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Acampamento, revezamento e filas: entenda como fãs do BTS se organizam por ingressos em loja física de SP


Fãs do BTS já acampam na Zona Sul de SP por ingressos de show
Barracas organizadas por turnos, filas administradas por fãs e um esquema de revezamento ao longo do dia marcam o acampamento montado por admiradoras do BTS em frente a um shopping na Zona Sul de São Paulo.
O grupo de k-pop BTS anunciou na terça-feira (13) que fará três shows em São Paulo nos dias 28, 30 e 31 de outubro. A turnê marca a reunião do grupo após os sete membros serem liberados do serviço militar.
E mesmo sem data oficial para o início da venda dos ingressos nem definição do local do show, fãs começaram a acampar desde o dia 4 de janeiro para tentar garantir entradas para as apresentações em uma loja física que deverá vender os ingressos. No momento em que o g1 visitou o acampamento, só havia mulheres e eram 25 barracas.
Amanda Quirino, de 36 anos, e a filha, Sophia, de 18, estão entre as fãs que decidiram se instalar em frente ao shopping para tentar garantir os ingressos do show. No local, as barracas funcionam como pontos de organização: cada uma reúne cerca de 30 pessoas, que se revezam ao longo do dia para manter a fila ativa até a abertura oficial das vendas.
“A gente sabia que ia ter a turnê, mas ainda não era certeza. Quando teve o anúncio, já pensamos: temos que ir para lá agora. Vou ficar aqui até sair com meu ingresso. Por mais que tenha o perrengue, mas estar aqui te passa a segurança que você sabe que vai conseguir seu ingresso”, acredita Sophia.
Sem data de venda, fãs do BTS já acampam na Zona Sul de SP por ingressos de show
Paola Patriarca/g1
Que emendou: “Online não é certeza, pode acontecer de derrubar o site ou não conseguir finalizar a compra, como ocorreu comigo em 2019. Então, desta vez eu decidi vir aqui. Para a gente, vale muito a pena e não tem nada mais gratificante que pegar o ingresso”, afirmou Sophia.
A mãe concorda. “Temos aqui filas de barraca. Toda barraca tem uma administradora e aí a gente se organiza. Tem participante que fica de manhã, outra de tarde, à noite. Tem participante que é do Rio de Janeiro, que ajuda financeiramente, e assim vamos até anunciarem a data da venda do ingresso. Estou aqui para apoiar minha filha e que ela garanta.”
Júlia Siqueira Alves, de 20 anos, também participa do acampamento. “Sou fã desde 2016, mas é a primeira vez que estou acampando. A gente já sabia que ia ser uma loucura e, por isso, viemos para cá hoje. Temos um processo de revezamento para não cansar ninguém e todo mundo poder ir para casa, trabalho, estudar”, afirmou.
Já Aline Alcântara Carvalho acampa pela segunda vez. “Em 2019 foi um momento incrível, valeu a pena, e agora estou novamente. Ser fã é muito difícil quando nossos artistas estão tão longes. A gente quer comprar álbum, ver shows. Vale muito a pena e estamos juntos. Vivemos momentos de alegria. Vale a pena esperar para comprar o ingresso.”
“O site é muito concorrido, então decidimos vir aqui. A gente larga esposo, vai dando um jeitinho para ficar aqui e conseguir o tão sonhado ingresso”, complementou Jéssica dos Santos, de 34 anos.
Sem data de venda, fãs do BTS já acampam na Zona Sul de SP por ingressos de show
Paola Patriarca/g1
A professora Cecília Stephanie ressaltou que decidiu acampar para garantir a realização do sonho de ir ao show do BTS. “Quero garantir meu ingresso mais do que ninguém. Eles ficaram muitos anos sem vir para cá. Quero realizar esse sonho agora e tudo que eu puder eu vou fazer.”
Vanessa Aparecida Reys Marchetti, de 50 anos, é enfermeira e também está no acampamento. “Sou fã desde 2020 e é uma expectativa muito grande conseguir o ingresso.”
“Quero muito e vamos conseguir. Estou muito confiante”, ressaltou Rozineide de Souza Chimicoviati, de 58 anos, que também é fã de BTS desde 2020.
Fã de BTS acampada para comprar ingresso em São Paulo
Paola Patriarca/g1
Shows no Brasil
RM, Suga, VO, Jimin e Jungkook foram liberados do serviço obrigatório das Forças Armadas sul-coreanas, em junho de 2025.
“Para todos os fãs que nos esperaram, quero dizer que sou muito, muito grato. Por favor, esperem só mais um pouco e nós voltaremos com uma apresentação muito legal”, disse V diante dos fãs e da mídia, na época.
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Dois outros companheiros de banda, Jin e J-Hope, foram dispensados do serviço militar anteriormente e têm se apresentado em shows solo e em programas de variedades.
BTS no Grammy 2022
Amy Sussman / Getty Images via AFP
O BTS, ícone do K-pop reconhecido mundialmente, não lança um projeto em grupo desde 2022. Seus integrantes já conversavam sobre a reunião.
“Depois de buscar nossos próprios negócios, agora estamos voltando a nos reunir, e eu adoro isso para nós”, disse J-Hope em 2024.
Além da turnê, o grupo também já havia anunciado a chegada de um novo álbum. O lançamento será o primeiro desde “Proof”, álbum de 2022, mas ainda não se sabe muito sobre o novo disco.
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BTS de volta? Cantores são liberados do Exército e fãs estão ansiosos com retorno do grupo
BTS anuncia datas de turnê mundial após hiato de 4 anos
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Disco de bossa nova de Luísa Sonza é correto e bonito, mas falta… bossa; leia crítica


Título: “Bossa Sempre Nova”
Artista: Luísa Sonza, Roberto Menescal e Toquinho
Nota: 6,5/10
A bossa nova é um gênero elegante, refinado. E ao que parece, Luísa Sonza quer um pouco disso.
Depois de “Chico”, a bossinha autoral que fez sucesso em parte pela fofoca, em parte pela música, a cantora quis apostar no estilo de vez. Nesta terça (13), a cantora lançou o disco “Bossa Sempre Nova”, uma homenagem ao gênero, em parceria com Roberto Menescal e Toquinho.
É um nítido movimento de reposicionamento de imagem e, claro, Luísa tem os recursos pra isso. Então, segue a cartilha do “disco de bossa nova”: a foto à beira do mar, a estética intimista, os arranjos de Menescal. Está tudo aí.
E claro, os standards. São 14 faixas, entre músicas já regravadas à exaustão (“O Barquinho”, “Onde Anda Você”), algumas menos populares (“Nós e o mar”) e só uma inédita: “Um pouco de mim”, composição dela.
Luísa Sonza conta com a produção musical, os arranjos e o violão de Roberto Menescal no álbum ‘Bossa sempre nova’
Pam Martins / Divulgação
O conjunto do disco soa bem: são belas canções, com arranjos parecidos aos que já conhecemos. Não dá pra dizer que “Tarde em Itapoã” e “Diz que fui por aí” são ruins ou que o violão de Toquinho perdeu o brilho. No meio disso, a inédita é bonita, mas acaba sumindo perto das outras.
A voz de Luísa está bela, muito mais em casa que naquele canto americanizado dos seus álbuns anteriores. Ela canta no detalhe e o resultado é inegavelmente bonito. Um destaque é “Carta ao Tom 74”.
Mas não é porque é bossa nova que precisa ser borocoxô e conservador, coisa que esse disco acaba sendo. Mesmo tímida, a bossa de João Gilberto, Nara e afins sempre foi charmosa, flertando ao pé do ouvido.
Luísa sabe fazer isso, tanto que se fez à base de músicas sedutoras e sensuais. Mas aqui, parece outra cantora – a solar “Samba de Verão”, por exemplo, não vem com aquela gracinha que a música pede.
A responsa aqui é grande e Luísa cumpre a obrigação, mas não vai muito além. Para a cantora, que cita o disco “Elis & Tom” (1974) como referência (três faixas do clássico são regravadas pela novata), a comparação é desleal e inevitável.
Principalmente quando ela se propõe a cantar “Águas de Março”, cuja versão de Elis e Tom tornou a música mundialmente famosa. É um dueto vivo, sorridente. Essa mágica da canção, que descreve esperançosa a chegada de um novo tempo, não aparece na versão de Luísa.
Luísa Sonza em foto da capa do álbum ‘Bossa sempre nova’
Divulgação
Também não tem muito propósito: se já existe uma versão tão icônica (e que repercute até hoje), só faz sentido regravá-la se for para propor uma leitura bem diferente.
Essa é a grande questão de “Bossa Sempre Nova”. Por um lado, o disco cumpre o papel de elevar o nível da artista – principalmente se ela conseguir ajustá-lo ao seu próprio repertório, o que pode ser um desafio mais pra frente.
Mas por outro, não é um álbum inovador, nem na seleção das músicas, nem na realização delas: são arranjos cautelosos e bons vocais. Mostra que a cantora é uma boa cantora, não muito mais do que isso.
Se não é para brincar ou atualizar, pra que regravar? Ao todo, “Bossa Sempre Nova” é correto, mas não tem muito propósito nem charme. Falta justamente… um pouco de bossa.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Hamnet’, vencedor do Globo de Ouro, impressiona com drama emocionante e envolvente; g1 já viu


“Hamnet: A Vida Antes de Hamlet”, como o próprio subtítulo em português já diz, imagina quais seriam os motivos que levaram à criação de uma das maiores obras da dramaturgia mundial. Mas o longa, que encerrou o Festival do Rio 2025 em outubro e que estreia oficialmente nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (15), quer discutir mais do que isso.
(Esta resenha foi publicada originalmente em 18 de outubro de 2025, após exibição no festival.)
Na verdade, o vencedor do Globo de Ouro 2026 de melhor filme de drama quer levar o espectador a entender como a arte tem o poder e a sensibilidade de transformar tragédias em nossas vidas e sentimentos como dor e perda em algo emocionante e arrebatador.
Logo na primeira cena, o público é apresentado a Agnes (Jessie Buckley, de “A Filha Perdida” e “Entre Mulheres”), deitada em posição fetal numa floresta, cercada por raízes de uma árvore. A imagem se assemelha à barriga de uma mulher que está gerando uma criança em seu corpo.
‘Hamnet: A Vida Depois de Hamlet’ impressiona com drama envolvente
Só essa sequência já mostra o apuro estético e a segurança que a diretora Chloé Zhao (de “Nomadland” e “Eternos”) tem para construir imagens belas e, ao mesmo tempo, tocantes, para não deixar ninguém desviar o olhar da tela. Além disso, Zhao quer deixar claro que o filme será todo conduzido pelo olhar de Agnes.
A partir daí, a trama ambientada no século XVI mostra como a protagonista, que vive no interior da Inglaterra, um dia conhece um jovem chamado William Shakespeare (Paul Mescal, de “Aftersun” e “Gladiador II”), um aspirante a dramaturgo. Os dois logo se apaixonam, se casam (mesmo com uma certa resistência de suas famílias) e têm três filhos: as meninas Susanna (Bodhi Rae Breathnach), Judith (Olivia Lynes) e seu irmão gêmeo Hamnet (Jacobi Jupe).
Porém, uma tragédia se abate sobre Hamnet, o que desestrutura toda a sua família, em especial, Agnes. Inconformada com a perda do filho, ela culpa o marido por não estar ao lado dele durante ocorrido, já que ele estava em Londres a trabalho. Enquanto Agnes fica mais reclusa e retraída, Shakespeare manifesta a sua dor a partir de um espetáculo teatral, que faz com que os dois encontrem uma maneira de compartilhar seus sentimentos.
Paul Mescal interpreta William Shakespeare em ‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’
Divulgação
Para além do ‘Ser ou Não Ser’
“Hamnet: A Vida Antes de Hamlet” é uma das experiências mais intensas e emocionantes que o cinema americano recente foi capaz de criar. O filme lida com temas pesados como o luto e a revolta de perder tão cedo uma pessoa amada de forma honesta e palpável, sem parecer artificial e piegas, algo que poderia facilmente acontecer em tramas como essa.
Mas Chloé Zhao consegue escapar habilmente dessas armadilhas e trata tudo relativo à história com respeito e sensibilidade, deixando o filme com um apelo irresistível. Quando o espectador percebe, já está totalmente imerso na trama e em seus personagens.
O grande mérito disso, além da ótima direção de Zhao está no roteiro, escrito pela diretora e por Maggie O’Ferrell, que também escreveu o livro “Hamnet” (lançado no Brasil pela Editora Intrínseca), no qual o filme é baseado. O texto primoroso constrói muito bem os personagens, dando a eles profundidade e humanidade.
Agnes (Jessie Buckley) sente a dor de perder um filho em ‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’
Divulgação
Assim, não fica difícil para o público criar empatia com Agnes, Shakespeare e sua família. Por isso, a dor que o casal sente ao perder o filho também pode ser sentida por quem assistir ao longa e se emocionar de verdade com o que acontece na telona. E quando a arte é usada para representar o efeito causado por essa perda, o resultado é não menos do que arrebatador.
Outro elemento que merece destaque em “Hamnet” é a belíssima fotografia assinada por Lukasz Zal, de “Zona de Interesse”. Além do uso de cores intensas, Zal impressiona na sequência final, de tão bela, que qualquer fotograma ou imagem congelada poderia ser emoldurada para ser colocada numa parede. A direção de artes e figurinos também chamam a atenção.
Força da natureza
Além da ótima direção e do roteiro muito bem escrito, o que fica na cabeça do espectador é o alto nível das atuações de elenco. Em especial a incrível performance de Jessie Buckley, que entrega aqui um de seus melhores trabalhos como atriz.
Graças a uma grande sensibilidade e indiscutível talento, Buckley transmite com veracidade toda a trajetória de Agnes, desde a felicidade do primeiro amor, o sentimento de maternidade despertado após ter seus filhos (e a luta contra um trauma de infância por isso), até culminar com a angústia e dor de lidar com uma perda inesperada e dilacerante.
Jessie Buckley (ao centro) interpreta Agnes em ‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’, de Chloé Zhao
Divulgação
Com uma atuação tão autêntica, fica difícil o público não se comover e criar empatia com a protagonista e os conflitos que ela passa a sofrer à medida que a trama avança. Certamente o nome de Jessie Buckley será bastante lembrado na temporada de premiações e ela não só merece esse reconhecimento como os prêmios que pode levar por seu trabalho.
Paul Mescal, assim como Buckley, tinha o desafio de tornar convincente um personagem complexo. E não era qualquer personagem, mas simplesmente um dos maiores nomes da dramaturgia do planeta. Felizmente, o ator se sai bem e consegue humanizar Shakespeare, removendo dele todos os elementos icônicos que poderiam jogá-lo num beco sem saída. Mas Mescal não deixa isso acontecer e, assim como sua parceira de cena, comove em vários momentos do filme.
Um deles é quando, durante um ensaio de sua peça, ele repreende um ator por não conseguir dizer suas falas de maneira satisfatória. A reação de Shakespeare, que vai se intensificando à medida que o erro se repete, mostra que o incômodo não é só devido ao ensaio, mas também por algo que o faz sofrer, mas que não pôde extravasar até então, por ser uma pessoa mais contida do que sua esposa. Outro momento está no desfecho do longa, onde comove e emociona na dose certa.
Shakespeare (Paul Mescal, de costas) lida com uma grande perda através da arte em ‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’
Divulgação
O resto do elenco também corresponde com performances eficientes. Em especial o jovem Jacobi Jupe, que interpreta o personagem-título com bastante carisma e, mesmo em curta participação, também colabora para que o drama do filme seja ainda mais envolvente.
Com produção de Steven Spielberg e Sam Mendes (que quase dirigiu o longa), “Hamnet: A Vida Antes de Hamlet” é um filme que consegue a proeza de ter todos os seus elementos em seu devido lugar, sem maiores erros e deslizes. O resultado é uma obra que toca o coração de todos por contar tão bem sua história que ela se mostra atemporal e admirável. Assim como as principais obras de Shakespeare.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Henri Castelli deixa o BBB 26 por orientação médica


Henri Castelli
Reprodução/TV Globo
Henri Castelli deixou o BBB 26 por recomendação médica após ser atendido nesta quarta-feira (14). O ator não se sentiu bem durante a primeira Prova do Líder da edição e recebeu os primeiros socorros ainda dentro da casa.
O anúncio foi feito pelo apresentador Tadeu Schmidt durante a edição ao vivo do programa.
“Hoje pela manhã, durante a Prova do Líder, o Henri se sentiu mal. Ele teve uma crise convulsiva. Ele foi atendido ali mesmo no Provódromo pela equipe médica e, de lá, foi levado para o hospital. O Henri passou por todos os exames indicados numa situação como essa. Nenhum exame apontou qualquer problema. E ele voltou ao programa”, explicou Tadeu.
“Só que, logo na chegada de volta à casa, o Henri teve uma nova crise convulsiva. Ele foi levado pela segunda vez ao hospital. E como ele teve esse segundo episódio, os médicos decidiram mantê-lo em observação”, continuou.
Tadeu Schmidt reforçou que Henri está bem e consciente, mas que, diante do quadro apresentado, não seguirá na competição.
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Henri Castelli tem 47 anos, nasceu em São Bernardo do Campo, no estado de São Paulo, e construiu carreira na TV Globo, com participações em novelas como Cobras & Lagartos (2006), Caras & Bocas (2010), Flor do Caribe (2013), I Love Paraisópolis (2015) e Sol Nascente (2016).
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Fonte: G1 Entretenimento

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‘God of War’: Ryan Hurst vai interpretar Kratos na série


Ryan Hurst foi escalado para interpretar Kratos na série de ‘God of War’
Divulgação
Ryan Hurst, ator conhecido por seu trabalho em “Sons of Anarchy”, vai interpretar o protagonista Kratos na série “God of War”, que adapta a famosa e popular franquia de games.
O trabalho é um retorno do americano ao universo dos jogos, depois de dar voz ao deus nórdico Thor no game “God of War: Ragnarok”.
Nos jogos, Kratos é um espartano na Grécia Antiga que eventualmente se torna o deus da guerra após uma longa e árdua batalha contra o panteão da mitologia grega.
A série com atores vai se basear nos últimos dois games, nos quais o protagonista se muda para uma região dominada por deuses nórdicos e precisa cuidar de seu jovem filho, Atreus.
Veja os vídeos que estão em alta no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Trio Janaju dá voz à natureza no bom álbum ‘Lindeira’ entre cateretê, ecos mineiros e canções de Roberto Carlos


Formado por Nair de Cândia (à esquerda), Jaime Alem e Jurema de Cândia, o trio Janaju lança o álbum ‘Lindeira’ em 28 de agosto
Nando Chagas / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Lindeira
Artista: Janaju
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ Backing vocal de Roberto Carlos desde 2001, a cantora Jurema de Cândia completa 25 anos na banda RC 9 em 2026. A longeva ligação profissional entre os dois artistas explica a presença estranha de pot-pourri com quatro canções de Roberto e Erasmo Carlos (1941 – 2022) – “As canções que você fez pra mim” (1966), “Eu te amo, te amo, te amo” (1968), “Se você pensa” (1968) e “É preciso saber viver” (1968) – entre as 10 faixas do primeiro álbum do Janaju, “Lindeira”, programado para 28 de janeiro.
Janaju é o trio carioca formado por Jurema com a irmã Nair de Cândia e o cunhado Jaime Alem, companheiro de Nair, com quem Alem já gravou o álbum “Jaime & Nair” (1974), lançado há 52 anos.
Jaime Alem – cabe lembrar – foi o maestro e diretor musical de Maria Bethânia por 25 anos, de 1985 a 2010, em conexão profissional iniciada em 1982, ano em que Alem fez os arranjos vocais de memorável show da cantora, “Nossos momentos”, tendo Jurema e Nair como backing vocals.
Violonista, Jaime Alem é também violeiro e extrai sons evocativos das terras do Brasil rural. A combinação de sons das terras e dos rios, da natureza enfim, molda o repertório de “Lindeira”, álbum que chega cinco anos após o primeiro single do trio, “Homens de pedra” (2020).
É nessa trilha que caminha o Janaju, como mostra a gravação de uma das duas parcerias de Alem com a poeta Etel Frota incluída no álbum, “O rio que chora”, cuja correnteza parece carregar o som sagrado de Milton Nascimento, entre outras referências. O trem apita em “Lá onde eu moro” (Jaime Alem), faixa de balanço percussivo escolhida para gerar clipe.
Destaque do repertório do álbum, a música-título “Lindeira” – a outra música da lavra de Alem com Etel Frota – segue em correnteza serena com lirismo poético e o mais sedutor arranjo vocal do disco em gravação pontuada pelo toque rural da sanfona do pianista João Carlos Coutinho.
Ecos das Geraes reverberam em “Terra de heróis” (Carlos Rocha e João Marcos Alem), sinalizando que os sons de Minas (Clube da Esquina e Milton Nascimento, sobretudo) estão entranhados na alma do Janaju.
“Recém-nascido” (Jaime Alem) se assenta sobre as percussões de Reginaldo Vargas enquanto “Sonhos e contos reais” (Carlos Rocha e Jaime Alem) evoca cheiro de mato entre ecos do Boca Livre nos vocais dessa canção levada pelo violão do próprio Além sobre percussão suave. “Enigma” (Jaime Alem) e “Nem vem” (Jaime Alem) – faixa de pulsação vibrante – são outras músicas valorizadas pelas harmonizações das vozes do Janaju.
No fecho do álbum “Lindeira”, entre toques de violas e o baticum de tambores, o trio se volta para o universo caipira na pegada dançante do cateretê que move “Catira do Pinheiro”, parceria de Jaime Alem com Paulo César Pinheiro.
Capa do álbum ‘Lindeira’, do trio Janaju, formado por Jaime Alem com as irmãs Nair de Cândia e Jurema de Cândia
Nando Chagas

Fonte: G1 Entretenimento

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Ator Timothy Busfield é acusado mais uma vez de abuso sexual, diz site


Ator Timothy Busfield é investigado apó denúncia de toques inapropriados contra uma criança no set da série The Cleaning Lady
Associated Press
A revista People teve acesso a um pedido de prisão preventiva apresentado nesta quarta-feira (14) em que o ator e diretor Timothy Busfield é acusado mais uma vez de abuso sexual.
O documento aponta que o pai da vítima, Colin Swift, afirmou às autoridades policiais na terça-feira que Busfield teria abusado sexualmente de sua filha por anos, na Califórnia.
Busfield é vencedor do Emmy e conhecido por atuações em séries como Thirtysomething, The West Wing e pelo filme Campo dos Sonhos (Field of Dreams).
*Essa reportagem está em atualização

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Amarela’, curta brasileiro na pré-lista do Oscar, estreia no Canal Brasil e no Globoplay


Assista ao trailer de ‘Amarela’
O curta-metragem brasileiro “Amarela”, que entrou para a pré-lista do Oscar 2026, estreia nesta quarta-feira (14) no Canal Brasil — e depois fica disponível, a partir desta quinta (15), no Globoplay.
O filme dirigido e escrito por André Hayato Saito é o terceiro de uma trilogia de curtas. Nele, uma jovem nipo-brasileira interpretada por Melissa Uehara enfrenta diferentes violências cotidianas em São Paulo durante a final da Copa do Mundo de 1998.
“Amarela” será exibida nesta quarta às 19h45, com reprises iniciais nesta sexta (16), às 07h45, no sábado (17), às 18h45, e no domingo (18), às 14h15.
A obra é um dos 15 selecionados na pré-lista de melhor curta-metragem do Oscar. Os indicados finais da premiação serão anunciados dia 22. Já o evento acontece em 15 de março.
Melissa Uehara em cena de ‘Amarela’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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BTS no Brasil: o retorno ‘de US$ 1 bilhão’ do ícone do K-pop após quatro anos longe dos palcos


BTS de volta? Cantores são liberados do Exército e fãs estão ansiosos com retorno do grupo
Depois de quatro anos longe dos palcos, o fenômeno do K-pop BTS marcou seu retorno com o anúncio de uma turnê mundial que deve ser uma das maiores de 2026.
O grupo que ajudou a tornar o K-pop um fenômeno global tem 79 shows marcados em 34 países, passando por cidades como Londres, São Paulo, Tóquio, Munique, Sydney e Los Angeles.
A notícia foi recebida com entusiasmo pelos fãs, especialmente porque desde 2019 o BTS não se apresentava fora dos Estados Unidos e da Coreia do Sul.
A turnê anterior do grupo já havia batido recordes no universo do K-pop, arrecadando cerca de US$ 246 milhões (cerca de R$ 1,3 bilhão) em bilheteria global. Na ocasião, o BTS se tornou o primeiro grupo coreano a se apresentar como atração principal no estádio de Wembley, em Londres (Reino Unido).
BTS no Grammy 2022
Amy Sussman / Getty Images via AFP
A nova turnê terá início com três noites no Goyang Stadium, na Coreia do Sul, em 9 de abril de 2026, antes de seguir pela Ásia, Europa e Américas.
O show contará com um palco circular de 360 graus, permitindo que mais assentos fiquem disponíveis em cada local.
A etapa europeia da turnê passará por Londres, Paris, Madri, Bruxelas e Munique. No Brasil, o BTS tem três shows marcados em São Paulo, nos dias 28, 30 e 31 de outubro. A última passagem do grupo pelo Brasil foi em 2019, também em São Paulo. Ainda não há informações sobre local e data para venda de ingressos.
Uma mensagem no site da banda informou que novas datas serão anunciadas para o Japão, Oriente Médio “e mais” em 2027. (Veja a lista completa das datas até o momento no final desta página.)
Os ingressos estarão disponíveis para os fãs a partir de 22/01 e para o público em geral dois dias depois.
Segundo a revista americana de música Billboard, entre receitas de shows, produtos, licenciamento, vendas de álbuns e streaming, o retorno deve render ao grupo e à sua gravadora, a BigHit/Hybe, mais de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,3 bilhões).
Em 2024, durante o hiato do grupo, o lucro operacional da Hybe caiu quase 37,5%, valor que a empresa atribuiu parcialmente à “pausa temporária do BTS”.
BTS se apresenta no Grammy 2022
Mario Anzuoni/Reuters
Formado no início da década de 2010, o BTS esteve na linha de frente da popularização do K-pop entre o público ocidental, graças à combinação energética de pop dançante e hip-hop e letras introspectivas.
A expectativa pelo retorno do grupo vem crescendo desde que o rapper e compositor Suga concluiu seu serviço militar obrigatório de 18 meses em junho do ano passado.
Ele foi o último dos sete integrantes a voltar à vida civil, após seus colegas Jin, J-Hope, V, RM, Jung Kook e Jimin.
Quando a banda anunciou seus planos de retorno em uma transmissão ao vivo na plataforma de fãs Weverse, em julho passado, mais de 7 milhões de pessoas assistiram ao anúncio.
Números desse porte indicam que haverá uma corrida por ingressos semelhante à da turnê Eras de Taylor Swift, em 2022, e à turnê de reunião do Oasis, em 2024.
Para muitos fãs do BTS, será a primeira oportunidade de ver o grupo ao vivo em sete anos.
Nesse período, a banda conquistou seu primeiro single número um nos EUA com “Dynamite”, uma canção pop vibrante que também se tornou seu primeiro sucesso no top 10 no Reino Unido.
Em seguida, o grupo lançou o disco-funk retrô “Butter”, inspirado em Michael Jackson, e uma colaboração de sucesso com a banda inglesa Coldplay, “My Universe”.
No entanto, uma turnê mundial planejada para 2020 teve de ser cancelada devido à pandemia de covid-19. Após o fim das restrições a shows, conseguiram realizar apenas algumas apresentações antes de iniciar o serviço militar obrigatório.
Os números de reproduções em plataformas de streaming caíram durante o hiato, mas diversos projetos solo mantiveram o interesse dos fãs mais dedicados.
Quando o grupo limpou seus perfis nas redes sociais e revelou a data de lançamento do novo álbum no Dia de Ano Novo, a plataforma Weverse ficou sobrecarregada com fãs buscando informações, chegando a sair do ar.
O álbum, que ainda não tem título, foi gravado em Los Angeles ao longo de seis meses no ano passado e será lançado em serviços de streaming em 20 de março.
O líder do grupo, RM, atualizou os fãs sobre o andamento do trabalho em agosto, dizendo que a banda estava “trabalhando com dedicação”, mas admitindo que foi “estranho” se adaptar à vida fora do serviço militar.
BTS se destaca na premiação do American Music Awards 2021 e vence três categorias
REUTERS/Aude Guerrucci
“Eu vivo, trabalho e me divirto com os membros. É uma experiência realmente estranha”, afirmou. “Ao fazer algo ‘juntos’ com esses amigos, vou me dedicar a este momento… Estou em busca do que me tornarei.”
J-Hope já havia comentado que os diversos projetos solo dos membros da banda influenciariam as novas músicas.
“Eu acho que, com o tempo, cada um de nós refinou sua identidade ao trabalhar em suas próprias músicas”, disse ele ao programa de Zane Lowe, da Apple Music. “Estou curioso para ver como isso vai se materializar… Acho que vai ser uma energia incrível!”
Atualizando os fãs em dezembro, RM disse: “O álbum está quase aqui. Ele realmente está a caminho.” “Ontem também trabalhamos juntos”, acrescentou. “Estamos filmando e ensaiando todos os dias.”
Antes de anunciar o novo álbum, o BTS enviou cartas manuscritas para sua base de fãs, conhecida coletivamente como ARMY.
As cartas foram entregues diretamente nas casas dos fãs e mensagens expressavam gratidão e entusiasmo pelo reencontro do grupo.
“O ano que estávamos esperando finalmente chegou”, escreveu Jimin.
“Esperamos com mais dedicação do que qualquer outra pessoa”, acrescentou RM.
O membro mais jovem, Jung Kook, que provavelmente teve a carreira solo mais bem-sucedida durante o hiato do BTS, adotou um tom de humildade:
“Meu coração sempre foi o mesmo”, escreveu. “Continuarei dando o meu melhor, como sempre fiz.”
Já V concluiu com uma mensagem aos fãs: “Em 2026, vamos criar ainda mais boas memórias, então fiquem atentos!”
Banda sul-coreana BTS no American Music Awards
REUTERS/Aude Guerrucci
Turnê Mundial BTS 2026-2027: datas confirmadas até agora
2026
9, 11-12 de abril — Goyang, Coreia do Sul
17-18 de abril — Tóquio, Japão
25-26 de abril — Tampa, EUA
2-3 de maio — El Paso, EUA
7, 9-10 de maio — Cidade do México, México
16-17 de maio — Stanford, EUA
23-24, 27 de maio — Las Vegas, EUA
12-13 de junho — Busan, Coreia do Sul
26-27 de junho — Madri, Espanha
1-2 de julho — Bruxelas, Bélgica
6-7 de julho — Londres, Reino Unido
11-12 de julho — Munique, Alemanha
17-18 de julho — Paris, França
1-2 de agosto — East Rutherford, EUA
5-6 de agosto — Foxborough, EUA
10-11 de agosto — Baltimore, EUA
15-16 de agosto — Arlington, EUA
22-23 de agosto — Toronto, Canadá
27-28 de agosto — Chicago, EUA
1-2, 5-6 de setembro — Los Angeles, EUA
2-3 de outubro — Bogotá, Colômbia
9-10 de outubro — Lima, Peru
16-17 de outubro — Santiago, Chile
23-24 de outubro — Buenos Aires, Argentina
28, 30-31 de outubro — São Paulo, Brasil
19, 21-22 de novembro — Kaohsiung, Taiwan
3, 5-6 de dezembro — Bangkok, Tailândia
12-13 de dezembro — Kuala Lumpur, Malásia
17, 19-20, 22 de dezembro — Singapura
26-27 de dezembro — Jacarta, Indonésia
2027
12-13 de fevereiro — Melbourne, Austrália
20-21 de fevereiro — Sydney, Austrália
4, 6-7 de março — Hong Kong
13-14 de março — Manila, Filipinas

Fonte: G1 Entretenimento

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ENTRETERIMENTO

‘Evidências’ é a música mais tocada em shows no Brasil em 2025


Chitãozinho e Xororó cantam o hino ‘Evidências’ no Palco Mundo do Rock in Rio
“Evidências” é a música mais tocada em shows no Brasil em 2025, segundo ranking do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad). De acordo com o ranking da instituição, a faixa composta por José Augusto e Paulo Sergio Valle em 1990, e que conquistou o país na voz de Chitãozinho e Xororó, supera “Boate azul” (2ª colocada) e “Não quero dinheiro” (na terceira posição).
Entre diversos clássicos da música lançados há décadas, a faixa “Erro Gostoso”, sucesso na voz de Simone Mendes, conseguiu um espaço e conquistou a sétima posição.
Composta por Lucas Souza, Flavinho Do Kadet, Felipe Marins, Gabriel Angelo, Eliabe Quexin e Edson Garcia foi lançada em 2023 – 33 anos após a líder do ano.
Para se ter uma ideia, a faixa mais recente da lista depois de “Erro Gostoso” é “Anna Julia”, lançada em 1999.
Chitãozinho e Xororó se apresentam com Simone Mendes no Rock in Rio 2024
Miguel Folco/g1
Veja ranking completo das músicas mais tocadas em shows no Brasil em 2025:
“Evidências” – Jose Augusto / Paulo Sergio Valle (1990)
“Boate azul” – Benedito Seviero / Tomaz (1985)
“Não quero dinheiro” – Tim Maia (1971)
“Telefone mudo” – Peao Carreiro / Franco (1981)
“Eva” – Cartavetrata / Umto / Ficarelli (1982)
“Cheia de manias” – Luiz Carlos (1992)
“Erro gostoso” – Lucas Souza / Flavinho Do Kadet / Felipe Marins / Gabriel Angelo / Eliabe Quexin / Edson Garcia (2023)
“Anna Julia” – Marcelo Camelo (1999)
“Ainda ontem chorei de saudade” – Moacyr Franco (1988)
“Tentei te esquecer” – Cruz Gago (1998)
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Fonte: G1 Entretenimento