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Os álbuns de 2026: Ano deve ter novidades de BTS, Madonna, Beyoncé e Anitta


Os álbuns de 2026, Ano deve ter novidades de BTS, Madonna, Beyoncé e Anitta
Depois de um ano agitado no mundo musical, 2026 promete seguir a toada com novidades de grandes artistas — tanto internacionais, quanto nacionais. BTS, Madonna, Luísa Sonza e Anitta são alguns dos nomes com trabalhos aguardados neste ano. Veja, abaixo, os principais lançamentos musicais previstos para 2026.
Nesta semana, o g1 publica uma série especial de reportagens para mostrar o que vem por aí na cultura pop em 2026: os álbuns, shows, séries e filmes que rolarão neste ano.
Luísa Sonza
Luísa Sonza se apresenta no The Town 2025
Fábio Tito/g1
Lançamento: 13 de janeiro e outro sem previsão
Luísa Sonza tem dois álbuns no horizonte ainda para esse ano: “Bossa Sempre Nova”, um disco do estilo suave dividido com Roberto Menescal e Toquinho, e o “LS4”, como foi apelidado o quarto álbum da cantora. O primeiro será lançado já no próximo dia 13.
Já o álbum autoral e solo não tem previsão. Ela já deu algumas dicas da nova fase com um show no The Town 2025, que incluiu uma versão de RPM (e um novo corte de cabelo).
Gorillaz
Gorillaz é uma banda virtual criada pelo vocalista e líder do Blur, Damon Albarn e pelo cartunista Jamie Hewlett.
Divulgação
Lançamento: 27 de fevereiro
Na gringa, o ano começa já com um novo disco do Gorillaz, o primeiro desde 2023. “The Mountain” é descrito como um conjunto de canções inspiradas pelo luto (tanto o vocalista Damon Albarn quanto o colaborador visual Jamie Hewlett perderam seus pais nos últimos anos) e pelo tempo que eles passaram na Índia.
Como todo disco do Gorillaz, este terá vários colaboradores: Johnny Marr (The Smiths), Idles, Tony Allen e mais.
BTS
Banda sul-coreana BTS no American Music Awards
REUTERS/Aude Guerrucci
Lançamento: 20 de março
O BTS ficou em hiato por quase quatro anos, período em que os membros cumpriram o serviço militar obrigatório na Coreia do Sul. Mas o aguardado retorno finalmente vem aí: o grupo já anunciou um novo álbum e uma turnê mundial para 2026. O lançamento será o primeiro desde “Proof”, álbum de 2022, mas ainda não se sabe muito sobre o novo disco.
Madonna
Madonna deve lançar sequência do ‘Confessions on a dance floor’ em 2026
Reprodução/Instagram
Lançamento: sem previsão
Sem álbuns inéditos desde 2019, Madonna vem dando dicas de um novo trabalho em parceria com o produtor Stuart Price (que tem um belo currículo no pop dançante, aliás). Ela confirmou à “Rolling Stone” americana que se prepara para lançar, em 2026, uma sequência do “Confessions On a Dance Floor” (2005), álbum focado nas pistas de dança.
Nesse meio tempo, ela trocou de gravadora — voltou para a Warner, selo sob o qual se tornou uma superestrela — e até lançou edições comemorativas de discos anteriores para preparar o terreno.
Bruno Mars
Bruno Mars deve anunciar álbum novo em 2026
Divulgação
Lançamento: sem previsão
Com sucessos estratosféricos como “Die With a Smile”, “APT.” e “Leave the Door Open”, Bruno Mars nunca chegou a de fato sair do radar. Mas curiosamente, o último disco solo do cantor está quase completando dez anos.
Neste ano, o sucessor de “24k Magic” deve finalmente ser lançado. “Meu álbum está pronto”, postou o cantor no X nesta segunda (5). Geralmente, quando um artista desse porte anuncia que o projeto está pronto, o lançamento pode estar mais próximo do que a gente imagina.
Olivia Rodrigo
Olivia Rodrigo em foto para o disco ‘Guts’, de 2023
Divulgação
Lançamento: sem previsão
“Guts”, segundo álbum de Olivia Rodrigo, vai completar três anos em 2026. Desde então, ela fez uma longa turnê mundial, com apresentações em grandes festivais (e uma passagem pelo Brasil!), cantou com nomes de David Byrne a Robert Smith e fez valer o sucesso dos primeiros discos.
Olivia já adiantou que a “era ‘Guts'” chegou ao fim e que 2026 será “um ano agitado”. Até o site da cantora vem sendo atualizado e tudo indica que teremos novidades em breve.
Beyoncé
Beyoncé.
Chris Pizzello/AP
Lançamento: sem previsão
Do projeto de três atos anunciado em 2022, Beyoncé já lançou dois: “Renaissance” (2022) e “Cowboy Carter” (2024). O calendário do projeto vem sendo assim: um álbum em um ano, uma turnê no seguinte.
Em 2025, foi a vez da turnê do “Cowboy Carter”. Por isso, há expectativa de que ela retorne com o terceiro ato em 2026, respeitando a lógica dos anteriores.
Nos álbuns desse projeto, a cantora retoma gêneros musicais de origem negra, que foram “embranquecidos” ao longo do tempo: primeiro, a dance music; segundo, o country. Ainda não se sabe qual será o próximo gênero trabalhado por Beyoncé — mas, seguindo o mesmo raciocínio dos atos anteriores, muita gente aposta no rock.
Anitta
Anitta em foto de divulgação do projeto “Ensaios da Anitta”
Divulgação
Lançamento: sem previsão
Após controverso EP carnavalesco moldado para o verão de 2026, Anitta prepara álbum em que o reggaeton será ritmo recorrente, mas não dominará inteiramente o repertório, como era desejo dos diretores da gravadora da artista. Anitta quer se permitir fazer sons diferentes, experimentais.
Talvez porque, no íntimo, já tenha entendido que alcançou o máximo que podia ter obtido no mercado internacional – e cabe ressaltar que a girl from Rio conquistou muito além das fronteiras do Brasil.
Caetano Veloso
Caetano Veloso deve lançar álbum novo neste ano
Reprodução/Fernando Young
Lançamento: sem previsão
No reino da MPB, a boa nova é a perspectiva de um álbum de inéditas de Caetano Veloso. Seria o primeiro disco do cantor no gênero desde o vigoroso “Meu coco”, de 2021. Empresária e esposa do artista, Paula Lavigne já declarou que Caetano está compondo e que pretende entrar em estúdio.
Harry Styles
Harry Styles
Divulgação/Sony Music
Lançamento: sem previsão
Harry Styles vem visitando estúdios de gravação desde 2024 e, em agosto de 2025, os apresentadores de rádio australianos Fifi, Fev e Nick afirmaram que seu quarto álbum estava finalizado.
No fim de 2025, o cantor lançou um videoclipe para uma música antiga, de surpresa, com ares de “encerramento de era”. Tudo indica que o cantor vem aí com o sucessor de “Harry’s House”.
Marina Lima
Marina Lima
Candé Lima / Divulgação
Lançamento: sem previsão
Marina Lima lança ainda neste semestre o primeiro álbum de estúdio com músicas inéditas em oito anos. O sucessor de “Novas famílias” (2018) será o primeiro disco da artista após a morte do irmão Antonio Cicero (1945 – 2024).
Um dos destaques é a faixa produzida por Ana Frango Elétrico, reforçando a conexão das artistas, que já se apresentaram juntas em festival em 2024. Arthur Kunz e Edu Martins, dois colaboradores recorrentes na discografia de Marina, assinam separadamente a produção musical das outras faixas ao lado da própria Marina Lima.
Iza
Iza no The Town 2025
Agnews
Lançamento: sem previsão
Iza também se prepara para lançar seu terceiro disco, um projeto reggae. Ela inaugurou a “nova era” com um show temático no The Town, passeando do clássico Bob Marley ao samba-reggae de Olodum. E no fim de 2025, já deu um gostinho do álbum com os singles “Caos e Sal”, “Tão Bonito” e “Eu e Você”.

Fonte: G1 Entretenimento

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As chances de ‘O agente secreto’ e Wagner Moura no Oscar 2026, segundo especialistas de Hollywood

Kleber Mendonça Filho e Wagner Moura comentam campanha para Oscar de ‘O agente secreto’
Será que “O agente secreto” consegue um bicampeonato para o Brasil no Oscar, um ano depois do país finalmente ganhar sua primeira estatueta com “Ainda estou aqui”?
Para especialistas em premiações de Hollywood, o filme dirigido por Kleber Mendonça Filho e estrelado por Wagner Moura tem boas chances de se dar bem na concorrida categoria de melhor filme internacional — mas não precisa e nem deve parar por aí.
Muitos deles acham que a obra ainda tem tudo para aparecer até na categoria principal — melhor filme — e em outras quatro, como direção, ator, roteiro original e a inédita direção de elenco.
Como ainda tem muito chão até 15 de março, quando rola o Oscar 2026, e por ora é puro achismo tentar adivinhar como escolherão os membros da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas americana, o g1 montou os gráficos abaixo.
A ideia é ficar de olho nas previsões de veículos especializados americanos que atualizam suas opiniões ao longo dos dias:
“Variety”
“The Hollywood Reporter”
Next Best Picture
Gold Derby
Awards Watch
As indicações da Academia vão ser anunciadas no dia 22. Já os gráficos serão atualizados toda quarta-feira até o Oscar. Veja abaixo:

E não é que dá para sonhar com mais uma indicação à categoria principal? Por ora, “O agente secreto” fica ali na beirada das indicações. Mesmo se forem apenas nove, como pode acontecer, a obra ainda entra.
Mais importante que isso, quatro dos cinco veículos acreditam na indicação brasileira. A ver como os resultados do Globo de Ouro, no dia 11, vão influenciar as previsões.

Wagner Moura tem uma posição muito mais confortável que a de Fernanda Torres em 2025.
A menos de um mês do anúncio das indicações, Wagner Moura tem posição muito mais confortável que Fernanda Torres tinha na mesma época, em 2025.
O brasileiro só aparece mesmo atrás dos dois grandes favoritos.

Entre os filmes internacionais, “O agente secreto” também está seguro. O favoritismo, aliás, está bem dividido entre o brasileiro, o franco-iraniano “Foi apenas um acidente” e o norueguês “Valor sentimental”.
Esta categoria deve ser a mais diretamente influenciada pelos vencedores do Globo de Ouro. Por mais que “Emilia Pérez” tenha vencido em 2025, a polêmica com Karla Sofía Gascón ainda não tinha acontecido.

Melhor roteiro original é a primeira das possibilidades mais especulativas. Por enquanto, dá para dizer que há somente uma vaga aberta — e que a disputa está acirrada entre “O agente secreto” e “Sorry, baby”, que tem ligeira vantagem.

A categoria de direção parece o maior desafio. Para entrar no grupo de cinco indicados, Kleber Mendonça Filho precisa superar pelo menos outros três concorrentes — e nenhum dos veículos vê o cineasta como um dos finalistas.
Mesmo assim, ele aparece como possível surpresa para quatro deles, então nem tudo está perdido por enquanto.

A categoria é inédita e até por isso mais imprevisível. Talvez até por isso a presença de “O agente secreto” na pré-lista com 15 selecionados tenha surpreendido tanta gente.
Entre eles, o filme brasileiro fica na metade superior e tem chances de concorrer. A revista “Hollywood Reporter”, por exemplo, prevê que ele será indicado.

Fonte: G1 Entretenimento

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Após feat com Simone Mendes, Felipe Araújo apresenta EP extraído de álbum audiovisual gravado em São Paulo


Felipe Araújo lança EP na quinta-feira, 8 de janeiro, com cinco músicas de álbum gravado ao vivo em setembro
Dani Valverde / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Pouco mais de dois meses após lançar em 30 de outubro feat com Simone Mendes na música “Se é pra brigar” (2025), Felipe Araújo apresenta mais cinco faixas do álbum audiovisual gravado em show apresentado em 17 de setembro na Fabriketa, espaço localizado na região do Brás, bairro da cidade de São Paulo (SP).
Às 21h de quinta-feira, 8 de janeiro, o cantor apresenta o EP “Eu, Felipe Araújo” com as músicas “Estranho de novo”, “Realista”, “Segunda impressão”, “Solteiro seu” e “Tem alguém aí”.
Composição de autoria creditada a Junior Gomes, Renato Sousa, Matheus Costa, Samuel Alves e Thiago Alves, “Estranho de novo” é a faixa escolhida para promover esse primeiro volume do álbum gravado por Felipe com produção musical de Eduardo Pepato e direção de vídeo de Fernando Trevisan.
Na ocasião da gravação, o cantor registrou 14 músicas. Posteriormente, serão lançadas músicas como “Até depois do fim”, “Cisquinho”, “Dorama”, “Te decorei” e “Vai ver o que é saudade”.
Capa do EP ‘Eu, Felipe Araújo – Vol. 1’
Dani Valverde

Fonte: G1 Entretenimento

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Luísa Sonza lança álbum de bossa nova com Roberto Menescal e Toquinho


Luísa Sonza em foto da capa do álbum ‘Bossa sempre nova’
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Rendeu frutos o flerte de Luísa Sonza com a bossa nova em “Chico”, a música mais famosa do último álbum da artista, “Escândalo íntimo” (2023). Durante o processo de gravação em estúdio do ainda inédito quarto álbum autoral de Sonza, a cantora deu forma a um disco de bossa nova.
Intitulado ”Bossa sempre nova”, o álbum é assinado por Luísa Sonza com Roberto Menescal – um dos compositores mais importantes do gênero, ainda em atividade como violonista e guitarrista aos 88 anos – e Toquinho, cantor e compositor que formou dupla com Vinicius de Moraes (1913 – 1980) ao longo da década de 1970.
O álbum ”Bossa sempre nova” tem lançamento programado para as 21h de 13 de janeiro. O repertório inclui músicas famosas como “Consolação” (1963), afrosamba de Baden Powell (1937 – 2000) e Vinicius de Moraes.
“Este é um projeto que nasceu de forma muito natural, a partir de algo que eu já vinha fazendo há algum tempo. Dividi-lo com essas lendas da bossa, Roberto Menescal e Toquinho, foi uma honra”, celebra Sonza em rede social. “Estou muito feliz, especialmente porque sei que a bossa nova ganhou uma grande intérprete da nova geração de cantoras”, avaliza Menescal.
Capa do álbum ‘Bossa sempre nova’, de Luísa Sonza
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Nasce primeira filha de Rafa Kalimann e Nattanzinho


Rafa Kalimann e Nattanzinho ao lado de filha recém-nascida
Reprodução/Instagram/@Hannahrocha
Nasceu a primeira filha de Rafa Kalimann e Nattanzinho, nesta terça-feira (6). Nas redes, o casal postou fotos da bebê, que se chama Zuza Helena Kalimann de Cesário.
Eles anunciaram a gravidez em junho de 2025. Na época, Rafa gravou um vídeo em que revela a notícia ao cantor. Ao saber da notícia, ele abraça a namorada, e os dois celebram juntos. “Tem mais um coraçãozinho batendo aqui”, escreveram os dois na legenda.
Durante entrevista ao g1 na Festa do Peão de Americana, Nattan disse que o casal havia decidido dar o nome de Zuza, se fosse uma menina. A ideia era prestar uma homenagem à avó do cantor, morta em abril do ano passado.
Livros como decoração? Rafa Kalimann é zoada por compra, mas hábito é comum em livrarias

Fonte: G1 Entretenimento

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Celso Fonseca e Tony Canto enlaçam canções de Tom Jobim e Domenico Modugno com bossa em álbum em duo


Celso Fonseca (à direita) com Tony Canto no estúdio em que gravaram o álbum ‘Jobim – Modugno’, agendado para 23 de janeiro
Isabela Espíndola / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Antonio Carlos Jobim (25 de janeiro de 1927 – 8 de dezembro de 1994) foi compositor fundamental para a propagação mundial do cancioneiro da bossa nova em rota planetária iniciada com a explosão do gênero nos Estados Unidos a partir de 1962.
Domenico Modugno (9 de janeiro de 1928 – 6 de agosto de 1994) foi cantor e compositor importante no universo da canção italiana dos anos 1950 e 1960 que, a partir de 1958, ganhou projeção internacional por conta do estouro da canção “Nel blu dipinto di blu”. Popularmente conhecida como “Volare”, essa canção foi composta Modugno em parceria com Franco Migliacci (1930 – 2023) e apresentada em 1958 na terceira edição do Festival Eurovisão da Canção na voz do próprio Domenico Modugno.
A rigor, há pouco ou nada em comum entre as obras de Jobim e Modugno, ambos falecidos em 1994. Contudo, os cantores e violonistas Celso Fonseca (carioca como Jobim) e Tony Canto (italiano como Modugno) enlaçam os cancioneiros dos dois compositores no álbum “Jobim – Modugno”, programado para ser lançado em 23 de janeiro.
No disco, formatado no estúdio da gravadora Biscoito Fino no Rio de Janeiro (RJ), os cantores ambientam canções como “Fotografia” (Antonio Carlos Jobim,1959), “Meraviglioso” (Domenico Modugno e Riccardo Pazzaglia, 1968), “Meditação” (Antonio Carlos Jobim e Newton Mendonça, 1959), “Dio come ti amo” (Domenico Modugno, 1966), “Wave” (Antonio Carlos Jobim, 1967) e “Amara terra mia” (Domenico Modugno, 1971) em atmosfera de leveza evocativa da bossa nova.
O álbum “Jobim – Modugno” é antecipado nesta sexta-feira, 9 de janeiro, com a edição do single que apresenta as versões bilíngues de “Garota de Ipanema” (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1962) e “Nel blu dipinto di blu”.
Na gravação de Celso Fonseca e Tony Canto, feita com a Camerata Jovem do Rio de Janeiro, o samba de Tom & Vinicius incorpora versos em italiano da letra escrita por Giorgio Calabrese. Já a música italiana tem parte da versão em português intitulada “Voando”, escrita por Rita Lee (1947 – 2023) e lançada em junho de 2024 como single póstumo da artista.
O álbum “Jobim – Modugno” amplia a parceria entre Celso Fonseca e Tony Canto, iniciada no último álbum do artista italiano, “Casa do Canto” (2022), gravado no Rio de Janeiro (RJ) com participação de Celso na faixa “Parlami d’amore Mariu” (Cesare Andrea Bixio e Ennio Neri, 1932), standard da música italiana. E, de certa forma, já se antecipa às comemorações do centenário de Tom Jobim em janeiro de 1927.
Capa do single ‘Jobim e Modugno’, de Celso Fonseca e Tony Canto
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Bela Tárr, cineasta húngaro, morre aos 70 anos


O diretor húngaro Béla Tarr durante festival de Berlin, em 2023
ODD ANDERSEN / AFP
O cineasta húngaro Béla Tarr, de “Sátántangó” e “O Cavalo de Turim”, morreu nesta terça-feira (6) aos 70 anos. Segundo a Academia Europeia de Cinema, da qual o cineasta era membro,Tarr morreu “após uma longa e grave doença”.
“Lamentamos profundamente a perda de um diretor excepcional e uma personalidade com forte voz política, que não só era muito respeitado pelos seus colegas, como também era aclamado pelo público em todo o mundo. A família enlutada pede a compreensão da imprensa e do público e que não seja solicitada a fazer declarações nestes dias difíceis”, declarou a Academia Europeia de Cinema.
Reconhecido como um dos grandes nomes do cinema contemplativo, sombrio e melancólico, Béla Tarr construiu uma filmografia marcada por melancolia, visuais em preto e branco, com takes extensos.
Béla Tarr durante gravação de “O Cavalo de Turin”
Divulgação
Seu estilo rigoroso e austero o colocou entre os cineastas mais influentes do cinema de arte europeu.
Nascido em Pécs, na Hungria, em 1955, Tarr iniciou a carreira no estúdio experimental Balázs Béla. Após dirigir filmes como “Family Nest”, “Almanac of Fall” e “Damnation”, alcançou projeção internacional em 1994 com “Sátántangó”, épico em preto e branco de sete horas inspirado no romance homônimo de László Krasznahorkai (vencedor do Nobel de Literatura em 2025).
Apesar da duração, o filme é constantemente lembrado como uma das obras mais relevantes dos anos 1990 e é visto como uma referência fundamental do “cinema lento” contemporâneo.
A obra, que retrata o colapso do comunismo no Leste Europeu, consolidou a parceria entre diretor e escritor, repetida depois em “Harmonias de Werckmeister” (2000), adaptação de “A melancolia da resistência”.
Seu último longa, “O Cavalo de Turim” (2011), também escrito com Krasznahorkai, é considerado seu trabalho mais sombrio e definitivo. O filme remete à lenda sobre o colapso mental de Friedrich Nietzsche e acompanha a rotina exaustiva de um homem e sua filha.
Aclamado pela crítica, venceu o Grande Prêmio do Júri no Festival de Berlim. Após a estreia, Tarr anunciou a aposentadoria, mudou-se para Sarajevo e fundou a escola film.factory.

Fonte: G1 Entretenimento

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Jayne Trcka, atriz de ‘Todo Mundo em Pânico’, é encontrada morta em casa


Jayne Trcka no filme “Todo Mundo em Pânico”
Divulgação
A fisiculturista e atriz Jayne Trcka foi declarada morta após ser encontrada inconsciente em sua residência, em San Diego, na Califórnia, segundo informações do site TMZ. Ela interpretou a professora de educação física Miss Mann no filme Todo Mundo em Pânico.
De acordo com informações da polícia, um amigo tentou entrar em contato com a fisiculturista durante vários dias até decidir ir até sua casa, onde encontrou Jayne Trcka desacordada. Ele ligou para a emergência, e os médicos declararam o óbito.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
O filho de Trcka informou ao TMZ que ela morreu no dia 12 de dezembro, aos 62 anos, e que não tinha conhecimento de nenhum problema de saúde da mãe. A causa da morte ainda está sendo investigada pela política de San Diego.
Jayne competiu em campeonatos de fisiculturismo na década de 1980 antes de conquistar seu primeiro papel como atriz, em 2000, no filme “Todo Mundo em Pânico”.
Jayne Trcka no filme “Todo Mundo em Pânico”
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Ivete Sangalo aposta em ‘Vampirinha’ e em feat com cantor Xanddy Harmonia em ‘Oxente’ para animar o Carnaval


Ivete Sangalo aposta na sensualidade popular da música ‘Vampirinha’
Rafa Mattei / Reprodução X Ivete Sangalo
♫ ANÁLISE
♬ Ivete Sangalo sempre prepara munição para o Carnaval. Na folia do ano passado, ela apostou (e acertou) na música “Energia de gostosa”, lançada em dezembro de 2024 como amostra do EP “O verão bateu em minha porta” (2025).
No Carnaval de 2026, a aposta da cantora baiana é dupla. Ivete já investe na promoção de “Vampirinha” – música que parece ter a mesma energia sensual do sucesso da folia de 2025 – e de “Oxente”. Em “Oxente”, Ivete faz feat com o cantor Xanddy Harmonia.
Já cantada pela artista em shows recentes, “Vampirinha” segue linha bastante popular na letra, que tem versos como “É noite de lua cheia e as ‘vampira’ tão solta / Com uns ‘toquinho’ de roupa descendo com o dedo na boca / Se tem coragem de sair, se jogue agora / Tem um bocado de ‘vampirinha’ lá fora”. O refrão segue no mesmo tom com ênfase nos versos “Vou te chupar, chupar teu pescoço / Te chupar todinho, chupar, chupar, chupar com gosto”.
Diferentemente de Daniela Mercury, cantora que ainda se mantém ligada ao universo afro-brasileiro do gênero rotulado como axé music, Ivete já se mostra menos apegada a esse gênero que lhe deu fama a partir dos anos 1990, sobretudo na hora de escolher as músicas que almeja tornar hits, ainda que a rigor nunca tenha se distanciado do axé.
Shawn Mendes surge com Ivete Sangalo e Carlinhos Brown em Salvador

Fonte: G1 Entretenimento

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Chevy Chase é o comediante mais ‘babaca’ da história? Documentário dá a entender que sim


”I’m Chevy Chase and You’re Not’: assista ao trailer em inglês
Chevy Chase é um dos maiores humoristas americanos de todos os tempos. E essa afirmação não tem a ver apenas com o fato de ele ter 1 metro e 93 centímetros. Desde o estouro no programa “Saturday Night Live” em 1975, ele sempre conviveu com uma palavra que servia para definir seu estilo de performance e sua maneira de lidar com as pessoas longe das câmeras: babaca.
O documentário “I’m Chevy Chase and You’re Not”, ainda sem previsão de estreia no Brasil, investiga por que o humorista de 82 anos talvez seja o comediante mais “babaca” da história. A expressão (“asswhole”, no original) é usada várias vezes no filme, inclusive por ele mesmo.
Chase virou sinônimo de comédia americana focada em tombos absurdos e mau comportamento nos anos 70. A única temporada no “SNL” rendeu um Emmy e o alçou ao status de galã desengonçado oficial dos anos 70 e 80.
Ele estrelou hits como “Clube dos Pilantras” (1980), “Três Amigos!” (1986) e a série de filmes “Férias Frustradas”, sucesso incontestável na “Sessão da Tarde”. O documentário da CNN mostra essa ascensão rápida, sempre paralela à fama de difícil nos bastidores.
Sobram exemplos de piadas absurdas (umas engraçadas, outras só controversas). A impressão é a de que ele fazia qualquer coisa por uma piada. Em uma festa, um garçom perguntou se ele e amigos queriam mousse de chocolate. Ele enfiou o dedo em um dos potinhos, levou à boca, fez uma cara feia e disse: “não, obrigado”.
Amor, ego e a saída do ‘SNL’
Chevy Chase fez parte da primeira temporada do programa ‘Saturday Night Live’, em 1975
Divulgação/NBC
No filme, Chase admite que largar o “SNL” depois de apenas um ano foi um erro. Ele diz que saiu para se mudar para Los Angeles e ficar com sua então namorada que não queria viver em Nova York. Ir para Hollywood, claro, também era uma oportunidade de trocar a televisão pelo cinema. A decisão misturou amor, ego e ambição.
Mas mesmo assim, ele parece se arrependido: Chevy era o astro do “Weekend Update”, o quadro de maior destaque do humorístico, uma paródia de programa jornalístico em que ele comentava as notícias com bom (e mau) humor. Foi nessa atração que surgiu o bordão que batiza o documentário: “Eu sou Chevy Chase e você não é”.
Por que ele é ‘babaca’?
Cena do documentário ‘I’m Chevy Chase and You’re Not’
Reprodução
O filme dirigido por Marina Zenovich (conhecida por documentários sobre Lance Armstrong, Robin Williams e Roman Polanski) trata a reputação de “babaca” de forma bem direta.
A palavra é repetida por amigos, colegas e críticos: são histórias de arrogância, de um senso de superioridade intelectual que vira munição para humilhar quem está perto, além de comentários racistas, homofóbicos e cruéis em sets de TV e de cinema.
Chase usava esse status para passar por cima de limites que colegas não estavam dispostos a aceitar. Era comum dizer para diretores, por exemplo, frases como “você quer me ensinar como ser engraçado?”.
O filme insiste que a persona de Chase (o sujeito charmoso, desastrado e esnobe, que debocha, cai e levanta como se nada tivesse acontecido) não fica restrita à tela. O mesmo impulso de humilhar alguém pela piada perfeita atravessa o modo como ele se relaciona com todos em sua volta. A diretora, claro, não escapa.
Quando a cineasta pergunta por que o Chase acha que ela não vai dar conta de explicar quem ele é, o cara é direto: “Por que você não é inteligente o suficiente”. Ele diz isso sem mudar a expressão do rosto. O sarcasmo é desconcertante.
Chase tem uma lista longa de inimizades, mas o episódio com Terry Sweeney, o primeiro integrante assumidamente gay do elenco do “Saturday Night Live”, talvez seja o ponto mais baixo. Em 1985, quando voltou ao programa como apresentador convidado, Chase sugeriu uma esquete na frente de todos: “Eu tenho uma ideia para um quadro com o Terry Sweeney. E se a gente fizesse uma cena em que pesamos você toda semana para ver se você tem Aids?”. No documentário, Chase diz que pediu desculpas. Sweeney disse que o pedido foi “patético”.
Tretas em Community até adeus
Joel McHale e Chevy Chase na série ‘Community’
Divulgação
As tretas do comediante nos bastidores de “Community”, série que foi o último trabalho de mais sucesso dele, ganham destaque na parte final do documentário. O diretor Jay Chandrasekhar é a única pessoa do seriado que fala no documentário, mais uma prova de que Chevy Chase é um assunto tabu para o resto da equipe.
O diretor e o comediante relembram os atritos constantes com o criador Dan Harmon, as reclamações de Chase e sua visão de que o personagem Pierce Hawthorne era “velho e racista demais”. A relação entre o astro e o resto do elenco já era ruim, até que um episódio tornou tudo insustentável.
Em uma conversa nos bastidores ele usou uma palavra racista para comentar sobre o quanto seu personagem era preconceituoso. Ao se ver confrontado sobre o porquê de estar falando aquela palavra (“n-word”, no original), saiu quebrando tudo e fechou um acordo para sair da série.
O que ele faz hoje?
O documentário revisita os anos de vício em cocaína e álcool. Chase lembra das maratonas de uso nos bastidores da fama, das internações em clínicas de reabilitação e dos períodos de depressão que o tiraram do eixo. Quando a diretora faz perguntas mais sérias sobre esses problemas e sobre a infância cheia de agressões por parte da mãe, Chevy respondia com piadas.
Perto do fim do documentário, a cineasta questiona quando ele decidiu se afastar da mãe. No meio da pergunta, ele dá um tapa no próprio rosto, leva a mão à boca e finge que está comendo uma mosca.
O corte para o presente mostra um veterano sóbrio, morando com a família, com a saúde mais frágil e trabalhando muito menos. Hoje, ele se dedica a eventos para fãs, tentando mostrar um lado mais simpático. Mas nem tanto.

Fonte: G1 Entretenimento