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minhas séries de 2025


Alguém disse há um tempo que estamos vivendo a era da séries medianas, e é verdade. E este 2025 foi um pouco isso. Com algumas exceções, foi um ano de séries medianas. Muitas série boas, sim, mas poucas séries incríveis. E tá tudo bem, se é o que temos, vamos assistir, a gente gosta de ver série de qualquer maneira, no fim das contas.
dez séries que marcaram 2025
as melhores séries de 2024
Então segue a lista do que eu vi, do que eu tentei ver e do que eu larguei neste ano. Está mais ou menos (não exatamente) em ordem do melhor para o menos melhor.
Vale lembrar que as avaliações são baseadas puramente na minha opinião (que deve servir para alguma coisa, afinal este blog, embora meio semimorto, acaba de completar 20 anos no ar só falando de série, uhu). Esteja totalmente à vontade para discordar nos comentários e sugerir séries que não estão aqui (só não me xinga, vai).
‘Ruptura’
A segunda temporada da série ‘Ruptura’
Divulgação
A felicidade que é ter essa série de novo numa listinha de final de ano, ai ai. A gente esperou quase três anos pela continuação da história dos caras que dividiram sua personalidade em duas para trabalhar numa empresa misteriosa, e valeu a pena. Depois do final bombástico da primeira temporada, a segunda não decepcionou nadinha, pelo contrário: foi melhor ainda, resolveu uns mistérios, criou outros e, melhor que tudo, teve a relação entre os personagens indo a um outro patamar. E, claro, ainda teve um final pra deixar a gente morta de ansiedade até o terceiro ano. Sim, vale todo o hype, vá atrás. (Apple tv)
‘The Pitt’
Uma mistura de “Grey’s Anatomy” com “E.R.” (tem até o doutor Carter!), “The Pitt” é a série médica de que a gente estava precisando. No começo parece que vai ser aquela sucessão de clichês, mas passados os primeiros episódios a série acha o tom, os personagens se desenvolvem de um jeito ótimo, tem aqueles casos médicos que mexem com a gente. Aqui, a temporada toda se passa meio em tempo real, durante um dia num pronto-socorro caótico, com direito estudantes fazendo seu primeiro plantão, uma grande catástrofe que quase leva o PS ao colapso e aqueles episódios que a gente termina de ver querendo abraçar a TV. (HBO Max)
‘Pablo e Luisão’
O elenco da série ‘Pablo e Luisão’
Divulgação/Globoplay
Tudo nesta série funciona, é impressionante. O roteiro é bom demais (baseado nas histórias reais e inacreditáveis vividas pelo comediante Paulo Vieira e sua família quando ele era criança), a direção é ótima, o elenco está tinindo e as intervenções inesperadas do próprio Paulo Vieira, versão adulta, no meio das histórias são de gargalhar. Melhor comédia brasileira desde “Os Normais”. Paulo Vieira é mesmo um gênio. (Globoplay)
‘Long Story Short ‘
A animação ‘Long Story Short’
Divulgação/Netflix
Seria uma tristeza você deixar de ver essa série só porque não curte desenho animado. Uma das melhores coisas deste ano, a nova série de Raphael Bob-Waksberg, criador da maravilhosa “Bojack Horseman”, é tocante é engraçada, ainda faz a gente ficar pensando na vida enquanto acompanha uma família judia ao longo dos anos, em acontecimentos tão banais quanto definidores. (Netflix)
‘Dying For Sex’
É uma das coisas mais bonitas e delicadas – e ainda assim bem engraçada – que eu vi nos últimos tempos. Uma mulher (Michele Williams, perfeita no papel) com câncer em estágio terminal resolve dar um fim no seu casamento burocrático e ir atrás de, pelo menos no final, ter uma vida sexual satisfatória. Apesar do câncer terminal da protagonista, não é uma série sobre morte, pelo contrário: é sobre a vida, sobre amizade, sobre ser alegre. Faz a gente chorar, lógico, mas não de tristeza. (Disney +)
‘O Ensaio ‘
É meio difícil definir essa série – que não é uma série, exatamente, é meio que um documentário, ou um docudrama, mas também um reality show musical (em que os jurados são copilotos de avião), um estudo sobre aplicativos de namoro e uma cruzada pela prevenção de acidentes aéreos. É tudo muito bizarro, mas tudo faz muito sentido. Apenas assista. (HBO Max)
‘Andor ‘
Diego Luna em cena de ‘Andor’
Divulgação
Essa série é um prequel ou uma sequência de algum filme de “Stars Wars”, acho. Não sei direito e ligo absolutamente zero para isso. E, ainda assim, a segunda temporada de “Andor” está entre as melhores coisas que eu vi em 2025. É sobre o começo da rebelião contra o Império e não é uma temporada muito facinha. Tem uns episódios lentos, talvez exija algum conhecimento do universo de Guerra na Estrelas (o qual não tenho). O negócio é: quando a série é boa, é boa demais, não dá pra largar, tem uma sequência de episódios ali que faz a gente perder o fôlego, aplaudir de pé, querer sair na rua fazendo passeata. Valeu a pena. (Disney+)
‘Dept Q’
Um policial que não segue regras (amamos) e que, depois de um evento traumático, é rebaixado de função e ganha um “departamento” para reabrir investigações de crimes nunca solucionados. Aquela série gostosa de investigação que estava faltando por aqui, sabe? (Netflix)
‘Common side effects’
Um cientista hippie descobre na selva do Peru um cogumelo mágico capaz de curar qualquer doença. Em sua busca por tentar cultivar o cogumelo, ele acaba sendo perseguido por poderosos de uma grande farmacêutica. Aquelas histórias que só conseguem ser bem contadas em uma boa animação. Imperdível. (HBO Max)
‘Slow Horses’
Uma das séries mais consistentes – no melhor dos sentidos – no ar hoje, a história dos espiões do MI5 que são rebaixados de agência chegou à quinta temporada com o mesmo humor refinadíssimo e uma investigação excelente. Não sei por que você ainda não começou a ver, mas sempre é tempo. Gary Oldman no melhor papel da carreira. (Apple tv)
‘Only Murders in the Building’
Outra série que chega à quinta temporada em sua melhor forma. A história nem precisava fazer mais sentido – um podcast feitos por três vizinhos sobre assassinatos ocorridos apenas no prédio de NY onde eles moram -, só que ainda faz. Continua divertidíssima e ainda teve um gancho ótimo para o sexto ano. Steve Martin, meu ídolo da vida, e Martin Short são a melhor dupla surgida em décadas. (Disney +)
‘Adolescência’
Cena da série ‘Adolescência’
Divulgação/Netflix
Acho até que as pessoas se emocionaram um pouco demais com essa série sobre um menino aparentemente bonzinho e pacato que é acusado de matar uma colega da escola. Em parte porque as pessoas descobriram (só agora?) que adolescentes ficam trancados no quarto sendo doutrinados em fóruns incel na internet e isso pode ser bem perigoso, e todo mundo ficou preocupado. Em parte porque todos os episódios foram filmados em plano sequência, o que realmente é um feito, tirando que o recurso funcionou para só para parte dos episódios. Mas é uma ótima minissérie, sem dúvida. (Netflix)
‘Hacks’
Mais uma, hã, veterana nesta lista, que alegria que dá. Confesso que por um tempo considerável deste quarto ano eu achei que a série tinha se perdido – o começo da temporada foi bem cansativo, com a briga entre as duas protagonistas demorando bem mais do que era preciso. Mas aí a história entrou nos eixos e terminou de uma forma meio catártica, até. Se você nunca viu, veja: a história da parceria improvável de uma comediante veterana com uma roteirista jovem é uma das melhores coisas desta década. (HBO Max)
‘Pluribus’
Rhea Seehorn em cena de ‘Pluribus’
Divulgação
Ai, gente. Talvez eu seja uma das únicas doze pessoas no mundo que não estão maravilhadas com “Pluribus”, mas honestamente eu acho que tá todo mundo fazendo uma força enorme pra ADORAR essa série. Afinal é a nova série do gênio criador de “Breaking Bad” (mas também da chatice “Better Call Saul”, não nos esqueçamos), é esteticamente linda, é rica, praticamente uma obra de arte, tirando que é… chata.
Amamos Vince Gilligan e amamos Rhea Seehorn, mas haja saco para nove episódios focando na mesma cara de “sou mal-humorada” que ela faz o tempo todo. A premissa da série é ótima – a humanidade toda é contaminada por uma espécie de vírus (não fica muito claro o que está rolando, na verdade) que deixa todo mundo compartilhando a mesma mente e um estado permanente de felicidade, com exceção de uma dúzia de pessoas pelo mundo, entre elas nossa protagonista.
Mas faltou dar uma desenvolvida no roteiro, minha gente, não dá pra ficar fazendo aquelas cenas intermináveis e gastar 50 minutos por semana para mostrar o tédio da protagonista só porque a Apple te deu um caminhão de dinheiro por episódio. Obviamente que verei a segunda temporada, quero mais é estar errada e ver essa série melhorar e ficar ótima, mas foi difícil chegar ao fim deste primeiro ano, vamos ser sinceros. (Apple tv)
‘The Lowdown’
Ethan Hawke está excelente nessa minissérie que estreou agora no finalzinho do ano, no papel de um jornalista freelancer que resolve investigar o suposto suicídio de um milionário. A série começa bem demais – um dos melhores pilotos do ano – e no meio dá umas derrapadas no roteiro, que fica meio rocambolesco, envolvendo políticos, terras indígenas, uma igreja neonazista e outras coisas mais. Mas no fim a história volta pros eixos e é uma ótima diversão, vá atrás. (Disney +)
‘Poker Face’
A segunda (e infelizmente última) temporada da série sobre a mulher (Natasha Lyone) que é um detector de mentiras ambulante foi meio irregular – teve alguns episódios bem bobinhos, mas compensou com outros episódios geniais. Tipo da série que quase ninguém vê, mas todo mundo deveria. (Globoplay)
‘#1 Happy family USA’
Uma das coisas mais divertidas do ano – embora trate de preconceito, discriminação, islamofobia e outras coisas -, essa comédia mostra a vida de uma família islâmica superadaptada à vida nos EUA até que vem… o 11 de Setembro. E aí tudo muda. (Prime Video)
‘Your friends and neighbors’
John Ham aqui faz uma espécie de Don Drapper contemporâneo (lindo, charmoso, mulherengo, infeliz, alcoólatra) que vive entre ricos e milionários e, depois de perder o emprego, começa a cometer furtos nas casas dos seus vizinhos para tentar manter o padrão de vida. Uma mistura de “Desperate Housewives” com “Breaking Bad” e pitadas de “Mad Men”, não é nenhuma genialidade mas é bem divertida. (Apple tv)
‘Too Much’
Seriezinha boa da Lena Dunham, a mente genial por trás da maravilhosa “Girls”. Casalzinho genZ, trilha sonora ótima, nada tão emocionante mas uma boa historia de amor. (Netflix)
‘Task’
Fui toda empolgada ver essa minissérie do criador da belíssima “Mare of Eastown”, e o primeiro episódio foi muito promissor, embora com a fórmula meio repetida (policial perturbado com uma tragédia na família precisa investigar um crime numa cidadezinha triste). Mas aí a história começa a focar numa gangue de motoqueiros chatíssima e violentíssima e eu quase desisti de ver. Sorte que continuei, porque o final compensou. (HBO Max)
‘The Bear’
Acho que está na hora de todo mundo admitir que não, “The Bear” não é boa. E está tudo bem. Talvez a primeira e talvez a segunda temporadas tenham sido realmente boas, todo mundo adorando ver a vida num restaurante e tal, comprando camiseta da série, mas depois disso a história ficou patinando no mesmo lugar. Ninguém aguenta mais a cara de cão abandonado do Bear, suas crises sobre o que fazer da vida, dos pratos, do restaurante, todo mundo falando ‘yes chef’ e fazendo cara de bonzinho, os diálogos ridículos de todo mundo, que nunca dizem nada, a Sydney indecisa, os primos mais idiotas da história. Simplesmente não dá mais. (Disney +)
‘The Studio’
Eu realmente não entendo o que acontece no mundo quando essa comédia bocó, no mau sentido, é premiadíssima e eleita por um monte de gente como a coisa mais engraçada do ano. E olha que eu me esforcei, eu vi a série inteira, tentando entender onde estava a genialidade. Não achei nenhuma. É uma série sobre um diretor muito atrapalhado de um estúdio de cinema e no começo de cada episódio você imagina todas as piadas que farão e no fim do episódio você vê que estava certa: só obviedades, só clichês, só piadas totalmente bobas (com referências ao mundo do cinema, o que não exatamente é um chamariz pra mim). (Apple tv)
‘White Lotus’
O bom de não se esperar nada de uma série é que você não fica decepcionada quando a temporada é esse abacaxi que foi. Achei ok até. (HBO Max)
Além disso, eu vi, ou tentei ver:
“Chesperito” (HBOMax): acho que ninguém no mundo ama “Chaves” e “Chapolin” mais que eu, mas a série biográfica do gênio por trás das melhores coisas do audiovisual mundial é um pouco cansativa e às vezes meio cafoninha (como quando o Roberto Bolaños tem uns insights que virariam tiradas no futuro). Mas é uma produção caprichada.
“Etoile” (Prime Video): quem já acompanhou este blog sabe o quanto eu amo uma série da Amy Sherman-Palladinof (“Gilmore Girls”). Mas essa série sobre duas companhias de balé, uma de Nova York e outra de Paris, deu uma cansada, apesar do texto ótimo, do elenco idem e das belíssimas cenas de dança. Não rolou. E foi cancelada.
“Nobody Wants This” (Netflix): depois de ser eleita a série mais fofa do ano passado, a segunda temporada da história de amor entre um rabino e uma podcaster voltou e é apenas mediana. Ainda assim vale assistir.
“The Beast in Me” (Netflix): eu amo a dupla de protagonistas (Mathews Rhys e Claire Danes), mas chegou um momento em que eu me perguntei por que eu estava gastando tantas horas com uma história tão chata – na verdade eu acho que só vi três episódios, mas pareceu uma eternidade.
“Last of Us” (HBO Max): vi a primeira temporada, curti até, mas a segunda não me pegou. Assisti ao tal episódio bombástico e larguei. A vida é curta pra ficar presa numa série só pelo hype (e séries de videogame me irritam porque as pessoas precisam ficar andando pra algum lugar o tempo todo).
“Uma Família Perfeita” (Disney +): a primeira incursão de Ellen Pompeo em uma série pós-“Grey’s Anatomy” não deu não. Chatona.
“As quatro estações do ano” (Netflix): nada me dói mais na vida que não gostar de algo da minha ídola Tina Fey, a mente brilhantes por trás de “30 Rock”, mas eu simplesmente esqueci de continuar a ver. Casais de meia idade e suas vidas. Talvez eu volte para terminar, afinal é a Tina Fey.
“Paradise” (Netflix): uma cidade construída para abrigar o que sobrou da raça humana após uma catástrofe no planeta. E aí é tudo tão clichê, todo mundo é tão canastrão que eu nem lembrei de voltar para ver o episódio final.
“Alien Earth” (Disney +) : alguém me falou que essa série era genial e eu fui ver e é o pior piloto que eu vi no ano.
“Black Mirror” (Netflix) – nossa, nem lembrava mais que tinha tido temporada este ano. Lembro que o episódio do Paul Giamatti é demais, não lembro do resto. Talvez porque eu não tenha visto. “Black Mirror” já deu o que tinha que dar, acho.
Então é isso. Ano que vem a gente volta. Feliz ano novo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ana Castela e Zé Felipe anunciam fim do namoro


Ana Castela e Zé Felipe lançam o single ‘Sua boca mente’
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Ana Castela e Zé Felipe anunciaram o fim do namoro na noite desta segunda-feira (29). O relacionamento começou após o cantor encerrar o casamento com Virginia Fonseca e a sertaneja terminar com Gustavo Mioto.
O término foi comunicado por Zé Felipe em suas redes sociais. Na publicação, ele agradeceu pelo tempo juntos e afirmou que a decisão não ocorreu por briga.
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“Venho por meio desta mensagem comunicar que o meu relacionamento com a Ana chegou ao fim. Sou grato por tudo o que vivemos juntos. Aprendi muito com ela, coisas que eu não fazia há muito tempo. Eu e minha família temos um grande carinho pela família Castela. Sou muito grato por ter tido como sogros Michelle e Rodrigo; vocês fazem parte da minha vida. Assim como Dorico, Duda e Vetuche. Vocês sempre podem contar comigo para tudo. Amo vocês.”
Zé Felipe reforçou que ainda ama Ana e pediu compreensão do público:
“Nosso término não foi por briga. Conversamos e vimos que o melhor era cada um seguir o seu caminho em busca de nossos objetivos individuais. Desejo a ela toda a felicidade do mundo. Sei que na internet criam verdades que não existem, e sei o quanto isso pesa para a Ana e para a família dela. Se forem inventar mentiras, falem de mim, porque tô f**-se. Peço a compreensão e o respeito de todos neste momento.”
Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:

Fonte: G1 Entretenimento

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Grupo Roupa Nova entra em 2026 em navio e com EP em que cada integrante assina uma das seis canções inéditas


O grupo Roupa Nova lança o EP ‘Nossas canções’ na sexta-feira, 2 de janeiro
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♫ NOTÍCIA
♬ Em cena desde 1980, o Roupa Nova entra em 2026 com a agenda cheia, com shows já anunciados até março. A atividade da banda já começa no primeiro dia útil do ano novo, 2 de janeiro.
Na sexta-feira, o grupo carioca embarca no Navio Roupa Nova, que parte de Santos (SP) tendo o sexteto como principal atração de cruzeiro que vai até 5 de janeiro, e lança o EP Nossas canções com repertório autoral e inédito.
O título Nossas canções alude ao fato de que as novas composições são mesmo deles, os integrantes do Roupa Nova. Cada uma das seis músicas do EP traz a assinatura de um membro do grupo.
As duas primeiras canções – Teu olhar e O recado, ambas já previamente lançadas em singles – são respectivamente da lavra do vocalista e baterista Serginho Herval e de Luiz Fernando Oliveira, o baixista Nando.
O lote de novidades do EP Nossas canções inclui Ingratidão (música do tecladista Ricardo Feghali), O amor é sempre assim (composição do também tecladista Cleberson Horsth), Uma paixão (canção de Eurico Pereira, o guitarrista Kiko) e Coisas da alma (música de Fábio Nestares).
Fábio Nestares é o vocalista e percussionista que, desde junho de 2021, assumiu oficialmente as funções de Paulo César dos Santos (6 de setembro de 1952 – 14 de dezembro de 2020), o Paulinho, cantor falecido há cinco anos.
O EP Nossas canções é o primeiro disco de repertório inédito do Roupa Nova desde o álbum As novas do Roupa, de 2019.
Capa do EP ‘Nossas canções’, do grupo Roupa Nova
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Cecilia Giménez, idosa que restaurou ‘Ecce Homo’, morre aos 94 anos, diz jornal

Cecilia Giménez, idosa que restaurou ‘Ecce Homo’, morre aos 94 anos.
Reportagem em atualização

Fonte: G1 Entretenimento

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França debate como homenagear Brigitte Bardot entre seu legado e suas polêmicas


Brigitte Bardot, estrela mundial do cinema, morre aos 91 anos
Os políticos franceses mostraram-se divididos nesta segunda-feira (29) sobre como prestar homenagem a Brigitte Bardot, lenda do cinema que despertou polêmica nos últimos anos de vida por suas opiniões de extrema direita.
A estrela de cinema morreu no domingo, aos 91 anos, em sua casa no sul de França. Meios de comunicação de todo o mundo publicaram imagens icônicas da atriz e homenagens após o anúncio.
Bardot ficou famosa em 1956 com o filme “E Deus Criou a Mulher” e participou de quase 50 filmes, mas deixou o cinema em 1973 para se dedicar à defesa dos direitos dos animais.
No entanto, seus vínculos com a extrema direita despertaram polêmica. Bardot foi condenada cinco vezes por discurso de ódio, principalmente contra muçulmanos, mas também contra os habitantes da ilha francesa de Reunião, a quem descreveu como “selvagens”.
Bardot faleceu antes do amanhecer de domingo, com o seu quarto marido, Bernard d’Ormale – antigo assessor da extrema direita – ao seu lado.
“Sussurrou uma palavra de amor a ele (…) e partiu”, declarou Bruno Jacquelin, representante da sua fundação para os animais, ao canal de televisão BFM.
“Cinismo”
Atriz Brigitte Bardot abandonou carreira de atriz para se dedicar à defesa dos animais
Reuters/File photo
O presidente francês, Emmanuel Macron, elogiou a atriz como uma “lenda” do cinema do século XX que “encarnou uma vida de liberdade”.
Figuras da extrema direita estiveram entre as primeiras a lamentar sua morte. Marine Le Pen, cujo partido Reagrupamento Nacional (RN) lidera as pesquisas de intenção de voto, a chamou de “incrivelmente francesa: livre, indomável, íntegra”.
Bardot apoiou Le Pen nas eleições presidenciais de 2012 e 2017, e a descreveu como uma “Joana d’Arc” moderna, de quem esperava que pudesse “salvar” a França.
O conservador Eric Ciotti sugeriu um funeral nacional, como o organizado em 2017 para a lenda do rock francês Johnny Hallyday, e criou uma petição online que, nesta segunda-feira, contava com pouco mais de 7.000 assinaturas.
No entanto, poucos políticos de esquerda se pronunciaram sobre a morte de Bardot.
“Brigitte Bardot foi uma figura de destaque, um símbolo de liberdade, rebeldia e paixão”, declarou à rádio Europe 1 o deputado do Partido Socialista Philippe Brun.
“Sua perda nos entristece”, afirmou, acrescentando que não se opunha a uma homenagem nacional. Mesmo assim, mencionou suas opiniões políticas controversas. “Quanto aos seus compromissos políticos, haverá tempo suficiente, nos próximos dias, e semanas, para falar deles”, disse.
O líder do Partido Comunista, Fabien Roussel, qualificou Bardot como uma figura divisiva. Mas “todos concordamos que o cinema francês criou BB e que ela o fez brilhar em todo o mundo”, escreveu no X.
A deputada ecologista Sandrine Rousseau foi mais crítica. “Comover-se com o destino dos golfinhos, mas permanecer indiferente à morte de migrantes no Mediterrâneo… que nível de cinismo é esse?”, ironizou na rede social BlueSky.
Enterro sem “uma multidão de idiotas”
A atriz francesa Brigitte Bardot em manifestação de ativistas pelos direitos dos animais em frente ao prédio do Conselho Europeu em Bruxelas
Reuters
Bardot disse que queria ser enterrada em seu jardim com uma simples cruz de madeira, assim como seus animais, e que queria evitar “uma multidão de idiotas” no funeral. Esse tipo de enterro é possível na França se as autoridades permitirem.
A prefeitura de Saint-Tropez, no entanto, anunciou que ela será sepultada em um cemitério marítimo local, onde seus pais foram enterrados, mas não revelou uma data.
Os parentes de Bardot começaram a preparar o funeral, segundo uma fonte próxima da família.
Nascida em 28 de setembro de 1934 em Paris, Bardot cresceu em uma família católica tradicional e abastada. Casou-se quatro vezes e teve um filho, Nicolas-Jacques Charrier, com seu segundo marido, o ator Jacques Charrier.
Após deixar o cinema, Bardot refugiou-se em sua casa em Saint-Tropez para se dedicar à defesa dos direitos dos animais.
“Sou muito orgulhosa do primeiro capítulo da minha vida”, declarou à AFP em 2024, antes de completar 90 anos. “Ganhei fama, e essa fama me permite proteger os animais, a única causa que realmente me importa”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Beyoncé é oficialmente uma bilionária, afirma Forbes


Beyoncé.
Chris Pizzello/AP
Beyoncé se tornou oficialmente bilionária em 2025, afirma a revista Forbes. A cantora é a quinta musicista a alcançar esse patamar, ao lado do marido Jay-Z, além de Taylor Swift, Bruce Springsteen e Rihanna.
Segundo a revista, embora tenha diversificado seus negócios com marcas como a linha de cuidados capilares Cécred, o uísque SirDavis e a grife Ivy Park (encerrada em 2024), a maior parte da fortuna da cantora vem da música.
A Forbes inclui os direitos do catálogo musical e a alta rentabilidade de suas turnês como as principais fontes de receita de Beyoncé.
A cantora fez duas turnês de grande porte nos últimos dois anos, com produção própria, o que ampliou suas margens de lucro. Com a última, Cowboy Carter Tour, arrecadou mais de US$ 400 milhões em ingressos e cerca de US$ 50 milhões em produtos vendidos nos shows, segundo estimativas da Pollstar e da “Forbes”.
Somando turnês, catálogo musical e contratos publicitários, faturou cerca de US$ 148 milhões em 2025, tornando-se a terceira musicista mais bem paga do mundo.
Os bilionários brasileiros em 2025, segundo a Forbes

Fonte: G1 Entretenimento

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Brigitte Bardot será sepultada no cemitério marítimo de Saint-Tropez


Brigitte Bardot, estrela mundial do cinema, morre aos 91 anos
Brigitte Bardot será sepultada no cemitério marítimo de Saint-Tropez, no sul da França, segundo informações da AFP. De acordo com a agência, apesar de divulgarem o local do sepultamento, as autoridades locais ainda não informaram a data.
Ícone do cinema e ativista dos direitos dos animais, a atriz francesa morreu neste domingo (28) aos 91 anos, em sua casa, em Saint-Tropez, no sul da França.
A informação foi confirmada pela Fundação Brigitte Bardot, que era presidida pela atriz. A causa da morte não foi divulgada.
Construído no final do século XVIII, o cemitério está voltado para o mar e tem vista para o Mar Mediterrâneo, em meio a hortênsias e tamariscos. O local abriga túmulos de personalidades como os pintores Paul Signac, Henri Manguin e André Dunoyer de Ségonzac.
Brigitte Bardot foi hospitalizada em outubro deste ano em Toulon para passar por uma cirurgia, mas teve alta no mesmo mês.
Nascida em 28 de setembro de 1934, em Paris, ela se tornou, ainda jovem, uma das figuras mais reconhecidas do cinema mundial.
Seu papel em “E Deus Criou a Mulher” (1956), dirigido por seu então marido Roger Vadim, a consagrou como um símbolo de sensualidade e liberdade que ajudou a moldar a cultura pop da década de 1960.
No longa-metragem, a atriz dança mambo descalça, com o cabelo solto sobre uma mesa e com a saia aberta até a cintura, cena que provocou escândalo na época.
O filme chegou a ser censurado em Hollywood, mas consolidou Bardot como símbolo sexual.
Foi nesse período que a atriz passou a influenciar não apenas o cinema, mas também a moda e o comportamento. O cabelo loiro platinado, propositalmente desalinhado, e o delineado preto marcante nos olhos se tornaram sua assinatura estética, copiada por mulheres em diferentes países.
Brigitte Bardot concede uma entrevista coletiva em dezembro de 1965 em Hollywood para o filme “Viva Maria!”, dirigido por Louis Malle (ao fundo).
AFP
Ao longo de sua carreira, Bardot estrelou cerca de 50 filmes e também teve atuação como cantora e modelo, tornando-se uma das artistas mais fotografadas e comentadas de sua geração.
Nos anos 1960, consolidou seu prestígio artístico com atuações em dois clássicos: “A Verdade” (1960), de Henri-Georges Clouzot, e “O Desprezo” (1963), de Jean-Luc Godard.
Também participou de produções como “Viva Maria!” (1965), de Louis Malle, ao lado de Jeanne Moreau, “O Repouso do Guerreiro” (1964), novamente com Vadim, e “As Petroleiras” (1971), em que contracenou com Claudia Cardinale.
Bardot nasceu em uma família burguesa e teve uma formação artística precoce. Aos 13 anos, iniciou os estudos de balé clássico e, aos 15, passou a trabalhar como modelo — trajetória que abriu caminho para sua entrada no cinema.
No vídeo abaixo, relembre papéis icônicos da atriz francesa.
Relembre papéis icônicos de Brigitte Bardot
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A persona pública de Brigitte Bardot extrapolava a arte.
Desde cedo, ela chamou atenção por desafiar convenções sociais: apareceu de biquíni no Festival de Cannes em 1953 e, anos depois, compareceu ao Palácio do Eliseu usando calças, em um período em que mulheres eram esperadas em saias ou vestidos em eventos oficiais.
A atriz teve quatro maridos: Roger Vadim, Jacques Charrier, o milionário Gunter Sachs e o industrial Bernard d’Ormale, seu companheiro até os últimos dias.
Ela também se envolveu com atores como Jean-Louis Trintignant e Sami Frey; e músicos como Gilbert Bécaud, Serge Gainsbourg e Sacha Distel.
Essa sucessão de relacionamentos, vivida sem discrição e sem pedido de desculpas, contribuiu para que Bardot fosse vista como símbolo de autonomia feminina em plena revolução sexual.
A pensadora feminista Simone de Beauvoir resumiu o incômodo que ela provocava: “Ela faz o que lhe agrada, e é isso que perturba”.
Em 1967, Bardot iniciou uma carreira paralela como cantora, com relativo sucesso. Em parceria com Serge Gainsbourg, gravou músicas que se tornaram populares na França, como “Harley Davidson” e “Bonnie and Clyde”.
Bardot se afastou das telas ainda em 1973, aos 38 anos, para dedicar sua vida à causa animal. Fundou a Fundação Brigitte Bardot, que passou a ser referência internacional na luta contra a crueldade e exploração de animais, mobilizando recursos e campanhas em diversos países.
“Tenho muito orgulho da primeira parte da minha vida, que foi um sucesso e que agora me permite ter uma fama mundial, que me ajuda muito na proteção dos animais”, declarou a artista, em 2024, à agência de notícias France Presse.
Ao ser questionada em outra ocasião sobre que atriz poderia interpretá-la em um filme, foi direta: “Nenhuma. Não há uma capaz de fazê-lo”. E acrescentou: “O que falta? Minha personalidade”.
A atriz francesa Brigitte Bardot é fotografada no set do filme “Se Don Juan Fosse Mulher”, dirigido por Roger Vadim, em Estocolmo, em 4 de agosto de 1972
AFP
Vida pessoal sob os holofotes
Sua vida pessoal foi intensamente acompanhada pela imprensa e se tornou parte central de sua imagem pública.
Perseguida por centenas de fotógrafos, Bardot perdeu a totalmente a sua privacidade, inclusive durante o parto de seu filho, em 1960.
“A histeria que me cercava era uma loucura. A sala de parto instalada na minha casa, os fotógrafos atrás das janelas, os que se disfarçavam de médicos”, contou anos depois.
“Associei o nascimento do meu filho a esse trauma”, confessou, ao falar sobre a relação com seu único filho, Nicolas, criado pelo pai, o ator Jacques Charrier.
Bardot entregou o filho aos cuidados do pai logo cedo e, mais tarde, afirmou que vivia um quadro de depressão crônica e não estava preparada para as responsabilidades da maternidade.
“Naquela época, eu buscava raízes”, disse em uma entrevista. “E não tinha nenhuma para oferecer.”
Declarações polêmicas
Entre 1997 e 2008, Brigitte Bardot foi multada seis vezes pela Justiça francesa por causa de seus comentários, especialmente os dirigidos à comunidade muçulmana da França.
Remy de la Mauviniere/AP
Declarações públicas de Bardot sobre imigração, islamismo e homossexualidade a levaram a uma série de condenações por incitação ao ódio racial.
Entre 1997 e 2008, ela foi multada seis vezes pela Justiça francesa por causa de seus comentários, especialmente os dirigidos à comunidade muçulmana da França, destacou a agência de notícias Reuters.
Em um dos casos, um tribunal de Paris a condenou a pagar uma multa de 15 mil euros por descrever os muçulmanos como “essa população que está nos destruindo, destruindo o nosso país ao impor seus costumes”.
Em 1992, ela se casou com Bernard d’Ormale, ex-conselheiro da legenda de extrema direita Frente Nacional, e mais tarde passou a apoiar publicamente os sucessivos líderes do partido, Jean-Marie Le Pen e sua filha, Marine Le Pen. Bardot chamou esta última de “a Joana d’Arc do século 21”.
Questionada pelo canal francês BFM TV, em maio de 2025, se ela se considerava um símbolo da revolução sexual, ela respondeu:
“Não, porque antes de mim muitas coisas ousadas já tinham acontecido — não esperaram por mim. O feminismo não é a minha praia; eu gosto de homens.”
Na mesma entrevista, ela foi perguntada sobre com que frequência refletia sobre sua carreira no cinema.
“Eu não penso nisso”, disse, “mas também não rejeito, porque é graças a ela que sou conhecida no mundo inteiro como alguém que defende os animais.”
Relembre a trajetória de Brigitte Bardot, que morreu aos 91 anos
Paixão pelo Brasil
Brigitte Bardot durante visita ao Brasil em 1964
Estadão Conteúdo/Arquivo
Em 1964, Brigitte Bardot passou uma temporada no Brasil em busca de anonimato. Após desembarcar no Rio de Janeiro e negociar com a imprensa alguns dias de tranquilidade, seguiu para Armação dos Búzios, então um vilarejo de pescadores sem infraestrutura.
Encantada com o isolamento, permaneceu no local por cerca de três meses e retornou no fim do mesmo ano.
Décadas depois, a atriz descreveu a experiência como um período de vida simples, longe dos holofotes. Sua passagem por Búzios teve impacto duradouro: o local ganhou projeção internacional e se transformou em destino turístico.
Em sua homenagem, a cidade criou a Orla Bardot e instalou uma estátua da atriz, que se tornou ponto turístico. Apesar disso, Bardot lamentava as transformações do balneário ao longo dos anos.
Brigitte Bardot durante visita ao Brasil em 1964
Estadão Conteúdo/Arquivo
Brigitte Bardot marcou era no cinema mundial e se tornou um símbolo de beleza
AP Photo/File
Brigitte Bardot morre aos 91 anos

Fonte: G1 Entretenimento

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Retrospectiva 2025 – Gilberto Gil dá ótima resposta ao tempo rei em turnê que se destacou na temporada nacional


Gilberto Gil resume mais de 60 anos de carreira no roteiro do show ‘Tempo rei’, calcado em sucessos do período 1965-1985
Reprodução / Facebook Gilberto Gil
♫ RETROSPECTIVA 2025
♬ 2025 foi um ano de emoções extremas para Gilberto Gil . Na vida pessoal do artista, o ano ficará marcado pela dor da morte da filha Preta Gil (1974 – 2025) em 20 de julho. Trinta e cinco anos após ter enterrado o filho Pedro Gil (1970 – 1990), falecido aos 20 anos em acidente de carro, o artista vivenciou novamente a dor de perder um filho.
No plano profissional, contudo, o cantor, compositor e violonista baiano teve um ano de alegrias com a turnê Tempo rei.
Última apresentação de Preta Gil foi ao lado do pai Gilberto Gil da turnê “Tempo Rei”
Iniciada em 15 de março em Salvador (BA), cidade natal do artista de 83 anos, e ainda em curso pelo Brasil e pela América do Sul, com apresentações agendadas até março de 2026, a última grande turnê de Gil se destacou em temporada nacional concorrida, marcada por shows grandiosos, moldados para arenas e estádios.
Ao longo de duas horas, com a chama acesa pelo fogo sagrado do palco, Gil mostrou que já transcende o tempo ao seguir roteiro calcado em sucessos amealhados pelo cantor entre 1965 e 1985, período de 20 anos que concentra a produção áurea do compositor.
Além dos hits, mote de roteiro concebeu para celebrar a obra magistral do artista, a turnê Tempo rei também gerou notícia pelas aparições de convidados a cada apresentação. Sem aviso prévio, Gil recebeu no palco nomes do porte de Roberto Carlos, Marisa Monte, Caetano Veloso, Chico Buarque – presença bissexta em shows alheios – e, claro, a filha Preta.
A última aparição de Preta Gil em um palco foi ao lado do pai, em 26 de abril, dia em que cantaram Drão (1982) – canção composta por Gil para a mãe de Preta, Sandra Gadelha – em apresentação da turnê Tempo rei na cidade de São Paulo (SP). Em dezembro, a turnê ancorou em alto mar, como atração principal do cruzeiro temático do Navio Tempo rei.
Enfim, driblando as dores e reveses da vida, Gil deu bela resposta ao tempo rei ao longo de 2025.
Maria Bethânia festeja 60 anos de carreira com show à altura do histórico da intérprete nos palcos
Rodrigo Goffredo
♪ Na seara dos shows de artistas do Brasil, além de Gilberto Gil, outros grandes nomes da música brasileira também brilharam nos palcos.
Seis meses após encerrar turnê com Caetano Veloso, iniciada em agosto de 2024 em rota que conduziu os irmãos para arenas e estádios do Brasil, Maria Bethânia estreou em setembro o show comemorativo dos 60 anos de carreira, apresentando espetáculo à altura do histórico da intérprete nos palcos.
Imperativa e majestosa, como de hábito, Bethânia seduziu os súditos, com direito a ótimas músicas inéditas do casal Rita Lee (1947 – 2023) & Roberto de Carvalho e de Xande de Pilares (em parceria com Paulo César Feital) no roteiro construído com inteligência, sem hits e obviedades. Bethânia gravará o show em janeiro, no Rio de Janeiro (RJ), para lançamento de álbum ao vivo e registro audiovisual.
Em outubro, foi a vez de Marisa Monte estrear a turnê Phonica, enquadrando sucessos na moldura de orquestra sinfônica sem perder o apelo pop e sem resvalar para a austeridade que rege os concertos. Phonica tem circulado por arenas e estádios e entra em 2026 com datas já agendadas em cidades do Nordeste do Brasil.
Sob a direção de Jorge Farjalla, Vanessa da Mata também brilhou no show Todas elas, mostrando espantosa evolução vocal, a ponto de cantar ária de ópera com propriedade.
Já Caetano Veloso criou vigoroso show para o alentado circuito dos festivais – onde a Orquestra Imperial estreou o show em que presta excelente tributo a Erasmo Carlos (1941 – 2022) – enquanto Ivan Lins festejou 80 anos com show retrospectivo, Flávio Venturini repassou páginas de um livro bom no show Minha história e João Bosco alimentou saudades e esperanças do Brasil no sabor tupi do show Boca cheia de frutas.
Vanessa da Mata mostra grande evolução vocal no show ‘Todas elas’
Divulgação
Fora da rota das grandes casas, foi feliz quem testemunhou a exuberância de Marcos Sacramento no show de lançamento do álbum Arco, quem assistiu ao show Afim de Zé Ibarra (confirmação em cena do acerto do homônimo álbum solo), quem viu Alice Caymmi cantar o repertório de Nana Caymmi (1941 – 2021) nos tons e na vibração da tia imortal, quem presenciou a apoteose de Ilessi no show de lançamento do álbum Atlântico negro e quem viu Ayrton Montarroyos e o violonista João Camarero pulsarem afinados no compasso das “músicas do coração” de show em duo.
Sem falar no encontro de Assussena com o mesmo João Camarero, no banho de felicidade dado por Fátima Guedes no show Sete chuvas, no santo que baixou em Mariene de Castro no show Dona da casa, na retrospectiva de Roberta Sá no show Tudo que cantei sou, no refinado Choro das águas de Zizi Possi e na celebração de Kleiton & Kledir pelos 50 anos de carreira, entre outros belíssimos shows que ficarão nas memórias de quem os viu.
Enfim, o pulso da MPB ainda pulsa nos palcos do Brasil, dando bela resposta coletiva ao tempo rei.

Fonte: G1 Entretenimento

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Olodum e BaianaSystem reforçam a conexão em single de ginga alicerçada pela batida matricial do samba-reggae


Capa do single ‘Ginga Olodum’, do Olodum com a BaianaSystem
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Ginga Olodum – single gravado pelo grupo afro de Salvador (BA) com a BaianaSystem e lançado na sexta-feira, 26 de dezembro – reforça a conexão entre essas duas potências rítmicas da capital da Bahia.
Aposta do grupo afro para o verão de 2026, a música Ginga Olodum foi composta há dois anos na edição de 2023 do Festival de Música e Artes Olodum (Femadum) com autoria creditada a Victor Badaró, Mestre João do Morro e Russo Passapusso.
A versão de Ginga Olodum ora apresentada neste inédito single é sustentada por batida de samba-reggae – gênero desenvolvido por Neguinho do Samba (1955 – 2009), saudado na letra – e turbinada pela guitarra baiana (a cargo de Roberto Barreto) e pelos beats da BaianaSystem.
Quem canta a música são os vocalistas Lazinho, Lucas Di Fiori e Russo Passapusso. Lucas Di Fiori, Pugah, Seko Bass e Titoxossi assinam a produção musical do single, gravado sob direção musical de Pugah.
Cabe lembrar que Olodum e BaianaSystem já dividiram o palco no show Olodumbaiana, uma das atrações mais aclamadas da edição de 2023 do Festival de Verão de Salvador. O encontro foi perpetuado no álbum OlodumBaiana – Ao vivo na Bahia, lançado em fevereiro daquele ano de 2023, e refeito para a programação do Rock in Rio 2024.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Como Eu Era Antes de Você’ só terminou de ser escrito por incentivo de Sophie Kinsella, morta neste mês: ‘Eu estava deprimida e sem dinheiro’, diz Jojo Moyes


Capas dos livros ‘Como eu era antes de você’ e ‘Depois de você’, de Jojo Moyes, best-sellers de 2016.
Divulgação/Intrínseca
O best-seller “Como Eu Era Antes de Você” (“Me Before You”, no título original, em inglês), que vendeu mais de 15 milhões de cópias no mundo desde 2012, correu o risco de nunca ser finalizado ou publicado, contou a escritora da obra, a britânica Jojo Moyes, em entrevista à BBC Radio 4.
Foi após o incentivo de outra autora de sucesso, Sophie Kinsella, morta no início deste mês, que Moyes decidiu retomar o romance, interrompido após cerca de 20 mil palavras redigidas (aproximadamente 100 páginas na versão impressa).
“Encontrei minha amiga Sophie e almocei com ela. Eu estava sem dinheiro e bastante deprimida, achando que minha carreira como escritora estava chegando ao fim”, disse Moyes. “Contei a ela a história que tinha começado a escrever. Ela olhou para mim e disse: ‘Você precisa escrever esse livro, você sabe disso. Precisa.”
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Quando Jojo Moyes voltou para casa após o encontro, ainda recebeu uma ligação do marido de Kinsella. “Ele falou: ‘soube do seu livro e também acho que você deveria terminá-lo’.”
📖”Como Eu Era Antes de Você” relata a história de Louisa Clark, uma jovem da classe trabalhadora que passa a cuidar de Will Traynor, um homem rico que fica tetraplégico após um acidente de motocicleta. O livro tornou-se um sucesso mundial e foi adaptado para o cinema em 2016, com Emilia Clarke e Sam Claflin nos papéis principais.
➡️Sophie Kinsella, cujo nome verdadeiro era Madeleine Sophie Wickham, foi diagnosticada com um câncer cerebral agressivo em 2022 e morreu no início deste mês, aos 55 anos. Ela escreveu sucessos como a série “Os Delírios de Consumo de Becky Bloom”, “Lembra de mim?” e “Minha vida não tão perfeita”.
“Eu a amo por diversas razões, e essa [conversa] é uma delas”, declarou Jojo Moyes à BBC.
Sophie Kinsella, autora de ‘Delírios de Consumo de Becky Bloom’
Reprodução/Instagram
Jojo Moyes fala sobre sua obra ‘Como Eu Era Antes De Você’

Fonte: G1 Entretenimento