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Melly tem Iuri Rio Branco na produção musical do segundo álbum de estúdio


Melly lança o segundo álbum de estúdio no fim do mês de maio
Vitor Cipriano / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Encerrado o ciclo do álbum de estreia “Amaríssima” (2025), a cantora e compositora baiana Melly se prepara para lançar o segundo álbum de estúdio no fim deste mês de maio.
Com produção musical orquestrada por Iuri Rio Branco com a própria Melly, o álbum traz músicas como “Me livra de todo mal” no repertório essencialmente inédito e autoral.
Os arranjos são assinados por Iuri Rio Branco com músicos como Juliano Vale (sintetizadores e piano Rhodes), Theo Silva (guitarra, violão e baixo) e Tiago Nunes (percussão).
Melly é uma das novas vozes brasileiras do R&B, base da estética sonora da artista.

Fonte: G1 Entretenimento

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Eurovision 2026: Bulgária ganha festival com música ‘Bangaranga’, da cantora pop Dara


DARA, representando a Bulgária, vencedora do Eurovision Song Contest 2026, segura o troféu durante a Grande Final em Viena, na Áustria.
REUTERS/Lisa Leutner
A Bulgária venceu neste sábado (16) o Eurovision Song Contest 2026 com a música “Bangaranga”, da cantora pop Dara. A vitória marcou o primeiro título do país na história do festival, realizado neste ano em Viena, na Áustria.
A canção somou 516 pontos e garantiu o topo da competição. Como é tradição no Eurovision, primeiro foram divulgadas as notas dos júris nacionais e, depois, os votos do público.
“Bangaranga” liderou a votação dos jurados, com 204 pontos, e também recebeu 312 pontos no televoto. A canção ficou em primeiro lugar tanto entre os júris quanto no voto do público — feito que não acontecia desde a edição de 2017.
Veja os vídeos em alta no g1:
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Quem é Dara
Dara é uma das artistas pop mais conhecidas da Bulgária. Ela se destacou por misturar diferentes gêneros musicais e pela forte presença de palco.
A cantora ficou conhecida por sucessos como “Thunder”, “Call Me” e “Mr. Rover”, faixas que lideraram as paradas no país. Dara também acumula diversos números 1 no ranking oficial de execuções nas rádios búlgaras.
“Bangaranga”, vencedora do Eurovision, foi escrita por Anne Judith Stokke Wik, Darina Yotova, Dimitris Kontopoulos e Monoir.
Além da carreira musical, Dara foi mentora do programa “The Voice of Bulgaria” em 2021 e 2022.
As músicas e videoclipes da artista acumulam mais de 80 milhões de reproduções e visualizações. Em 2025, ela lançou o álbum “ADHDARA”, descrito como seu projeto mais pessoal até agora e que marcou a expansão de sua carreira internacional.
* Reportagem em atualização

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Six seven’: Padre viraliza com vídeo do Papa Leão XIV fazendo a trend; veja

Um vídeo do Papa Leão XIV fazendo a trend do “six seven” viralizou nas redes sociais neste sábado (16). O conteúdo, publicado pelo padre genovês Don Roberto Fiscer, já acumula mais de 4,9 milhões de visualizações no TikTok.
Na gravação, o padre genovês Don Roberto Fiscer aparece ao lado de crianças e, junto com elas, pede ao Papa Leão XIV que reproduza com as mãos o gesto associado ao meme — solicitação que o pontífice atende imediatamente (veja abaixo).
Padre viraliza com vídeo do Papa Leão XIV fazendo a trend do ‘six seven’
Ao g1, o próprio padre confirmou que as imagens são autênticas. “É tudo real. Não tem nada de IA nesse vídeo”, afirmou.
Don Roberto Fiscer é um padre católico italiano de Gênova que ficou conhecido nas redes sociais pelos vídeos descontraídos e pelo trabalho de evangelização no TikTok e no Instagram. Ele soma centenas de milhares de seguidores e é frequentemente chamado pela imprensa italiana de “padre tiktoker” ou “padre influencer”.
Antes de se tornar sacerdote, Fiscer trabalhou como DJ e animador em navios de cruzeiro. Ele foi ordenado padre em 2006 e passou a misturar música, humor e linguagem da internet em projetos ligados à Igreja Católica.
Nos últimos anos, ganhou destaque por transformar trends e músicas populares em conteúdos religiosos e por usar as redes sociais para dialogar com jovens. Em 2026, deixou a paróquia onde atuava em Gênova para assumir um cargo ligado à comunicação digital da diocese
O que é a trend ‘6 7’?
Essa brincadeira, popularizada mundialmente entre os mais jovens, é do tipo “brain rot” (“cérebro podre”, em inglês) — um conteúdo superficial, viciante e sem sentido específico, como memes absurdos, vídeos curtos com sequências repetitivas e frases que inexplicadamente são “engraçadas”.
O ponto principal a entender é que… não há o que entender. A origem do “6-7”, por exemplo, é uma mistura de fatos aleatórios:
uma música de drill (gênero do sul de Chicago) chamada “Doot Doot”, do rapper Skrilla, em que ele repete “six seven” no refrão de forma bem marcante e ritmada;
a altura do jogador de basquete LaMelo Ball, da NBA, de exatamente 6 pés e 7 polegadas de altura (1,98 m);
um menino americano que apareceu em um vídeo sobre basquete em que olha para a câmera, faz um gesto com as mãos e grita bem alto: “six-seven!”. Ele virou o rosto oficial do meme.

Fonte: G1 Entretenimento

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Os Garotin crescem no segundo álbum, ‘Força da juventude’, mas sem perder o frescor e a pegada do disco de estreia


O trio fluminense ‘Os Garotin’ lança o segundo álbum, ‘Força da juventude’, com produção musical de Julio Raposo
Mateus Aguiar / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Força da juventude
Artista: Os Garotin
Cotação: ★ ★ ★ ★ ★
♬ Era natural que houvesse grande expectativa em relação ao segundo álbum do grupo Os Garotin, “Força da juventude”, no mundo desde a noite de quinta-feira, 14 de maio. Afinal, o trio fluminense foi a grande sensação da música brasileira em 2024 com o álbum de estreia, “Os Garotin de São Gonçalo”, disco que exalou frescor ao temperar gêneros da black music norte-americana (sobretudo soul e R&B) com o suingue pop tropical de ritmos brasileiros como o samba.
A ótima novidade é que esse frescor permanece intacto no segundo álbum do grupo, gravado com produção musical do mesmo Julio Raposo que deu forma ao álbum de estreia.
Há obviamente mais pretensões em “Força da juventude” diante das oportunidades e possibilidades que se abriram para Leonardo Guimarães, Lucas Anchieta e Victor Cupertino, talentosos garotos de São Gonçalo (RJ) conhecidos no universo pop brasileiro como Leo Guima, Anchietx e Cupertino.
Os Garotin aproveitaram todas as possibilidades, como contar com as cordas luxuosas do maestro Arthur Verocai em “Uma noite só” e como convidar a requisitada cantora Liniker para feat em “Simples assim”, uma das duas músicas do álbum já apresentadas pelo trio em setembro do ano passado no EP “Session 2” (a outra é o R&B “Calor e arrepio”). Contudo, o trio soube conciliar as conquistas com a energia e a pegada do álbum de estreia.
É nessa harmonização que reside o vigor de “Força da juventude”, álbum coeso que jamais perde o pique ao longo das 13 faixas autorais, umas mais lentas, outras mais dançantes, caso de “Fantástica”, música feita para exalar sensualidade no baile pop. Tudo soa mais elaborado e pensado, inclusive a parte das harmonias vocais, mas nem por isso menos espontâneo.
Leia entrevista do grupo ao g1: “Com novo álbum, Os Garotin avisam que são pop: ‘Se Anitta falou, quem vai dizer que não?’ ”
Os Garotin cresceram, mas continuam com a jovialidade de garotos que querem amar e dançar. Curtir a vida, enfim. “Força da juventude” é essencialmente um disco feliz de soul e R&B com toques de rap, como sinalizam a batida boom bap de “Hoje eu vou me dar bem” e a intervenção de BK ao fim de “Se joga”, faixa de ótimo acabamento pop também gravada com a adesão de Marina Sena.
O R&B está entranhado no interlúdio “Gimme just one night” e em faixas como “Baby não vá” e “Deixa eu te encontrar”, música gravada pelo trio com a cantora norte-americana Malia.
No mosaico de referências do segundo álbum, o samba e a brasilidade carioca de “Nossa resenha” (2024), delícia do álbum “Os Garotin de São Gonçalo” gravada pelo trio com Caetano Veloso, reverberam em “Força da juventude” no balanço pop tropical de “Soul brasileiro”. A diferença é que, nessa faixa, a brasilidade ganha o suingue nordestino de Lenine, convidado da música.
Além de cantar com o trio, Lenine cita ao fim da faixa uma música afim do próprio repertório, “Jack soul brasileiro” (1999), puxando fio da meada que cai no suingue de Jackson do Pandeiro (1919 – 1982).
Contudo, por mais que se espraiem pelo Brasil e pelo mundo, Os Garotin parecem fazer questão de ressaltar que mantêm São Gonçalo no horizonte. “Não esqueço quem sou / Nem de onde venho / Tô pronto para voar / É o meu momento”, bradam exultantes em “Falador”, faixa de energia aditivada com a adição do rap do MC niteroiense 2ZDinizz.
A rota do voo inclui a evocação de um coro gospel na harmonização vocal de “Não vá”, faixa de um minuto e 20 segundos que exala energia poderosa, soando quase como interlúdio na costura das músicas em “Força da juventude”.
Cumpridas as altas expectativas com a coesão do segundo álbum, Os Garotin se confirmam um dos maiores talentos da música brasileira do século XXI com azeitado som pop black tropical.
Citando versos da música-título “Força da juventude”, Os Garotin estão na flor da idade e, cheios de atitude, apresentam um primoroso segundo álbum que vai além do disco de 2024, mas – cabe ressaltar mais uma vez – conserva o frescor e a pegada do vigoroso álbum de estreia do trio.
Capa do álbum ‘Força da juventude’, do trio Os Garotin
Mateus Aguiar / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘A Viagem’: saiba quem é quem no filme baseado em clássica novela de 1994


Carolina Dieckmann e Rodrigo Lombardi interpretam o casal Diná e Otávio
Globo/Estevam Avellar
“O teu amor chamou e eu regressei. Todo amor é infinito.”
Para a alegria dos fãs da novela “A Viagem”, Diná e Otávio estão de volta. Sucesso de audiência na televisão, a história de Ivani Ribeiro vai ganhar agora uma versão em filme, produzido pelos Estúdios Globo e estrelado por Carolina Dieckmmann e Rodrigo Lombardi.
“A Viagem” fez história na televisão brasileira. A trama original foi exibida em 1975 na TV Tupi. E ganhou um remake em 1994. Na primeira versão, Eva Wilma interpretou Diná, que fazia par com Altair Lima, o César Jordão, personagem que, na adaptação de 1994, passou a se chamar Otávio. Na segunda versão, coube a Antonio Fagundes e Christiane Torloni viver a história de amor que ultrapassa a vida.
Vídeos em alta no g1
A trama foi reprisada três vezes no “Vale a Pena Ver de Novo” (1997, 2006 e 2025) e vendida para países como Bolívia, Chile, Costa Rica, Equador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Portugal, República Dominicana, Rússia, Uruguai e Venezuela, entre outros.
Escrito por Jaqueline Vargas e dirigido por Henrique Sauer, o filme mantém a mensagem sobre o poder das relações afetivas e dos laços familiares, além de abordar o carma e a importância da evolução espiritual, em vida e após a morte.
Saiba quem é quem no filme “A Viagem”:
Carolina Dieckmmann e Rodrigo Lombardi – Os atores interpretam o casal Diná e Otávio. Na versão de 1994, Antonio Fagundes e Christiane Torloni viveram os personagens.
Carolina Dieckmann e Rodrigo Lombardi interpretam o casal Diná e Otávio no filme ‘A Viagem’
Acervo/TV Globo/Globo/Estevam Avellar
Pedro Novaes – O ator dá vida a Alexandre, irmão de Diná que, após a morte, passa a atormentar aqueles que considera responsáveis por seu destino trágico. No remake, coube Guilherme Fontes viver esse papel.
Pedro Novaes como Alexandre no filme ‘A Viagem’, que foi interpretado por Guilherme Fontes na novela
Acervo/Globo/ Estevam Avellar
Sara Antunes – A atriz interpreta Estela, filha de dona Maroca e irmã de Diná e Alexandre.
Lucinha Lins foi Estela na novela, já no filme a personagem será da atriz Sara Antunes
Bazilio Calazans/Globo/Instagram
Eriberto Leão – O ator vive o doutor Alberto, amigo de Otávio, papel que foi de Claudio Cavalcanti na novela de 1994.
Eriberto Leão, que viverá Dr Alberto no filme ‘A Viagem’, papel que foi de Claudio Cavalcanti na novela
Globo/Fábio Rocha/Globo/Arquivo
Lucinha Lins – A atriz interpreta dona Maroca, mãe de Diná; a atriz participou da novela de 1994 como Estela.
Lucinha Lins interpreta dona Maroca, mãe de Diná, que na novela foi vivida por Yara Cortes
Globo
Lolla Belli – A atriz vive Paty, filha de Diná que, diferente da versão de 1994, será mais velha na nova adaptação. No remake, a atriz mirim Viviane Pinheiro interpretou a personagem.
Lola Belli, que viverá Patty no filme ‘A Viagem’, que foi interpretada pela atrz mirim Viviane Pinheiro na novela
Globo/Instagram/Reprodução
Belize Pombal – A atriz interpreta a guia espiritual de Diná e Otávio, papel que foi da atriz Léa Garcia na novela.
Belize Pombal interpreta a guia espiritual de Diná e Otávio, papel que foi da atriz Léa Garcia.
Acervo Globo/ Bob Paulino/Globo

Fonte: G1 Entretenimento

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Final de ‘Três Graças’ teve Belo cantando para Viviane música que ele dedicou para Gracyanne; entenda


Consuelo (Viviane Araújo) e Misael (Belo)
Reprodução/TV Globo
O último capítulo da novela “Três Graças” nesta sexta-feira (15) trouxe o término do relacionamento entre Misael (Belo) e Consuelo (Viviane Araújo). Vale lembrar que os atores viveram um romance nos anos 2000.
Durante a última DR na trama, Misael cantou para sua amada um trecho da música “Razão da Minha Vida”. Na vida real, Belo dedicou a canção para outra ex-companheira: Gracyanne Barbosa.
A música foi lançada no álbum “Belo”, de 2006, época em que Belo estava preso pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.
O álbum teve alguns singles de sucesso, como “Intriga da Oposição”, “Pra Ver o Sol Brilhar”, além de “Razão da Minha Vida”.
Em 2006, Belo vivia um relacionamento com Viviane Araújo e, por falar de um amor que supera adversidades, os fãs criaram a teoria de que a canção era uma espécie de homenagem à amada.
Mas fato é que, quando teve oportunidade, Belo dedicou a canção para Gracyanne Barbosa, com quem iniciou um relacionamento em 2007, após ganhar a liberdade condicional.
Em 2008, o cantor gravou o DVD “Pra Ver o Sol Brilhar”, que conta com “Razão da Minha Vida” no repertório”. Antes de começar a cantar, Belo diz ao público:
“Aproveita agora pra dizer aí pra sua namorada, pra quem você quiser: você é a razão da minha vida, tudão!”
“Tudão” era o apelido carinhoso do casal Belo e Gracyanne. Os dois terminaram o relacionamento de mais de 10 anos em abril de 2024.
Outro caso na mesma novela: ‘Reinventar’
Conheço a história por trás de “Reinventar”, trilha do beijo de Belo e Viviane Araújo
Durante a reta final, um dos beijos de Misael e Consuelo teve como trilha sonora a música “Reinventar”, interpretada por Belo.
A cena rapidamente viralizou nas redes sociais e usuários relembraram uma das maiores fanfics do pagode: a de que o grande sucesso de Belo foi feito Gracyanne.
Belo é o intérprete da canção que tem como compositores três parceiros de longa data do cantor: Wilson Prateado, Jefferson Junior e Umberto Tavares.
O g1 conversou com os três autores e descobriu que a música tem, sim, uma “musa inspiradora”, a esposa de Jefferson.
Como foi o relacionamento de Belo e Viviane Araújo?
O relacionamento de Belo e Viviane Araújo durou quase uma década e foi amplamente acompanhado pela mídia. Eles começaram a namorar em 1998, quando o cantor se interessou pela atriz após vê-la em uma revista. Seis meses depois, passaram a morar juntos.
No auge da relação, Belo chegou a pedir Viviane em casamento durante a participação no “Planeta Xuxa”, em 2000. “Por tudo que nós passamos juntos, você quer casar comigo?”, perguntou o cantor na ocasião. Como prova de amor, eles chegaram a fazer tatuagens com o nome um do outro.
Foto antiga de Belo e Viviane chama a atenção em cena de ‘Três Graças’
Globo
A partir de 2002, o relacionamento passou por um período de instabilidade, agravado pela prisão de Belo sob acusação de associação ao tráfico. Mesmo com o cantor detido, Viviane permaneceu ao lado dele: fazia visitas frequentes ao presídio e manifestava apoio publicamente.
O fim da relação, em 2007, foi marcado por rumores de infidelidade e pela rápida confirmação de um novo relacionamento de Belo com Gracyanne Barbosa, algo que ambos negaram ter sido a causa da separação.
As tatuagens foram apagadas, e novos relacionamentos entraram na história do ex-casal. Atualmente, Belo namora a influencer Rayane Figliuzzi. Já Viviane Araújo é casada com o empresário Guilherme Militão desde 2021, com quem tem um filho, Joaquim, de 3 anos.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Dá pra traçar um mapa do RS com as músicas da Fresno’, diz Lucas Silveira antes de show gratuito em Porto Alegre


Guerra (E), Lucas (C) e Vavo (D) lançam o 11º álbum da carreira da Fresno
Camila Cornelsen/Divulgação
[…] faz frio em Porto Alegre toda noite! 🎶 A Capital gaúcha aparece em álbuns, em letras e na própria história da Fresno. Neste sábado (16), a banda volta à cidade onde nasceu para um show gratuito no Parque da Redenção, o mesmo que dá nome a um dos discos do grupo e onde o vocalista, anos antes de qualquer palco, distribuía flyers xerocados anunciando apresentações.
Com mais de 20 anos de carreira e um novo álbum, o “Carta de Adeus”, Lucas Silveira falou ao g1 sobre as marcas do Rio Grande do Sul na música da banda, a origem no 4º Distrito e o que, na visão dele, separa uma obra humana de qualquer coisa gerada por inteligência artificial.
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🔍 A apresentação gratuita em Porto Alegre integra a programação da Semana S, realizada pelo Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac e IFEP, com entrada gratuita, às 20h.
Para Silveira, a relação com Porto Alegre não é somente nostálgica, mas constitutiva.
“Muito do que a gente faz diz respeito a Porto Alegre. O nome da cidade aparece em músicas nossas. O nome do Parque da Redenção, onde a gente vai tocar, é o nome de um álbum inteiro”, disse o músico. “A gente faz questão de que o nosso nome sempre carregue um pouco de Porto Alegre.”
Mas a geografia da banda se estende para além da capital. Silveira afirma que é possível “traçar quase um mapa do Rio Grande do Sul” com os lugares citados nas músicas. Mostardas e o Pinhal, municípios do Litoral gaúcho onde tem raízes familiares, aparecem na faixa O Resto é Nada Mais, do disco Infinitos (2012).
“Tem uma letra que diz: ‘Eu tentei pintar na minha cara um sorriso igual àquele que eu sei que está lá, num grão de areia entre as Mostardas e o Pinhal'”, recitou.
“É um lugar que não tem nada, mas é impossível que uma pessoa com alguma sensibilidade vá lá e não sinta alguma coisa diferente. Fora do verão é muito ermo, muito solitário, ao mesmo tempo de uma beleza insana. Eu vou lá visitar minha família quase todo ano e é natural que venham momentos de reflexão e de uma solitude completa.”
A origem da banda tem endereço preciso: um quartinho nos fundos de uma casa na esquina das ruas Arabutã e França, na fronteira entre os bairros Navegantes e São Geraldo, no 4º Distrito. A casa foi demolida, mas Silveira ainda procura aquelas ruas quando está em Porto Alegre.
“O começo foi ali. Boa parte dos três primeiros discos foi composta naquele quarto, onde eu e meu irmão ficávamos o tempo inteiro. Eu sempre dou um jeito de andar por aquelas ruas quando estou na capital, justamente para dar essa recetada na mente.”
A cena que criou a banda não era a dos grandes shows no Gigantinho ou no Opinião, era a do Garagem Hermética e do Bar do João, na Avenida Osvaldo Aranha.
“O primeiro show da banda foi no Garagem Hermético. A gente conserva muitas coisas dessa época: desse jeito de pensar a música, a criação, a gestão de uma carreira. Ainda vivemos muito sobre essa ética”, afirmou.
Silveira também aponta um traço que diferenciou aquela geração: “A gente faz parte da primeira geração de bandas que percebeu que a internet era uma ferramenta muito poderosa para divulgar o som. Isso fez toda a diferença no começo.”
O retorno ao Parque da Redenção, neste sábado, fecha um ciclo que começou nas calçadas do mesmo parque.
“De certa forma, uma versão minha de 18 anos está ali entregando flyer de show. E tem essa banda mais antiga fazendo um show na Redenção. Esse show tem a dimensão do lapso temporal, de unir a Fresno do início com a Fresno de agora.”
Fresno: ‘Um compositor consegue fazer música sobre qualquer coisa que conhece e entende’
Novo disco e a inteligência artificial
Com o novo disco, a banda trouxe para o centro do debate uma questão que, segundo Silveira, vai além da Fresno: o que se perde quando a criação musical é delegada a algoritmos.
“Eu poderia, no meu quarto agora, botar cinco prompts e sairia uma música que parece uma música da Fresno, para quem ouve de forma desatenta. Mas aquela voz não seria a minha, a bateria não seria do Guerra. Aquela coisa que está sendo falada não foi vivida, ela não existe”, disse.
Para o vocalista, o que sustenta a conexão entre a banda e os fãs é justamente o acúmulo de experiências reais por trás de cada música.
“A mente que escreveu aquelas músicas não viveu as coisas que eu vivi, não viu o que eu vi, não aprendeu o que eu aprendi e não cometeu os erros que eu cometi. É uma coisa vazia.”
Ele admite que, para determinados usos, a música gerada por IA “até serve”. Mas traça uma linha clara:
“A gente não faz música para preencher um tempo ou sonorizar alguma outra coisa. A gente faz música para se expressar de forma profunda e buscar a identificação das pessoas. O fã se sente amigo da gente porque só de ouvir a música ele consegue me conhecer de uma maneira que às vezes uma pessoa da minha família não me conhece. Isso é o que é mais bonito.”
VÍDEOS: Tudo sobre o RS

Fonte: G1 Entretenimento

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Simone estreia em agosto no Rio show inédito, ‘Que mulher é essa?’


Simone inclui músicas de Chico Buarque e Marina Lima no roteiro do show ‘Que mulher é essa?’
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Problemas de saúde de Francis Hime interromperam a temporada do show “Embarcação”, idealizado pelo compositor e pianista carioca com Simone e programado para ser apresentado no Rio de Janeiro (RJ) nas terças-feiras de maio no Teatro Ipanema. Contudo, a cantora segue em cena.
Simone estreia em agosto, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), o inédito show “Que mulher é essa?”, criado pela artista com o estilista Ronaldo Fraga. Com projeto visual idealizado com inspiração na crueza dos cartazes de lambe-lambe e na dureza dos retratos falados expostos em delegacias, o show reúne músicas que expõem a mulher sob diferentes prismas.
Com algumas músicas inéditas na voz grave de Simone, o roteiro do show “Que mulher é essa?” prevê composições de Chico Buarque, Marina Lima, Rita Lee (1947 – 2023) e Sueli Costa (1943 – 2023), entre outros nomes da música brasileira.
O show “Que mulher é essa?” chega à cena em 7 de agosto em apresentação na casa Vivo Rio, no Rio de Janeiro (RJ), seguindo em turnê pelo Brasil.

Fonte: G1 Entretenimento

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Chico Buarque canta a resiliência em single com Silvio Rodríguez


Chico Buarque (à esquerda) e Silvio Rodríguez lançam hoje, 15 de maio, o single ‘Sueño con serpientes’ com clipe dirigido por Francisco Proner
Francisco Proner / Reprodução clipe de ‘Sueño con serpientes’
♫ CRÍTICA DE SINGLE
Título: Sueño con serpientes
Artistas: Chico Buarque e Silvio Rodríguez
Cotação: ★ ★ ★ ★ ★
♬ Primeiro lançamento fonográfico de Chico Buarque em três anos, o single “Sueño con serpientes” chega hoje, 15 de maio, ao mercado fonográfico simultaneamente com o clipe filmado em abril em Havana, capital de Cuba, com direção e fotografia de Francisco Proner.
Juntando o artista carioca com o cantor, compositor e músico cubano Silvio Rodríguez, de quem Chico é amigo há décadas, a gravação de “Sueño con serpientes” também foi feita em Havana, em estúdio, com produção musical orquestrada pelo próprio Rodríguez, compositor dessa canção emblemática, lançada há 51 anos pelo autor no álbum “Días y flores” (1975).
Chico está cantando bem, com a voz em boa forma, sem soar fanhosa como em participações recentes do artista em álbuns alheios. É Chico, aliás, quem começa a cantar “Sueño con serpientes” na gravação que totaliza cinco minutos e, de início, surge embasada pelo toque do piano de Malva Rodríguez. A voz de Silvio Rodríguez somente assume o protagonismo do fonograma perto do segundo minuto do fonograma.
Simbólica, a reunião dos artistas no single celebra a música e a união latino-americana. Clássico do cancioneiro da Nueva Trova Cubana, movimento musical surgido no fim dos anos 1960, “Sueño con Serpientes” versa sobre a resiliência na luta contínua por melhores dias e flores.
Além da beleza da gravação em si, feita com os toques de músicos latinos como Frank Fernández (teclados), Jorge Reyes (baixo), Niurka González (flauta) e Oliver Valdés (bateria e percussão), o single “Sueño con serpientes” se agiganta pelo fato de ter sido gravado e lançado em momento de forte turbulência política no mundo.
Sob o prisma social, os cantos engajados de Chico Buarque e Silvio Rodríguez soam como gritos serenos de resistência na oportuna abordagem de “Sueño con serpientes”.
Capa do single ‘Sueño con serpientes’, de Chico Buarque e Silvio Rodríguez
Francisco Proner

Fonte: G1 Entretenimento

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Terceiro julgamento por estupro de Harvey Weinstein em Nova York termina em anulação


Harvey Weinstein na corte de Manhattan, em Nova York, nesta sexta-feira (15)
Timothy A. Clary/Pool via REUTERS
O terceiro julgamento de Harvey Weinstein em Nova York sobre acusações de que ele usou sua influência em Hollywood para se aproveitar e abusar sexualmente de mulheres terminou em anulação nesta sexta-feira (15), após o júri não conseguir chegar a um veredicto unânime sobre a acusação de que ele estuprou a aspirante a atriz Jessica Mann.
Weinstein, de 74 anos, foi um dos principais produtores de cinema até que acusações de má conduta sexual provocaram sua queda e impulsionaram o Me Too, movimento social mais amplo que encorajou mulheres a denunciarem abusos sexuais cometidos por homens poderosos.
O caso, apresentado pelo gabinete do promotor distrital de Manhattan, se concentrou nas alegações de que Weinstein estuprou Mann em um quarto de hotel em Manhattan, em 2013, enquanto ela resistia e repetia várias vezes “não”.
Weinstein havia se declarado inocente da acusação de estupro em terceiro grau e negou ter agredido alguém ou mantido relações sexuais sem consentimento. Seus advogados argumentaram que Mann inventou a acusação de estupro após se arrepender de que seu relacionamento consensual com Weinstein não ajudou a impulsionar sua carreira no cinema.
Harvey Weinstein é condenado pela segunda vez por estupro e agressão sexual
Em seu primeiro julgamento em Nova York, em 2020, Weinstein foi condenado por estuprar Mann e agredir a então assistente de produção Miriam Haley em 2006. Mas a mais alta corte do estado anulou a condenação e a sentença de 23 anos de prisão de Weinstein ao concluir que ele não teve um julgamento justo.
Um júri de Manhattan então condenou Weinstein por abuso sexual contra Haley em um julgamento em junho de 2025, mas o considerou inocente da acusação de agressão contra a ex-modelo Kaja Sokola.
Harvey Weinstein na corte de Manhattan, em Nova York, nesta sexta-feira (15)
Timothy A. Clary/Pool via REUTERS
O júri ficou dividido sobre a acusação de estupro em terceiro grau que acusa Weinstein de atacar Mann, levando o juiz Curtis Farber a declarar anulação do julgamento nesse ponto. O novo julgamento começou em abril.
Weinstein também foi condenado por estupro na Califórnia em 2022 e cumpre uma pena de 16 anos de prisão. Ele recorre dessa condenação e da sentença.
O cofundador do estúdio Miramax poderá enfrentar até 25 anos de prisão quando for sentenciado pelo abuso contra Haley.

Fonte: G1 Entretenimento