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Província chinesa quer licença-maternidade de 1 ano para incentivar casais a terem filhos


País abandonou política do filho único, adotada na década de 1970, há cinco anos. Crianças brincam em rua na província de Shanxi, na China
Reuters
A província chinesa de Shanxi – no norte do país – estuda oferecer uma licença-maternidade de um ano para incentivar jovens casais a terem filhos.
Para isso, o governo regional iniciou nesta quarta-feira (3) uma consulta pública sobre o tema que também considera uma licença-paternidade de 30 dias.
A província de Shanxi prevê, atualmente, o afastamento das mulheres grávidas e que deram à luz por no máximo 168 dias (cerca de seis meses).
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Política do filho único
A China abandonou política do filho único, adotada na década de 1970, há cinco anos. Em agosto, o país regulamentou uma autorização de três filhos para tentar aumentar o crescimento populacional.
Desde a lei promulgada no meio do ano, 14 províncias, incluindo Shanxi, alteraram as regras locais de planejamento familiar ou estão buscando a opinião pública sobre o tema, segundo a agência Reuters.
A taxa de natalidade vem caindo no país desde 2017, mesmo com a flexibilização em 2016 da política do filho único.
Mais idosos que jovens
Demógrafos advertem que a China pode registrar o mesmo fenômeno de Japão e Coreia do Sul, que sofrem com excesso de idosos em comparação ao número de jovens e trabalhadores.
A taxa caiu para 10,48 a cada mil habitantes em 2019, o nível mais baixo desde a fundação da China comunista, em 1949. Foram 14,65 milhões de nascimentos.
Em 2020, ano marcado pelo início da pandemia do novo coronavírus, o número de nascimentos caiu ainda mais, para 12 milhões.
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Fonte: G1 Mundo

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Talibã proíbe o uso de moedas estrangeiras no Afeganistão


Medida do regime visa combater o uso de dólares americanos, que é comum nos mercados do país. Em áreas de fronteira, como na com o Paquistão, a moeda do país vizinho também é bastante usada. Uma bandeira do Talibã é colocada na frente de uma motocicleta em Cabul, Afeganistão, em foto de 28 de setembro de 2021
Bernat Armangue/AP
O Talibã anunciou a proibição total do uso de moedas estrangeiras no Afeganistão na terça-feira (2), uma medida que certamente causará mais perturbações em uma economia que está à beira do colapso pela retirada abrupta do apoio internacional.
O movimento surpresa veio horas depois que pelo menos 25 pessoas foram mortas e mais de 50 feridas quando homens armados atacaram o maior hospital militar do Afeganistão, após duas fortes explosões no local no centro de Cabul.
“A situação econômica e os interesses nacionais no país exigem que todos os afegãos usem a moeda afegã em todas as suas transações”, disse o Taleban em um comunicado compartilhado com jornalistas por um de seus porta-vozes.
O uso de dólares americanos é comum nos mercados do Afeganistão, enquanto as áreas de fronteira usam a moeda de países vizinhos como o Paquistão para o comércio.

Fonte: G1 Mundo

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Justiça de Israel bloqueia leilão de artefatos nazistas retirados de Auschwitz


Casa Tzolman, em Jerusalém, anunciava a oferta de placas metálicas usadas para tatuar os prisioneiros como ‘os objetos mais chocantes do Holocausto’. Campo de concentração de Auschwitz, na Polônia, em registro feito nesta segunda-feira (27), data em que se lembra os 75 anos de liberação de seus prisioneiros
Kacper Pempel/ Reuters
A Justiça de Israel bloqueou, nesta quarta-feira (3), um leilão de placas metálicas usadas pelos nazistas para tatuar os detentos no campo de concentração de Auschwitz, que aconteceria em Jerusalém.
O leilão estava programado para 9 de novembro, pela casa Tzolman, que acrescentou ao seu catálogo oito dessas placas (veja a foto abaixo).
Elas eram usadas para tatuar números nas pessoas presas no campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, no qual um milhão de judeus europeus e dezenas de milhares de outros prisioneiros foram mortos entre 1940 e 1945.
A casa de leilões descreveu estas placas “originais” como “os objetos mais chocantes do Holocausto”, causando indignação em Israel.
Placas de metal com números eram usadas para tatuar prisioneiros dos nazistas
Tzolmans Auction House
Um grupo de organizações israelenses de ajuda aos sobreviventes do Holocausto apelou ao tribunal distrital de Tel Aviv para impedir a venda.
Nesta quarta, o tribunal emitiu uma “medida cautelar”, bloqueando a venda. Marcou a data de 16 de novembro para uma “audiência urgente” sobre o assunto.
“Estes objetos diabólicos não podem ter donos”, defendeu o advogado do grupo, David Fohrer, acrescentando que “sua venda é ilegal e mina a moral pública”.
Para a presidente do grupo, Colette Avital, o lugar destas placas é em um museu.
“Esses objetos não devem ser comprados, nem vendidos, e certamente não devem ser propriedade privada”, disse à AFP. “Foram usados para crimes particularmente cruéis”, para “transformar seres humanos em números.”
Procurado pela AFP, o dono da casa de leilões, Meir Tzolman, não quis comentar o caso por enquanto.
Yad Vashem, a instituição israelense dedicada à memória das vítimas do Holocausto em Jerusalém, também se pronunciou, afirmando que esta venda é “moralmente inaceitável” e que os objetos deveriam ser devolvidos.
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Fonte: G1 Mundo

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Dinamarca aprova lei para evitar lavagem de dinheiro e vício em jogos


Medida entrará em vigor em 2022 e visa proteger os jovens menores de 25 anos. Imagem ilustrativa com caça-níqueis
Daria Sannikova/Pexels
A Dinamarca aprovou uma lei para prevenir a lavagem de dinheiro e a manipulação de resultados de jogos de azar. A medida, que entrará em vigor no ano que vem, deve também proteger os jovens menores de 25 anos do jogo compulsivo.
A lei chamada “cartão de jogo” foi aprovada nesta terça-feira (2) por diferentes partidos do Parlamento dinamarquês e entrará em vigor a partir de 1 de julho de 2022.
A legislação irá regulamentar o mercado de jogos de azar, e qualquer aposta a partir dessa data só poderá ser feita em um quiosque ou loja física de forma identificada.
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O apostador terá que se registrar na Federação de Jogos da Dinamarca, onde receberá um número de identificação, ligado ao número de Registro do Seguro Social, o equivalente ao CPF brasileiro. 
Mais de 25 mil dinamarqueses estão registrados voluntariamente em um órgão que protege os jogadores com problemas financeiros de continuar fazendo novas apostas (leia mais adiante). 
Proteger os jovens
De acordo com o ministro da Tributação do país nórdico, Morten Bodskov, os objetivos dessa mudança são evitar a lavagem de dinheiro e proteger os jovens menores de 25 anos, que são os mais afetados pelas doenças relacionadas ao jogo compulsivo. 
“Com a criação do número de identificação do jogador, nós estamos prejudicando os criminosos que usam esse tipo de jogo como meio de lavar dinheiro em apostas da Liga dos Campeões de Futebol, por exemplo”, declarou o ministro em comunicado à imprensa.
A regra em vigor atualmente permite a qualquer pessoa jogar até 15 mil coroas dinamarquesas, o equivalente a cerca de R$ 13,5 mil, de forma anônima.
Até esse montante, nenhum apostador precisa se identificar nos quiosques, o que, segundo a Federação de Jogos da Dinamarca, torna difícil investigar a lavagem de dinheiro.
A entidade quer que a regra de cartão de jogador passe a valer inclusive para os cupons de loteria e as raspadinhas, para proteger os jovens menores de 18 anos do vício.
A preocupação do Parlamento em regulamentar essa atividade de forma estrita é um reflexo da quantia elevada que os dinamarqueses gastam anualmente em jogos de azar. De acordo com o Ministério da Tributação, só em 2019 as apostas ultrapassaram o montante de 9 bilhões de reais.
Sofrimento para famílias
O último levantamento do Rofus (Registro de Proteção de Jogadores Compulsivos), órgão do governo que ajuda os dependentes a superar o vício, mais de 25.000 pessoas estão registradas na plataforma de forma temporária ou permanente.
A maioria dos inscritos são homens com menos de 25 anos de idade e com problemas financeiros, o que gera grande sofrimento às famílias dinamarquesas. 
Segundo o parlamentar Carl Valentin, do Partido Socialista do Povo (SF), “por muito tempo, a indústria de jogos teve benefício (financeiro) ao atrair pessoas para o vício do jogo, e o Parlamento finalmente está tomando uma série de medidas importantes para evitar isso”.

Fonte: G1 Mundo

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Eleições nos EUA: republicanos levam governo da Virginia; Mineápolis desiste de reestruturar a polícia, e Boston e Nova York elegem prefeitos de minorias


Resultado da Virgínia é importante porque o estado é muito disputado entre o Partido Democrata e o Partido Republicano. Glenn Youngkin, Michelle Wu e Eric Adams, eleitos nos EUA em 2 de novembro de 2021
Jonathan Ernst/Reuters e Josh Reynolds e Eduardo Munoz/AP
Houve diversas eleições nos Estados Unidos na terça-feira (2). Em uma delas, os moradores da cidade de Mineápolis, onde George Floyd foi assassinado em 2020, rejeitaram uma proposta para reformar a polícia.
No estado da Virgínia, o milionário republicano Glenn Youngkin foi eleito governador.
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Eric Adams, ex-policial e ex-jovem infrator, é eleito prefeito de Nova York
Ele venceu o candidato democrata, Terry McAuliffe, que governou o estado até janeiro de 2018 e era considerado o favorito no começo da campanha.
Essa eleição era considerada um embate entre o presidente Joe Biden e o ex-presidente Donald Trump, que apoiou Youngkin desde o início.
Na cidade de Nova York, Eric Adams foi eleito prefeito e será a segunda pessoa negra a ocupar o posto na história.
Em Boston, foi eleita Michelle Wu, a primeira mulher a vencer a corrida para a prefeitura e também a primeira pessoa não-branca que vai ocupar o posto.
Reforma da polícia em Mineápolis
Dias após a morte de George Floyd, que foi sufocado por um policial da cidade de Mineápolis, começou uma campanha para reformular a corporação na cidade.
Ativista faz campanha pela reforma da polícia em Mineápolis, em 2 de novembro de 2021
Christian Monterrosa/AP
Pela proposta, o nome mudaria para Departamento de Segurança, e a proposta era propagandeada como uma oportunidade para mudar as políticas da polícia.
Mineápolis é uma cidade politicamente dominada pelo Partido Democrata, mas mesmo democratas moderados eram favoráveis a reformar a polícia atual, e não criar um novo departamento.
De acordo com o “New York Times”, a proposta também não era clara. Entre as ideias, estava dar mais poder de decisão para o conselho da cidade.
Republicanos vencem eleições na Virginia
O milionário republicano Glenn Youngkin foi eleito governador da Virgínia nesta quarta-feira (3) O candidato democrata, Terry McAuliffe, que dirigiu o estado até janeiro de 2018, começou a disputa como o favorito, mas nos últimos dias de campanha as pesquisas apontaram um empate.
Glenn Youngkin foi eleito governador da Virgínia em 2 de novembro de 2021
Jonathan Ernst/Reuters
A eleição era considerada um embate entre Biden e o ex-presidente Donald Trump, que apoiou Youngkin desde o início.
Youngkin, de 54 anos, sem experiência na política, se referiu à vitória como um “momento decisivo” que “mudaria o curso” da Virgínia, após oito anos de controle democrata. O republicano conquistou o voto rural, tradicionalmente conservador, e teve boa votação em redutos democratas do norte do estado.
A vitória representa um revés para o presidente Joe Biden, que se envolveu pessoalmente na campanha de Terry McAuliffe.
O fato de um milionário que disputou eleições pela primeira vez derrotar um ex-governador popular é uma derrota de peso para Biden. Em 2022, haverá eleições de meio de mandato no Congresso e a atual composição, de maioria democrata, estará em jogo.
Youngkin enriqueceu durante os cinco anos em que codirigiu o grupo de investimentos The Carlyle Group. Ele investiu pelo menos US$ 20 milhões de sua fortuna durante a campanha, que provavelmente será um modelo para os republicanos de todo o país. O partido conservador tentará aproveitar a base de apoiadores de Trump nas eleições de meio de mandato, sem desgastar sua imagem entre os moderados.
Nova York elege o segundo prefeito negro de sua história
A cidade de Nova York elegeu Eric Adams, do Partido Democrata, como seu novo prefeito na terça-feira (2). Adams, de 61 anos, será a segunda pessoa negra no comando da cidade (o primeiro foi David Norman Dinkins, no começo dos anos 1990).
Eric Adams cumprimenta apoiadores durante a eleição para prefeito nesta terça (2)
Andrew Kelly/Reuter
Ele nasceu no distrito do Brooklyn e cresceu na região de Queens. Ele foi criado só pela mãe, que era uma cozinheira e empregada doméstica (o próximo prefeito afirma que ela era do sindicato). A mãe de Adams morreu no começo de 2021, mas ele demorou meses para revelar esse fato.
Em Boston, filha de imigrantes será prefeita
Na cidade de Boston, os eleitores escolheram Michelle Wu, de 36 anos, como a próxima prefeita.
Wu afirma que entrou na vida pública por causa de seu descontentamento com os problemas que seus familiares tinham que enfrentar.
Michelle Wu será a nova prefeita de Boston
Josh Reynolds/AP
Ela teve apoio de outras minorias na cidade e venceu a concorrente Annissa Essaibi George, que é herdeira política do ex-prefeito Martin J. Walsh (Anissa tinha apoio de grupos mais tradicionais, como a polícia, os sindicatos e os bairros de origem irlandesa).
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Fonte: G1 Mundo

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Homem morre ao cair de tirolesa em parque da Califórnia


Joaquín Romero trabalhava na atração e caiu de uma plataforma ao tentar ajudar uma visitante. Tirolesa La Jolla Zip Zoon em Pauma Valley em foto de arquivo
Reprodução/La Jolla Zip Zoon
Um homem morreu ao cair de uma tirolesa em um parque da Califórnia, nos Estados Unidos, durante o feriado, informaram as autoridades locais.
Joaquín Romero, de 34 anos, trabalhava na atração e caiu de uma plataforma ao tentar ajudar uma visitante no sábado (30). Ele foi levado para o hospital mas morreu dois dias depois.
O departamento de polícia científica do condado de San Diego disse em nota que Romero sofreu “múltiplas fraturas” com a queda e que já chegou “sem pulso” ao hospital.
Reportagens da imprensa local falam que testemunhas afirmaram ver Romero ajudando a visitante a sair da tirolesa, mas que ele acabou escorregando e se soltou.
O parque La Jolla Zip Zoon, em Pauma Valley, disse em um comunicado que lamenta o “trágico acidente” e que abriu uma investigação interna sobre o cumprimento dos protocolos de segurança.
Segundo o site da atração, o parque oferece diferentes percursos de tirolesa que vão de 91 metros até 822 metros e que podem alcançar até 90 km/h.
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Fonte: G1 Mundo

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Mãe comemora que filha foi encontrada após 18 dias: ‘Nossa família está completa de novo’


Polícia divulgou imagens do momento em a pequena Cleo Smith foi resgatada na Austrália e dela na cama do hospital. Seu estado de saúde é bom e ela já foi devolvida à família. Mãe de Cleo Smith comemora após filha ser encontrada depois de 18 dias na Austrália: ‘Nossa família está completa de novo’
Reprodução/Instagram
A mãe de Cleo Smith, Ellie Smith, comemorou que a filha foi encontrada pela polícia após 18 dias desaparecida na costa oeste da Austrália: “Nossa família está completa de novo” (veja na foto acima).
A publicação em uma rede social foi feita horas após a pequena Cleo, de 4 anos, ser resgatada em uma casa em Carnarvon, no estado da Austrália Ocidental, a cerca de 100 km de onde desapareceu.
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Menina de 4 anos é encontrada após 18 dias desaparecida na Austrália
Um homem de 36 anos sem vínculos com a família foi detido após a polícia invadir a casa onde Cleo estava trancada durante a madrugada desta quarta-feira (3).
A polícia também divulgou imagens do momento em a pequena Cleo foi resgatada e dela na cama do hospital para onde foi levada por precaução (veja no vídeo e na foto abaixo). Seu estado de saúde é bom.
Veja o momento em que menina de 4 anos é encontrada após 18 dias desaparecida na Austrália
No vídeo, é possível ver um homem de terno falar para Cleo, que está no colo de um policial: “Você está bem? Vamos levá-la para ver a mamãe e o pai, ok?”.
Desaparecimento e buscas
Cleo desapareceu no dia 16 de outubro, quando a família foi acampar no fim de semana na cidade de Macleod, a cerca de 900 km ao norte de Perth (capital do estado da Austrália Ocidental).
Seus pais chegaram a ver Cleo na madrugada, mas, quando acordaram às 6h30, ela havia sumido.
Polícia divulga foto no hospital da pequena Cleo Smith, menina de 4 anos que estava desaparecida havia 18 dias na Austrália e foi encontrada sozinha em uma casa trancada
Polícia da Austrália Ocidental via Reuters
Seu desaparecimento de Cleo desencadeou uma busca frenética por terra, ar e mar que mobilizou mais de 100 agentes.
A polícia australiana chegou a oferecer uma recompensa 1 milhão de dólares australianos por informações que pudessem ajudar a encontrá-la (US$ 750 mil, ou cerca de R$ 4,2 milhões).
O subdelegado Col Blanch afirmou que, após a menina ser encontrada, um dos agentes a ergueu em seus braços e perguntou: “Qual é o seu nome?”. Ela respondeu: “Me chamo Cleo”.
Blanch contou a uma rádio local que viu “detetives experientes chorando de alívio” após ela ser encontrada.

Fonte: G1 Mundo

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Número de mortes diárias por Covid-19 na Rússia atinge novo recorde

O número de mortes diárias por Covid-19 na Rússia subiu para um recorde de 1.189 nesta quarta-feira, em meio a um aumento nos casos que forçou as autoridades a imporem o fechamento de locais de trabalho em todo o país.
A força-tarefa do governo russo contra o coronavírus também registrou 40.443 novas infecções nas últimas 24 horas, incluindo 6.827 em Moscou.

Fonte: G1 Mundo

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‘Vi o acidente de avião que matou minhas irmãs’


Harriet estava acenando para suas irmãs quando o avião saiu da pista e pegou fogo na Etiópia. Agora, 49 anos depois, ela está encontrando outras pessoas que também viveram essa tragédia. Retrato de Harriet Ware-Austin em foto sem data
BBC
Quando Harriet Ware-Austin tinha oito anos, ela testemunhou um acidente de avião no qual as duas irmãs mais velhas dela morreram. Ela passou grande parte dos últimos 49 anos vivendo dentro do que ela própria descreve como um “túnel” de luto privado. Mas recentemente ela começou a se conectar com outras pessoas que viveram essa mesma tragédia.
Harriet estava com os pais em uma plataforma ao ar livre, no aeroporto de Addis Ababa, naquele dia de abril de 1972. O feriado de Páscoa havia acabado e as irmãs de Harriet, Caroline, de 12 anos, e Jane, de 14, estavam voando de volta para Inglaterra da Etiópia, para início do novo período escolar. Quando as garotas chegaram ao topo da escada do avião, elas viraram para se despedir e logo desapareceram dentro da aeronave.
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Em seguida, o avião delas disparava pela pista, ganhando velocidade para decolar. Mas, em vez de voar alto em direção ao céu, ouviu-se um barulho alto de freios. Fora de controle, o avião deu uma guinada antes de descer rapidamente por uma ladeira íngreme no final da pista.
“E então, de repente, surgiu uma grande nuvem de fumaça preta”, lembra Harriet.
O pai de Harriet, Bill, correu em direção ao avião, deixando Harriet e sua mãe, Elsa, de pé, de mãos dadas, olhando em silenciosa descrença.
A milhares de quilômetros de distância, em um internato em Warwick, Graham Townsend, de 12 anos, esperava o retorno de seus dois irmãos mais novos, Christopher e Kenneth, após o feriado de Páscoa. Como de costume, os três passariam as férias com os pais em Addis Abeba, mas neste ano houve uma mudança de planos e Graham não foi. Por isso, ele estava ansioso para descobrir o que seus irmãos haviam feito naqueles dias.
Passageiros entram pela porta traseira do East African Airlines VC10 no aeroporto de Adis Abeba, em 18 de abril de 1972
BILL WARE-AUSTIN/BBC
Quando ele recebeu a má notícia, os detalhes não estavam claros. Houve um acidente envolvendo um avião, mas Graham não imaginou que poderia ser grave.
“Meus primeiros pensamentos foram: ‘Uau, que história fantástica eles terão quando voltarem!'”, disse. “Eu estava quase sentindo um pouco de ciúme.”
Ele continuou brincando, tentando equilibrar três bolas de gude coloridas em cima de um banquinho com a superfície ligeiramente curva. Duas das bolas de gude rolaram, restando apenas uma.
“E foi quando, de repente, pensei: ‘Deus, eu acho que vou ficar sozinho agora.'”
***
Quase meio século depois, Harriet Ware-Austin falou para programa de rádio Life Changing, da BBC, sobre o evento que deixou uma marca tão profunda em sua vida.
A irmã de Harriet, Caroline, e a amiga dela Debbie, conseguiram soltar os cintos de segurança uma da outra e sair do avião, explicou Harriet. Mas Caroline havia corrido morro abaixo, onde o combustível dos tanques estava derramando, enquanto Debbie fugiu na direção oposta e escapou do fogo que engolfou sua amiga. Caroline ainda estava viva quando seu pai a encontrou, mas todas as roupas dela haviam sido queimadas, restando apenas os sapatos.
Ela morreu quatro dias depois. Após ter sido levada de volta ao Reino Unido em um voo de resgate da RAF, acompanhada pelos pais dela e por Harriet.
A irmã mais velha, Jane, morreu instantaneamente devido ao rompimento da aorta, causado pela pressão do cinto de segurança em seu tronco.
Elas estão entre as 43 pessoas que perderam a vida, de um total de 107 a bordo do voo da East African Airways VC10.
Caroline, Harriet e Jane fazendo piquenique na Etiópia com a mãe e o cachorro Benjy, durante as férias de Páscoa, em 1972
BILL WARE-AUSTIN/BBC
Harriet só voltou à Etiópia em 2009 — 37 anos depois — em uma viagem relacionada ao trabalho dela como consultora de direitos humanos.
Foi uma experiência poderosa, “terrivelmente difícil e cheia de emoções”, e ela precisou se controlar para conseguir trabalhar.
Ela lembra de pousar no aeroporto de Adis Abeba e avistar da janela de seu voo o barranco onde o avião de suas irmãs havia explodido em chamas em 1972.
O cheiro do ar, quando ela saiu para a pista, era exatamente como ela se lembrava de sua infância. Mas, mesmo com todas as emoções dolorosas, Harriet também se sentia próxima de suas irmãs, “porque é onde todas nós estivemos juntas pela última vez”.
Harriet já esteve em Addis Abeba muitas vezes desde então, e em todas as visitas ela sente a mesma conexão com Caroline e Jane. Não há nenhum memorial para as 43 pessoas que perderam suas vidas no acidente VC10.
Sentada no aeroporto de Addis Abeba um dia, olhando para a pista, Harriet se sentiu oprimida por um desejo de saber o que aconteceu com os sobreviventes e parentes, e como o acidente afetou a vida deles.
“Onde eles estão? Como eles estão? Como foram suas vidas na longa escala de volta?” ela diz. “Vivemos num vácuo de nossa própria dor e em construção de uma nova vida durante as décadas seguintes a 1972, mas, de repente, me consumi com a necessidade de descobrir mais sobre os outros.”
Ao compartilhar sua história com a BBC, Harriet acreditava que poderia encontrar alguns deles.
Um trailer do programa foi lançado no dia 6 de abril de 2021, quando Graham Townsend e sua esposa, Gillian, estavam dirigindo pela rodovia 280, perto de São Francisco, nos EUA, no caminho para receber a dose de vacina contra a covid-19.
“Graham quase derrapou na rodovia”, escreveu Gillian em um e-mail para Harriet mais tarde, naquele dia.
Quando o programa foi transmitido, pouco mais de duas semanas depois, Harriet e Graham trocaram vários e-mails. Eles conversavam sobre a Etiópia, onde o pai de Harriet havia trabalhado em um programa de conservação do solo, e o pai de Graham para a Organização Internacional do Trabalho. Também compartilharam os detalhes que cada um deles lembrava do acidente.
“À medida em que aprendíamos mais sobre as circunstâncias uns dos outros, descobríamos que nossas experiências eram muito complementares. Então elas nos deram uma perspectiva completamente diferente”, diz Graham.
Harriet era a mais nova de três meninas, enquanto Graham era o mais velho de três meninos. Harriet estava lá quando o acidente aconteceu, enquanto Graham não.
Kenneth, Christopher e Graham Townsend na Etiópia, no final de 1971
GRAHAM TOWNSEND/BBC
Eles descobriram que seus pais não se conheciam antes, mas que depois do acidente passaram a trocar cartas e cartões de Natal e se encontraram no aniversário da tragédia ao longo de 21 anos, mesmo após a morte da mãe de Graham, Barbara.
Harriet estava ansiosa para entender como Graham havia lidado com a situação, sendo o único filho que não estava no avião, assim como ela. Enquanto Graham queria saber se, como ele, Harriet sempre quis ter três filhos — e ela teve.
“Houve muita tristeza”, diz Harriet, “mas também muitas lembranças felizes e risos.”
***
A pandemia impediu Graham de comparecer ao funeral do pai, que morreu em novembro de 2020 aos 92 anos. Mas neste verão ele finalmente conseguiu fazer a viagem de volta.
“Meu pai foi a última pessoa em nossa família, além de mim, que conheceu meus irmãos”, diz Graham. “Quando ele faleceu, não havia mais ninguém com quem eu pudesse falar, que realmente entendesse.”
A perda do pai trouxe à tona uma necessidade, assim como a de Harriet, de manter vivas as memórias de seus irmãos. Portanto, encontrar vestígios do que havia acontecido com eles entre os pertences de seu pai — as cartas de condolências e o relatório do acidente — foi de grande importância para ele. Havia também fotos de família e filmes cinematográficos.
“Estou cavando gradualmente todas essas coisas preciosas e isso me ajuda a montar uma linha do tempo do que estava acontecendo”, diz ele. “Sendo engenheiro, gosto de ter tudo em ordem.”
Embora eles nunca tenham se conhecido antes, Harriet diz que reconheceu Graham imediatamente. “Eu vi o rosto de seu pai e me lembrei dele — um homem muito adorável”, diz ela.
Eles perceberam que imediatamente depois de se conhecerem já estavam conversando sobre seus sentimentos mais íntimos.
“Não havia nada daquela sensação esquisita de se conhecer um estranho”, diz Harriet. “Foi um ‘reencontro’ realmente extraordinário, completos estranhos com uma conexão instantânea e um passado em comum.”
No dia do acidente, os irmãos de Graham, Christopher e Kenneth, foram encontrados por seu pai, Jack – reconhecíveis apenas pelos relógios Timex ainda presos aos pulsos. Eles não sobreviveram.
Quando criança, Graham sempre se perguntava se as coisas poderiam ter acontecido de forma diferente se ele tivesse viajado com seus irmãos, como normalmente faria.
“Lembro-me de dizer aos meus pais: ‘Gostaria ter estado no avião’, o que significa que poderia ter ajudado”, diz ele. “E eu até pensei que talvez fosse melhor morrer com eles, porque então eu não teria toda essa tristeza e culpa agora.”
Ler o relatório do acidente e conversar com Harriet ajudaram a acalmar Graham.
“Comecei a perceber que onde as pessoas estavam sentadas na aeronave era um fator importante para saber se elas viveriam ou morreriam e, à medida que aprendia mais, parecia que se eu estivesse com elas, não teria feito nenhuma diferença.”
***
Desde que seu programa de rádio foi transmitido, Harriet foi contatada por mais de 200 pessoas de todo o mundo.
Alguns são estranhos que só querem oferecer apoio. Outros estudavam com Caroline e Jane e nunca haviam entendido totalmente o que acontecera com as calorosas, amigáveis ​​e engraçadas garotas.
Suas vozes são ouvidas no programa em uma mensagem de despedida, que elas gravaram em um toca-fitas antes de partirem para o aeroporto. Este era um costume familiar. Harriet e seus pais ouviam as mensagens gravadas na volta para casa, depois de sair do aeroporto.
“Olá mamãe e papai e Harriet… Obrigada por um super feriado… Sempre vou me lembrar disso… Quando estiver sentada na sala de aula da escola… Vou pensar em todos vocês. Não nos esquecemos de vocês, estamos sempre pensando em vocês”, diz Jane.
“Obrigada por um feriado adorável… Vou pensar em você o tempo todo, então não se preocupe muito. Tchau, tchau”, diz Caroline.
“É muito difícil de ouvir, mas também é muito precioso que essas vozes possam ser preservadas”, diz Harriet, “e têm o direito de serem ouvidas.”
Algumas das pessoas que entraram em contato disseram a Harriet que nunca haviam esquecido de suas irmãs. Costumavam visitar seus túmulos, depositar flores e até mesmo deixar bilhetes lá para tentar fazer contato com elas. Para Harriet — cujos pais tiveram que decidir apressadamente onde as meninas seriam enterradas — isso aliviou a culpa que ela sentia por não poder visitá-las mais vezes no cemitério próximo à escola.
Outras pessoas escreveram para Harriet com histórias de partir o coração sobre as pessoas que perderam — pais, mães, irmãs, irmãos e amigos. Uma mulher disse que chorou mais pela morte do pai na semana em que ouviu Harriet no rádio do que durante os 49 anos anteriores.
Alguns disseram que nunca haviam confrontado realmente seus sentimentos sobre o que aconteceu naquele dia terrível até ouvirem o relato marcante de Harriet na rádio, quase meio século depois.
Harriet ficou profundamente comovida com todas as mensagens e é grata por cada história compartilhada.
“Cada uma delas é um elo vivo com minhas irmãs”, diz ela.
Um homem entrou em contato dizendo que cuidou de uma menina chamada Caroline por dois dias em Addis Abeba após o acidente. “Acho que era sua irmã”, escreveu ele.
“Ele entendeu minha necessidade de saber todos os detalhes”, diz Harriet, “e foi muito bom saber que ela teve esse homem adorável e gentil cuidando dela.”
Um dos tripulantes da força aérea britânica também escreveu para Harriet. Ele nunca se esqueceu das pobres crianças, disse ele, e do cheiro de carne queimada.
Uma mulher que começou a trabalhar na Embaixada Britânica em Addis Ababa uma semana depois da tragédia disse que comprou um cavalo de uma família que perdeu dois filhos no acidente. Era a família de Harriet.
“Ela comprou Honest Joe, meu amado grande cavalo branco!” Harriet diz. “E ela viveu anos maravilhosos com ele, então foi bom saber disso.”
Debbie, que estava sentada ao lado de Caroline no avião, também enviou um e-mail com suas lembranças.
“Voltei para a escola nas últimas semanas do semestre de verão e descobri que meus amigos eram exatamente o que eu precisava”, escreveu ela. As outras garotas eram uma distração bem-vinda. “Eles disseram ‘que azar’ ou algo assim, me informaram sobre as fofocas e monitoraram o progresso das minhas ‘tiras de bacon’ (ferimentos) com interesse.”
Harriet nunca parou de imaginar como a vida teria sido diferente se Caroline e Debbie não tivessem se separado depois de pular do avião.
***
Em breve, fará 50 anos desde o acidente, e Harriet e Graham gostariam de fazer algo para marcar o aniversário do dia em que perderam seus queridos, irmãos e irmãs.
“Não queremos que eles sejam esquecidos”, diz Graham.
Ele gostaria de fazer um memorial fúnebre e tem esperança de que sua nora, uma pedreira, possa aconselhá-lo sobre a melhor forma de restaurar a lápide de seus irmãos.
Mas, além de prestar homenagem a seus próprios irmãos, Harriet e Graham também querem lembrar todas as outras pessoas que perderam a vida e daqueles que foram deixados para trás.
“Somos todos parte da mesma coisa”, diz Graham.
No próximo mês, Harriet viajará para Addis Ababa para visitar um cemitério onde ela descobriu que algumas das pessoas que perderam a vida no acidente estão enterradas. Ela vai tirar fotos e colocar flores em seus túmulos, como outras pessoas fizeram por suas irmãs.
“Porque eles nunca foram visitados por suas famílias, o que parece a coisa mais triste e solitária”, diz ela.
Em sua mente, Caroline e Jane estão sempre muito presentes.
“Nunca parei de sentir a perda e, muitas vezes, de maneira muito forte”, diz ela. “Eu penso nelas não apenas uma vez, mas várias vezes ao dia — elas estão sempre lá.”
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Fonte: G1 Mundo

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Aliados e desafetos criticam Matteo Salvini por ciceronear Bolsonaro na Itália


Em baixa nas pesquisas, líder ultradireitista da Liga é julgado por detenção ilegal de imigrantes. Bolsonaro participa de homenagem aos pracinhas brasileiros na Itália
Pegou mal para Matteo Salvini, o ultradireitista líder da Liga, o encontro com seu aliado brasileiro, o presidente Jair Bolsonaro, para homenagear, neste domingo em Pistoia, os pracinhas mortos na Segunda Guerra. Foi criticado tanto por partidários da Liga quanto por adversários do Partido Democrático, de centro-esquerda.
“É hora de Matteo decidir de que lado ele quer ficar”, afirmou o ministro de Desenvolvimento Econômico, Giancarlo Giorgetti, o número dois do partido, que integra o governo de unidade do premiê Mario Draghi. Ele pertence à ala moderada da Liga e, portanto, rivaliza com o líder.
O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, posa para foto com Matteo Salvini, líder do partido italiano de extrema direita Liga do Norte, durante cerimônia de homenagem aos soldados brasileiros que morreram na Segunda Guerra Mundial, na cidade de Pistoia, em 2 de novembro de 2021
Escritório de imprensa de Matteo Salvini via AFP
Já a deputada Pina Picierno, do PD, que também faz parte da coalizão do governo, pediu que a Liga esclareça por que se coloca ao lado dos direitistas mais atrasados e extremistas: “Salvini se apressa em acompanhar Bolsonaro como se fosse uma medalha de valor manter relações próximas com o autocrata brasileiro. Parece ansioso para enriquecer sua galeria de horrores.”
Único político italiano a ciceronear o presidente brasileiro, o populista Salvini está em baixa nas pesquisas e aparece em oitavo lugar no ranking dos políticos mais apreciados do país. Como ex-vice-primeiro-ministro e ex-ministro do Interior, ele se destacou no cenário político pela retórica xenófoba e declarou os portos italianos fechados aos navios envolvidos no resgate de pessoas que fugiam de países africanos.
Sob as ordens do aliado de Bolsonaro, a Itália protagonizou em 2019 cenas de desespero de refugiados em sua costa. Salvini é julgado em Palermo, acusado da detenção ilegal de 147 imigrantes que estavam a bordo de um navio da ONG Open Arms. Se for condenado, pode ser sentenciado a até 15 anos de prisão, num julgamento previsto para arrastar-se por anos.
Aos 48 anos, ele venera políticos ultradireitistas como a francesa Marine Le Pen, do Reagrupamento Nacional, e o premiê húngaro Viktor Orbán e flerta com o partido de extrema-direita alemão AfD. A Liga vem perdendo espaço para o partido de extrema-direita e pós-fascista Irmãos de Itália, liderado por Giorgia Meloni. Mas espera-se que Salvini tente tirar proveito do julgamento para reativar o debate sobre imigração e firmar-se novamente como seu principal expoente.
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Fonte: G1 Mundo