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Rock in Rio anuncia shows de Avenged Sevenfold e Bring Me The Horizon no Dia do Rock


Avenged Sevenfold fecha Palco Mundo no primeiro final de semana de Rock in Rio 2024
Stephanie Rodrigues/g1
Avenged Sevenfold e Bring Me The Horizon se apresentarão no próximo Rock in Rio, que acontecerá nos dias 4, 5, 6, 7 e 11, 12 e 13 de setembro deste ano, no Parque Olímpico, no Rio de Janeiro (RJ). O anúncio foi feito pela equipe do festival nesta terça-feira (3).
Headliner, Avenged Sevenfold encerrará as apresentações do palco Mundo em 5 de setembro, o Dia do Rock. Essa será a mesma data em que Bring Me The Horizon fará seu show, também no palco Mundo.
Ainda não se sabe o lineup completo do festival, mas algumas atrações já foram reveladas. Veja a seguir os nomes já anunciados:
Dia 7
Elton John (Palco Mundo) – headliner
Gilberto Gil (Palco Mundo)
Dia 11
Stray Kids (Palco Mundo) – headliner
Jamiroquai (Sunset)
Dia 12
Maroon 5 (Palco Mundo) – headliner
Demi Lovato (Palco Mundo)
Mumford & Sons (Palco Sunset)
João Gomes ao lado da Orquestra Brasileira (Palco Sunset)
Elton John e Gilberto Gil são anunciados no Rock In Rio 2026

Fonte: G1 Entretenimento

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Obra autoral de Paulo Moura guia álbum de Carlos Malta e Cliff Korman com arranjos inéditos para saxofone e piano


O clarinetista e saxofonista Paulo Moura (1932 – 2010) tem sete temas autorais tocados no álbum ‘Saudade do Paulo’
Ana Araújo / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Um dos mais versáteis músicos do Brasil, o clarinetista e saxofonista paulista Paulo Moura (15 de julho de 1932 – 12 de julho de 2010) ia com naturalidade do balanço da gafieira ao improviso do jazz, passando também com a notória maestria pelo ecletismo dos repertórios dos bailes e pelo rigor partituras das orquestras sinfônicas.
Moura tocava gêneros como samba, choro, jazz e música clássica sem purismos, defendendo as fusões sonoras com a paixão com que soprava o saxofone soprano dourado e a clarineta. Foi exímio intérprete de temas alheios, mas também registrou composições autorais na discografia solo construída entre 1957 e 2009.
É essa face autoral de Paulo Moura que o saxofonista carioca Carlos Malta e o pianista norte-americano Cliff Korman expõem em “Saudade do Paulo”, álbum que a gravadora Biscoito Fino põe no mercado fonográfico digital na sexta-feira, 6 de fevereiro.
Em “Saudade do Paulo”, os dois músicos tocam, com arranjos inéditos para saxofone e piano, sete temas da lavra de Moura. A seleção inclui “Fibra” (Paulo Moura e Eloir de Moraes, 1971), “Guadeloupe” (1992), “Lavadeira’s blues” (1987), “Linda” (2003), “Mulatas etc. e tal” (1992), “Tarde de chuva” (1992) e “Tempos felizes” (1983).
Completa o repertório a música-título “Saudade do Paulo” (1996), composta por Cliff Korman em tributo a Moura há 30 anos e já gravada em outros discos.
Assim como Carlos Malta, Korman conviveu com Moura por muitos anos, primeiramente como aluno de curso de verão ministrado pelo músico brasileiro no Creative Music Studio, em Nova York (EUA). Anos depois, já no Brasil, Korman tornou-se amigo e parceiro musical de Moura, chegando a gravar e assinar com o clarinetista álbuns como “Mood ingênuo – Pixinguinha meets Duke Ellington” (gravado ao vivo na Itália em 1996 e lançado em 1999) e “Gafieira jazz” (2006).
Carlos Malta (à esquerda) e Cliff Korman lançam o álbum ‘Saudade do Paulo’ na sexta-feira, 6 de fevereiro
Isabela Espíndola / Divulgação
Capa do álbum ‘Saudade do Paulo’, de Carlos Malta e Cliff Korman
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Lauana Prado e Tati Dias reatam relacionamento; vídeo


Lauana Prado anuncia fim do noivado com Tati Dias
Reprodução/Instagram
A cantora Lauana Prado anunciou que voltou seu relacionamento com a influenciadora Tati Dias nesta terça-feira (3). O anúncio foi feito pela sertaneja nas redes sociais em um vídeo ao lado da namorada.
No vídeo, ambas dizem ao mesmo tempo: “Vocês não sabem o prazer que é estar de volta”. Lauana e Tati estavam noivas quando anunciaram o fim do relacionamento no dia 11 de janeiro. Na nova publicação, elas afirmam que o tempo serviu apenas para “dar uma oxigenada” no relacionamento.
Reportagem em atualização.

Fonte: G1 Entretenimento

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Embate entre Dorival Caymmi e Zé Ramalho pelo mar é o mote de single de João Ramalho com Bruno Caliman


Dorival Caymmi (à esquerda) e Zé Ramalho em imagem promocional do single ‘Donos do mar’, de João Ramalho com Bruno Caliman
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ E se o mar fosse um território a ser ocupado por um único navegante da música brasileira? Quem seria o dono do mar? Dorival Caymmi (1914 – 2008) – compositor de canções praieiras situadas em universo mítico povoado por pescadores, sereias e orixás – ou Zé Ramalho, autor de músicas como “Beira-mar” (1979) e “Eternas ondas” (1980)?
A rigor, se o mar tivesse um único dono na música brasileira, o legítimo proprietário seria Caymmi, por ter sido pioneiro desbravador do território marítimo com canções de arquitetura original e refinada. Contudo, nos versos da canção “Donos do mar”, o reino do mar é dividido de igual para igual entre o compositor baiano e o cantador paraibano.
“Donos do mar” é composição gravada por João Ramalho, filho de Zé, com Bruno Caliman, compositor do universo sertanejo que também desenvolve carreira como cantor. O mote da música é um embate imaginário entre Dorival Caymmi e Zé Ramalho pelo domínio do mar.
Nos versos de “Donos do mar”, Dorival Caymmi e Zé Ramalho são caracterizados como “duas vozes de trovão”, “dois navegantes das águas”, “dois peixes do mar gigante” da música brasileira. Tanto que, no universo poético da canção, o mar acaba dividido entre os dois artistas.
Do ponto de vista sonoro, no entanto, “Donos do mar” faz valer o DNA musical de Ramalho com a sonoridade das violas rascantes e dos cantadores nordestinos, mas também ecoa o suingue do cancioneiro de Lenine.
Feita no estúdio Nave 33, com produção musical de Sebastian Duran, a gravação de “Donos do mar” chega ao mundo na sexta-feira, 6 de fevereiro.
João Ramalho (à esquerda) canta a música ‘Donos do mar’ com Bruno Caliman
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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É #FAKE vídeo de Robert De Niro queimando bandeira dos EUA; cena foi criada com a IA do Google


É #FAKE vídeo que mostra Robert De Niro queimando bandeira dos EUA; cenas foram geradas por IA
Reprodução
Circula nas redes sociais um vídeo mostrando o ator americano Robert De Niro, de 82 anos, com isqueiro na mão e prestes a queimar uma bandeira dos Estados Unidos. É #FAKE.
selo fake
g1
🛑 Como é o vídeo falso?
O vídeo, que viralizou neste início de fevereiro no X, no Facebook e no Instagram, simula o que seria um “protesto” do astro de Hollywood contra a política anti-imigração do presidente Donald Trump.
Um post publicado nesta segunda-feira (2) no X, onde o registro teve mais de 280 mil visualizações, diz: “Parece que Robert De Niro já deu o que tinha que dar com os Estados Unidos. O ator lendário diz que está cansado da América sob Trump, critica duramente o ICE [Serviço de Imigração e Alfândega americano] e cogita se mudar para a Europa […]”.
Mas, na verdade, a cena foi fabricada com inteligência artificial (IA), como apontam duas ferramentas que detectam esse tipo de conteúdo. Além disso, o escritório que representa o ator desmentiu o material (leia detalhes abaixo nesta reportagem).
No registro, a versão fake de Robert De Niro acende um isqueiro com a mão direita e, com a esquerda, segura uma pequena bandeira americana (na qual se lê “bye bye”). Tudo se passa em um ambiente fechado e escuro, similar a um gabinete. Em uma das paredes, há uma foto que alude à ex-vice-presidente Kamala Harris, derrotada por Donald na eleição presidencial de 2024.
⚠️ Por que o vídeo é mentiroso?
O Fato ou Fake submeteu o vídeo a dois detectores de conteúdos criados com IA, e ambos apontaram uso desse recurso. Veja o resultado das análises (e os infográficos ao término no texto):
Hive Moderation – 99% de probabilidade de material ser sintético.
SynthID Detector – A ferramenta do Google identifica conteúdo gerados com a IA da própria companhia. Resultado: “Feito com a IA do Google. Synth ID identificado em todo ou parte do conteúdo carregado”. Essa tecnologia aplica uma marca d’água (diretamente em vídeos, imagens, áudios ou textos) imperceptível para humanos, mas rastreável pelo sistema.
O Fato ou Fake também procurou o escritório de relações públicas Rosenfield Media Group (RMG), que representa De Niro, e questionou se o vídeo era verdadeiro. A resposta, por e-mail, diz: “100% falso”.
Ao contrário do que sugere o post fake, o ator tem mostrado disposição de resistir a Trump, sem se mudar dos Estados Unidos. Em uma entrevista publicada em outubro de 2025 pelo jornal britânico “The Guardian”, o artista afirmou: “Você tem que lutar. Não há outra maneira de enfrentar um valentão”.
Dias antes, ele havia apoiado os protestos No Kings, que mobilizaram manifestantes em mais de 2,6 mil cidades americanas para criticar as políticas de imigração, educação e segurança de Trump.
Em janeiro, o Fato ou Fake publicou outra checagem envolvendo De Niro:
É #FAKE que Robert De Niro disse ‘Fuck Trump’ no palco do Globo de Ouro
O Fato ou Fake submeteu o vídeo ao detector Hive Moderation, que aponta 99% de probabilidade de material conter inteligência artificial.
Reprodução
O SynthID detectou que todo ou parte do conteúdo enviado foi gerado por IA”
Reprodução
É #FAKE vídeo que mostra Robert De Niro queimando bandeira dos EUA; cenas foram geradas por IA
Reprodução
Veja também
EUA não foram ‘donos’ da Groenlândia durante a 2ª Guerra Mundial e , por isso, não ‘devolveram’ a ilha à Dinamarca após o fim do conflito
É #FAKE que EUA foram ‘donos’ da Groenlândia durante a 2ª Guerra e ‘devolveram’ a ilha
VÍDEOS: Os mais vistos agora no g1
Veja os vídeos que estão em alta no g1
VÍDEOS: Fato ou Fake explica
VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE
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Fonte: G1 Entretenimento

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Ron Kenoly, cantor gospel americano, morre aos 81 anos


Ron Kenoly, em 2024
Reprodução/Facebook/Ron Kenoly Ministries (Official)
O cantor gospel e ministro protestante americano, Ron Kenoly, morreu nesta terça-feira (3), aos 81 anos. A causa da morte não foi revelada.
A notícia foi divulgada por conhecidos dele, como o pastor Francis Wale Oke e seu diretor musical, Bruno Miranda.
“Fora do palco, Doc carregava a mesma integridade, humildade e reverência a Deus que o mundo via sob os holofotes”, escreveu Miranda, no Instagram. “Ele me ensinou que a adoração começa muito antes da primeira nota ser tocada, moldada pela obediência, pelo caráter e por um profundo temor do Senhor.”
Ao começar a carreira na música gospel nos anos 1980, ele ficou conhecido por canções como “Ancient of days” e “Anointing fall on me”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Gretchen diz que negou convite para BBB, mas não descarta ida: ‘Será que vou ter energia?’


Gretchen é entrevistada no programa g1 Ouviu, no estúdio do g1 em São Paulo
Fábio Tito/g1
Gretchen foi convidada para o BBB, mas negou o convite. Foi o que ela contou ao podcast g1 ouviu nesta terça-feira (3). Como a internet pede muito a participação da cantora no reality show, a cantora explicou por que não topou. Por enquanto.
“Fui convidada. Eu iria, mas não sei se iria agora”, ela disse. “Eu vi naquele dia que jogaram uma geleia colorida, eu tenho alopecia, eu uso lace. Eu fiquei me imaginando com aquela geleia na minha lace. Ou eu tiro e mostro para todo mundo e vou viver a vida ou vou ficar me podando.”
“Será que vou ter energia para fazer uma prova de resistência como eles? Eu já tenho 66 anos. Eu tenho que ver se aquilo é condizendo com que o público espera que eu faça.”
Gretchen foi entrevistada ao vivo no g1 Ouviu, o podcast e videocast de música do g1. A conversa fica disponível em vídeo e podcast no g1, no YouTube, no TikTok e nas plataformas de áudio.
Hit de novo
Gretchen no g1 Ouviu
Fábio Tito/g1
Lançada em 1979, a música ganhou fôlego novo nas redes sociais no início de 2026, impulsionada por desafios de dança. Para Gretchen, o segredo está na estrutura da canção.
“Nós, da galera dos 80 anos, temos músicas genuínas, que foram feitos com músicos de verdade. A melodia dos 80 anos é marcante. Essa galera fez música que vai atravessar gerações”, explicou a cantora.
Com quase 50 anos de carreira, a cantora acaba de lançar um EP com quatro versões de “Freak le boom boom”, um de seus maiores sucessos, lançado em 1979.
O remix ganhou a releitura do produtor Gab Miranda, filho de Gretchen, que incluiu percussões de escola de samba na faixa, já pensando no carnaval.
Na novela e nos memes
Gretchen é entrevistada pelas jornalistas Marília Neves e Dora Guerra no programa g1 Ouviu, no estúdio do g1 em São Paulo
Fábio Tito/g1
A cantora comentou a cena em que Grazi Massafera dançou “Freak le boom boom” na novela “Três Graças”. “Eu amei. A Arminda é aquilo. Ela registrou muito bem com a música aquele momento maluco que ela teve. Ela dançou muito lindo”, comentou ela.
Além das músicas, Gretchen também é figurinha fácil na internet, nos dois sentidos. Ela explicou que não se incomoda com o rótulo “Rainha dos memes”.
“Eu ressurgi de outra forma, para um público mais novo. Eu não sou da época da internet, eu tive que me adaptar também. Eu estou sempre me renovando por causa desses novos rótulos”.
Durante a entrevista, ela também explicou que tem vontade de fazer um feat com Pedro Sampaio. “Ele é muito a minha cara. Gosto do estilo dele.”
Outras novidades devem vir em breve, ela revelou: um documentário e um filme ou série com atores baseado na vida e carreira dela. Ela contou que gostaria de ver a atriz Juliana Paes interpretá‑la em uma produção sobre sua trajetória. “Acho que ela tem meu rosto, meu corpo, meu jeito de ser”, comparou. Para viver sua fase jovem, a artista ainda sugeriu o nome de Giullia Buscacio.

Fonte: G1 Entretenimento

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Filho da princesa herdeira da Noruega nega estupro, mas admite outras acusações em tribunal


Marius Borg Hoiby da Noruega e a princesa herdeira Mette-Marit em Oslo.
Lise Aserud/NTB via AP
O filho da princesa herdeira da Noruega se declarou inocente das acusações de estupro e violência doméstica, mas admitiu acusações menos graves no primeiro dia de seu julgamento, nesta terça-feira (3), um caso que abalou a já conturbada família real.
Marius Borg Hoiby, de 29 anos, filho da princesa herdeira Mette-Marit e enteado do príncipe herdeiro Haakon, pode pegar vários anos de prisão se for considerado culpado das acusações mais graves entre as 38 que pesam contra ele.
Quando o julgamento começou, uma pesquisa apontou para uma erosão no tradicional apoio forte dos noruegueses à monarquia. O processo ocorre dias depois que a mãe de Hoiby se desculpou por seu “mau julgamento” ao manter contato com o falecido criminoso sexual norte-americano Jeffrey Epstein depois que ele foi condenado em 2008.
Nesta terça-feira, Hoiby se declarou inocente de quatro acusações de estupro e uma de violência doméstica.
Ele se declarou culpado de uma acusação de comportamento sexual ofensivo, dirigir em excesso de velocidade e dirigir sem carteira de habilitação válida, entre outras acusações.
Ele também se declarou parcialmente culpado — uma alegação permitida pela lei norueguesa — de agressão agravada e comportamento imprudente.
Após um breve intervalo, Hoiby — vestindo um suéter marrom sobre uma camiseta branca, calças verde-escuras e tênis brancos — voltou a sentar-se atrás de seus advogados, com o corpo às vezes tremendo e as mãos firmemente entrelaçadas.
O promotor principal Sturla Henriksboe disse que Hoiby seria tratado como qualquer outro norueguês. “Ele não será tratado com mais severidade ou mais brandura por fazer parte desta família”, afirmou Henriksboe em sua declaração inicial.
Em resposta, a advogada de Hoiby disse que o tratamento dado ao seu cliente tinha sido tudo menos justo.
“A cobertura da imprensa — qual réu vê 10.000 artigos de imprensa escritos sobre ele? … Ele viu livros sendo escritos sobre ele e mais estão por vir”, disse Ellen Holager Andenaes.
“Nosso cliente não recebeu, de forma alguma, um tratamento normal. E ele não recebeu nenhum tratamento positivo.”
O príncipe herdeiro Haakon declarou que ele e sua esposa não planejam comparecer ao julgamento.
Sobre Hoiby, Haakon disse: “Nós o amamos. Ele é uma parte importante da nossa família. Ele é um cidadão norueguês, então tem as mesmas responsabilidades que todos os outros, bem como os mesmos direitos.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Hit de Tim Maia é ouvido no Grammy! Descubra a origem da música que cruzou mares até chegar à premiação


Tim Maia (1942 – 1998) em foto da capa do álbum ‘O descobridor dos sete mares” (1983)
Reprodução
♫ NOTÍCIA
♬ O perfil oficial do cantor e compositor carioca Tim Maia (1942 – 1998) chamou atenção ontem para um detalhe tão delicioso quanto inusitado para o público brasileiro que assistiu pela televisão ou pela internet à cerimônia da 68ª edição do Grammy Awards, realizada em Los Angeles (EUA) na noite de domingo, 1º de fevereiro.
Não, não se trata do prêmio de Melhor álbum de música global para o álbum ao vivo de Caetano Veloso e Maria Bethânia, mas do fato de a orquestra do prêmio ter tocado a introdução do arranjo da música “O descobridor dos sete mares” (1983) – um dos maiores sucessos da discografia de Tim Maia, pioneiro do funk e soul brasileiros – quando foi anunciada a vitória da trilha sonora do filme norte-americano “Pecadores” (“Sinners”, no titulo original em inglês) na categoria Melhor trilha sonora compilada para mídia visual.
Lançada por Tim Maia no álbum também intitulado “O descobridor dos sete mares”, produzido e regido pelo próprio Tim em 1983 sob a direção artística de Jairo Pires, a composição dos então publicitários Miguel Leite de Oliveira Neto (conhecido e creditado artisticamente como Michel) e Gilson de Barros Mendonça foi tocada em registro instrumental assim que o prêmio para a trilha de “Pecadores” foi anunciado.
Ouviu-se a introdução do arranjo de metais criado pelo saxofonista João Batista Martins (o Tinho) e o trompetista Adonhyran Peçanha para a gravação original de 1983, na qual, além dos dois instrumentistas e arranjadores, também tocou o trompetista Carlos dos Santos, entre outros músicos da banda de Tim, Vitória Régia.
Michel e Gilson Mendonça compuseram “O descobridor dos sete mares” especialmente para Tim Maia. Inclusive por conta desse aliciante arranjo de metais, a música fez sucesso imediato e, a partir dos anos 1990, ganhou outras gravações do próprio Tim Maia (em 1990 e em disco ao vivo de 1992) e de cantores como Lulu Santos (em 1995 e em 2004), Pedro Mariano (em 1999), Edson Cordeiro (em 2001) e Diogo Nogueira (em álbum ao vivo de 2016).
Com a morte de Tim Maia em 1998, “O descobridor dos sete mares” permaneceu na memória nacional como uma das músicas mais famosas do cantor, ombreando na preferência popular com outros hits do artista, como “Azul da cor do mar” (1970), “Primavera” (Cassiano e Silvio Roachel, 1970), “Não quero dinheiro (Só quero amar)” (1971), “Gostava tanto de você” (Edson Trindade, 1973) e “Me dê motivo” (Michael Sullivan e Paulo Massadas, 1983), este um clássico da sofrência lançado por Tim no mesmo álbum de 1983 em que o cantor apresentou “O descobridor dos sete mares”.
Com letra escrita com inspiração no litoral brasileiro, a música “O descobridor dos sete mares” cruzou águas intercontinentais e chegou ao Grammy!

Fonte: G1 Entretenimento

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Os shows estão caros demais? Entenda por que valor de ingressos aumentou no Brasil e no mundo


Shows estão ficando mais caros? Entenda o que tem causado alta dos preços de ingressos
Ser fã de artista internacional nunca foi uma tarefa fácil, mas está mais custosa que nunca. Fãs de Harry Styles que o digam: os preços dos shows dele no Brasil, marcados para julho, surpreenderam até quem estava com a poupança em dia.
Nas redes sociais, não faltam comentários de fãs decepcionados com os preços de shows internacionais. Claro, ver um artista gringo sempre custou um pouco mais. Mas os ingressos não estão caros demais? E será que esse problema é só no Brasil?
O g1 ouviu especialistas em grandes shows para entender o que está por trás desses preços. Veja abaixo:
Aumento vai além da inflação
Não é novidade que a pandemia e os conflitos mundiais, como a guerra na Ucrânia, inflacionaram os preços. Mas não é só isso.
Ao g1, um produtor de shows internacionais explicou alguns fatores que causaram a alta de ingressos:
Aumento do cachê: artistas não conseguem mais se sustentar com streams e os shows são suas principais fontes de renda;
Shows mais robustos: artistas estão investindo cada vez mais em shows com grandes aparatos de luzes, vídeo, som e efeitos especiais — e claro, fica caro transportar e montar essas estruturas;
Tudo está mais caro: das passagens aéreas ao transporte de carga, salários, hotéis… tudo isso tem custado mais.
O g1 procurou as produtoras Live Nation e a 30e, responsáveis pela maior parte dos shows internacionais no Brasil, mas elas não quiseram responder.
Preços para o show de Harry Styles em 2022 (esquerda) e em 2026 (direita)
Divulgação
Estamos vendo os efeitos na prática. Fãs sofreram ao comparar os preços da “Love on Tour”, turnê que Harry Styles trouxe em 2022, e dos shows deste ano. Se, antes, a pista custava R$ 358 (inteira, sem taxas), hoje, o mesmo tipo de ingresso está R$ 700. Sim, os valores praticamente dobraram.
Essa alteração é muito acima da inflação: nesse tempo, a inflação acumulada ficou em torno de 20% a 25%, o que levaria um ingresso médio de R$ 400 a custar hoje cerca de R$ 450.
No caso de Styles, dá pra argumentar que o artista cresceu nesse tempo e que ele deve trazer um show mais robusto desta vez.
Mas nem uma banda estável como o Iron Maiden passou ilesa a esse aumento no Brasil: entre 2022 e 2026, no geral, os ingressos dos shows da banda em São Paulo ficaram cerca de 49% mais caros (ou seja, o dobro da inflação). Isso sem contar as taxas.
Harry Styles canta no Grammy 2023
REUTERS/Mario Anzuoni
O caso do Brasil
É claro que o Brasil tem suas próprias questões. Uma delas é a lei da meia-entrada, que não existe em vários outros países. Um produtor ouvido pelo g1 explica que, como muitos fãs compram a meia, é preciso jogar o preço da inteira lá no alto para que a conta feche.
Ele conta que outra questão é a tributação. O artista usa do cachê para despesas com passagens, transporte de carga, salários da equipe, alimentação, pagamento de empresários, ensaios, etc. Mas além disso, o cachê não chega inteiro para o artista, porque há a cobrança de impostos.
Em alguns países da Europa, é possível que as despesas do artista sejam descontadas antes dos impostos, ou seja, os impostos incidem basicamente sobre o lucro líquido. Mas no Brasil e em alguns países da América do Sul, o imposto é cobrado diretamente sobre o valor bruto do cachê que o artista recebe.
“Então, para trazer um artista, é preciso que exista um valor mínimo que justifique esses custos. E, para chegar a esse valor, é necessário cobrar um preço médio de ingresso relativamente alto — levando em consideração, ainda, a questão da meia-entrada”, explica o entrevistado.
Além disso, hoje, várias taxas incidem sobre o valor do ingresso: taxa de serviço, de processamento (ou meio de pagamento) e de administração. Essas tarifas existem em outros países, claro. Mas por aqui, o valor de um ingresso (que já não era barato, para início de conversa) acaba sendo inflado em cerca de 20% a 30% com as taxas.
Em comunicado emitido na última terça (27), o Procon-SP informou que “desde 2023, já aplicou 3 multas contra a Q2 Ingressos, a Eventim Brasil e a T4F Entretenimento e neste momento possui uma investigação em curso sobre a cobrança indevida de taxas.”
Mas problema também é mundial
Não é que os ingressos estão caros só no Brasil. Na verdade, até temos uma vantagem: por aqui, não há a prática do “preço dinâmico”, que infla os valores de acordo com a demanda. Isso rendeu um problema enorme para os fãs ingleses de Oasis em 2025.
Liam Gallagher durante apresentação do Oasis, em São Paulo
Joshua Halling/Divulgação
Em alguns lugares, como os Estados Unidos, há variação de preços mesmo dentro de um mesmo setor. Quanto mais perto do palco ou melhor a vista, mais caro o ingresso.
“Eu sempre digo para todo mundo: antes de chorar, olha quanto estão pagando os outros fãs dos Estados Unidos, que são realmente o mercado mais caro. É onde os artistas fazem a festa, onde o onde eles vão mais ganhar, vai ser nos EUA. Menos impostos, mais mercado, cobra-se mais caro, tem melhor infraestrutura para receber os shows”, diz o entrevistado.
Até o Trump já disse que os shows estão com “preços malucos”. Há anos, a Ticketmaster enfrenta processos de órgãos americanos, sob acusações de preços predatórios, taxas enganosas e monopólio da indústria (a ticketeria se tornou a principal do mundo após a fusão com a Live Nation, em 2010).
O sucesso desse tipo de ticketerias tem a ver com o modelo de negócio: se antes a casa de shows arcava com a operação de vendas, hoje, parte desses custos é paga pelo consumidor na compra online.
Taylor Swift no Estádio Nilson Santos, em 2023
Stephanie Rodrigues/g1
Tudo isso para um processo de compra que pode ser bem frustrante, além do preço exorbitante. Por isso, nem os artistas estão felizes: Taylor Swift, Pearl Jam, Robert Smith e Bruce Springsteen estão entre os nomes que já “compraram briga” com a Ticketmaster. Mas até hoje, encontraram poucas saídas.
Por enquanto, a perspectiva não é boa: se os shows continuam esgotando, infelizmente, o mercado não tem estímulo algum pra abaixar os preços. Resta aos fãs entender até onde dá pra pagar.

Fonte: G1 Entretenimento