Categorias
ENTRETERIMENTO

‘A Empregada’ vira 1º fenômeno de bilheteria de 2026 no Brasil com reviravoltas e boca a boca


Assista ao trailer do filme ‘A Empregada’
“A Empregada” é o primeiro grande fenômeno de bilheteria neste ano no Brasil. Longe das franquias de super-heróis ou das animações infantis, quem domina as conversas e as salas de cinema nessas primeiras semanas é o suspense psicológico baseado no livro de mesmo nome.
A adaptação do best-seller de Freida McFadden, protagonizada por Sydney Sweeney e Amanda Seyfried, se consolidou como o filme favorito dos brasileiros neste início de temporada.
Segundo dados da Comscore, o longa rompeu a barreira impressionante dos 3 milhões de espectadores no Brasil. O filme está há três semanas consecutivas no primeiro lugar. O suspense assumiu a ponta do ranking na metade de janeiro, destronando “Avatar: Fogo e Cinzas”.
Parte do sucesso é explicada pela força do boca a boca. Impulsionado pelas reviravoltas da trama, a ida ao cinema virou evento obrigatório para evitar spoilers nas redes sociais.
Quais as cifras de ‘A empregada’?
Cartazes do filme ‘A empregada’ em português, inglês e espanhol
Reprodução
Renda acumulada: O filme rendeu R$ 68 milhões apenas nas bilheterias brasileiras, segundo a Comscore;
Resistência a estreias: Em sua terceira semana na liderança, permaneceu o topo mesmo com a chegada de “Zootopia 2”;
Sucesso nos EUA: No mercado norte-americano, arrecadou US$ 45 milhões apenas no primeiro fim de semana;
Fenômeno boca a boca: O filme teve nota “A-” no CinemaScore, métrica que avalia a satisfação do público na saída das sessões;
Fenômeno do BookTok: Antes da estreia, a hashtag de “A empregada” já somava mais de 1 bilhão de visualizações no TikTok.
Para quem ainda não foi ao cinema, o g1 responde abaixo outras perguntas sobre o thriller:
Qual a história?
A trama é um suspense de “gato e rato”. Millie Calloway (Sydney Sweeney) é uma jovem com um passado conturbado que vive em seu carro e precisa desesperadamente de um recomeço. Ela acredita ter tirado a sorte grande ao ser contratada como empregada doméstica para trabalhar na mansão luxuosa da sofisticada Nina Winchester (Amanda Seyfried).
No entanto, o emprego dos sonhos se torna um pesadelo psicológico. Nina se revela uma patroa imprevisível, manipuladora e instável, tornando a vida de Millie um inferno. Enquanto isso, o marido de Nina, o charmoso Andrew, parece ser a única pessoa sã na casa.
Millie logo percebe que a família Winchester esconde segredos sombrios e perigosos, e que ela mesma pode não ser tão inocente quanto aparenta.
Nina (Amanda Seyfried) encara Mille (Sydney Sweeney) numa cena de ‘A Empregada’
Divulgação
Por que tem feito tanto sucesso?
O êxito de “A empregada” é resultado de três fatores:
“Star Power”: O filme uniu duas gerações de estrelas. Sydney Sweeney é o controverso ícone atual da Geração Z (após “Euphoria” e o sucesso “Todos Menos Você”). Amanda Seyfried é uma atriz consagrada, indicada ao Oscar e com apelo popular desde “Meninas Malvadas”. Vê-las em um embate direto uniu esses dois públicos;
O estilo: Thrillers domésticos com reviravoltas geram engajamento natural. As pessoas saem da sessão falando do final, o que alimenta o boca a boca.
A base literária: O livro de Freida McFadden já era um fenômeno no “BookTok” (a comunidade literária do TikTok). O filme já nasceu com uma audiência gigantesca esperando pela adaptação.
Quem está no elenco?
Sydney Sweeney e Amanda Seyfried estrelam o suspense ‘A Empregada’
Divulgação
A força do filme está no duelo central, mas o elenco de apoio é fundamental:
Sydney Sweeney (“Todos Menos Você”): Millie Calloway, a jovem com um passado misterioso que aceita o emprego na mansão Winchester desesperada por um recomeço.
Amanda Seyfried (“Meninas Malvadas”): Nina Winchester, a sofisticada, manipuladora e imprevisível dona da casa que transforma a rotina de Millie em um inferno psicológico.
Theo James (“Divergente”): Andrew Winchester, o marido rico, charmoso e aparentemente perfeito que parece ser a única ilha de sanidade na mansão.
Margo Martindale (“Álbum de Família”): Uma figura chave do passado da família Winchester que detém informações cruciais sobre a dinâmica perigosa da casa.
Quais as diferenças entre livro e filme?
Embora a adaptação seja fiel à espinha dorsal da história de McFadden, houve mudanças para adequar a trama ao novo formato. A principal diferença está no ritmo: o filme acelera a primeira metade da história, chegando mais rápido aos confrontos diretos entre Millie e Nina. No livro, a autora gasta mais tempo construindo a tensão diária. Além disso, certas histórias secundárias foram simplificadas.
Porém, a mudança mais debatida nas redes sociais envolve o terceiro ato e a cena final. O filme optou por um desfecho de visual mais impactante e um pouco diferente do epílogo do livro, o que tem dividido a opinião dos leitores mais puristas.
Quem é diretor e a roteirista?
O filme é dirigido por Paul Feig, conhecido por seu trabalho em comédias de sucesso como “Missão Madrinha de Casamento” e por transitar para o gênero de suspense com estilo em “Um Pequeno Favor”. A adaptação do livro ficou a cargo de Rebecca Sonnenshine. A roteirista e produtora tem experiência em criar atmosferas de tensão e mistério, tendo trabalhado em séries como “The Boys”, “The Vampire Diaries” e “Archive 81”.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Chuck Negron, do Three Dog Night e voz por trás de ‘Joy to the World’, morre aos 83 anos


Chuck Negron, ex-vocalista da banda Three Dog Night, canta para uma plateia durante uma festa de véspera de Natal, em 24 de dezembro de 1997, na Union Rescue Mission, em Los Angeles.
AP/John Hayes
Chuck Negron, membro fundador do Three Dog Night, cuja voz principal impulsionou uma série de sucessos, incluindo “Joy to the World”, “One” e “An Old Fashioned Love Song”, para uma das principais bandas de rock do final dos anos 1960 e início dos anos 1970, morreu na segunda-feira. Ele tinha 83 anos.
📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça
Ele morreu em decorrência de complicações de insuficiência cardíaca e doença pulmonar obstrutiva crônica em sua casa no bairro de Studio City, em Los Angeles, de acordo com seu assessor de imprensa, Zach Farnum.
Negron também cantou como vocalista principal em “Easy To Be Hard” e “The Show Must Go On”. Outros sucessos da banda incluem “Black and White”, “Mama Told Me (Not to Come)”, “Never Been to Spain” e “Shambala”.
Em dezembro de 1972, a banda apresentou e se apresentou na edição inaugural do “New Year’s Rockin’ Eve” de Dick Clark.
Em 1975, as vendas de álbuns haviam diminuído e a banda teve seu último sucesso na Billboard Hot 100 com “Til the World Ends”. Conflitos internos fragmentaram o grupo, que se desfez no ano seguinte.
Em 1981, o grupo se reuniu, mas Negron foi demitido no final de 1985 devido a problemas recorrentes com drogas.
Em 1967, Negron juntou-se a Danny Hutton e Cory Wells para formar o Three Dog Night, um trio vocal com raízes no R&B, rock ‘n’ roll e doo-wop urbano. Eles alcançaram o sucesso dois anos depois com seu primeiro single, “One”, que vendeu mais de um milhão de cópias e foi escrito por Harry Nilsson
Negron fez uso intenso de drogas durante a ascensão meteórica da banda ao topo das paradas. Gastou sua fortuna com drogas e chegou a morar na Skid Row, em Los Angeles, por um tempo.
Veja os vídeos em alta do g1
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Após inúmeras internações em clínicas de reabilitação, ele se livrou do vício em 1991 e seguiu uma carreira solo de sucesso, lançando sete álbuns entre 1995 e 2017. Seu livro de 1999, “Three Dog Nightmare”, detalhou seus altos e baixos.
Após décadas de afastamento entre ele e Hutton, os dois se reconciliaram no ano passado. Hutton e Michael Allsup são os únicos membros sobreviventes.
Nascido Charles Negron II em 8 de junho de 1942, ele cresceu no Bronx cantando em grupos de doo-wop desde cedo. Seus pais se divorciaram quando ele tinha 2 anos. Ele foi recrutado pela Universidade Estadual da Califórnia para jogar basquete, o que o levou a Los Angeles, onde começou a trabalhar na indústria da música.
Em seus últimos anos, Negron continuou em turnê mesmo sofrendo de DPOC crônica por três décadas. A pandemia de COVID-19 o afastou dos palcos permanentemente.
Negron deixa esposa, Ami Albea Negron, e cinco filhos, incluindo Berry Oakley Jr., filho do baixista da Allman Brothers Band, Berry Oakley, que morreu em um acidente de motocicleta em 1972. Negron foi casado por um tempo com Julia Negron, mãe de Berry Oakley Jr., e ajudou a criar o pequeno Berry Jr.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Chappell Roan vestiu prótese para look que oscila entre provocação e elegância; entenda


Chappell Roan usou prótese para vestido que a deixou seminua no Grammy 2026
Chappell Roan vestiu um look ousado, criativo e conceitual no tapete vermelho do Grammy Awards 2026, deste domingo (1º). A cantora fez jus à sua extravagância fashion e, com um vestido da Mugler, se tornou uma das celebridades mais comentadas nas redes durante a premiação.
A repercussão do visual de Chappell tem a ver com os seios da cantora, que ficaram à mostra. Mas ao contrário do que muita gente pensa, a artista usava uma prótese sobre eles, explicou Andrew Dahling, maquiador da cantora, à revista “Elle”.
A referência de Chappell
O look de Chappell se trata de uma releitura de um vestido icônico da marca francesa Mugler. O original foi criado em 1998, sendo apresentado em um desfile de alta-costura e vestido por Erica Vanbrel.
Em 2025, esse mesmo vestido serviu de inspiração para outro look da Mugler. Assinada por Miguel Castro Freita, a peça compõe a coleção de primavera-verão 2026 da marca.
Agora, foi a vez de Chappell Roan recriar o look. Diferentemente dos modelos anteriores, o tecido dela ficou sustentado em um piercing que perfura próteses em vez de mamilos reais — o que evitou acidentes, caso alguém pisasse na longa calda do seu vestido.
Transparente, sua peça trazia linhas delineantes. O tom vermelho-vinho harmonizava com seu cabelo ruivo.
“É uma fantasia medieval da Mugler para o tapete vermelho. Queríamos uma maquiagem sensual e esfumada, com um toque dos anos 90 para homenagear a época de onde vem este vestido”, afirmou Dahling a “Elle”.
Diferentes modelos de um vestido icônico da Mugler. À esquerda, a peça de 1998; ao centro, a peça de 2025; e à direita, a peça de 2026
Reprodução/Getty Images/AFP
Da sensualidade à elegância
Apesar de sua seminudez, o look de Chappell vai na contramão do visual de Bianca Censori no Grammy em 2025. A empresária, que foi totalmente pelada à premiação, estava interessada somente em polemizar — ou pelo menos, era o que ela e seu marido Kanye West deram a entender.
Já a cantora, que também apostou no naked dress, se dedicou a escolher qual conceito por trás do look. Os seios (e prótese) à mostra têm apelo sexual, de sofisticação, provocação e elegância. Tudo isso ao mesmo tempo.
O propósito estético da peça usada por Chappell se alinha à intenção Thierry Mugler, estilista do vestido original. “Eu tinha piercings nos mamilos e acho que a notícia se espalhou muito rápido. De repente, o Thierry disse: ‘Tenho um vestido para você e vou pendurá-lo nos seus mamilos’. O Thierry ficou super empolgado, e eu também. Ele achou a ideia ótima e queria um estilo de deusa grega”, contou a modelo Erica Vanbrel em uma entrevista.
Mesmo com todas as adaptações em relação à peça original, o vestido de Chappell deixou a artista com ar de mítica, intocável e poderosa. É como se ela fosse a própria vestimenta de si mesma.
Chappell Roan no Grammy 2026
Mario Anzuoni/Reuters/Amy Sussman/Getty Images/AFP
Nudez no Grammy
Após a passagem de Bianca Censori pelo tapete vermelho do Grammy 2025, levantou-se o questionamento: Afinal, existe um código de vestimenta no Grammy?
Na época, o g1 procurou representantes de artistas brasileiros que já foram indicados na premiação para saber se o Grammy envia algum tipo de comunicado com o convite. E alguns deles informaram que nunca souberam de nada que fosse proibido, mas que devido à importância do evento, o traje oficial é gala.
Essa informação não está escrita no convite, mas entre eles, “é algo que já é óbvio”. E dentro disso, os estilistas já trabalham nos figurinos, pensando tanto no red carpet quanto na cerimônia de premiação.
As páginas internacionais reforçam o que foi dito por esses representantes e explicam que a Recording Academy nunca divulgou publicamente um código de vestimenta para a cerimônia de premiação.
Mas, em 2013, um suposto documento sobre o assunto teria sido enviado aos convidados pela CBS, emissora que transmite o evento.
Este memorando (publicado pelo site Deadline na época), nunca foi confirmado pela CBS. Mas, segundo o site, o documento fazia um alerta sobre figurinos, citando, por exemplo, que “as nádegas e os seios femininos tinham que estar adequadamente cobertos”.
Além disso, “trajes do tipo tanga” e com as curvas dos seios à mostra também eram listados como problemáticos.
Outro tópico dizia que bumbuns visíveis através de roupas transparentes eram desaconselhados. E órgãos genitais à mostra eram proibidos.
Esse mesmo documento também proibia acessórios de campanhas, como aqueles pins de lapela que se tornaram tão comuns em tapetes vermelhos.
No Grammy deste ano, vários artistas usaram um pin azul em formato de coração que fazia parte de uma campanha em apoio às vítimas dos incêndios na Califórnia.
Depois de toda repercussão com o vestido transparente de Bianca, um produtor executivo responsável pela transmissão do Grammy informou à revista People que o código de vestimenta indicado para os convidados é “black-tie artístico”, mas que, se tratando da indústria da música, ele acha que isso fica aberto a interpretações.
Resta saber se agora as premiações vão aderir algum código que assinale de forma mais explícita se há algo proibido para a passagem no tapete vermelho.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Roberta Campos reaviva canções do álbum ‘Coisas de viver’ com feats com Jota.Pê, Zélia Duncan e Jorge Vercillo


Roberta Campos (de camisa preta) regrava a canção ‘Peito aberto’ com Zélia Duncan no álbum ‘Coisas de viver a dois’
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Em 5 de fevereiro de 2025, Roberta Campos lançou o sexto álbum de estúdio, “Coisas de viver”, com repertório inteiramente autoral. Na próxima quinta-feira, 5 de fevereiro, exatamente um ano após o lançamento do álbum, a cantora, compositora e violonista mineira apresenta o primeiro single do reboot desse cancioneiro.
“Coisas de viver a dois” é o título do projeto fonográfico em que Roberta rebobina as nove músicas do álbum de 2025 com feats com nomes como Jota.Pê, Zélia Duncan e Jorge Vercillo. Vários singles serão lançados até que o álbum “Coisas de viver a dois” fique disponível na íntegra em maio.
O single inicial que será lançado na quinta-feira é o feat da artista com Jota.Pê na música-título “Coisas de viver”, parceria de Roberta com o letrista Paulo Novaes. Mais tarde, o público reouvirá a canção “Peito aberto” em dueto de Roberta Campos com Zélia Duncan.
Além das vozes dos convidados, as músicas do álbum “Coisas de viver” reaparecem em “Coisas de viver a dois” com novos arranjos, executados pelos músicos Diogo Ville (teclados), Amanda Barbora (bateria), Jackson Antunes (baixo) e João Elbert (guitarra). A música-título “Coisas de viver”, por exemplo, volta adornada com quinteto de cordas na regravação arranjada por Thiago Faria.
Ao longo de cinco dias de estúdio, Roberta Campos gravou todos os feats e captou as imagens dos encontros com os convidados de “Coisas de viver a dois”.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Quem é Chappell Roan, cantora que chamou atenção com look transparente no Grammy 2026


Chappell Roan chama atenção com vestido ousado no Grammy 2026
Amy Sussman / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP
A cantora Chappell Roan chegou ao Grammy Awards 2026, na noite deste domingo (1º), com um look que chamou atenção. A artista estava indicada a dois prêmios nesta edição e apareceu com um vestido que deixava os seios à mostra, preso apenas por piercings no corpo.
Cantora lésbica e festeira é nova queridinha da música pop; veja entrevista do g1 com Chappell
Veja line-up do Lollapalooza 2026, com Chappell, Sabrina Carpenter e mais
Hoje uma das principais estrelas da nova geração do pop, Chappell Roan era um nome pouco conhecido até 2024. A cantora americana de 27 anos cresceu exponencialmente nos últimos anos, graças aos seus hits divertidos e performances teatrais.
Ela vem ao Lollapalooza 2026 como uma das headliners, mesmo sendo sua primeira vez no Brasil. Saiba mais sobre a cantora:
Quem é Chappell Roan
Chappell Roan leva o prêmio de Melhor Artista Revelação
Chris Pizzello/Invision/AP
Veja lista dos principais vencedores do Grammys
Caetano Veloso e Maria Bethânia vencem o Grammy de Melhor Álbum de Música Global
Nascida no Missouri, Chappell iniciou sua trajetória postando vídeos no TikTok e atuando como artista independente até estourar após apresentações marcantes em festivais como o Coachella.
Como coroação dessa trajetória, ela levou o Grammy de melhor artista revelação em 2025.
Seu estilo musical, influenciado por divas dos anos 2010 como Lady Gaga e Katy Perry, combina hits dançantes com letras que exploram abertamente sua identidade lésbica e experiências da comunidade LGBT+, o que a aproximou de um público jovem que busca autenticidade e representatividade.
Além do sucesso comercial, com milhões de ouvintes diários e músicas como “Good Luck, Babe” nas paradas globais, Chappell Roan é reconhecida por seu posicionamento político e apoio à cena local.
A moda é um aspecto importantíssimo da identidade artística dela; esse lado “extravagante” faz parte da persona Chappell Roan, que ela mesma define como uma “drag queen”.
Em suas turnês, ela frequentemente convida artistas drags regionais para fazer a abertura dos shows, buscando engajar e fortalecer a comunidade LGBT+ por onde passa.
Chappell Roan chama atenção com vestido ousado no Grammy 2026
Amy Sussman / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Supla recicla, ao lado de Bazie, Jyrki e Os Punks de Boutique, música lançada há 30 anos com a banda Psycho 69


Supla e Os Punks de Boutique lançam hoje, 2 de fevereiro, o single ‘Trip scene’
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Banda norte-americana de punk rock integrada por Supla entre 1994 e 1999, período em que o artista brasileiro morou em Nova York (EUA), Psycho 69 lançou em 1996 um álbum homônimo que trazia no repertório uma parceria de Supla com Louie Gasparro, “Trip scene”.
É essa até então esquecida composição “Trip scene” que Supla rebobina, 30 anos depois, em single gravado com o grupo Os Punks de Boutique e disponível a partir de hoje, 2 de fevereiro, nos aplicativos de áudio e em clipe.
Além dos Punks de Boutique, o single “Trip scene” junta Supla com o guitarrista Bazie e o cantor Jyrki 69, ambos integrantes da banda finlandesa The 69 Eyes, conhecida no universo roqueiro europeu pela mistura de glam, punk e hard rock. Como ressalta Supla, a arquitetura instrumental do atual registro de “Trip scene” é similar à da gravação original de 1996.
Originado da gravação feita em estúdio de São Paulo (SP), o clipe de “Trip scene” mistura takes captados no estúdio com trechos de apresentações da banda Psycho 69 em Nova York (EUA), costurando presente e passado através das imagens.
Capa do single ‘Trip scene’, de Supla com Os Punks de Boutique. Jyrki 69 e Bazie
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Após vitória no Grammy 2026, Steven Spielberg entra para o grupo do EGOT


Steven Spielberg chega ao Globo de Ouro 2023
Frederic J. Brown / AFP
O cineasta Steven Spielberg ganhou o prêmio de Melhor Filme Musical no Grammy Awards 2026, neste domingo (1º), e se tornou integrante do seleto grupo EGOT, formado por artistas que conquistaram as quatro principais premiações do entretenimento dos Estados Unidos: Emmy, Grammy, Oscar e Tony Awards.
Spielberg foi premiado por “A Música de John Williams”, documentário sobre a vida e a obra do compositor e maestro norte-americano. Em comunicado pela “Variety”, o diretor agradeceu ao prêmio. “Este reconhecimento é obviamente muito significativo para mim, pois valida o que eu sei há mais de 50 anos: a influência de John Williams na cultura e na música é imensurável, e sua arte e legado são incomparáveis. Tenho orgulho de estar associado ao belo filme de Laurent.”
Bad Bunny leva Grammy de Melhor Álbum do Ano; veja vencedores
Caetano e Bethânia vencem Grammy de Álbum de Música Global
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Ao longo da carreira, o diretor acumulou diversos Emmys por minisséries aclamadas como “Band of Brothers”, “The Pacific” e “Taken”. No cinema, venceu três Oscars: Melhor Diretor e Melhor Filme por “A Lista de Schindler”, e novamente Melhor Diretor por “O Resgate do Soldado Ryan”. No teatro, garantiu seu Tony em 2022 como produtor do musical premiado “A Strange Loop”.
Agora, Spielberg se junta à lista que inclui Viola Davis, Rita Moreno, Audrey Hepburn, Alan Menken, Andrew Lloyd Webber, John Legend, Mike Nichols, Mel Brooks, Jennifer Hudson e Whoopi Goldberg.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Protestos contra agência de imigração nos EUA dominam a cerimônia do Grammy 2026


Bad Bunny é aplaudido em discurso contra agência de imigração nos EUA: ‘Não somos animais’
Os artistas que compareceram ao Grammy 2026 na noite deste domingo (1º) aproveitaram a premiação para criticar as ações do ICE (agência de imigração dos EUA). Muitos deles usavam um broche com os dizeres ICE OUT (“fora ICE”) e mencionaram o tema em seus discursos no palco, demonstrando oposição à política imigratória de Donald Trump.
Bad Bunny leva Grammy de Melhor Álbum do Ano; veja vencedores
Caetano e Bethânia vencem Grammy de Álbum de Música Global
Bad Bunny discursa ao vencer Grammy de melhor álbum de música urbana
REUTERS/Daniel Cole
Bad Bunny: ‘Não somos selvagens, não somos animais’
O discurso de Bad Bunny foi um dos momentos mais marcantes da cerimônia. O artista pediu o fim das ações do ICE e afirmou que imigrantes não devem ser vistos como menos humanos.
“Não somos selvagens, não somos animais, não somos alienígenas, somos humanos e somos americanos. O ódio se torna mais poderoso com mais ódio. A única coisa mais poderosa que o ódio é o amor. Então, por favor, precisamos ser diferentes.”
Billie Eilish: ‘Ninguém está ilegal em terras roubadas’
Ao receber o prêmio de canção do ano por “Wildflower”, Billie Eilish repetiu uma frase comum nos protestos contra o ICE: “Ninguém está ilegal em terras roubadas, e é muito difícil saber o que dizer e o que fazer agora”, disse a cantora.
“Eu me sinto muito esperançosa nesta sala, e sinto que precisamos continuar lutando, nos manifestando e protestando, e nossas vozes realmente importam, e as pessoas importam. ‘Foda-se o ICE’ é tudo o que eu quero dizer, desculpem.”
Billie Eilish no Grammy 2026
KEVIN WINTER / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP
Kehlani, que venceu dois prêmios de R&B por Folded, também pediu uma postura unificada do setor musical. A artista destacou que a união fortalece a luta contra injustiças e incentivou colegas a se engajarem, dizendo esperar que todos se mobilizem como comunidade.
Shaboozey, ao aceitar o Grammy de melhor performance country em dupla/grupo por “Amen” com Jelly Roll, fez um brinde aos imigrantes que, segundo ele, “construíram este país — literalmente”.
Margo Price usando o broche ICE OUT no Grammy 2026
Patrick T. Fallon / AFP
Gloria Estefan: ‘O que está acontecendo não são criminosos sendo presos’
A cantora cubana Gloria Estefan, que conquistou seu quinto Grammy na categoria de Melhor Álbum Latino, convocou os latinos a “levantarem suas vozes” em oposição às políticas que ela classificou como “desumanas”.
“Não creio que alguém diria que queremos uma anarquia na fronteira”, continuou Estefan, falando na sala de imprensa antes da transmissão televisiva. “Mas o que está acontecendo não são criminosos sendo presos. São pessoas que têm famílias que contribuíram para este país durante décadas. Crianças pequenas — há centenas de crianças em centros de detenção.”
Olivia Dean: ‘Sou fruto da coragem’
Ao conquistar o prêmio de artista revelação, Olivia Dean mencionou sua própria história familiar, afirmando estar ali como neta de uma imigrante. Ela destacou que sua trajetória existe graças à coragem de sua avó e declarou que pessoas que vivem em processos migratórios merecem ser valorizadas.
“Sou fruto da coragem, e acho que essas pessoas merecem ser celebradas”, disse a cantora londrina, filha de pai britânico e mãe guianense-jamaicana.
Kehlani no Grammy 2026
Frazer Harrison / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP
Protestos contra ICE nos EUA
A onda de manifestações, intitulada “ICE Fora de Todos os Lugares”, critica as táticas de controle a imigração do governo de Donald Trump e ocorre após a morte de civis em operações federais.
Trata-se de uma resposta após mortes recentes envolvendo os agentes federais. Em Minneapolis, a morte de dois cidadãos americanos, Renee Good e Alex Pretti, causou revolta inclusive entre aliados do governo.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Trump critica Grammy e ameaça processar apresentador do prêmio por piada sobre Epstein


Bad Bunny é aplaudido em discurso contra agência de imigração nos EUA: ‘Não somos animais’
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou o Grammy e ameaçou processar o apresentador da premiação, o comediante Trevor Noah, em um post na rede Truth Social nesta segunda-feira (2).
✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp
Trump, que teve uma relação de amizade com Jeffrey Epstein nos anos 90 e aparece em fotos e documentos dos arquivos da investigação contra o bilionário, que supostamente se suicidou na cadeia após ser preso por tráfico internacional de mulheres, não ficou feliz com uma piada que o ligava ao caso.
“A cerimônia do Grammy é a pior, praticamente impossível de assistir. O apresentador, Trevor Noah, seja lá quem for, é quase tão ruim quanto Jimmy Kimmel na cerimônia do Oscar, que tem baixa audiência. Noah disse, incorretamente sobre mim, que Donald Trump e Bill Clinton passaram um tempo na Ilha Epstein. Errado! Não posso falar por Bill, mas nunca estive na Ilha Epstein, nem perto disso, e até a declaração falsa e difamatória de hoje à noite, nunca fui acusado de estar lá, nem mesmo pela mídia de notícias falsas”, irritou-se o republicano.
Arquivos de Epstein citam denúncia de mulher contra Trump; ela desistiu da acusação em 2016
O comediante Trevor Noah na chegada para a cerimônia dos Grammy 2026, que ele apresentou, em 1º de fevereiro de 2026.
Mario Anzuoni/ Reuters
A piada feita por Trevor Noah foi sobre a ilha particular que Epstein tinha no Caribe, onde ele dava festas e recebia vários convidados famosos. Era para lá, segundo suas vítimas, que ele levava as mulheres que traficava para atender ele e os amigos para fins sexuais.
“Esse é um Grammy que todo artista deseja quase tanto quanto Trump deseja a Groenlândia, o que faz sentido, já que a ilha de Epstein não existe mais, ele precisa de uma nova para ficar passando tempo com Bill Clinton”, disse o comediante.
Durante a cerimônia de premiação, que durou mais de três horas, além de Noah, algumas das maiores estrelas da música não pouparam críticas ao governo federal, principalmente em relação à repressão contra imigrantes e à truculência dos agentes do ICE.
No fim de seu post, Trump disse que vai “pedir uma grana preta” a ele na Justiça:
“Noah, um completo perdedor, é melhor se informar direito e rápido. Parece que vou mandar meus advogados processar esse pobre, patético, sem talento e idiota MC, e pedir uma grana preta para ele”.
Postagem do presidente dos EUA, Donald Trump, em sua rede social Truth Social em que critica o Grammy e ameaça processar comediante Trevor Noah, em 2 de fevereiro de 2026.
Reprodução/ Truth Social
Os arquivos caso Epstein
Justiça dos EUA libera mais 3 milhões de arquivos do caso Epstein
Nesta sexta-feira (30), o Departamento de Justiça dos Estados Unidos divulgou mais de 3 milhões de páginas dos arquivos do caso de Epstein e anunciou o fim da revisão do material.
Segundo o vice-procurador-geral, Todd Blanche, a nova leva inclui mais de 2 mil vídeos e 180 mil imagens, que têm “grandes quantidades de pornografia comercial”.
Um documento incluído neles cita detalhes de uma denúncia antiga contra Trump, por suposto estupro de uma menor de idade.
O crime teria ocorrido em 1994, quando a vítima, que estava em Nova York para tentar a carreira de modelo, tinha 13 anos de idade. Segundo a denúncia, tudo ocorreu em uma das festas dadas por Epstein.
A acusação já havia se tornado pública em 2016 e foi subitamente retirada pela denunciante, identificada na época pelo pseudônimo Jane Doe. Trump nega as acusações.
O presidente Donald Trump
REUTERS/Evelyn Hockstein
Veja os vídeos que estão em alta no g1

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Chappell Roan chama atenção com vestido ousado no Grammy 2026


Caetano Veloso e Maria Bethânia comemoram Grammy: ‘Parabéns pra nós’
A cantora Chappell Roan chegou ao Grammy Awards 2026, na noite deste domingo (1º) com um look que chamou atenção. A artista usou um vestido que deixa os seios à mostra, preso apenas por piercings no corpo.
De acordo com a revista “People”, Chappell escolheu um vestido exclusivo da Mugler, feito em tecido transparente e com uma estrutura que criava a ilusão de que o tecido bordô estava suspenso no ar. A peça tinha um caimento longo, formando uma pequena cauda atrás, e deixava visíveis algumas partes do look por baixo. Para as entrevistas no tapete vermelho, ela adicionou uma capa bordô combinando. Também usou o cabelo solto, colocado estrategicamente à frente do corpo para um visual mais discreto.
Ainda segundo a publicação, o visual de Roan foi inspirado na coleção de alta-costura primavera/verão 1998 Jeu de Paume, de Manfred Thierry Mugler, revisitada para a coleção primavera/verão 2026 por Miguel Castro Freitas.
Veja lista dos principais vencedores
Caetano Veloso e Maria Bethânia vencem o Grammy de Melhor Álbum de Música Global
Chappell Roan chama atenção com vestido ousado no Grammy 2026
Amy Sussman / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP
Chappell Roan chama atenção com vestido ousado no Grammy 2026
Amy Sussman / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP
Bad Bunny é aplaudido em discurso
Bad Bunny foi aplaudido ao discursar contra o ICE (agentes do serviço de imigração dos EUA) no Grammy neste domingo (1º). Ao vencer o prêmio de Melhor Álbum de Música Urbana, ele falou que era preciso “responder ao ódio com amor”.
“Não somos selvagens, não somos animais, não somos alienígenas, somos humanos e somos americanos. O ódio se torna mais poderoso com mais ódio. A única coisa mais poderosa que o ódio é o amor. Então, por favor, precisamos ser diferentes.”

Fonte: G1 Entretenimento