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Mulher que diz ter sido tocada nos seios pelo governador de Nova York apresenta queixa criminal


Alegação de ex-assistente executiva, que não teve o nome revelado, é a mais grave entre as denúncias de assédio sexual feitas por 11 mulheres contra democrata Andrew Cuomo, que vem sendo pressionado a renunciar Governador de Nova York, Andrew Cuomo
REUTERS/Mike Segar
Uma mulher que disse ter sido tocada nos seios pelo governador de Nova York, Andrew Cuomo, apresentou uma queixa criminal contra o político, informaram autoridades americanas nesta sexta-feira (6).
A alegação é de uma ex-assistente executiva que não teve o nome revelado e é a mais grave entre as denúncias de assédio sexual feitas por 11 mulheres contra o democrata, que vem sendo pressionado a renunciar
Ela afirma que o governador de 63 anos a assediou em sua mansão no ano passado, com esta queixa, surge a possibilidade de que ele seja indiciado. Ele negou diversas vezes ter tocado em uma mulher de forma inadequada.
A mulher teria dito aos investigadores que Cuomo a convidou para sua mansão em novembro de 2020 e a levou para um quarto onde a tocou indevidamente, segundo comunicado publicado na terça pelo escritório da procuradora-geral de Nova York, Letitia James.
A investigação teve tamanha repercussão que o presidente americano, Joe Biden, antigo aliado de Cuomo, disse que o governador deveria deixar seu cargo. “Penso que ele deve renunciar”, afirmou Biden a repórteres nesta terça.
Biden defende renúncia de Cuomo após denúncia de assédio
Segundo a BBC, uma mulher chegou a formalizar uma reclamação contra Cuomo e sofreu retaliação do governador e da equipe. Outras mulheres descreveram outras ações: ele teria apalpado e beijado mulheres.
Ele também teria colocado a mão por baixo da blusa de uma funcionária e também deslizado o dedo pelo pescoço de uma policial que fazia sua proteção.
A procuradora-geral de Nova York, Letitia James, durante entrevista coletiva em seu escritório em 21 de maio de 2021
Richard Drew/AP
“A investigação descobriu que o governador Andrew Cuomo assediou sexualmente atuais e ex-funcionárias do estado de Nova York, envolvendo-se em toques indesejados e não consensuais e fazendo vários comentários ofensivos”, afirmou James.
Os investigadores ouviram 179 pessoas nos últimos cinco meses, incluindo mulheres que o denunciaram e funcionários e ex-funcionários do governo estadual.
Andrew Cuomo, governador de Nova York, assediou várias mulheres sexualmente e violou leis, conclui investigação
A procuradora-geral de Nova York afirmou que o que se revelou foi um “local de trabalho tóxico” e um “clima de medo” no qual Cuomo assediou sexualmente várias mulheres, muitas delas jovens, com “apalpadas indesejadas, beijos, abraços e comentários inadequados”.
Segundo James, Cuomo e sua equipe também retaliaram ao menos uma pessoa por reclamar da conduta do governador de Nova York, que até o momento não se pronunciou.
Foi dado a Cuomo um prazo, até 13 de agosto, para apresentar evidências em sua defesa antes de sua investigação de impeachment.
Resposta de Cuomo
Cuomo falou de dois casos específicos. Um deles é o de Charlotte Bennett, uma sobrevivente de violência sexual que, segundo ele, foi trabalhar no governo de Nova York por causa de avanços no combate ao assédio sexual.
O governador reconheceu que fez perguntas que ele não faria a qualquer um, mas, segundo ele, eram para tentar checar se ela estava recebendo apoio e se tinha relacionamentos saudáveis pq ele se preocupava com o histórico dela de assédios.
Além disso, ele também citou um caso em que teria apalpado uma mulher. Segundo ele, isso nunca aconteceu, e o caso está judicializado.
As outras acusações, disse ele, são gestos comuns do cotidiano. Cuomo diz que tenta criar conexões com as pessoas, mostrar como ele gosta deles e que agora entende que “há perspectivas culturais e geracionais que francamente eu não tinha conhecimento”, disse ele (a experiência o ensinou, garantiu).

Fonte: G1 Mundo

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Metade da população dos EUA está completamente vacinada, diz Casa Branca


Levantamento leva em consideração todos os adultos e adolescentes, acima dos 12 anos, que receberam as duas doses das vacinas disponíveis ou a dose única do imunizante da Janssen. Estudante da Kent State University aguarda após tomar vacina contra o coronavírus em Hudson, Ohio (EUA), em 8 de abril
Phil Long/Arquivo/Reuters
Ao menos a metade da população dos Estados Unidos está completamente vacinada, disse nesta sexta-feira (6) o representante da Casa Branca responsável pelo monitoramento da pandemia.
O levantamento leva em consideração todos os adultos e adolescentes, acima dos 12 anos, que receberam as duas doses das vacinas disponíveis ou a dose única do imunizante da Janssen.
Em maio, o governo americano anunciou que a metade da população adulta – sem os adolescentes menores de 18 anos – estavam completamente vacinados.
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Cyrus Shahpar, diretor de dados sobre a Covid-19 da Casa Branca, anunciou o marco em um comunicado e celebrou um aumento na média de vacinados dos últimos 15 dias.
Segundo o médico epidemiologista, houve um aumento de 44% no número de novos vacinados em apenas duas semanas.
Cerca de 165 milhões de pessoas receberam a proteção completa contra o vírus enquanto os EUA tentam evitar a dispersão da variante delta, que tem causado uma epidemia entre os não-vacinados.
Os novos casos diários, as mortes e as hospitalizações aumentaram consideravelmente nas últimas semanas, e cidades como Nova York e Los Angeles estão impondo novas restrições.
EUA recomendam máscara em ambientes fechados mesmo para quem tomou vacina
Na semana passada, houve uma média de 90 mil novos casos de coronavírus por dia. Flórida e Texas representaram um terço deles, segundo a Casa Branca.
VÍDEOS com novidades sobre as vacinas

Fonte: G1 Mundo

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EUA e Coreia do Sul debatem meios de interagir com Coreia do Norte


Na semana passada, a Coreia do Sul e a Coreia do Norte restauraram linhas de contato rompidas há um ano. Os dois países tentam tentam retomar cúpulas. Bandeira da Coreia do Norte tremula na Embaixada do país em Kuala Lumpur, Malásia, em foto de março de 2019
Edgar Su/Arquivo/Reuters
O secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, e o ministro das Relações Exteriores da Coreia do Sul, Chung Eui-yong, conversaram sobre quais devem ser os esforços para interagir com a Coreia do Norte, incluindo a possibilidade de ajuda humanitária, disseram seus escritórios nesta sexta-feira (6).
Coreia do Sul e Coreia do Norte religam linha direta entre líderes
Embora os dois países aliados queiram que a Coreia do Norte abdique de suas armas nucleares e encerre seu programa de mísseis, Estados Unidos e Coreia do Sul discordaram algumas vezes na abordagem: o presidente sul-coreano, Moon Jae-in, está empenhado em forjar elos econômicos entre as duas Coreias, enquanto os Estados Unidos insistem há tempos em ações de desnuclearização como um primeiro passo.
Em um comunicado sobre a conversa entre Blinken e Chung, a chancelaria da Coreia do Sul disse que os dois concordaram em realizar conversas detalhadas sobre maneiras de cooperar com a Coreia do Norte, incluindo a ajuda humanitária, e a continuar a fazer esforços para interagir com o regime.
“O secretário e o ministro concordaram em continuar com os esforços diplomáticos coordenados… para obter um progresso substancial rumo ao objetivo da desnuclearização completa e do estabelecimento de uma paz duradoura na Península Coreana”, disse a chancelaria.
Blinken confirmou o apoio dos EUA ao diálogo e à interação entre Coreia do Norte e Coreia do Sul, disse o Departamento de Estado norte-americano em um comunicado.
Na semana passada, a Coreia do Norte e a Coreia do Sul restauraram linhas de contato rompidas um ano atrás, e autoridades sul-coreanas disseram que Moon e o líder norte-coreano, Kim Jong Um, tentam consertar as laços tensionados e retomar cúpulas.
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Fonte: G1 Mundo

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A menina de 4 anos que se revelou prodígio no piano por causa da pandemia


Os pais de Brigitte Xie a levaram para aprender a tocar para distraí-la durante a crise causada pela covid-19, mas não esperavam que ela demonstrasse ter um talento excepcional. Brigitte Xie
Roselle Chen/Reuters
Quando os pais de Brigitte Xie a inscreveram em aulas de piano durante a pandemia, eles só queriam mantê-la ocupada.
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Mas ela se revelou um prodígio e, aos 4 anos de idade, toca com uma destreza dificilmente vista em alguém tão jovem assim.
Brigitte Xie
Roselle Chen/Reuters
Agora, Brigitte se tornou a mais jovem vencedora do renomado concurso Elite International Music Competition.
Ela também foi convidada para tocar no Carnegie Hall, em Nova York, uma das salas de concertos de maior prestígio no mundo, e se apresentará em novembro deste ano.
Veja o vídeo.

Fonte: G1 Mundo

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Peixe com ‘dentes humanos’ é capturado em pescaria nos EUA


Acredita-se que a criatura, fisgada na Carolina do Norte, seja um peixe-ovelha. Acredita-se que criatura, capturada na Carolina do Norte, seja peixe-ovelha
Jennette’s Pier
Um raro peixe com dentes semelhantes aos humanos foi pescado nos Estados Unidos.
Uma foto compartilhada no Facebook esta semana mostra um peixe com dentes que se assemelham aos de seres humanos.
O peixe foi capturado em Jennette’s Pier, um destino de pesca em Nag’s Head, no estado americano da Carolina do Norte.
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A espécie foi identificada como sendo um peixe-ovelha, que possui várias fileiras de molares para esmagar as presas.
O peixe recebe este nome devido à sua boca assemelhar-se à boca de uma ovelha.
Ele teria sido fisgado por Nathan Martin, um frequentador assíduo do cais.
Martin disse que achava ter pegado um peixe-ovelha quando ficou cara a cara com a “boca cheia de dentes”.
“Foi uma briga muito boa, foi uma boa pesca e fiquei muito contente”, disse ele ao site de notícias local McClatchy News.
O post — com a hashtag #bigteethbigtimes — causou um grande rebuliço.
“É daqui que vêm as dentaduras?” escreveu um usuário.
“Esse peixe tem dentes melhores do que eu”, escreveu outro.
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Fonte: G1 Mundo

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Grécia e Turquia enfrentam situação crítica pelos incêndios


Duas pessoas morreram na Grécia em decorrência dos incêndios. Há equipes de outros países que ajudam a combater as chamas. Grécia, 44°C: bombeiros tentam controlar incêndios em floresta
Algumas regiões da Grécia continuam a ser atingidas por incêndios nesta sexta-feira (6), uma situação “extremamente crítica”, de acordo com seu primeiro-ministro. A Turquia, o país vizinho, também sofre com o foto e, lá, há pressão sobre o governo pelos problemas nos combates aos incêndios.
Bombeiros no combate ao fogo em Agios Stefanos, na Grécia, em 6 de agosto de 2021
Costas Baltas/Reuters
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Duas pessoas morreram na Grécia em decorrência dos incêndios, ambas no norte de Atenas: um homem de 38 anos atingido por um poste e um trabalhador industrial encontrado inconsciente em sua fábrica, que morreu no hospital. Além disso, 18 pessoas ficaram feridas, entre elas dois bombeiros voluntários em estado crítico.
Hotel queimado perto de Olímpia, na Grécia, na quinta-feira (5)
Giannis Spyrounis/ilialive.gr via AP
O fogo assola há dias vários lugares da parte leste do Mediterrâneo, abalada pela pior onda de calor em décadas, em um desastre que autoridades e especialistas vinculam à mudança climática.
Nesta sexta-feira, a capital grega estava imersa em um cheiro forte e sob a fumaça de um incêndio que se reativou na quinta-feira à tarde (5) no sopé do monte Parnitha, após ter queimado mais de 1.200 hectares desde terça-feira.
Os três maciços que circundam Atenas estavam escondidos por trás da fumaça espessa, assim como o Monte Licabeto, localizado no centro da cidade.
Na cidade de Afidnes, 30 quilômetros ao norte, as chamas arderam toda noite, deixando uma paisagem de destruição, com veículos carbonizados, casas destruídas e árvores queimadas.
Um trecho da rodovia que conecta a capital com o norte e com o sul do país foi bloqueado por precaução e 2.000 migrantes foram retirados de um acampamento de refugiados próximo dali.
Hotel queimado durante incêndios florestais perto de Olímpia, na Grécia, na quinta-feira (5)
Giannis Spyrounis/ilialive.gr via AP
Ao menos 450 bombeiros gregos, apoiados por reforços aéreos e terrestres de França, Suécia, Romênia, Suíça, Israel e Chipre, combatiam nas diferentes frentes.
Primeiro-ministro: ‘país enfrenta situação crítica’
Incêndios florestais se espalham na Turquia
Reprodução
“Nosso país enfrenta uma situação extremamente crítica”, disse na quinta-feira à noite o primeiro-ministro grego, Kyriakos Mitsotakis, sobre as dezenas de incêndios que arrasam o país.
“Enfrentamos condições sem precedentes, porque vários dias de onda de calor transformaram todo país em um barril de pólvora”, afirmou.
Com temperaturas entre 40ºC e 45ºC, Grécia e Turquia vivem uma onda de calor excepcional e enfrentam vários incêndios que devoram florestas, casas e empresas.
Diante deste perigo extremo, as autoridades gregas proibiram a visita a florestas, parques nacionais e espaços naturais até segunda-feira (9).
O vice-ministro da Proteção Civil, Nikos Hardalias, informou que 56 dos 99 incêndios declarados na quinta-feira permanecem ativos.
Incêndios na Turquia
Na Turquia, ainda havia 12 focos foram de controle, dos 208 registrados desde o final de julho no sul do país. No total, oito pessoas morreram, e dezenas foram hospitalizadas.
Vários turistas e moradores foram evacuados das áreas afetadas. Na ilha grega de Eubeia, alguns monges foram retirados à força, após se negarem a abandonar seus mosteiros.
Na turística Gytheio, no sul do Peleponeso, 5.000 pessoas foram obrigadas a deixar suas casas e ir para uma cidade vizinha.
Erdogan em apuros
As chamas se aproximaram perigosamente da usina termelétrica de Milas, que armazena milhares de toneladas de carvão.
A presidência turca informou que, segundo um relatório preliminar, “não havia danos nas unidades principais da central”.
No 10º dia de crise pelos incêndios, cinco províncias turcas continuam lutando contra o fogo.
O presidente Recep Tayyip Erdogan está sendo acusado pela oposição de ter usado apenas 1,75% dos US$ 23 milhões (R$ 120 milhões) que estavam no orçamento do primeiro semestre para prevenir os incêndios.
“É uma situação que pode inclusive ser definida como traição”, disse à AFP o deputado do principal partido da oposição Murat Emir.
Incêndios na Macedônia do Norte
As chamas também levaram o governo da Macedônia do Norte a declarar 30 dias de estado de emergência. E, na Albânia, nos Bálcãs, o ministro da Defesa afirmou que a situação é “crítica”, devido à ameaça sobre lugares habitados.
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Fonte: G1 Mundo

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Itália começa a exigir ‘passe de saúde’ para ambientes fechados, transporte público e pontos turísticos


Passe será obrigatório para professores e alunos a partir de 1º de setembro. Documento comprova vacinação ou teste recente negativo para Covid-19. Homem apresenta passe de saúde, o chamado Green Pass, para entrar no Coliseu em Roma, em foto de 6 de agosto de 2021
Guglielmo Mangiapane/Reuters
A Itália começou a exigir nesta sexta-feira (6) a apresentação de um “passe de saúde” para a entrada em ambientes fechados, transporte público e pontos turísticos.
A medida foi aprovada na véspera pelo governo italiano e prevê também que o chamado Green Pass (passe verde em inglês) será obrigatório para professores e alunos a partir de 1º de setembro.
O documento comprova a vacinação com ao menos uma dose, teste recente negativo para Covid-19 ou que o indivíduo tenha se infectado e recuperado da doença nos últimos seis meses.
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Todos os turistas que visitarem o Coliseu – atração mais procurada da capital italiana –, por exemplo, precisarão apresentar o certificado já nesta sexta.
O certificado também será exigido na parte interna de restaurantes, bares, em academias, cinemas e em ginásios e estádios esportivos.
Os países da União Europeia (UE) já exigem, desde o mês passado, este certificado sanitário para todos os viajantes que circulam pelos 27 países do bloco.
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Fonte: G1 Mundo

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Empresas dos EUA começam a exigir vacinação contra a Covid de seus funcionários; veja a lista


Lista conta com nomes importantes como Walmart, Disney, Netflix, Google e Facebook. Momento é de espalhamento da Covid com a chegada da variante delta, que causou aumento de quase 120% na média móvel de casos, segundo o jornal The New York Times. Vacinação contra a Covid nos EUA
REUTERS/File Photo
Com números de contágio em alta forte, algumas das principais empresas dos Estados Unidos passaram a exigir que seus funcionários estejam vacinados. A lista é ampla e conta com nomes importantes como Walmart, Disney, Netflix, Google e Facebook.
Apesar de ter um dos planos de vacinação contra a Covid-19 mais eficientes do mundo, o país agora luta contra a relutância de parte de sua população em se vacinar. Estados com menor cobertura vacinal têm sofrido um recrudescimento da pandemia e números maiores de mortes.
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O momento é de espalhamento da Covid com a chegada da variante delta, que causou aumento de quase 120% na média móvel de casos, segundo o monitoramento do jornal The New York Times. Neste dia 5, foram mais de 100 mil casos diários constatados. As mortes também subiram 74%, chegando a 439 em 24 horas.
A maior parte das grandes empresas americanas se furtou do debate sobre a obrigatoriedade das vacinas, pois há nos EUA uma forte cultura de “liberdades individuais”. Apesar de terem disponíveis as vacinas para todos os americanos, muitos simplesmente se negam a participar da campanha.
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Resultado é que o país, certa forma, estacionou no percentual de população vacinada e os casos voltaram a subir. No fim de julho, o governo dos Estados Unidos anunciou que passará a exigir que funcionários públicos estejam vacinados contra a Covid ou que apresentem testes semanais negativos para a doença.
Na iniciativa privada, parte das empresas passaram a exigir total ou parcialmente a vacinação de funcionários com limites que vão da imunização como condição para manter o emprego até a comprovação apenas para quem precisa frequentar sua sede ou subsidiárias. Há ainda a obrigação para os que atuem em contato direto com o público.
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Nesta semana, Tyson Foods e Microsoft, duas das maiores empregadoras do país, aderiram ao movimento.
No Brasil, o G1 mostrou que trabalhadores que se recusam a tomar a vacina contra a Covid-19 devem estar cientes de que podem ser demitidos por justa causa. A recusa ao retorno do trabalho presencial também pode ser motivo de demissão por justa causa.
Abaixo, veja a lista de empresas que anunciaram exigências de vacinação para seus funcionários.
Google
Facebook
Microsoft
Uber
Lyft
Twitter
Cisco
Salesforce
Netflix
Disney
Walmart
Walgreens
Morgan Stanley
Goldman Sachs
Well’s Fargo
BlackRock
United Airlines
Delta Airlines
Tyson Foods
Saks Fifth Avenue
The New York Times
The Washington Post
Equinox

Fonte: G1 Mundo

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Canadense se torna a 1ª pessoa trans e não binária a conquistar uma medalha olímpica


Quinn joga na seleção feminina de futebol, usa apenas um nome e não se identifica como homem nem mulher. O Canadá venceu a Suécia nos pênaltis e conquistou a medalha de ouro. Quinn (de vermelho) disputa a bola com Fridolina Rolfo (à esquerda) durante a final olímpica do futebol feminino, entre Canadá e Suécia, nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 6 de agosto de 2021. Com a vitória do Canadá nos pênaltis, Quinn se tornou a primeira pessoa trans e não binária a conquistar uma medalha olímpica.
Andre Penner/AP
Com a vitória do Canadá sobre a Suécia, nos pênaltis, na final do futebol feminino dos Jogos Olímpicos de Tóquio, Quinn se tornou a primeira pessoa trans e não binária a conquistar uma medalha olímpica.
Quinn joga pela seleção feminina de futebol do Canadá, usa apenas um nome e é trans e não binária (não se identifica como homem nem mulher).
Quinn joga no meio de campo e saiu no intervalo para a entrada da volante Júlia Grosso, que acertou o último pênalti e garantiu o primeiro ouro olímpico para a seleção canadense de futebol feminino.
Para se sagrar campeãs, as canadenses enfrentaram seleções favoritas desde a primeira fase e eliminaram o Brasil (também nos pênaltis) e a temida seleção americana antes de derrotar a Suécia.
O ouro vem após dois bronzes consecutivos, em Londres 2012 e na Rio 2016 (quando também derrotaram as brasileiras na disputa pelo 3º lugar).

Fonte: G1 Mundo

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Japão bate 5º recorde de casos de Covid em 9 dias e passa de 1 milhão de infectados


Pandemia está se espalhando para além de Tóquio, sede dos Jogos Olímpicos. Equipe médica com equipamento de proteção individual conversa com paciente internado com Covid-19 em posição prona no Hospital da Universidade de Hokkaido, em Sapporo, em 3 de agosto de 2021
Yasuyoshi Chiba/AFP
O Japão registrou nesta sexta-feira (6) o quinto recorde diário de casos confirmados de Covid-19 nos últimos 9 dias e ultrapassou a marca de um milhão infectados em meio a dificuldades para conter a variante delta e uma campanha de vacinação que só agora começa a ganhar tração.
A marca foi atingida em meio a seguidos recordes de infecções também na capital Tóquio — sede dos Jogos Olímpicos e epicentro da pandemia no país —, e os casos estão se espalhando também para outras áreas urbanas.
Pela primeira vez, o Japão teve mais de 15 mil novos casos em 24 horas.
Foram 4,5 mil infectados na capital Tóquio e cerca de 2 mil na vizinha de Kanagawa (o quádruplo do que era registrado na cidade há menos de duas semanas).
As infecções em Osaka, a maior cidade do oeste do país, também bateram um recorde (mais de 1,3 mil), um sinal de que o vírus está se alastrando rapidamente fora da principal sede das Olimpíadas.
O número total de casos desde que a pandemia começou no ano passado está agora acima de 1 milhão, manchando o sucesso inicial do país na contenção da doença.
Embora o contágio pareça estar se espalhando velozmente da capital para outras regiões, o primeiro-ministro Yoshihide Suga adotou um tom cauteloso a respeito da ampliação de um estado de emergência para todo o Japão.
“Precisamos levar em conta as condições locais. Cada região pode adotar sua própria medida”, disse Suga aos repórteres em Hiroshima, onde participou de uma cerimônia que lembrou o 76º aniversário do ataque com bomba atômica dos Estados Unidos contra a cidade durante a Segunda Guerra Mundial.
Mas a piora da crise de saúde provavelmente pressionará o premiê antes de uma eleição que deve ser realizada em outubro.
Ele reiterou que não acredita que realizar os Jogos contribua para um aumento das infecções.

Fonte: G1 Mundo