Categorias
ENTRETERIMENTO

Wagner Moura sobre o desafio em ser pai de três meninos adolescentes: ‘É uma aventura’


“Emoção arretada”, diz Wagner Moura sobre prêmios no Globo de Ouro
O ator Wagner Moura participou do programa “The Drew Barrymore Show” e falou sobre o desafio de ser pai de três adolescentes. Wagner é casado com Sandra Delgado há 25 anos, e eles têm três filhos: Bem, de 19 anos, Salvador, de 15, e José, de 13.
O ator Wagner Moura participou do programa “The Drew Barrymore Show” e falou sobre o desafio de ser pai de três adolescentes.
Reprodução/Instagram
“Ser pai é o que define principalmente a minha vida. Ser artista também, mas ser pai está acima de tudo. E é uma aventura. Você comete erros, diz coisas que não deveria ter dito, toma decisões que não deveria ter tomado. O que aprendi é que temos de nos perdoar”, afirmou o vencedor do Globo de Ouro.
Wagner contou a Drew Barrymore que foi pai jovem. “Eu tinha apenas 29 para 30 anos quando fui pai”, explicou. “Em anos masculinos isso é tipo 12 anos”, brincou a apresentadora.
Durante a conversa, Drew comentou que as mulheres amadurecem mais cedo que os homens, e Wagner concordou. “Eu vejo meus filhos com as namoradas, e eles são meio ogros, e elas ficam tipo: ‘Que bobão’”, disse.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Julio Iglesias nega acusações de abuso sexual e diz que são ‘absolutamente falsas’

O cantor Julio Iglesias negou, nesta sexta-feira (16), as acusações de que teria abusado sexualmente de duas ex-funcionárias, classificando as denúncias como “absolutamente falsas”.
Reportagens publicadas no início da semana afirmaram que Iglesias teria agredido sexual e fisicamente duas mulheres que trabalharam em suas residências na República Dominicana e nas Bahamas entre janeiro e outubro de 2021. Um dia depois, promotores espanhóis disseram que estavam analisando as acusações.
“Com profunda tristeza, respondo às acusações feitas por duas pessoas que anteriormente trabalharam em minha casa. Nego ter abusado, coagido ou desrespeitado qualquer mulher. Essas acusações são absolutamente falsas e me causam grande tristeza”, afirmou Iglesias em publicação no Instagram.
O jornal digital espanhol “elDiario.es” e o canal de televisão em língua espanhola “Univision Noticias” publicaram em 13 de janeiro uma investigação conjunta de três anos sobre a suposta má conduta de Iglesias.
Um tribunal superior da Espanha recebeu, em 5 de janeiro, denúncias formais contra Iglesias feitas por uma pessoa não identificada, segundo autoridades locais. O cantor pode eventualmente ser levado ao tribunal sediado em Madri, que tem competência para julgar crimes supostamente cometidos por cidadãos espanhóis no exterior, informou a assessoria de imprensa da corte.
Aos 82 anos, Iglesias é um dos artistas musicais mais bem-sucedidos do mundo, com mais de 300 milhões de discos vendidos em mais de uma dúzia de idiomas. Após iniciar a carreira na Espanha, conquistou enorme popularidade nos Estados Unidos e em outros países nas décadas de 1970 e 1980. Ele é pai do cantor pop Enrique Iglesias.
Em 1988, venceu o Grammy de Melhor Performance de Pop Latino pelo álbum *“Un Hombre Solo”*. Também recebeu um prêmio pelo conjunto da obra no Grammy de 2019.
“Nunca havia vivenciado tamanha maldade, mas ainda tenho forças para que as pessoas conheçam toda a verdade e para defender minha dignidade diante de uma afronta tão grave”, disse Iglesias nas redes sociais.
Ele também agradeceu às pessoas que enviaram mensagens de apoio.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

‘Extermínio: O Templo dos Ossos’ surpreende com terror mais psicológico e profundo; g1 já viu


“Extermínio: O Templo dos Ossos”, chega aos cinemas nesta quinta-feira (15), pouco mais de seis meses do filme anterior da franquia, “Extermínio: A Evolução”. A produção, apesar do retorno de Danny Boyle (“Quem quer ser um milionário?”) e Alex Garland (“Guerra Civil”), diretor e roteirista do primeiro longa, de 2002, dividiu opiniões por não ser tão impactante quanto deveria.
Só que, de maneira surpreendente, a quarta parte dessa série se revela superior ao filme de Boyle ao trabalhar melhor os elementos dramáticos e de terror. Mesmo não sendo inovadores quanto foram os que surgiram há 24 anos, eles são bem desenvolvidos, mantêm a tensão em alto nível e ainda levam o público a uma reflexão mais densa do que geralmente se vê em filmes do gênero.
A trama começa exatamente onde parou “Evolução”, quando o menino Spike (Alfie Williams) conhece o grupo liderado pelo estranho Jimmy Crystal (Jack O’Connell, de “Pecadores”) e entra para a equipe só para perceber que seus novos companheiros não são exatamente o que parecem.
Assista ao trailer do filme “Extermínio: O Templo dos Ossos”
Ao mesmo tempo, o Dr. Kelson (Ralph Fiennes) estabelece uma inusitada relação com um dos zumbis, visando descobrir uma cura para o vírus que transformou boa parte da população em feras raivosas. Não demora muito para que os mundos de Jimmy e Kelman se choquem, o que provoca consequências graves para todos.
Teletubbies do Mal
O roteiro de “Extermínio: O Templo dos Ossos” (novamente escrito por Alex Garland), volta a trabalhar uma questão que só tinha sido melhor desenvolvida no filme original: a de que, no caso de haver um apocalipse (seja nuclear, zumbi, ou qualquer outro) no mundo, a maior ameaça são os próprios seres humanos.
Isso acontece porque, nesse quarto episódio da franquia, não são as pessoas infectadas o principal problema do filme. Embora ainda sejam bastante perigosas para os humanos sobreviventes, com sua selvageria e desejo de sangue, o filme deixa claro que a loucura e o sadismo de Jimmy (que usa uma visão bastante distorcida sobre religião e fé para liderar) e seu grupo são ainda mais terríveis e aterrorizantes nesse ambiente desolador que o filme mostra.
Jimmy (Jack O’Connell, no centro) comanda um grupo perigoso em ‘Extermínio: O Templo dos Ossos’
Divulgação
É algo que fica bem claro numa sequência em que Jimmy lidera um ataque a uma fazenda onde moram pessoas que tentam se proteger dos zumbis. Com requintes de brutalidade, os seguidores do vilão não hesitam em maltratar e torturar suas vítimas de maneiras tenebrosas, simplesmente porque, como diz uma das integrantes do grupo a Spike, “É só o que sabem fazer”. O que revela que a infecção zumbi também degradou aqueles que não foram contaminados pelo vírus.
Também é curioso como o filme usa a forma distorcida que Jimmy usa uma lembrança do passado, no caso o programa infantil Teletubbies (quem viu “A Evolução” vai entender um pouco melhor essa alegoria) para atacar suas vítimas. Numa das cenas, ele faz com que uma de suas seguidoras imite a dança de um dos episódios do show da TV para intimidar seus prisioneiros, de uma maneira que dá um ângulo jamais pensado para uma (até então) inocente produção para crianças. Um bom jeito encontrado pelo roteirista para mostrar o clima de degradação moral que reina neste universo.
O médico e os monstros
O filme também ganha muitos pontos ao desenvolver melhor o Dr. Ian Kelson, interpretado por Ralph Fiennes, introduzido no longa anterior numa curta participação. Em “Templo dos Ossos”, além de ter mais tempo de tela, o personagem tem uma história mais rica, onde o público vê questões sobre seu passado e, principalmente, como ele tenta encontrar alguma luz num mundo coberto pelas trevas.
Dr. Kelson (Ralph Fiennes) tenta se comunicar com um zumbi numa cena de ‘Extermínio: O Templo dos Ossos’
Divulgação
Alguns dos melhores momentos do longa estão nas cenas em que o médico inicia uma relação de conhecimento e aprendizagem com um dos chamados zumbis alfa, que ele chama de “Sansão”, por lembrar o personagem bíblico. O objetivo é conhecer os segredos da infecção mortal e, se possível, encontrar o humano por baixo do monstro.
Com mais uma ótima atuação em sua carreira, Fiennes consegue transmitir bem sua compaixão por seu inusitado novo amigo (interpretado por Chi- Lewis-Parry), assim como sua forma de buscar alguma lógica em meio à devastação que impera naquela região.
Porém, a parte mais memorável do filme acontece em seu terço final e faz com que Fiennes, literalmente, incendeie a telona com uma sequência realmente incrível. Um dos pontos mais altos de todos os episódios da franquia, certamente, que vai impactar o público de uma maneira que ninguém esperava ver num filme de terror. Saber mais detalhes desse momento do longa estragaria parte da surpresa e o prazer de assisti-la.
Ralph Fiennes protagoniza o terror ‘Extermínio: O Templo dos Ossos’, de Nia DaCosta
Divulgação
Quanto ao resto do elenco, Jack O’Connell mostra mais uma vez que se sai muito bem fazendo vilões irônicos e psicóticos e o menino Alfie Williams tem grande potencial para fazer uma ótima carreira como ator no futuro.
Além de Fiennes, vale destacar a ótima direção de Nia DaCosta (“A Lenda de Candyman”), que trabalha bem tanto as questões de tensão e suspense quanto as dramáticas. Até porque ela tinha uma difícil missão de seguir a partir do ponto em que Danny Boyle “parou”, sem deixar cair a qualidade.
Felizmente, ela não só manteve o nível como conseguiu elevá-lo. Mesmo que, para alguns fãs do gênero, a cineasta pareça mais preocupada em fazer drama do que dar sustos, ela mantém o interesse do espectador do início ao fim da trama e renova o interesse pela franquia. O filme mostra que DaCosta está numa boa fase de sua carreira, não só por “Templo dos Ossos”, mas também pelo elogiado drama “Hedda”. Nada mal para quem passou por maus bocados devido ao fracasso de público e de crítica “As Marvels”.
Com um ótimo uso de canções de grupos como Duran Duran, Radiohead e Iron Maiden, além da boa trilha sonora de Hildur Guðnadóttir (“Coringa”), “Extermínio: O Templo dos Ossos” mostra que, mesmo sem ter maiores inovações para os filmes de zumbi, ainda tem muita coisa para ser explorada na franquia e alegrar os fãs. Só não pode cair nas armadilhas do gênero e entregar capítulos repletos de clichês. Por enquanto, está no caminho certo.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Zé Manoel segue a linha evolutiva do samba em show que vai do sambalanço até o pagode da década de 1990


Zé Manoel estreia em 1º de fevereiro no Sesc Pinheiros, em São Paulo (SP), o inédito show ‘Do sambalanço ao pagode 90’
Kelvin Andrad / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ O pagode pop consumido avidamente pelo povo brasileiro nos anos 2020 é o ponto de mutação mais recente do samba, gênero nascido há mais de um século e em permanente transformação, ainda que geralmente cultuado na forma mais tradicional pela maior parte dos bambas nacionais.
No inédito show que estreará em 1º de fevereiro no Sesc Pinheiros, em São Paulo (SP), Zé Manoel expõe um recorte da história do samba em roteiro que parte do samba-jazz e do sambalanço da década de 1960 até o pagode formatado nos anos 1990 por grupos como Raça Negra e Só pra Contrariar, passando pela ginga do samba-rock que floresceu na década de 1970 com nomes como Trio Mocotó e Jorge Ben Jor.
O show se chama justamente “Do sambalanço ao pagode 90”. Pianista de toque refinado, compositor e cantor, Zé Manoel montou o roteiro do show a partir de pesquisa orquestrada pelo próprio artista pernambucano. O show chega à cena dois anos após o último álbum de Zé Manoel, “Coral” (2024).
Na estreia do show “Do sambalanço ao pagode 90”, o artista contará com as participações especiais das cantoras Eliana Pittman e Thalma de Freitas, além de Evandro Okàn, novo nome artístico do irmão de Emicida, então conhecido como Evandro Fióti ou simplesmente Fióti.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Amaro Freitas, Criolo e Dino D’Santiago se irmanam (e se elevam) na travessia atlântica do resiliente álbum do trio


Capa do álbum ‘Criolo, Amaro & Dino’, de Criolo, Amaro Freitas e Dino D’Santiago
Vik Muniz
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Criolo, Amaro & Dino
Artistas: Amaro Freitas, Criolo e Dino D’Santiago
Cotação: ★ ★ ★ ★ ★
♬ “Ah, na pele e na voz / Os sonhos da alma dançam”, poetizam Amaro Freitas, Criolo e Dino D’Santiago nos versos de “No vento de nós”, música que assinam em parceria com Djodje Almeida, compositor e violonista de Cabo Verde. “No vento de nós” sopra carga tão grande de espiritualidade que a faixa se eleva na intercontinental travessia pelo trio por um Atlântico negro costurado pelos artistas no álbum “Criolo, Amaro & Dino”.
Lançado hoje, 15 de janeiro, com 11 temas de autoria do trio e citação de “Passaredo” (Francis Hime e Chico Buarque, 1977) em interlúdio que antecede faixa de discurso ambientalista, o álbum colaborativo dos artistas já sobressai na produção fonográfica de 2026 por essa força espiritual potencializada pela musicalidade sofisticada que brota do encontro entre o pianista pernambucano, o rapper paulistano e o cantor português de ascendência cabo-verdiana.
O batuque de Cabo Verde que embasa “Seka” banha a faixa com a africanidade também embutida no toque frenético do piano tocado por Amaro nesse tema que revolve a aridez do solo africano entre ecos ancestrais de vozes de mulheres africanas. O produtor musical Lucas Seiji também colaborou para dar forma a “Seka”, outro ponto alto do repertório inédito, na maior parte composto pelo trio quando entraram em estúdio para dar forma ao álbum originado do single coletivo “Esperança” (2024).
O álbum “Criolo, Amaro & Dino” transita em ponte que, partindo de Portugal, liga Cabo Verde a São Paulo e a Pernambuco, terra natal de “Menina do coco de Carité”, faixa introduzida pelo toque percussivo do piano de Amaro e cerzida pelo canto do trio Clarianas e do toque da rabeca de Maciel Salú, mestre do maracatu.
Embora gravado entre Lisboa (Portugal), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP), o álbum “Criolo, Amaro & Dino” desconhece fronteiras ao conectar latitudes pela linguagem universal da música.
Unidos pela herança da diáspora africana que moveu antepassados para várias partes do mundo, os artistas se irmanam e se reconhecem entre o canto em inglês de “Mama Afrika”, o suingue pop de “Anoitecer” (música composta e produzida somente por Amaro e Criolo), a resistência que move a morna “Fogo lento” e as críticas sociais do rap inserido por Criolo em temas como “E se livros fossem líquidos (Poeta fora da lei Pt II)” e “Amazônia (A-i’ahu)”, faixa onde impera o discurso demolidor feito pelo rapper com o reaproveitamento de versos da música “Chuva ácida” (Criolo, 2006), aquecidos pela consciência de que o planeta Terra arde em chamas.
As referências são muitas e as fronteiras musicais caem por terra diante do encontro do trio. Até porque o álbum atravessa continentes no toque livre do jazz do piano de Amaro Freitas, instrumentista já reconhecido fora do Brasil como gênio do instrumento.
Faixa produzida por Criolo com Holly, “Hoje eu vi você” encerra álbum pulsante e resiliente que se assenta sobre território universal, conectado pela música e pela força ancestral e espiritual da negritude.
Amaro Freitas (à esquerda), Criolo (ao centro) e Dino D’Santiago lançam álbum em que conectam Cabo Verde a Pernambuco e a São Paulo
Helder Fruteira / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Zé Felipe reage à cantada de influenciador coreano em post de Ana Castela: ‘Safado’


Zé Felipe reage a cantada de influenciador coreano em post de Ana Castela: ‘Safado’
Zé Felipe não curtiu a cantada de um influenciador coreano em um post de Ana Castela. Em um vídeo postado nas redes sociais, ele xingou Sunghoon Jang, conhecido nas redes sociais como Hooni, que tinha elogiado a cantora em uma publicação.
“É o coreano dando em cima, o coreano dando o bote. Vai para lá, coreano safado, vagabundo. E eu na convicção de que o Jack era tudo cantor. Aí tem Jack coreano… Eu nunca tinha visto, não. Jack cantor tem todos, né? Mas a cabeça tá boa, não”, disse.
Zé Felipe reage à cantada de influenciador coreano em post de Ana Castela: ‘Safado’
Reprodução/Instagram
Sunghoon Jang elogiou a cantora em publicação onde ela aparece de biquíni: ‘Isso! Que linda solteira, Ana’.
Reprodução/Instagram
Ana Castela publicou um vídeo de biquíni na terça-feira (13). Na legenda da imagem, Ana escreveu: “Era sol que me faltava”. Nos comentários, Sunghoon Jang publicou: “Isso! Que linda solteira, Ana”, com emoji de olhos e um coração com os dedos.
Depois do vídeo do Zé Felipe, Jang brincou com o cantor: “Desculpa, Zé. Mas eu ainda sou seu fã. Na verdade, virei ainda mais fã”. Essa não é a primeira vez que o influenciador comenta sobre uma ex do cantor. Em outubro do ano passado, ele assistiu a um jogo do Brasil e perguntou onde estava Vírginia, ex de Zé e atual de Vini Jr, jogador da seleção brasileira.
Live pergunta onde estava Vírginia, ex de Zé e atual de Vini Jr, jogador da seleção brasileira.
Reprodução/Instagram
Ana Castela e Zé Felipe anunciam fim do namoro
Em dezembro, Ana Castela e Zé Felipe anunciaram o fim do relacionamento, que durou dois meses. Eles começaram a namorar após o cantor encerrar o casamento com Virginia Fonseca. O término foi comunicado por Zé Felipe e compartilhado por Ana Castela em suas redes sociais. Na publicação, ele agradeceu pelo tempo juntos e afirmou que a decisão não ocorreu por briga.
“Venho por meio desta mensagem comunicar que o meu relacionamento com a Ana chegou ao fim. Sou grato por tudo o que vivemos juntos. Aprendi muito com ela, coisas que eu não fazia há muito tempo. Eu e minha família temos um grande carinho pela família Castela. Sou muito grato por ter tido como sogros Michelle e Rodrigo; vocês fazem parte da minha vida. Assim como Dorico, Duda e Vetuche. Vocês sempre podem contar comigo para tudo. Amo vocês.”

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Guilherme Arantes demole fronteiras do tempo no universo particular do amoroso álbum ‘Interdimensional’


Guilherme Arantes apresenta dez músicas inéditas ao longo das 15 faixas do álbum ‘Interdimensional’
Leo Aversa / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Interdimensional
Artista: Guilherme Arantes
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Aos 50 anos de carreira solo, completados em 2026, Guilherme Arantes nada mais tem a provar a ninguém. Ainda assim, mesmo já tendo lugar garantido no panteão dos grandes artesãos da canção brasileira de todos os tempos, o artista paulistano parece querer provar que a chama da criação ainda arde.
“Interdimensional” – álbum autoral de músicas inéditas que Arantes apresenta hoje, 15 de janeiro, em edição digital e nos formatos físicos de LP duplo e CD – atesta que o pulso do compositor ainda pulsa. Forte.
Ao longo de 15 faixas que combinam 10 músicas inéditas e cinco regravações de canções recentes fornecidas pelo compositor para o grupo Boca Livre e para as cantoras Alaíde Costa, Claudette Soares e Gal Costa (1945 – 2022), Arantes derruba as fronteiras do tempo ao cruzar referências eternas no universo particular de repertório que apresenta algumas pérolas.
O brilho melódico da valsa “Luar de prata” – que parece ecoar tanto Ernesto Nazareth (1863 – 1964) quanto Francis Hime – atinge o sublime em feat de Arantes com Mônica Salmaso em gravação que também evoca Pixinguinha (1897 – 1973) no sopro das flautas de Teco Cardoso.
“Luar de prata” por si só já justificaria a existência do álbum “Interdimensional”. Mas há muito mais no álbum anunciado em 9 de dezembro com a pegada black do single “Libido da alma”. Canção que prega a força do amor como arma pacífica e antídoto para diluir o ódio propagado nos tribunais das redes sociais, “Minúcias” provoca alumbramento quando entra no refrão.
“Interdimensional” é álbum mais coeso do que o antecessor “A desordem dos templários” (2021) e também mais identificado com a estética sonora plural deste cantor, compositor e músico, mago das teclas.
Basta ouvir “Enredo de romance” para detectar a tentativa de emular o pop feito pelo próprio Arantes entre a segunda metade dos anos 1970 e o início dos anos 1980, década de explosão pop cuja fagulha inicial foi disparada anonimamente por Arantes como parceiro não creditado de Júlio Barroso (1953 – 1984) em “Perdidos na selva”, hit de festival de 1981.
Jamais procurando soar moderno, talvez por já se perceber eterno pela perenidade da obra, Guilherme Arantes fez de “Interdimensional” um álbum atemporal que já abre com bela balada de arquitetura clássica, “A vida vale a pena (I believe in love)”, adornada com piano e cordas.
A letra é de Nelson Motta, único parceiro de Arantes na safra 2026, e resume a ideologia de álbum que endeusa o amor com a alma romântica que orbita luminosa entre os timbres espaciais da balada “Intergaláctica: missão”. O espírito romântico do artista também anima a verborragia de “No mel dos seus olhos”, tentativa menos aliciante de cruzar referências do pop dos anos 1980 e da MPB da década de 1990. Nem o falso final valoriza a faixa.
Capa do álbum ‘Interdimensional’, de Guilherme Arantes
Leo Aversa
Álbum longo para os atuais padrões do mercado fonográfico, com mais de uma hora e várias faixas que ultrapassam quatro ou mesmo cinco minutos, “Interdimensional” também reverbera o rock que norteou o som de Arantes nos anos 1970, sobretudo na fase em que integrou o grupo Moto Perpétuo (1973 – 1975), cujo som progressivo ecoa no tema instrumental “50 anos-luz”, cujo nome batiza a turnê retrospectiva que o cantor estreará em março.
“Sob o sol” se assenta sobre a textura roqueira do trio composto por Luiz Carlini (guitarra), Willy Verdaguer (baixo) e Gabriel Martini (bateria). Já “O espelho” reflete o apreço de Arantes pelo eletropop dos ingleses Dave Stewart e Vince Clarke.
Dentre as abordagens das músicas já conhecidas, a arrebatada balada “O prazer de viver para mim é você” (2024) – apresentada em feat do compositor com Claudette Soares – é rebobinada na gravação solo lançada por Arantes em julho 2024, com mixagem inédita, e em registro instrumental que evidencia o refinamento da melodia.
Já “Puro sangue (Libelo do perdão)” ressurge pretensamente épica em gravação de quase sete minutos feita sem a fluência do registro original de Gal Costa no álbum “A pele do futuro” (2018). Assim como a onírica balada “Toda felicidade” reaparece menos atraente com o autor do que na gravação do Boca Livre para o álbum “Rasgamundo” (2024). Algo se perdeu.
Em contrapartida, o acalanto “Berceuse” – apresentado por Alaíde Costa no álbum “O que meus calos dizem sobre mim” (2022) – alcança a dimensão plena nessa gravação feita por Guilherme Arantes com piano e as cordas regidas pelo maestro Jaques Morelenbaum, valorizando tema inspirado na obra do compositor Gabriel Fauré (1845 – 1924).
Enfim, Guilherme Arantes já nada precisa provar, mas, ainda assim, ele prova com este belo álbum “Interdimensional” que o tempo do artista é ontem, hoje e amanhã pela permanência e relevância de um cancioneiro que já se mostra perpétuo pela pureza que rege a criação do compositor.
Guilherme Arantes faz feat com Mônica Salmaso na valsa ‘Luar de prata’, destaque da safra autoral do álbum ‘Interdimensional’
Leo Aversa / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

‘Tomb Raider’: Veja 1ª foto de Sophie Turner como a Lara Croft da série


Sophie Turner interpretará Lara Croft na série ‘Tomb Raider’
Reprodução/Instagram/Prime Video
O Prime Video divulgou, nesta quinta-feira (15), a primeira imagem de Sophie Turner caracterizada como Lara Croft, na série “Tomb Raider”.
Inspirada na famosa franquia de videogames, a série acompanha as aventuras da arqueóloga Lara Croft. Sophie Turner (“Game of Thrones”) interpreta a heroína, papel que já foi de Angelina Jolie e Alicia Vikander nos cinemas.
O elenco de “Tomb Raider” também conta com Sigourney Weaver, Jason Isaacs e mais.
A série é criada e escrita por Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”), ao lado de Chad Hodge (“Wayward Pines”). A produção está em andamento e ainda não há previsão de lançamento.
Prime Video revela primeira imagem de Sophie Turner como Lara Croft
Divulgação/Prime Video

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

A revolta do Roblox: jogadores fazem protesto virtual após restrição do chat para crianças


Jogadores protestam no Roblox contra restrição do uso do chat
Reprodução/X
A plataforma de jogos Roblox alterou as regras na última quarta-feira (7), restringindo o uso do chat para crianças. A partir de agora, jogadores terão que verificar a idade e só poderão conversar com usuários de faixas etárias parecidas. A medida não agradou parte do público, que começou uma série de protestos virtuais na plataforma.
Vários prints da “Revolta do Roblox” começaram a circular nas redes sociais. Com seus avatares, usuários levam “cartazes” às “ruas” do jogo, que simula ambientes reais. Há protestos bem criativos: frases como “Quero injustiça”, uma Maria Antonieta manifestante e até uma referência à música “Cálice”, de Chico Buarque.
Entenda o que é a plataforma de games que virou fenômeno entre crianças e adolescentes
Até o influenciador Felca, que viralizou em 2025 por falar sobre segurança infantil na internet, foi alvo desses protestos.
Ele publicou que recebeu mensagens como “eu vou te matar” e “você não tem direito a proibir nada das crianças”. O nome dele também apareceu em cartazes nas manifestações virtuais.
Initial plugin text
Essa não é a primeira vez que a plataforma é usada para protestos. Nos Estados Unidos, enquanto aconteciam os protestos contra o Serviço de Imigração e Alfândega (ICE), em Los Angeles, alguns jogadores reproduziram as manifestações dentro da plataforma.
O que mudou?
Conhecida por ser popular entre crianças e adolescentes, a Roblox já teve que revisar diversas vezes seus sistemas de moderação e suas políticas de comunicação em escala global.
Com as mudanças, os usuários precisarão comprovar a idade pelo sistema de verificação facial para usar o chat. Crianças menores de 9 anos só terão o uso permitido com autorização de responsáveis, enquanto quem tiver mais de 13 anos poderá conversar somente com usuários de idades próximas.
De acordo com a Roblox, a regra foi projetada para evitar que crianças menores de 16 anos se comuniquem com adultos.
As mudanças foram testadas em algumas regiões em dezembro de 2025 e, em janeiro, foram implantadas globalmente.
Roblox anuncia mudanças com verificação de idade para uso do chat
Reprodução/Roblox
A plataforma também afirma que as imagens coletadas para a verificação facial são apagadas depois da análise, e os usuários podem contestar o resultado caso a identificação esteja errada.
A empresa diz que o procedimento integra um conjunto de medidas de segurança, que envolve filtros automáticos, regras mais rigorosas e vigilância contínua.
O Roblox enfrenta pressão para reforçar a proteção de crianças. Em agosto, a plataforma foi processada no estado da Louisiana, nos EUA, sob acusação de permitir que predadores sexuais “prosperem, se unam, cacem e vitimizem menores”.
O que é Roblox?
‘Roblox’
Divulgação
Ao contrário do que parece para quem não conhece tão bem, Roblox não é um jogo em si.
Na verdade, trata-se de uma plataforma online de games que também oferece ao público ferramentas para criarem seus próprios jogos – disponível de graça para computadores, aparelhos móveis e Xbox One.
No catálogo, os usuários encontram milhões de games, todos criados pela própria comunidade.
A plataforma online de games existe desde 2006, mas cresceu nos últimos cinco anos e se popularizou de verdade este ano, durante a pandemia de Covid-19.
Segundo a plataforma, são mais de 151 de usuários ativos. Em 2021, a empresa estimava que metade das crianças com menos de 16 anos nos Estados Unidos jogava alguma das milhões de criações no catálogo.
‘Roblox’: Entenda o que é a plataforma de games que virou fenômeno

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Em noite com dois prêmios para o Brasil, Globo de Ouro registra maior engajamento da história


Wagner Moura no Globo de Ouro
AP Photo/Chris Pizzello
A 83ª edição do Globo de Ouro, realizada no domingo (11), registrou o maior engajamento da história da premiação nas redes sociais, em uma noite marcada por dois prêmios para o Brasil: “O Agente Secreto” venceu como melhor filme em língua não-inglesa e melhor ator de drama, com Wagner Moura. Segundo dados do Social Content Ratings, a cerimônia gerou 42 milhões de interações, alta de 5% em relação ao ano passado.
Esse número é uma vitória para a premiação, que passou por uma crise nos últimos anos e teve sua relevância questionada.
Na televisão, o evento foi acompanhado por mais de 8,6 milhões de espectadores ao vivo nos Estados Unidos, de acordo com estimativas da Nielsen. Considerando todas as plataformas e reprises, a audiência média chegou a 18 milhões de telespectadores.
Somando a transmissão principal, o especial em horário nobre “Golden Eve” e o pré-show “ET: Live on the Golden Globes Red Carpet”, a programação do Globo de Ouro na CBS e no Paramount+ alcançou 21 milhões de espectadores ao longo da semana, segundo a Nielsen.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
A cerimônia exibida na noite de domingo registrou 8,66 milhões de espectadores, tornando-se a premiação mais assistida desde o Oscar do ano passado, realizado em março de 2025, segundo dados do Nielsen Panel + Big Data.
Nas redes sociais, o destaque ficou para o monólogo de abertura da comediante Nikki Glaser, que acumulou quase 14 milhões de visualizações nas primeiras 36 horas após a exibição.
A hashtag #GoldenGlobes liderou os assuntos mais comentados no mundo por 11 horas e ficou em primeiro lugar em 27 países, além de outros 19 tópicos relacionados à premiação entrarem nos trending topics.
Com quase 400 votantes internacionais, o Globo de Ouro foi transmitido em 165 territórios e licenciado para 16 distribuidores ao redor do mundo, reforçando o alcance global da premiação.

Fonte: G1 Entretenimento