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Almodóvar pensa os limites da criação em ‘Natal Amargo’, filme ‘truncado’ e pouco cativante; g1 já viu


Cena de “Natal Amargo”, novo filme do cineasta espanhol Pedro Almodóvar, que reflete sobre o fazer artístico e os limites da criação.
Divulgação.
Almodóvar vira a câmera para si mesmo, de novo.
Em seu 24º longa-metragem, “Natal Amargo”, o diretor espanhol de 76 anos faz o seu regresso ao castelhano após dois anos do lançamento de “O Quarto ao Lado”, filme falado em inglês com Julianne Moore e Tilda Swinton.
“Natal Amargo” fez a sua estreia internacional na seleção oficial do 79º Festival de Cannes, na última terça-feira (19). O filme chega aos cinemas brasileiros em 28 de maio.
Ao voltar à sua língua nativa e à Espanha — cenário de toda a sua filmografia —, o cineasta coloca suas memórias e a própria carreira no divã, em uma espécie de inflexão autobiográfica.
A promessa e a premissa que cercavam o projeto eram grandes: este seria o filme em que ele seria mais cruel consigo mesmo, segundo entrevistas. Uma obra em que o diretor estava disposto a entrar em um tribunal contra si próprio. A ideia era essa, o resultado…no mucho.
Filme dentro do filme
O longa acompanha a história de dois cineastas obcecados por trabalho: Elsa (vivida por Bárbara Lennie) e Raúl (interpretado por Leonardo Sbaraglia), que pode ser “lido” como um alter ego de Almodóvar.
Elsa é uma diretora que, por não ter alcançado sucesso nas telas, acabou enveredando para o mercado publicitário. Perdeu a mãe há cerca de um ano e tenta elaborar o luto em meio a crises de enxaqueca, de ansiedade, uma briga com uma amiga (Victoria Luengo) e o namoro com um bombeiro-stripper (Bonifácio, interpretado por Patrick Criado).
Raúl, por outro lado, é um realizador de prestígio que se encontra num limbo criativo. Ele tenta dar vida a um novo roteiro “inspirado” nas histórias e nos amores da sua assistente, Mônica (Aitana Sánchez-Gijón), enquanto deixa a vida pessoal completamente de lado.
Essa metalinguagem sobre o fazer artístico não é novidade em sua filmografia. Almodóvar já a explorou antes em obras como “A Lei do Desejo” (1987), “Má Educação” (2004) e “Dor e Glória” (2019), que também traziam cineastas como os grandes protagonistas de suas próprias dores.
A grande brincadeira desta vez é que estamos diante de criador e criatura, tudo de uma vez. A jornada de Elsa é a própria ficção sendo moldada pela mente de Raúl, em uma dinâmica que nos coloca assistindo a um filme dentro de outro.
E é aí onde o negócio aperta: as duas narrativas vão correndo em paralelo, saltando entre 2004 e 2026, transformando um personagem em outro, às vezes até um personagem em dois. Tudo de maneira bastante “truncada”.
O espectador precisa fazer esforço para não se perder e conseguir entender, nesse grande jogo de espelhos, quem é quem. Que ou quais personagens estão inspirando quem. E mais: o quanto do próprio Almodóvar está ali.
“Natal Amargo”, novo filme do cineasta espanhol Pedro Almodóvar, chega aos cinemas brasileiros em 28 de maio.
Divulgação
Irônico e bonito de ver
O filme entrega exatamente o que se espera de um “almodrama” (termo usado pelo escritor cubano Guillermo Cabrera Infante para descrever um melodrama de Almodovar) em termos de estética: enquadramentos belíssimos, direção de arte primorosa.
Como espectador, você está sempre numa ânsia de ver o próximo cenário. Hipnotizado pelas garrafas azuis, pelas poltronas amarelas, pelos casacos vermelhos. Tudo está no lugar. Nada sobra.
O diretor também mostrou que não perdeu a mão para dosar o drama com pitadas de humor aqui e ali. Como quando a assistente e fiel escudeira Mônica joga uma provocação a Raúl (ou seria ao próprio Almodóvar?): “Sai de casa um pouco! Você já fez seus melhores filmes, pode viver somente do seu prestígio agora”.
E ainda dá outras piscadelas para o espectador, mais adiante: “Por que não cede e faz filme para streaming? A Netflix é doida por você há anos”. Raúl não dá o braço a torcer e nega.
Corajoso ao tentar ser melhor do que já foi
Ao longo de toda a trama, Almodóvar coloca na boca dos seus personagens reflexões com as quais ele próprio tem se deparado ao longo da sua trajetória: o medo da decadência, a falta de criatividade, a dificuldade de encontrar novas histórias, o desafio de ser melhor do que já se foi um dia.
O filme também levanta uma outra questão, interessantíssima: até que ponto um artista tem o direito de usar a vida alheia para fabricar suas obras?
Na sinopse oficial da trama, o protagonista é descrito como alguém “capaz de vender a alma ao diabo desde que continue a ver a linha vertical, o cursor piscante do computador, vivo, que o levará a escrever uma história que nem ele mesmo conhece e pela qual está disposto a tudo”.
Diante de todos esses embates, a vida real parece sempre desmontar o controle do cineasta.
E há de se reconhecer: Almodóvar é ousado ao propor esse tipo de reflexão sobre o que fez de si mesmo ao longo de sua vida, jogando luz sobre o tipo de arte que produziu e, principalmente, qual foi o custo humano dessa criação.
Pôster em português de “Natal Amargo”, novo filme de Almodóvar.
Divulgação
Honesto, pero no mucho
Ele derrapa, no entanto, ao não ir até as últimas consequências. A sensação que fica é a de que o diretor espanhol, ainda assim, escolheu a dedo os melhores recortes e os questionamentos para os quais ele já teria respostas confortáveis para dar.
Não se trata de cobrar que o cineasta faça uma sessão pública de terapia ou se autoflagele na frente da tela, mas veja: a expectativa foi criada por ele mesmo.
Os cineastas (Raúl, Elsa e o próprio diretor espanhol) admitem, de fato, estar penando para encontrar uma nova história que lhes devolva o tesão e o prazer de filmar.
Mas os três estão colocados na trama como pessoas que estão escrevendo não porque sabem o que querem dizer, mas sim, porque precisam descobrir.
Ao se esquivar do mergulho profundo que ele mesmo propôs, o diretor entrega um exercício de metalinguagem que carece de mais honestidade. Não tem como não notar.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Com Anitta no time de intérpretes e o duo Tropkillaz na coprodução, ‘Goals’ põe funk, pop e afrobeat em campo


Anitta divide o canto da música ‘Goals’ com o cantor nigeriano Rema e a rapper tailandesa Lisa
Divulgação
♫ CRÍTICA DE SINGLE
Título: Goals
Artistas: Anitta, Lisa, Rema
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ O duo paulistano Tropkillaz fez bem em reivindicar publicamente os créditos como coprodutor da gravação de “Goals”. música lançada hoje, 21 de maio, em single que faz parte do álbum produzido pela Fifa com a trilha sonora oficial da Copa do Mundo de 2026.
Na gravação que junta Anitta com a rapper tailandesa Lisa (integrante do grupo sul-coreano de k-pop Blackpink) e o cantor nigeriano Rema, a batida do funk é o molho e uma das bases da gravação que teve produção musical orquestrada por Cirkut, Bava e PinkSlip com a colaboração fundamental da dupla brasileira de música eletrônica formada pelos DJs e produtores André Laudz (o Laudz) e Zé Gonzales (o Zegon).
Single que tem certa vibração e fala a língua atual do mercado musical global, “Goals” mixa funk com afrobeat e com pop latino, também acenando para o universo do k-pop com a presença de Lisa.
Contudo, muito da energia da gravação de “Goals” vem do batidão do Brasil. Com o tamborzão na área, “Goals” põe o funk no campo mundial da Copa ao lado do afrobeat e dos códigos do pop latino em single de alta voltagem rítmica e alcance global.
Capa do single ‘Goals’, de Anitta, Lisa e Rema
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Curta rodado em São Paulo ganha prêmio no Festival de Cannes


Curta-metragem rodado no Centro de São Paulo será único filme brasileiro no Festival de Cannes
O curta-metragem Laser-Gato, do cineasta paulistano Lucas Acher, de 30 anos, venceu nesta quinta-feira (21), a categoria La Cinef do Festival de Cannes.
A categoria é considerada uma vitrine de novos talentos da premiação e já revelou cineastas que depois passaram a ocupar espaço de destaque mundial.
O prêmio foi concedido por um júri composto pela diretora espanhola Carla Simón e outros cineastas e atores, durante cerimônia realizada na sala Buñuel do festival, seguida da exibição dos filmes premiados.
Nesta edição, a seleção reuniu 19 filmes escolhidos entre 2.747 inscrições enviadas por 662 escolas de cinema de todo o mundo.
O diretor de Laser-Gato foi o único brasileiro a concorrer na categoria em 2026.
“É um filme muito íntimo, feito em São Paulo, uma cidade muito peculiar, que está em constante transformação, e, de repente, ele está nesse festival gigante”, afirmou o diretor após a seleção oficial. “Cannes sempre foi um sonho, uma ideia quase abstrata. Quando acontece, parece um pouco irreal”, afirma Acher.
Cineasta paulistano Lucas Acher,
Divulgação
O filme
Laser-Gato acompanha um adolescente que atravessa São Paulo durante uma única noite após uma brincadeira com um laser sair do controle. A narrativa aposta em uma deriva urbana fragmentada e evita estruturas clássicas, em que a cidade se torna elemento ativo da experiência cinematográfica.
A arquitetura do centro paulistano, os vazios urbanos, a iluminação artificial e os ruídos da madrugada moldam o ritmo do filme, criando uma atmosfera que oscila entre o suspense, o humor e o estranhamento.
Com participação dos atores Gabriel Brennecke e Gilda Nomacce, Laser-Gato foi produzido pela Bruto Films e filmado em locações reais da capital paulista.

Fonte: G1 Entretenimento

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Artista conhecido como ‘Banksy francês’ cria ‘caverna’ sobre ponte mais antiga de Paris


JR, conhecido como o ‘Banksy francês’, cria instalação em forma de ‘caverna’ sobre a ponte mais antiga de Paris
Michel Euler/AP
A ponte mais antiga de Paris parece ter sido engolida por uma montanha nesta quinta-feira (21),
A transformação é obra de JR, o artista de rua conhecido como o “Banksy francês”, que começou nesta semana a inflar uma gigantesca “caverna” artificial sobre a Pont Neuf. A intervenção transformou a estrutura do século 17, que cruza o rio Sena há mais de 400 anos, em uma ilusão rochosa que emerge sobre as águas.
JR afirmou que a ideia de “La Caverne du Pont Neuf” é trazer o “mineral e a natureza” de volta ao coração da cidade. Ele diz que sua intenção não é cobrir a ponte, mas sim revelar a pedra retirada das pedreiras de calcário das quais a própria Paris foi esculpida.
Uma massa cinzenta e pontiaguda de rochas agora parece se erguer sobre os arcos da estrutura. Para quem olha de pontos mais baixos do rio, o monumento histórico parece ter desaparecido sob um penhasco pré-histórico, com suas aberturas de pedra transformadas em entradas escuras de cavernas acima da água.
“Pensei: ‘Para onde foi a ponte?'”, disse Marie Leclerc, de 62 anos, que parou no cais a caminho do trabalho. “É estranho porque você sabe que é tecido e ar, mas daqui realmente parece pedra. Paris de repente parece antiga de novo.”
Agora no g1
Fazer os parisienses pararem — e se surpreenderem
O processo para inflar a estrutura, realizado durante a madrugada após ser adiado pelo mau tempo, é a etapa mais impressionante de um projeto que levou mais de um ano para ser concluído.
“É um quebra-cabeça gigantesco que acabou de ser finalizado”, disse JR à agência de notícias Associated Press (AP) na ponte, enquanto sua equipe se preparava para bombear o ar. “Vamos injetar ar lá dentro, e todas essas rochas vão subir no céu de Paris, chegando a quase 18 metros de altura. Uma vez infladas, elas permanecem assim.”
Sendo uma das obras de arte pública mais ambiciosas que Paris viu em décadas — financiada pela venda das próprias obras de JR e por um grupo de empresas parceiras —, a instalação só abrirá ao público em 6 de junho.
A transformação vem sendo documentada pela AP desde março com câmeras de time-lapse, incluindo uma instalada no terraço de um edifício bem acima do rio, registrando a ponte desaparecer lentamente dia após dia.
Por fora, a instalação parece uma massa rochosa que “literalmente” rompe a paisagem, afirmou JR, famoso por colar fotografias enormes em edifícios, muros e telhados ao redor do mundo. Ele é frequentemente comparado ao artista de rua britânico Banksy pelo estilo de seu trabalho.
“Normalmente, todo mundo cruza aqui sem olhar”, disse Julien Moreau, de 34 anos, enquanto tirava fotos perto do rio Sena. “Esta manhã, todos estavam parados, observando. Isso, por si só, já é a obra de arte.”
JR disse que queria fazer os parisienses tomarem uma atitude incomum em sua ponte mais famosa: parar.
“Estamos todos um pouco estressados. Queremos que funcione”, disse ele, enquanto operários equipados com cintos de segurança preparavam a estrutura. “Mas essa é a beleza de um projeto como este — sua fragilidade, o fato de trabalhar na rua, expondo-se a todos.”
Alguns pedestres, acrescentou ele, “vão passar sem nem perceber que ela está subindo. Outros ficarão completamente maravilhados.”
JR, conhecido como o ‘Banksy francês’, cria instalação em forma de ‘caverna’ sobre a ponte mais antiga de Paris
Michel Euler/AP
Uma homenagem a uma lenda e um aceno à alegoria de Platão
A estrutura tem 120 metros de comprimento e 18 metros de altura — o equivalente a um prédio de seis andares.
No entanto, é construída quase inteiramente de ar — 80 arcos de tecido preenchidos com 20 mil metros cúbicos de ar — e pesa apenas cerca de cinco toneladas.
Os engenheiros de JR passaram semanas testando a estrutura em um hangar no aeroporto de Orly, simulando um corte no suprimento de ar para garantir que a rocha inflável mantivesse sua forma. O tecido foi costurado à mão por 25 artesãos em uma vila na Bretanha.
Os visitantes poderão caminhar gratuitamente por um longo e escuro túnel que bloqueia a luz do dia. “Você entra na escuridão”, disse JR, “e emerge na luz do outro lado.” Ele descreveu a experiência como uma jornada que cada pessoa é livre para fazer à sua maneira: “Muitas pessoas vão passar por esta caverna e deixar que a imaginação dite o que sentem.”
A obra de arte é uma homenagem a uma lenda artística de Paris. Em 1985, o artista Christo e sua esposa, Jeanne-Claude, embrulharam a mesma ponte em um tecido dourado pálido — utilizando 13 quilômetros de corda, após uma década de discussões com a prefeitura, atraindo três milhões de visitantes em duas semanas.
O ato ajudou a consolidar a ideia de arte monumental em cidades modernas. Uma praça ao lado da ponte agora leva o nome do casal — e é de lá que os visitantes darão o primeiro passo em direção à escuridão da caverna.
“É um desafio e tanto vir depois deles”, admitiu JR.
A caverna também traz um alerta. JR a construiu como uma referência à Alegoria da Caverna de Platão, na qual prisioneiros confundem sombras em uma parede com o mundo real.
“Quais são as nossas cavernas hoje? Nossos celulares”, provocou ele. “Porque acreditamos que o nosso algoritmo nas redes sociais é a realidade.”
Logo em seguida, ele entra na própria contradição: para entrar em sua caverna sobre telas, os visitantes levantam seus telefones. A empresa de tecnologia Snap desenvolveu uma camada de realidade aumentada que mostra o que o olho humano não consegue ver.
A trilha sonora é um zumbido grave e mineral composto por Thomas Bangalter, ex-integrante do Daft Punk — que tinha apenas 10 anos quando Christo embrulhou a ponte.
A caverna funcionará 24 horas por dia de 6 a 28 de junho, período em que a ponte ficará fechada para o tráfego de veículos. Ela poderá ser vista dos cais, de barcos que passam pelo rio e até do topo da Torre Eiffel. O evento coincidirá com a Semana de Moda de Paris, o Dia Mundial da Música e o festival de artes Nuit Blanche, que dura a noite toda.
Quando a estrutura for desmontada, o tecido será reaproveitado ou reciclado. Então, assim como o embrulho dourado de 40 anos atrás, a caverna desaparecerá — e a Pont Neuf, mais antiga que a república e mais antiga que a revolução, reaparecerá exatamente como era.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio 2026 divulga atrações do palco Supernova


Diogo Defante
Agência Preview/Divulgação
A organização do Rock in Rio anunciou nesta quinta-feira (24) o line-up do palco Supernova, espaço dedicado a artistas em ascensão e novos talentos dentro do festival.
O festival acontece entre os dias 4 e 13 de setembro de 2026, na Cidade do Rock, Zona Oeste do Rio de Janeiro.
Confira a seguir as atrações do palco Supernova (em atualização).
Rock in Rio anuncia novas atrações para última noite do festival
4 de setembro (sexta)
Chady
Artista surpresa
Larissa luz
Diogo Defante
5 de setembro (sábado)
Zero
Mc Taya
Lvcas
Supercombo
6 de setembro (domingo)
João Gordo & Asteroides Trio
Matanza
Bayside Kings
O Escritório
7 de setembro (segunda)
Maui
Melly
Zeca Veloso
Alee
11 de setembro (sexta)
Muse Maya
Isa Buzzi
Ananda
NandaTsunami
12 de setembro (sábado)
Celo Dut
Yago Oproprio
Milo J
Delacruz
13 de setembro (domingo)
Ar Baby
Bruna Black
Sant
Lourena

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Destiny 2’ vai deixar de receber atualizações 9 anos após lançamento


‘Destiny 2’ se despede de atualizações em junho
Divulgação
“Destiny 2” vai deixar de receber atualizações a partir de 9 de junho, nove anos após o lançamento do game de tiro online. O anúncio foi feito pela desenvolvedora do jogo, a Bungie, nesta quinta-feira (21).
“Enquanto nosso amor por ‘Destiny 2’ não mudou, se tornou claro que, após (a expansão) ‘The Final Shape’, atingimos o limite para nossos mundos compartilhados e para que ‘Destiny’ viva além de ‘Destiny 2′”, escreveu a empresa, em comunicado.
A empresa afirma que planeja que o game continue jogável após o fim do desenvolvimento ativo e que mudanças serão feitas para receber jogadores que desejem retornar.

Fonte: G1 Entretenimento

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Deolane em último post antes de ser presa: ‘Amanhã vou ficar bem ativa nessa rede’


Deolane Bezerra gravou vídeo em elevador prometendo retorno à rotina digital nesta quinta-feira (21).
Redes sociais
Presa na manhã desta quinta-feira (21) em uma operação da Polícia Federal, a influenciadora digital Deolane Bezerra, de 38 anos, usou suas redes sociais na noite antes do ocorrido para prometer um retorno ativo à rotina de publicações.
O registro, feito no espelho de um elevador, quebrou um período de sumiço incomum em seu perfil oficial e acabou se tornando a última interação da empresária com seus seguidores antes de ser alvo da ação policial.
A postagem foi ao ar na noite de quarta-feira (20). No vídeo, Deolane comentou sobre a ausência na plataforma e garantiu que compensaria os seguidores no dia seguinte:
“Olha a hora que eu parei. Nem falei com vocês hoje. Amanhã vou ficar bem ativa aqui nessas redes”, prometeu.
A rotina de engajamento e ostentação digital da influenciadora, contudo, foi interrompida logo nas primeiras horas da manhã de quinta-feira, quando equipes da Polícia Civil cumpriram o mandado de prisão.
Influenciadora foi presa em casa
Operação prende influenciadora Deolane Bezerra e mira família de Marcola por lavagem de dinheiro do PCC
Reprodução
Uma operação do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e da Polícia Civil contra lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC) prendeu na manhã desta quinta-feira (21) a influenciadora digital e advogada Deolane Bezerra em casa, na cidade de Barueri, na Grande SP.
Também havia um mandado de prisão contra Marcos Willians Herbas Camacho (Marcola), considerado o chefe da facção, que já está preso, além de parentes dele.
Segundo a investigação, o esquema de lavagem envolve uma transportadora de cargas com sede em Presidente Venceslau (SP), controlada pela cúpula da facção criminosa, considerada a maior do país.
A transportadora repassava recursos para outras contas, com o objetivo de dificultar o rastreamento de dinheiro. Duas dessas contas estão em nome de Deolane.
Deolane atuava como ‘caixa do crime organizado’, diz investigação
Caixa com dinheiro apreendida pelos policiais com o nome de Deolane na casa do Everton de Souza,.
Reprodução
A advogada e influenciadora digital Deolane Bezerra, presa nesta quinta-feira (21), atuava como “caixa do crime organizado” em esquema de lavagem de dinheiro para o Primeiro Comando da Capital (PCC), segundo investigação do Ministério Público e da Polícia Civil de São Paulo.
De acordo com os investigadores, valores da facção eram depositados em contas ligadas à influenciadora e misturados a recursos de outras atividades antes de retornarem ao grupo criminoso, dificultando o rastreamento financeiro.
A investigação identificou diversas transferências e depósitos bancários, mas ainda não descobriu o montante exato que saiu dessa empresa para as contas de Deolane. A influenciadora teve R$ 27 milhões bloqueados por determinação da Justiça.

Fonte: G1 Entretenimento

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Sorriso Maroto canta com Thiaguinho, Belo e Xande de Pilares em gravação de show no Rio com o ‘lado B’ do pagode


Thiaguinho (à esquerda) e o vocalista do Sorriso Maroto, Bruno Cardoso, fazem feat na gravação do show apresentado na noite de ontem, 20 de maio
Sandro Mendonça / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ O grupo carioca Sorriso Maroto reuniu um dream team do pagode – formado por Belo, Dilsinho, Ferrugem, Ludmilla, Marvvila, Mumuzinho, Péricles, Revelação, Thiaguinho, Turma do Pagode e Xande de Pilares, entre outros nomes – na noite de ontem, 20 de maio, na gravação do álbum audiovisual “Sorriso eu gosto no pagode – Lado B”.
O registro ao vivo do show foi feito no Galpão do Engenhão, estádio do subúrbio do Rio de Janeiro (RJ), cidade natal do grupo liderado pelo vocalista Bruno Cardoso.
Nesse derradeiro registro do projeto “Sorriso eu gosto no pagode”, o Sorriso Maroto também dá voz a nomes da nova geração do pagode, como o grupo Akatu, a dupla Som de Faculdade, a cantora Manda Lynn e os cantores Darlan, Davi Quaresma, Renan Oliveira Thiago Soares e Yan.
O grupo Sorriso Maroto posa no Galpão do estádio carioca Engenhão, onde gravou o álbum audiovisual ‘Sorriso eu gosto no pagode – Lado B’
Sandro Mendonça / Divulgação
♪ Eis as 26 músicas (com os respectivos feats) cantadas pelo Sorriso Maroto nos 17 números do show captado para dar origem ao álbum audiovisual “Sorriso eu gosto no pagode – Lado B”:
1. “Limite” / “Perdas e danos” – feat Ferrugem e Grupo Benzadeus
2. “Vai me esquecer também” – feat Ferrugem e Darlan
3. “Amar você” – feat Belo e Renan Oliveira
4. “Diz que quer ficar” / “Pra sempre” – feat Belo e Samba de Dom
5. “Me arrependi” / “E agora?” – feat Thiaguinho e Lucas Morato
6. “O que é O que é?” – feat Thiaguinho e Fabinho
7. “Águas passadas” / “Por que” – feat Péricles e Marvvila
8. “Ruínas” – feat Péricles e Yan
9. “Meu plano” – feat Ludmilla e Gamadinho
10. “Não mereço ser amante” – feat Ludmilla e Kamisa 10
11. “Por mim, por nós” – feat Dilsinho e Davi Quaresma
12. “Não tem preço” / “6 da manhã” – feat Dilsinho e Akatu
13. “Em suas mãos” – feat Mumuzinho e Manda Lynn
14. “A primeira vez” /“ Eu sou desse jeito” – feat Mumuzinho e Farias
15. “Coisa louca” / “Marque um lugar” – feat Turma do Pagode e Som de Faculdade
16. “Você me maltrata” / “Não valeu de nada” – feat Turma do Pagode e Thiago Soares
17. “Pronto pra guerra” / “Ratatá” – feat Xande de Pilares e Revelação
Xande de Pilares (à esquerda) e o grupo Revelação também integram o time de convidados da gravação do show do grupo de pagode Sorriso Maroto
Sandro Mendonça / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Jorge Ben Jor anuncia apresentação única do show Alquimia Popular Brasileira em São Paulo


Cantor Jorge Ben Jor canta em missa no Centro em homenagem ao santo guerreiro
Reprodução/ Igreja de São Jorge do Centro do Rio
Jorge Ben Jor anunciou apresentação única do show Alquimia Popular Brasileira, em São Paulo. O cantor divulgou que o evento vai acontecer em 17 de outubro, no Allianz Parque. Pelo anúncio, não ficou claro se a apresentação é parte de uma nova turnê do artista.
“Existem shows. E existe o Jorge Ben Jor. Ele traduz samba, soul, groove, futebol, espiritualidade, rua, África, alegria em uma fórmula única. Com uma mistura que ninguém sabe explicar, mas que todo mundo sempre sentiu, o artista leva sua alquimia de sucessos ao palco em um show inédito”, diz o comunicado.
A pré-venda para clientes Itaú acontece entre os dias 25 e 27 de maio. Já a venda para o público geral começa no dia 27 de maio, às 13h. Os ingressos variam de R$ 117,50 (referente a meia de cadeira superior) até R$1.295,00 (inteira no Pacote VIP).
O show Alquimia Popular Brasileira ganhou uma página especial, divulgada há alguns dias pelo artista, o que gerou grande expectativa por parte dos para uma nova turnê de Ben Jor. Mas, por enquanto, apenas o show de São Paulo está confirmado.
Jorge Ben Jor em São Paulo
Data: 17/10/2026
Horário: 19h
Local: Allianz Parque
Valores de ingressos:
CADEIRA SUPERIOR: R$117,50 (meia) | R$164,50 (cliente Itaú) | R$188,00 (social) | R$235,00 (inteira)
PISTA: R$147,50 (meia) | R$206,50 (cliente Itaú) | R$236,00 (social) | R$295,00 (inteira)
CADEIRA INFERIOR: R$212,50 (meia) | R$297,50 (cliente Itaú) | R$340,00 (social) | R$425,00 (inteira)
PISTA PREMIUM ITAÚ PERSONNALITÉ: R$297,50 (meia) | R$416,50 (cliente itaú) | R$476,00 (social) | R$595,00 (inteira)
HOT SEAT: R$362,50 (meia) | R$507,50 (cliente Itaú) | R$580,00 (social) | R$725,00 (inteira)
PACOTE VIP: R$997,50 (meia) | R$1.116,50 (cliente Itaú) | R$1.176,00 (social) | R$1.295,00 (inteira)
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Fonte: G1 Entretenimento

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Canto de Gal Costa irradia luz que parece vir do céu em álbum póstumo que eterniza show de voz e violão


Gal Costa (1945 – 2022) revive em álbum póstumo que será lançado amanhã, 22 de maio, com 24 músicas captadas em show em Salvador (BA)
Marcos Hermes / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Gal Costa – Ao vivo no Teatro Castro Alves
Artista: Gal Costa
Cotação: ★ ★ ★ ★ ★
♬ Se tivesse sido lançado com Gal Costa ainda em cena, o álbum ao vivo que eterniza show feito pela cantora no Teatro Castro Alves (BA), em 22 de maio de 2003, talvez fosse recebido com certo desdém pelos críticos que, em grande maioria, viam como trabalho de entressafra, sem peso na carreira da cantora, esse show de voz e violão feito ocasionalmente por Gal com o violonista Luiz Meira entre 1997 e 2016.
Só que Maria da Graça Costa Penna Burgos (26 de setembro de 1945 – 9 de novembro de 2022) já saiu de cena – e essa ausência ainda e para sempre tão doída torna especial e reveste de grandeza o álbum que chega ao mercado fonográfico amanhã, sexta-feira, 22 de maio, com capa assinada pelo artista plástico Omar Salomão.
Com 24 músicas que reproduzem o roteiro do show feito por Gal com Luiz Meira dentro do projeto “Vozes do Brasil” – mencionado em fala da cantora no show como “Vozes da MPB” – em Salvador (BA), cidade natal da artista, o álbum “Gal Costa – Ao vivo no Teatro Castro Alves” tem amplitude não totalmente sinalizada pelos dois ótimos singles que antecederam o lançamento do disco produzido por Marco Mazzola, valorizado pela primorosa masterização feita por Carlos Freitas e editado .através de parceria das gravadoras Biscoito Fino e MZA Music.
O áudio está luminoso como a voz cristalina de Gal. E o roteiro segue uma linha, que parte dos caminhos e mistérios insondáveis da arte de cantar, assunto das duas músicas de Caetano Veloso que abrem o show, “Coraçãozinho” (1996) – canção ouvida a capella na voz de Gal – e “Minha voz, minha vida” (1982).
Não por acaso, na sequência, Gal cai com naturalidade no suingue do samba “Eu vim da Bahia” (Gilberto Gil, 1965), traçando a rota inicial de percurso alterado em 1958 com a audição do samba “Chega de saudade” (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1958) na voz instantaneamente referencial de João Gilberto (1931 – 2019). Também não por acaso, esse samba que deu o pontapé inicial na bossa nova – cantado em coro pelo público, com o incentivo de Gal – vem logo após o samba de Gil, mostrando que nada era aleatório no roteiro do show.
E o fato é que, à medida que a gravação ao vivo vai avançando, paira a sensação de aquela voz tamanha de Gal parecia vir do céu como a cantiga mencionada por Caetano Veloso na letra de “Coraçãozinho”.
Música de Vander Lee (1966 – 2016) apresentada pela cantora no álbum “Gal bossa tropical” (2002), a melancólica canção “Onde Deus possa me ouvir” (2002) surge em registro mais apropriado do que o do disco, o único feito pela artista na MZA Music, gravadora aberta nos anos 1990 pelo produtor Mazzola.
Ancorada no porto seguro do violão de Luiz Meira, instrumentista que foge do exibicionismo técnico, Gal revisita no show músicas recorrentes nos shows da cantora – “Azul” (Djavan, 1982), “Folhetim” (Chico Buarque, 1978), “Força estranha” (Caetano Veloso, 1978), “Tigresa” (Caetano Veloso, 1977) e “Vapor barato” (Jards Macalé e Waly Salomão, 1971) – ao mesmo tempo em que dá voz a músicas menos associadas à cantora.
Hit então recente do grupo Titãs, a balada “Epitáfio” (Sérgio Britto, 2001) foi gravada pela artista no álbum “Gal bossa tropical” e entrou nos shows feitos com Luiz Meira na época, mas logo saiu dos roteiros de Gal. Outra balada, “Olha” (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1975), ressurge sedutora no canto da artista em registro bem mais envolvente do que a gravação abolerada do álbum “Gal tropical” (1979).
É que o minimalista formato de voz e violão sempre favoreceu Gal porque punha em primeiro plano o canto absolutamente preciso da artista. A maciez com que Gal caiu no samba “Camisa amarela” (Ary Barroso, 1939), por exemplo, fica nítida.
Também evidenciando a maestria de Luiz Meira, cujo violão simula a batucada que embasa o samba “Aquarela do Brasil” (Ary Barroso, 1939), a gravação ao vivo reproduz o show na íntegra, preservando as falas de Gal, como já havia mostrado o single com a abordagem de “Mulher eu sei” (Chico César, 1995), única das 24 músicas até então inédita na discografia de Gal.
“Quero ouvir o estalar dos dedos”, pediu Gal, dando a deixa para a plateia marcar nas mãos o ritmo do fox-canção “Nada além” (Custódio Mesquita e Mário Lago, 1938), gravado por Gal em 1991 em álbum em tributo ao compositor Mário Lago (1911 – 2002).
Após o canto do fox, Gal dialogou com a plateia e, ao ouvir de espectadora que ela estava quase enfartando, a intérprete rebateu com serenidade: “Meu canto não é para isso. Meu canto é para levar alegria, paz, informação, tranquilidade, luz – principalmente luz – para todas as pessoas”.
Quem há de negar que havia luz no canto de Gal ao ouvir a cantora cair para lá e cá no requebrado do samba “É luxo só” (Ary Barroso e Luiz Peixoto, 1957)?
Encerrado com outro samba, “Cada macaco no seu galho” (1972), o show teve bis generoso em que Gal cantou de cara o sucesso radiofônico da artista na época, “Socorro” (Arnaldo Antunes e Alice Ruiz, 1994), invertendo a ordem prevista para satisfazer o público.
Neste bis, a cantora deu voz ao samba-canção “Sábado em Copacabana” (Dorival Caymmi e Carlos Guinle, 1951) – música que somente iria gravar no ano seguinte no álbum “Todas as coisas e eu” (2003) – e encerrou a apresentação com “Amor em paz” (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1960), ressaltando que ouviu muito na adolescência, na voz de João Gilberto, esse samba-canção que se tornou um dos standards da bossa nova.
E aí, enquanto Gal canta essa bela canção que renega o sofrimento do amor, fica impossível não crer que aquela voz tamanha muitas vezes trazia paz e irradiava uma luz que parecia vir do céu, de algum lugar da imensidão do universo, pela beleza sobrenatural e imortal do canto de Gal Costa.
Capa do álbum ‘Gal Costa – Ao vivo no Teatro Castro Alves’, de Gal Costa
Arte de Omar Salomão

Fonte: G1 Entretenimento