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Nara Leão tem oito gravações inéditas lançadas em álbum póstumo que será disponibilizado no Dia da Bossa Nova


Nara Leão (1942 – 1989) tem a voz revivida no álbum póstumo ‘A bossa rara de Nara’, programado para ser lançado em 25 de janeiro
Ricardo Chvaicer / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Uma das cantoras mais importantes da MPB, dona de discografia sempre antenada e por vezes até surpreendente, Nara Leão (19 de janeiro de 1942 – 7 de junho de 1989) sempre cantou em shows o cancioneiro da bossa nova, movimento do qual foi eleita musa à revelia da artista. Contudo, no que diz respeito aos registros em disco, Nara somente se reconciliou publicamente com o repertório da bossa a partir de álbum gravado em Paris e lançado em 1971 na forma de LP duplo.
No próximo domingo, 25 de janeiro, chega às lojas um álbum póstumo da cantora, “A bossa rara de Nara”, com oito gravações inéditas desse cancioneiro eternamente associado à bossa nova.
As oito gravações foram extraídas do material encontrado pelo produtor musical Raymundo Bittencourt em fita DAT em 2025, durante arrumação no estúdio de Bittencourt. Embora sem data, as gravações são presumivelmente dos anos 1980, década em que Nara passou a fazer shows e discos com Roberto Menescal.
Bittencourt recuperou e digitalizou a voz da cantora nestes oito registros, mas preferiu não aproveitar o violão, optando por adicionar um acompanhamento instrumental à voz da artista. Além do próprio Raymundo Bittencourt ao violão, foram arregimentados os músicos Diógenes de Souza (baixo), João Cortez (bateria) e Leandro Freixo (flauta e teclados).
É com esse acompanhamento posterior que Nara Leão canta as músicas “Chega de saudade” (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1958), “Fotografia” (Antonio Carlos Jobim, 1959), “Manhã de Carnaval” (Luiz Bonfá e Antonio Maria, 1959), “Tristeza de nós dois” (Maurício Einhorn, Bebeto Castilho e Durval Ferreira, 1960), “O barquinho” (Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli, 1961), “Você e eu” (Carlos Lyra e Vinicius de Moraes, 1961), “Diz que fui por aí” (Zé Ketti e Hortênsio Rocha, 1964) e “Wave” (Antonio Carlos Jobim, 1967) no álbum “A bossa rara de Nara”.
Capa do álbum ‘A bossa rara de Nara’, de Nara Leão (1942 – 1989)
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Valentino Garavani, estilista italiano, morre aos 93 anos; veja repercussão


Valentino Garavani, estilista italiano, morre aos 93 anos
REUTERS/Denis Balibouse
Ícones da moda usaram as redes sociais para lamentar a morte do estilista Valentino Garavani. O fundador da grife Valentino morreu nesta segunda (19) aos 93 anos, em Roma. A morte foi anunciada em um comunicado da Fundação Valentino Garavani e Giancarlo Giametti.
“Um dos maiores ícones da história da moda. Particularmente, sempre fui uma grande fã. Que ele descanse em paz. Deixou um legado gigantesco de elegância, feminilidade e sofisticação na moda”, escreveu a influenciadora do mercado de luxo Silvia Braz.
O apresentador e estilista Dudu Bertholini fez uma postagem em seu Instagram com a imagem de Valentino. Já a modelo Vivi Orth comentou uma postagem sobre a morte do estilista com um emoji de coração preto.
Silvia Braz lamenta morte de Valetino
Reprodução/Instagram
Dudu Bertholini lamenta morte de Valentino
Reprodução/Instagram
História
Valentino Garavani consolidou-se como um dos nomes definitivos da alta-costura do século 20, sendo o responsável por cristalizar uma imagem de glamour romântico, feminino e luxuoso na moda global. A importância de seu trabalho é destacada por publicações como “Harper’s Bazaar” e “W Magazine”, que creditam ao estilista a moldagem da percepção moderna de elegância italiana.
Ele foi apelidado de “o último imperador” em um documentário de mesmo nome, lançado em 2008. A assinatura de Valentino tornou-se indissociável de tapetes vermelhos e casamentos da alta sociedade, definindo um padrão estético que perdura há décadas.
Nascido em Voghera, na Itália, em 1932, Valentino decidiu precocemente seguir a carreira de estilista, uma vocação despertada pelo impacto visual dos figurinos espetaculares dos filmes de Hollywood. Sua base técnica, no entanto, foi construída na França.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Ao retornar a Roma em 1959, Valentino abriu seu estúdio na Via Condotti e, pouco depois, conheceu Giancarlo Giammetti, que se tornaria seu parceiro de negócios e de vida. Juntos, estruturaram a maison cuja estreia oficial, ocorrida em 1962 no Palazzo Pitti, em Florença, fez a marca ser reconhecida imediatamente como sinônimo de luxo italiano, atraindo encomendas internacionais.
Ele se formou na École des Beaux-Arts e na Chambre Syndicale de la Couture, em Paris, e o período como aprendiz nas casas de Jean Dessès e Guy Laroche foi fundamental para o desenvolvimento da precisão técnica que marcaria sua costura.
Valentino Garavani e Giancarlo Giammetti
Site oficial Fondazione Valentino Garavani e Giancarlo Giammetti
A estética de Valentino é descrita pela imprensa especializada como ultra-feminina e teatral na medida exata, com códigos que incluem linhas limpas, uso de chiffon, laços, flores e o contraste entre preto e branco.
O elemento central, contudo, é o “Valentino red” (“vermelho Valentino”). Para a crítica de moda, o tom não é apenas uma cor, mas um símbolo de glamour noturno e a representação de uma mulher idealizada que é, ao mesmo tempo, poderosa e delicada.
“Eu sei o que as mulheres querem: elas querem ser bonitas”, diz no documentário “Valentino: The Last Emperor”.
Valentino posa na abertura de exposição sobre ele no museu Ara Pacis, em Roma
Alessandro Bianchi/File Photo/Reuters
Essa visão transformou Valentino no estilista de confiança de figuras influentes, consolidando sua imagem junto ao jet set internacional. Sua lista de clientes incluiu nomes como Jackie Kennedy Onassis, Elizabeth Taylor, Sophia Loren e diversas princesas europeias.
O estilo de vida do estilista, cercado por festas, palácios e iates, ajudou a mitificar a própria ideia de “couturier”, expandindo a maison para o prêt-à-porter e acessórios sem perder a narrativa de luxo.
Mesmo após sua aposentadoria, a herança estética da casa foi assumida por diretores criativos como Maria Grazia Chiuri e Pierpaolo Piccioli, que conseguiram adaptar o legado do fundador para um público contemporâneo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Roger Allers, codiretor de ‘O Rei Leão’, morre aos 76 anos


Roger Allers apresenta cenas de ‘O rei leão’
Divulgação/Disney
O diretor e roteirista de filmes de animação Roger Allers, que codirigiu o sucesso de bilheteria “O Rei Leão”, morreu aos 76 anos no sábado (17), anunciou o diretor executivo da Disney, Robert Iger, em sua conta no Instagram.
“Roger Allers foi um criativo visionário, cujas inúmeras contribuições para a Disney continuarão vivas para as próximas gerações”, escreveu Iger na noite de domingo (18). A causa da morte não foi revelada.
“Ele compreendia o poder das grandes histórias. Seu trabalho ajudou a definir uma era da animação que continua sendo fonte de inspiração para o público em todo o mundo. Somos profundamente gratos por tudo o que ele deu à Disney”, acrescentou.
Allers trabalhou em vários clássicos da Disney, como “Tron”, “A Pequena Sereia”, “A Bela e a Fera” e “Aladdin”, além de “O Rei Leão” (1994), um dos maiores sucessos desses estúdios.

Fonte: G1 Entretenimento

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Valentino Garavani, estilista italiano, morre aos 93 anos

O estilista Valentino Garavani morreu aos 93 anos.
Este texto está em atualização.

Fonte: G1 Entretenimento

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Viviane Araújo participa de ‘Três Graças’ ao lado de Belo; relembre relacionamento


Os tuiteiros de ‘Três Graças’: como o elenco transforma X em extensão da novela
Vai ao ar nesta segunda-feira (19) o início da participação de Viviane Araújo em “Três Graças”. A atriz interpreta Consuelo, uma manicure que foi o amor do passado de Misael, personagem vivido pelo cantor Belo.
Na cena, Consuelo aparece no ferro-velho de Joaquim (Marcos Palmeira) à procura do ex-namorado, que reencontrou quando ele viajou ao Rio de Janeiro e visitou o cemitério onde ficam os túmulos dos pais. O reencontro de Misael e Consuelo é marcado por trocas de farpas e ressentimentos.
Os tuiteiros de ‘Três Graças’: como o elenco está transformando X em extensão da novela
Consuelo aparece no ferro-velho para ajudar Misael
Globo
Romance marcado por exposição
O relacionamento de Belo e Viviane Araújo durou quase uma década e foi amplamente acompanhado pela mídia. Eles começaram a namorar em 1998, quando o cantor se interessou pela atriz após vê-la em uma revista. Seis meses depois, passaram a morar juntos.
Belo e Viviane no ‘Planeta Xuxa’, em 2000
Globo
No auge da relação, Belo chegou a pedir Viviane em casamento durante a participação no “Planeta Xuxa”, em 2000. “Por tudo que nós passamos juntos, você quer casar comigo?”, perguntou o cantor na ocasião. Como prova de amor, eles chegaram a fazer tatuagens com o nome um do outro.
A partir de 2002, o relacionamento passou por um período de instabilidade, agravado pela prisão de Belo sob acusação de ass ociação ao tráfico. Mesmo com o cantor detido, Viviane permaneceu ao lado dele: fazia visitas frequentes ao presídio e manifestava apoio publicamente.
“Todos os dias, a gente acordava cinco e meia da manhã, atravessávamos o Rio de Janeiro inteiro para chegar ao centro”, relembra o produtor musical Stenio Madeira, em depoimento à série documental “Belo: Perto Demais da Luz”, produção original do Globoplay.
Viviane visitando Belo na prisão
Globoplay
O fim da relação, em 2007, foi marcado por rumores de infidelidade e pela rápida confirmação de um novo relacionamento de Belo com Gracyanne Barbosa, algo que ambos negaram ter sido a causa da separação.
As tatuagens foram apagadas, e novos relacionamentos entraram na história do ex-casal. Atualmente, Belo namora a influencer Rayane Figliuzzi. Já Viviane Araújo é casada com o empresário Guilherme Militão desde 2021, com quem tem um filho, Joaquim, de 3 anos.
Belo e Viviane
Globoplay

Fonte: G1 Entretenimento

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Céu é entrevistada no g1 Ouviu ao vivo desta quarta-feira (21)


Céu é entrevistada no g1 Ouviu ao vivo desta quarta-feira (21) Cantora é a convidada do podcast de música do g1, com transmissão ao vivo no g1, no YouTube e no TikTok.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ao vivo, Teresa Cristina canta Zeca Pagodinho com calor em show com a alta temperatura do verão carioca


Em show no Circo Voador, Teresa Cristina vai além do repertório do álbum ‘Jessé – As canções de Zeca Pagodinho’
Patrícia Burlamaqui / Reprodução Instagram Teresa Cristina
♫ CRÍTICA DE SHOW
Título: Jessé – As canções de Zeca Pagodinho
Artista: Teresa Cristina
Data e local: 17 de janeiro de 2026 no Circo Voador (Rio de Janeiro, RJ)
Cotação: ★ ★ ★ ★ 1/2
♬ Casa de público sempre caloroso, o Circo Voador esteve especialmente quente na noite de sábado, 17 de janeiro. Às altas temperaturas do verão carioca de 2026, somou-se a chama acendida por Teresa Cristina ao dar voz ao repertório autoral de Zeca Pagodinho no show de lançamento do álbum “Jessé”, disponibilizado no mesmo dia do show.
Ao vivo, Teresa cantou Zeca com muito mais calor e foi além dos 12 sambas do disco em roteiro que, no bis, abriu espaço para três sambas incendiários – “Seu balancê” (Toninho Geraes e Paulinho Rezende, 1998), “Samba pras moças” (Roque Ferreira e Grazielle, 1995) e “Verdade” (Nelson Rufino e Carlinhos Santana, 1996) – em que o cantor carioca deixou a marca de intérprete bamba.
Teresa Cristina também já tem uma marca como intérprete, delineada desde o fim da década de 1990, quando a cantora foi descoberta cantando em bar da Lapa, bairro boêmio da zona central da cidade do Rio de Janeiro (RJ) que também abriga o Circo Voador.
Sob a lona mais pop do Rio, Teresa fez show coeso em que, às perolas mais raras recolhidas para o álbum gravado com produção musical de Pretinho da Serrinha, foram adicionados outros sambas menos conhecidos – caso de “Se tivesse dó” (Zeca Pagodinho e Nelson Rufino, 1988) – e sucessos como o partido alto “Dor de amor” (Arlindo Cruz, Acyr Marques e Zeca Pagodinho, 1986) e “Se eu for falar de tristeza” (Zeca Pagodinho e Beto Gago, 1986), samba lançado no primeiro álbum solo de Zeca Pagodinho, disco blockbuster que completa 40 anos em 2026 como espécie de greatest hits precoce do compositor criado nas rodas do subúrbio carioca.
Teresa Cristina pode não ter a voz mais potente do samba, mas veste-se muito bem com a boa voz que tem. Poucas cantoras cantam samba tão bem quanto essa carioca fã de rock pesado. É questão de jeito, de alma, de entendimento da poesia e da cadência do samba.
Sob a direção musical da violonista Samara Líbano, habilidosa no toque das sete cordas, Teresa Cristina cantou Zeca Pagodinho como se estivesse à frente de roda de samba armada no palco do Circo Voador com percussionistas afiados.
Foi impossível resistir à cadência bonita de sambas como “Ai, que saudade do meu amor!” (1993), uma das dezenas de parcerias do compositor com Arlindo Cruz (1958 – 2025), amigo de Zeca desde os primórdios das trajetórias de ambos. Dessa parceria, Teresa também se permitiu incluir no show um samba de cadência bem mais lenta, “Termina aqui” (1987), composto por Arlindo e Zeca com Alcino Correia (1948 – 2010), o Ratinho.
Mesmo que um ou outro samba tenha amornado o show, caso sobretudo do menos inspirado “Lente de contato” (Jorge Simas, Wanderson Martins e Zeca Pagodinho, 1990), a apresentação de “Jessé” no Circo Voador transcorreu quase sempre com a alta temperatura dessa casa em que o público geralmente é entusiasmado.
Com o toque de músicos como o cavaquinhista João Callado, parceiro de Teresa desde o início da caminhada da cantora, a roda comandada por Teresa Cristina no Circo Voador resultou animada, contagiante.
E, justiça seja feita, a cantora jamais fez concessões. Incluiu alguns sucessos inevitáveis, sobretudo no fim do roteiro, mas também deu voz a sambas já meio esquecidos, caso do dolente “Quando te vi chorando”, mais uma parceria de Zeca com Arlindo Cruz, esta gravada por Zeca com a irmã, Ircéa, no primeiro e único álbum da artista, “Feito Diadema”, lançado em 1987 no rastro da explosão de Zeca no ano anterior.
No fim do show, antes do bis, a cantora encadeou quatro infalíveis partidos altos – “Bagaço da laranja” (Arlindo Cruz e Zeca Pagodinho, 1985), “Camarão que dorme a onda leva” (Arlindo Cruz, Beto Sem Braço e Zeca Pagodinho, 1983), “SPC” (Arlindo Cruz e Zeca Pagodinho, 1986) e “Brincadeira tem hora” (Beto Sem Braço e Zeca Pagodinho, 1986) – que esquentaram ainda mais a temperatura de show quente como o verão carioca de 2026.
Teresa Cristina mistura sucessos e sambas menos conhecidos da obra autoral de Zeca Pagodinho em show no Circo Voador
Patrícia Burlamaqui / Reprodução Instagram Teresa Cristina

Fonte: G1 Entretenimento

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Lauana Prado anuncia gravidez


Lauana Prado anuncia gravidez
Reprodução/Instagram
A cantora Lauana Prado anunciou a gravidez em uma publicação no Instagram na noite deste domingo (19).
“Há algumas semanas, a minha vida ganhou um novo sentido. O amor sempre foi a força que me trouxe até aqui. Eu canto, luto, trabalho e resisto todos os dias pra entregar o meu melhor em tudo que faço. A vida me ensinou que nem todo sonho vem pronto… e que, às vezes, a gente precisa construir o nosso. Com coragem, fé e muita verdade. Eu construí o meu assim: do meu jeito, no meu tempo e com meu coração inteiro. Há algumas semanas, a minha vida ganhou um novo sentido. Hoje eu quero dividir com vocês um capítulo muito especial. Eu celebro meu maior projeto, minha maior bênção e a melhor promessa que Deus já cumpriu na minha vida. Ser mãe sempre esteve nos meus planos, e daqui pra frente seremos dois corações batendo em um só. Pra quem esperou tanto você chegar, mais um pouco não é nada… nosso amor é coisa rara”, comemorou.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Gilsons celebram o passado e apontam o futuro nas primeiras duas excelentes faixas do segundo álbum de estúdio


Capa do Eu vejo luz em maior proporção do que eu vejo a escuridão – Minha flor / Bem me quer’, do grupo Gilsons
Divulgação
♫ CRÍTICA DE SINGLE
Título: Eu vejo luz em maior proporção do que eu vejo a escuridão – Minha flor / Bem me quer
Artista: Gilsons
Cotação: ★ ★ ★ ★ ★
♬ Amostra dupla inicial do segundo álbum de estúdio dos Gilsons, “Eu vejo luz em maior proporção do que eu vejo a escuridão”, previsto para fevereiro, o single “Minha flor / Bem me quer” chega amanhã, 19 de janeiro, e resulta primoroso. Ambas as músicas são ótimas e surgem embaladas em arranjos tão refinados quanto elegantes.
Nas duas gravações formatadas com produção musical de José Gil, o trio aponta o futuro ao mesmo tempo em que celebra o passado do grupo carioca formado em 2018 por Francisco Gil, João Gil e José Gil.
Composição inédita de Arnaldo Antunes, escrita em parceria com João Gil, “Minha flor” é canção que abre uma possibilidade de futuro para os Gilsons ao se insinuar em clima de câmara na introdução da gravação adornada com os violoncelos de Daniel da Silva e Moreno Veloso, além dos violões tocados por João Gil e Tom Veloso.
“Minha flor” desabrocha lírica, quase em feitio de oração. O encontro das vozes dos Gilsons com as vozes de Caetano Veloso, Moreno Veloso e Tom Veloso carrega simbolismo por reunir as famílias Gil e Veloso.
Já “Bem me quer”, composição de Narcizinho Santos em parceria com Jocimar Lopes Cunha, soa como celebração do passado recente do jovem grupo. Até porque Narcizinho, que divide o canto da faixa com os Gilsons, é vocalista do grupo baiano Olodum, de cujo repertório o trio já reciclou “Varias queixas” (Germano Meneghel, Afro Jhow e Narcizinho, 2012) em gravação que marcou a entrada do trio em cena em 2018.
Ouvida já abertura da gravação de “Bem me quer”, a percussão de Kainã do Jeje remete ao baticum afro-brasileiro da música de Salvador (BA). A combinação de tambores e beats (gerados pelas programações pilotadas por José Gil) soa azeitada, na medida, sem pesar a mão da eletrônica.
Sedutor, o single “Minha flor / Bem me quer” apresenta duas faixas de sonoridades diferentes e, curiosamente, formatadas em estúdio com ficha técnica similar. O trompetista Diogo Gomes, por exemplo, figura nas duas faixas, assinando os arranjos de sopros de ambos os fonogramas.
Enfim, o trio sinaliza com esse lançamento duplo um segundo álbum de estúdio ainda mais interessante do que o primeiro, “Pra gente acordar” (2022), lançado há quatro anos com sucesso que resultou em turnê pelo Brasil e pelo exterior, sempre com casas cheias. A expectativa agora está ainda mais alta.

Fonte: G1 Entretenimento

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Pedro desiste do BBB 26


Pedro desiste do BBB26
TV Globo
O participante pedro desistiu do Big Brother Brasil 26 neste domingo (18). O brother apertou o botão de desistência, logo após o objeto ficar verde.
Pedro parou em frente ao botão e ficou pensando antes de apertar. Poucos segundos depois, a sirene começou a soar pela casa e ele entrou no confessionário.
Os outros participantes estavam na sala e presenciaram a desistência. Babu chegou a ajudar Pedro, que não conseguia abrir a porta para acessar o botão.
Ex-integrante da Casa de Vidro da região Sul, Pedro foi escolhido por votação popular para integrar a casa mais vigiada do Brasil.
Henri Castelli fala pela 1º vez sobre crises convulsivas sofridas na casa do BBB
VEJA MAIS
Veja o momento da desistência do brother
Assista ao vivo no Globoplay

Fonte: G1 Entretenimento