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Música inédita de Marília Mendonça sobre ódio do Carnaval, anunciada em 2021, será lançada em 15 de janeiro


Capa do single ‘Você em fez odiar o Carnaval’, de Marília Mendonça
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Em 21 de outubro de 2021, 15 dias antes de morrer aos 26 anos, em acidente de avião, a cantora Marília Mendonça (22 de julho de 1995 – 5 de novembro de 2021) revelou aos seguidores, em post de rede social, que lançaria música inédita. “ […] Fiz uma música para lançar no carnaval e o nome dela é ‘Você me fez odiar o carnaval’ […] ”, anunciou a artista.
Marília já estaria fora de cena no Carnaval de 2022, quando planejara lançar a composição, já registrada na época do post e arquivada após a morte da cantora. Mas, quatro anos depois, a música chega postumamente a tempo do Carnaval de 2026.
“Você me fez odiar o Carnaval” tem lançamento programado para 15 de janeiro em single que amplia a discografia póstuma de Marília Mendonça.
“Você me fez odiar o Carnaval / Vou sair nem a pau / Brasil feliz e eu mal”, rimou a compositora em versos que ambientam a música na sofrência característica do cancioneiro de Marília Mendonça.

Fonte: G1 Entretenimento

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Os 80 anos de Almir Guineto, bamba do samba carioca morto em 2017, geram show no Rio com o repertório do artista


Almir Guineto (1946 – 2017) tem o repertório cantado pelo filho Almirzinho no show ‘Almir canta Guineto’, programado para quinta-feira, 8 de janeiro, no Teatro Rival Petrobras
Divulgação
♫ MEMÓRIA
♬ Quando se trata de louvar os bambas do samba carioca projetados a partir do fim dos anos 1970, os elogios normalmente são dirigidos a Arlindo Cruz (1958 – 2025), Jorge Aragão e Zeca Pagodinho. Almir de Souza Serra (12 de julho de 1946 – 5 de maio de 2017) – o partideiro de alta estirpe imortalizado com o nome artístico de Almir Guineto – costuma ser menos lembrado.
Cria do Morro do Salgueiro, comunidade enraizada no bairro da Tijuca, Guineto foi filho do violonista Iracy Serra e da compositora Nair de Souza Serra, a Dona Fia, falecida em 2010, aos 90 anos. Guineto honrou a dinastia ao se tornar um cantor e compositor respeitado nas rodas do Brasil.
Ele está entre os nomes da música brasileira que nasceram em 1946 e que, portanto, farão ou fariam 80 anos em 2026. No caso de Guineto, as comemorações começam em família. Filho do cantor, compositor e músico, Almirzinho dá voz ao repertório do pai no show “Almir canta Guineto”, programado para quinta-feira, 8 de janeiro, no Teatro Rival Petrobras, no Rio de Janeiro (RJ), cidade natal do bamba falecido aos 70 anos, em 2017, há nove anos.
No roteiro do show, que terá participações de Marcelinho Moreira, Pedro Mussum e Toninho Geraes, Almirzinho mistura sucessos autorais de Guineto com sambas projetados por ele como intérprete, casos de “Caxambu” (Élcio do Pagode, Jorge Neguinho, Zé Lobo e Bidubi, 1986), “Conselho” (Adilson Bispo e Zé Roberto, 1986), “Insensato destino” (Maurício Lins, Chiquinho e Acyr Marques, 1985), “Jiboia” (Bombril e Vilani Silva, 1985) e “Mel na boca” (Davi Correia, 1986).
Esses cinco sambas foram lançados nos dois álbuns, “Sorriso novo” (1985) e “Almir Guineto” (1986), que consolidaram trajetória iniciada pelo artista nos anos 1970, década em que o artista integrou como cavaquinhista o grupo Os Originais do Samba, que tinha um irmão de Guineto, Francisco de Souza, como um dos fundadores.
Foi nessa época em que fazia parte dos Originais do Samba que Guineto inventou – com o auxílio de Mussum (1941 – 1994) – nada menos do que o banjo, instrumento essencial na receita de samba que seria ensinada anos depois por outro grupo referencial, Fundo de Quintal, do qual Guineto foi um dos fundadores em 1980.
Guineto, contudo, não criou raiz no Fundo de Quintal, saindo logo do grupo para pavimentar carreira solo iniciada em 1981 com a gravação do primeiro álbum, “O suburbano”, lançado no embalo da projeção obtida pelo artista com a defesa do samba “Mordomia” (Ary do Cavaco e Gracinha) no festival MPB-Shell 81, exibido pela TV Globo.
Neste primeiro álbum, Guineto emplacou o samba “Saco cheio” (Dona Fia e Marcos Antônio, 1981), regravado em 2014 pela cantora Maria Rita.
O auge da carreira aconteceu entre 1985 e 1987, anos de ascensão e apogeu da geração de bambas que incluiu Guineto, Zeca Pagodinho e Jovelina Pérola Negra (1944 – 1998), ícones do pagode carioca.
A partir da década de 1990, com a ascensão de grupos de pagode como Raça Negra e Só pra Contrariar, a geração do Fundo de Quintal e do Cacique de Ramos ficou em segundo plano e perdeu a hegemonia nas paradas do samba.
Parceiro de Guineto no sucesso “Lama nas ruas”, lançado por Guineto no antológico álbum de 1986, Zeca Pagodinho ainda se reergueu a partir de 1995, sob a batuta do produtor Rildo Hora, mas Guineto nunca mais obteve o mesmo sucesso da década de 1980. Até porque a voz rouca, de dicção muitas vezes incompreensível, foi sendo corroída por excesso de álcool e drogas.
Guineto ainda lançou álbuns com regularidade ao longo dos anos 1990, mas a discografia do artista resultou espaçada a partir dos anos 2000. O último álbum, “Cartão de visita”, foi lançado em 2012, confirmando o pulso da veia do bamba que se torna postumamente octogenário neste nascente ano de 2026.
Como compositor, parceiro de nomes como Adalto Magalha e Luverci Ernesto, Guineto deixou o nome nos créditos de sambas como “Coisinha do pai” (1979), “Corda no pescoço” (1986), “Da melhor qualidade” (1985), “Edital” (1982), “Lama nas ruas” (1986), “Não quero saber mais dela” (1984), “Pedi ao céu” (1979) e “Só pra contrariar” (1986). São pérolas do pagode que certamente também estarão no show de Almirzinho em tributo ao pai, sambista da melhor qualidade.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘BBB 26’: Candidatos ao grupo Pipoca serão apresentados nesta sexta-feira (9)


Como são escritos os discursos do ‘BBB’?
Os candidatos ao grupo Pipoca do “BBB26” serão apresentados ao público nesta sexta-feira (9). Os nomes dos vinte candidatos a participantes do reality serão divulgados ao longo de todo o dia, junto com a exibição de suas entradas nas casas de vidro espalhadas em cidades das cinco regiões do Brasil (Porto Alegre, Manaus, Salvador, Brasília e São Caetano do Sul).
O público poderá votar no gshow para decidir quais desses 20 participantes devem entrar na casa principal. Um homem e uma mulher de cada casa de vidro garantirão uma vaga no “BBB 26”. Os escolhidos serão anunciados no “Seleção BBB”, após o “Domingão com Huck”, no domingo (11).
Já os nomes dos BBBs veteranos e Camarotes serão divulgados na segunda (12), data da estreia do programa.
Tadeu Schmidt sobe ao palco do Upfront e revela como será o BBB 26
Globo/Renato Pizzutto
Leia também: nova edição do BBB terá ex-participantes e prêmio em dinheiro exposto na sala da casa

Fonte: G1 Entretenimento

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Com produção de Papatinho, Kelly Key tenta mais uma volta ao pop feminino do qual foi precursora há 25 anos


Kelly Key em estúdio com o produtor musical Papatinho
Reprodução
♫ ANÁLISE
♬ Mesmo morando há três anos em Angola, Kelly Key tenta mais uma volta ao mercado pop do Brasil. Em dezembro, a cantora e compositora carioca esteve em estúdio com o produtor musical Papatinho para dar forma a um single que, tudo indica, apresentará música inédita e será lançado neste ano de 2026.
O gancho é a celebração dos 25 anos de carreira da artista. De fato, Kelly Key foi lançada no mercado fonográfico em 2001, com bem orquestrada ação de marketing da gravadora Warner Music, e se tornou precursora do pop feminino brasileiro do século XXI. Key foi a porta-voz de um pop dançante com alta carga de sensualidade.
Após o impulso inicial com “Baba” (Kelly Key e Andinho, 2001), hit blockbuster ao qual se seguiu sucessos de menor proporção como “Adoleta” (Umberto Tavares, Gustavo Lins e Victor Junior, 2003), a carreira musical de Kelly Key perdeu fôlego ao longo dos anos 2000, mas deixou alas abertas nesse segmento pop.
Desde então, a artista já ensaiou algumas voltas. Contudo, álbuns como “No controle” (2015) e “Do jeito delas” (2020) surtiram pouco efeito. Neste último álbum, Kelly Key reciclou os próprios sucessos ao lado de sucessoras como Luísa Sonza, Pocca, Preta Gil (1974 – 2025) e Rebecca.
O último lançamento fonográfico de Kelly Key foi o single “Cachorro infiel (Cachorrinho)”, gravado com Davi Kneip e DJ2F.

Fonte: G1 Entretenimento

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Adolpho Veloso ganha Critics Choice Awards de melhor fotografia


O Agente Secreto” vence Critics Choice Awards como Melhor Filme Estrangeiro
Na mesma noite em que “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, venceu como Melhor Filme em Língua Estrangeira no Critics Choice Awards 2026, outro brasileiro também foi premiado. Adolpho Veloso ganhou na categoria Melhor Fotografia com o filme “Sonhos de Trem”. O anúncio foi feito na noite deste domingo (4).
Veloso concorreu com Claudio Miranda, por “F1”; Dan Laustsen, por “Frankenstein”; Łukasz Żal, por “Hamnet”; Michael Bauman, por “Uma Batalha Após a Outra”; e Autumn Durald Arkapaw, por “Pecadores”.
“Sonhos de Trem” conta a história de um lenhador que leva uma vida tranquila enquanto lida com o amor e a perda em uma época de profundas transformações nos Estados Unidos do começo do século 20.
Adolpho Veloso ganha Critics Choice Awards de melhor fotografia
Reprodução/Instagram
O ator brasileiro Wagner Moura, protagonista de “O Agente Secreto”, concorreu a Melhor Ator pelo papel em “O Agente Secreto” e também como Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada por “Ladrões de Drogas”. Porém, quem levou o primeiro foi Timothée Chalamet, por “Marty Supreme”, e o segundo foi Owen Cooper, por “Adolescência”.
O Critics Choice é promovido pela Associação dos Críticos de Cinema (BFCA) dos Estados Unidos. A premiação é considerada um termômetro para o Oscar, que em 2026 acontecerá no dia 15 de março.
Kleber Mendonça Filho, Emilie Lesclaux e Wagner Moura no Critcs Choice Awards, nos EUA
Reprodução/Redes Sociais
Globo de Ouro 2026
“O agente secreto” foi indicado nas categorias de Melhor Filme de Drama e Melhor Filme de Língua Não-Inglesa no Globo de Ouro 2026. A lista com todos os indicados ao prêmio foi divulgada em 8 de dezembro. A 83ª edição do Globo de Ouro acontece no dia 11 de janeiro.
Na categoria de Melhor Filme de Drama, ele concorre com: “Frankenstein”, “Hamnet – A Vida Antes de Hamlet”, “Foi Apenas um Acidente”, “Valor Sentimental” e “Pecadores”.
Já na categoria de Melhor Filme de Língua Não-Inglesa, os indicados são: “Foi Apenas um Acidente” (França), “No Other Choice” (Coreia do Sul), “Valor Sentimental” (Noruega), “Sirāt” (Espanha) e “A Voz de Hind Rajab” (Tunísia).
No último ano, “Ainda estou aqui” foi indicado na premiação na categoria de Melhor Filme de Língua Não-Inglesa, mas não levou. O prêmio ficou para o francês “Emilia Perez”.
Wagner Moura reforça torcida por ‘O Agente Secreto’ no Oscar
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Fonte: G1 Entretenimento

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Wagner Moura brinca sobre categoria de melhor filme: ‘No Brasil, é melhor filme estrangeiro’


Wagner Moura e Kleber Mendonça Filho apresentam prêmio de melhor filme no Critics Choice Awards 2026
AP Photo/Chris Pizzello
Uma piada de Wagner Moura no Critics Choice Awards, neste domingo (4), repercutiu na web. O ator e o diretor Kléber Mendonça Filho apresentaram a principal categoria da noite e, ao entregar a estatueta, o diretor disse que era “uma honra” apresentar o prêmio de melhor filme.
“Ou, como chamamos no Brasil, melhor filme estrangeiro”, brincou Wagner.
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Mais cedo, o filme “O Agente Secreto” levou o prêmio de Melhor Filme em Língua Estrangeira. O prêmio foi entregue ainda no tapete vermelho.
Wagner, protagonista do longa, concorreu a Melhor Ator pelo papel em “O Agente Secreto” e também como Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada por “Ladrões de Drogas”. Porém, quem levou o primeiro foi Timothée Chalamet, por “Marty Supreme”, e o segundo foi Owen Cooper, por “Adolescência”.
Já o prêmio de melhor filme, apresentado por Wagner e Kléber, foi para “Uma Batalha Após a Outra”.
Wagner Moura faz mais de um papel em ‘O Agente Secreto’; isso aumenta chances no Oscar?

Fonte: G1 Entretenimento

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Wagner Moura perde em duas categorias do Critics Choice Awards 2026


Critics Choice Awards: ‘O Agente Secreto’ ganha melhor filme em língua estrangeira; brasileiro leva melhor fotografia
O ator Wagner Moura perdeu as duas categorias que concorreu no Critics Choice Awards 2026. O anúncio foi feito na noite deste domingo (4).
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Ele disputava os prêmios de Melhor Ator pelo papel em “O Agente Secreto” e de Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada por “Ladrões de Drogas”.
O primeiro quem levou foi Timothée Chalamet, por “Marty Supreme”, e o segundo foi Owen Cooper, por “Adolescência”.
Na categoria Melhor Ator, Wagner concorreu também com Leonardo DiCaprio (“Uma Batalha Após a Outra”), Michael B. Jordan (“Pecadores”) e Ethan Hawke (“Blue Moon”).
Já na categoria Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada, os outros indicados eram Nick Offerman (“Death by Lightning”), Michael Peña (“All Her Fault”), Ashley Walters (“Adolescência”) e Ramy Youssef (“Mountainhead”).
Contudo, o Brasil ainda saiu vencedor com “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho. O longa ganhou o prêmio de Melhor Filme em Língua Estrangeira, categoria que disputava com “Foi apenas um acidente”, “A Garota canhota”, “No other choice”, “Sirat” e “Belén”.
O Critics Choice é promovido pela Associação dos Críticos de Cinema (BFCA) dos Estados Unidos. A premiação é considerada um termômetro para o Oscar, que em 2026 acontecerá no dia 15 de março.
Globo de Ouro 2026
“O agente secreto” foi indicado nas categorias de Melhor Filme de Drama e Melhor Filme de Língua Não-Inglesa no Globo de Ouro 2026. A lista com todos os indicados ao prêmio foi divulgada em 8 de dezembro. A 83ª edição do Globo de Ouro acontece no dia 11 de janeiro.
Na categoria de Melhor Filme de Drama, ele concorre com: “Frankenstein”, “Hamnet – A Vida Antes de Hamlet”, “Foi Apenas um Acidente”, “Valor Sentimental” e “Pecadores”.
Já na categoria de Melhor Filme de Língua Não-Inglesa, os indicados são: “Foi Apenas um Acidente” (França), “No Other Choice” (Coreia do Sul), “Valor Sentimental” (Noruega), “Sirāt” (Espanha) e “A Voz de Hind Rajab” (Tunísia).
No último ano, “Ainda estou aqui” foi indicado na premiação na categoria de Melhor Filme de Língua Não-Inglesa, mas não levou. O prêmio ficou para o francês “Emilia Perez”.
Protagonista do longa, Wagner Moura também foi indicado na categoria de Melhor Ator. Nela, Wagner concorre com: Joel Edgerton, “Train Dreams”, Oscar Isaac, “Frankenstein”, Dwayne Johnson, “The Smashing Machine”, Michael B. Jordan, “Sinners” e Jeremy Allen White, “Springsteen: Deliver Me From Nowhere”.
Representante brasileiro no Oscar
“O agente secreto”, dirigido por Kleber Mendonça Filho, também é o representante brasileiro para tentar uma vaga na categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar 2026.
Ambientado nos anos 1970, o filme conta a história de um professor universitário, interpretado por Wagner Moura, que volta para o Recife para reencontrar o filho caçula, apesar do risco que corre em plena ditadura militar.
O longa é a grande esperança de uma segunda estatueta do Oscar seguida para o país. Desde o lançamento, o filme vem sendo premiado em diversos festivais.
Wagner Moura reforça torcida por ‘O Agente Secreto’ no Oscar
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Wagner Moura na premiação do Critics Choice, nos EUA
Mike Blake/Reuters
Kleber Mendonça Filho e Wagner Moura durante a filmagem de ‘O agente secreto’
Laura Castor/Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘O Agente Secreto’ ganha o Critics Choice Awards 2026 de melhor filme em língua estrangeira


Kleber Mendonça Filho e Wagner Moura durante a filmagem de ‘O agente secreto’
Laura Castor/Divulgação
O filme brasileiro “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, ganhou o prêmio de Melhor Filme em Língua Estrangeira no Critics Choice Awards 2026. O anúncio foi feito na noite deste domingo (4).
O ator brasileiro Wagner Moura, protagonista do longa, concorre a Melhor Ator pelo papel em “O Agente Secreto” e como Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada por “Ladrões de Drogas”.
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Na categoria Melhor Ator, Wagner concorre com Timothée Chalamet (“Marty Supreme”), Leonardo DiCaprio (“Uma Batalha Após a Outra”), Michael B. Jordan (“Pecadores”) e Ethan Hawke (“Blue Moon”).
Já na categoria Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada, os outros indicados são Owen Cooper (“Adolescência”), Nick Offerman (“Death by Lightning”), Michael Peña (“All Her Fault”), Ashley Walters (“Adolescência”) e Ramy Youssef (“Mountainhead”).
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O filme “O Agente Secreto” venceu na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira ao concorrer com “Foi apenas um acidente”, “A Garota canhota”, “No other choice”, “Sirat” e “Belén”.
O Critics Choice é promovido pela Associação dos Críticos de Cinema (BFCA) dos Estados Unidos. A premiação é considerada um termômetro para o Oscar, que em 2026 acontecerá no dia 15 de março.
Globo de Ouro 2026
“O agente secreto” foi indicado nas categorias de Melhor Filme de Drama e Melhor Filme de Língua Não-Inglesa no Globo de Ouro 2026. A lista com todos os indicados ao prêmio foi divulgada em 8 de dezembro. A 83ª edição do Globo de Ouro acontece no dia 11 de janeiro.
Na categoria de Melhor Filme de Drama, ele concorre com: “Frankenstein”, “Hamnet – A Vida Antes de Hamlet”, “Foi Apenas um Acidente”, “Valor Sentimental” e “Pecadores”.
Já na categoria de Melhor Filme de Língua Não-Inglesa, os indicados são: “Foi Apenas um Acidente” (França), “No Other Choice” (Coreia do Sul), “Valor Sentimental” (Noruega), “Sirāt” (Espanha) e “A Voz de Hind Rajab” (Tunísia).
No último ano, “Ainda estou aqui” foi indicado na premiação na categoria de Melhor Filme de Língua Não-Inglesa, mas não levou. O prêmio ficou para o francês “Emilia Perez”.
Protagonista do longa, Wagner Moura também foi indicado na categoria de Melhor Ator. Nela, Wagner concorre com: Joel Edgerton, “Train Dreams”, Oscar Isaac, “Frankenstein”, Dwayne Johnson, “The Smashing Machine”, Michael B. Jordan, “Sinners” e Jeremy Allen White, “Springsteen: Deliver Me From Nowhere”.
Representante brasileiro no Oscar
“O agente secreto”, dirigido por Kleber Mendonça Filho, também é o representante brasileiro para tentar uma vaga na categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar 2026.
Ambientado nos anos 1970, o filme conta a história de um professor universitário, interpretado por Wagner Moura, que volta para o Recife para reencontrar o filho caçula, apesar do risco que corre em plena ditadura militar.
O longa é a grande esperança de uma segunda estatueta do Oscar seguida para o país. Desde o lançamento, o filme vem sendo premiado em diversos festivais.
Wagner Moura reforça torcida por ‘O Agente Secreto’ no Oscar
LEIA TAMBÉM:
‘O agente secreto’ debate relação do Brasil com a própria história recente com humor e charme; g1 já viu
‘O agente secreto’ inicia campanha ao Oscar com Kleber Mendonça Filho e Wagner Moura: ‘Acho do c…’

Fonte: G1 Entretenimento

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Obra de Gilberto Gil embasa musical de teatro escrito com inspiração na letra imagética de ‘Domingo no parque’


Alan Rocha (à esquerda), Rebeca Jamir e Guilherme Silva interpretam os personagens centrais da música de Gilberto Gil
Priscila Prade / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Uma das noites mais memoráveis da era do festivais, a grande final do III Festival de Música Popular Brasileira foi disputada por composições que se tornariam standards do cancioneiro nacional. Uma delas foi “Domingo no parque”, vice-campeã da competição, defendida pelo autor da música, Gilberto Gil, com o grupo Os Mutantes. De tom cinematográfico, a narrativa da letra imagética desemboca na tragédia amorosa que envolve o triângulo formado por João, José e Juliana.
Decorridos 49 anos do célebre festival, “Domingo no parque” não rende filme, mas, sim, um musical de teatro escrito e dirigido por Alexandre Reinecke. Em cena desde ontem, 3 de janeiro, na cidade de São Paulo (SP), onde ficará em cartaz até 8 de fevereiro no Teatro Claro Mais, “Domingo no parque – Um musical brasileiro” tem trilha sonora norteada por músicas de Gilberto Gil.
Além da composição-título “Domingo no parque”, entram em cena, sob direção musical de Bem Gil, músicas como “Roda” (1966), “Preciso aprender a só ser” (1973), “Pessoa nefasta” (1984) e “Cálice” (1973), esta uma parceria de Gilberto com Chico Buarque.
Um trio formado pelos músicos Bruno Di Lullo (baixo), Daniel Conceição (bateria e percussão) e Mano Jotta (violão, guitarra e cavaquinho) toca ao vivo essa trilha, orquestrada para a cena com arranjos e regências de Gabe Fabbri.
Gravado por Gilberto Gil, o samba “Chiclete com banana” (Gordurinha e Almira Castilho, 1958) também integra a trilha sonora desse musical brasileiro, ao lado de temas de outros compositores, mas sempre tendo como norte a obra de Gil.
Espetáculo arquitetado por Alexandre Reinecke desde 1995, o musical tem trama ambientada na cidade natal de Gil, Salvador (BA). A narrativa transcorre no início da década de 1970, sob a repressão da ditadura militar instaurada no Brasil em 1964.
Personagens centrais da letra de “Domingo no parque”, o feirante José (personagem do ator Alan Rocha), o operário da construção civil João (interpretado pelo ator Guilherme Silva) e Juliana (representada pela atriz Rebeca Jamir) são envolvidos em trama que mistura amor, fé (abordada sob o prisma das religiões de matriz afro-brasileira), morte, política e traição.

Fonte: G1 Entretenimento

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Gal Costa reverbera fase tropical entre rumbas e marchas de raro registro de show feito em Buenos Aires em 1985


Gal Costa (1945 – 2022) em número de show apresentado em maio de 1985 no Teatro Ópera, em Buenos Aires
Reprodução
♫ ANÁLISE
♩ O acervo da pesquisadora argentina Evangelina Maffei tem sido um bálsamo para seguidores de Caetano Veloso, Gal Costa (1945 – 2022) e Maria Bethânia pela difusão de informações e gravações raras desses artistas.
Organizadora do referencial blog “Caetano Veloso ,,,en detalle”, Maffei presenteou os admiradores de Gal no fim de 2025 com a publicação no YouTube, em caráter extraoficial, do registro integral do show apresentado pela cantora em 16 de maio de 1985, no Teatro Ópera, em Buenos Aires, capital da Argentina.
Na ocasião, Gal já encerrara a fase Tropical com a edição em 1984 do álbum “Profana”, o primeiro da artista na gravadora então denominada RCA – companhia na qual, cabe lembrar, Gal debutara no mercado fonográfico com single editado em 1965. No entanto, ecos dos repertórios dos álbuns “Gal tropical” (1979), “Fantasia” (1981) e “Minha voz” (1982) ecoam no roteiro do show da artista no Teatro Ópera entre marchas, sambas e rumbas.
Esse roteiro traz três músicas pouco ou nunca associadas a Gal. Pela ordem, a primeira é “Escandalosa” (Moacyr Silva e Djalma Esteves, 1947), rumba com a qual a cantora Emilinha Borba (1923 – 2005) animou muitos Carnavais na era do rádio. Gal nunca gravou “Escandalosa”, mas cantou a rumba no especial de TV “Baby Gal” (1983), possivelmente motivada pela gravação da “Rumba louca” (Moacyr Albuquerque e Tavinho Paes) no álbum também intitulado “Baby Gal”.
A segunda música, presumivelmente inédita na voz de Gal até esse show de 1985, é marcha “I, yi, yi, yi, yi (I like you very much)” (Harry Warren / Mack Gordon, 1941), sucesso da cantora Carmen Miranda na fase vivida nos Estados Unidos.
Por fim, há o samba-enredo “O amanhã”, composto em 1977 por João Sérgio para a escola de samba União da Ilha do Governador desfilar no Carnaval de 1978. Hoje todo mundo pensa que foi Simone quem deu projeção ao samba-enredo fora da temporada carnavalesca, ao gravá-lo no álbum “Delírios, delícias…” (1983), mas, a rigor, foi Gal a primeira a cantar o samba fora do universo da folia. “O amanhã” encerrava o roteiro do controvertido show “Fantasia”, apresentado por Gal em 1981 antes do lançamento do álbum homônimo.
No show em Buenos Aires, o encerramento foi com o samba “Meu nome é Gal”, ouvido em duelo da voz da cantora com a guitarra de Piska (1951 – 2011), em número que refez os embates musicais da cantora com os guitarristas Robertinho de Recife (no show “Gal tropical”, de 1979) e Victor Biglione (no dueto de especial de TV exibido em 1981). E que voz! O cristal de Gal estava tinindo nos anos 1980, década do auge vocal da cantora.
Enfim, enquanto o público espera (em vão?) pelas edições de álbuns com os áudios dos shows “Índia” (de 1973), “Cantar” (1974) e “Gal canta Caymmi” (1976), encontrados pelo pesquisador Rodrigo Faour em 2010 no acervo da gravadora Universal Music, o registro extraoficial dessa apresentação argentina da cantora em 1985, disponibilizado pela pesquisadora Evangelina Maffei, atenua a saudade de Gal Costa.

Fonte: G1 Entretenimento