), Gilberto Gil e Maria Bethânia formaram o grupo Os Doces Bárbaros e fizeram show coletivo eternizado em álbum e documentário.
Em 1996, 20 anos depois do show do quarteto formado pelos artistas baianos, Alceu Valença, Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Zé Ramalho arrastaram multidões em todo o Brasil para ver o show da turnê intitulada “O grande encontro”. Deu tão certo que o projeto volta e meia ainda é realizado, com três dos quatro artistas do encontro original.
Contudo, essas turnês eram eventos esporádicos, idealizados de forma espontânea, tendo a música como razão principal. Nos últimos anos, turnês do gênero viraram business, marketing. Um negócio lucrativo sobre todas as coisas.
O sucesso da turnê que reuniu Caetano Veloso e Maria Bethânia em 2024 e 2025 – em show perpetuado em álbum ao vivo recentemente premiado com um Grammy – impulsionou outros encontros. Péricles e Ferrugem, por exemplo, sairão em turnê pelo Brasil a partir de março com o show “As vozes”.
Péricles, a propósito, vai se juntar a Alcione, Jorge Aragão e Zeca Pagodinho como convidado da apresentação da turnê “O maior encontro do samba” agendada para 14 de novembro no estádio Beira Rio, em Porto Alegre (RS). Em quatro das sete apresentações anunciadas por ora, o convidado será Martinho da Vila.
Enfim, embora um encontro de Alcione, Jorge Aragão e Zeca Pagodinho no paloco não seja exatamente uma grande novidade, uma vez que uns já participaram várias vezes de shows dos outros, é inegável que há certo apelo nesse show vendido como “O maior encontro do samba”. Afinal, são três bambas em cena.
Resta saber se as vendas (abertas hoje, 9 de fevereiro, para clientes do banco patrocinador da turnê e, a partir de quarta-feira, 11 de fevereiro, para o público em geral) vão corresponder às altas expectativas dos produtores…

Fonte: G1 Entretenimento

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Organização de Charlie Kirk boicota Bad Bunny no Super Bowl e faz show alternativo com músicos aliados do governo Trump


O cartaz promovendo o show da Turning Point: “The All American Halftime Show”
Turning Point USA / Divulgação
A Turning Point USA, organização estudantil criada por Charlie Kirk, ativista conservador e aliado do governo Trump assassinado no ano passado, promoveu um boicote à apresentação de Bad Bunny no show do intervalo do Super Bowl e criou um show alternativo online neste domingo (8).
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Veja FOTOS do show de Bad Bunny no Super Bowl
Trump criticou Bad Bunny em rede social
Trump detona show de Bad Bunny
Montagem/g1
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou a apresentação de Bad Bunny no Super Bowl em suas redes sociais, na noite deste domingo (8). Sem citar o nome do artista, o republicano chamou o show de “bagunça”.
“Absolutamente terrível, um dos piores de todos os tempos! Não faz sentido nenhum, é uma afronta à grandeza da América e não representa nossos padrões de sucesso, criatividade ou excelência”, disse na postagem.
“Ninguém entende uma palavra do que esse cara está dizendo, e a dança é repugnante”, continuou. “Esse ‘show’ é um tapa na cara do nosso país, que está estabelecendo novos padrões e recordes todos os dias”.
Trump detona show de Bad Bunny em 8 de fevereiro de 2026.
Reprodução/Donald Trump no Truth Social
Bad Bunny se apresentou no evento que simboliza a grande final da liga de futebol americano dos EUA. Um dos programas com a maior audiência da TV norte-americana. Neste ano, o jogo e o show foram realizados no Levi’s Stadium, na Califórnia, com a disputa entre New England Patriots e Seattle Seahawks.
Antes mesmo de acontecer, a apresentação já havia repercutido significativamente em relação aos últimos anos. E enfureceu Trump e seus apoiadores, alguns até organizando uma “programação paralela” em protesto.
Show de Bad Bunny já é o mais político da história do Super Bowl, mesmo se não tiver manifestações
Posicionamento de Bad Bunny
Como Bad Bunny usou seu novo disco para defender a história e a cultura de Porto Rico
Não é segredo que Bad Bunny tem um lado político atrelado ao seu trabalho. Há anos, as músicas e o posicionamento público do cantor falam por ele.
Isso ficou claro em 2019, quando o músico abandonou uma turnê para se juntar a uma onda de protestos contra o governador Rosselló, em Porto Rico. Na época, ele se juntou aos conterrâneos Residente, iLe e Ricky Martin, se tornando uma das celebridades porto-riquenhas mais ativas politicamente.
Além disso, Bad Bunny nunca abriu mão de sua identidade latina para emplacar nos Estados Unidos, um privilégio que Shakira ou Ricky Martin não puderam ter.
As músicas do cantor são inerentemente latino-americanas: seguem a linha do reggaeton e trap latino, com letras em espanhol, além de citações musicais que vão de “Garota de Ipanema” a clássicos porto-riquenhos.
Tensões políticas no auge
Bad Bunny com a bandeira de Porto Rico
Foto/AP Photo/Mark J. Terrill
O show do intervalo do Super Bowl é um dos eventos musicais mais assistidos do mundo, atraindo mais de 100 milhões de telespectadores somente nos Estados Unidos.
Historicamente, é um entretenimento “inofensivo”, projetado para manter o público ligado e garantir o faturamento publicitário nesse evento de altíssima audiência da TV americana.
Não é exatamente um evento isento de polêmicas, claro. Na verdade, um pouquinho de controvérsia (como mostrar o dedo do meio ao vivo, como fez M.I.A. em 2012) nunca fez mal para a divulgação do negócio.
Mas de manifestação mesmo, o máximo que o Super Bowl viu foi em 2016 — quando Beyoncé, vestida como os Panteras Negras, divulgou uma música inédita sobre negritude. Mas ela era só a convidada da atração principal, que era o Coldplay. Ou em 2025, quando um dançarino de Kendrick Lamar mostrou uma bandeira da Palestina e do Sudão de forma abrupta. Ele foi preso.
Mas desta vez, os Estados Unidos vivem um momento de grande inquietação em seu próprio território e é inevitável que isso transborde para o evento. O Super Bowl ocorre em meio à onda de manifestações contra o ICE, após mortes causadas pela agência de imigração no Minnesota.
Na época do anúncio de Bad Bunny, a Secretária de Segurança Interna dos Estados Unidos Kristi Noem chegou a dizer que o ICE estaria “em todo o lugar” durante o Super Bowl.
Mas nos últimos dias, a chefe de segurança da NFL, Cathy Lanier, afirmou que os agentes do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos não terão qualquer participação no evento.
De toda forma, o clima segue bastante tenso por lá. E em um momento em que ações anti-imigração são a pauta da vez, um artista porta-voz da comunidade latina subirá ao palco.

Fonte: G1 Entretenimento

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É #FAKE que show de Bad Bunny no Super Bowl teve participação de Liam Ramos, menino de 5 anos detido pelo ICE


É #FAKE que show de Bad Bunny no Super Bowl teve participação de Liam Ramos, menino de 5 anos detido pelo ICE
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Circulam nas redes sociais posts alegando que o cantor Bad Bunny recebeu Liam Ramos, menino equatoriano de 5 anos detido pelo ICE (Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos), durante o show de intervalo do Super Bowl. É #FAKE.
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🛑 Como são as publicações falsas?
Publicados no X neste domingo (8), data da 60ª edição do Super Bowl, os posts sugerem que o cantor porto-riquenho teria recebido Liam Ramos no palco. Ele seria supostamente o garotinho que recebeu um Grammy de Bad Bunny em um momento simbólico do show.
Mas isso não é verdade. O menino que apareceu na apresentação era um ator chamado Lincoln Fox, não Liam Ramos (leia mais abaixo).
Uma das publicações virais diz, em inglês: “Muitos de vocês podem não ter percebido, mas o garotinho a quem Bad Bunny entregou o prêmio Grammy no Super Bowl era Liam Ramos! Incrível!”.
Liam Conejo Ramos e seu pai, Adrian Conejo Arias, foram detidos em 20 de janeiro por agentes do ICE na porta de casa, em Minneapolis, quando o menino voltava da escola
No último domingo (1°), Bad Bunny levou três prêmios do Grammy, incluindo o de álbum do ano, e criticou o ICE durante um de seus discursos. O artista porto-riquenho é muito conhecido por sua posição política de valorização da América Latina e por falas contra a política anti-imigração do governo do presidente Donald Trump. Quando seu nome foi anunciado como atração do Super Bowl, Trump afirmou que a decisão era “ridícula” e que nunca havia ouvido falar do cantor.
⚠️ Por que a publicação é falsa?
O garoto que apareceu no show do Super Bowl é o ator mirim Lincoln Fox, e não Liam Ramos. Em seu perfil do Instagram, ele publicou um vídeo de sua participação e escreveu na legenda: “Vou me lembrar deste dia para sempre! @badbunnypr – foi a minha maior honra 🐰🏆🏈 “.
O Fato ou Fake encontrou reportagens de veículos de imprensa americanos que também esclareceram os posts enganosos. Um assessor de Bad Bunny desmentiu a alegação à rádio americana National Public Radio.
Bad Bunny se apresentou no evento que simboliza a grande final da liga de futebol americano dos EUA. É um dos programas com a maior audiência da TV norte-americana.
Na noite deste domingo, Trump comentou a apresentação de Bad Bunny em suas redes sociais. Sem citar o nome do artista, o republicano disse que o show foi “absolutamente terrível, um dos piores de todos os tempos”.
Antes do Super Bowl, um assessor da Casa Branca chegou a ameaçar o envio dos agentes federais de imigração para o estádio na Califórnia onde ocorreu a partida. Isso nunca aconteceu na história dos EUA. Não houve registro de operação na porta do evento, mas a declaração foi interpretada como uma tentativa de intimidação ao enorme público latino de Bad Bunny.
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O cantor Bad Bunny durante o show do intervalo do Super Bowl.
REUTERS/Mike Blake
Trump classifica como “terrível” show de Bad Bunny no Super Bowl
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Fonte: G1 Entretenimento