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Em meio à controvérsia de preços, Alemanha planeja aplicar terceira dose de vacina contra Covid-19


O país pretende aplicar uma dose de reforço da vacina contra a idosos e pessoas com saúde vulnerável. Neste domingo (1º), a imprensa britânica revelou que os fabricantes Pfizer/BioNTech e Moderna teriam aplicado um forte reajuste de preços nas doses vendidas à União Europeia. Portão de Brandenburgo, em Berlim, em 16 de abril de 2020
Christian Mang/Reuters
A Alemanha pretende oferecer a partir de 1º de setembro a administração de uma dose de reforço da vacina contra a Covid-19 a idosos e pessoas com saúde vulnerável. As autoridades de Saúde também querem recomendar a vacinação para crianças e adolescentes de 12 a 17 anos.
No momento em que o governo debate esse plano, a imprensa britânica revelou que os fabricantes Pfizer/BioNTech e Moderna teriam aplicado um forte reajuste de preços nas doses vendidas à União Europeia (leia mais abaixo).
O plano de reforço da vacinação contra o coronavírus será discutido em uma reunião prevista nesta segunda-feira (2) entre o ministro da Saúde do governo federal, Jens Spahn, e os ministros da Saúde dos 16 estados alemães.
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Segundo um projeto consultado pela agência AFP, equipes móveis seriam enviadas a casas de repouso para aplicar a terceira dose do imunizante, que seria dos fabricantes Pfizer/BioNTech ou Moderna (independentemente do tipo de vacina que tenham recebido anteriormente). Médicos também poderiam aplicar uma injeção de reforço em idosos e pacientes com sistema imunológico deprimido em seus consultórios.
Esta semana, Israel iniciou um programa semelhante.
Reforço do imunizante
Estudos recentes mostram que a imunidade oferecida pela vacinação contra a Covid diminui com o tempo, colocando pessoas vulneráveis ​novamente ​em risco.
Embora a Alemanha tenha, atualmente, uma taxa de infecção mais baixa do que os países vizinhos, os casos aumentaram nas últimas semanas devido à propagação da variante Delta, altamente contagiosa. A desaceleração nas vacinações também é preocupante, com apenas 52% dos alemães totalmente vacinados.
As autoridades sanitárias também querem abrir todos os postos de vacinação do país para jovens de 12 a 17 anos. Escolas e universidades poderão participar do esforço de imunização dos alunos. Na União Europeia, a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) aprovou a vacinação de todos os maiores de 12 anos com as vacinas Pfizer/BioNTech e Moderna.
No sábado (31), o ministro da Saúde disse no Twitter que, até agora, um em cada cinco jovens alemães na faixa etária de 12 a 17 anos recebeu a primeira dose da vacina contra a Covid-19.
“Existem vacinas suficientes para todas as faixas etárias: quem quiser pode ser vacinado”, afirmou Jens Spahn.
O Instituto Robert Koch, instituição alemã responsável pelo controle e combate às epidemias no país, registrou neste domingo 2.097 novos casos positivos de Covid-19 e uma morte. Desde o início da pandemia, a Alemanha teve mais de 3,7 milhões de casos e 91.659 mortes.
Controvérsia sobre preços das vacinas
No momento em que os países europeus refletem sobre um reforço da vacinação, antes da chegada do outono – estação do ano propícia à propagação do vírus –, o jornal britânico Financial Times revelou neste domingo (1) que os preços das vacinas Pfizer e Moderna teriam aumentado para venda na União Europeia. 
De acordo com o jornal britânico, o novo preço de uma dose da vacina Pfizer teria subido para € 19,50, contra € 15,50 anteriormente – um reajuste de mais de 25%. Segundo o FT, que cita um funcionário familiarizado com o assunto, o preço do imunizante da Moderna estaria sendo comercializado agora a US$ 25,50 a dose, valor superior aos € 19,00 do primeiro contrato, porém inferior aos US$ 28,50 previamente negociados antes de os europeus aumentarem o volume de aquisições. 
A Comissão Europeia negocia diretamente com os laboratórios a compra de vacinas, que são posteriormente distribuídas a todos os países do bloco. A maioria dos governos europeus aceitou este sistema de compra conjunta desde o início da pandemia, acreditando que, em bloco, os 27 países poderiam obter preços mais competitivos e evitar uma concorrência prejudicial entre eles. 
A Comissão de Bruxelas mantém sigilo sobre os preços de aquisição dos imunizantes, alegando sigilo contratual. As fabricantes Pfizer/BioNTech ainda não reagiram ao texto publicado no FT.
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Fonte: G1 Mundo

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França espera receber 50 milhões de turistas em 2021


Os viajantes são esperados principalmente de países da Europa, como alemães, holandeses e belgas. Além disso, a temporada de verão conta com 80% dos franceses passando férias em destinos nacionais. Pessoas com passes de saúde esperam para entrar no Museu do Louvre, em Paris, durante a pandemia
Reuters/Sarah Meyssonnier
Apesar da rápida propagação da variante Delta, a França espera receber 50 milhões de turistas estrangeiros ainda este ano – foram 35 milhões no ano passado e 90 milhões em 2019. A projeção foi divulgada pelo secretário de Estado do Turismo, Jean-Baptiste Lemoyne, em entrevista ao Journal du Dimanche (JDD).
Os viajantes são esperados principalmente de países da Europa, enquanto a clientela internacional “distante”, da Ásia e América do Sul, ainda deve permanecer em grande parte ausente do território francês, devido ao contexto sanitário.
A expectativa é que a França continue recebendo alemães, holandeses e belgas, entre outras nacionalidades. Esses visitantes são atraídos pela variada infraestrutura turística do país e um sistema de saúde de qualidade, caso ocorra uma emergência.
A exceção ficará por conta dos britânicos. Assim como aconteceu no verão passado, a frequência de turistas provenientes do Reino Unido deve ser menor, já que o governo do primeiro-ministro Boris Johnson estabeleceu uma quarentena rígida de vários dias para quem regressar do território francês.
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Segundo Lemoine, “alguns americanos voltaram desde junho, mas não veremos turistas asiáticos novamente antes de 2022″. Na entrevista ao JDD, o secretário de Estado disse ainda que Paris tem sofrido com a falta de turismo de negócios.
Uma parte dos prejuízos do setor de hotelaria e restaurantes será compensada pelo turismo doméstico. Em 2020, 94% dos franceses que saíram de férias escolheram destinos no próprio país. A tendência está se repetindo em 2021, com 80% dos franceses passando férias em destinos nacionais, explicou Jean-Baptiste Lemoyne.
A variante Delta do coronavírus continua se propagando no país, principalmente em áreas turísticas. Na região dos Pirineus Mediterrâneos (sul), as hospitalizações foram multiplicadas por dez em menos de um mês. Em 30 de junho, havia 30 pacientes internados com a Covid-19 nos hospitais da região, contra 300 nesta semana, segundo a Agência Regional de Saúde.
Neste domingo (1), o Ministério da Saúde anunciou que 1.137 pacientes com a forma grave da Covid-19 estão hospitalizados em UTIs, o que representa um aumento de 38 casos em 24h.
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Fonte: G1 Mundo

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Em Berlim, manifestantes contrários a restrições para previnir a Covid e a polícia entram em confronto


Grupo contrário a medidas sanitárias foi às ruas mesmo com proibição. Polícia prendeu alguns manifestantes. Polícia de Berlim, na Alemanha, tenta imobilizar homem em manifestação contra as restrições para conter a Covid-19, em 1º de agosto de 2021
Christian Mang/Reuters
Em Berlim, na Alemanha, centenas de pessoas foram às ruas protestar contra medidas para evitar a transmissão por Covid-19 neste domingo (1º) em uma manifestação que já tinha sido proibida pela Justiça.
Os manifestantes “agrediram e atacaram” agentes da polícia no bairro de Charlottenburg, segundo as forças armadas.
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Os manifestantes tentaram romper o cordão policial, e os agentes reagiram, afirmou a polícia de Berlim em uma rede social. Houve detidos, mas a polícia não afirmou quantos foram.
A manifestação foi convocada pelo movimento “Querdenker”, que critica as restrições sanitárias para evitar o contágio por coronavírus na Alemanha.
A Justiça proibiu várias das manifestações que esse movimento organizou neste fim de semana, entre elas a de Berlim, para onde a polícia enviou mais de 2.000 agentes.
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Fonte: G1 Mundo

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Incêndios castigam sul da Europa e forçam evacuação de centenas de pessoas


Dezenas de municípios foram evacuados no turístico sul da Turquia após cinco dias de incêndios. Até o momento, oito pessoas morreram no país. Grécia, Itália e Espanha também tentam combater chamas. Incêndio queima a vegetação atrás do hotel em Icmeler, perto da cidade turística de Marmaris, na Turquia
Hakan Gurcan/via REUTERS
Com altas temperaturas e fortes ventos, a temporada de incêndios deste verão boreal está sendo significativamente mais destrutiva do que nos anos anteriores, segundo dados da União Europeia (UE).
A Turquia está vivendo seus piores incêndios em ao menos uma década, com quase 95.000 hectares queimados este ano, quando a média entre 2008 e 2020 nesta época era de 13.516 hectares.
Vários especialistas vinculam este fenômeno à mudança climática, que aumenta a frequência e a intensidade desses incêndios florestais.
Um bairro da turística cidade de Bodrum foi evacuado porque os ventos fortes estavam alimentando as chamas no distrito vizinho de Milas, informou a rede turca da CNN.
Incapazes de sair pela estrada, 540 moradores foram levados a hotéis de barco, informou a rede.
Incêndios florestais deixam mortos e feridos na Turquia
Também houve evacuações na cidade popular de Antalya e dois corpos foram encontrados na região, o que elevou o saldo de vítimas para oito (assista no vídeo acima).
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As temperaturas continuarão altas na região, por volta dos 40 ºC. No último mês, os termômetros atingiram níveis recordes. Em 20 de julho, o serviço de meteorologia registrou 49,1 ºC no município de Cizre (sudeste).
Imagens de satélite fornecidas pelo Ministério turco da Defesa mostravam grandes áreas florestais queimadas e ainda fumegantes.
O presidente Recep Tayyip Erdogan foi criticado pelo fato de a Turquia não ter planos de combate aos incêndios, apesar de ter um terço de seu território com florestas e do crescente problema desses incêndios.
Segundo dados da União Europeia, a Turquia sofreu 133 incêndios no decorrer de 2021, comparado com uma média de 43 neste período do ano entre 2008 e 2020.
Catástrofe grega
Grécia, 44°C: bombeiros tentam controlar incêndios em floresta
Os bombeiros também trabalharam na Grécia em um grande incêndio, no sábado (31), em Patras, no oeste (assista acima).
Cinco municípios foram desalojados e oito pessoas tiveram que ser hospitalizadas com queimaduras e problemas respiratórios na região, que continua em alerta.
O prefeito do município vizinho de Aigialeias, Dimitris Kalageropoulos, descreveu o incêndio como uma “imensa catástrofe”.
Cerca de 30 casas, celeiros e estábulos foram consumidos pelas chamas nas cidades de Ziria, Kamares, Achaias e Labiri.
“Dormimos fora esta noite, com medo de não termos mais casa quando acordássemos”, disse um morador de Labiri à televisão grega Skai.
O município turístico costeiro de Logos também foi evacuado e 100 residentes e visitantes foram enviados para a cidade próxima de Aigio.
Na Grécia, 13.500 hectares queimaram no decorrer do ano, mais que a média de 7.500 hectares entre 2008 e 2020, segundo as estatísticas da UE.
Incêndios e tempestades na Itália
Incêndio atinge a praia Le Capannine, região da Sicília
Roberto Viglianisi/via REUTERS
A Itália também voltou a ser abalada por incêndios depois que mais de 20.000 hectares de floresta, olivais e cultivos serem devorados pelas chamas em Cerdenha, no fim de semana passado.
Somente neste fim de semana, foram declarados mais de 800 incêndios no país, especialmente no sul, segundo o corpo de bombeiros italiano.
“Nas últimas 24 horas, os bombeiros realizaram mais de 800 intervenções: 250 em Sicília, 130 em Apulia e Calabria, 90 em Lacio e 70 em Campanha”, tuitou o corpo.
Também indicou que suas unidades ainda tentam apagar os incêndios nas cidades sicilianas de Catania, Palermo e Siracusa.
Enquanto o sul da Itália ardia, o norte sofria tempestades intensas.
“O custo das destruições causadas nas partes rurais do norte da Itália por tempestades e granizo neste verão louco soma dezenas de milhões de euros”, disse a organização agrícola Coldiretti.
Aviões hidrantes na Espanha
Na Espanha, dezenas de bombeiros apoiados por aviões hidrantes combatiam um incêndio iniciado no sábado à tarde, perto do pântano de San Juan, a 70 quilômetros ao leste de Madri.
Os bombeiros afirmaram neste domingo que conseguiram estabilizar o fogo durante a madrugada, mas as autoridades pediram à população para se afastar do pântano, um local popular para banho entre os madrilenhos.

Fonte: G1 Mundo

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Bruno Fratus comemora bronze nos 50m livre nos Jogos Olímpicos: ‘Os cara é grande, mas nois é ruim. Aqui é Brasil’


Nadador terminou a prova em 21s57 e garantiu primeiro pódio em sua terceira final olímpica. Bruno Fratus ganha medalha de bronze
REUTERS/Carl Recine
“Finalmente!”, esse foi o sentimento do nadador Bruno Fratus, de 32 anos, ao vencer sua primeira medalha olímpica neste sábado (31). O brasileiro ficou com o bronze nos 50m livre nas Olimpíadas de Tóquio.
“[O grito] está entalado desde 2011. Foi um grito de finalmente, finalmente medalhista olímpico, finalmente realizei meu sonho que começou com 11 anos de idade”, declarou após a vitória.
“Os cara é grande, mas nois é ruim. Aqui é Brasil.”
Bruno Fratus
REUTERS/Marko Djurica
Fratus terminou a prova em 21s57. O campeão foi o norte-americano Caeleb Dressel, com 21s07. E a prata ficou com o francês Florent Manaudou, com 21s55.
Esta foi a terceira final olímpica do nadador nascido no interior do Rio de Janeiro, depois de um 4° lugar em Londres, em 2012, e um 6° na Olimpíada do Rio, em 2016. Naquele ano, ele deu uma entrevista completamente frustrado após terminar. O modo como respondeu a repórter viralizou. Agora, cinco anos depois, ele ironiza:
“Como dizia o sábio, estou felizão.”
Além da comemoração, Fratus também agradeceu os “inimigos”. “Não teria sido sem o suporte, o amor, a amizade e a torcida de todo mundo que está até agora do meu lado. E não teria sido sem a palavra de quem duvidou também. Essa é para vocês.”
Bruno Fratus conquista medalha de bronze nos 50m livre nas Olimpíadas de Tóquio
Bruno Fratus com a medalha de bronze dos 50m livre da natação nas Olimpíadas de Tóquio e a bandeira do Brasil
Jonne Roriz/COB

Fonte: G1 Mundo

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Rebeca Andrade, ouro histórico no salto: veja FOTOS e VÍDEOS da ginasta em Tóquio


Ginasta de 22 anos venceu favoritas à prova e garantiu ouro inédito. Rebeca é primeira mulher brasileira a conquistar medalha na ginástica artística nos Jogos Olímpicos. VÍDEO: Veja o salto de ouro de Rebeca Andrade
A ginasta Rebeca Andrade, de 22 anos, fez história mais uma vez: ela levou ouro no salto da ginástica artística neste domingo (1) e se tornou a primeira mulher brasileira a vencer duas provas na mesma edição dos Jogos Olímpicos.
A atleta de Guarulhos, na Grande São Paulo, teve média 15,083 pontos e deixou para trás as favoritas norte-americanas. A brasileira foi a única a conseguir média acima de 15,000. A americana Mykayla Skinner fez 14,916 e ficou com a prata. Já o bronze foi para a sul-coreana Seojeong Yeo, com 14,733.
Rebeca Andrade segura a medalha de ouro
Mike Blake/Reuters
Rebeca Andrade já venceu a prata no individual geral e se tornou a primeira brasileira medalhista olímpica na ginástica artística. Ao som do funk “Baile Favela”, ela marcou 57,298 pontos na prova, atrás apenas da americana Sunisa Lee, que marcou 57,433 pontos.
A ginasta brasileira que hoje compete pelo Flamengo tem mais uma chance de medalha. Ela compete a final do solo na segunda-feira (2), uma de suas melhores provas.
De Guarulhos para Tóquio
Nascida em Guarulhos, na Grande São Paulo, a medalhista saiu de casa aos 9 anos para se dedicar ao esporte. Ela já sofreu três lesões no joelho e chegou a pensar em desistir da vida de atleta, mas a mãe, Rosa Santos, não deixou.
Foi em um projeto social que, ainda criança, Rebeca ganhou o apelido de “Daianinha de Guarulhos”, em referência a Daiane dos Santos, vencedora de nove medalhas de ouro em campeonatos mundiais no solo entre 2003 e 2006. Hoje é Daiane quem reverencia Rebeca: “Essa prata vale ouro pra gente”, disse a outra estrela da ginástica após o resultado em Tóquio.
Rebeca na final
Reprodução/TV Globo
Rebeca após salto
Lisi Niesner/Reuters
Rebeca celebra
Reprodução/TV Globo
Rebeca Andrade no aquecimento para a final do salto
Ricardo Bufolin/Panamerica Press/CBG
Rebeca Andrade (esq.) em Cuba, aos 9 anos de idade, em sua primeira competição internacional
Arquivo pessoal

Fonte: G1 Mundo

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Corredora da Belarus que fez críticas aos técnicos de sua equipe é retirada do quarto em Tóquio e levada ao aeroporto


Kryscina Tsimanouskaya fez críticas aos técnicos de atletismo em uma rede social. Segundo ela, dois dirigentes da equipe foram ao seu quarto e disseram que tinham ordens superiores para levá-la ao aeroporto. Ela procurou policiais de Tóquio para dizer que se recusava a embarcar. Krystsina Tsimanouskaya fala com policiais no aeroporto de Tóquio, em 1º de agosto de 2021
Issei Kato/Reuters
A corredora Kryscina Tsimanouskaya, da Belarus, foi retirada de seu quarto por membros da delegação olímpica de seu país e levada ao aeroporto de Tóquio para voltar ao seu país neste domingo (1º).
Ao chegar ao aeroporto, ela procurou policiais para dizer que não queria embarcar.
Na sexta-feira (30), ela fez críticas a dois técnicos de seu país. A Belarus é comandada desde 1994 por Alexandre Lukashenko, que é considerado um ditador.
No ano passado, houve uma eleição muito questionada no país, e Lukashenko venceu novamente. Logo em seguida, começaram protestos contra o líder e o regime. Veja um vídeo abaixo sobre uma dessas manifestações.
Manifestantes voltam às ruas de Belarus pedindo a saída do presidente e novas eleições
Tsimanouskaya, a corredora, foi levada ao aeroporto por dois membros da delegação de seu país. A atleta disse também que vai pedir asilo político. “Eu não vou voltar à Belarus”, afirmou, em um texto em um aplicativo de mensagens à agência de notícias Reuters.
A corrida de 200 metros em que ela concorre está programada para a segunda-feira.
Ela afirmou que foi tirada da equipe por ter se manifestado sobre a negligência dos técnicos em uma rede social. Tsimanouskaya já tinha reclamado por ter sido incluída na equipe de revezamento só depois que outras atletas saíram por não terem sido submetidas ao teste antidoping. “O técnico queria me adicionar ao revezamento sem que eu soubesse. Eu falei sobre isso publicamente. O chefe dos técnicos veio me procurar e disse que havia uma ordem superior para me remover”, disse ela.
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Fonte: G1 Mundo

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Grécia e Itália sofrem com incêndios florestais e temperaturas acima de 40°C; veja vídeo do combate ao fogo


A Grécia foi atingida por uma onda de calor de até 44°C. Regiões de florestas começaram a pegar fogo. Grécia, 44°C: bombeiros tentam controlar incêndios em floresta
Países mediterrâneos continuam a enfrentar o avanço de incêndios florestais neste verão europeu. A Itália registrou mais de 800 novos focos de fogo neste fim de semana e, na Grécia, oito pessoas ficaram feridas na queima de 20 casas.
O vasto incêndio continuava neste domingo (1º) no noroeste do Peloponeso, perto da cidade de Patras, conforme a Defesa Civil grega. Cinco vilarejos foram evacuados por precaução. As vítimas foram hospitalizadas com problemas respiratórios e queimaduras leves.
Incêndio em Labiri, na Grécia, em 31 de julho de 2021
Eurokinissi / AFP
O fogo começou no sábado (31) devido às altas temperaturas, que subiram para até 44°C. A onda de calor começou na sexta-feira (30), de acordo com serviços meteorológicos.
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Na madrugada de domingo, cerca de 300 bombeiros, com 77 caminhões, oito aviões de combate a incêndio e cinco helicópteros, tentavam controlar as chamas.
Desde a manhã de sábado, 58 incêndios florestais foram registrados. A maioria foi rapidamente controlada.
Incêndios florestais deixam mortos e feridos na Turquia
O fogo causa enormes engarrafamentos, bloqueando os motoristas por horas. A estrada principal entre Corinto e Patras foi fechada ao tráfego no sábado, assim como a ponte Rio-Antirio, que liga o Peloponeso e a Grécia continental.
O país enfrenta com frequência dramas como esse. Em julho de 2018, 102 pessoas morreram na cidade costeira de Mati, perto de Atenas, o pior balanço de vítimas por um incêndio no país.
Fogo no sul da Itália
Já na Itália, o sul do país é o que mais sofre com o problema. As temperaturas têm chegado a 40°C nos últimos dias.
“Em 24 horas, os bombeiros efetuaram mais de 800 intervenções: 250 na Sicília, 130 em Apúlia e Calábria, 90 em Lácio e 70 na Campânia”, informaram os bombeiros, em um tuíte. “O trabalho das equipes também continua na Catânia, em Palermo e Siracusa”, acrescentaram.
A falta de chuvas intensifica os riscos. No fim de semana passado, mais de 200 hectares de florestas viraram cinzas na região de Oristano, no oeste da Sardenha.
Já no norte, são as tempestades de granizo que preocupam. “Os prejuízos dos estragos causados por todo lado nos campos no norte da Itália por violentas tempestades e queda de granizo neste verão, que está maluco, já chegam a dezenas de milhões de euros”, denunciou o Coldiretti, um dos principais sindicatos agrícolas do país.
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Fonte: G1 Mundo

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Veja 5 coisas que influencers brasileiros (que vivem lá) adoram no Japão


Segurança nas ruas, limpeza de locais públicos e qualidade do transporte estão entre os pontos que chamam a atenção de brasileiros que se mudaram para o país. Brasileiros gostam da segurança, limpeza e transporte público do Japão (e da comida também)
Philip Fong/AFP / Kantaro Komiya/AP / Charly Triballeau / AFP / Rafael Miotto/G1/ Issei Kato/Reuters
O que será que chama mais atenção de brasileiros que vivem no Japão? Para saber mais como é a rotina no país das Olimpíadas, o G1 conversou com 4 influencers brasileiros que vivem por lá.
Eles são: Julia Dalcin (Hey, Ju! Listen!), Cleide Sousa (Por onde eu vou), Renan Ricci (Ricci no Japão) e Isabela Borrego (Isa Borrego no Japão).
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🧘 Segurança e tranquilidade
O Japão é o 12º colocado na edição 2021 do Índice Global da Paz. Para se ter uma ideia, o Brasil aparece apenas em 128º lugar nesse ranking.
“Aqui você pode andar a qualquer hora do dia e da noite com o celular na mão, com dinheiro no bolso, deixar o portão aberto, etc”, explica Renan Ricci, de 30 anos, especialista em marketing digital, que vive no país há 1 ano e meio.
“Se você perder sua carteira com dinheiro dentro, você certamente encontrará em um posto policial”.
A tolerância zero a armas e a proibição do consumo de álcool quando for dirigir são apontados como fatores que fazem o Japão estar entre os países mais seguros do mundo.
Pessoas celebram o dia de Ano Novo no distrito de Shibuya, em Tóquio
Philip Fong/AFP
🧹Limpeza (sem lixeiras)
Qual a solução para deixar as ruas limpas? Retirar todas as lixeiras. É exatamente isso o que acontece no Japão, é quase impossível encontrar local para dispensar restos de alimentos e embalagens.
“A limpeza assusta muito as pessoas quando chegam a primeira vez porque as ruas são sempre bem limpas e não existem latas de lixo nas ruas. Você encontra apenas em parques e nas lojas de conveniência”, diz Julia Dalcin, de 29 anos, especialista em comunicação digital. Ela vive no Japão há um ano e meio.
Companhia ferroviária lança robôs para ajudar na limpeza dos ambientes, no Japão
Mas essa não é uma ação isolada. Isso faz parte de uma política pública para fazer a população cuidar do próprio lixo. É comum levar um saquinho para levar o lixo para casa e depois fazer o descarte.
Encontrar uma lixeira nas ruas do Japão não é tarefa fácil. População é responsável por descarte do lixo.
Kantaro Komiya/AP
Não é incomum também ver pessoas recolhendo os lixos que eventualmente são jogados nas ruas.
🚇 Transporte público, sempre pontual
Com 13 linhas e mais de 286,2 quilômetros de extensão, o metrô de Tóquio é o 5º maior do mundo. E não é somente na capital que existe grande oferta de transporte público, é possível viajar de trem para diversas partes do país.
Homem idoso confere a própria temperatura com termômetro infravermelho na testa em metrô de Tóquio, no Japão, no dia 10 de fevereiro.
Charly Triballeau / AFP
Muitas vezes, as linhas podem ficar lotadas, mas o serviço consegue manter uma pontualidade.
“Os trens quase nunca se atrasam – e quando acontece, avisam e pedem desculpas a cada minuto”, afirma Isabella Borrego, de 24 anos, criadora de conteúdo, que vive há 3 anos no Japão.
Japão tem museu dedicado para o transporte sobre trilhos
🥢Comida, além do sushi
Quem acha que a comida japonesa se restringe a sushi e sashimi deve saber que isso é um grande engano.
Lámen com carne de porco é muito comum no Japão
Rafael Miotto/G1
A lista de quitutes envolve alimentos como a massa com caldo conhecida como lámen, tonkatsu (carne de porco empanada), okonomiyaki (uma panqueca japonesa com diversas coberturas) e uma infinidade de opções.
Lámen faz sucesso na capital
🌸As lindas cerejeiras
Jovem observa flores de uma cerejeira no Parque Nacional Shinjuku Gyoen, em Tóquio, no Japão
Issei Kato/Reuters
Uma beleza à parte: as cerejeiras. Seu pico de florescimento, que acontece na primavera, leva milhares às ruas e parques do país para observar o fenômeno, que dura poucos dias e é reverenciado há mais de mil anos.
VÍDEO: Cerejeiras do Japão florescem mais cedo pela primeira vez em 1,2 mil anos
Cleide Sousa, 30 anos, Julia Dalcin, 29 anos, Isabella Borrego, 24 anos, e Renan Ricci, 30 anos, são influencers brasileiros que mostram o dia-dia no Japão
Reprodução/Instagram
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Reprodução
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Fonte: G1 Mundo

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Olimpíadas de Tóquio: veja 5 grandes eventos esportivos afetados por outras epidemias


Zika, gripe, meningite e até uma ‘irmã’ da Covid-19: epidemias e surtos de doenças contagiosas mexeram na organização de grandes competições. Relembre algumas delas. De máscara, espectadores acompanham a prova de mountain bike do ciclismo nas Olimpíadas de Tóquio em Izu em 26 de julho
Thibault Camus/AP Photo
Os Jogos Olímpicos de Tóquio ocorrem após um ano de adiamento por causa da pandemia de coronavírus. Mesmo com as mudanças de data, a Covid-19 continua a afetar a organização das Olimpíadas: a enorme maioria das competições não tem publico nenhum nas arquibancadas, e o Japão registra recorde nos casos da doença.
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Esta não é a primeira vez em que uma crise de saúde marcou os preparativos de um grande evento esportivo. Alguns eventos esportivos ocorreram mesmo durante outras epidemias, e surtos de doenças infecciosas levaram inclusive à mudança de sede de competições.
Outros exemplos na história são:
Retirada da Copa América no Brasil por causa da Gripe Espanhola (1918)
Desistência de São Paulo em sediar os Jogos Pan-Americanos após surto de meningite (1974)
Adiamento e troca de sede na Copa do Mundo de futebol feminino por causa da SARS (2003)
Olimpíadas de Inverno seguiram adiante mesmo na pandemia de H1N1 (2010)
Preocupação de atletas com a epidemia de zika no Rio de Janeiro (2016)
Saiba mais detalhes sobre esses casos abaixo
Brasil desistiu de Copa América por Gripe Espanhola
Com todos os jogos programados para o Rio de Janeiro, o Brasil tinha sido escolhido sede do Campeonato Sul-Americano de Futebol — rebatizado para Copa América — em 1918. Porém, o país acabou desistindo do evento por causa de outra pandemia mortal que atingiu o mundo 101 anos antes do coronavírus: a Gripe Espanhola, um subtipo do vírus H1N1 que matou mais de 50 milhões de pessoas.
Veja no VÍDEO abaixo: jornais do Rio contam a história da Gripe Espanhola e revelam semelhanças com a pandemia de Covid-19
Jornais do Rio da época da gripe espanhola revelam semelhanças em meio à pandemia de coronavírus
Segundo reportagem da BBC, a decisão das autoridades brasileiras em rejeitar a competição não foi bem vista pela Confederação Brasileira de Desportos (CBD), que comandava o futebol naquela época. Sem outra sede, o evento foi adiado para 1919, com jogos no Estádio das Laranjeiras, no Rio. O Brasil venceu o campeonato.
Esse adiamento foi relembrado recentemente, com o anúncio de que o Brasil receberia a Copa América de 2021 — que já havia sido adiada em um ano por causa da Covid-19 — depois da desistência de Argentina e Colômbia. Mesmo com pressões de políticos e patrocinadores, todos os jogos ocorreram como previsto, e apenas a final no Maracanã, vencida pelos argentinos, teve a entrada de público liberada, ainda que em um número muito restrito.
Surto de meningite tirou Pan de São Paulo
Epidemia de meningite nos anos 1970 também sofreu com falta de dados no Brasil
A maior cidade brasileira deveria receber os Jogos Pan-Americanos de 1975. No entanto, o Comitê Olímpico do Brasil e o governo concordaram um ano antes em desistir de organizar a competição em São Paulo. Oficialmente, o motivo seria a grave epidemia de meningite que atingiu a capital paulista e outras partes do país no começo da década de 1970. Saiba mais no VÍDEO acima.
Os primeiros casos da meningite bacteriana começaram em 1971 e se alastraram até que os contágios chegaram a um pico em 1974. Durante muito tempo, a ditadura militar tentou esconder a crise sanitária — os números reais de casos e mortes pela doença são desconhecidos —, mas a situação ficou grave demais. Uma intensa campanha de vacinação começou, com um tipo de injeção semelhante a uma pistola.
Vacinação contra meningite durante a epidemia da década de 1970
Reprodução/TV Globo
Assim, as autoridades brasileiras disseram em 1975 que não haveria mais condições de São Paulo sediar o Pan no ano seguinte, que acabaria transferido para a Cidade do México.
Essa versão, no entanto, é contestada. Embora se reconheça a gravidade da epidemia de meningite em São Paulo nos anos 1970, outra versão diz que a razão para a desistência foi, na verdade, falta de dinheiro — e o governo militar não queria admitir isso.
“Eu me lembro exatamente do dia em que meu avo chegou em Brasília e contou que o ministro da Educação, Ney Braga, disse que as verbas tinham sido cortadas e tinham que suspender o Pan”, relatou ao G1 o advogado Alberto Murray, neto do então presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB), Sylvio de Magalhães Padilha.
Raia Olímpica da USP com vidro ao fundo
Tahiane Stochero
Segundo ele, embora a versão do governo fosse a epidemia de meningite, o chefe do COB à época nunca escondeu das autoridades a real motivação do cancelamento.
VÍDEO: saiba o que virou notícia na 1ª semana de Olimpíadas
“O pico do surto foi no ano anterior. Naquele momento, estava controlado. A vacinação já estava em andamento, mas a pá de cal nos Jogos nunca foram os casos de meningite”, afirmou Murray, que já presidiu o conselho de ética do COB.
A transferência de sede ocorreu mesmo com algumas das obras do Pan prontas. Entre elas, estão o velódromo da Universidade de São Paulo (USP) e a raia olímpica. “Alguma coisa ficou. O legado ficou para a universidade”, analisa Murray.
SARS adiou Copa Feminina na China
Reforma de antigo hospital em Pequim, na China, usado para atender pacientes com a Sars em 2003, em foto de janeiro de 2020
Peng Ziyang/Xinhua via AP
Em 2003, a epidemia da SARS na China levou a Fifa a cancelar a Copa do Mundo de Futebol Feminino prevista para o país asiático naquele ano. Às pressas, o órgão transferiu a organização do torneio para os Estados Unidos, que havia sediado o evento quatro anos antes.
O causador da SARS é um coronavírus muito semelhante ao da Covid-19. Tanto que o vírus responsável pela pandemia atual se chama SARS-CoV-2. A epidemia da SARS deixou mais de 900 mortos entre 2002 e 2003, segundo dados da OMS.
Segundo comunicado divulgado em maio de 2003, a Fifa ouviu especialistas da OMS para tomar a decisão. Para compensar as autoridades chinesas, a entidade do futebol pagou US$ 1 milhão à China e prometeu que o país organizaria a Copa do Mundo Feminina seguinte, em 2007 — o que acabou se concretizando.
Olimpíadas na pandemia de H1N1
O vírus H1N1, que causou uma pandemia de gripe
reprodução
O mundo ainda estava na pandemia da gripe H1N1 quando Vancouver, no Canadá, sediou os Jogos Olímpicos de Inverno em fevereiro de 2010: a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou pandemia apenas meses antes da abertura.
Embora menos severa do que a crise sanitária atual, o H1N1 pode ser bastante letal em crianças muito jovens e idosos. Havia, ainda, a preocupação com a sazonalidade da doença: as autoridades temiam uma explosão de casos da gripe no inverno, justamente nas Olimpíadas de Vancouver.
Assim como tem ocorrido nos preparativos dos Jogos de Tóquio, organizadores e comitês olímpicos dos países participantes correram para garantir vacinas para atletas e voluntários. Hospitais da região de Vancouver ficaram de prontidão caso houvesse algum aumento nos casos de H1N1.
Felizmente, os Jogos de Inverno ocorreram sem maiores problemas relacionados à doença. A OMS declarou o fim da pandemia em agosto de 2010, após deixar dezenas de milhares de mortos. O vírus circula até hoje, em parâmetros não pandêmicos, e há vacinas disponíveis.
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Zika alarmou mundo às vésperas da Rio 2016
Logo dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos no Rio ao lado de mensagem sobre o vírus da zika
Ricardo Moraes/Reuters
Transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, a zika se tornou uma das razões de preocupação para atletas e comissões técnicas com os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016. Na época, um grupo de cientistas chegou a pedir o adiamento ou o cancelamento dos Jogos Olímpicos.
Além disso, após estudos concluírem que o vírus causava mesmo microcefalia em bebês, autoridades internacionais recomendaram que atletas grávidas não viajassem ao Rio de Janeiro para evitar os riscos da malformação.
Hope Solo postou imagem nas redes sociais com ‘preparação’ para viajar ao Rio
Reprodução/Instagram
Alguns atletas de modalidades como o tênis e o estreante golfe chegaram a desistir de competir nos Jogos do Rio citando medo de infecção. E a goleira da seleção dos Estados Unidos de futebol, Hope Solo, gerou polêmica ao publicar uma foto nas redes sociais em que posava com uma tela protetora, uma máscara e um inseticida.
Mesmo assim, os Jogos Olímpicos do Rio ocorreram normalmente. Além disso, segundo a OMS, nenhum atleta contraiu zika durante o evento.
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Fonte: G1 Mundo