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‘Acqua alta’ provoca inundação na Praça San Marco em Veneza


Alta da maré é comum nesta época do ano e é causada por uma combinação de fatores ambientais e do clima. Turistas usam galochas plásticas para visitar a Praça San Marco em Veneza em 5 de novembro de 2021
Manuel Silvestri/Reuters
O fenômeno conhecido como acqua alta – água alta em italiano – provocou uma inundação na Praça San Marco em Veneza nesta sexta-feira (5).
A alta da maré é comum nesta época do ano e é causada por uma combinação de fatores ambientais e climáticos (leia mais adiante).
Com o avanço de cerca de um metro acima do nível normal, a água avançou por toda a área turística forçando visitantes a saírem de galochas para não se molhar.
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Praça de San Marco debaixo d’água em 5 de novembro de 2021
Manuel Silvestri/Reuters
O aumento, apesar de ter provocado esta inundação, não foi forte o suficiente para acionar a barreira artificial construída no ano passado para conter o aumento na frequência e intensidade das enchentes.
Apesar do fenômeno, bares e restaurantes ao redor da principal praça da cidade continuaram abertos e turistas aproveitaram para fazer fotos com a água na altura das canelas.
Bares continuam abertos em meio a enchente em Veneza em 5 de novembro de 2021
Manuel Silvestri/Reuters
Acqua alta
A cidade costuma se encher durante o outono e inverno no hemisfério norte, a partir de setembro, em um fenômeno conhecido no país como acqua alta, água alta em italiano.
Mesmo com a maré alta fazendo parte da vida da cidade, o fenômeno tem se tornado cada vez mais intenso, e está, segundo especialistas, ligado às mudanças climáticas.
Veneza debate há anos sobre as formas mais adequadas para se proteger das marés altas e criou o sistema de “impermeabilização” conhecido como Mose.
Barreiras móveis amarelas são vistas na superfície da água durante testes do projeto Mose, em Veneza, na Itália, na sexta-feira (10)
Reuters/Flavio Lo Scalzo
Composto por com 78 comportas para proteger a cidade das marés altas, o Mose, deverá estar totalmente operacional durante esta temporada.
Estimativas apontam que o fenômeno das marés altas aumentará devido à mudança climática e ao aquecimento do mar Adriático, de acordo com a agência France Presse.

Fonte: G1 Mundo

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Na Alemanha há recorde de casos de Covid-19 pelo segundo dia consecutivo; ministro de Saúde fala em voltar a lockdown


Pelo menos duas regiões do país podem entrar em lockdown se a tendência de alta não for revertida. Dirigentes de Saúde do país afirmaram que haverá uma dose de reforço para todos. Covid-19 na Europa: países com baixa vacinação sofrem explosão de casos
A Alemanha teve o segundo recorde seguido de número de novos casos diários de Covid-19 nesta sexta-feira (5): foram pouco mais de 37 mil casos nas últimas 24 horas.
O recorde anterior, o de quinta-feira, era de pouco menos de 34 mil notificações.
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Imagem de Frankfurt, na Alemanha, em 3 de novembro de 2021
Michael Probst/AP
Segundo a agência de notícias Associated Press, houve um represamento de notificações no começo da semana por causa de um feriado que caiu na segunda-feira.
O país chegou a 96.346 mortes por Covid-19.
O centro Robert Koch, o responsável pelas respostas às doenças infecciosas no país, as pessoas não vacinadas correm um alto risco de infecção.
O ministro da Saúde, Jens Spahn, afirmou que o país poderá ter que impor um novo lockdown.
Dois líderes de estados, Saxônia e Turíngia, afirmaram que deverão impor lockdowns se medidas nacionais não forem tomadas para reverter a atual tendência de alta de infecções.
O líder da Turíngia disse que vão faltar leitos de UTI em dias.
Jens Spahn durante entrevista coletiva no dia 3 de novembro de 2021
Markus Schreiber / AFP
Ministro de Saúde
Spahn, o ministro de Saúde, conversou com os secretários de Saúde do país, e eles concordaram que todos devem ter acesso a uma dose de vacina de reforço seis meses depois da segunda dose.
“Isso deve se tornar a norma, e não a exceção”, ele afirmou nesta sexta-feira.
Ele pediu para que as pessoas se vacinem e observem as normas de distanciamento social. “Quem acha que é jovem e não é vulnerável deveria conversar com os trabalhadores de unidades de tratamento intensivo”, ele disse.
O governo da Alemanha está transferindo pacientes de regiões onde os hospitais estão sobrecarregados para áreas onde há menos infecções.
Vacinação na Alemanha
Na Alemanha, 69,4% da população recebeu ao menos uma dose, de acordo com o monitoramento do jornal “Financial Times”.
No Brasil, 72,74% da população recebeu ao menos uma dose de vacina.
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Fonte: G1 Mundo

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COP26: jovens organizam protestos para pedir ações concretas para salvar planeta


As “Sextas-Feiras para o Futuro” foi uma ideia apresentada há mais de três anos pela ativista sueca Greta Thunberg, que está em Glasgow junto com jovens de várias partes do mundo. Jovens brasileiros da Coalizão Negra participam de protestos a favor do clima durante a COP26 em Glasgow.
Marcelo Rocha
Diversas manifestações estão previstas nesta sexta-feira (5), nas ruas da cidade escocesa de Glasgow, para pedir ações aos governos que estão negociando na COP26 as medidas contra as mudança climáticas, após quase uma semana do início da conferência. 
As “Sextas-Feiras para o Futuro” foi uma ideia apresentada há mais de três anos pela ativista sueca Greta Thunberg, que está em Glasgow desde o final de semana passado. “Manifestações como esta pressionam as pessoas que têm o poder, e sabemos que este movimento deve crescer para obter as mudanças que precisamos para garantir a segurança das gerações presentes e futura”, afirmou a ativista ugandesa Vanessa Nakate. A mensagem de Greta Thunberg é seguida por jovens em muitos países.
 A epidemia de Covid-19 interrompeu as manifestações semanais, mas nas últimas semanas voltaram a ganhar força.”Esta não é mais uma conferência do clima. Este é um festival de ‘greenwashing’ do Norte Global. Uma celebração de duas semanas de negócios como de costume e blá, blá, blá”, denunciou Thunberg, na quinta-feira (4) no Twitter.
A conferência do clima da ONU em Glasgow não é apenas um grande encontro de negociações com delegados de quase 200 países, mas também uma plataforma para debates sobre tecnologia, ideias e projetos, que estão sendo aplicados ou exigem anos de pesquisa, na luta contra a mudança climática.
A presidência britânica da COP26 organizou cada dia das duas semanas de evento como jornadas temáticas. Dentro do centro de exposições onde se reúnem milhares de delegados também será o dia da juventude, com atividades e debates com presença dos menores de idade.
Mobilização mundial
Neste sábado (6), está prevista outra grande mobilização mundial, em Glasgow e em outras cidades. No mês passado, o ministro do Meio Ambiente italiano, Roberto Cingolani, e o presidente da COP, o secretário de Estado britânico Alok Sharma, prometeram que apresentariam em Glasgow o manifesto adotado por 400 jovens do mundo reunidos em Milão, em um encontro da ONU.
O documento, de 50 páginas, inclui proposta para a transição energética, financiamento ou participação cidadã. O Acordo de Paris de 2015, que a COP26 deve agora reforçar e desenvolver, tem como objetivo comum impedir que o aquecimento do planeta supere 2ºC. De modo ideal, a temperatura não deve subir mais que 1,5°C.
Os países mais ambiciosos querem compromissos mundiais de corte das emissões de gases do efeito estufa, de transição energética, para alcançar a meta. Outros, como a China, alertam que há o risco de romper o consenso, caso alguns insistam em +1,5ºC, o que obrigaria praticamente a cortar pela metade as atuais emissões em oito anos. “A pegada de carbono do 1% mais rico do planeta é 30 vezes superior, se comparado ao nível compatível com a meta de 1,5ºC”, afirmou, nesta sexta-feira, a organização Oxfam, que pede às nações ricas que reduzam suas emissões em 97%.

Fonte: G1 Mundo

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Nove grupos rebeldes etíopes se unem contra governo


Frente é composta por organizações de diversas regiões da Etiópia e de diferentes etnias do país. Tanque destruído é visto na região do Tigré, na Etiópia, em maio de 2021
Ben Curtis, Arquivo/AP Photo
Nove grupos rebeldes da Etiópia, incluindo os de Tigré, que ameaçam a capital, Addis Abeba, anunciaram nesta sexta-feira (5) a criação de uma aliança contra o governo do primeiro-ministro Abiy Ahmed.
Há um conflito armado que já dura cerca de um ano na Etiópia: a Frente de Libertação do Povo do Tigré (TPLF), da região de Tigré, enfrentam as forças do governo.
Guerra do Tigré completa 1 ano com milícia perto de chegar à capital da Etiópia; entenda o conflito
Agora, a TPLF forma parte de um grupo maior, chamado Frente Unida das Forças Federais e Confederadas Etíopes.
Além da TPLF, essa frente é composta pelo Exército de Libertação Oromo (OLA) e mais sete movimentos, cuja capacidade e tamanho são mais incertos. São organizações procedentes de diferentes regiões, como Gambela, Afar, Somali e Benishangul, ou etnias (Agaw, Qemant, Sidama) do país.
“Esta frente unida responde às inúmeras crises que o país vive” para “anular os efeitos nefastos do poder de Abiy Ahmed sobre os povos da Etiópia e de outras partes”, afirmaram estas organizações em um comunicado.
O primeiro-ministro da Etiópia Abiy Ahmed fala durante sessão com parlamentares em Addis Ababa, em foto de arquivo de 22 de outubro
Tiksa Negeri/Reuters
Elas também consideram necessário unir suas forças para uma transição na Etiópia.
Guerra no norte do país
A guerra contra os rebeldes da TPLF no norte do país estourou há um ano, quando o governo federal enviou o exército para destituir as autoridades dissidentes em resposta a supostos ataques contra bases militares federais.
MAPA – Tigré, Etiópia
g1
Abiy Ahmed proclamou sua vitória no final de novembro de 2020. A partir de junho deste ano, porém, o conflito passou por uma reviravolta.
Os rebeldes do Tigré avançaram para além de sua região e, na quarta-feira (3), anunciaram a tomada da localidade de Kemissie, na região vizinha de Amhara, a 325 quilômetros de Addis Abeba.
O governo de Abiy Ahmed desmente as conquistas dos rebeldes e disse ontem que não vai recuar nesta “guerra existencial”.
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Fonte: G1 Mundo

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Jornalista chinesa detida por filmar o início da pandemia em Wuhan está à beira da morte, diz família


Zhang Zhan foi detida em maio de 2020 e condenada em dezembro a quatro anos de prisão por ‘provocar distúrbios da ordem pública’. Zhang Zhan foi presa por reportar o que estava acontecendo em Wuhan
Reprodução/Youtube
Zhang Zhan, uma jornalista da China detida após filmar o confinamento em Wuhan, a primeira cidade do mundo que detectou casos de Covid-19, está perto da morte, advertiu a família.
A ex-advogada de 38 anos se declarou em greve de fome depois de ser condenada no fim de 2020 a quatro anos de prisão por “provocar distúrbios da ordem pública”, uma acusação habitualmente atribuída na China a dissidentes políticos.
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Há vários meses ela é alimentada à força por sondas nasogástricas. O irmão da jornalista, Zhang Ju, advertiu na semana passada no Twitter que ela está muito magra e “pode não sobreviver ao inverno”.
“No coração dela, parece que existem apenas Deus e suas crenças, sem importar mais nada”, disse o irmão.
China condena jornalista a 4 anos de prisão por reportagens sobre a covid
Em fevereiro de 2020, a advogada de Xangai viajou a Wuhan, no centro da China, para narrar a situação poucos dias depois do início da aplicação de um confinamento rígido na metrópole de 11 milhões de habitantes.
As imagens de pacientes em um corredor lotado de um hospital foram das poucas informações divulgadas na época sobre as condições sanitárias da cidade.
Na quinta-feira (4), a Anistia Internacional pediu a libertação imediata de Zhang para que “termine a greve de fome e receba o tratamento que precisa desesperadamente”.
A organização Repórteres Sem Fronteiras também pediu à comunidade internacional que pressione por sua libertação “antes que seja tarde demais”.
O ativista pela democracia Lee Cheuk-Yan protesta pedindo liberdade à Zhang Zhan (em foto no pôster à esquerda), condenada a quatro anos de prisão por cobrir a pandemia de Covid em Wuhan.
Peter PARKS / AFP
A AFP não conseguiu entrar em contato com o irmão da jornalista e sua mãe não quis fazer comentários. Os diretores do sistema penitenciário também não falaram.
Um dos advogados da jornalista afirmou que a família pediu autorização para visitá-la na prisão em Xangai, mas não recebeu resposta. Seus representantes não têm informações sobre o estado atual de Zhang.
Questionado sobre o tema nesta sexta-feiram o ministério chinês das Relações Exteriores não revelou detalhes sobre a saúde da jornalista. Um porta-voz da diplomacia, Wang Wenbin, garantiu que “a China é um Estado de direito”.
“Qualquer pessoa que viole a lei deve ser punida”, declarou à imprensa, antes de afirmar que os apelos a favor da liberdade de Zhang Zhan eram “uma manipulação política anti-China”.
Além de Zhang Zhan, ao menos outros três jornalistas independentes (Chen Qiushi, Fang Bin e Li Zehua) estão detidos pela cobertura sobre a crise epidêmica em Wuhan.

Fonte: G1 Mundo

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Bispos franceses admitem ‘responsabilidade institucional’ da Igreja em casos de pedofilia


Em outubro, uma comissão independente calculou em um relatório que cerca de 216 mil menores foram vítimas de abusos por padres e religiosos na França entre 1950 e 2020. Bispos da França pedem perdão a vítimas de abusos sexuais cometidos por 3 mil religiosos
Os bispos da França admitiram que a Igreja Católica no país tem responsabilidade institucional nos milhares de abusos sexuais contra menores e sua dimensão sistêmica, anunciou nesta sexta-feira (5) seu chefe, Éric de Moulins-Beaufort.
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Eles tomaram a decisão de admitir a responsabilidade durante uma reunião em Lourdes.
“Essa responsabilidade implica um dever de justiça e de reparação”, afirmou o presidente da Conferência Episcopal local, para quem os abusos ocorreram por um “contexto geral de funcionamento, mentalidades e práticas dentro da Igreja”.
Em outubro, uma comissão independente calculou em um relatório que cerca de 216 mil menores foram vítimas de abusos por padres e religiosos na França entre 1950 e 2020.
Se forem levados em conta os trabalhadores de instituições religiosas, o número aumenta para 330 mil.
O relatório foi elaborado a pedido do episcopado e de outra instituição religiosa. O texto afirma também que houve “entre 2.900 e 3.200 pedófilos” entre os 115 mil padres ou religiosos registrados durante essas sete décadas e que 80% de suas vítimas foram meninos de 10 a 13 anos.
As revelações do abalaram a França. O presidente da Conferência Episcopal pediu perdão às vítimas e até o Papa Francisco expressou sua “imensa dor” e “vergonha” diante do alcance do escândalo.
Papa Francisco durante audiência semanal, em 5 de setembro de 2021
Guglielmo Mangiapane/Reuters
Mas a polêmica continuou após as declarações controversas do episcopado, que afirmou que o sigilo da confissão está acima da lei, mesmo em caso de abusos contra menores. Outro tema sensível é como financiar as eventuais indenizações.
O relatório foi tema da reunião anual de bispos franceses no famoso centro de peregrinação mariana, que deve ser finalizado no início da próxima semana.
Entre suas 45 recomendações, pede-se à Igreja para reconhecer sua responsabilidade “sistêmica”, social e civil nos fatos e lançar dispositivos de reconhecimento das vítimas como cerimônias públicas, missas ou memoriais.
Para financiar as indenizações das vítimas, a comissão pediu para descartar as doações dos fiéis e usar “o patrimônio dos agressores e da Igreja da França”.
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Fonte: G1 Mundo

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Adolescentes são acusados de matar e esconder corpo de professora nos EUA


Nohema Graber, professora de espanhol, foi encontrada morta nos EUA em 3 de novembro de 2021. Nohema Graber, professora de espanhol, foi encontrada morta nos EUA em 3 de novembro de 2021
Cortesia/Prefeitura de Fairfield
Dois adolescentes foram acusados na quinta-feira (4) pela morte da professora de espanhol Nohema Graber, nos Estados Unidos.
O corpo de Graber, de 66 anos, foi encontrado sob uma lona em um parque de Fairfield, no estado americano do Iowa, na véspera.
Investigadores afirmam que Williard Miller e Jeremy Goodale, ambos com 16 anos, seriam responsáveis pelos crimes de homicídio e conspiração.
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A professora nasceu no México e dava aula no colégio Fairfield High School desde 2012. Segundo o departamento do xerife local, Miller e Goodale responderão pelo crime como adultos.
As aulas foram suspensas nesta sexta-feira e a instituição de ensino disse estar preparada para oferecer aconselhamento aos estudantes que precisarem conversar.
Uma investigação ainda acontece para identificar as motivações do crime e a causa da morte de Graber, que até a última atualização desta reportagem não havia sido divulgada.
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Fonte: G1 Mundo

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Alce invade escola no Canadá; veja VÍDEO


Um estudante ficou levemente ferido após animal quebrar a janela para entrar, segundo a imprensa local. Alce invade escola no Canadá
Um alce invadiu uma escola de ensino fundamental do Canadá na quinta-feira (4), veja no vídeo acima. Ao menos um aluno teve ferimentos leves após o animal quebrar a janela, segundo a imprensa local.
O colégio Sylvia Fedoruk, na cidade rural de Saskatoon, precisou suspender suas atividades e chegou a mandar mensagens para os pais avisando do incidente enquanto ele acontecia.
“Um alce invadiu uma sala do colégio”, disse uma das mensagens enviadas pela instituição, que foi publicada por Davut Akca, pai de uma das crianças. “O animal foi tranquilizado”, segue outro recado.
Alce invadiu sala de aula em uma escola de ensino fundamental do Canadá em 4 de novembro de 2021
Reprodução/Facebook
Segundo a emissora de rádio local 92.9 The Bull, os estudantes foram retirados do local em segurança para que policiais pudessem resgatar o animal.
O alce foi injetado com tranquilizantes e será levado para a área de floresta, para fora da cidade de Saskatoon.

Fonte: G1 Mundo

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Homem suspeito de sequestrar menina de 4 anos na Austrália é levado a prisão de segurança máxima


Cleo Smith sumiu quando acampava com seus pais na costa oeste do país e foi encontrada após 18 dias dentro de uma casa que estava trancada. Veja o momento em que menina de 4 anos é encontrada após 18 dias desaparecida na Austrália
O homem acusado de sequestrar uma menina de 4 anos de uma barraca de uma família que estava acampada na Austrália foi levado a uma prisão de segurança máxima na cidade de Perth nesta sexta-feira (5), segundo o Departamento de Justiça local.
A menina Cleo Smith foi sequestrada e levada para a cidade de Carnarvon, a cerca de 100 quilômetros de distância do local de onde ela foi raptada. Ela ficou 18 dias desaparecida.
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Polícia divulga foto no hospital da pequena Cleo Smith, menina de 4 anos que estava desaparecida havia 18 dias na Austrália e foi encontrada sozinha em uma casa trancada
Montagem g1/Polícia da Austrália Ocidental via Reuters
Em sua primeira declaração pública desde que Cleo foi encontrada, os pais, Ellie Smith e Jake Gliddon, agradeceram a todos os envolvidos em seu resgate e pediram privacidade.
“Estamos muito gratos que nossa garotinha está de volta em nossos braços e nossa família está inteira novamente”, disseram os dois em um comunicado.
Cleo Smith: o áudio do momento em que menina foi resgatada de sequestro na Austrália
Cleo desapareceu da tenda de sua família nas primeiras horas de 16 de outubro no acampamento Blowholes Shacks, na cidade de Macleod. A polícia fez uma extensa busca por terra e ar, bloqueou as estradas e vasculhou as filmagens de câmeras de vigilância.
Os policiais a encontraram depois de invadir uma casa trancada em Carnarvon, uma cidade a cerca de 100 km ao sul do acampamento, na costa noroeste do estado.
A polícia australiana chegou a oferecer uma recompensa 1 milhão de dólares australianos por informações que pudessem ajudar a encontrá-la (US$ 750 mil, ou cerca de R$ 4,2 milhões).
O suspeito deve comparecer ao tribunal em 6 de dezembro. Na Austrália, a polícia não identifica o acusado até uma audiência de confissão

Fonte: G1 Mundo

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Covid: por que Europa voltou a ser epicentro das infecções por coronavírus no mundo


OMS alerta para mais de 500 mil mortes no continente até fevereiro, à medida que casos aumentam; autoridades culpam ceticismo contra vacinas. Ceticismo com vacinas ainda é principal entrave para controle da pandemia
Reuters
A Europa está mais uma vez “no epicentro” da pandemia da Covid-19, alertou a Organização Mundial da Saúde (OMS), à medida que os casos disparam em todo o continente.
Em uma entrevista coletiva a jornalistas, o diretor-regional da OMS para a Europa, Hans Kluge, disse que o continente pode ter mais meio milhão de mortes até fevereiro.
Ele culpou o ceticismo contra as vacinas pelo aumento (veja no vídeo abaixo).
“Devemos mudar nossas táticas, de reagir aos surtos de Covid-19 para evitar que eles aconteçam”, disse ele.
Direção da OMS para Europa alerta que continente voltou a ser epicentro da Covid no mundo
A taxa de vacinação diminuiu em todo o continente nos últimos meses. Enquanto cerca de 80% das pessoas na Espanha estão totalmente imunizadas com pelo menos duas doses, na Alemanha, essa taxa é de apenas 66% — e, em alguns países do leste europeu, ela é ainda menor. Apenas 32% dos russos estavam totalmente vacinados em outubro de 2021.
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O cenário contrasta com o do Brasil, onde, com mais da metade da população totalmente vacinada, infecções e mortes vêm caindo gradativamente.
Kluge também culpou o relaxamento das medidas de saúde pública pelo aumento das infecções na região europeia da OMS, que abrange 53 países, incluindo partes da Ásia Central. Até agora, a OMS registrou 1,4 milhão de mortes em toda a região.
A líder técnica da OMS para a Covid-19, Maria Van Kerkhove, disse que nas últimas quatro semanas os casos na Europa aumentaram mais de 55%, apesar de um “amplo suprimento de vacinas e ferramentas”, enquanto o diretor-executivo do programa de emergências da entidade, Mike Ryan, disse que a experiência na Europa foi “um tiro de aviso para o mundo”.
Na sexta-feira passada, a Alemanha registrou mais de 37 mil casos de Covid-19, um recorde pelo segundo dia consecutivo. A taxa de incidência da doença por 100 mil pessoas é agora mais alta do que em abril, de 169,9, mas bem abaixo do nível do Reino Unido.
Autoridades de saúde pública alemãs estão preocupadas de que uma quarta onda de infecção possa levar a um grande número de mortes e pressão sobre o sistema de saúde. Nas últimas 24 horas, foram registradas 154 mortes, contra 121 há uma semana.
Lothar Wieler, do instituto RKI da Alemanha, falou na quinta-feira sobre números assustadores.
“Se não tomarmos contramedidas agora, esta quarta onda trará ainda mais sofrimento”, disse ele.
Entre os muitos alemães que não foram vacinados, há mais de 3 milhões de pessoas com mais de 60 anos, em situação de risco particular.
Mas, como Hans Kluge apontou, o aumento de casos não se limita à Alemanha.
Os aumentos mais dramáticos nas mortes ocorreram na semana passada na Rússia, onde mais de 8,1 mil mortes foram registradas, e na Ucrânia, com 3,8 mil mortes. Ambos os países têm taxas de vacinação muito baixas e a Ucrânia anunciou um recorde de 27.377 novos casos nas últimas 24 horas.
A situação não é diferente em outros países do leste europeu.
Com pouca gente vacinada, Leste Europeu vive novo pico da pandemia de Covid-19
Na Romênia, foi registrado o maior número de mortes em 24 horas nesta semana, 591, enquanto que na Hungria as infecções diárias de Covid mais do que dobraram na semana passada, para 6.268. O uso da máscara só é necessário em transporte público e em hospitais.
“No momento, parece que estamos determinados a dizer que a pandemia acabou, que só precisamos vacinar mais algumas pessoas. Não é o caso”, disse Mike Ryan, da OMS, que pediu a todos os países que “tapassem os buracos” em sua resposta à doença.
Nesta semana, o governo holandês disse que iria reimpor o uso de máscaras e o distanciamento social em muitos ambientes públicos, após a divulgação de que as internações hospitalares aumentaram 31% em uma semana.
A Croácia teve 6.310 novos casos na quinta-feira (4/11), o maior número até agora. Já a Eslováquia registrou o segundo maior número de casos e as infecções no país voltaram aos níveis vistos pela última vez na primavera.
O vice-médico-chefe da Inglaterra, Jonathan Van-Tam, disse na quarta-feira que muitas pessoas acreditavam que a pandemia havia acabado.
No entanto, em países que mais vacinam, as taxas de infecção ainda são relativamente baixas.
A Itália tem uma das maiores taxas de vacinação para maiores de 12 anos, mas mesmo ali os novos casos aumentaram 16,6% na semana passada.
Em Portugal, o país com a maior taxa de vacinação completa do mundo (87,39% da população está totalmente imunizada), as novas infecções passaram de 1 mil pela primeira vez desde setembro.
A Espanha é um dos poucos países que não viu um aumento na transmissão, com 2.287 casos registrados na quarta-feira.

Fonte: G1 Mundo