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Beatrix von Storch: quem é a líder da extrema-direita alemã que se reuniu com Bolsonaro


Parlamentar é neta de ministro de Hitler e expoente do partido conservador nacionalista AfD. Ela já chamou imigrantes de ‘horda de estupradores’ e defendeu que polícia abrisse fogo contra mulheres e crianças que tentassem entrar no país. Beatrix von Storch e o marido em encontro com Bolsonaro no Palácio do Planalto
Arquivo pessoal/BBC
“Ao contrário do que diz a imprensa, ele é humilde, amável e bem humorado no trato pessoal.” A descrição sobre o presidente Jair Bolsonaro foi feita pela líder da extrema direita alemã Beatrix Von Storch.
Em suas redes sociais, ela publicou na segunda-feira (26) fotos nas quais aparece abraçada ou em reunião com um sorridente Bolsonaro.
Neta do ministro das Finanças de Adolf Hitler, Lutz Graf Schwerin von Krosigk, ela é uma das principais expoentes do polêmico partido nacionalista-conservador Alternativa para a Alemanha (AfD, na sigla em alemão).
E esteve no Brasil nos últimos dias, segundo ela mesma, “para conquistar aliados para o AfD”.
“Para enfrentar com êxito a esquerda, os conservadores também precisam se conectar melhor internacionalmente. O Brasil é uma potência emergente e, além dos Estados Unidos e da Rússia, pode ser um parceiro estratégico global que nos permita construir o futuro juntos”, disse von Storch.
Em Brasília, a deputada alemã se encontrou com a presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, a deputada federal Bia Kicis (PSL-DF) e com o também deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), considerado o articulador internacional do pai com figuras da direita global, como o ex-estrategista de Donald Trump, Steve Bannon.
Em resposta à visita de von Storch a Bia Kicis, o Museu do Holocausto afirmou que “é evidente a preocupação e a inquietude que esta aproximação entre tal figura parlamentar brasileira e Beatrix von Storch representam para os esforços de construção de uma memória coletiva do Holocausto no Brasil e para nossa própria democracia”.
Bolsonaro tenta estreitar relações com Israel e chegou a prometer a transferência da embaixada brasileira para Jerusalém — um ato que os países árabes considerariam como afronta —, algo que jamais cumpriu.
O que pensa von Storch?
Eduardo Bolsonaro em jantar com o ex-estrategista de Trump Steve Bannon, o conservador britânico Nigel Farage e a âncora da Fox News Laura Ingraham, em 2020
Arquivo pessoal/BBC
Crítica do atual presidente americano, Joe Biden, e apoiadora de Trump, Von Storch já foi integrante do Parlamento europeu e, atualmente, ocupa uma cadeira no Congresso alemão.
Em sua trajetória política, ela se envolveu em episódios mundialmente rumorosos — alguns dos quais lhe renderam investigação por possível violação da lei contra crimes de ódio da Alemanha.
Em dezembro de 2017, sua conta na rede Twitter chegou a ser suspensa depois que ela questionou a decisão do Departamento de Polícia da cidade alemã de Colônia de postar saudações de fim de ano também em árabe.
“O que diabos há de errado com este país? Por que a página oficial da polícia tuíta em árabe? Eles estão tentando pacificar as hordas de homens bárbaros, muçulmanos e estupradores?”, escreveu a parlamentar.
Em 2016, ela defendeu que a polícia alemã abrisse fogo contra imigrantes, incluindo mulheres e crianças, que tentassem entrar ilegalmente na Alemanha, algo que a chanceler Angela Merkel classificou como “absurdo”.
Descendente do grão-ducado de Oldenburg, que mais tarde comporia a Alemanha, Von Storch é opositora do casamento homoafetivo e contrária à existência do bloco da União Europeia. Ela já advogou, em entrevista à BBC, em 2018, que seria um ato patriótico dos alemães ter mais bebês dada a baixa natalidade na nação.
“A Alemanha não é o único país com problemas demográficos na Europa. Se os outros países quiserem levar um, dois, quatro milhões de imigrantes ilegais africanos para os seus países para resolver o problema demográfico, façam isso. Nós não queremos. Nós não achamos que isso resolve nosso problema. Isso está nos causando problemas”, afirmou a parlamentar alemã.
Para quais planos von Storch e o AfD precisam do Brasil como aliado?
Além de se reunir com o presidente brasileiro, von Storch esteve com os deputados Eduardo Bolsonaro e Bia Kicis
Arquivo pessoal/BBC
Apesar de ter tido alta hospitalar poucos dias antes de receber von Storch no Planalto, o presidente Bolsonaro devotou à deputada alemã cerca de uma hora, tempo suficiente para que, nas palavras da líder política, ele a impressionasse “com sua compreensão clara dos problemas da Europa e dos desafios políticos do nosso tempo”.
Em seu post, nas redes sociais, ela é mais clara sobre quais assuntos seriam esses. Em primeiro lugar, von Storch tem se mostrado uma crítica do processo alemão de substituição das formas de produção de energia elétrica mais poluentes, como a nuclear e a fóssil, para alternativas mais limpas, um esforço da atual gestão germânica para cumprir as metas de cortes nas emissões de CO² do país. Ela também costuma caracterizar ONGs que militam por causas ambientais, como o Greenpeace, como criminosas.
Sob pressão dos Estados Unidos para se comprometer com metas ambiciosas de redução do desmatamento, o governo brasileiro não apresentou até agora um plano para conter o problema — que assumiu ritmo acelerado na gestão atual.
Bolsonaro já disse que havia uma indústria de multas ambientais e que essas mesmas ONGs contra qual von Storch se manifesta “criam narrativas” para disputar o controle sobre o destino da floresta brasileira.
Von Storch mencionou ainda ter falado com o mandatário brasileiro sobre como movimentos sociais, tais quais Black Lives Matter ou Antifas, formam “redes internacionais para colocar os conservadores contra a parede”.
Nisso, von Storch ecoa Trump, o maior aliado internacional de Bolsonaro até ser apeado da Casa Branca em janeiro de 2021 e que chegou a criminalizar movimentos por direitos civis negros e antifascistas.
Von Storch afirmou ainda compartilhar com Bolsonaro a oposição ao Pacto Global de Migração, um instrumento internacional lançado pela Organização das Nações Unidas e aprovado por 150 países em 2018 para facilitar processos de migração regular e garantir documentos e atendimento humanitário a migrantes irregulares.
Em 2019, o Brasil, que foi um dos signatários, deixou o pacto. O ex-chanceler brasileiro Ernesto Araújo afirmou que ele era “um instrumento inadequado para lidar com o problema (da imigração)”. “A imigração não deve ser tratada como questão global, mas sim de acordo com a realidade e a soberania de cada país”, disse Araújo.
A migração é um tema fundamental para a AfD já que catapultou eleitoralmente a legenda. O partido surgiu em 2013 e ficou de fora da representação no Parlamento alemão em sua primeira eleição, porque não chegou aos 5% de votação nacional necessária para compor o Legislativo.
E embora não tenha surgido como defensor de pautas da extrema-direita, a agremiação rapidamente adotou bandeiras contra a migração e o Islã, capturando um mal-estar na sociedade alemã, que passou a receber um grande influxo de marroquinos, argelinos, tunisianos, entre outros, a partir de 2015, em meio às agitações populares da Primavera Árabe.
Hoje, o AfD é a maior força de oposição no Parlamento alemão, com 86 cadeiras. O partido também construiu seu sucesso desafiando tabus e flertando com o racismo.
Alexander Gauland, co-presidente do AfD, já foi criticado por declarar que os alemães deveriam ter “orgulho” de seus soldados em ambas as guerras mundiais.
Embora as unidades SS, ramo militar do partido nazista alemão, fossem notórias pelas atrocidades alemãs na Segunda Guerra Mundial, as forças armadas regulares também cometeram muitos crimes de guerra.
Frauke Petry, outra das expoentes do partido, já tentou reabilitar o uso do termo da era nazista Völkisch, derivada da palavra alemã para povo e sequestrada pelo regime hitlerista para designar aqueles que eles viam como pertencentes à raça ariana.
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Fonte: G1 Mundo

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VÍDEOS: Fadinha Rayssa Leal nas Olimpíadas

Fonte: G1 Mundo

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Chefe do WhatsApp diz que software de espionagem Pegasus usou brecha no app para atacar autoridades

Em entrevista ao jornal britânico ‘Guardian’, Will Cathcart disse que pessoas em posições importantes de governos estavam entre as 1.400 usuários do aplicativo de mensagens que foram alvos do malware do NSO Group e pediu criação de um órgão responsabilização internacional. Will Cathcart, chefe do WhatsApp, disse em entrevista ao jornal britânico “Guardian” no último sábado (24) que autoridades de governos aliados dos Estados Unidos estavam entre as 1.400 pessoas que foram alvo do software de espionagem Pegasus, criado pela empresa israelense NSO Group.
O vírus utilizou uma vulnerabilidade no recebimento de chamadas do aplicativo entre abril e maio de 2019 – a falha em questão foi corrigida no mesmo ano.
A vítima não precisaria sequer atender a ligação para que o ataque fosse concluído, de acordo com apresentações feitas por representantes da empresa israelense obtidas pelo jornal “Financial Times” em 2019.
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Jornalistas, políticos e ativistas são alvos de espionagem de programa que invade celulares
A revelação foi feita após reportagens indicarem que jornalistas, grupos de ativistas e políticos de oposição de 50 países podem ter tido seus smartphones invadidos por um programa espião.
Software é vendido a governos
O NSO Group afirma que o Pegasus é vendido apenas para agências governamentais que são aprovadas por Israel e que é usado somente para perseguir terroristas e grandes criminosos. Além disso, a empresa diz que não tem acesso aos dados de seus clientes.
A Forbidden Stories, uma organização sem fins lucrativos de Paris, e da Anistia Internacional, conseguiram uma lista de 50 mil números que podem ter sido invadidos pelo vírus da empresa israelense NSO Group, que é vendido para governos.
A presença de um telefone não significa que alguém foi alvo ou teve o celular invadido, de acordo com o consórcio de jornais que divulgou a história. Porém, o Laboratório de Segurança da Anistia Internacional examinou 67 smartphones que havia suspeita de ataques e identificou 23 ataques bem-sucedidos e 14 sinais de tentativas de ataque.
Cathcart disse haver paralelos entre o ataque contra os usuários do WhatsApp em 2019 e as reportagens que indicam que inúmeras pessoas foram alvo do programa.
Ele acredita que o número de 50 mil telefones não seja exagerado, já que 1.400 pessoas foram alvo de uma vulnerabilidade do WhatsApp em um período de duas semanas em 2019.
“Isso nos mostra que durante um longo período de tempo, durante um período de vários anos, o número de pessoas sendo atacadas é muito alto”, disse ele ao Guardian.
Quando o WhatsApp diz que acredita que seus usuários foram “alvo”, isso significa que a empresa tem provas de que um servidor NSO tentou instalar o malware no celular de um usuário.
Ele também disse que governos deveriam criar um sistema de responsabilização para empresas que criam malwares.
“O NSO Group alega que um grande número de governos está comprando seu software, ou seja, mesmo que seu uso seja mais controlado, esses governos estão financiando isso. Será que eles devem parar? Deveria haver uma discussão sobre quais governos estavam pagando por este software?”, disse Cathcart.
O Facebook, dono do WhatsApp, entrou na Justiça em 2019 contra o NSO Group alegando que seus termos de serviço foram violados.
A empresa israelense afirmou na ocasião que não atua diretamente na aplicação de suas tecnologias e que somente os fornece aos seus clientes, que operam o produto.
Isso foi contestado pelo Facebook, que diz ter evidências de que a criadora do software de espionagem também auxiliou em sua operação.
Ao “Guardian”, um porta-voz do NSO Group disse que a companhia “faz o melhor para ajudar a criar um mundo mais seguro”.
“O senhor Cathcart tem outras alternativas que permitem às autoridades policiais e agências de inteligência detectar e prevenir legalmente atos maliciosos de pedófilos, terroristas e criminosos usando plataformas de criptografia de ponta a ponta? Se sim, ficaríamos felizes em saber”, completou.
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Fonte: G1 Mundo

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VÍDEO mostra o resgate de mãe e bebê atropelados nos EUA


Motorista foi detido e estava bêbado quando atingiu uma barbearia. Mãe e filha foram levadas para o hospital com ferimentos, mas não correm risco de vida. VÍDEO mostra o resgate de mãe e bebê atropelados nos EUA
Uma bebê e sua mãe foram resgatadas nos Estados Unidos após um motorista perder o controle, avançar sobre as duas e invadir uma barbearia em Yonkers, município localizado a cerca de 30km ao norte da cidade de Nova York (veja no vídeo acima).
O incidente ocorreu na sexta-feira (23), por volta das 8h30 da manhã. Imagens de câmeras de segurança mostram o motorista fazendo uma curva em alta velocidade antes de se chocar contra um veículo estacionado e arrastar mãe e filha que atravessavam a rua pela vidraça de uma barbearia.
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Reprodução/Dpto. de Polícia de Yonkers
Agentes do Departamento de Polícia de Yonkers que faziam uma ronda pela região disseram em um comunicado ter escutado a batida e por isso teriam conseguido chegar ao local do acidente em poucos minutos, antes mesmo de alguém chamar pelo serviço de emergência.
Com a ajuda de pessoas que passavam pela região, eles conseguiram erguer o carro e tirar a mãe e filha de baixo da lataria. As duas foram levadas ao hospital com ferimentos – a mãe quebrou uma perna e a bebê teve traumatismo craniano –, mas elas não correm risco de vida.
O motorista, identificado como David Poncurak, de 46 anos, e morador da cidade, foi detido em flagrante sob a acusação de conduzir embriagado. No veículo foram encontradas garrafas de bebidas alcoólicas vazias e ele foi submetido a testes para medir o nível de álcool no sangue.

Fonte: G1 Mundo

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Tóquio se prepara para a passagem do tufão Nepartak; Olimpíadas mudam horários de competições


Finais do surfe foram adiantadas por conta da mudança no tempo. A organização dos jogos decidiu adiar as provas de remo e tiro com arco por conta da tempestade que poderá trazer ventos de até 100km/h. Equipe de remo dos EUA treina no mar de Tóquio em 18 de julho de 2021
Jae C. Hong/AP/Arquivo
A capital do Japão se prepara, nesta segunda-feira (26), para a passagem do tufão Nepartak, previsto para tocar o país na próxima terça (27), segundo o serviço meteorológico japonês.
A organização das Olimpíadas de Tóquio já anunciou uma série de mudanças nos horários das competições por conta da tempestade que poderá trazer ventos de até 100km/h.
As finais do surfe foram adiantadas para evitar a mudança no tempo. Já as provas do remo e tiro com arco precisaram ser adiadas para depois da passagem do tufão.
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Rota do tufão Nepartak, no Japão
Arte/G1
A trajetória prevista para o Nepartak parece evitar a cidade de Tóquio, sede da maior parte dos jogos. No entanto, alterações nas ondas e marés poderia afetar a realização de alguns esportes.
Fortes rajadas de vento são esperadas na terça, portanto as condições podem ser impraticáveis para o remo, por exemplo, disse a organização olímpica.
Toda a região da capital está sob alerta amarelo para tempestades, o mais baixo na escala japonesa. A temporada de tufões no Japão geralmente começa em maio e termina em outubro.
VÍDEOS: Furacões, tufões e tempestades

Fonte: G1 Mundo

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EUA mantêm restrições a viajantes vindos do Brasil, União Europeia e Reino Unido por conta da variante delta


Mesmo após pedidos de reciprocidade da UE, que autoriza a entrada de americanos vacinados, os EUA continuam a barrar viajantes oriundos do exterior. Fila de acesso à área de segurança do aeroporto internacional de Denver, nos EUA, em 16 de junho de 2021
David Zalubowski/AP/Arquivo
Os Estados Unidos irão manter a proibição da entrada de viajantes vindos do Brasil, de países da União Europeia, do Reino Unido e de outros países por conta da variante delta do coronavírus, informou nesta segunda-feira (26) a porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki.
“Vamos manter as restrições existentes. A variante delta, mais contagiosa, está se espalhando tanto aqui como no exterior”, disse Psaki.
O país norte-americano restringiu as viagens da União Europeia, Reino Unido, China e Irã há mais de um ano devido à pandemia de Covid-19 e depois incluíram outros países, como a África do Sul, Índia e o Brasil.
Secretária de imprensa da Casa Branca, Jen Psaki, em entrevista coletiva em 7 de abril de 2021
Kevin Lamarque/Reuters
A restrição não é aplicada a pessoas que residam nos EUA ou sejam casadas com um cidadão americano ou que tenham residência permanente no país.
Filhos ou irmãos de americanos ou residentes permanentes também podem entrar, desde que tenham menos de 21 anos.
Membros de tripulações de companhias aéreas ou pessoas que ingressem no país a convite do governo dos EUA também estão isentas da proibição.
Europa pede reciprocidade
O país norte-americano mantém as restrições apesar dos pedidos de reciprocidade da União Europeia que em junho se abriu para os viajantes do país.
Cidadãos dos EUA podem embarcar para os países do grupo, apresentando apenas um certificado de vacinação ou testes negativos do coronavírus.
Formado por 27 países da Europa, o bloco aliviou as medidas de fronteira sob a pressão de nações com economias dependentes do turismo como Grécia, Espanha e Itália.
VÍDEOS com notícias internacionais

Fonte: G1 Mundo

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Fora da agenda, Bolsonaro se reúne com deputada de extrema direita da Alemanha

Beatrix von Storch, uma das líderes do partido Alternativa para a Alemanha (AfD), foi recebida pelo presidente no Palácio do Planalto. Parlamentar esteve no Brasil na semana passada. O presidente Jair Bolsonaro se encontrou, fora da agenda oficial, com a deputada alemã Beatrix von Storch, uma das lideranças do partido de extrema direita Alternativa para Alemanha (AfD).
O encontro ocorreu no Palácio do Planalto, em Brasília, na última semana – quando a parlamentar esteve no Brasil e também se encontrou com deputados bolsonaristas. Como não foi incluída na agenda, a reunião só se tornou pública quando Beatrix von Storch divulgou fotos com Bolsonaro nesta segunda (26).
Na postagem, a política agradeceu a recepção de Bolsonaro e se disse impressionada com a compreensão do presidente sobre problemas da Europa e os desafios políticos atuais. Von Storch defendeu a união dos conservadores para combater a ideologia dos grupos de esquerda.
Procurado, o Palácio do Planalto não informou a pauta da reunião e o motivo de o compromisso não ter sido registrado na agenda de Bolsonaro.
Criado em 2013, o AfD surgiu na Câmara dos Deputados em 2017 e é a principal força da oposição aos conservadores liderados pela chanceler Angela Merkel e os social-democratas no poder. O AfD foi colocado, em março deste ano, em vigilância policial por serviços de inteligência interna da Alemanha. O partido é contra a política migratória de Merkel.
Em 2018, Von Storch protagonizou uma polêmica com a polícia de Colônia, na Alemanha, após a corporação publicar mensagem em redes sociais com alertas em alemão e árabe. A parlamentar questionou o uso da língua – as postagens dela foram deletadas pelo Twitter e pelo Facebook.
“Que diabos se passa neste país? Por que a polícia publica agora mensagens oficiais em árabe?”, disse Von Storch. “Agora se dirige às hordas de homens bárbaros, muçulmanos e estupradores para tentar adulá-los?”, questionou. Veja no vídeo abaixo:
Líder do partido da extrema-direita na Alemanha critica polícia
A visita ao Brasil
Na visita ao Brasil, a deputada de extrema-direita também foi recebida pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes. A parlamentar alemã ainda teve reuniões com os deputados Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente, e Bia Kicis (PSL-DF), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados.
A Confederação Israelita do Brasil (Conib) e o Museu do Holocausto criticaram na semana passada os encontros de Von Storch com Eduardo Bolsonaro e Bia Kicis.
A Conib lamentou a recepção a representante da AfD, pois “trata-se de partido extremista, xenófobo, cujos líderes minimizam as atrocidades nazistas e o Holocausto”.
O Brasil é um país diverso, pluralista, que tem tradição de acolhimento a imigrantes. A Conib defende e busca representar a tolerância, a diversidade e a pluralidade que definem a nossa comunidade, valores estranhos a esse partido xenófobo e extremista”, disse a confederação em nota.
O Museu do Holocausto, ao comentar uma publicação de Bia Kicis nas redes sociais, citou que Von Storch é neta de Lutz Graf Schwerin von Krosigk, ministro nazista das Finanças, e afirmou que a AfD apresenta “tendências racistas, sexistas, islamofóbicas, antissemitas, xenófobas e forte discurso anti-imigração”.
“É evidente a preocupação e a inquietude que esta aproximação entre tal figura parlamentar brasileira e Beatrix von Storch representam para os esforços de construção de uma memória coletiva do Holocausto no Brasil e para nossa própria democracia”, publicou o Museu do Holocausto.

Fonte: G1 Mundo

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‘É como se a Venezuela não existisse mais’: a odisseia das crianças que deixam sem volta o país


O êxodo de venezuelanos causado pela grave crise enfrentada pelo país afeta também as crianças, que precisam aprender a viver longe de amigos e parentes. Juan David se mudou da Venezuela para a Colômbia
Juan David/World Vision
O que sente uma criança que precisa deixar seu país, seus amigos, sua casa e parte de sua família?
Há muitas crianças entre os mais de 5,6 milhões de venezuelanos que deixaram seu país nos últimos anos. Esse êxodo ocorreu em razão da hiperinflação, da escassez, da violência, da perseguição política, dos salários baixos e da falta de oportunidades no país.
A ONG World Vision pediu a várias crianças venezuelanas que fotografassem a nova vida. Essas imagens foram coletadas em um livro, intitulado Habitar.
A BBC Mundo (serviço em espanhol da BBC) conversou com duas dessas crianças para que elas explicassem em palavras o que sentem depois de terem saído da Venezuela e começado uma nova vida com a família em outro país.
Juan David se mudou da Venezuela para a Colômbia
Juan David/World Vision
Juan David, 11 anos, Cúcuta (Colômbia)
Eu morava na Venezuela, no estado da Portuguesa. Era muito incrível, porque eu tinha muitos amigos e era muito feliz com a minha mãe. Viemos para Cúcuta há dois anos, por causa da situação do nosso país e quando tiraram a minha irmã, Bárbara, da gente. Os rapazes eram muito malvados e nos ameaçaram, tiraram a nossa casa e viemos para a Colômbia.
[A mãe dele explica, sem querer detalhar muito na frente do garoto, que foi sequestrada e uma de suas filhas foi tirada dela. Ela se mudou para Cúcuta primeiro com as outras filhas e depois foi procurar Juan David e os outros dois filhos]
Quando a minha mãe foi embora, fiquei muito triste porque é a minha mãe e eu não iria vê-la.
Gostava da Venezuela. Jogava beisebol e futebol com meus amigos e também gostava porque vivíamos em uma área rural, onde comíamos muita fruta.
Costumávamos subir e descer com a minha mãe colhendo frutas, procurando lenha para cozinhar e eu adorava isso porque era como em uma novela.
[Juan David e sua família estão em uma casa muito pobre, parecida com a que moravam na Venezuela. Eles não pagam aluguel, porque não é um local adequado para morar e não há gás. Eles cozinham em um fogão a lenha, então Juan David, como na Venezuela, precisa buscar lenha]
A viagem a Cúcuta durou uma noite de ônibus. Dormíamos no banco e fazia muito frio. Eu queria que amanhecesse logo para acompanhar a nossa chegada à Colômbia, mas não pude ver porque o sono me venceu.
Juan David junto com a sua mãe na casa em que moram em Cúcuta, na Colômbia
Juan David/World Vision
Cúcuta é quase igual à Venezuela, porque estamos na fronteira, então é muito parecido. Porém, aqui é mais fácil conseguir comida, mas os nomes dos doces daqui são diferentes da Venezuela.
O que mais gosto em Cúcuta é que assisto ao futebol e o esporte é muito similar (à Venezuela). O que me faz rir é que aqui a “bodega” se chama “tienda” (diz, em relação aos nomes diferentes que os dois países dão a mercadinhos).
Pouco a pouco fui aprendendo a forma como falam por aqui.
Tenho muitas saudades dos meus amigos e dos meus familiares que deixei na Venezuela.
Graças à minha mãe, estamos indo muito bem (na nova fase da vida) e não demorei muito para me adaptar.
[A mãe dele coleta garrafas de plástico e tampas, que vende para um reciclador. Com o que ganha, diz a mulher, tem dinheiro para o café da manhã e para o almoço, algo que seria impossível na Venezuela]
Eu sempre quis ser o homem da casa. Na Venezuela, queria ajudar minha mãe, trabalhar, comprar comida e ajudá-la como se ela fosse uma criança de 18 ou 19 anos, já adulta.
Estou indo muito bem na escola, graças a Deus. Eu adoro matemática e digo ao professor para me passar exercícios. Como o trabalho na Venezuela era mais importante do que os estudos, não sabia muita coisa e disse ao professor daqui para me ensinar a ler.
Quando eu crescer, gostaria de ser advogado e, ao mesmo tempo, psicólogo para ajudar as crianças que precisam de ajuda e para que morem em uma casa estável, na qual consigam apoio e não precisem trabalhar tanto.
[A mãe dele é voluntária em várias organizações que orientam imigrantes venezuelanos]
Ser advogado tem sido o sonho da minha vida: ajudar que as pessoas tenham os seus direitos assegurados. A minha mãe me diz que tenho que estudar e ler muitíssimo. Para ser advogado, preciso ler muitos artigos. Minha mãe me ajuda a aprender porque com a minha avó na Venezuela era trabalhar, trabalhar e trabalhar.
Não gostaria de voltar para a Venezuela, porque a situação está muito difícil por lá. Não penso em retornar porque se isso acontecer, vamos voltar à mesma situação de antes.
Muitas pessoas foram embora. É como se estivessem saindo da Venezuela, como se a Venezuela não existisse mais.
Valeria, 12 anos. Manta (Equador)
Valeria se mudou com os pais e o irmão para o Equador
Valeria/World Vision
Sou do estado de Cojedes, na Venezuela, e agora estou no Equador, em Manta, na província de Manabi.
A viagem para chegar aqui durou cinco dias e foi a primeira vez em que eu saí do país.
Foi em agosto de 2019, só me lembro da data porque acho que nunca vou me esquecer, porque foi aí que começou a minha aventura, a viagem.
Fiquei me sentindo triste e emocionada, porque me doeu muito deixar a minha avó na Venezuela. Foi doloroso porque havia deixado minha família para trás, mas também havia alegria por ver o meu pai. Dois anos antes de eu chegar com a minha mãe e o meu irmão, o meu pai veio pra cá.
Quando o meu pai saiu de casa, foi um pouco doloroso porque foi o primeiro a deixar o núcleo familiar e aquele dia foi triste. Lembro que a minha avó me disse: “Você precisa ser forte para que ele seja forte”. Não podíamos chorar.
Saímos da Venezuela por causa da situação do país. Já não era como antes: acabou a luz, acabou a água… Depois que ficamos sem luz durante cinco dias, o gás acabava e voltava.
Meu pai e a minha mãe faziam tudo para que não faltasse comida. Quando o meu pai mandava dinheiro, íamos em diferentes mercadinhos para conseguir as coisas mais baratas.
No Equador, a gata é uma das grandes companhias de Valeria
Valeria/World Vision
É assim que muita gente faz na Venezuela: um sai do país e manda dinheiro para os outros que ficam.
Eu sou apaixonada por Toddy, um achocolatado como eles chamam aqui. Havia muitas unidades dela no supermercado (na Venezuela). Quando as coisas ficaram críticas, deixamos de comprar essas coisas, não havia mais tantos doces.
Eu sabia das mudanças quando íamos às compras. Procurávamos as coisas mais baratas nos mercadinhos, assim como todo mundo: procurando o mais necessário e barato.
O que mais gostei no Equador foi a praia, porque estamos na zona costeira.
O que mais me chamou a atenção foi a forma de falar. Por exemplo, na Venezuela chamamos de “cambur” e aqui é “guineo” (bananas). As coisas mudam muito. Se elas são a mesma coisa, deveriam ter o mesmo nome! É como conhecer um novo idioma.
Fomos recebidos bem aqui, não houve uma pessoa que nos discriminasse por sermos venezuelanos.
O Equador já se tornou uma segunda casa. Quando eu crescer vou voltar, mas para visitar.
Claro que gostaria de voltar à Venezuela para ver meus amigos e a minha família. O que mais sinto falta são dos meus amigos e familiares.
Valeria com o seu irmão brincam com a sombra da gata da família
Valeria/World Vision
É difícil saber quando vamos voltar, pode ser que seja em um ano, em cinco ou quem sabe quando. Minha melhor amiga me disse: “Quando você vem?” Eu falei: “Como saber?”
É muito triste que a gente tenha que sair da Venezuela e que a família tenha que se separar. Tive que deixar minha avó e meus parentes para trás. Essa parte é triste e seria muito bom voltarmos, porque vejo muitas tradições de lá que embora tenhamos imitado aqui, não são a mesma coisa. Por exemplo, as hallacas (prato típico de Natal na Venezuela, uma massa feita de milho que lembra vagamente a pamonha).
Em dezembro, a família toda se reunia no quintal de um tio. E agora, como cada um está em uma parte do mundo, não podemos nos reunir. Essas tradições meio que se desfizeram e é triste, mas tento ser positiva.
Nos primeiros dias isso me atingiu bastante, mas se você olhar para o lado triste, a situação fica pior. Então, tento ver o lado mais feliz.
Vídeos: Os mais assistidos do G1 nos últimos 7 dias

Fonte: G1 Mundo

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Por que a Rússia não disputa a Olimpíada de Tóquio (e em vez do hino é tocado Tchaikvsky)?


Isso ocorre devido à descoberta de um grande escândalo de doping que baniu o país de grandes competições esportivas até 2023. Atletas do país disputam pelo ‘Comitê Olímpico da Rússia’. Equipe masculina de ginástica artística do Comitê Olímpico Russo (da direita para a esquerda: Denis Abliazin, Nikita Nagornyy, David Belyavskiy e Artur Dalaloyan) comemoram após ganhar a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, em 26 de julho de 2021, por equipes
Gregory Bull/AP
Os atletas russos explodiram de emoção quando, na última nota, superaram o Japão e conquistaram o ouro por equipes masculinas nesta segunda-feira (26), porque a última vez que haviam ganhado a modalidade tinha sido em Atlanta 1996, no século passado.
Mas, quando subiram no pódio, não havia bandeira russa e a música que tocou não foi o hino nacional do país, mas sim uma música clássica — um trecho de “Concerto para piano e orquestra nº 1”, de Piotr Ilitch Tchaikovski, um dos grandes compositores russos.
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Já é a quarta vez que isso acontece nas Olimpíadas de Tóquio, pois os atletas russos já conquistaram 12 medalhas nos Jogos (4 de ouro, 5 de prata e 3 bronze) até agora e ocupam o 4º lugar no quadro geral de medalhas, atrás apenas de Japão, Estados Unidos e China.
Além disso, os atletas não disputam sob o nome do país, mas pela sigla ROC (“Comitê Olímpico da Rússia”, em tradução livre).
Svetlana Gomboleva, Elena Osipova e Ksenia Perova (da esquerda para a direita), atletas russas que conquistaram medalhas de prata nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. No uniforme, é possível ver o símbolo Comitê Olímpico Russo (ROC, na sigla em inglês).
Alessandra Tarantino/AP
Isso ocorre devido à descoberta de um grande escândalo de doping. A Rússia foi excluída de grandes competições esportivas em 2019, durante quatro anos, por falsificar dados entregues à entidade.
Assim, além da Tóquio 2020, o país não poderá ser representado nos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim 2022 e de Mundiais de todas as modalidades esportivas, inclusive a Copa do Catar.
A sigla foi uma alternativa encontrada pelo COI (Comitê Olímpico Internacional) para permitir a participação de atletas russos que não tiveram ligação comprovada com o escândalo.
A “bandeira” do ROC também é adaptada: no uniforme dos atletas, ela branca e tem os cinco anéis olímpicos e as cores avermelho, azul e branco, as mesmas da bandeira russa (veja na imagem acima).
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Ginastas do Comitê Olímpico Russo (ROC, na sigla em inglês), ao centro, são os únicos cujos uniformes não levam o nome do país nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020
Ashley Landis/AP
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Fonte: G1 Mundo

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Tóquio 2020: Atleta do esgrima aceita pedido de casamento do técnico em entrevista ao vivo para a TV


Belén Pérez Maurice, da Argentina, disse sim ao pedido de Lucas Guillermo Saucedo seu treinador e companheiro há 17 anos. A esgrimista argentina Maria Belen Perez Maurice abraça o noivo e treinador, Lucas Guillermo Saucedo, após pedido de casamento durante as Olimpíadas de Tóquio em 26 de julho de 2021
Sakura Murakami/Reuters
A esgrimista argentina Belén Pérez Maurice viveu um dia de contrastes nos Jogos de Tóquio nesta segunda-feira (26): perdeu em sua estreia no torneio olímpico, mas ganhou um noivo, ao aceitar a proposta de casamento de seu treinador, Lucas Saucedo.
A atleta estava sendo entrevistada para uma televisão de seu país na área de imprensa, após perder o duelo contra a húngara Anna Hun Marton, quando seu técnico e parceiro por 17 anos se aproximou pelas costas mostrando uma placa que dizia: “Flaca. Quer casar comigo???”.
“Eles (os jornalistas) me disseram para virar e ele estava com o cartaz. Eu fiquei em branco. Foi tipo ‘ai meu Deus!´”, explicou.
Ele reagiu perguntando a ela: “Me diz que sim, tem muita gente nos vendo” (veja na sequência abaixo).
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Após a surpresa inicial, María Belén, de 36 anos e natural de San Nicolás, esqueceu a decepção com a eliminação olímpica e rapidamente aceitou a proposta dando um beijo em seu amado.
“Estamos muito felizes. Somos um casal muito bom, claro que temos nossas brigas, mas gostamos do tempo que passamos juntos. Nos amamos muito e queremos passar o resto de nossas vidas juntos”, explicou, visivelmente emocionada.
“Vamos festejar na Argentina com um grande churrasco”, acrescentou para mostrar que são um casal 100% argentino.
Segunda tentativa
Porém, era a segunda vez que Saucedo tentava a sorte. Ele já havia feito a proposta durante a Copa do Mundo de Esgrima de 2010 em Paris.
“Mas eu disse que não. Depois que competi, fomos tomar um café e dar um passeio, ele pediu e eu respondi: “Isso é uma piada ou o que?”, explicou aos repórteres.
No entanto, María Belén, que participou em Tóquio de seus terceiros Jogos Olímpicos – depois de Londres-2012 e Rio-2016 -, não fechou a porta definitivamente: “Sou jovem, talvez no futuro”, disse então ao futuro marido.
“Eu a amo e quando perdeu o duelo (contra Marton), ela ficou muito triste, então pensei que o pedido (de casamento) poderia mudar seu humor. Eu escrevi em um pedaço de papel enquanto caminhava”, disse Saucedo.
Tóquio “foi o lugar ideal para declarar todo meu amor e minha admiração pela ‘Flaca'”, reiterou Saucedo, em algumas imagens que podem ser vistas nas redes sociais.
O casal não tem data para o casamento ou local no momento, considerando a possibilidade de casar em Paris ou na República Dominicana.

Fonte: G1 Mundo