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Mãe é condenada à prisão perpétua pela morte de cinco de seus filhos na Alemanha


Christiane K. teria matado seus filhos por “decepção, raiva e desespero”. Seu mundo desabou depois de descobrir uma foto de seu marido – de quem ela estava separada há um ano – com sua nova parceira. Christiane K. em um tribunal alemão em foto de 4 de novembro de 2021
Oliver Berg/POOL/AFP
Uma alemã de 28 anos foi condenada à prisão perpétua, nesta quinta-feira (4), por matar cinco de seus filhos, com idades entre um e oito anos, uma tragédia que chocou o país.
O tribunal de Wuppertal (oeste) reconheceu as “circunstâncias agravantes” e impôs a pena mais severa na Alemanha, impossibilitando que seja posta em liberdade pelo menos nos próximos 15 anos.
O juiz apoiou a tese da acusação, segundo a qual a acusada, Christiane K., teria matado seus filhos, basicamente, por “decepção, raiva e desespero”. Seu mundo desabou depois de descobrir uma foto de seu marido – de quem ela estava separada há um ano – com sua nova parceira.
“Sua vida mudou profundamente naquela época”, disse o presidente do tribunal, Jochen Koetter, acrescentando que a ré não conseguiu suportar isso e quis punir o ex-marido.
Seu filho mais velho, então com 11 anos, escapou do destino de suas irmãs e irmãos.
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A acusada ficou em silêncio durante todo julgamento. Ela já havia declarado sua inocência, alegando que um homem mascarado havia entrado em seu apartamento e matado seus filhos. Não foi encontrada qualquer evidência que apoiasse esta versão.
Apesar dos sinais de narcisismo e de transtorno de comportamento diagnosticados antes dos eventos, ela foi considerada plenamente responsável por seus atos. A defesa pedia que sua cliente fosse internada em um centro psiquiátrico.
Crime ocorreu em 2020
De acordo com a ata da acusação, o drama começou em 3 de setembro de 2020, em Solingen, perto de Wuppertal.
A mulher drogou a bebida dos seus filhos durante o café da manhã para fazê-los adormecer. Em seguida, ele preparou um banho. Despertou as crianças e levou um após o outro para o banheiro, onde os asfixiou, ou estrangulou.
Depois disso, envolveu-os em uma toalha e colocou-se na cama, onde foram encontrados os corpos sem vida de três meninas de um, dois e três anos, e de dois meninos, de seis e oito anos.
Neste mesmo dia, esta mãe se jogou na frente de um trem na estação da cidade vizinha de Dusseldorf, mas sobreviveu à tentativa de suicídio.
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Fonte: G1 Mundo

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Por que ‘desafio da banana’ no TikTok pode levar a deportações de sírios


Autoridades do país dizem que, ao gravar vídeos comendo bananas, os cidadãos da Síria estariam ‘incitando o ódio’ contra os turcos. Caso ilustra a crescente hostilidade contra sírios na Turquia. Vários sírios podem ser deportados da Turquia depois de postar vídeos comendo bananas
Getty Images
Rindo e brincando diante das câmeras, sírios participam da mais recente moda nas redes sociais na Turquia.
Em vídeos do TikTok, eles têm comido bananas e desafiado seus amigos a fazer o mesmo.
Os clipes parecem inofensivos o suficiente, mas podem ter consequências sérias para alguns.
Nos últimos dias, autoridades turcas acusaram sírios de “incitar ao ódio” por comer bananas de forma “provocativa”. Vários foram presos e podem vir a ser deportados.
Em um clima de hostilidade crescente contra a grande comunidade síria da Turquia, as bananas se tornaram um símbolo dessa divisão social.
Então, qual é a história por trás dos vídeos do desafio da banana?
‘Eu não posso pagar por bananas’
O desafio da banana foi inspirado por um vídeo viral de uma discussão acalorada entre sírios e turcos sobre a terrível situação econômica na Turquia.
A economia da Turquia sofreu com a alta inflação que corroeu os padrões de vida.
No vídeo, pontos de vista conflitantes foram compartilhados, e uma jovem síria, em turco fluente, defendeu a ética de trabalho dos refugiados.
Em resposta, turcos frustrados sugeriram que sírios e afegãos estavam roubando seus empregos.
Essas opiniões não são incomuns na Turquia, que abriga a maior população de refugiados do mundo, incluindo 3,6 milhões de sírios.
O sentimento anti-imigrantes tem aumentado, com vários políticos nacionalistas turcos fazendo campanha por restrições mais duras.
Mas o que tornou este vídeo viral foi o que um turco disse: “Vejo sírios no mercado comprando quilos de bananas, eu mesmo não tenho dinheiro para comprá-las”.
Esta afirmação, que causou debate entre a comunidade síria na Turquia, rapidamente se transformou em uma frase de efeito viral no TikTok.
Zombando do turco, sírios se filmaram comendo bananas, usando filtros de banana e compartilhando memes de banana. Mas as piadas não divertiram a todos.
Uma foto que substituiu a bandeira turca por uma banana foi a que mais despertou a ira.
O recém-fundado Partido da Vitória, que é nacionalista, apresentou uma queixa contra usuários sírios do TikTok por “insultar o povo turco e sua bandeira”.
Outros críticos nas redes sociais disseram que os vídeos “zombavam da grave situação econômica que os turcos estão enfrentando”.
Em um momento de crise econômica, os vídeos com bananas aparentemente irritaram as autoridades turcas também.
A imprensa local noticiou que a polícia prendeu 11 sírios que publicaram esses vídeos, acusando-os de “provocação e incitação ao ódio”.
A autoridade de imigração turca disse que iria “deportá-los depois que a papelada necessária fosse resolvida”.
Esforços estão sendo feitos para “identificar todas as mensagens provocativas” e lidar com “todos os indivíduos que participaram desta campanha”, disse a Diretoria Geral de Migração da Turquia.
As autoridades turcas também prenderam o jornalista sírio Majed Shamaa, que fez uma reportagem para a TV sobre o desafio da banana em Istambul.
‘Não estamos zombando dos turcos’
Alguns políticos turcos pareceram apoiar as prisões. Em um tuite, Ilay Aksoy, da legenda nacionalista İyi Parti, disse que “aqueles comedores de banana estão zombando de nós e insultando nossa bandeira”.
Mas o Partido Democrático Popular, que é pró-minorias, disse que as prisões foram “racistas”.
Nas redes sociais, membros da diáspora síria da Turquia tentaram explicar o objetivo dos vídeos de banana.
Um escreveu: “Não estamos zombando dos turcos, estamos zombando do racismo. A deterioração econômica afeta a todos nós”.
A jornalista síria Deema Shullar, que mora em Istambul, disse à BBC que a maioria dos vídeos são inofensivos e “meras piadas”. Mas ela disse que alguns deles podem ter sido considerados “ofensivos”.
Na Turquia, existem leis rígidas que proíbem insultos contra o Estado, sua bandeira e o presidente. Os autores dos vídeos de banana podem ser processados ​​de acordo com essas leis, disse Shullar.
Ela disse que muitos sírios temem ser deportados para seu país natal, que está em guerra civil há uma década.
“As ofensas são definidas de maneira muito ampla”, disse Shullar. Ela afirmou que um sírio pode ser deportado “por uma postagem no Facebook que pode ser interpretada de uma determinada maneira”.
Ela chamou a deportação um “ato de intimidação” por parte do governo turco.
Os vídeos de bananas mudaram o foco da crise de refugiados e das dificuldades econômicas na Turquia, disse ela. Em vez disso, todos estavam “focados nos vídeos do TikTok”.
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Fonte: G1 Mundo

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Europa volta a ser epicentro de Covid-19 e taxa de transmissão no continente é preocupante, diz OMS

O número de novos casos por dia está há quase seis semanas consecutivas em alta na Europa, e o número de mortes diárias continua a subir, já há sete semanas. Esta alta é puxada, principalmente, pelos números de Rússia, Ucrânia e Romênia. Europa volta a ser epicentro da Covid, segundo OMS
O ritmo atual de transmissão do coronavírus na Europa é muito preocupante e pode causar mais meio milhão de mortes no continente até fevereiro, alertou a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta quinta-feira (4).
De acordo com os dados da OMS Europa, as hospitalizações ligadas ao coronavírus dobraram em uma semana.
Alemanha registra recorde de casos diários de Covid-19 desde início da pandemia
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Mundo passa dos 5 milhões de mortes por Covid
Holanda anuncia retomada de medidas de prevenção contra a Covid
O número de novos casos por dia está há quase seis semanas consecutivas em alta na Europa, e o número de mortes diárias continua a subir, já há sete semanas. Esta alta é puxada, principalmente, pelos números de Rússia, Ucrânia e Romênia.
Registra-se, em média, 250 mil novos casos e 3.600 óbitos por dia, de acordo com dados oficiais coletados pela agência AFP.
“Estamos, de novo, no epicentro”, advertiu o diretor da OMS para a Europa, Hans Kluge, em entrevista coletiva virtual.
“O ritmo atual de transmissão nos 53 países que formam a região europeia é muito preocupante. Se mantivermos esta trajetória, poderemos ter outro meio milhão de mortos por Covid-19 na região até fevereiro”, disse ele.
Vacinação insuficiente e flexibilização de medidas de controle
Para a OMS, o aumento de casos se explica pela combinação de uma vacinação insuficiente com a flexibilização das medidas anticovid-19.
A organização pediu que a máscara continue a ser usada.
“Dados confiáveis mostram que, se continuarmos usando em 95% a máscara na Europa e na Ásia Central, poderemos salvar até 188 mil vidas do meio milhão que corremos o risco de perder até fevereiro de 2022”, frisou Kluge.
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Fonte: G1 Mundo

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Governo Biden exige que grandes empresas garantam a vacinação contra Covid de seus funcionários


Trabalhadores de empresas com mais de 100 empregados que se recusarem a ser imunizados terão de ser testados pelo menos uma vez por semana e usar máscara no local de trabalho. O presidente dos EUA, Joe Biden, responde a perguntas de repórteres, em 3 de novembro de 2021, após o governo americano autorizar a vacinação contra Covid-19 em crianças de 5 a 11 anos
Mandel Ngan/AFP
A Casa Branca anunciou nesta quinta-feira (4) que vai passar a exigir de empresas com mais 100 funcionários que garantam a vacinação contra a Covid-19 de seus empregados nos Estados Unidos.
Quem se recusar a ser imunizado terá de ser testado pelo menos uma vez por semana e terá de usar máscara no local de trabalho, segundo o governo do presidente dos EUA, Joe Biden.
A medida vai atingir 84 milhões de trabalhadores, segundo a Casa Branca (o equivalente a 25% da população americana).
O governo Biden também vai passar a exigir que 17 milhões de trabalhadores da saúde que participem dos programas federais Medicare e Medicaid também sejam imunizados contra o novo coronavírus.
Algumas das maiores empresas dos EUA já exigem a vacinação dos seus funcionários, como o Walmart, a Disney, a Netflix, o Google e o Facebook.
A Casa Branca afirmou no comunicado que mais de 70% dos adultos do país estão imunizados, mas é preciso ampliar a vacinação “para salvar vidas, proteger a economia e acelerar o caminho para sair da pandemia”.

Fonte: G1 Mundo

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Reino Unido dá autorização condicional para comprimido contra Covid


O remédio não deve ser utilizado como substituto da vacinação contra a Covid-19. Ainda não está claro se o medicamento será vendido em farmácias; o Serviço Nacional de Saúde do país irá confirmar como o medicamento será destinado aos pacientes. Imagem não datada mostra comprimido do molnupiravir, da Merck, que teve resultados promissores contra a Covid-19.
Merck & Co.via AP
A agência regulatória do Reino Unido concedeu, nesta quinta-feira (4), autorização condicional para o comprimido contra a Covid-19 desenvolvido pela farmacêutica Merck, conhecida no Brasil como MSD. O medicamento, o molnupiravir, leva o nome comercial de Lagevrio no país.
Ainda não está claro se o medicamento será vendido em farmácias. Segundo a agência, o Serviço Nacional de Saúde (NHS) do país irá confirmar como o medicamento será destinado aos pacientes.
O remédio não deve ser utilizado como substituto da vacinação contra a Covid-19.
O molnupiravir foi autorizado para uso em pessoas com Covid-19 leve a moderada e pelo menos um fator de risco para o desenvolvimento de doença grave, incluindo obesidade, idade avançada (acima de 60 anos), diabetes ou doenças cardíacas.
A recomendação da agência regulatória é de que o medicamento seja usado o mais rapidamente possível após um diagnóstico positivo de Covid-19 e, ao mesmo tempo, dentro de 5 dias após o início dos sintomas.

Fonte: G1 Mundo

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Bares e restaurantes da Colômbia vão exigir comprovante de vacinação de clientes


A nova regra vai valer para pessoas a partir dos 12 anos. Mulher é submetida a coleta de material para teste de Covid-19 em Bogotá, na Colômbia, em janeiro de 2021
AP Photo/Fernando Vergara
O presidente da Colômbia, Iván Duque anunciou na quarta-feira (3) que será preciso apresentar carteira de vacinação em estádios, eventos de entretenimento, bares e restaurantes.
A nova regra entrará em vigor no dia 30 de novembro para pessoas com mais de 12 anos.
Centrais sindicais criticam portaria que proíbe demitir não vacinados: ‘Total falta de sensibilidade e empatia’
Para pessoas com mais de 18 anos, a norma vai começar ainda antes, no dia 18 de novembro.
O Ministério da Saúde disse que será preciso provar pelo menos a primeira dose para entrar em locais com público.
Também será preciso apresentar a carteira em cinemas, discotecas, shows, cassinos, bingos, igrejas, parques de diversões, museus, feiras etc.
Duque afirmou que os novos casos e as mortes caíram no país. No entanto, ainda há riscos especialmente ligados a aglomerações.
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Fonte: G1 Mundo

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Estrela chinesa do tênis acusa dirigente do Partido Comunista de agressão sexual e é censurada


Peng Shuai, uma das maiores estrelas do esporte na China, acusou um importante político, o ex-vice-premiê Zhang Gaoli, de forçá-la a fazer sexo. Ela foi censurada ao publicar relato. A tenista chinesa Peng Shuai comemora após derrotar a americana Venus Williams na primeira rodada do China Open de tênis, em Pequim, em 3 de outubro de 2016. Uma das maiores estrelas do tênis da China, Peng acusou um importante político, o ex-vice-premiê Zhang Gaoli, de forçá-la a fazer sexo, publicou em redes sociais detalhes do relacionamento entre os dois e foi censurada.
Fred Dufour/AFP
Uma das maiores estrelas do tênis da China, Peng Shuai acusou um importante político do Partido Comunista chinês, o ex-vice-premiê Zhang Gaoli, de forçá-la a manter relações sexuais.
A acusação da tenista, ex-líder do ranking mundial de duplas e campeã em Roland Garros na categoria, foi rapidamente eliminada da sua conta oficial na rede social Weibo, o “Twitter chinês”.
A censura de informações que desagradam ao governo chinês é recorrente no país, e todas as referências ao caso desapareceram das redes sociais nesta quinta-feira (4).
Zhang Gaoli foi um dos políticos mais poderosos da China entre 2013 e 2018, quando ocupou o cargo de vice-premiê, e é considerado próximo ao atual primeiro-ministro do país, Li Keqiang.
Censura até nas buscas
Apesar de a publicação ter desaparecido do Weibo, capturas de tela que circulam na internet mostram o relato da tenista de 35 anos.
Dados da rede sociais indicam que Peng publicou algo na terça-feira (2) em sua conta e a mensagem teve mais de 100 mil visualizações, mas a postagem não está mais disponível.
Desde então, não foram registradas mais publicações da atleta nem uma resposta pública de Zhang.
A censura também bloqueou qualquer menção ao tema e as ferramentas de busca na China não mostram resultados para os nomes Peng e Zhang.
A mensagem apagada
Na mensagem compartilhada nas capturas de tela, Peng denuncia as agressões sexuais após o fim do relacionamento e afirma que estava “muito assustada”. “A princípio, rejeitei e continuei chorando”.
A tenista diz também que manteve um relacionamento com o político até recentemente e que a esposa de Zhang sabia do caso.
“Mesmo que não seja mais do que jogar um ovo contra uma parede, eu – cortejando o desastre como uma mariposa atraída por uma chama – explicarei os fatos sobre o que aconteceu”, escreveu Peng.

Fonte: G1 Mundo

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Alemanha registra recorde de casos diários de Covid-19 desde início da pandemia


Uma quarta onda de infecções muito severa que afeta os não vacinados. Pessoas vão a centro de vacinação contra a Covid-19 em Dresden, na Alemanha, em 29 de julho de 2021
Matthias Rietschel/Reuters
A Alemanha registrou, nesta quinta-feira (4), um recorde de casos diários desde o início da pandemia de coronavírus no país, com quase 34 mil casos em 24 horas. Os dados são do instituto de vigilância sanitária Robert Koch.
O recorde anterior foi alcançado em dezembro de 2020, quando houve 33.777 novos casos.
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Ao todo, a Alemanha acumula mais de 4,6 milhões de casos desde o início da pandemia no país, que, segundo o governo, enfrenta neste momento uma quarta onda muito severa que afeta os não vacinados.
OMS está preocupada com ritmo de transmissão
A Organização Mundial da Saúde (OMS) se alarmou, nesta quinta-feira (4), com o ritmo “muito preocupante” de transmissão da Covid-19 hoje na Europa, que pode causar mais cerca de meio milhão de mortes até fevereiro de 2022.
Alemanha libera entrada de brasileiros com teste negativo de Covid
“Estamos, de novo, no epicentro”, advertiu o diretor da OMS para a Europa, Hans Kluge, em entrevista coletiva on-line.
“O ritmo atual de transmissão nos 53 países que formam a região europeia é muito preocupante. Se mantivermos esta trajetória, poderemos ter outro meio milhão de mortos por Covid-19 na região até fevereiro”, acrescentou.
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Fonte: G1 Mundo

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Polícia indicia suspeito de sequestrar menina de 4 anos na Austrália


Cleo Smith sumiu quando acampava com seus pais na costa oeste do país e foi encontrada após 18 dias dentro de uma casa que estava trancada. Homem de 36 anos está preso. Polícia divulga foto no hospital da pequena Cleo Smith, menina de 4 anos que estava desaparecida havia 18 dias na Austrália e foi encontrada sozinha em uma casa trancada
Montagem g1/Polícia da Austrália Ocidental via Reuters
A polícia da Austrália indiciou nesta quinta-feira (4) um homem de 36 anos suspeito de sequestrar a pequena Cleo Smith, uma menina de 4 anos que sumiu quando acampava com seus pais na costa oeste do país e foi encontrada após 18 dias.
Esta reportagem está em atualização.

Fonte: G1 Mundo

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Presidente de Portugal dissolverá Parlamento; eleições antecipadas devem ser marcadas


Órgão consultivo aprovou proposta do presidente Marcelo Revelo de Souza, depois que parlamentares rejeitaram o projeto do Orçamento de 2022. Comunicado do gabinete presidencial não disse quando eleição poderia ocorrer; partidos falam em janeiro. O presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, em foto de 24 de janeiro
Reuters/Pedro Nunes
O órgão consultivo do presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, o Conselho de Estado, aprovou nesta quarta-feira (3) a proposta dele de dissolução do Parlamento, depois que parlamentares rejeitaram o projeto do Orçamento de 2022 do governo na semana passada, abrindo caminho para uma eleição.
Um comunicado do gabinete presidencial informou apenas que a maioria dos membros do Conselho aprovou a dissolução do Parlamento, mas não disse quando uma eleição antecipada poderia ocorrer.
Rebelo de Sousa ainda precisa sancionar o decreto de dissolução.
A rejeição do Orçamento pelo Parlamento não desencadeia automaticamente uma eleição, mas o presidente, que deve se dirigir à nação na noite de quinta-feira, avisou antes da votação que não teria outra opção.
O Orçamento de Estado do governo socialista minoritário foi rejeitado pelos partidos de esquerda e de direita, encerrando seis anos de relativa estabilidade política sob o primeiro-ministro António Costa.
Rebelo de Sousa reuniu-se com os principais partidos políticos no fim de semana e muitos disseram a ele que as eleições antecipadas deveriam ocorrer em janeiro. O jornal português “Expresso” afirmou que Rebelo de Sousa ainda quer tempo para refletir sobre uma data.
Mais cedo nesta quarta-feira, o ministro da Economia, Pedro Siza Vieira, disse à Reuters que uma eleição antecipada parecia a melhor opção para acabar com o impasse e não prejudicaria o compromisso do governo de cumprir as metas fiscais ou as perspectivas de crescimento.
Mas analistas dizem que uma eleição por si só pode não resolver o impasse político porque pode ser difícil para um único partido ou aliança tradicional obter uma maioria estável de cadeiras no Parlamento.
As pesquisas de opinião mostram que o apoio aos socialistas pouco mudou em relação aos 36% obtidos na última eleição nacional em 2019, com os social-democratas em segundo lugar, com cerca de 27%.
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Fonte: G1 Mundo