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Ex-jogador Roberto Carlos passa por cirurgia no coração durante férias no Brasil, diz jornal


Roberto Carlos é embaixador do Real Madrid
Reuters
O ex-jogador Roberto Carlos, ídolo do Real Madrid, passou por uma cirurgia no coração enquanto estava de férias no Brasil. A informação foi divulgada pelo jornal espanhol AS.
“Agora estou bem e sendo muito monitorado”, disse Roberto Carlos ao periódico.
Segundo o jornal, o ex-lateral procurou atendimento médico no Brasil para realizar exames. Durante a avaliação, os médicos identificaram a necessidade de uma cirurgia para a colocação de um cateter no coração.
A intervenção, que deveria durar cerca de 40 minutos, se estendeu por quase três horas devido a um problema ocorrido durante o procedimento. Apesar disso, a cirurgia foi concluída com sucesso.
Ainda de acordo com o AS, Roberto Carlos está fora de perigo, mas segue em observação médica.

Fonte: G1 Entretenimento

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Relembre 25 álbuns que definiram ou renovaram a música popular brasileira nos primeiros 25 anos do século XXI


Capas de 25 álbuns brasileiros lançados entre 2001 e 2025
Reprodução / Montagem g1
♫ ANÁLISE
♬ Daqui a um dia, começa 2026. A chegada do ano novo também marca o início do segundo quarto do século XXI. Embora o imaginário coletivo tenda a estabelecer o ano 2000 como o início do século, o real ponto de virada foi em 1º de janeiro de 2021. Atento a esse detalhe, o Blog do Mauro Ferreira lista 25 álbuns que contribuíram decisivamente para definir padrões da música brasileira nestes primeiros 25 anos do século XXI.
Cada ano é representado na lista por um único álbum. Não, não se trata de uma lista de “melhores” discos deste quarto de século, tampouco dos discos preferidos deste colunista e crítico musical, mas de uma relação de álbuns influentes que apontaram sons e caminhos seguidos por outros artistas.
A lista começa pelo álbum Bloco do eu sozinho (2001), com o qual o grupo carioca Los Hermanos fincou um estilo de música e canto que seria adotado por boa parte da cena indie.
A propósito, os anos 2000 abriram alas para o mercado de música independente, dando a pista de uma cena que se libertaria do jugo das grandes gravadoras. Por essas frestas abertas a partir dos anos 2000, entraram artistas como a banda Cansei de Ser Sexy e a cantora Mallu Magalhães.
O hip hop saiu do gueto e deu projeção nacional a rappers como Criolo, Emicida, Baco Exu do Blues, BK e Don L, todos presentes na lista com álbuns decisivos.
Se Caetano Veloso refez a conexão com o público jovem a partir do álbum Cê (2006), Maria Rita abraçou o samba para sempre em disco de 2007 e Gaby Amarantos repôs o Pará no mapa sonoro do Brasil com o álbum Treme (2012). Com o álbum solo Recomeçar (2007), Tim Bernardes deu o tom cool e confessional de um canto que reverberaria nos discos de Zé Ibarra e Zeca Veloso.
Em 2014, Juçara Marçal aliciou a crítica com álbum, Encarnado, que chamou a atenção para o nicho musical paulistano em que habitam nomes como Kiko Dinucci, Rodrigo Campos e Romulo Fróes. Foi com essa turma que Elza Soares (1930 – 2022) transcendeu rótulos e gerações com o álbum A mulher do fim do mundo (2015) e que Jards Macalé (1943 – 2025) lançou em 2019 Besta fera, um dos mais melhores álbuns da discografia do anjo torto da MPB.
Em 2021, Marina Sena emplacou De primeira com um pop tropical contemporâneo. Em 2023, o pagode de Xande de Pilares encontrou a MPB de Caetano Veloso em disco tão aclamado quanto o segundo álbum solo de Liniker, Caju, fenômeno de 2024 que se estendeu por este ano de 2025.
Nem todos os 25 álbuns da relação foram tão populares quanto o disco de estreia do trio Tribalistas em 2002 (fundamental para estabelecer o tom do canto de Marisa Monte a partir de então) e o álbum MTV ao vivo de Ivete Sangalo em 2004. Ou ainda o álbum de 2016, Duas cidades, em que a BaianaSystem escancarou o apartheid social de Salvador (BA).
Há álbuns, como Letieres Leite & Orkestra Rumpilezz (2009), que fizeram revolução quase silenciosa, apreciada por poucos, mas nem por isso estes discos deixam de ser menos influentes. Cada qual no próprio quadrado, todos os 25 álbuns deixaram marcas na diversificada música brasileira produzida neste primeiro quarto do século XXI.
♪ Eis a lista do Blog do Mauro Ferreira com 25 álbuns que apontaram caminhos na música brasileira nos últimos 25 anos:
♩ 2001 – Bloco do eu sozinho – Los Hermanos
♩ 2002 – Tribalistas – Tribalistas
♩ 2003 – À procura da batida perfeita – Marcelo D2
♩ 2004 – Ivete Sangalo MTV ao vivo – Ivete Sangalo
♩ 2005 – Cansei de Ser Sexy – Cansei de Ser Sexy
♩ 2006 – Cê – Caetano Veloso
♩ 2007 – Samba meu – Maria Rita
♩ 2008 – Mallu Magalhães – Mallu Magalhães
♩ 2009 – Letieres Leite & Orkestra Rumpilezz – Letieres Leite & Orkestra Rumpilezz
♩ 2010 – Feito pra acabar – Marcelo Jeneci
♩ 2011 – Nó na orelha – Criolo
♩ 2012 – Treme – Gaby Amarantos
♩ 2013 – O glorioso retorno de quem nunca esteve aqui – Emicida
♩ 2014 – Encarnado – Juçara Marçal
♩ 2015 – A mulher do fim do mundo – Elza Soares
♩ 2016 – Duas cidades – BaianaSystem
♩ 2017 – Recomeçar – Tim Bernardes
♩ 2018 – Bluesman – Baco Exu do Blues
♩ 2019 – Besta fera – Jards Macalé
♩ 2020 – O líder em movimento – BK
♩ 2021 – De primeira – Marina Sena
♩ 2022 – Lady Leste – Gloria Groove
♩ 2023 – Xande canta Caetano – Xande de Pilares
♩ 2024 – Caju – Liniker
♩ 2025 – Caro vapor II – Qual a forma de pagamento? – Don L

Fonte: G1 Entretenimento

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Isiah Whitlock Jr., ator de ‘The wire’, morre aos 71 anos


Isiah Whitlock Jr. morre aos 71 anos
Getty Images
O ator Isiah Whitlock Jr., conhecido pelo papel do senador Clay Davis na série “The wire”, morreu nesta terça-feira (30), em Nova York, aos 71 anos. A causa da morte não foi divulgada.
A informação foi confirmada por seu empresário, Brian Liebman, em uma rede social. “É com tremenda tristeza que compartilho o falecimento do meu querido amigo e cliente Isiah Whitlock Jr. Se você o conhecia, você o amava. Um ator brilhante e uma pessoa ainda melhor”, escreveu.
Nascido em Indiana, Whitlock teve uma carreira sólida como ator coadjuvante, fazendo grande sucesso no seriado “The wire” como Clay Davis. Foi na série que ele ganhou popularidade com o bordão “sheeeeeeit”, que se tornou viral.
Isiah Whitlock Jr. em cena de ‘The wire’
Reprodução
Ele também foi um grande colaborador do diretor Spike Lee, trabalhando em filmes como “Infiltrado na klan”, “Destacamento Blood”, “A última noite” e “Elas me odeiam, mas me querem”. A expressão que trouxe fama para o ator começou a ser usada neste filme e, por conta do sucesso da frase, os roteiristas de “The wire” começaram a usá-la na série.
Segundo a revista “Variety”, Whitlock disse que a popularidade da frase era tanta que ele chegava a ser parado na rua várias vezes ao dia por fãs pedindo para ele repetir o bordão. Ele chegou a brincar com a própria fama no filme “Um negócio nada seguro”, onde interpretou um fã obcecado pela série.
Whitlock também participou do filme “Os bons companheiros”, de Martin Scorsese, e de duas temporadas da série “Veep” como George Maddox, secretário de Defesa dos EUA.
Cena de ‘Um negócio nada seguro’, com Isiah Whitlock Jr.
Divulgação/Fox Searchlight

Fonte: G1 Entretenimento

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Retrospectiva 2025 – Série documental sobre Cazuza fecha ano em que artista esteve em foco nas telas e na avenida


Cazuza (1958 –1990) em foto exibida na série documental do Globoplay
Reprodução
♫ RETROSPECTIVA 2025
♬ Sucesso de público e crítica desde que estreou no Globoplay em 1º de dezembro, a série Cazuza – Além da música coroa e fecha um dos anos em que mais se falou de Agenor de Miranda Araújo Neto (4 de abril de 1958 – 7 de julho de 1990).
A rigor, o cantor e compositor carioca sempre esteve presente na música brasileira pela força perene da obra construída entre 1982 – ano em que o artista ganhou projeção nacional como vocalista da banda carioca Barão Vermelho – e 1990, quando Cazuza saiu precocemente de cena, aos 32 anos, em decorrência de complicações decorrentes da infecção pelo vírus da Aids.
Contudo, ao longo de 2025, a vida e a música de Cazuza foram repostas em pauta com intensidade condizente com a forma com que o artista levou a vida tão louca quanto breve. Além da série do Globoplay, houve filme, exposição e desfile de escola de samba com foco na vida e obra de Cazuza.
“Cazuza viveu mais do que eu”, sentenciou Lucinha Araújo, mãe do artista, entre lágrimas, no enterro do filho, em fala reproduzida no quarto e último episódio da série produzida pela Conspiração com direção de Patrícia Guimarães e roteiro de Victor Nascimento, supervisionado por Carolina Albuquerque.
Os quatro episódios traçam o perfil de um Cazuza real, humanizado, tão amoroso e sensível quanto agressivo e exagerado (para o bem e para o mal) na convivência por vezes atribulada pelo abuso de álcool e drogas.
Além de abrir para o público e para os entrevistados as páginas do diário escrito pelo artista no fim da vida, a série Cazuza – Além da música tem como trunfos depoimentos inéditos de Sérgio Maciel (o grande amor da vida de Cazuza), da amiga e parceria Bebel Gilberto e de Denise Dumont, ex-namorada de Cazuza, entre outros nomes que conviveram com o filho de Lucinha e João Araújo (1935 – 2013).
Sandra de Sá se emociona ao contar que Cazuza, protetor, a impediu de beber álcool em festa quando a artista estava grávida do filho Jorge.
O terceiro episódio detalha a gênese e a repercussão da ofensiva reportagem de capa da revista Veja que levou Cazuza a passar mal. Autora da reportagem publicada em abril de 1989, a jornalista Ângela Abreu revela que a edição do texto também foi obra do jornalista Mario Sérgio Conti, e não somente do editor Alessandro Porro (1930 – 2003), como se pensava até então. Detalhe: Conti não atendeu a solicitação dos produtores da série para dar entrevista.
A série Cazuza – Além da música complementa o documentário Cazuza – Boas novas (2025), dirigido por Nilo Romero e estreado em julho nos cinemas, e se alimenta do acervo pessoal do artista, garimpado por Lucinha Araújo e Ramon Nunes Mello para a exposição Cazuza Exagerado, inaugurada em junho em shopping da cidade do Rio de Janeiro (RJ).
Antes, no Carnaval de São Paulo, em 1º de março, a escola de samba Camisa Verde e Branco desfilou com o enredo O tempo não para! Cazuza – O poeta vive.
Enfim, ao longo de 2025, a obra e o legado de Cazuza estiveram na avenida e nas pautas. Ainda que o tempo não pare, como sentenciou o poeta no título da composição de 1988, a música de Cazuza nunca envelhece.

Fonte: G1 Entretenimento

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TV Globo vai transmitir o Globo de Ouro ao vivo pela 1ª vez


Globo de Ouro
Divulgação
Pela primeira vez, a TV Globo vai transmitir ao vivo o Globo de Ouro, uma das principais premiações do cinema e da televisão mundial. A edição de 2026 marca um feito histórico para o Brasil, com três indicações do filme “O Agente Secreto”.
A 83ª edição do evento acontece no dia 11 de janeiro, em Los Angeles, nos Estados Unidos, e poderá ser acompanhada logo após o ‘Fantástico’. Maria Beltrão vai ancorar a transmissão, com comentários de Dira Paes e Waldemar Dalenogare e tradução simultânea de Anna Viana.
O Brasil marca presença de forma histórica na premiação de 2026. O filme “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, conquistou três indicações — um recorde para o país.
Veja a lista de categorias do Globo de Ouro 2026
“O Agente Secreto” recebe três indicações ao Globo de Ouro
O longa concorre a Melhor Filme de Drama, Melhor Filme em Língua Não Inglesa e Melhor Ator em Filme de Drama, com Wagner Moura.
Os correspondentes Nilson Klava e Felipe Coaglio farão entradas ao vivo do tapete vermelho para a TV Globo, durante o Fantástico, e também para a GloboNews, trazendo bastidores e a repercussão do evento.
O g1 vai fazer a cobertura em tempo real, com atualizações dos destaques da noite e divulgação dos vencedores à medida que forem sendo anunciados.
‘O Agente Secreto’ é indicado a Melhor Filme e Melhor Filme em Língua Não-Inglesa
Wagner Moura é indicado a Melhor Ator em filme dramático
Wagner Moura é Marcelo em ‘O Agente Secreto’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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É #FAKE que vídeo mostre Taylor Swift se opondo a direitos LGBTQIA+; fala foi crítica a senadora republicana


É #FAKE que vídeo mostre Taylor Swift se opondo a direitos LGBTQIA+; fala era crítica à senadora republicana
Reprodução
Circula nas redes sociais um vídeo no qual a cantora americana Taylor Swift supostamente se disse contrária a direitos da população LGBTQIA+. É #FAKE.
selo fake
g1
🛑 Como é o vídeo?
Publicado na terça-feira (23) no X, onde alcançou mais de 500 milhões visualizações, o post tem esta legenda: “Isso é real?”.
O vídeo mostra Taylor Swift dentro de um carro dizendo: “E então, obviamente é um ‘não’ para casamento gay, é um ‘não’ para que eles tenham qualquer direito”. Na realidade, a cantora estava se referindo ao posicionamento político de uma então candidata ao Senado dos Estados Unidos (leia mais abaixo).
Na seção de comentários, usuários fizeram escreveram mensagens como “ela não odeia gays, ela os tolera, essa é a grande diferença”; e “sempre soube que ela era homofóbica”.
Após a publicação, o post recebeu uma “nota da comunidade”: “Este trecho autêntico de ‘Miss Americana’ [documentário de 2020], da Taylor Swift, está fora de contexto. Ela estava descrevendo e se opondo às posições da senadora Marsha Blackburn contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo e os direitos LGBTQ+. Swift apoia a igualdade LGBTQ+”.
⚠️ Por que isso é falso?
Apesar de o vídeo ser real — e não uma produção de inteligência artificial (IA), por exemplo —, o post realmente omite a circunstância real da declaração da artista. No trecho original, a cantora criticou diretamente o posicionamento político de Marsha Blackburn, eleita senadora em 2018.
Na declaração completa, Taylor diz: “Uma das coisas que me irritou muito é que ela [Blackburn] votou contra a Lei da Violência Contra as Mulheres, que protege as mulheres de perseguição, estupro e violência doméstica. E, obviamente, é um ‘não’ para casamento gay, é um ‘não’ para que tenham direitos. Eu ficaria muito chateda se as pessoas achassem que o Tennesse tem esse posicionamento”.
Marsha Blackburn é uma senadora republicana do Tennesse, estado em que Taylor Swift viveu durante a adolescência e início da carreira. A parlamentar tem um histórico de declarações contra direitos LGBT+, além de ter votado em 2022 contra a Lei de Respeito ao Casamento, que exige o reconhecimento do casamento de pessoas do mesmo sexo em todos os estados.
Além disso, em 2013, ela também se opôs ao documento final da renovação da Lei de Violência Contra a Mulher, que incluía proteção para vítimas LGBT+ de violência doméstica. Anteriormente, havia votado a favor da versão republicana, que não contemplava pessoas LGBT+.
É #FAKE que vídeo mostre Taylor Swift se opondo a direitos LGBTQIA+; fala era crítica à senadora republicana
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Fonte: G1 Entretenimento

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Mel Gibson anuncia divórcio de Rosalind Ross após 9 anos de casamento

Mel Gibson anuncia divórcio de Rosalind Ross após 9 anos de casamento
Notícia em atualização

Fonte: G1 Entretenimento

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Gaby Amarantos ‘atualiza’ letra de música após término de Ana Castela e Zé Felipe


O que é rock doido? Gaby Amarantos responde
Gaby Amarantos fez mais uma “atualização” em sua música “Eu Tô Solteira” após o término da relação entre Ana Castela e Zé Felipe. O ex-casal confirmou o fim do namoro nesta segunda-feira (29), após dois anos de relacionamento.
A cantora paraense incluiu o nome de Ana na lista de pessoas solteiras que ela cita na faixa do elogiado álbum “Rock Doido”, lançado em agosto de 2025.
“Sua tia tá solteira, Ana Castela tá solteira, até a prima da cunhada da tua amiga está solteira. Ninguém tá…”, escreveu Gaby em sua página no X (antigo Twitter).
Gaby já havia incluído outros nomes na faixa após términos de relacionamentos entre famosos.
Gaby Amarantos é convidada do g1 ouviu, podcast e videocast do g1
Kaique Mattos/g1
No início de dezembro, ao se apresentar no Prêmio Multishow, a artista citou os nomes de Ivete Sangalo e de IZA na lista de solteiras.
Ivete anunciou a separação de Daniel Cady em novembro, após 14 anos de relação. Já Iza confirmou o término definitivo de sua relação com Yuri Lima em outubro de 2025.
Na última semana, Gaby ainda comentou uma postagem que cita o nome de Paolla Oliveira na música. A atriz anunciou o término de seu namoro com o sambista Diogo Nogueira em 22 de dezembro.
“Mana, essa música ‘Eu tô solteira’, da Gaby Amarantos, foi quase uma previsão de 2025: Ivete, Iza, Paolla Oliveira e por aí vai…”, escreveu uma internauta.
A cantora repostou o texto e usou uma frase do refrão da música: “Ninguém tá na geladeira”.
Ana Castela e Zé Felipe assumiram o relacionamento em outubro
Reprodução/Instagram de Ana Castela
Ana Castela e Zé Felipe anunciam fim do namoro

Fonte: G1 Entretenimento

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Perspectiva 2026 – Grandes nomes da MPB chegam aos 80 anos entre álbuns e turnês comemorativas da efeméride


Alceu Valença (no alto, à esquerda), Maria Bethânia, João Bosco (no alto, à direita), Toquinho (embaixo, à esquerda), Cristovão Bastos e Gilson Peranzzetta (à direita) fazem 80 anos ao longo de 2026
Divulgação / Montagem g1
♫ PERSPECTIVA 2026
♬ E o cordão dos octogenários da MPB cada vez aumenta mais… Em 2026, grandes nomes da música brasileira cruzarão a fronteira das oito décadas de vida em plena atividade. Se forem incluídos na conta os que já faleceram, nada menos do que 16 relevantes artistas da MPB farão ou fariam 80 anos ao longo de 2026, alguns às voltas entre álbuns e turnês que celebram as efemérides. A lista inclui Alceu Valença, João Bosco, Maria Bethânia e Toquinho.
Entre os vivos, o primeiro a virar oitentão é o pianista, arranjador e compositor Gilson Peranzzetta, aniversariante de 21 de abril. Peranzzetta é nome fundamental na arquitetura da obra de Ivan Lins.
Na sequência, em 18 de junho, será a vez de Maria Bethânia festejar 80 anos com provável discrição. Seguidores da cantora alimentam a expectativa de álbum de estúdio com canções inéditas (seria o primeiro da artista em cinco anos, já que o último, Noturno, foi lançado em 2021), mas, de concreto, por ora, há o registro audiovisual do show dos 60 anos de carreira em janeiro, em duas apresentações na casa Vivo Rio, no Rio de Janeiro (RJ). Na pauta, há também a revitalização do catálogo fonográfico da artista por conta da efeméride.
Dez dias após o aniversário de Bethânia, Paulinho Boca de Cantor – um dos fundadores do grupo Novos Baianos – faz 80 anos em 28 de junho.
Em julho, nada menos do que três ícones da MPB – Alceu Valença, João Bosco e Toquinho – viram octogenários. O primeiro é Alceu, aniversariante de 1º de julho. A celebração começa em março com a estreia nacional da turnê 80 girassóis.
Em 6 de julho, a festa será de Toquinho, cantor, compositor e violonista atuante desde a década de 1960. Como Toquinho está em turnê comemorativa de 60 anos de carreira, é provável que a celebração dos 80 anos seja incorporada a esse show já em curso pelo Brasil.
Na cronologia das efemérides, quem chega aos 80 anos na sequência é João Bosco, aniversariante de 13 de julho. Bosco está em cena com a turnê do show Boca cheia de frutas e o mais provável é que celebre os 80 anos com a gravação ao vivo desse show.
Por fim, entre os vivos, o último nome da MPB a virar octogenário em 2026 será o pianista, arranjador e compositor Cristovão Bastos.
Entre os que saíram de cena, seria justo que o Brasil louvasse a memória e o legado de Aldir Blanc (1946 – 2020), Almir Guineto (1946 – 2017), Belchior (1946 – 2017), Beth Carvalho (1946 – 2019), Elifas Andreato (1946 – 2022), Emilio Santiago (1946 – 2013), Fernando Brant (1946 – 2015), Ivan Conti – o Mamão (1946 – 2023) e Paulo André Barata (1946 – 2023).
Destes nomes, quem mais mereceria um tributo à altura é Emilio Santiago, cantor que ainda precisa ter redimensionada a importância que teve na história da música brasileira.

Fonte: G1 Entretenimento

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Idris Elba, Cynthia Erivo e Warwick Davis estão em lista de honrarias de Ano Novo do rei Charles


Idris Elba no Festival de Veneza, em setembro de 2025
REUTERS/Yara Nardi/Arquivo
O ator Idris Elba e os patinadores artísticos Jayne Torvill e Christopher Dean estão entre as centenas de pessoas nomeadas na lista de honras de Ano Novo do rei Charles, publicada nesta segunda-feira (29).
A lista completa inclui mais de 1.157 pessoas da política, do esporte, das artes ou do serviço comunitário que receberão títulos de membro, comandante ou oficial da Ordem do Império Britânico até as mais altas honrarias de cavaleiro e dama.
Elba, conhecido por seus papéis nas séries de televisão “Luther” e “A Escuta”, foi agraciado com o título de cavaleiro por sua campanha contra o crime com facas junto aos jovens.
Idris Elba fala sobre filme em que interpreta Nelson Mandela
Torvill e Dean, cuja coreografia do bolero olímpico de 1984 obteve pontuações perfeitas e se tornou um momento decisivo no esporte britânico, foram homenageados – ela como dama e ele como cavaleiro.
“A lista de honrarias deste ano celebra o que há de melhor no Reino Unido — pessoas que colocam o bem comum à frente de si mesmas para fortalecer comunidades e mudar vidas”, disse o primeiro-ministro Keir Starmer em um comunicado.
Cynthia Erivo, atriz indicada ao Oscar e ganhadora dos prêmios Emmy, Grammy e Tony, mais conhecida por seu papel principal como Elphaba Thropp no filme musical “Wicked”, de 2024, recebeu a Ordem do Império Britânico.
Warwick Davis, que participou das franquias “Guerra nas Estrelas”, “Harry Potter” e “Willow”, e fundou a instituição de caridade Little People UK, voltada para o nanismo, também recebeu essa honraria.
As honrarias de Ano Novo, que são concedidas desde pelo menos 1890, têm como objetivo reconhecer não apenas figuras conhecidas, mas pessoas que contribuíram para a vida nacional por meio de um trabalho muitas vezes desconhecido ao longo de muitos anos.
Cynthia Erivo participa da première de ‘Wicked: Parte 2’ em São Paulo
Luiz Gabriel Franco/g1

Fonte: G1 Entretenimento